Quinta-feira, Janeiro 10

JESUS – O FILHO DE DEUS -Lição 02/2008 – CPAD


Autor deste comentário: Osvarela
Texto Áureo: I Jo. 4.15: Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus.

Exórdio:
Além da questão da Divindade de Jesus Cristo, a sua posição como Filho de Deus, é uma questão que tem sido discutida por séculos, dentro e fora da Igreja.
A posição de Jesus sobre si mesmo, como Filho de Deus, a qual Ele próprio, sempre deixou clara para os seus Discípulos e seus seguidores, e até mesmo para os principais de Israel, tendo inclusive, esta declaração usada como fundamento para sua condenação, no Sinédrio, como em Marcos14. 61.64:Ele, porém...nada respondeu. Tornou o sumo sacerdote a interrogá-lo...És tu o Cristo, o Filho do Deus bendito? Respondeu Jesus: Eu o sou; ...o sumo sacerdote, rasgando as suas vestes, disse: Para que precisamos ainda de testemunhas? Acabais de ouvir a blasfêmia; que vos parece? E todos o condenaram como réu de morte.
Isto posto, vamos procurar estabelecer vínculos desta Filiação Divina, que possam ajudar aos professores da lição 02 – CPAD/2008.
I-Introdução:
João 1. 12,13: Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus;
A outra questão que está posta e se interliga, obrigatoriamente a primeira, é sobre a Unigenicidade, pois Jesus Cristo é chamado de Filho Unigênito de Deus. Tal afirmação bíblica tem trazido controvérsias de entendimento, uma vez que: os que a procuram entender, baseiam-se muitas vezes na questão lingüística, então tem definições e declarações de todo o tipo, umas procuram descaracterizar a divindade de Jesus, pela etmologia da palavra, dizendo que Cristo é também criado.
Usando inclusive o versículo que lemos acima, na abertura deste item.
Outros procuram sem sabedoria estabelecer unicamente a Unigenicidade como hierarquia divina entre a Trindade.
Fico com a explicação do Pastor Ezequias Soares, no tópico II.2 da Lição- pg. 14. Sobre nossa posição, leia a conclusão.
Busquemos então dentro da Bíblia os argumentos divinos sobre a qualidade prima de Jesus Cristo – Filho de Deus.
II-Entendendo Jesus como Filho de Deus:
Não se pode entender a questão de Jesus – Filho de Deus, sem levar em consideração a kenosis – vide nosso comentário da lição 01-2008 - Desta forma é que muitos estudiosos ou pensadores em suas tentativas de definir a humanidade do Filho de Deus, concentraram os seus ensinos na falta da Divindade de Jesus, entre elas a teoria Kenótica que apresentou Cristo como a manifestação do Logos esvaziada da divindade, isto é, negou-se a divindade de Jesus, ou a tornou totalmente distanciada do Jesus-Homem, ora isto torna então o Filho de Deus uma criatura, o que Ele definitivamente, não o é.
“Estas postulações são contrárias à imutabilidade de Deus e não concordam com passagens das Escrituras que dão atributos divinos ao Jesus histórico.” (Louis Berkhof)"Filho de Deus" no Novo Testamento:
Durante todo o Novo Testamento, a expressão "filho de Deus" é aplicada repetidamente, no singular, apenas para Jesus, com a possível exceção de Lucas 3:38 (no final da genealogia de Jesus cuja ascendência volta até Adão), onde podia argumentar-se que Adão está implicitamente sendo chamado de filho de Deus, com o que nós não concordamos, pois cairíamos na mesma situação sobre os casamento na época de Noé. "Filhos de Deus" é aplicado aos outros apenas no plural.
O Novo Testamento chama Jesus de "filho único de Deus" João 1:8, I João 4:9, "Seu próprio filho" Romanos 8:3. Também refere-se a Jesus simplesmente como "o filho", especialmente quando "o Pai" é usado para se referir a Deus, como na frase "a Pai e do Filho" , II João 1:9, Mateus 28:19).
Outro ponto a ser estudado, entendido e necessariamente explicado, é o entendimento da Declaração do Pai, por ocasião do batismo de Jesus, Mateus 3.17.
Eu procuro entender este versículo como, uma declaração de um Pai, no caso o Pai celestial.
Acompanhe o raciocínio:
Mateus 11.27: Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece plenamente o Filho, [senão o] Pai; e ninguém conhece plenamente o Pai, [senão o] Filho....
Ora, um pai, quando vê seu filho realizando algo notório, principalmente relevante para alguém, algo que só ele pode fazer, diz com todas as palavras, para todos ouvirem: este é meu filho, ou seja este é igual a mim, fez o que precisava ser feito e que só eu poderia fazer, hoje diria, tem o meu DNA.
Ao levarmos este raciocínio para o campo espiritual, o Pai estava dizendo:
Este é o meu Filho, é igual a mim! Tem a mesma essência em tudo é igual a mim, o Pai!
Bem como, é preciso entender a posição de João ao escrever o capítulo 1 e versículo 14, com referência a Jesus, a frase “o Unigênito do Pai” (Jo 1.14), indica que, como o Filho de Deus, Ele era o representante exclusivo do Ser e caráter daquele que o enviou. No original, o artigo definido está omitido tanto antes de “Unigênito” quanto antes de “Pai”, e sua ausência em cada caso serve para enfatizar as características referidas nos termos usados.
III-Entendendo Jesus como Deus:É fundamental o entendimento que Jesus faz parte da Trindade (não abordamos ainda o assunto, mas acho relevante o professor, procurar entender, sobre esta doutrina, para melhor aproveitamento destas Lições, creio que isto não seja dificuldade em nosso arraial Assembleiano).
De certo, é que precisamos ter este entendimento, desta forma veja a questão deslindada, abaixo;.
Lendo as passagens em Tito 2:13-14: 13 aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, que se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo todo seu, zeloso de boas obras.
E a de 2 Pedro 1:1-3: Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco alcançaram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo:Graça e paz vos sejam multiplicadas no pleno conhecimento de Deus e de Jesus nosso Senhor; visto como o seu divino poder nos tem dado tudo..
Vemos duas passagens que podem ser consideradas juntas por causa de sua frase idêntica: “Deus e Salvador” (theou kai soteros).
Em ambas as passagens, “Jesus Cristo” é o objeto da frase. Alguns argumentam que “Salvador” se aplica a Jesus, mas “Deus” é uma referência ao Pai: “Deus (o Pai) e Salvador Jesus Cristo.” Contudo, isto não é apoiado pela construção grega. Esta frase é aplicada a uma pessoa: Jesus Cristo.
Primeiro: esta é a leitura mais natural do texto.
Segundo: os dois nomes ficam sob um artigo, que precede “Deus.” Isto indica que eles têm que ser construídos juntos, não separadamente. E mais, esta frase foi uma fórmula comum e sempre denotou uma divindade, não duas pessoas separadas. Quando ambos Paulo e Pedro usaram a frase, então, “seus leitores sempre a entenderiam como uma referência a uma só pessoa, Jesus Cristo.Simplesmente não ocorreria a eles que ‘Deus’ pudesse significar o Pai, com Jesus Cristo como o ‘Salvador” .
O que isto tudo significa: é que Pedro e Paulo entenderam que Jesus era ambos, “Deus e Salvador”.
Isto é fator preponderante para entendimento de um texto, em Hermenêutica, diria até mesmo básico, pois o leitor ou o hermeneuta, precisa posicionar-se no lugar do ouvinte e do escritor, tal como, no momento em que é feita a declaração pelos autores bíblicos.
Da mesma forma, é necessário o estudo dos Evangelhos, para entender como cada um dos Escritores, apresentam a Jesus Cristo.
Na segunda metade do século 1, algumas comunidades escreveram suas memórias da vida e dos ensinos de Jesus, criando os primeiros evangelhos. Os evangelhos atribuídos a Marcos, Mateus, Lucas e João serão depois considerados inspirados, e incorporados à Bíblia. No evangelho de Marcos a narrativa só começa quando Jesus é reconhecido como filho de Deus, no batismo.
Diz um professor de Teologia da Metodista: Entre as idéias dos primeiros seguidores de Jesus estava, a de que, ele seria um profeta e libertador escatológico, Ou um enviado de Deus e, portanto, seu filho. Mesmo que possamos entender, que é parcial a idéia do professor Nogueira, fica claro, que mesmo a Teologia mais liberal, senão todos, mas, parte deles se dá, por vencidos pela qualidade de Jesus: Filho de DEUS.
IV-Ouvindo a voz de testemunhas e do próprio Pai e do Filho, à respeito:
Podemos ouvir aqueles que estavam presentes na ocasião e no tempo dos fatos:
A Palavra dos Profetas:
Zacarias12.10 :Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o espírito de graça e de súplicas; e olharão para aquele a quem traspassaram, e o prantearão como quem pranteia por seu filho único; e chorarão amargamente por ele, como se chora pelo primogênito.Neste texto temos a palavra yachid, ou seu único filho, veja Gn. 22.2: Prosseguiu Deus: Toma agora teu filho; o teu único.
A Palavra do Pai:
Mateus 3.17: e eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.
A Palavra do próprio Filho:

