A Paternidade Divina
Lição 4 CPAD - 25
de janeiro de 2026
Subsídio
pastor e professor Osvarela
Texto
“E vimos, e testificamos que o
Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.” (1Jo 4.14).
Prática
A paternidade de Deus é revelada
no envio do Filho e na concessão do Espírito, confirmando nossa filiação e
aperfeiçoando-nos no amor.
Visão doutrinária:
“A
paternidade é o papel da primeira pessoa da Trindade que opera por meio do
Filho e por meio do Espírito Santo”.
Leitura Bíblica - 1 João 4.13-16.
13 — Nisto
conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito,
14 — e
vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.
15 — Qualquer
que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus.
16 — E
nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor e quem está em
amor está em Deus, e Deus, nele.
A) Objetivos da Lição:
I) Compreender que a paternidade
de Deus é eterna e inseparável de sua natureza;
II) Reconhecer que confessar a
Cristo como Filho é evidência de filiação divina;
III) Aplicar os princípios do
amor do Pai como base para a vida cristã.
ομολογεω - homologeo;
v. dizer a mesma coisa que outro, i.e., concordar com, consentir; conceder - não
rejeitar, prometer- não negar – confessar – declarar; confessar, i.e., admitir
ou declarar-se culpado de uma acusação; professar, declarar abertamente, falar
livremente, professar a si mesmo o adorador de alguém, louvar, celebrar
ομολογια - homologia;
n. f. declaração - subjetivamente: o que professamos ser nosso; objectivamente:
declaração [confissão] i.e., o que alguém declara [confessa]
ομοφρων – homophron adj. de uma
mesma mente, concordante
συμφημι sumphemi; v.
consentir, confessar
εξομολογεω - exomologeo;
v. confessar; professar - reconhecer aberta e alegremente; para a honra de
alguém: celebrar, dar louvor a; prometer publicamente que farei algo, concordar,
comprometer-se com;
Introdução:
É importante notar, que na epístola
joanina, o autor, o Apóstolo João, usa a palavra Pai, para se referir a relação
filial na Trindade. Isto é claro e teológico.
Assim, o autor se refere a esta
relação: Deus O Pai e Jesus O Filho.
Mas, no texto de sua Revelação no
Evangelho, João descreve a feitura de filhos, filiação por Amor e
vontade de Deus, pelo poder da fé em Jesus O Filho, que nascem da vontade D’Ele
mesmo – Deus!
“Mas, a
todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de
Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram
do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.” João 1:12,13
Ali no Evangelho, contudo, o
autor, da epístola, trata a questão da Paternidade Divina para a relação de Deus
com os homens fazendo-os seus filhos, através da ação salvífica do Amor
derramado através da entrega de Jesus para salvar a Humanidade e com a ação do
Espírito Santo.
A Posição da Doutrina da
Paternidade Divina no Novo Testamento:
Uso no Novo Testamento: há um
reconhecimento verbal da grandiosidade de Deus (Mateus 11.25; Lucas 10.21;
Romanos 14.11; 15.9; Filipenses 2.11) ou dos nossos próprios pecados (Mateus
3.6; Marcos 1.5; At 19.18).
“Se, com
a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus
o ressuscitou dos mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a
justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação” (Rm 10.9,10).
O propósito do apóstolo (1João
1:1-4) é declarar a Palavra da Vida àqueles a quem ele escreve, a fim de que
possam estar unidos em comunhão com o Pai e seu Filho Jesus Cristo. E neste
ambiente celeste encontramos a união hipostática do Espirito Santo em ação como
garantia, tal como penhor, da paternidade que alcançamos junto ao Pai.
“O Pai
proclamou as palavras criadoras, e o Filho executou-as. O Pai planejou a
redenção, e o Filho, ao ser enviado ao mundo, realizou-a. Quando o Filho
retornou ao céu, o Espírito Santo foi enviado pelo Pai e pelo Filho para ser o
Consolador e Ensinador.” Declaração de Fé das AD’s
1 João
4:8-12 Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.
[...] Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que
ele nos amou e enviou o seu Filho ... Nisto conhecemos que permanecemos
nele, e ele, em nós: em que nos deu do seu Espírito...testemunhamos
que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. Aquele que confessar
que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus.
