sexta-feira, janeiro 23

A Paternidade Divina - Lição 4 CPAD - 25 de janeiro de 2026

 A Paternidade Divina

Lição 4 CPAD - 25 de janeiro de 2026

Subsídio pastor e professor Osvarela

Texto

E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.” (1Jo 4.14).

Prática

A paternidade de Deus é revelada no envio do Filho e na concessão do Espírito, confirmando nossa filiação e aperfeiçoando-nos no amor.

Visão doutrinária:

A paternidade é o papel da primeira pessoa da Trindade que opera por meio do Filho e por meio do Espírito Santo”.

Leitura Bíblica - 1 João 4.13-16.

13 — Nisto conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito,

14 — e vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.

15 — Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus.

16 — E nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor e quem está em amor está em Deus, e Deus, nele.

A) Objetivos da Lição: 

I) Compreender que a paternidade de Deus é eterna e inseparável de sua natureza;

II) Reconhecer que confessar a Cristo como Filho é evidência de filiação divina;

III) Aplicar os princípios do amor do Pai como base para a vida cristã.

Etimologia:

ομολογεω - homologeo; v. dizer a mesma coisa que outro, i.e., concordar com, consentir; conceder - não rejeitar, prometer- não negar – confessar – declarar; confessar, i.e., admitir ou declarar-se culpado de uma acusação; professar, declarar abertamente, falar livremente, professar a si mesmo o adorador de alguém, louvar, celebrar

ομολογια - homologia; n. f. declaração - subjetivamente: o que professamos ser nosso; objectivamente: declaração [confissão] i.e., o que alguém declara [confessa]

ομοφρων – homophron adj. de uma mesma mente, concordante

συμφημι sumphemi; v. consentir, confessar

εξομολογεω - exomologeo; v. confessar; professar - reconhecer aberta e alegremente; para a honra de alguém: celebrar, dar louvor a; prometer publicamente que farei algo, concordar, comprometer-se com;

Introdução:

É importante notar, que na epístola joanina, o autor, o Apóstolo João, usa a palavra Pai, para se referir a relação filial na Trindade. Isto é claro e teológico.

Assim, o autor se refere a esta relação: Deus O Pai e Jesus O Filho.

Mas, no texto de sua Revelação no Evangelho, João descreve a feitura de filhos, filiação por Amor e vontade de Deus, pelo poder da fé em Jesus O Filho, que nascem da vontade D’Ele mesmo – Deus!

“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.”  João 1:12,13

Ali no Evangelho, contudo, o autor, da epístola, trata a questão da Paternidade Divina para a relação de Deus com os homens fazendo-os seus filhos, através da ação salvífica do Amor derramado através da entrega de Jesus para salvar a Humanidade e com a ação do Espírito Santo.  

A Posição da Doutrina da Paternidade Divina no Novo Testamento:

Uso no Novo Testamento: há um reconhecimento verbal da grandiosidade de Deus (Mateus 11.25; Lucas 10.21; Romanos 14.11; 15.9; Filipenses 2.11) ou dos nossos próprios pecados (Mateus 3.6; Marcos 1.5; At 19.18). 

“Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação” (Rm 10.9,10).

O propósito do apóstolo (1João 1:1-4) é declarar a Palavra da Vida àqueles a quem ele escreve, a fim de que possam estar unidos em comunhão com o Pai e seu Filho Jesus Cristo. E neste ambiente celeste encontramos a união hipostática do Espirito Santo em ação como garantia, tal como penhor, da paternidade que alcançamos junto ao Pai.

O Pai proclamou as palavras criadoras, e o Filho executou-as. O Pai planejou a redenção, e o Filho, ao ser enviado ao mundo, realizou-a. Quando o Filho retornou ao céu, o Espírito Santo foi enviado pelo Pai e pelo Filho para ser o Consolador e Ensinador.” Declaração de Fé das AD’s

1 João 4:8-12 Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. [...] Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho ... Nisto conhecemos que permanecemos nele, e ele, em nós: em que nos deu do seu Espírito...testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus.  

