quinta-feira, abril 18

AS BASES DO CASAMENTO CRISTÃO - Em Edição Continuada Lição 03 – CPAD – 2 Trimestre - 2013

AS BASES DO CASAMENTO CRISTÃO
Em Edição Continuada
Lição 03 – CPAD – 2 Trimestre - 2013
Texto-subsídio – Pr. Osvarela
Efésios 5.25 Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela...
Casamento é uma busca contínua da santidade do casal, mesmo em meio a crises e lutas, busquemos esta meta”! Osvarela
Leitura Bíblica Em Classe.
Ef.5. 22-28 Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor;
Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo.
De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos.
Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra,
Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.
31,33. Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne.
Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.
A um marido, assim tipologicamente vivendo como o Cristo, todos devem reverenciar!
Pelas qualidades que o tornam imago Dei ou imago Crhisto - εικόνας του Χριστού
Introdução.
Interessante notar  a diferença entre o tema da semana passada, para o tema desta:
Aparentemente são irmãos, mas tem forma e expansão diferenciada.
Da mesma forma podemos avançar nesta semana, na questão tipológica, evidenciando Aliança em Amor.
Domínio por desapego a ser o maior;
Sacrifício por alguém que amamos, sem pedir nada em troca;
Quando estudamos, aquela lição, poderíamos e pudemos evocar a similaridade do mesmo com as instituições judaicas, com enfase a questão cultural.
Já nesta, entraremos um pouco mais, na tipologia e numa nova forma de enterder o Amor, sob o mistico da tipologia cristológica!
Leia-se: entendimento sob a égide do Cristo, e a visão do casamento sob ótica sinótica de Paulo e Cristo. 
Palavra chave da Base do Casamento Cristão.
Amor!
A base do Amor se chama Graça.
A Instituição do casamento, nos tempos edênicos, se dá fora do período da vigência da Lei, ditada e escrita pelo dedo de Deus.
Gl.4.22-26.  Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava, e outro da livre.
Todavia, o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa.
O que se entende por alegoria; porque estas são as duas alianças; uma, do monte Sinai, gerando filhos para a servidão, que é Agar.
Ora, esta Agar é Sinai, um monte da Arábia, que corresponde à Jerusalém que agora existe, pois é escrava com seus filhosMas a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é mãe de todos nós.
Assim, Paulo nos ensina que somos fruto da Jerusalém verdadeira, a da Graça.
Por esta ótica é que podemos entender, que o casamento, Cristão, tem a visão da liberdade dada por Cristo, mas isto, o torna, tanto quanto mais excelente, pois é tipo da perenidade e liberdade de vida entre os cônjuges  sem que se perca contudo a qualidade, pois o antítipo da lei, sempre é aperfeiçoado.
Estudando as Escrituras podemos verificar que a Graça está presente desde a criação do ambiente da Terra e seus habitantes, incluindo a figura do gerente antropológico, o Homem.
Não nos estenderemos neste tópico, por falta de espaço e não se assunto de fácil explicação, que tomará tempo, quanto a questão principal – Casamento Cristão.
Mas, o utilizamos como um dos pilares basais do casamento sob a ótica cristã.
O aluno deverá observar que na lição passada o assunto era - O CASAMENTO BÍBLICO
Há uma diferença que gostaria de ressaltar, sob a ótica da Graça e do templo da Plenitude. Gl.4.4  Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei,
Igualmente, agora Deus nos tem falado pelo Filho – Hb.1.1 HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,
É necessário, então, observarmos a questão do casamento Cristão e suas bases, sob esta ótica.
Graça e Amor.
Talvez possamos entender um texto emblemático de Paulo, quase sem contexto, parecendo  com contexto, senão do próprio, mas vemos agora, um contexto ampliado, que exalta a ação salvífica da mulher, ao dar a luz a filhos, ao lermos com sabedoria exegética o versículo seguinte.
1Co 7:14 - Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido;
Podemos inferir, sem criar uma doutrina, que Paulo está dizendo, que a sublimidade do ato conjugal, nas bases do casamento cristão, é tão santificadora, quanto no texto de Ef. 5, que a geração de filhos, não a criação, mas a geração se dá num ato santificador, que ela mostra e sente a ação salvífica destinada o ventre feminino, através do nascimento tipo, de um redentor, em cada nascimento. I Tm.2.15  Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer com modéstia na fé, no amor e na santificação.
Por quê?
A resposta, complementar, está no texto:
Ef.4.25 ...porque somos membros uns dos outros.
A Base do casamento cristão está na total interação do homem e mulher, numa só fundição, na qual podemos usar a metáfora do ferro e do fogo.
“Certo ferreiro cristão vivia dizendo: ele está em mim, e eu estou N’Ele! De tanto ouvir tal absurdo, sob o aspecto da física, tal como a conhecemos – dois corpos não podem ou não ocupam o mesmo espaço ao mesmo tempo, o engenheiro o questionou. Ele se calou até ao momento em que ao sair do forno uma peça em chamas pela tenaz do fundidor, ele pode apontar para o engenheiro e perguntar-lhe, como se pode definir quem está em quem? Pois era impossível definir fogo e ferro.”
Assim, é à base do casamento cristão – fogo e material em fundição estão em chama mística, além da chama ígnea do amor.
De tal forma, que ambos se aperfeiçoam e agradam a Deus, naquele momento:
- Para que haja fundamento divino no casamento.
Pois, a salvação vicária só se encontra em Jesus Cristo.
Mas, a vida santificada do casamento por ordem divina purifica o casal!
Tal é a visão do místico e sublime momento que se consuma no Casamento sob as bases Cristãs.
Podemos destacar:
A questão da Aliança da divindade com a Nação de Israel;
A questão das ofertas e da festa em si;
Agora podemos destacar:
-A Visão Cosmo da Plenitude Cristológica;
É o arranjo modelo da beleza, forma, estrutura do Casamento sob a ótica do cristianismo, mais rudimentar que se possa entender: Jesus é o 'mitte' do Casamento!
-A Visão da Tipologia sacrificial-redentiva;
É a forma metafórica, ou representada da conquista, e da redenção da operação mística do casamento, que a cada dia vence um plano contrário e negativo, que quer ser contra esta sagrada Instituição!
O Casamento, diria, é o arranjo redentor da Sociedade quando está sobre bases do cristianismo Angular, da Pedra de esquina!