γενεα - genea; n. f.
paternidade, nascimento, natividade; aquele que foi gerado, homens da mesma
linhagem, família; os vários graus de descendentes naturais, os membros
sucessivos de uma genealogia; metáf. grupo de pessoas muito semelhantes uns com
os outros nos dons
Ele mostra que os meios de união por
laços de Paternidade Divina com Deus são:
“A
paternidade é o papel da primeira pessoa da Trindade que opera por meio do
Filho e por meio do Espírito Santo”.
(1)
Da parte de Cristo, sua obra expiatória (1João
1:7; 2:2; 3:5; 4:10,14; 5:11-12) e sua advocacia (1João
2:1); e
(2)
Da parte do Espírito Santo, seu Paracleto que é quem
nos convence da necessidade desta filiação e que nos foi enviado pelo Pai a
pedido do Filho (João 14:16-18); e sua (a qual chamo) dupla intercessão (Rm
8.26)
(3) Da parte
do homem, santidade (1João 1:6), obediência (1João 2:3), pureza (1João 3:3), fé
(1João 3:23; 4:3; 5:5) e amor (1João
2:7-8; 3:14; 4:7; 5:1).
Confissão no sentido bíblico:
Evidentemente ao escrever estas
linhas, abaixo, sobre confissão no contexto bíblico, estamos dando subsídio
sobre o uso da confissão, mas a Confissão — Qualquer que
confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus.
- para fins de aceitação para alcançar a Paternidade Divina
refere-se, claramente, a confissão de pecados com reconhecimento que somos
pecadores e aceitamos a correção dos nossos pecados pelo Pai Celeste!
Perdão Judicial - O
perdão judicial se refere ao perdão do castigo pelos pecados; o cristão o
recebe quando confessa e crê que Senhor Jesus Cristo é o Único Salvador. É
chamado de “judicial” porque é concedido por Deus em seu papel de Juiz.
Então entenda a
apresentação, - aqui neste trecho abaixo (e no subsídio) -, como confissão no
sentido de reconhecer um erro, diante do próximo, diante da Igreja, etc. ...
Duas formas básicas:
-
Confissão de fé (Mateus 10.32; Romanos 10.9-10; 1 Timóteo 6.12);
-
Confissão de pecado(s) (1 João 1.9; Tiago 5.16; Mateus 3.6; Atos 19.18).
A confissão não tem por objetivo
a exposição e humilhação do cristão arrependido. Muito pelo contrário, o
objetivo é o auxílio através da oração e acompanhamento.
As dimensões da confissão de
pecados - a confissão, com franqueza, deve acontecer diante de outras pessoas e
de Deus:
a) A Deus
apenas (Salmos 32.3-6; Salmos 51.4-8), algo que podemos ver claramente no caso
de Davi no Salmo 32;
b) Uns aos outros (Tiago
5.16), que é a recomendação de Tiago à igreja, que confessassem os pecados uns
aos outros;
“Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei.
Disse: confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a
iniquidade do meu pecado.” Salmos 32:5
d) À igreja inteira (1 Coríntios
5.3; 2 Coríntios 2.6). Seguindo a lógica dos autores, a confissão pode ser
feita à igreja inteira quando há algo que se torna público ou que cause
escândalo na congregação. Ou no caso dos presbíteros que, ao pecarem, devem ser
repreendidos perante toda a congregação (1 Timóteo 5.20), “seu pecado deve ser
declarado diante de todos (tornado público)”. É muito provável que a confissão
também tenha que ser pública nesses casos, ou seja, feita diante de toda a
igreja. Bruce K. Waltke e James M. Houston
Segundo John Goldingay, a
confissão, com franqueza, deve acontecer diante de outras pessoas e de Deus.
“Todo
aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que
permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é
nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus.” 1 João 3:9,10
Confessar em relação ao erro: não é
reconhecer que errou, mas aceitar que Deus não se agrada do pecado e que ao
confessarmos podemos ser aceitos como filhos pois aceitamos a correção de Deus
como Nosso Pai, e que reconhecemos que pecamos. Por isto é importante - a
confissão, com franqueza, deve acontecer diante de outras pessoas e de Deus
“Ora,
na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue; e
estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho
meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele
és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem
recebe. É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois
que filho há que o pai não corrige?” Hebreus 12:4-7
“Confessar” significa
literalmente “dizer a mesma coisa”, ou seja, concordar com o que alguém está
dizendo. O contexto deixa claro que confessar nossos pecados significa
concordar com o diagnóstico de Deus sobre nós de que somos pecadores e que
pecamos.