γενεα - genea; n. f. paternidade, nascimento, natividade; aquele que foi gerado, homens da mesma linhagem, família; os vários graus de descendentes naturais, os membros sucessivos de uma genealogia; metáf. grupo de pessoas muito semelhantes uns com os outros nos dons

Ele mostra que os meios de união por laços de Paternidade Divina com Deus são:

A paternidade é o papel da primeira pessoa da Trindade que opera por meio do Filho e por meio do Espírito Santo”.

(1)   Da parte de Cristo, sua obra expiatória (1João 1:7; 2:2; 3:5; 4:10,14; 5:11-12) e sua advocacia (1João 2:1); e

(2)  Da parte do Espírito Santo, seu Paracleto que é quem nos convence da necessidade desta filiação e que nos foi enviado pelo Pai a pedido do Filho (João 14:16-18); e sua (a qual chamo) dupla intercessão (Rm 8.26)

(3)  Da parte do homem, santidade (1João 1:6), obediência (1João 2:3), pureza (1João 3:3), fé (1João 3:23; 4:3; 5:5) e amor (1João 2:7-8; 3:14; 4:7; 5:1).

Confissão no sentido bíblico:

Evidentemente ao escrever estas linhas, abaixo, sobre confissão no contexto bíblico, estamos dando subsídio sobre o uso da confissão, mas a Confissão  Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus. - para fins de aceitação para alcançar a Paternidade Divina refere-se, claramente, a confissão de pecados com reconhecimento que somos pecadores e aceitamos a correção dos nossos pecados pelo Pai Celeste!

Perdão Judicial - O perdão judicial se refere ao perdão do castigo pelos pecados; o cristão o recebe quando confessa e crê que Senhor Jesus Cristo é o Único Salvador. É chamado de “judicial” porque é concedido por Deus em seu papel de Juiz. 

Então entenda a apresentação, - aqui neste trecho abaixo (e no subsídio) -, como confissão no sentido de reconhecer um erro, diante do próximo, diante da Igreja, etc. ...

Duas formas básicas: 

         - Confissão de fé (Mateus 10.32; Romanos 10.9-10; 1 Timóteo 6.12); 

- Confissão de pecado(s) (1 João 1.9; Tiago 5.16; Mateus 3.6; Atos 19.18). 

A confissão não tem por objetivo a exposição e humilhação do cristão arrependido. Muito pelo contrário, o objetivo é o auxílio através da oração e acompanhamento.

As dimensões da confissão de pecados - a confissão, com franqueza, deve acontecer diante de outras pessoas e de Deus:

a) A Deus apenas (Salmos 32.3-6; Salmos 51.4-8), algo que podemos ver claramente no caso de Davi no Salmo 32;

b) Uns aos outros (Tiago 5.16), que é a recomendação de Tiago à igreja, que confessassem os pecados uns aos outros;

Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” Salmos 32:5

d) À igreja inteira (1 Coríntios 5.3; 2 Coríntios 2.6). Seguindo a lógica dos autores, a confissão pode ser feita à igreja inteira quando há algo que se torna público ou que cause escândalo na congregação. Ou no caso dos presbíteros que, ao pecarem, devem ser repreendidos perante toda a congregação (1 Timóteo 5.20), “seu pecado deve ser declarado diante de todos (tornado público)”. É muito provável que a confissão também tenha que ser pública nesses casos, ou seja, feita diante de toda a igreja. Bruce K. Waltke e James M. Houston

Segundo John Goldingay, a confissão, com franqueza, deve acontecer diante de outras pessoas e de Deus.

Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus.” 1 João 3:9,10

Confessar em relação ao erro: não é reconhecer que errou, mas aceitar que Deus não se agrada do pecado e que ao confessarmos podemos ser aceitos como filhos pois aceitamos a correção de Deus como Nosso Pai, e que reconhecemos que pecamos. Por isto é importante - a confissão, com franqueza, deve acontecer diante de outras pessoas e de Deus

Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue; e estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?” Hebreus 12:4-7

Confessar” significa literalmente “dizer a mesma coisa”, ou seja, concordar com o que alguém está dizendo. O contexto deixa claro que confessar nossos pecados significa concordar com o diagnóstico de Deus sobre nós de que somos pecadores e que pecamos.

