2João 9Todo aquele que prevarica, enão persevera na doutrina de Cristo,não tem a Deus.Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho.10Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Lição 09 – CPAD
Autor: Osvarela
Texto Áureo: 2 Co.11.3. Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.
Leitura Bíblica em Classe. Atos 20.25-32.
Frase ditame:
“Não é a fé, apesar de sua dinâmica própria, que fornece o critério para a legitimidade da Igreja. A Igreja é legitimada pelo Evangelho, a mesma fonte da qual nasce a fé. Deus, e só Ele, quer falar, agir e governar, em sua Igreja”. LUTERO, M. Contra o papado em Roma, 1545 (WA 54).
Pequeno Glossário – vide final.
EXÓRDIO.
Uma Visão Assembleiana.
As Assembléias de Deus no Brasil é uma Igreja Centenária, que tem conseguido manter uma identidade fabulosa diante da Sociedade Brasileira.
A mobilidade entre seus membros e lideranças, a caracteriza
Há uma identificação solene quando se fala da Assembléia de Deus Brasileira.
Isto se deve a atuação continuada de suas lideranças.
Eu tenho uma formulação pessoal sobre a Identidade da Assembléia de Deus:
Os que Influenciam sem serem vistos:
Primeiro - há um agrupamento de homens de Deus absolutamente envolvidos nesta Obra, de tal maneira, que como Bispos, da mesma, influenciam de maneira propositiva doutrinaria a mantença da maneira de marchar, ao longo dos anos, da mesma.
Segundo - há uma forja de homens que lidam com a questão teológica pratica da Assembléia de Deus, que mantêm uma equalização do pensar da nossa Igreja como um só, com pouco ou nenhum desvio.Não confundir, com Costumes.
Os Que Necessitam Liderar:
Dados por Deus, à Igreja.
Terceiro - há uma liderança visível, que consegue assimilar estes dois conjuntos de Bispos, e usar a sua Voz como Atalaias na direção, encaminhamento, e imposição pela boa-vontade, e com coalizão de forças ao Corpo Místico da Igreja de Cristo.
Talvez seja esta a melhor forma de preservação da Identidade da Igreja.
O que é Identidade da Igreja?
A questão da Igreja deve ser analisada sob a ótica do ‘religare’.
Isto é religiosa.
Esta questão está fundamentada pela questão da ter ou mudar um propósito de vida a ser seguido e observado.
A Igreja, como disse Lutero não é um estamento dos Bispos e Clérigos, isto é a Igreja não é um feudo humano, mas é o Corpo místico de Cristo, O Cabeça, e mas é um Corpo. 1Co.12.12.ss.Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também.Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Como leremos mais abaixo.
Este Estudo Bíblico é apresentado em linhas gerais, sem os comentários de púlpito.
A Doutrina ensinada por Jesus tem Poder.
διδασκαλια [didaskalia] aparece 21 vezes no NT:
Mc.1.27. E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto?Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!
Doutrina (grego didach didache ) - (Mc.1:22; Lc.4:32; At.2:42; Rm.6:17) ensino, doutrina, didach instrução nas assembléias religiosas dos cristãos, fazer uso do discurso como meio de ensinar, em distinção de outros modos de falar em público.
Palavra oriunda de didasko, significando conversar com outros a fim de instruí-los, pronunciar discursos didáticos; desempenhar o ofício de professor conduzir-se a dar instrução, explicar ou expor algo a alguém. didaskalia Doutrina (grego didaskalia didaskalia ) - (1 Tm.4:6; 1 Tm.4:16; 1 Tm.6:1; Tt.2:1; Tt.2:10);
-didask - ensino, instrução, preceitos;
palavra oriunda de didaskalos
- No NT, alguém que ensina a respeito das coisas de Deus, e dos deveres do homem;
Doutrina dá comunhão:
At.2.42.E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.
Doutrina serve para Conversão e Salvação:
Entendendo que trata-se de coisas da Salvação – Hb.6.9; ou operando a vossa salvação com temor e tremor, como diz Paulo-Fp.6.12.
Afinal, Salvação só por Jesus.
1 Timóteo 4: 16
Tem cuidado de ti mesmo eda doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes. -τη διδασκαλια[tê didaskalia] Dat. sing.
At.13.12. Então o procônsul, vendo o que havia acontecido, creu, maravilhado da doutrina do Senhor.
ENSINO DOS APÓSTOLOS SOB A ÓTICA DA NOVA ALIANÇA
São basicamente três:
Atos 15.28,29.Porque pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor maior encargo além destas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição; e destas coisas fareis bem de vos guardar. Bem vos vá.
Doutrina bíblica é um conjunto de ensinos bíblicos, que inclui:
Doutrina no mundo secular: é conjunto de regras, por exemplo, de Direito sobre um determinado assunto legal.
Ensino
Disciplina
Correção
Animo
FAZER O BEM E NÃO O MAL.
1 Pe.3.9 Não tornando mal por mal, ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança alcanceis a bênção.10 Porque quem quer amar a vida,e ver os dias bons,refreie a sua língua do mal,e os seus lábios não falem engano.11 Aparte-se do mal, e faça o bem;Busque a paz, e siga-a.
A VERDADEIRA CARIDADE E AMIZADE EM JESUS CRISTO...
por Osiel Varela, domingo, 17 de abril de 2011 às 11:45
O ÚTIL QUE SE TORNOU INÚTIL, E SE TRANSFORMA EM ÚTIL, PARA SEMPRE.
Como isto aconteceu?
Como o Evangelho de Cristo torna um fugitivo inútil, outrora conhecido por ser útil, em alguém apresentável e com recomendações pessoais, de um dos maiores homens de todos os tempos.
Um preso que é conquistado para Cristo e agora reabilitado, precisava de um lar.
Será que isto, ainda é possível?
Como uma amizade em Cristo, pode se tornar um canal de relacionamentos e benefícios, aos que perderam o respeito e a amizade pelo erro de outrora, em determinado momento da vida.
A Saga de Caridade, de um verdadeiro pastor, na busca em conseguir auxiliar, e tornar aceitável e possível, [alguém sem um lar] poder voltar ao único lugar no qual poderia viver para sempre, ao lado do seu benfeitor e senhor, ao qual decepcionara!
Como uma amizade sincera e a comunhão em Cristo podem realizar algo impensável, entre velhos amigos em Cristo e pessoalmente.
