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segunda-feira, novembro 26

"CRISTO SERÁ BARRADO SE ENTRAR ENTRAR NO VATICANO HOJE": afirma Inglês

Leia impressionante reportagem do Jornal da Tarde - grupo O Estado (Segunda-feira, 26 novembro de 2007 - VARIEDADES) - com David Yallop, Jornalista inglês, que lança um livro, que segundo ele, vai mostrar o lado nada edificante de um dos Papas mais famosos, que a Igreja Católica Apostólica Romana, já teve.
O assunto é polêmico!
O jornalista inglês lança o livro ‘O Poder e a Glória - O Lado Negro do Vaticano de João Paulo II’. A obra questiona a personalidade e o caráter de um dos maiores mitos da recente história da Igreja Católica.
Bruna Fioreti

David Yallop

O mesmo homem que escreveu sobre o assassinato do papa João Paulo I na década de 1980 diz que decidiu mostrar um lado nada edificante da trajetória de João Paulo II. Baseado em pesquisas e relatos colhidos no Vaticano, o jornalista inglês David Yallop, 70 anos, lança dúvidas sobre o caráter de um dos líderes mais queridos da Igreja Católica em: "O Poder e a Glória - O Lado Negro do Vaticano de João Paulo II". Em visita ao Brasil, o escritor concedeu entrevista exclusiva ao JT e usou palavras duras para classificar Karol Wojtyla, morto em 2005. E afirmou que Bento XVI refaz o percurso do antecessor.
Como teve acesso a informações secretas sobre João Paulo II?
Geralmente, isso vem por investigações, pessoas que trazem informações novas. Mas, nesse caso, foi mais fácil do que eu esperava porque fiz livros ligados a essa história. Além disso, já tinha sido crítico com João Paulo II. Quando ele se tornou papa, em 1978, a primeira coisa que disse foi que seguiria a linha de João Paulo I, mas desfez o programa do antecessor. Eu sabia disso, conhecia o programa. Quando (o livro) Em Nome de Deus foi publicado, em 1984, ficou claro que o Vaticano estava agindo de maneira criminosa com relação ao Banco do Vaticano. Uma enorme quantia em dinheiro sumiu, e o Vaticano acabou repondo uma parcela. Disseram ‘Não somos culpados pelo que aconteceu, mas está aqui o dinheiro (risos).’ Ficou claro que João Paulo II estava protegendo certo tipo de pessoas, continuamente.
Protegendo como?
Muitas vezes chegavam ao papa e diziam que outras pessoas da Igreja eram corruptas e ele ignorava. Qual a maior corrupção de João Paulo II? Não agir. O Banco do Vaticano, em tese, deveria ajudar fundações ligadas à Igreja, mas também é usado para empresários italianos, máfia. Isso desde a década de 1960. O papa não fez nada a respeito disso. Os lucros da máfia vão para drogas, prostituição e outros crimes no mundo todo. O banco é controlado pelo papa. Ele sabe tudo o que está acontecendo ali. Esse papa permitiu que essas coisas acontecessem. Corrupção por não fazer nada, não por estar envolvido.
Afirma que o papa foi corrupto?
Falou a verdade em muitos momentos, mas evitou ser confrontado mais do que qualquer homem que conheço. E suprimiu coisas. Nesse aspecto, foi corrupto.
O livro fala sobre a ação da Igreja contra a pedofilia. Como foi?
Em todo país que há padres católicos há pedofilia. E o papa sabia disso e desde muito antes (da ação). Em 1985, teve acesso a um documento de mais de 200 páginas feito por dois padres que falavam de leis que a Igreja deveria fazer para diminuir a pedofilia. Wojtyla arquivou.
Por quê?
Porque ele não fazia nada. Desde quando era um padre novo na Polônia, tinha a mesma política de abafar escândalos. Para falar como ele ‘em cada casa deveria ter um quartinho onde se resolve esses probleminhas’. Um dos exemplos foi com os Legionários de Cristo, no México, fundado por Marcial Maciel Degollado, descoberto por abusar de garotos na década de 1940. Era assim: se você fosse uma garota no confessionário, o padre colocava as mãos nos seus seios e dizia: ‘Deus pediu para você fazer um bebê comigo’. E uma garota em particular fez um bebê com o religioso. A outros padres também era permitido acariciá-la. Seis ou sete padres se juntaram e a violentaram. Nem recomendaram a ela tomar pílula. Ficou grávida. A Igreja ajudou levando-a para fazer um curso nas Filipinas.
Isso é um padrão, acontece sempre. Esse é o tipo de homem de João Paulo II. Entrevistei uma das vítimas abusadas sexualmente por Maciel e tudo o que queria era um pedido de desculpas. Ele disse ao menino que, se o acariciasse, sua dor de estômago melhoraria. Maciel ainda é vivo, e a organização está florescendo. O papa João Paulo II chegou a elogiá-lo pelo ‘trabalho edificante para a juventude’. Não apenas o protegeu, como o apoiou. É terrível. Se você vai à Igreja, a pessoa mais perigosa lá é o padre. Como deixar uma criança sozinha com um deles?
Outros papas teriam se omitido?
Alguns acobertavam, mas me concentrei em João Paulo I antes de Wojtyla. E ele foi assassinado porque queria fazer o certo, queria implantar o controle da natalidade, reformular o Banco do Vaticano e sabia da corrupção. Antes dele, não havia evidências de que os demais (papas) sabiam.
E Bento XVI segue a mesma linha?
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quarta-feira, outubro 31