No capítulo 1, confessar e
andar na luz por parte do homem, em conexão com o perdão e a purificação
por parte de Deus, resultava em comunhão com Deus, com Cristo e com os santos
da Igreja.
O verbo é “confessar” (homologei)
“Ao confessar, o crente
toma posição, compromete sua vida, declara ser verdade o que crê, afirma sua
lealdade completa e contesta toda afirmação falsa contra sua vida. A confissão
de fé é o selo da fé e a coragem da fé”.
Se confessarmos combina
com o versículo 7. O indivíduo hipotético nesse versículo reconhece o fato do
princípio do pecado interior que produz atos pecaminosos e uma consciência
culpada. Ele reage à luz de Deus revelada nele e reconhece as trevas que o controlam.
Quando confessamos nossos pecados, aprendemos por experiência a verdadeira
natureza de Deus.
A confissão nos leva a entender a
verdadeira natureza de Deus:
“Vede que grande amor nos tem
concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de
fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece,
porquanto não o conheceu a ele mesmo.” 1 João 3:1
FIEL - fiel à
sua própria natureza.
JUSTO (dikaios,
reto); em
relação ao homem e seu pecado. Qualquer outro ser retalia a ação contra si, com
ação de mesma intensidade ou até maior em poder ou força, mas Deus se mantem
fiel e justo independente a nós agirmos contra Ele, pecando. As
injustiças e falhas do homem não podem provocar Deus a ser injusto (quando
entendemos e sua natureza divina e amorosa) em resposta à uma confissão genuína
de pecados.
De tal
forma, ainda, que em nós mesmo acharmos que não pecamos o faríamos ‘mentiroso’
é porque não confessamos os nossos pecados, mas apenas tivemos um pensamento de
acharmos que o que fizemos não ofende a sua Santidade: ‘Se dissermos que não
pecamos, nós o fazemos de mentiroso, e a palavra dele não está em nós’.
1 João1. 10
διαμαρτυρομαι - diamarturomai;
v. testificar; acusar seriamente, religiosamente; atestar, testificar a,
afirmar solenemente - dar testemunho solene para alguém - confirmar algo pelo
testemunho, testificar, fazê-lo crível.
“Quem encobre as suas
transgressões não prospera, mas quem as confessa e as abandona alcança
misericórdia” (Provérbios 28:13).
“Confessai, pois, os
vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados.
Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”. Tiago 5:16
A ação do Amor na Paternidade
Divina:
A paternidade é advinda por ação
do Amor do Pai, de Nosso Senhor Jesus, e por meio deste somos filhos de Deus.
1 João 4.16 — E
nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor e quem está em
amor está em Deus, e Deus, nele.
Ressalto: na
epístola de João o termo Pai refere-se ao Deus Pai, mas a Paternidade Divina é
adquirida através do Filho com base no Amor do Pai!
Só nos tornamos filhos de Deus,
por causa do Amor.
υιος - huios; n. m.
filho - filho do homem, usado por Cristo mesmo, para que pudesse
expressar sua messianidade e também designar a si mesmo como o cabeça da
família humana, o homem - Cristo parece ter preferido este a outros títulos
messiânicos, porque pela sua discrição não encorajaria a expectativa de um
Messias terrestre em esplendor digno de reis; filho de Deus; daqueles que
Deus estima como filhos, que ele ama, protege e beneficia; aqueles cujo caráter
Deus, como um pai amoroso, desenvolve através de correções (Hb. 12.5-8); aqueles
que reverenciam a Deus como seu pai, os piedosos adoradores de Deus, aqueles
que no caráter e na vida se parecem com Deus, aqueles que são governados
pelo Espírito de Deus, que repousam a mesma tranquila e alegre confiança
em Deus como os filhos depositam em seus pais (Rm 8.14; Gl 3.26), e no
futuro na bem-aventurança da vida eterna vestirão publicamente esta dignidade
da glória dos filhos de Deus.