Em Cristo sempre há uma chance de recuperação...
Leia esta história incrível...
A Ascensão e Recuperação Social pelo Evangelho...
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1 Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, nosso companheiro de trabalho, e à nossa irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa:
Graças a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Sempre dou graças ao meu Deus, lembrando-me de ti nas minhas orações,ao ouvir falar do amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus e para com todos os santos; para que a comunicação da tua fé se torne eficaz, no pleno conhecimento de todo o bem que em nós há para com Cristo.
Pois tive grande gozo e consolação no teu amor, porque por ti, irmão, os corações dos santos têm sido reanimados.
Pelo que, embora tenha em Cristo plena liberdade para te mandar o que convém, todavia prefiro rogar-te por esse teu amor, sendo eu como sou, Paulo o velho, e agora até prisioneiro de Cristo Jesus, sim, rogo-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões; o qual outrora te foi inútil, mas agora a ti e a mim é muito útil; eu to torno a enviar, a ele que é o meu próprio coração.
Eu bem quisera retê-lo comigo, para que em teu lugar me servisse nas prisões do evangelho; mas sem o teu consentimento nada quis fazer, para que o teu benefício não fosse como por força, mas, sim, espontâneo.
Porque bem pode ser que ele se tenha separado de ti por algum tempo, para que o recobrasses para sempre, não já como escravo, antes mais do que escravo, como irmão amado, particularmente de mim, e quanto mais de ti, tanto na carne como também no Senhor.
Assim pois, se me tens por companheiro, recebe-o como a mim mesmo.E, se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, lança-o minha conta.
Eu, Paulo, de meu próprio punho o escrevo, eu o pagarei, para não te dizer que ainda a ti mesmo a mim te deves.
Sim, irmão, eu quisera regozijar-me de ti no Senhor; reanima o meu coração em Cristo.
Escrevo-te confiado na tua obediência, sabendo que farás ainda mais do que peço.E ao mesmo tempo, prepara-me também pousada, pois espero que pelas vossas orações hei de ser concedido.Saúda-te Epafras, meu companheiro de prisão em Cristo Jesus, assim como Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores. A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito.
A naturalidade de Paulo diria a Cláudia Lísias a quem ele o enviaria para continuar sua saga em direção a Roma.
Veja o trabalhar de Deus, os homens pensam que tem poder sobre a vida de Paulo, mas só são instrumento do Senhor de Paulo.
Dados informativos e culturais:
Obs. Cesaréia -Era a uma cidade portuária, estivemos lá em vigem.Era a sede do Governador – hegemenon – gr., um governante subordinado.
Adramitinoera um porto marítimo da província romana na Ásia - atual Turquia –
A narrativa lucana nos faz atender, que Lucas estava nesta viagem, ele era um passageiro da agonia.
Agripa - O nome completo deste rei era, Marco Julio Agripa II, bisneto de Herodes O Grande, criado em Roma.foi também rei de Cálcis um pequeno reino, em 56 d.C. Nero o nomeou para o Reino da Judéia.
Antonias Félix nascido escravo, na casa de Antonia, mãe do Imperador Cláudio, que o nomeou governador da Judéia em 48d.C.
Casado com três mulheres, sendo uma dela Drusila, mulher judia, que abandonou o marido, e era filha caçula do Rei Agripa, para casar-se com Félix.
Berenice chamava-se Berenice Verônica, e casada com seu tio o Rei herodes de Cálcis, casou-se também com o rei Polemo da Cilícia, terra natal de Paulo.
I- Introdução de:
Defesas de Paulo...
Paulo havia utilizado um direito de todo cidadão romano:
A sua apelação a César era um instrumento legal sob o nome de - “provocatio ad Caesarem”
Quando vejo Paulo agindo desta forma sinto, que há um mover pessoal dirigido por Deus, com consciência, ainda que subjetiva do Apóstolo, o conduzindo na direção de Roma, como o Senhor lhe convocara, para ir pregar a sua palavra.
Estava em sua consciência de plantador de Igreja, de evangelista, no relato de Lucas, o que ele propusera em seu espírito, estando em Éfeso,.
At. 19.21.Cumpridas estas coisas, Paulo propôs, em seu espírito, ir a Jerusalém, passando pela Macedônia e pela Acaia, porque dizia: Depois de haver estado ali, é-me necessário ver também Roma.
Observe que esta afirmação, ou desejo é anterior segundo a narrativa de Lucas, a profecia de Ágabo em Cesaréia, já a 96 km de Tiro e de Jerusalém.
O homem espiritual interior sabia o que lhe aguardava, qual seria a sua ultima estação da vida, no final do combate combatido com fé viva em seu Senhor Jesus Cristo.
A seqüência da defesa de Paulo, após sua prisão em Jerusalém.
II- O início de uma viagem a Roma.
Como tudo na vida ministerial de Paulo, sofrimento é sua marca, excessos contra ele confirmação da vontade do Senhor na sua vida, prisões o levam ao destino de suas pregações, para que outros possam ouvir a mensagem do Evangelho.
A- Fases desta viagem:
Paulo chegando a Jerusalém foi à casa do líder apostólico Tiago [At.21.18], onde esteve com todos anciãos, detalhou tudo o que o Senhor houvera realizado em seu Ministério.
1-Prisão no Templo.
Acusação: ensinar aos judeus entre os gentios, que se apartassem de Moisés, não circundar os seus filhos, nem andar nos costumes da Lei. At. 21.21.
Paulo cumpre a Lei, com quatro varões que fizeram voto, santificou-se na forma da Lei por sete [7] dias no Templo, mas uns da Ásia o viram e incitaram ao povo contra ele, sob alegação de ter introduzido Trófimo – grego –no Templo, profanando o local.
Criou-se uma confusão em Jerusalém, Paulo volta a sofrer danos físicos, sendo salvo pelo tribuno.
“Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis, e dos filhos de Israel. E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome”. At 9.1 5,16
LEITURA DIÁRIA
At 22.3- Paulo, o judeu de Tarso
At 26.4-5- Paulo, o fariseu de Jerusalém
At 8.3- Paulo, o perseguidor dos cristãos
At 9.1-18- A conversão de Paulo
At 9.20-22- Paulo, o ardoroso pregador
At 13.2- A vocação de Paulo
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
At 9:1-9
Pequeno Glossário:
O verbogregokaléo = chamar dá origem a “chama- do”, “vocacionado/vocação”, kletós- 1Co.1.1. Paulo, chamado para ser apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus...