João 14. 9: Respondeu-lhe Jesus: Há tanto tempo que estou convosco, e ainda não me conheces, Felipe? Quem me viu a mim, viu o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?
João 10.30: Eu e o Pai somos um.
João 17. 5:"Pai, glorifica ao Filho com a glória que possuí em Ti no início, antes que fossem lançados os fundamentos do mundo."
A Palavra dita sobre, Jesus pelos Anjos:
Anjo Gabriel para Maria, na Anunciação:
Lc 1:31,32,35: "Eis que conceberás e darás à luz um filho a quem chamarás pelo nome de Jesus. Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo...por isso o ente santo que há de nascer, será chamado Filho de Deus."
A palavra de quem estava no Círculo Íntimo de Jesus:

Mateus 16.16: Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Alguém já disse que, Pedro ficou extasiado com a resposta de Jesus: "Não foi a carne e o sangue quem te revelou, mas meu Pai que está nos céus", mas na verdade esta declaração não nasceu de uma elaboração intelectual ou um entusiasmo de sentimento do próprio Pedro mas, veio-lhe dos céus! Nasceu no coração de Deus.
O Círculo Íntimo:
Simão Pedro -Cefas (uma pedra)
Tiago(mais velho;)João (discípulo amado) Boanerges(o filho do trovão) ;André (irmão de Pedro;)Filipe.
A palavra de quem estava presente ao ato de suplício, condenação, da Crucificação, e na Morte de Jesus:
Marcos 15. 39: Ora, o centurião, que estava defronte dele, vendo-o assim expirar, disse: Verdadeiramente este homem era filho de Deus.
O próprio Jesus- Na Hora da sua Morte:

Lucas 23. 46: Jesus, clamando com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.
A Palavra de quem viu Jesus após a morte:
João 20.28: Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu, e Deus meu!
Conclusão:
Alguém, poderá querer se utilizar o texto de João1. 12,13: Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus. Até mesmo, se utilizando da forma como o texto narra sobre o nascimento destes que, são agora chamados filhos de Deus.
Professor e aluno cuidado! Não confunda, estes são os que passaram pelo processo de : “é necessário, nascer de novo”, leia o texto bíblico de João 3. 3-13: Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade ...que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus...Nicodemos: Como pode...nascer, sendo velho? porventura pode ...entrar no ventre de sua mãe, e nascer ? Jesus: Em verdade...se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te haver dito: Necessário vos é nascer de novo. Jesus é o Filho de Deus, por tudo quanto estudamos na Lição, e como, apresentado aqui, ainda que de maneira sucinta, neste pequeno comentário.
Achamos, por bem, não discorrermos sobre a palavra Unigênito, mas o faremos no decorrer da Lição, neste site e no nosso site de Teologia:
http://nucleosetadvilacurucasandresp.globolog.com.br/
Fonte:
Bíblia Plenitude;
Apontamentos do autor;
Lição – CPAD;
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal – CPAD;
O Cristão – blog de David Brito;
Igreja Shalom: Rev. Edilson B Nogueira;
Kenosis – Texto de Moisés Olímpio Ferreira -A KÉNOSIS DE CRISTO (Uma breve visão histórica, teológica e gramatical)
Wikipedia;
Autor: Osiel Varela – Ministro das Assembléias de Deus – Missão.
Consagrado no Belém em 26/09/1996.
Congrega em Santo André, V. Curuçá. SP.Pr. Nivaldo Rodrigues.Ligado ao Belém.
Professor de Teologia; Pós – graduado em Bíblia.

Domingo, Janeiro 6

NANOBÍBLIA

Na coluna da direita postamos a foto da nanobíblia, leia a matéria agora sobre o assunto.


Clique sobre a figura para ampliar.

Para ver a imagem em tamanho maior, clique na figura.

Nano – Recentemente, surgiram a nanociência e a nanotecnologia (N & N), que têm por meta dominar parte, pequena que seja, do virtuosismo da natureza na organização da matéria átomo por átomo, molécula por molécula. Esses dois neologismos derivam de nano, prefixo usado na ciência para designar um bilionésimo. Assim, um nanômetro (símbolo nm) é um bilionésimo de metro. Para termos de comparação, um átomo mede cerca de 2 décimos de um nanômetro e o diâmetro de um fio de cabelo humano mede cerca de 30.000 nanômetros. Assim, a nanociência e a nanotecnologia visam, respectivamente, a compreensão e o controle da matéria na escala nanométrica ou, de forma mais abrangente, desde a escala do átomo até cerca de 100 nanômetros, que coincidentemente é a escala típica de um vírus. Apesar desses desenvolvimentos ainda estarem no seu início, em uma fase exploratória, as possibilidades já parecem quase sem limites e a nanotecnologia promete ser uma grande revolução tecnológica..

