Domingo, Julho 12

Harry Potter
Uma encenação ou realidade?
as figuras são delicadas e atraentes...
A saga Harry Potter em filmes tem sido um atrativo fatal para adolescentes, crianças e também, para os pais, que pensam que estão diante de uma simples fita de ficção ou fábula.
Nesta reportagem publicada no DGABC, na seção Na cola de Harry Potter, jornal da região do Grande ABC em São Paulo – Brasil, você constatará que o filme não só influencia, como está levando, muitas crianças, à pratica da bruxaria, tendo em vista, que incentiva com aplicação real, de itens usados na bruxaria, e que as cenas se baseiam, em uso e costumes desta linha da magia; além de uso de objetos usados nas práticas da bruxaria verdadeira.O encanto , a boa filmagem, as cenas estupendas, os efeitos especiais, servem como um atrativo, que leva os "fãs" a verdadeira adoração do "bruxinho" e seus amiguinhos, já não tanto pequeninos...
A Coluna em tela é publicada, no caderno Diarinho, que é muito utilizado nas escolas infantis, como fonte de consulta, pois seu conteúdo é muito didático na área do ensino infantil.
Esta reportagem, muito bem feita é esclarecedora [sem avaliar valor intrínseco; acaba sendo reveladora, do que há por trás de Harry Potter] , deixa claro, que Harry Potter, a muito tempo, deixou de ser uma figura da ficção e passou a integrar o imaginário e a vida das crianças.
Leia o depoimento de uma menina que aos 12 anos se envolveu com bruxaria e passou a praticá-la com aulas de ocultismo, em estabelecimento, muito conhecido na região, a casa da bruxa.
Da mesma forma um menino de 12 anos quer se aprofundar nas práticas ocultistas.
Aliás, algumas pessoas que desenvolvem e fazem propaganda da bruxaria são pessoas sem nenhum tipo de aspecto repugnante, embora, isto seja uma ilusão criada pelo próprio cinema [ser feia e nariguda, com um sorriso estridente], as bruxas ou bruxos atuais são pessoas de aparência singela.
Atenção Pais!
Leiam o artigo também para seus filhos.

O Apóstolo Paulo nos adverte:
Gl. 5. 19-21.
Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus.
Bruxos de verdade
Juliana Ravelli-Do Diário do Grande ABC
Vontade de voar numa vassoura para jogar quadribol e preparar poções mágicas não faltam ao assistir aos longas da série Harry Potter. Mas, afinal, aquilo tudo é pura ficção ou tem algo de verdade?
Newton Godoy, mago da Casa de Bruxa, em Santo André, explica que os filmes são superproduções, porém, muito do que apresentam é baseado em costumes e objetos que existem na bruxaria de verdade.
A varinha, por exemplo, é importante instrumento para quem segue a tradição pagã - criada há milhares de anos, muito antes de Cristo. "É a continuação do nosso braço, pois a magia está dentro da gente", afirma.
O caldeirão, utilizado pelos alunos de Hogwarts, também é instrumento dos bruxos de verdade, nos rituais e preparo de poções. Na vida real, a vassoura não ajuda a voar, mas é importante objeto. Simboliza a limpeza das energias negativas do universo.
Vida real - Em geral, quem segue a bruxaria tem grande afinidade com a natureza e se beneficia dela. Estuda como fazer remédios naturais com ervas, usa cristais para resolver problemas e consulta as cartas de tarô, os astros, entre outros, para ajudar outras pessoas e a si mesmo.
Os bruxos são politeístas, ou seja, acreditam em vários deuses.
Também fazem rituais para cultuar a Lua e o Sol, comemoram os solstícios e equinócios (que determinam as mudanças das estações do ano) e o Samhain (o Halloween).
Vale lembrar que magia é bem diferente de mágica. A primeira é a manipulação de energias naturais, feita pelas bruxas e magos (como também são chamados os homens). A segunda está ligada à arte do ilusionismo, realizada por mágicos, que fazem truques.
Bruxinha - Letícia Lopes Lourenço, 12 anos, já fez curso de bruxaria natural e agora frequenta com a mãe as aulas de ocultismo na Casa de Bruxa. "Gosto de saber como podemos entender os astros para utilizar sua força no dia a dia", diz. Curte tanto que, em outubro, participará de um ritual que a iniciará como aprendiz. Diz que, quando crescer, quer ser bruxa de verdade.
A maioria das amigas não compreende essa vontade. Segundo Letícia, isso acontece porque as pessoas ainda têm muito preconceito em relação a quem segue a bruxaria. Mas no passado foi pior.
Fã de Harry curte magia
Nem todos que são fascinados pelo mundo da magia seguem seus princípios. Há muitos que apenas admiram suas histórias, mas preferem as mágicas, como Gabriel Pirroncelli Batista dos Santos, 12 anos, de Mauá, que quer se aprofundar nas técnicas do ilusionismo e até prepara uma apresentação para agosto.
Superfã do bruxinho mais famoso do universo, Gabriel assistiu à pré-estreia de Harry Potter e o Enigma do Príncipe, a convite do D+. "É o mais triste de todos até agora, bem fiel ao livro. As lutas são muito bem-feitas. A cada filme melhoram os efeitos especiais", garante. O garoto é dono de uma gigantesca coleção de objetos relacionados à saga do bruxo inglês.
Começou a juntá-los quando o primeiro longa foi lançado, em 2001. Tinha 4 anos e era a mãe que lia as histórias.
O único problema, segundo Gabriel, não está ligado aos efeitos da superprodução. Com a exibição de o Enigma do Príncipe, a série fica mais próxima do fim. "O que me irrita é que o sétimo será lançado em duas pertes. Vou ficar triste quando acabar de vez." Leia mais...