No capítulo 1, confessar e andar na luz por parte do homem, em conexão com o perdão e a purificação por parte de Deus, resultava em comunhão com Deus, com Cristo e com os santos da Igreja.

O verbo é “confessar” (homologei)

“Ao confessar, o crente toma posição, compromete sua vida, declara ser verdade o que crê, afirma sua lealdade completa e contesta toda afirmação falsa contra sua vida. A confissão de fé é o selo da fé e a coragem da fé”.

Se confessarmos combina com o versículo 7. O indivíduo hipotético nesse versículo reconhece o fato do princípio do pecado interior que produz atos pecaminosos e uma consciência culpada. Ele reage à luz de Deus revelada nele e reconhece as trevas que o controlam. Quando confessamos nossos pecados, aprendemos por experiência a verdadeira natureza de Deus.

A confissão nos leva a entender a verdadeira natureza de Deus:

“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo.” 1 João 3:1

FIEL - fiel à sua própria natureza.

JUSTO (dikaios, reto); em relação ao homem e seu pecado. Qualquer outro ser retalia a ação contra si, com ação de mesma intensidade ou até maior em poder ou força, mas Deus se mantem fiel e justo independente a nós agirmos contra Ele, pecando. As injustiças e falhas do homem não podem provocar Deus a ser injusto (quando entendemos e sua natureza divina e amorosa) em resposta à uma confissão genuína de pecados.

De tal forma, ainda, que em nós mesmo acharmos que não pecamos o faríamos ‘mentiroso’ é porque não confessamos os nossos pecados, mas apenas tivemos um pensamento de acharmos que o que fizemos não ofende a sua Santidade: ‘Se dissermos que não pecamos, nós o fazemos de mentiroso, e a palavra dele não está em nós’. 1 João1. 10 

διαμαρτυρομαι - diamarturomai; v. testificar; acusar seriamente, religiosamente; atestar, testificar a, afirmar solenemente - dar testemunho solene para alguém - confirmar algo pelo testemunho, testificar, fazê-lo crível.

“Quem encobre as suas transgressões não prospera, mas quem as confessa e as abandona alcança misericórdia” (Provérbios 28:13). 

Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”.  Tiago 5:16

A ação do Amor na Paternidade Divina:

A paternidade é advinda por ação do Amor do Pai, de Nosso Senhor Jesus, e por meio deste somos filhos de Deus.

1 João 4.16 — E nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor e quem está em amor está em Deus, e Deus, nele.

Ressalto: na epístola de João o termo Pai refere-se ao Deus Pai, mas a Paternidade Divina é adquirida através do Filho com base no Amor do Pai!

Só nos tornamos filhos de Deus, por causa do Amor.

υιος - huios; n. m. filho - filho do homem, usado por Cristo mesmo, para que pudesse expressar sua messianidade e também designar a si mesmo como o cabeça da família humana, o homem - Cristo parece ter preferido este a outros títulos messiânicos, porque pela sua discrição não encorajaria a expectativa de um Messias terrestre em esplendor digno de reis; filho de Deus; daqueles que Deus estima como filhos, que ele ama, protege e beneficia; aqueles cujo caráter Deus, como um pai amoroso, desenvolve através de correções (Hb. 12.5-8); aqueles que reverenciam a Deus como seu pai, os piedosos adoradores de Deus, aqueles que no caráter e na vida se parecem com Deus, aqueles que são governados pelo Espírito de Deus, que repousam a mesma tranquila e alegre confiança em Deus como os filhos depositam em seus pais (Rm 8.14; Gl 3.26), e no futuro na bem-aventurança da vida eterna vestirão publicamente esta dignidade da glória dos filhos de Deus.