CIENTISTAS ISRAELENSES CRIAM NANOBÍBLIA

6/1/2008 - 07h00

GERAL - Cientistas do Instituto Technion, em Haifa (Israel) acabam de bater o recorde de menor Bíblia do mundo – ou, pelo menos, do menor Velho Testamento já impresso. A equipe, liderada por Uri Sivan, diretor do Instituto de Nanotecnologia do Technion, e Alex Lahav, ex-chefe do Instituto de Pesquisas em Microeletrônica, conseguiu “escrever” as 308.428 palavras da primeira parte da Bíblia sobre uma superfície de 0.5mm² de silício, coberta por uma camada de ouro de 20 nanômetros.

A nanobíblia foi escrita com a técnica de feixe de íons em foco (FIB, na sigla em inglês). Ao se direcionar um feixe de partículas para um ponto sobre a superfície, os átomos de ouro saem desse ponto, expondo assim a camada de silício que estava por baixo.

O diâmetro do ponto exposto tem cerca de 40 nanometros. Ao observar as palavras escritas sob um microscópio eletrônico de varredura (SEM, em inglês), os pontos expostos de silício ficam mais escuros que o ouro em sua volta, facilitando a leitura.

Ao direcionar um feixe de partículas para vários pontos sobre o substrato, é possível gravar qualquer padrão de pontos, especialmente aquele que represente um texto.

Agora, os cientistas estão tentando fotografar a nanobíblia com o SEM. Assim, eles poderão ampliar a fotografia em 10.000 vezes e exibi-la em uma parede gigante na Faculdade de Física do Instituto. Assim, o texto ficará visível a olho nu em um painel de 7m x 7m.

http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=4128

http://3.bp.blogspot.com/_qpz_3CByXKQ/R3-lO-NWr4I/AAAAAAAAAII/gw5Yh0-fHJA/s1600-h/MENOR+B�BLIA+DO+MUNDO+-+TEXTO.jpg

Sábado, Janeiro 5

Você pode orar por Quênia?
Oposição do Quênia recusa oferta para governo de união
05/01/2008 - 12h22
Confrontos políticos e tribais já duram mais de uma semana.Cerca de 250 mil pessoas já deixaram o país africano.
Da Reuters
entre em contato
O presidente do Quênia, Mwai Kibaki, afirmou neste sábado (5) estar disposto a formar um governo de união nacional para interromper a onda de protestos violentos no país, mas a oposição recusou a oferta e exigiu que ele deixe o poder antes de negociar. Depois de uma semana de conflitos políticos e confrontos tribais no Quênia, iniciados depois da polêmica eleição de 27 de dezembro... Clique aqui para ler a continuação desta reportagem.


Mulher sendo atacada na onda de violência que assola o Quênia!

Quinta-feira, Janeiro 3

Jesus, o Verbo de Deus - Lição 01 - CPAD - 06/01/08


Lição 01 – CPAD 06/12/2008
Texto Áureo:
Jo. 1.14: E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.
– Leitura Bíblica em Classe: Jo. 1.1-10,14

JOÃO 1.1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.2 Ele estava no princípio com Deus.3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez...ss
Verbetes:
Encarnação – mistério pelo qual Deus se fez homem; ato em que Deus se fez homem, unindo a natureza humana à divina. Pequena Enciclopédia Bíblica O S Boyer.
Encarnar – ser a personificação, o modelo de (homem); nascer como ser humano (Jesus – filho do homem, filho de Maria) – Dicionário Aurélio
LOGOS THEOU (grego) - “Palavra de Deus”. Uma expressão sagrada para A Palavra de Deus que é viva e exerce poder conforme nos é dito “no início era A Palavra, e a Palavra estava com Deus e a Palavra era Deus” (João 1:1). Ela também se expressa no contexto no livro de Hebreus (4:12) do Novo Testamento para mostrar a ponte entre a alma e o espírito.
Demiurgo - criatura intermediária entre a natureza divina e a humana. Um deus inferior, que emanou do próprio Deus.
Morphe: -forma
Logos: Fílon (pensador de Alexandria – judeu; segundo Fröhlich, foi um judeu helenista, filósofo da religião.) dá ao seu logos um papel distinto na criação: é a causa.
EXÓRDIO:
O comentarista deste trimestre Pr. Ezequias Soares, é um dos teólogos mais importantes das Assembléias de Deus e do Cristianismo brasileiro, portanto, comentar, ou melhor discorrer sobre seus ensinamentos, não será tarefa fácil, e a nossa única pretensão, ao tecer comentários da lição, é apenas colaborar, o quanto isto é possível, contando com a ajuda do Espírito Santo.
INTRODUÇÃO:
Eis uma questão que secularmente tem sido causa de discussões plenas de ardor e de decepções, para aqueles que sobre ela se debruçaram, sem ter a Revelação do Espírito Santo ou sem considerar substancialmente a Fé, como ancora para obter, o crer nesta verdade.
I JOÃO 1.1-3: O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, a respeito do Verbo da vida (pois a vida foi manifestada, e nós a temos visto, e dela testificamos, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e a nós foi manifestada); sim, o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que vós também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo.
VEJA OS CONCEITOS DESDE A IGREJA PRIMITIVA SOBRE O LOGOS:
NEGAVAM A DEIDADE:
Ebionitas (Jesus foi escolhido por causa de sua piedade legal e por ocasião do batismo recebeu a filiação – adocionismo),
Adocionismo de Hermas (Jesus homem, por sua dignidade, foi escolhido pelo Logos e, na ressurreição constituído Filho);
monarquianos dinâmicos (defendiam que Jesus foi um homem deificado pelo Logos)
NEGAVAM A PLENA HUMANIDADE
Apolinarianismo (O Logos – Espírito - estaria no lugar da alma humana, de modo que Jesus não era plenamente homem. Se Cristo assim fosse, teria pecaminosidade)
(Cristo não tinha espírito humano, mas O Logos, manipulava um corpo humano)
NEGAVAM A PLENA DEIDADE
Arianismo (O Logos foi criado por Deus em determinado tempo da eternidade. Ele foi apenas o primeiro a ser criado, e, embora especialmente escolhido por Deus para a obra criadora que posteriormente haveria de ocorrer, o Logos não era Deus, mas um deus). ( Logos Encarnado [Jesus Cristo], é assim inferior a Deus, embora seja objeto próprio da adoção, estando acima de todas as demais criações
A REVELAÇÃO:
Quando João escreve este primeiro capítulo do seu Evangelho, todos os que lêem o Novo Testamento, notam de imediato, que há uma Revelação Nova desabrochando, além da Biografia do Livro, sem a qual ele não seria um Evangelho.
Porém, podemos notar que, João escreve com uma visão descortinada, desde o Eterno Princípio e do Eterno Conselho para Salvação, em que o Filho, há de, pela kenosis, (Fp. 2.5-9;Gl.4.4) encarnar-se para cumprimento do “gospel edênico” ou Proto-Evangelho de Gn. 3.15: Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
Para mim, neste texto, o significativo ou a Grande Revelação, encontra-se no fato de que o Verbo do Eterno Princípio, passa a ter Poder Salvítico ou Salvífico quando, como Logos é encarnado como Homem e passa a ser carne (uma hipérbole), como eu e você, [Jo.1.14: E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.] e, à partir de então, realiza a Obra proclamada por Deus, no Livro da Gênesis, para Salvação do Homem!
DEUS EM CARNE:
I JOÃO 4.1-3: Amados, não creiais a todo espírito...Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus;
Este texto de João é capaz de simplificar todo o entendimento necessário para o Evangelho, ao juntarmos este ao texto em tela, nesta lição.
João revela a identidade de Jesus, na passagem desta lição, ao esclarecer onde estava o Logos, no Princípio Eternal, o que ocorreu para que Ele fosse nivelado e conduzido voluntariamente, a forma humana : “E o Verbo se fez carne, No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.”
Na leitura de Gn. 1. 1: No princípio criou Deus os céus e a terra, encontramos Elohim, palavra que significa deuses, e este versículo é usado por João, numa Exegese Revelada, em seu Evangelho, no capítulo 1.1-2: No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus, como uma confirmação da Própria Palavra de Deus, na Regra de que a Bíblia explica a própria Bíblia.
João consegue estabelecer o axioma que aparentemente, estava sem resolução: para ser um Salvador Perfeito, Cristo deveria ser plenamente Deus (porque só Deus poderia nos salvar) e plenamente homem (porque o pecador inteiro necessita ser renovado). Esta é a grande revelação que precisamos guardar em nossos corações.
Parece uma aparente precipitação do autor do presente comentário, mas, não o é, tendo em vista que, em sua experiência como ensinador cristão, já encontrei muito crente novo ou antigo, que tinha dúvida sobre como Cristo pôde suportar as tentações e até mesmo o flagelo da cruz, confundindo todo um preceito divino, redentivo, remidor e salvífico, da necessidade de que, um homem, (lembre de Gn. 3.15), nascido de mulher, fosse a resposta de Deus a Satanás, para desfazer a obra deste último: a maldição na Criação; Deus usa então, daquilo que Satanás pensava ter dominado para sempre, para vencer a astúcia, do mesmo Adversário, com a vinda de Jesus, o Verbo, o Logos Encarnado.
A CONFIRMAÇÃO:

A Bíblia tem inúmeras citações sobre a questão do Logos, e nos quais a deidade Cristo, nos são reveladas, com clareza; muito embora a Teologia, desta área seja realmente difícil, temos uma saída para a aparente dificuldade teológica, a arma mais forte do crente em Cristo, a Fé, pois há em nós o Espírito Santo, que nos leva a alcançar, o entendimento real da necessidade desta Encarnação de Jesus Cristo, O Logos – A Palavra, sem a perda de sua divindade, para Salvação de toda a Humanidade.
Outros textos:
Mateus 8. 27: E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?
Mateus 9. 6: Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados (disse então ao paralítico): Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa.
Estes textos, para mim não deixam dúvida da consciência de Jesus, de sua atuação pelo poder do Logos, A Palavra dita, pela Palavra Encarnada:
como O Cristo,
como Homem,
e Como Deus,
Com poder para realizar aquilo que:
Um homem pode fazer, cheio do Espírito Santo: curar um enfermo;
Aquilo que só Deus pode fazer: perdoar a humanidade, representada ali pelo paralítico.
Aquilo que o Filho pode fazer, pois tudo foi feito por Ele e para Ele: ordenar pela Palavra, a Criação.
A FORMA DA HABITAÇÃO DO VERBO:
Habitou – significa literalmente: “tabernaculou”.
Faça a analogia com o Tabernáculo de Deus entre o povo hebreu; onde a Glória de Deus se manifestou? Ali.
Jesus , o Verbo Encarnado, veio identificar-se com o homem, com a humanidade, pelo processo divino e único da Encarnação do Logos.
A Santa habitação de Deus entre os homens, agora entre todos, não mais no deserto, mas nas cidades, vilas e povoados, fora e dentro de Israel.
No Lugar Santíssimo, estava a Arca e na Arca estava por cima “O Glória”, símbolo da presença de Deus. Este era o Logos presente nas terras da Palestinas daqueles dias.
CONCLUSÃO:
Não se pode deixar de lado a questão do Jesus, O Verbo, pois sua compreensão é fundamental, para estabelecimento da Teologia da sua Humanidade ou Divindade.
Para mim, não resta dúvida quanto a isto, pois é uma questão dogmática colocada por João em:
I JOÃO 1.1-2: O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, a respeito do Verbo da vida; (pois a vida foi manifestada, e nós a temos visto, e dela testificamos, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e a nós foi manifestada);I JOÃO 4.1-3: Amados, não creiais a todo espírito...Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus!
Poderíamos falar mais, porém é bom ouvir e ler de outros comentaristas.
Excelente e difícil tema, é hora de crescermos com o Conhecimento.
Parabéns a CPAD, após o excelente currículo das EBD-2007, nos preparou mais um excelente Trimestre.
Fonte:
Pequena Enciclopédia O S Boyer;
Heresiologia – SETAD-SP – Oráculo;
Dicionário Aurélio
Pequeno Dicionário Universal – Bucland;
Bíblia de Estdo Aplicação Pessoal – CPAD;
Bíblia Plenitude – SBB; - veja pág. 1070;
Apontamentos do autor;
Site Speculum.
Autor: Osiel Varela – Ministro das Assembléias de Deus – Missão.
Consagrado no Belém em 26/09/1996. Membro em Santo André V. Curuçá. SP.
Pr. Nivaldo Rodrigues. Ligado ao Belém. Professor de Teologia; Pós – graduado em Bíblia.