I- INTRODUÇÃO.
Um dos melhores títulos para o Ministério de Paulo, eu conheci estudando na UPM:
Paulo, o Plantador de Igrejas.Título de um estudo da Vida Ministerial de Paulo.
A lição traz em seu titulo, a questão da Conversão de Saulo de Tarso, pessoa apresentada por Lucas, desde o Capítulo 7-8 e no Capítulo 9, do Livro de Atos dos Apóstolos, em estudo neste trimestre.
A figura de Saulo, ao aparecer no estudo desta semana, será a figura mais representativa, do Livro dos Atos do Apóstolos, com destaque, inclusive sobre as vidas e presença dos Apóstolos que viveram com Jesus, é o que nós apontamos e dizemos: Saulo, depois da sua Conversão, quando se passa a utilizar o seu nome na grafia, Paulo, domina a cena e o maior espaço do Livro de Lucas – Atos dos Apóstolos.
Gl.1.21.Depois fui para as partes da Síria e da Cilícia.
Cidadão da Região da Síria e Cilícia su a pátria.
Esta Síria é a do Norte, não a da região antioquena.
Cronologia Paulina.
Base Gálatas
Duração
Fases das Atividades de Paulo
Capítulos e Versículos
... anos;pode-se entender desde a sua ida, ainda menino para estudar com Gamaliel, até a Conversão.
Paulo, fariseu,
1.13.s
Vocação – Caminho de Damasco; Permanência em Damasco e na Arábia
1.15-17.
3 anos – 2+1
1ª visita a Jerusalém;
Após 14 dias, partida para Síria e Cilícia
1.18-20
1.21
14=13+1
Chegada em Antioquia, sem dúvida, antes do Concílio;
2ª Visita a Jerusalém:
Concílio Apostólico
2.1-10
... anos
Visita a Antioquia
2.11-21
1-Saulo Antes da Conversão:
Pela boca do próprio Paulo.
Paulo é único na questão autobiográfica no Cristianismo Neotestamentário.
Pelas suas palavras, ele se posiciona, como nenhum outro. Com o seu testemunho pessoal.
O que levou Paulo a esta posição?
A priori, sua própria Conversão, a qual é objeto dos estudos nesta semana.
Esta Conversão inicialmente assustadora, para todos os cristãos perseguidos pela sua inominável fúria farisaica.
Gl.1.12. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.
Devido a esta Conversão e também a evocação de seu Apostolado, Paulo se tornou um defensor de sua conversão e escolha pelo próprio Jesus Cristo.
Isto o torna o mais incomum de todos os apóstolos.
1Co.15. Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus.
Sem resvalar para a densidade e conteúdo de seus escritos [maiúsculo pela canonicidade] temos em Paulo um referencial para todo o crente, como um tipo a quem, como ele mesmo nos convoca, devemos ser imitadores;
-Na regeneração
-Na mudança de seu caráter pessoal
-Nas perseguições por ser de Cristo
-Na confirmação de que somos de Cristo e por isto somos perseguidos, nós, entre quais muitos o fizeram, antes de nossas conversões, éramos pequenos ‘Paulos’ em ira contra a Igreja de Cristo.
2-O Início, do Cristianismo narrado por Lucas, é não literário e exatamente Paulo é a exceção com a 1 Epístola aos Coríntios -1 Co.7.1 ou 2 Co.3.1, a proclamação do Evangelho é oral, a mensagem da salvação e a chamada ao arrependimento é algo notável, desde Jesus Cristo em seu ministério terreno.
Os Escritos didascálicos é notabilizado exatamente, á partir da Conversão de Paulo, s.m.j.
Outra evidencia de sua posição ímpar, foi a extensão literária, derivada em muitos casos desta necessidade informativa, cuja causa fora a sua Conversão em uma Visão Vocatica – chamar;convocar – direta do próprio Cristo.
Nenhum outro Apóstolo teve chamamento tão diferenciado, no sentido de ter se Convertido pela Pregação, chamemos assim, do próprio Cristo ressurreto. O mais próximo disto se dá com Natanael, na questão do sobrenatural místico divino e cristico.
II- Paulo em fases:
Pós-converso:
Primeira fase - repeliu praticamente todo o período judaico de sua vida.
A conversão de Paulo reorientou profundamente as motivações e a identidade, posta várias vezes, entre o judaísmo e a vida em cristo, sem circuncisão, sem regras da ‘nomia’.
2 Co.11.22.
São hebreus? Também eu. São israelitas? Também eu. São descendência de Abraão? Também eu.
No ano de 2011, o primeiro trimestre das Lições da EBD – CPAD traz o tema:
Atos dos Apóstolos – Até aos confins da terra.
Sentei para escrever, e em um fôlego só escrevi as linhas abaixo, sob a direção do Espírito Santo.
O escritor é o renomado Pastor e gerente de publicações da CPAD, Pr. Claudionor de Andrade –
Consultor Doutrinário e Teológico, o não menos renomado e nosso ‘pai’ da moderna Teologia assembleiana brasileira, Pr. Antonio Gilberto.
Atos dos Apóstolos.
Uma saga da Igreja nascedoura.
Lucas um narrador especialmente dirigido pelo Espírito Santo.
Lucas foi um empreendedor de buscas históricas da História recente [para aqueles dias] dos acontecimentos ocorridos na vida religiosa, mística e cristã em Israel.
Quando Lucas se dispõe a escrever, ele busca mostrar detalhes, para os quais outros escritores, inspirados, é claro, não receberam a Revelação.
Pois, mesmo empreendendo busca, entrevistas, conhecer os locais dos fatos Lucas tem a revelação do Eterno espírito, para realizar tal empreitada literária divinamente inspirada.
Tudo nos escritos lucanos é detalhado, desde a embarcação soçobrando, ao crepitar de uma fogueira, os gravetos colhidos por Paulo [At.28], o lenço de linho [dado material] dobrado na cabeceira do sepulcro, que hospedou o corpo de Jesus Cristo.
Ao ler Atos dos Apóstolos o leitor vivencia, a batida de Pedro na porta da casa de Maria, mãe de João Marcos, a escadaria que dava acesso a Porta Formosa, parece ver o coxo saltando, sente as chamas sobre a cabeça dos discípulos no Cenáculo, como estivesse presente, e chora ao ver Estevão apedrejado [Lucas ao narrar o discurso fatal de Estevão, acrescenta fatos e ricos dados históricos, para conhecermos pontos da história de Israel, até Jesus Cristo – Atos 7– uma lição da História, aos incrédulos e seus algozes], mas perdoando.