Nesta visão podemos antever as mesmas promessas de redenção da família, do homem,e da mulher quanto ser total, sem a mancha mitigada do pecado.
Isto se verá com os trechos sagrados ao longo deste subsídio-estudo: mãe é Eva - Cria, e dá a luz no interior da família, trazendo a cada nascimento a esperança de encontrar uma saída para os seus, pois cada ser nascido dela, mesmo tendo chegada a Plenitude de Gálatas 4, é simbolicamente uma afirmação do Proto-Evangelho e da queda da máscara da serpente, a qual Deus deixou viver, para ver o que Ele pode fazer com o homem, quando tem um casamento cristão! Um casal e seus frutos!
-A Visão da questão definitiva e atemporal do casamento;
Esta Visão mostra-nos a vontade da divindade, em duas etapas:

-um homem e uma mulher;
-Uma unidade idêntica em mistério a Cristo, morto e redivivo, e poderoso, que transmite vida e ressurreição, em União com a Sua Noiva;Ap.19.7 Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou.
-A Visão da Sujeição, não mais sob a Lei, que é boa, mas foi apenas um aio [um guia de formandos; de meninos...], mas sob a Graça e a Justiça, para entendermos o grande mistério oculto da dação do Unigênito, no Pleno da Consumação do Amor!
A questão da Santificação dada pelo casamento, ou no ato supremo do mesmo, que em amor purifica aos cônjuges; porque o Amor não pode, intrinsecamente, fazer mal a ninguém!
Eis o cerne da ótica desta visão cristiana do casamento: 
I Co.13.4-8.  O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha
Cristo cumpriu toda a Lei, e ela era boa, mas também deixou a expressão maior, que o Amor supera tudo e deve-se amando-se a si mesmo, para tornar alguém puro e santo diante daqueles que o observam.
Pela Palavra – O Verbo – pelo Império do Filho do Amor – Jesus Cristo;
A questão do Cabeça;
A Liberdade do casamento e no casamento é dada pelo Amor;
Rm.13. 10 O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor.
Ora! Se a Lei a que nos submetemos para o casamento nos orienta, e dirige para fidelidade, e cuidados com os cônjuges, ela se torna um guia de como nos conduziremos no casamento sob a melhor forma de viver – em liberdade!
Gl.5. 13-15  Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a Lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros.
E esta liberdade, só se manifesta completamente, quando somos convencidos desta necessidade, pelo amor demonstrado por ambas as partes desta nova vida a dois!
Muitos corroem internamente o casamento, e este fica como que uma casca para vislumbre, dos que estão de fora.
A síndrome da cama quebrada:
Porém os que estão vivenciando diariamente, o casamento sofrem de todos os males desta frágil aparência, ou porque se tem que ornamentá-la com posições, caras, tipos e outros adornos, como um belo carro, ou uma bela casa, mas a cama está quebrada!
saem brigados de casa, ficam juntinhos nas festas ou até mesmo no culto, mas ao voltarem continuam dormindo num leito quebrado, cindido, dividido, por posições antagônicas, em muitos casos irreversíveis!