Quarta-feira, Janeiro 2

Leia e Pense com a Lição 01 - CPAD -2008

A Teologia nos obriga a estar sempre bem informado, antes do comentário da Lição 01 - CPAD -20008, que já está sendo preparado por mim, vou postar um artigo interessante sobre Jesus Cristo na ótica do Cardeal Ratzinger. Não tecerei nenhum juízo ou consideração de valor, para a matéria, deixando livre o comentário para meus leitores-internautas em todoa a "blogsfera" cristã ou não cristã.
Veja a data da matéria que já havia lido:08/05/2007 - 20h47 - Atualizado em 09/05/2007 - 00h26
'Jesus histórico' já era Deus, diz Papa
No livro "Jesus de Nazaré", Bento XVI diz que Cristo afirmou claramente sua divindade.Para historiadores e teólogos, interpretação força demais o sentido dos Evangelhos.
Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo
O novo livro do Papa Bento XVI, "Jesus de Nazaré", coloca o líder da Igreja Católica no centro de um debate acadêmico dos mais complicados: o que a história pode dizer de seguro sobre a vida terrena de Jesus. A conclusão de Bento XVI é que os Evangelhos trazem um retrato mais claro e convincente de Cristo do que qualquer obra histórica moderna, revelando que Jesus sempre esteve consciente de sua natureza divina. No entanto, para os especialistas que estudam o chamado "Jesus histórico", a interpretação papal não faz jus à maneira complexa como a figura de Cristo foi emergindo. Para eles, igualar Jesus a Deus foi um processo lento, e a idéia provavelmente não aparecia nem na pregação original do próprio Cristo.
Verdade seja dita, "Jesus de Nazaré" está longe de ser apenas um livro sobre o Jesus histórico. "Apesar do título, trata-se de um texto marcadamente teológico", avalia André Chevitarese, historiador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na maior parte do tempo, Bento XVI está preocupado em mostrar como a trajetória de Jesus e sua personalidade são relevantes para o cristão de hoje. Ao mesmo tempo, ele quer deixar claro qual a maneira teologicamente correta de enxergar a pessoa de Jesus, diante do que vê como deturpações nas quais ele aparece como um homem como qualquer outro.
"Não é mais lógico, até do ponto de vista histórico, que a grandeza se coloque no início e que a figura de Jesus tenha gerado, na prática, uma superação de todas as categorias disponíveis, podendo ser compreendida somente a partir do mistério de Deus?", questiona o Papa. Em outras palavras, a preocupação central de Ratzinger é com a cristologia - o termo usado pelos teólogos para o estudo da figura e da pessoa de Jesus.
"Com certeza esse é um dos elementos centrais no pontificado dele", declarou ao G1 o vaticanista americano John Allen Jr., autor de duas biografias sobre Bento XVI. "Por exemplo, as pessoas interpretaram uma advertência recente feita ao teólogo Jon Sobrino [seguidor da chamada teologia da libertação, de orientação esquerdista] como uma nova tentativa de enquadrar a teologia da libertação. Mas essa advertência não teve nada a ver com a teologia da libertação e tudo a ver com o que o papa considera uma cristologia errada", diz Allen Jr. E isso porque Sobrino, em seus escritos, dá ênfase à natureza humana de Jesus - para o Papa, uma visão errônea.
Evangelho de João
No centro da argumentação de Bento XVI está o Evangelho de João, a quarta narrativa sobre a vida de Jesus na Bíblia cristã. Nele, Cristo é apresentado como o Verbo (ou Palavra, tradução do grego Lôgos), uma entidade divina existente antes da criação do mundo. Em outras passagens do mesmo texto, Jesus se apresenta como igual ou equivalente ao "Pai" (Deus). Como o Evangelho de João também afirma derivar do testemunho de alguém que presenciou a vida de Jesus, Ratzinger conclui que as afirmações de Jesus sobre sua intimidade com o próprio Deus foram realmente ditas por ele durante sua pregação na Palestina. O Papa defende que a testemunha ocular por trás do texto seria João, filho de Zebedeu, um dos doze apóstolos.
Fragmento de papiro do ano 125 é mais antiga cópia do Evangelho de João. (Foto: Reprodução)
"Sempre acontece esse problema quando um teólogo dogmático vai analisar os textos do Evangelho. Ele vai optar por dizer que não há ruptura entre os vários textos, que todos eles dizem sempre a mesma coisa", diz Luiz Felipe Coimbra Ribeiro, professor de literatura bíblica da Faculdade Evangélica de Brasília. No entanto, a análise do próprio Evangelho de João mostra que ele pode ser o resultado de um processo gradual de pensamento teológico, que foi progressivamente dando a Jesus essa feição divina.
"Um exemplo disso é que a imagem de Jesus como o Verbo de Deus só aparece no prólogo do Evangelho, sumindo do resto do texto. Por isso, é possível defender que ele seja uma interpolação [inserção] posterior, assim como outros capítulos de João", explica André Chevitarese. Mais importantes ainda são as diferenças profundas de linguagem e temática entre João e os demais evangelistas (Mateus, Marcos e Lucas).
"É praticamente consenso hoje que o apóstolo João não pode ter sido o autor. Para um Evangelho escrito por testemunhas oculares, chama a atenção que o tema do Reino de Deus, elemento central no anúncio de Jesus, praticamente não apareça. A mesma coisa pode-se dizer das parábolas", explica Emilio Voigt, doutor em Novo Testamento e coordenador de ensino à distância da Escola Superior de Teologia de São Leopoldo (RS).
Os pesquisadores também interpretam uma série de referências à expulsão dos seguidores de Jesus das sinagogas judaicas como um sinal de que esse Evangelho foi escrito numa época em que cristãos e judeus tinham sofrido uma separação religiosa total - provavelmente no ano 90 da nossa era, ou cerca de 60 anos após a morte de Cristo.
Se a hipótese for verdadeira, isso significa que o Evangelho de João foi o último a ser concluído. O interessante, afirma Chevitarese, é que os outros textos do Novo Testamento parecem mostrar a convivência de várias visões sobre como e quando os cristãos consideravam que Jesus teria assumido seu status de Cristo, ou seja, de "ungido" (escolhido) e filho de Deus. "Para Paulo [autor dos textos provavelmente mais antigos do Novo Testamento, datados por volta do ano 50], Jesus é o Cristo porque ressuscitou. O Evangelho de Marcos traz esse papel já para o batismo de Jesus feito por João Batista. Os Evangelhos de Mateus e Lucas recuam isso para o nascimento dele, enquanto João vê Cristo como preexistente ao próprio mundo. São quatro cristologias diferentes convivendo num espaço de 50, 60 anos", avalia ele.
Verdadeira face