O leitor sente asco, e o temor vem, ao ler o acontecido com os infelizes, Ananias e Safira, como também, assiste a subida de Jesus Cristo aos Céus [uranos], como pode vibrar com as palavras do Mestre “...ficai em Jerusalém, até que do alto sejais revestido de Poder...”
Podemos entender, que na visão da Teologia Doutrinaria da Pneumatologia, ser cheio do Espírito Santo, é ser como Estevão, é falar em novas línguas, é ser dotado do Dom da Glossolalia.
Atos 2. 4. E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem.
Lucas é um escritor especial.
Lucas e Estevão e Saulo.
Ao escrever a morte de Estevão, com cores fortes, ele já prepara o leitor, para se encontrar com um personagem essencial em Atos dos Apóstolos, que assistia impassível e nos mostra a sua autoridade, como condutor autorizado, pelo Sinédrio, daquele ato: Saulo!
Alguém que poderia, é o que Lucas quer informar, intervir naquela cena de terror e sem justiça.[E Saulo consentia na sua morte.]
Apresentado apenas como Saulo:
At.7. 58-60....e, lançando-o fora da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um mancebo chamado Saulo. Apedrejavam, pois, a Estêvão que orando, dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.E pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. Tendo dito isto, adormeceu. E Saulo consentia na sua morte.
Ao escrever Lucas vivencia tudo, inclusive se apresenta como co-autor dos Atos e dos acontecimentos narrados, ao incluir-se, como testemunha da história em andamento, através de fatos e acontecimentos vividos pelos expoentes deste livro santo, como andar e navegar junto do Apóstolo Paulo, estar com o Apóstolo Pedro,
Lucas narra com vivacidade, com ritmo os acontecimentos de seus dias, e que dias!
Jesus assunto aos Céus, a Igreja no Cenáculo, a desistência de quase 400 irmãos na busca pelo batismo e revestimento do alto pelo Espírito Santo, agora, não mais em forma corpórea de pomba, mas como línguas de fogo.
O leitor assiste esta descida do Eterno Espírito, para cumprir a sua parte, no Plano divino, até hoje Ele está conosco, nos direcionando e dirigindo a Igreja .
Lucas como o escritor narra a Sua atuação no seio e decisões da Igreja.
- “... pareceu bem , a nós, e ao Espírito Santo...”
Atos dos Apóstolos mostra a vida diária da Igreja como um Corpo único.
At.2.42.ss... e tinham tudo em comum, na doutrina, na comunhão, no partir do pão, nas orações, na alegria e singeleza do coração...
Uma coisa podemos notar, ao ler o livro dos Atos dos Apóstolos [o certo é pronunciar: “livro dos Atos e não livro de Atos”], Lucas sente e descortina para seus leitores, com um leitor especial, o Teófilo, a quem escreve, qual agente divino está na direção, neste novo momento da vida dos Apóstolos, e dos discípulos:
O Espírito Santo!
Atos é um livro da Igreja primitiva, dos cristãos, assim chamados pela primeira vez em Antioquia, mais um dado histórico de Lucas.
Mas, sobre tudo é por excelência, o Livro do Espírito Santo, confirmando as palavras de Jesus Cristo, agora glorificado, nos Evangelhos.
João 14. 16,17.E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre, a saber, o Espírito da verdade, o qual o mundo não pode receber;
Ef.6.18. “Orando em todo tempo com toda a oração e súplica no Espírito e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica, por todos os santos”.
Leitura Bíblica em Classe.
Gn.18.23-29,32,33
O que é Intercessão?
“Intercessão é dar a luz no reino do Espírito às promessas e propósitos de Deus. É uma oração para que a vontade de Deus seja feita. É descobrir o que está no coração de Deus, e orar para que isso se manifeste”. Pr. Edmundo Felix
Esta definição de Intercessão reflete o que Abraão conseguiu diante de Deus ao Interceder pelos seus, ainda que no meio de ímpios e distante de sua face.
Intercessão independe de distancia
Intercessão independe da situação espiritual do que é foco.
Intercessão depende conhecer a Vontade e o Poder daquele que vai agir pela nossa Intercessão!
Etimologia.
Empatia.
Aurélio – s.f. Tendência para sentir o que sentiria, se estivesse em situação vivida por outra pessoa.
Grego - empátheia, -as, paixão
s. f. Forma de identificação intelectual ou afetiva! De um sujeito com uma pessoa, uma ideia ou uma coisa.
Lc.7. 13. Logo que o Senhor a viu, encheu-se de compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores.
Mt.15. 32. Jesus chamou os seus discípulos, e disse: Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que eles estão comigo, e não têm o que comer;
perseverança - s. f. -latim perseverantia, -ae
1. Qualidade ou acção! de quem persevera.
2. Constância, firmeza, pertinácia.
3. Duração aturada de alguma coisa.
Definindo Intercessão.
Etimologicamente a palavra Intercessão pode ser definida ou entendida nos idiomas bíblicos e na língua portuguesa: hebraico, grego e português.
Intercessão segundo o Dicionário português é: "Pedir por outrem, intervir a favor de alguém ou alguma coisa, ser intermediário”.
v. interceder; agir em favor de-; intermediar;
Intercessão: adj.[s.m.] ato de interceder;intervenção.
Grego - Μεσολαβώ - mediar
No Hebraico a palavra "PAGA" vem da raiz de uma palavra que significa:
1. colidir pela violência.
2. “Paga" quer dizer “entrar em contato com”,
3. ir contra, ser violento contra,
4. colocar-se entre,
5. encontro com,
6. suplicar, orar, correr.
Somos chamados para ser Intercessores.
Para intervir em situações de outros; na vida de alguém;colocarmo-nos entre algo que vai acontecer com alguém, diante de Deus para Ele agir, pela nossa Oração intercessória.
Isto infere interpor-se entre o mal e o alvo do mal, vidas próximas ou não, mas que estão em risco.
Neste sentido, todos os descrentes estão sendo rudimentarmente, primariamente alvos da Intercessão da Igreja.
Interceder é ser ouvido por alguém, que pode resolver situações impossíveis.
1. "HUPERENTUNCHAMO" significa acima, além, através, mais do que, em lugar de.