ECUMENISMO - RELIGIÃO

ECUMENISMO - Religião
Congresso inter-religioso "Por Um Mundo Sem Violência".
Compilação e edição: Osvarela
Domingo, 21 de outubro de 2007, 06h05 - Atualizada às 08h46
O papa Bento XVI chegou às 5h15 (de Brasília) a Nápoles, capital da região sulina de Campânia, do porto de Nápoles, vindo do Vaticano;
À seguir, vai se dirigir à Praça do Plebiscito, onde celebrará a missa que servirá como ato de inauguração do congresso organizado pela Comunidade de São Egídio sob o lema:
"Por Um Mundo Sem Violência: Religiões e Cultura Dialogam".
Depois se transferirá ao seminário de Capodimonte, onde receberá os chefes das delegações e representantes de várias religiões do mundo que participam da reunião.
Na reunião assistirá o presidente do Equador, Rafael Correa, que discursará na segunda-feira no Congresso em uma mesa-redonda sobre a situação da América Latina, junto com o argentino Adolfo Pérez Esquivel, prêmio Nobel da Paz, e o bispo auxiliar de Porto Príncipe, Pierre Dumas.
Esta é a primeira vez que Bento XVI se reúne com um grupo com tantos representantes ortodoxos, protestantes, judeus, budistas e muçulmanos.
A viagem do Papa a Nápoles responde ao convite do arcebispo da cidade, Crescenzio Sepe, e ao desejo de dar seu apoio à importante reunião inter-religiosa, na qual, entre outros, participarão o patriarca ortodoxo de Constantinopla, Bartolomeu I, e o arcebispo da igreja greco-ortodoxa do Chipre, Chrysostomos II.
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Fonte:
Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.

quarta-feira, outubro 24

Jezabel


Jezebel, rainha vilã da Bíblia
Letras que faltavam e desenhos em sinete apontam para soberana de Israel.
No Antigo Testamento, ela é retratada como poderosa, pagã e corrupta.

Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo
Universidade de Utrecht/Divulgação

Esfinge e outros sinais do sinete da rainha indicam alta posição e prestígio (Foto: Universidade de Utrecht/Divulgação)
Inserção do autor do Blog:
- Em I Reis Capítulo 21 e versículos de 1 a 13, descreve a força desta mulher no Reino de Israel.
Particularmente chama a atenção o versículo de n.º 8 “Então escreveu cartas em nome de Acabe e as assinou com seu sinete, e mandou as cartas aos anciãos e aos nobres que havia na sua cidade e habitavam com Nabote.”

Este trecho pode tomar outra conotação se o pronome possessivo “seu”, for identificador do sinete da própria Jezebel.
Dê sua opinião.
Trecho da matéria original:
Na Bíblia, ela ganhou fama de manipuladora, inescrupulosa e até devassa. A rainha Jezebel é uma das piores vilãs do Antigo Testamento, sem dúvida. Mas pelo menos tinha um bocado de estilo, a julgar pelo sinete (uma espécie de carimbo pessoal) que uma pesquisadora holandesa acaba de identificar como pertencente à ela - um dos raros casos em que um personagem bíblico deixa traços diretos de sua existência.
A análise que confirmou a associação de Jezebel com o sinete, que é feito de opala e está repleto de desenhos e inscrições, foi feita por Marjo Korpel, especialista da Universidade de Utrecht. Com o trabalho de Korpel, que será publicado numa revista científica especializada em estudos lingüísticos, parece chegar ao fim um mistério de quatro décadas.
Isso porque já se suspeitava que o artefato, obtido nos anos 1960 por um arqueólogo israelense no mercado de antiguidades, tivesse pertencido a Jezebel. Mas havia um problema bizarro: o suposto nome da rainha, gravado na opala, estava escrito errado -- o que levou muita gente a achar que se tratasse de uma outra pessoa, embora de nome parecido.
Com paciência de detetive, Korpel analisou o sinete e o comparou com outros objetos do mesmo tipo e da mesma época, ou seja, produzidos por volta do ano 850 a.C., quando viveram Jezebel e seu marido Acabe, rei de Israel. Pela distribuição das letras e pela presença de uma pequena área quebrada no objeto, a pesquisadora holandesa estimou que originalmente havia mais duas letras hebraicas no sinete - o suficiente para "corrigir" o nome de Jezebel.
Além disso, o objeto era muito maior que, os outros da mesma época; e repleto de símbolos associados à realeza e ao sexo feminino, como uma esfinge com coroa de rainha, serpentes e falcões.
Para Morjen, tudo isso torna altíssima a probabilidade de que o sinete realmente tenha pertencido a Jezebel.
Imagem correta
Jezebel (de origem fenícia, segundo a Bíblia) e seu marido Acabe reinaram numa época em que o antigo reino israelita estava dividido em duas partes rivais: Judá, no sul, cuja capital era Jerusalém e cujo povo deu origem aos atuais judeus; e Israel, no norte, onde o casal governava e cuja capital era Samaria.
No Primeiro Livro dos Reis, na Bíblia, Jezebel é retratada como uma mulher corrupta, que faz os habitantes de Israel adorarem deuses pagãos e ainda induz seu marido Acabe a tomar injustamente as terras de seus súditos.
Juízos de valor à parte, o sinete parece mostrar que a rainha de fato era muito influente: ele era usado para ratificar documentos, o que significa que ela podia "despachar" por conta própria em seu palácio.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL156196-5603,00 PESQUISADORA+IDENTIFICA+CARIMBO+DE+JEZEBEL+RAINHA+VILA+DA+BIBLIA.html

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