Num ponto, porém, o pesquisador da UFRJ diz que o Papa tem razão em criticar certas reconstruções históricas sobre Jesus. Alguns especialistas influentes, como o irlandês John Dominic Crossan, traçaram recentemente uma imagem de Jesus que se assemelha mais a de um filósofo influenciado pelos gregos, um reformador social ou revolucionário que não dava importância ao lado místico da religião. Bento XVI diz que essas reconstruções são mais um reflexo da ideologia de seus autores do que do próprio Jesus.
"De fato, acho que isso equivale a esvaziar Jesus", afirma Chevitarese. "Não se pode tirá-lo do seu contexto judaico nem eliminar seu lado apocalíptico e escatológico [o de um profeta que espera o final dos tempos e a consumação da história humana]", diz o historiador da UFRJ.
Por outro lado, talvez Bento XVI cometa o exagero oposto ao retratar um Jesus que vê sua missão apenas como a transformação interior das pessoas, sem a busca por justiça e paz que também caracterizava os profetas judeus. "A própria escatologia judaica também tem um substrato político", lembra Luiz Felipe Ribeiro. Ele cita um exemplo cristão, o Apocalipse, que pode ser lido tanto como uma previsão do fim do mundo quanto um ataque contra a opressão romana que afetava os cristãos.
Ribeiro avalia que, como judeu, seria impensável para Jesus se colocar publicamente como igual a Deus. "Agora, isso não quer dizer que não houvesse uma autocompreensão de Jesus na qual ele se via como mais do que humano, uma autocompreensão messiânica, digamos." Seria essa uma das possíveis explicações da misteriosa expressão "Filho do Homem", aparentemente empregada por Jesus para designar a si mesmo. Esse personagem aparece em vários escritos apocalípticos judaicos, muitos dos quais surgidos pouco antes do nascimento de Cristo. "Mas nem mesmo ali o Filho do Homem é igual a Deus - ele é mais um vice-regente, um segundo em comando", afirma Ribeiro.
Consistente com a fé
Descontado o consenso entre os estudiosos do Jesus histórico, seria possível argumentar que o papa não teria muita escolha se não reforçar a imagem divina de Jesus, já que o dogma católico afirma que Cristo era ao mesmo tempo homem e Deus. No entanto, o teólogo irlandês Joseph O'Leary, da Universidade Sophia, no Japão, afirma que é possível conciliar as descobertas sobre o Jesus de carne e osso com o que a fé católica ensina.
"Nós não somos obrigados a achar que Jesus estava ciente de sua divindade [de forma explícita]: essa falta de conhecimento claro pode ser atribuída à natureza humana dele, que está unida mas não misturada à sua natureza divina", diz O'Leary. A julgar pelos textos cristãos mais antigos, argumenta ele, teria sido a Ressurreição de Jesus o evento responsável por fazer os primeiros cristãos começar a compreender a verdadeira face de Cristo. Assim, não seria necessário dizer que, enquanto vivo, ele tivesse se declarado divino.
"Bastaria mostrar que Jesus tinha a percepção de uma união íntima e única com o Pai. Isso traria uma base respeitável para a continuidade com a experiência da Ressurreição. Talvez isso não possa ser 'provado' também, mas se encaixaria bastante bem com as probabilidades históricas", conclui O'Leary.

Sexta-feira, Dezembro 28

COMO ALCANÇAR AS PROMESSAS DE DEUS


COMO ALCANÇAR AS PROMESSAS DE DEUS
Autor: Osvarela
Lição 13- 30/12/2007
Texto áureo: “Porque todas quantas promessas há de Deus são nele sim; e por ele o Amém, para glória de Deus, por nós.” II Co. 1.20.
Verbetes:
Imanente – qualidade (poder, no caso da Palavra de Deus) ou característica que existe sempre em algo, e que é inseparável dele. Definição do autor, com base em apontamentos e no Dicionário Aurélio.
Incondicional – não sujeito a condições;absoluto, irrestrito.
Condicional – dependente de, ou que envolve condição, sempre acompanhada de “se”, “ao menos que”.pressupõe obediência a ditames de Deus junto com a Promessa. Definição do autor, com base nos seus apontamentos e Dicionário Aurélio.
Introdução:
Biblicamente, alcançar as promessas de Deus é sempre uma questão garantida, não por méritos próprios, de quem as recebe, mas sim da vontade, daquele que a Prometeu, isto nos fala, de sobre maneira, da Soberania de Deus, de onde vem toda a Promessa para a Humanidade. Há porém que se entender algumas questões sobre as Promessas, que podem ajudar ao leitor, na questão do cumprimento das mesmas.
Toda a história bíblica, aponta, basicamente para dois tipos de Promessa:
a- As Incondicionais
b- As Condicionais