2. "ENTEUXIS" significa ser ouvido pelo rei, no lugar de outros, encontrar-se com.
3. "ENTUNCHANO" significa trocar idéias com, conferenciar com, tratar com, fazer intercessão, rogar a uma pessoa a favor contra outros.
At.12.5. Pedro, pois, estava guardado na prisão; mas a igreja orava com insistência a Deus por ele.12 Depois de assim refletir foi à casa de Maria, mãe de João, que tem por sobrenome Marcos, onde muitas pessoas estavam reunidas e oravam.
Por isto no Antigo Testamento a figura de Moisés, Abraão são destaque, pela sua ação intercessória, como Paulo e a Igreja são o destaque no Novo Testamento.
Qualidades que possuíam:
Estavam em contato direto com Deus e Ele lhes ouvia a Oração.
Será que eu e você podemos nos colocar nesta posição?
Espero que sim!
Texto auxiliar.
I Tm. 2.1-7. “Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e honestidade. Pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual se deu a si mesmo em resgate por todos, para servir de testemunho a seu tempo; para o que (digo a verdade, não minto) eu fui constituído pregador e apóstolo, mestre dos gentios na fé e na verdade. Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda”.
A Intercessão nos aproxima de Jesus.
O aproximar, ao qual nos referimos, é:
Ser cristão – igual a Cristo
Amoroso – igual a Cristo
Humanizados – igual a Jesus Cristo – a perfeita expressão do homem puro, que não teve pecado e podia interceder de maneira direta ao Pai.
Reconhecidos ao Pai – Igual a Jesus Cristo
Hb. 7. 25. Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, porquanto vive sempre para interceder por eles.
A Intercessão é a forma que Jesus nos ensinou, a nós os cristãos, mas a história bíblica nos legou uma longa e duradoura atividade da intercessão.
A Bíblia nos ensina sobre Abraão.
Intercessor é alguém que se coloca no lugar dos que necessitam da ação interventiva de Deus.
Intercessor é alguém que Deus confia para avisá-lo sobre as necessidades dos seus.
Participar nas angústias
Como Abraão, Deus quer nos comunicar as necessidades do seu povo, sejam quais forem estas necessidades, e nos fazer partícipes delas, e através das Orações pedir a Deus:
Sua intervenção nas causas e vida de outrem
-O Sucesso para a vida das famílias – alvo de Deus
1 Ts. 5.16,17.Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar.
Leitura Bíblica em Classe.
Lc.46,49,52,53. E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos, E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.E, adorando-o eles, tornaram com grande júbilo para Jerusalém.E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a Deus. Amém.
At.4.5,12,14.E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes.Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado das Oliveiras, o qual está perto de Jerusalém, à distância do caminho de um sábado.Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos.
I-CONTEXTO.
O compendio canônico do Novo Testamento foi escrito em grego, e com alguns trechos em aramaico e algum latinismo, por informações, para os seus leitores, ou destinatários, como ‘o excelentíssimo’ Teófilo, a quem o escritor do evangelho de Lucas escreve de forma detalhada sobre os eventos e formas de liturgia, adoração, incluindo a Oração, sob determinação e orientação, de Jesus Cristo.
Mt 6:9 - Portanto, vós orareis assim:
Assim sob esta panorâmica neotestamentária, sob acuidade dos apóstolos, seus discípulos, e demais discípulos de Jesus, que escreveram ou não, se tem uma nova percepção da questão desta Lição:
1-Oração.
Eu tenho uma visão sobre o subsídio das lições da EBD – CPAD, a qual Espírito Santo, condicionou o meu ministério de ensino: agregar conhecimento.
Entender a Oração sob a visão sinótica, joanina, paulina, petrina e dos demais apóstolos e escritores do Novo Testamento.
Poderíamos até expandir para: Visão da oração na Nova Aliança Crística.
2-Oração na visão sinótica:
Sabendo que a visão dos livros de Mateus [expandido desde a visão de Marcos], Marcos [primeiro Evangelho] e Lucas [expandido sobre Marcos, mas sob objeto da informação detalhista dos acontecimentos do Ministério de Cristo] - Lc.1.3.Pareceu-me também a mim conveniente descrevê-los a ti, ó excelente Teófilo, por sua ordem, havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio;
II-Em Mateus encontramos.
- O uso do título “Filho de Deus” por Mateus mostra de forma clara a divindade de Jesus (1.23; 2.15; 3.17; 16.16.’ Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.’).
Isto é um destaque da Visão do reino, pelo qual a Oração, tem destaque, como acesso ao Reino, pelo Rei [Jesus] ao Pai.
Pelo Rei - Filho, o crente em e por Jesus tem acesso direto e sem mediação, mas com intermediação, com o Pai (Numa Oração de Jesus - 11.26-27. Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, [...] Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece plenamente o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece plenamente o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.).
1-Em Mateus, o Rei é Jesus o Senhor e Mestre da igreja.
Ali encontramos uma nova entidade relacional, com Deus – O Pai, além da comunidade israelita:
A Igreja, a qual vivera sob vai viver, sob uma nova ética do Reino.
Jesus Cristo declara: “a igreja”, é a “Minha Igreja” tem este acesso garantido e poder decisório de tomar decisões a serem referendadas pelos Céus. Mt.16.18; 18.15-20.
Há garantia da [Mt28.12-20- Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.], da presença de Jesus, junto à Ela - Igreja.
Encontramos a visão inicial, nos sinóticos, com muitos resquícios da visão da Oração do Antigo Testamento, mas já sob uma visão redentiva e da constatação da Plenitude dos Tempos, pois Mateus escreve sob a ótica do Reino messiânico, tão aguardado.
Exemplificando encontramos a oração do sacerdote Simeão e de Zacarias, pai do precursor do elo da Nova aliança - [Lc.2.10.E toda a multidão do povo estava fora, orando, à hora do incenso[visão do AT].E um anjo do Senhor lhe apareceu, [...] Zacarias, vendo-o, turbou-se ... o anjo lhe disse: Zacarias, não temas, porque a tua oração foi ouvida ...porás o nome de João.].
Mt. 5. 17,18.Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir.Porque em verdade vos digo que, até [destaque sobre o tempo de realização do cumprimento da lei] que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
A visão do Reino é ressaltada no Sermão da Montanha, que trará novos motivos a quem se propõe a Orar.