Ef.5. 22-28 Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor;
Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo.
De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos.
Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela...ss
Ainda há tempo, mesmo que a idade tenha avançado, em reparar o leito e o casamento, sobre tudo se restaurarmos as bases do casamento com as bases do cristão - Jesus Cristo, Palavra, Oração e Renúncia.
Sem renúncia não se vive um mês junto, quanto mais décadas.
A Proteção da Esposa pelo marido:
O marido é o tipo que redime a mulher no seu encontro no casamento, ao oferecer, abrigo, proteção e tal como tipo cristológico, tem que abandonar o seu espaço, para dar atenção a sua mulher.
Interessante notar que os Pais - os patriarcas - foram a busca de sua metade [como culturalmente, Eliézer, o damasceno, foi representante de Isaque, mas não tira o mérito desta nossa afirmação, além do damasceno ser tipo do espírito Santo, na escolha da esposa certa para os jovens!], em obediência:

Isaque - Rebeca;
É caro notar que neste casamento, houve oração [do noivo - Isaque -, confirmação de Deus, orientação espiritual, com rogos pela escolha, dando total importância ao Ato a ser Realizado - Casamento - mesmo sob a cultura daqueles dias houve liberdade de escolha,  houve reverência, de um para com o outro e o encontro foi sublime e abençoado, senão vejamos, no texto bíblico:
Gn.24.58-67  E chamaram a Rebeca, e disseram-lhe: Irás tu com este homem? Ela respondeu: Irei.
 Então despediram a Rebeca, sua irmã, e sua ama, e o servo de Abraão, e seus homens.
 E abençoaram a Rebeca,...
Rebeca se levantou com as suas moças,... e seguiram o homem; ...e partiu...
Isaque vinha ... do poço de Beer-Laai-Rói; ...
 Isaque saíra a orar no campo, à tarde; e levantou os seus olhos, e olhou, e eis que os camelos vinham.
 Rebeca também levantou seus olhos, e viu a Isaque, e desceu do camelo.
 E disse ao servo: Quem é aquele homem que vem pelo campo ao nosso encontro? E o servo disse: Este é meu SENHOR. Então tomou ela o véu e cobriu-se.
Abrindo um parêntesis  - o ato de Rebeca em se cobrir com o véu, mostra a santidade, que se tem perdido no casamento, é tempo de se cobrir para cada casal, para cada homem, para cada cônjuge  para cada noivo. É tempo de pudor divino! 
Hoje o véu tem sido, em certos casos, inclusive, digo em casamentos já em andamento, um objeto esvaziado de seu significado.
66. E o servo contou a Isaque todas as coisas que fizera.
E Isaque trouxe-a para a tenda de sua mãe Sara, e tomou a Rebeca, e foi-lhe por mulher, e amou-a. Assim Isaque foi consolado depois da morte de sua mãe.
Jacó foi a Labão - sim, ele foi por causa da luta quase fraticida, com Esaú  mas lendo com exegese secundária, o texto veremos que o casamento foi uma das questões,que fez Jacó ir até Labão, ele foi buscar um casamento. Gn.28. 1,2  E ISAQUE chamou a Jacó, e abençoou-o, e ordenou-lhe, e disse-lhe: Não tomes mulher de entre as filhas de CanaãLevanta-te, vai a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de tua mãe, e toma de lá uma mulher das filhas de Labão, irmão de tua mãe;
Marido como Doulos.
Isto nos traz, exaltação a função que temos no casamento!Fl.2. 7,9 Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;  E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;
É ele, o marido, a figura do redentor, do intercessor, que deixará o seu pai e sua mãe, no sentido tipológico, do Deus encarnado, que deixa o seu estado de Deus, para se dar a caminhar, ao lado da qual, ele vai ser o redentor e regatador, em qualquer situação, tudo isto por amor.
Quem o faz assim, terá o bom nome assegurado, como marido!
Falo isto de Cristo e a Igreja, como diz Paulo - O Apóstolo - mas, o fato, se realiza  no Casamento Cristão.
Ef.5.14,15.  Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome,
Temos então, mas uma prova irrefutável da ação da Graça sobre o casamento, pois sobre esta Instituição é lançado agora, um fundamento, uma ancora além da terra,mas se institui, sobre as família um Nome Eterno, sobre todos os nome!
Eis uma questão mística e de fundo salvífico, no casamento.
É vital para entendermos, a complexa relação do casamento, com a salvação, purificação e santificação, dos que se casam e se tornam uma só carne.
Pode parecer um desafio teológico, mas é uma das formas, pelas quais Deus nos orienta a termos na vida conjugal, uma firmeza, ainda que sofrida, difícil ao andar junto, várias milhas cronológicas, eras e tempos  juntos.
A bem da verdade, é notório o casamento sofrer desgastes, [como sofreu o de Isaque e Rebeca - o que eu falo em um estudo chamado de: As Frustrações de Um Casamento Feliz!], mas a nossa responsabilidade é fazê-lo cada dia mais solidificado sob as bases do ser Cristão!
Mas, que nos levam a cada dia ter no casamento, uma tábua de busca a perfeição.
Como?
II Tm. 2.11,13. Palavra fiel é esta: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos;  Se sofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará;  Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.
Através da fidelidade, somos chamados a viver na busca a vitória diária, que nos obriga a vencer as tentações e nos tornar-nos aprendizes práticos, de uma das essências do Eterno - Fidelidade:
Esta proteção se inicia pelo próprio ato do marido purificar-se a si mesmo, para levar a esposa à mesma purificação, pois doutra forma seus filhos seriam imundos – O mistério do casamento, santificador, e mantenedor da relação, independe da fé de uma das partes, pois na Graça, a fé salvífica de um, purifica o outro no ato, aquele que não tem fé - 1Co 7:14 - Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos.
Só pode amar a sua esposa, quem se guarda, o que assim faz purifica e santifica a união e a ambos;
Rom 13:9 - Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
O Amor ao Próximo mais Próximo
"33. Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido".
Amar a quem se tem em casa é regra áurea do casamento cristão, pois não se procedendo assim é inútil manter as aparências, a síndrome da cama quebrada corroerá o teu casamento!
- Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.
Ninguém pode amar a outro, se não ama a si mesmo!
É fatal esta revelação dada por Jesus Cristo.