Temos portanto, que analisar a questão de como Alcançar as Promessas, também sob esta ótica:
a- O que é uma Promessa Incondicional ?
São promessas unilaterais que não dependem, em qualquer sentido, de seu cumprimento a partir da obediência ou garantia moral para que elas se sustentem
Promessa Incondicional:
Quando Deus promete a Abraão
Gen 17.19-22: E disse Deus: Na verdade, Sara, tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque, e com ele estabelecerei a minha aliança, por aliança perpétua para a sua descendência depois dele. E quanto a Ismael, também te tenho ouvido; eis aqui o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e fá-lo-ei multiplicar grandíssimamente; doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação. A minha aliança, porém, estabelecerei com Isaque, o qual Sara dará à luz neste tempo determinado, no ano seguinte. Ao acabar de falar com Abraão, subiu Deus de diante dele.
Quando Deus promete o Reino eterno para Davi:
II Sm. Capítulo 7.8-17 Ou I Cr. Capítulo 17.7-14.
Deus confere incondicionalmente e perpetuamente a Davi, o cetro e a subsistência de um seu herdeiro sobre o trono de Israel, esta é a principal promessa dada a Davi e que nos atinge, pois se trata do cumprimento de promessa Messiânica, ao longo das Escrituras Sagradas. O cumprimento desta Promessa, sai do Plano terreno para o Plano Eternal, quando se cumpre em Cristo. Veja genealogia de Jesus em Lc. 3.23-31 ou Mt. 1.6-17
Destaco estas duas Promessas divinas pois, à partir delas, perpassa todo o Plano Divino da Salvação.
Além de nos ensinar, que para Alcançarmos as Promessas, devemos ter:
1º - Fé como Abraão.
Romanos 4.9:
Porque dizemos: A Abraão foi imputada a fé como justiça...recebeu o. .. selo da justiça da fé...para que fosse pai de todos os que crêem...dos que não somente...andam nas pisadas daquela fé que teve nosso pai Abraão...a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo, mas pela justiça da fé...segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a descendência, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé que teve Abraão, o qual é pai de todos nós...perante aquele no qual creu, a saber, Deus, que vivifica os mortos, e chama as coisas que não são, como se já fossem.O qual, em esperança, creu contra a esperança...e sem se enfraquecer na fé, considerou o seu próprio corpo já amortecido (pois tinha quase cem anos), e o amortecimento do ventre de Sara; contudo, à vista da promessa de Deus, não vacilou por incredulidade, antes foi fortalecido na fé, dando glória a Deus, e estando certíssimo de que o que Deus tinha prometido, também era poderoso para o fazer.
Maravilhoso este texto, principalmente se o estudarmos junto com a Lição do Pr. Geremias do Couto. Esta é a principal maneira de mantermos viva, toda e qualquer, Promessa de Deus, o Pai das Luzes, no qual não há sombra ou variação.
2º - Ter coração como o de Davi.
II Samuel 7.16: A tua casa, porém, e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será estabelecido para sempre...entrou o rei Davi, e sentou-se perante o Senhor, e disse: Quem sou eu, Senhor Jeová, e que é a minha casa, para me teres trazido até aqui?...Que mais te poderá dizer Davi. pois tu conheces bem o teu servo, ó Senhor Jeová.Por causa da tua palavra, e segundo o teu coração, fizeste toda esta grandeza...Portanto és grandioso, ó Senhor Jeová, porque ninguém há semelhante a ti, e não há Deus senão tu só...tu, Senhor dos exércitos, Deus de Israel, fizeste uma revelação ao teu servo, dizendo: Edificar-te-ei uma casa. Por isso o teu servo se animou a fazer-te esta oração...tuas palavras são verdade, e tens prometido a teu servo este bem.
Davi tinha um coração agradecido e reconhecedor da Soberania de Deus; veja como ele imputa a Deus, até mesmo, a sua aparente, vontade de construir uma casa para Deus, ele tem o entendimento teológico de que nem seus próprios pensamentos poderiam subsistir ou mesmo, as suas aparentes idéias, não eram suas, mas sim uma Revelação do Senhor Jeová.
Leia também Salmos 51. Para alcançarmos as Promessas temos que ter um coração assim.
Poderíamos falar de Salomão II Samuel 12.24:...Davi lhe deu o nome de Salomão. E o Senhor o amou; e mandou...o profeta Natã, dar-lhe o nome de Jedidias, por amor do Senhor.
Por estas Promessas, nas vidas de Abraão e Davi, Deus conduziu por séculos o seu Plano.
b- O que é uma Promessa Condicional ?
A característica mais distintiva desse tipo de Promessa é que cada uma tem, de forma expressa ou por implicação, um "se" ou "a menos que" associado a ela.
Promessas Condicionais:
Assim, no caso de Jonas, por exemplo, não há promessa explícita de que se as pessoas se arrependessem seriam poupadas da calamidade que Jonas estava anunciando viria em 40 dias.
Entretanto, a compreensão que Jonas possuía de que seria possível que isso ocorresse, é que explica sua relutância em proclamar essa declaração divina de julgamento.
Se o fim estava próximo, por que Jonas não se alegrou em anunciar a destruição de um povo inimigo? É que havia no coração de Jonas o entendimento da Soberania e do Amor de Deus para com aqueles que se arrependem de seus pecados; sendo assim a sua fé e conhecimento de Deus, lhes diziam, que se tal fato ocorresse, e pelo poder imanente da Palavra de Deus, a destruição não ocorreria.
As Promessas Condicionais, baseiam-se, portanto, no cumprimento de preceitos dados, no decurso da Palavra exarada por Deus, como Promessa.
Desta forma, veja abaixo e depois leia os versos seguintes de :
DEUTERONÔMIO 28.1: Se ouvires atentamente a voz do Senhor teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o Senhor teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra; e todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, se ouvires a voz do Senhor teu Deus: Bendito serás na cidade, e bendito serás no campo e ss...
Conclusão:
1- Extrair o melhor das Promessas de Deus: Tudo o que Deus prometeu a Abraão, a Davi, houve uma similaridade de atitude; entraram na posse da Promessa, acreditando, nelas de maneira irredutível;
2- Usaram a Promessa, de tal forma que a mesma pudesse ser útil, não só a Eles, mas a todos os que os cercavam, fosse sua família (clã), seu povo, ou sua nação.
3- Nunca se arvoraram como independentes da Promessa e de Deus, mas sempre, como acima descrito, se reconheceram dependentes da Promessa.
4- Devemos ser assim, como eles, para que a Promessa alcançada, não seja só para proveito próprio, o que seria contrário, à vontade daquele que prometeu, mas que seja de nossas famílias, nossas Igrejas, nosso povo, como povo de Deus, nossa Nação pra qual as nossas Promessas poderão ser útil se toda a Igreja, colocar seu coração nesse desejo.
Quero parabenizar ao Pastor Geremias do Couto, glorificando a Deus, pelo excelente desenvolvimento do Tema, que o Espírito Santo colocou em seu coração; a Casa – CPAD, como a chamo; ao Pr. Esdras Bentho, redator-final e a todos os funcionários.
Desejo também a todos um Feliz 2008, com toda a sorte de bênçãos prometidas por Deus, através do Filho de Seu Amor.
Aos meus leitores, em todos os “sites”, aos que publicaram meus comentários, a todos alunos e professores da EBD, o mesmo:
FELIZ 2008 COM CRISTO E TODAS AS COISAS VOS SERÃO ACRSCENTADAS!
Não se esqueça:
Estudar a Bíblia é uma necessidade, Ensinar é um Mandamento!
Fonte:
Dicionário Aurélio
Apontamentos do autor
Prof. Pr. Dr.Augustus Nicodemus Lopes
Bíblia digital cortesia Tio Sam.
Lição 13 – CPAD – Comentarista Pr. Geremias do Couto.
Livro "An Introduction to Biblical Hermeneutics”, capítulo 8, escrito por Walter Kaiser.

Segunda-feira, Dezembro 24

CRÔNICA DE NATAL!