A visão é:
-Mudança de coração
-Mudança de comportamento
-Mudança que ocorre de dentro para fora – a boca fala do que está cheio o coração ....
Já no capítulo 6, de Mateus temos a introdução da nova visão da Oração.
2-A Oração do Pai Nosso.Veja nos subsídios lições anteriores.
Mas, devemos ressaltar o pedido dos discípulos.
Todos eles homens judeus, debaixo da Lei, mas que ao ouvirem as palavras do Sermão da Montanha, entenderam a necessidade de mudar a forma de orar.
A oração do AT não tinha mais poder ou força para eles, mesmo mantendo todos os compromissos, assim como Jesus, agora eles vislumbravam através do Sermão a incompetência para orar.
Embora estejamos falando de Mateus, a pergunta está em Lucas, por isto são sinóticos:
"Senhor, Ensina-nos a Orar" - "De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos pediu; Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos" (Lucas 11:1).
Mas, podemos ver o nascer de um novo entendimento sob as regras áureas do capítulo 5.
Ef.5.18.E não vos embriagueis com vinho, em que não há contenda, mas enchei-vos do Espírito.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
Jr. 35.1-5,8,18,19.
1 A PALAVRA que do Senhor veio a Jeremias, nos dias de Jeoiaquim, filho de Josias, rei de Judá, dizendo:
2 Vai à casa dos recabitas, e fala com eles, e leva-os à casa do Senhor, a uma das câmaras e dá-lhes vinho a beber.
3 Então tomei a Jazanias, filho de Jeremias, filho de Habazinias, e a seus irmãos, e a todos os seus filhos, e a toda a casa dos recabitas;
4 E os levei à casa do Senhor, à câmara dos filhos de Hanã, filho de Jigdalias, homem de Deus, que estava junto à câmara dos príncipes, que ficava sobre a câmara de Maaséias, filho de Salum, guarda do vestíbulo;
5 E pus diante dos filhos da casa dos recabitas taças cheias de vinho, e copos, e disse-lhes: Bebei vinho.
8 Obedecemos, pois, à voz de Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, em tudo quanto nos ordenou; de maneira que não bebemos vinho em todos os nossos dias, nem nós, nem nossas mulheres, nem nossos filhos, nem nossas filhas;
18 E à casa dos recabitas disse Jeremias: Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Pois que obedecestes ao mandamento de Jonadabe, vosso pai, e guardastes todos os seus mandamentos, e fizestes conforme tudo quanto vos ordenou,
19 Portanto assim diz o Senhor dos Exércitos, Deus de Israel: Nunca faltará homem a Jonadabe, filho de Recabe, que esteja na minha presença todos os dias.
“Refletir, publicar, escrever sobre a temperança é hoje um desafio. A palavra desapareceu do vocabulário do homem médio, assim como do vocabulário da “elite” intelectual, laica ou religiosa”.
Marcel de Corte
É necessário, como diz um filósofo e humanista, que a temperança seja professada, em nossos dias e no seio da Igreja, e sociedade, como foi desprezada no seio de Israel, como virtude e mesmo como virtude cardeal que, apesar do lugar que ocupa, depois da justiça, da prudência e da força
Que ela não deixe de intervir, se exercida, em quase todas as finalidades da vida cotidiana do homem.
Israel estava distante desta realidade.
Ora, a temperança é uma virtude, i. é, no sentido desprezado da palavra, uma disposição natural que inclina ao que é segundo a razão, a moral e a justiça:
O nome mesmo de “temperança” o indica, pois significa uma certa moderação, um “temperamento”, ou, em termos precisos, uma certa “medida no julgamento e na conduta”; enfim, uma “solução adequada” aos problemas que envolvem os prazeres que o homem não deixa de experimentar no curso de sua vida.
Esta medida que a razão impõe às ações e às paixões humanas é o sentido geral da palavra “temperança”.
Temperança - vem da raiz que demonstra equilíbrio como uma sinfonia, na qual todos estão afinados entre si, assim a temperança nos fala de alguém que tem seus sentidos equilibrados, como uma sinfonia humana, antropologicamente equilibrada e confortável.
É algo indesprezável no temperamento dos homens, é o que nos dá o equilíbrio no agir.
“A temperança apenas modere as concupiscências e prazeres individuais”.
A Temperança (em grego:σωφροσύνη, sophrosyne, em latim: temperantia) é uma das virtudes ditas universais, uma dais quais propostas pelo cristianismo.
Uma interação entre alma e corpo e espírito:
A Temperança é a liga aos anseios do homem antropológico total.
1Te 5:23 - E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.
O homem temperante é aquele cujo espírito saudável equilibra ― como o faz a saúde dos órgãos do corpo ― as paixões do coração e, mais especificamente, as paixões do concupiscível, da parte da alma pela qual desejamos necessariamente as coisas do mundo indispensáveis à nossa vida e à da espécie. Requer-se uma harmonia entre a inteligência prática, mãe da ação, e as paixões do concupiscível que fazem parte de nossa natureza. Esta harmonia não é, em última instância, repressão, punição, sufocamento.
Santo Tomás de Aquino sabia que a alma e o corpo são complementares, e sua fé cristã na ressurreição confirma-o em sua filosofia realista. Para ele, não se trata de suprimir as paixões, mas de impregná-las da vida do espírito, que necessariamente as faz integrar-se à sua vida temporal e à sobrenatural. A Temperança a virtude desaparecida[com compilação do autor deste texto].
Temperançasignifica equilibrar, colocar sob limites, "moderar a atração dos prazeres, assegura o domínio da vontade sobre os instintos e proporcionar o equilíbrio no uso dos bens criados" (CCIC, n. 383). Essa virtude serve para controlar o pecado da gula. É também uma das 4 virtudes cardinais [lembre dos pontos que cardeais – Norte;Sul;Leste e Oeste].
Esta ligada, no caso em exemplo – Os recabitas – a não se deixar pelos instintos naturais, veja este texto de uma escritora:
Ter temperança é conhecer a si mesmo e através deste auto-conhecimento saber o que é conveniente e o que não é.
À minha esposa não é conveniente comer alho, ao meu irmão comer à noite, uns precisam beber muita água, outros preferem chá, outros uma sopa.
Eu venho meditando sobre isso há anos. Quando criança eu “não comia nada”, nenhum legume, nenhuma verdura.
Agora, principalmente este mês em que estou de dieta, estou aprendendo que minhas papilas gustativas não podem decidir o que eu como ou deixo de comer por mim.