Mateus 19.19 - mostra-nos que se o noivo, ou a futura esposa pode amar a seus pais está apta para amar verdadeiramente ao seu futuro espos[o]a.
Isto é inexorável e inegável!
Se alguém não ama os seus é pior do que o infiel, quero deixar isto para os jovens enamorados e/ou apaixonados.
A Base Cristã do Casamento exige:
"Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido".
Amor filial consubstanciado pela honra; É por isto, que muitos casamentos desabem, pois, já nasce sem esta importante qualidade - honrar um ao outro! Mt. 19.19 "Honra teu pai e tua mãe, e [então] amarás o teu próximo como a ti mesmo."
Algumas mulheres entendem, que sofrem da pecha do machismo cristão, o que é absolutamente incoerente com a Base do Casamento Cristão.
O casamento Cristão é impar sob este aspecto, pois, estabelece via de Mão-dupla.
Se dá valor a cada gesto, a cada ação do cônjuge no casamento, com intensidade nunca vista em outro relacionamento.
I Pe.3. 7 Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações.
Até a ação do descrente, no casamento é regida pela ação indireta da fé em Cristo do cristão, para buscar a santificação e operação de Deus no casamento, no leito e na vida a dois.
O que vem, tem que voltar pelo mesmo caminho, e espaço percorrido.
Por isto:
Honra - I Ts.4."Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso [cada cônjuge]  em santificação e honra;"
Rm. 12. 9,10 O amor seja não fingido...
Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.
Doação - 
Preferência - 
Valorização - 
Reverencia - 
Entrega - "
Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela",
Cabem igualmente, a cada parte do casamento.
Desta forma, é que se pode entender o cristianismo vivido no casamento.
No versículo acima - Mt. 19, nota-se esta valoração.
Há uma condicionante neste versículo, para se amar ao próximo.
No Casamento o próximo é o outro cônjuge, se não houver a premissa primeira, a segunda estará esvaziada na primeira, e vice-versa!
Amor fraternal - vide Rm.12;
Amor renuncia - vide Fp.2;
Amor Verdadeiro que conforta e consola quem amamos! - "de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento".
Lucas é um narrador espetacular e inspirado. Ele escreve esta ótica ao descrever o encontro de Jesus com um jovem, ele consegue extrair do amargo e enfadonho conhecimento do jovem sobre a lei, algo que é transformado em intensidade, sob sua pena canônica:
Lc.10. 27  E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.
Continua...

Um comentário:

Anônimo disse...

Assunto muitíssimo importante; que demanda serenidade e plena racionalidade... Bom e saudável é que pessoas resolvam: de alguma forma, contribuir para essa discussão. Quando com essa afirmação não farei comentário específico sobre o seu Blog, naquilo que você desenvolveu, todavia, reitero a importância de discutir este assunto... Para tanto sugiro à sua pessoa e seus leitores a leitura do meu Estudo sobre o Tema, cujo título é: SEXO ANAL NO CASAMENTO É PECADO?, endereço ─ www.sexopecadoecasamento.blogspot.com
Atenciosamente JORGE VIDAL


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