O PERU DO NATAL OU O JESUS DO NATAL

Autor do texto: Osvarela

Parece estranho o título deste texto, mas estive meditando durante estes dias, sobre como o Natal de Cristo, tem sido comemorado em algumas Igrejas Evangélicas, nestes últimos anos.
Está havendo uma mudança radical neste evento, tão simbólico para a Cristandade, ou seja, aqueles que crêem em Jesus O Cristo como Filho de Deus.
Há um certo frenesi nestes dias, entre parte de nosso povo, ficamos envolvidos com coisas como:
Viagens, compras, viagens, comidas, viagens, compras, presentes, amigo-secreto, inimigo-secreto, amigo-oculto, mais viagens, mais compras, cansei, ufa ! É um lufa-lufa, interminável, que até nos esquecemos o que devemos celebrar no Natal, o Nascimento de Jesus Cristo como escreveu Lucas 2.9-11: E um anjo do Senhor apareceu-lhes, e a glória do Senhor os cercou de resplendor...O anjo... disse:... trago novas de grande alegria...para todo o povo: É que vos nasceu hoje, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.E ainda em Lucas 1.26-33:...o anjo Gabriel enviado por Deus a ...Nazaré, a uma virgem...e o nome...Maria...disse: Salve, agraciada...Ela...ao ouvir estas palavras...pôs-se a pensar...Disse-lhe: Não temas, Maria...Eis que conceberás e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus.Este será grande e será chamado filho do Altíssimo...Ou como disse MATEUS 2.1-6: Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia...vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam:Onde está aquele que é nascido rei dos judeus...vimos a sua estrela e viemos adorá-lo...perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo...eles lhe disseram...está escrito pelo profeta...ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel. Ou ainda, Mateus 1.20: ... apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria.. gerou é do Espírito Santo; ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados... para que se cumprisse o que fora dito...pelo profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco.
A discussão, que trago para eu e você meditar é:
O que representa o Natal para nós, os cristãos?
Há todo um Plano divino delineado na Bíblia Sagrada que nos obriga a ter uma visão da Graça de Deus para com a humanidade.
Este Plano foi sendo passo a passo, executado sob a Soberania divina, ao longo de séculos.
Deus usou uma quantidade infinita de gente, povos, e pessoas, para que pudesse estabelecer este Plano, que não lhe era favorável, mas unicamente favorável ao Homem.
Deus usou guerras, escravidão de povos, situações anômalas à Sua vontade, tudo em amor por nós, até aquele dia que em Belém nasceu Jesus!.
Vêem agora, nos dizer com vários argumentos, e nos apresentam as objeções sobre:
Comemorar ou não? C comemorar sim, mas em que data, de que forma comemorar?
Como as que apresentamos, abaixo:
Argumento do dia:

Em que dia do ano nasceu Cristo?
Argumento da tradição pagã: Como os primeiros cristãos comemoravam esse feriado, a Igreja decidiu transformar tal cerimônia pagã numa festa cristã. Assim, o dia 25 de dezembro passou a representar o dia do nascimento de Cristo. No Oriente, o nascimento foi inicialmente celebrado em 6 de janeiro, data que estava associada à Estrela de Belém.
Argumento do desconhecimento do dia certo:Natal, em 25 de dezembro, começou a ser celebrado em todo o mundo como o dia do nascimento de Jesus depois do ano 336 d.C.
O Natal é comércio! Para quem? Quando nós vemos que realmente tem virado comércio até para alguns segmentos da Igreja.
O argumento do “sagrado” ou de uma “santidade elevada”: Natal para nós é todo o dia!
Estes teem sido alguns dos argumentos utilizados por parte das Igrejas, no afã de invalidar qualquer argumento contrário a sua Celebração em outro dia, que não o dia 25 de dezembro, ou da forma ou necessidade desta Celebração.
Até não discutimos isto, mas discutimos a informalidade, até mesmo o descaso, que tem assumido a Celebração de fato tão importante para todos os Homens.
Porque,o que nos preocupa, na Celebração desta data, O Nascimento de Jesus O Cristo (O Ungido de Deus), é o fato desta Celebração estar sendo trocada por outros motivos e relegada, para segundo plano, para que possamos:
Aproveitar como puder o Feriado, se possível fazer um culto de Natal muito rápido ou num dia próximo do Dia de Natal, para logo após aproveitarmos “melhor” o período destas festas, no sentido de que : “nós já fizemos a nossa obrigação”, “já fizemos nossas peças natalinas” e estamos, portanto livres desta obrigação, ou seja, já fizemos a Festa de Aniversário para o Aniversariante.
Assim, nós a Igreja (pelo menos parte dela), sentimo-nos livre para entrar, agora sim, no Clima de Natal, ou seja viagem, compras, troca de presentes, viagem....
Não critico nenhuma, destas atividades, elas “fazem” parte do Período, não discuto se são ou não válidas, se certas ou erradas, mas o meu alerta é com o que vem ocorrendo, cada vez mais, a troca Cristo do Natal pelo Peru do Natal!
O que me preocupa é que, a Celebração perdeu o vigor espiritual, tornando-se mais um feriado a ser aproveitado ou mais um culto a ser realizado, que seja de preferência rápido, nada de muita coisa, afinal o peru, a mesa da ceia, “ta lá em casa” nos esperando, afinal eu já dei os presentinhos para aqueles pobrezinhos, já fiz a minha parte, eu tenho direito, ou “Pastor nós vamos viajar, será que não seria mais racional realizarmos o Culto junto com o culto de domingo?” Este tem sido em algumas Igrejas, repito algumas, o clima de Natal entre os cristãos.
Quem é o principal desta festa, ou para quem fazemos Festa? É para o menino nascido em Belém, que recebeu o nome de Jesus, ele é O Cristo, que nasceu um dia na cidade de Belém.
Este menino que Isaías aponta no capitulo 9, que o Arcângelo Gabriel declara a sua peculiaridade a Maria é o Principal nome da Festa, porque o Menino profetizado e nascido em Belém Efrata é o Salvador da multidão de pecados da Humanidade e o seu nascimento se tornou o maior acontecimento para o Homem em todas as Eras, os que já estavam no mundo dos mortos, os nascidos naqueles dias de domínio romano, os que nasceram após Ele e todos que ainda hão de nascer, naquele Menino estava cumprido o Plano de Deus para salvação da Humanidade.
Glória a Deus nas alturas! Paz na terra aos Homens à quem Deus quer Bem!
Tratou-se de um evento que foi formalmente anunciado pelos céus, no envio de um Anjo para que fossem adorar ao Menino recém-nascido, foi anunciado com um Coral angelical, veja foi toda uma preparação para este anúncio, porque não comemorarmos, então tal fato, anunciado pelos Céus de Deus e por Deus!
Que haja festa, que haja celebração, que haja confraternização, mas sem esquecer: O Principal é Jesus O Cristo!
Você pode comer o peru de Natal, mas não deixe de festejar o CRISTO DO NATAL, NATAL SEM CELEBRAÇÃO DO NASCIMENTO DE CRISTO, NÃO É NATAL!
Se você não puder ter, por qualquer razão, em sua mesa um peru, ou qualquer outra coisa, ou estiver nesta data passando por lutas e dificuldades, lembre que Ele nasceu, por isso po mais difícil que seja, não deixe de fazer festa de glorificação ao Nascimento do Menino Jesus O Cristo, pela Salvação de tua Vida e por causa disto Ele pode transformar dores e faltas em novos dias que vão ser natal em sua vida.
FELIZ NATAL A TODOS!
Leia artigo sobre datas do natal no link:
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL237884-5603,00ASTRONOMOS+E+HISTORIADORES+SE+UNEM+PARA+DESVENDAR+QUANDO+NASCEU+JESUS.html