Temperança é estar no controle, ter poder sobre sí mesmo em relação aos prazeres do comer, beber, sexuais, e todos os outros tantos que Deus fez com que nossos sentidos nos proporcionassem. Não estou falando sobre moralidade, nem sobre pecado, estou falando sobre virtude.
A jornalista Sonia Hircsh diz o seguinte sobre isso: “Comer [beber-adição ao texto original] demais é uma das maiores burrices da vida, além de ser também um desperdício: sobrecarrega a digestão, entorpece a mente, engorda, prende o intestino, vira doença. Às vezes é vício ...”
A busca exagerada por prazer enjoa, nos faz escravos e traz uma série de malefícios à saúde física, mental, espiritual e social. Mas o prazer com temperança é liberdade, é o melhor jeito de viver [adição do autor deste texto]. Gilberto Alves Junior, membro da Igreja Batista da Água Branca-SP.
Pv. 31:4 - Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes o desejar bebida forte;
Sóbrio – sophronos –de sozo [salvar] e phren [a mente] de sinfonia. Equilíbrio de todos os sentidos humanos em evidente consciência de vida.
- Temperança:
s.f. Virtude que modera os desejos, as paixões. Sobriedade no consumo de alimentos e bebidas.
Temperança fala de Agir e como agir;
Ter sempre uma posição independente de qualquer ação que esteja ocorrendo a nossa volta ou no seio da Sociedade na qual vivemos.
É mensagem direta para a Igreja de Cristo.
Não podemos ser envolvidos, como massa de manobra por líderes que se deixam levar por orgulhos ‘santos’ ou por modismos de ‘Doutrinas’.
Não seremos igual a Judá, que se deixou levar pelos ‘santos homens’, e deixou o equilíbrio pela insegurança da religiosidade e esperança, contra a segurança da Profecia equilibrada, embora dura e foi levado cativo ao cativeiro e exilado ao Egito.
Eis uma Lição fundamental para a Igreja de HOJE!
“O Profeta denuncia a rede de:
-Falta de moral;
-Avareza;
-Corrupção;
-Espoliação dos pobres;
-Exploração de crianças;
-Falsas promessas políticas;
-A moralidade desvirtuada atinge desde o moço até ao ancião, que não se dá mais ao respeito.
Até os sacerdotes se envolveram com tudo isto, em meio ao marasmo em Judá.”
Capítulo 30 a 35.
30.3. vêm os dias, diz o Senhor, em que farei voltar do cativeiro o meu povo Israel e Judá, diz o Senhor; e tornarei a trazê-los à terra que dei a seus pais, e a possuirão.
Deus usa os recabitas para criar emulação no meio do seu povo.
35.5,6. pus diante dos...recabitas taças cheias de vinho, e copos, e disse-lhes: Bebei vinho....porém, disseram: Não beberemos vinho, porque Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, nos ordenou, dizendo: Nunca jamais bebereis vinho, nem vós nem vossos filhos;13,14.. homens de Judá e ...Jerusalém: Acaso não aceitareis instrução, para ouvirdes as minhas palavras?...As palavras de Jonadabe...guardadas; pois não o têm bebido até o dia de hoje, porque obedecem o mandamento de seu pai; a mim, porém, que vos tenho falado a vós, com insistência, vós não me ouvistes.
Eis aí, o foco, pelo qual o Pastor Claudionor os inclui neste estudo sobre Temperança.
Eis um exemplo:
Companheiros:
Recabitas
Ebede-meleque
Baruque
Jamais se associou durante todo o seu ministério profético com aqueles que eram contra seus ditos. Jr. 15.17.
Por meio destes amigos, foi ajudado e livrado da morte, e mais de uma vez se manifestou o poder de Deus em protegê-lo. — Je 26:7-24; 35:1-19; 36:19-26; 38:7-13; 39:11-14; 40:1-5.
No Capítulo do Estudo sobre Jeremias, escrito antes do início do 2.º Trimestre, destacamos:
Falsidade de Princípios:
Como em nossos dias, a sociedade de Judá não tinha princípios morais fortes.
Mostra-se como uma Sociedade eivada da violência, até contra as crianças.
Soltas pelas ruas ao léu.
Mostra uma juventude que se bastava com reuniões [seriam as “baladas” de hoje?].
Tudo isto mostra:
-Pais sem controle sobre as famílias;
-Autoridades fracas;
-Sensualidade e concupiscência exarcebada;
-A avareza e a falsidades andavam de mãos dadas.
Como em nossos dias corrompiam desde o menino ao ancião.
Não havia respeito e afeto natural em Judá.
6.11-14.Por isso estou cheio do furor do Senhor; estou cansado de o conter; derramá-lo-ei sobre os meninos pelas ruas e na reunião de todos os jovens; porque até o marido com a mulher serão presos, e o velho com o que está cheio de dias.
Esta era a situação em que Judá estava e na qual faltava o equilíbrio.
Faltava temperança.
Desde os meninos até aos anciãos todos perderam o equilíbrio, que pode ser medido pela falta ou quebra de princípios ou regras moralizadoras, naturais, não são regras apenas escritas, mas aquelas as quais Paulo fala que estão no coração.
O texto em tela, capítulo 35 é um Apêndice histórico [34.1-35.19], que inclui:
Advertência a Zedequias 34.1-7
Revogada a libertação de escravos 34.8-22
Recabitas e Israel.
Na História de Jeremias, os Recabitas foram os poucos que estiveram como amigo do profeta Jeremias em seu Ministério Profético.
Em nosso estudo sobre Jeremias incluímos os Recabitas como tais, suas origens, sua forma de agir, porque eles se comportaram assim por décadas, e mais, porque foram incluídos no seio de Israel.
Dentro do compêndio de profecias do profeta Jeremias no Estudo acima citado, colocamos como Tema, os capítulos 30-35, como O Livro da Esperança.
É neste trecho profético-histórico, aonde encontramos estes amigos e leal ao Senhor, um grupo dentro de Israel aos quais Deus usa numa tentativa para criar emulação a seu povo – Judá.
Recabitas:
O exemplo dos recabitas 35.1-19
Temperança não se perde com o Tempo.
Temperança se solidifica com o Tempo.
Quem eram os recabitas:
-Eram uma ordem religiosa fundada no século IX aC;
-Eram nômades
Em 2 Rs 10.15,23, vemos como se iniciou a prática de não provarem ou comerem ou beberem nada proveniente da vide [videira,parreira] nenhum alimento advindo de uva.