Os cristãos são fruto do amor de Deus, enquanto a humanidade em geral é o resultado da atividade criativa de Deus. Mas, lógico é que o Amor atinge a toda Humanidade no momento do Eterno passado no qual o Pai expressou o seu Amor ao doar o Filho:

E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.” (1Jo 4.14).

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito” (João 3:16).

Nesta primeira epístola joanina, o termo, filhos de Deus aparece 4 vezes:

- a primeira, como efeito do amor do Pai (3, 1);

- a segunda, para afirmar nossa filiação como coisa segura e atual (3, 2);

- a terceira, distinguindo entre filhos de Deus e filhos do diabo (3, 10);

- e, finalmente, como objeto especial de nosso amor (5, 2). 

O efeito do Amor nos assegura a Paternidade Divina, e tal como é ela é segura e atual e nos distingue dos filhos do diabo e é imanente entre nós pelo amor que pelo Pai, através do Filho nos faz amar nossos irmãos como irmão da mesma Paternidade por este vínculo do Amor divino!

Nesse amor encontramos a verdadeira causa de união com Deus, do qual somos filhos.

O Amor: O grego ágape é traduzido por amor. αγαπαω, e não φιλεω, é a palavra usada do amor de Deus aos homens.

“Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” (1 Jo 4.9).

Não só fomos chamados filhos de Deus, mas nós o somos de fato. “A ponto de sermos chamados” (kai esmen) deveria ser acrescentado à versão King James, porque consta nos melhores e mais antigos manuscritos gregos.

εσμεν - esmen; v. primeira pessoa do plural do verbo “ser” ou “estar”; ‘E somos’ = kai esmen

A expressão "kai esmen" (grego: κα σμέν) vem do grego koiné (grego bíblico) e significa literalmente "e somos"

Kai (κα): Conjunção que significa "e", "também", "inclusive".

Esmen (σμέν): Verbo na primeira pessoa do plural (nós), indicativo presente do verbo eimi (ser/estar). Significa "nós somos" ou apenas "somos". 

1 João 3:1: "...que sejamos chamados filhos de Deus; e somos (κα σμέν) [de fato]". Aqui, a frase enfatiza uma realidade atual e não apenas uma possibilidade futura.

1 Coríntios 3:9: "...pois somos (σμέν) cooperadores de Deus..." (às vezes precedido por "kai").

Identidade: É usada em passagens paulinas (Romanos, Gálatas) para afirmar a identidade dos fiéis como "filhos de Deus" ou "herdeiros". 

Paulo também tratou o assunto sob esta doutrina da relação de Paternidade Divina.

Paulo empregou o termo “filhos” (yiós) em um sentido legal, usando a analogia da adoção em vez de geração. Para João, somos “filhos” (tekna) de Deus pelo novo nascimento e esse é o relacionamento mais íntimo.

τεκνον – teknon; menino, filho; filhos de uma cidade: seus cidadãos e habitantes.

τεκ νοτ ροφ εω teknotropheo; v. criar filhos

- filhos de Deus: No NT, nos escritos de Paulo, todos que são conduzidos pelo Espírito de Deus e assim estreitamente relacionados com Deus.

É este fato, ou seja, a revelação joanina e paulina sobre esta filiação Divina que nos faz filhos de Deus, que nos leva a entender a Paternidade Divina e que o Mundo desconhece e não compreende!

O efeito da paternidade nos ensina:

“A paternidade de Deus é revelada no envio do Filho e na concessão do Espírito, confirmando nossa filiação e aperfeiçoando-nos no amor.”

Fonte:

Quinta-feira Teológica: Confissão - Joshua M. Greever, PhD Universidade Grand Canyon

O ensino bíblico sobre a confissão de pecados - Jonas Junior Mendes

1 João 1 – Apologeta - Luan Lessa

Citações no corpo do texto

A Filiação Divina Dos Batizados; (1 JOÃO 3, 1-2); (Pe. Ignácio, dos padres escolápios)

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Site do autor do subsídio - http://estudandopalavra.blogspot.com/

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