Os cristãos são fruto do amor de
Deus, enquanto a humanidade em geral é o resultado da atividade criativa de
Deus. Mas, lógico é que o Amor atinge a toda Humanidade no momento do Eterno
passado no qual o Pai expressou o seu Amor ao doar o Filho:
“E
vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.” (1Jo
4.14).
“Porque Deus
amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito” (João 3:16).
Nesta primeira epístola joanina, o
termo, filhos de Deus aparece 4 vezes:
- a primeira, como efeito do amor
do Pai (3, 1);
- a segunda, para afirmar nossa
filiação como coisa segura e atual (3, 2);
- a terceira, distinguindo entre
filhos de Deus e filhos do diabo (3, 10);
- e, finalmente, como objeto
especial de nosso amor (5, 2).
O efeito do Amor nos assegura a
Paternidade Divina, e tal como é ela é segura e atual e nos distingue dos
filhos do diabo e é imanente entre nós pelo amor que pelo Pai, através do Filho
nos faz amar nossos irmãos como irmão da mesma Paternidade por este vínculo do
Amor divino!
Nesse amor encontramos a
verdadeira causa de união com Deus, do qual somos filhos.
O Amor: O
grego ágape é traduzido por amor. αγαπαω, e não φιλεω, é a palavra usada do
amor de Deus aos homens.
“Nisto se manifestou o amor de
Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por
ele vivamos” (1 Jo 4.9).
Não só fomos chamados filhos
de Deus, mas nós o somos de fato. “A ponto de sermos chamados” (kai
esmen) deveria ser acrescentado à versão King James, porque consta nos
melhores e mais antigos manuscritos gregos.
εσμεν - esmen; v.
primeira pessoa do plural do verbo “ser” ou “estar”; ‘E somos’ = kai esmen
A expressão "kai
esmen" (grego: καὶ ἐσμέν) vem do
grego koiné (grego bíblico) e significa literalmente "e
somos".
Kai (καὶ): Conjunção
que significa "e", "também", "inclusive".
Esmen (ἐσμέν): Verbo
na primeira pessoa do plural (nós), indicativo presente do verbo eimi (ser/estar).
Significa "nós somos" ou apenas "somos".
1 João 3:1: "...que sejamos
chamados filhos de Deus; e somos (καὶ ἐσμέν) [de fato]". Aqui, a frase enfatiza uma
realidade atual e não apenas uma possibilidade futura.
1 Coríntios 3:9: "...pois somos (ἐσμέν) cooperadores de Deus..." (às vezes precedido por "kai").
Identidade: É usada em passagens
paulinas (Romanos, Gálatas) para afirmar a identidade dos fiéis como
"filhos de Deus" ou "herdeiros".
Paulo também tratou o assunto sob
esta doutrina da relação de Paternidade Divina.
Paulo empregou o termo “filhos” (yiós)
em um sentido legal, usando a analogia da adoção em vez de geração. Para João,
somos “filhos” (tekna) de Deus pelo novo nascimento e esse é o
relacionamento mais íntimo.
τεκνον – teknon; menino,
filho; filhos de uma cidade: seus cidadãos e
habitantes.
τεκ νοτ ροφ εω teknotropheo;
v. criar filhos
- filhos de Deus: No NT, nos
escritos de Paulo, todos que são conduzidos pelo Espírito de Deus e assim estreitamente
relacionados com Deus.
É este fato, ou seja, a revelação
joanina e paulina sobre esta filiação Divina que nos faz filhos de Deus, que
nos leva a entender a Paternidade Divina e que o Mundo desconhece e não
compreende!
O efeito da paternidade nos
ensina:
“A paternidade de Deus é revelada
no envio do Filho e na concessão do Espírito, confirmando nossa filiação e
aperfeiçoando-nos no amor.”
Fonte:
Quinta-feira
Teológica: Confissão - Joshua M. Greever, PhD Universidade Grand Canyon
O ensino bíblico sobre a
confissão de pecados - Jonas Junior Mendes
1 João 1 – Apologeta - Luan
Lessa
Citações no corpo do texto
A Filiação Divina Dos Batizados;
(1 JOÃO 3, 1-2); (Pe. Ignácio, dos padres escolápios)
Estudantes da Bíblia
Lições CPAD – 1º Trimestre 2026
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Atualizada - Copyright 1993 SBB - Sociedade Bíblica do Brasil.



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