Se formos estudar a origem deste povo, chegaremos a Jetro, sogro de Moisés. Jz 1:16
Queneu – ferreiro.1Sm15.6.
Permaneceram por 250 anos no mesmo propósito do seu fundador Jonadabe, e agora, nos tempos de Jeremias, Deus os usa para criar um contraste moral com o seu Povo, usando Jeremias, mais uma vez, com uma profecia simbólica, no caso um simbolismo exemplar, de que era possível continuadamente seguir ao senhor com equilíbrio sem se deixar levar pelo entorno social decaído.
O Fato:
Jeremias chama todos os recabitas a uma das salas do templo, em Jerusalém, colocar diante deles jarras de vinho e convida-los a beberam aquele vinho. A resposta dos descendentes de Jonadabe foi surpreendente e é relatada em Jr 35:6-11.
Mais de duzentos anos depois, aquela família era fiel às instruções de seu líder.
6 Porém eles disseram: Não beberemos vinho, porque Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, nos ordenou, dizendo: Nunca jamais bebereis vinho, nem vós nem vossos filhos; Não edificareis casa, nem semeareis semente, nem plantareis vinha, nem a possuireis; mas habitareis em tendas todos os vossos dias, para que vivais muitos dias sobre a face da terra, em que vós andais peregrinando. Obedecemos, pois, à voz de Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, em tudo quanto nos ordenou; de maneira que não bebemos vinho em todos os nossos dias, nem nós, nem nossas mulheres, nem nossos filhos, nem nossas filhas; Nem edificamos casas para nossa habitação; nem temos vinha, nem campo, nem semente. Mas habitamos em tendas, e assim obedecemos e fazemos conforme tudo quanto nos ordenou Jonadabe, nosso pai.11 Sucedeu, porém, que, subindo Nabucodonosor, rei de Babilônia, a esta terra, dissemos: Vinde, e vamo-nos a Jerusalém, por causa do exército dos caldeus, e por causa do exército dos sírios; e assim ficamos em Jerusalém.
Mesmo com o Profeta Jeremias, sendo usado por Deus colocando-os a prova eles se mantiveram em sua virtude-temperança.
Esta qualidade dos recabitas vem desde o início de sua história.
Ou seja, eram gente equilibrada e de confiança.
Na Definição, acima, encontramos o uso correto para esta Lição 10:
s.f. Virtude que modera os desejos, as paixões. Sobriedade no consumo de alimentos e bebidas.
Ou:
"Moderar a atração dos prazeres, assegura o domínio da vontade sobre os instintos”.
A História destes recabitas é um exemplo advindo desde os tempos heróicos de suas ações.
“A temperança é um dos maiores prazeres”.- Goethe
Podemos dizer que os recabitas tinham prazer em viver em temperança, moderados, equilibrados.
Eles nos deixaram um legado, em meio a uma situação de descontrole nacional, litúrgico ou ministerial, vividos intensamente em Judá nos mostram como superar pessoalmente estes desmandos.
Os Apóstolos Pedro e Paulo usaram este tema para ensinar aos cristãos terem uma vida equilibrada e santa.
Em2 Pedro 1.5-7.E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência, E à ciência a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade, E à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal a caridade.
Pedro liga Promessa a ser alcançada a estes valores morais e pessoais.
Assim, pois, devemos ter Temperança para alcançar a promessa.
Foi o que Israel estava perdendo ao deixar o exemplo do Recabitas.
Muito embora, estes se mantivessem firmes Israel preferiu seguir seus ‘loucos’ ensinadores, o que lhes levaria, ao miserável cativeiro por 70 anos, na Babilônia.
Não atrase a Benção de Deus por falta de Temperança!
Paulo nos fala sobre a temperança como fruto do Espírito.
1Co 6:12 - Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.
Paulo disse que tudo lhe era permitido, mas nem tudo lhe era conveniente.
Mas, ele tinha controle sobre tudo e principalmente sobre sua vida pessoal.
Temos este Controle?
Se tivermos, somos temperantes, se não seremos como Judá, impulsivos, insubordinados e finalmente desequilibrados.
Conveniência e Equilíbrio:
Conveniência anda junto com equilíbrio que anda junto, com Temperança – Moderação.
Col 4:6 -A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um.
Rom 12:3- Porque pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do queconvém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.
Paulo nos fala em Gálatas 5:22 - Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
Atos 24.24,25. E alguns dias depois, vindo Félix com sua mulher Drusila, que era judia, mandou chamar a Paulo, e ouviu-o acerca da fé em Cristo. E, tratando ele da justiça, e da temperança, e do juízo vindouro O Presidente -‘O potentíssimo’- Félix, espavorido, respondeu: Por agora vai-te, e em tendo oportunidade te chamarei.
Este texto de atos dos Apóstolos deixa-nos uma Lição, idêntica a do Profeta Jeremias:
-Justiça
-Juízo vindouro
Estão ligados a manutenção e vida em Temperança!
Quando Paulo é levado a Félix -Elê fala de temperança, parece que Félix era impulsivo, e se apavorou ao ouvir desta atitude que deve estar presente, principalmente na personalidade e atitudes dos homens de liderança, se não ficarão apavorados com ficou o Governador ou Presidente Félix.
-É um dos gomos deste fruto, será que você ainda não provou dele.
-Ou se provou esqueceu o sabor?
Será que nós podemos viver, nestes nossos dias de maneira equilibrada seja moralmente ou espiritualmente?
Esta é uma Conclusão das mais simples, desta Lição, pois há muito mais que Deus quer nos falar sobre a Temperança, em nossas vidas.
Lição para vida social:
Não precisamos nos embriagar para dizer, que somos felizes e estamos alegres, o nosso prazer é estar sempre sóbrios.
Fonte:
Dicionário ‘on-line’ de Português.
Espiritualidade Prática.
Gilberto Jr. Gilberto Alves Junior, membro da Igreja Batista da Água Branca-SP.
Para quem estuda a Arqueologia - Mapas do Antigo Testamento e do Novo Testamento.
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Seja solidário "Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."Martin Niemöller, 1933
A declaração de fé da Igreja Evangélica Assembléia de Deus não se fundamenta na teologia liberal, mas no conservadorismo protestante que afirma entre outras verdades principais, a crença em: 1)Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).