Sábado, Julho 11

CURIOSIDADES:

CAPAROT - Yom Kipur
RITUAL JUDAICO NAS RUAS DO BROOKLYN.
Expiação dos pecados com frangos.Ritual judaico.
Salmos 51.17. O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.

Eu transcrevo algumas informações da cultura hebraica para você entender o sentido desta data e dos festejos que a antecedem
, sem nenhum sentido ou juízo de valor do ritual, pois há uma vantagem dada aos judeus:"à eles foram dados os oráculos divinos", diz o Apóstolo Paulo, hebreu de hebreus.
Creio que é algo aparentemente inusitado,
para nós, como o foi para o jornalista, que somos cristãos, e aceitamos a Jesus Cristo, mas algo solene para os judeus.
É com respeito que escrevo esta notícia, pela curiosidade e conhecimento pelas práticas e rituais judaicos, que são preservados, em nossos dias, embora não possa deixar de citar, o que a Palavra de Deus, nos informa sobre
sacrifício e Salvação, mas esta, é uma peculiaridade à ser respeitada por todos , pois é motivo de crença pelos que a praticam.
Como em Hb.9.10-14. no tocante a comidas, e bebidas, e várias abluções, umas ordenanças da carne, impostas até um tempo de reforma. Mas Cristo...vindo como sumo sacerdote dos bens já realizados, por meio do maior e mais perfeito tabernáculo (não feito por mãos, isto é, não desta criação), e não pelo sangue de bodes e novilhos, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, havendo obtido uma eterna redenção. Porque, se a aspersão do sangue de bodes e de touros, e das cinzas duma novilha santifica os contaminados, quanto à purificação da carne, quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo?
É um ritual interessante de assistir, pelo vídeo, abaixo.
Trata-se de um ritual que dura todo o dia, com o uso de frangos, ou galinhas, que são movidos sobre a cabeça do ofertante e depos são entregues as rabinos e são mortos para um grande jantar a base da carne destas aves.

Para serem comidas são mortos com todo o ritual da comida kasher, sacrificados da forma indicada pela tanach.
A idéia é dar a carne para os pobres após as oferendas, pode ser substituído com ofertas em dinheiro.
Lembro que estou citando alguns textos bíblicos, para lembrar, que o sacrifício pela remissão e ação expiatória do homem, perante Deus, já foi plenamente realizado por Jesus Cristo na cruz do Calvário, como cremos.

Hb.10.-10. Porque a lei, tendo a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas Sacrifício e oferta não quiseste, mas um corpo me preparaste; não te deleitaste em holocaustos e oblações pelo pecado. Então eu disse: Eis-me aqui (, não pode nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem de ano em ano, aperfeiçoar os que se chegam a Deus. D’outra maneira, não teriam deixado de ser oferecidos? Pois, tendo sido uma vez purificados os que prestavam o culto, nunca mais teriam consciência de pecado. Mas nesses sacrifícios cada ano se faz recordação dos pecados, porque é impossível que o sangue de touros e de bodes tire pecados. Pelo que, entrando no mundo, diz:no rol do livro está escrito de mim) para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tendo dito acima: Sacrifício e ofertas e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem neles te deleitaste (os quais se oferecem segundo a lei); agora disse: Eis-me aqui para fazer a tua vontade. Ele tira o primeiro, para estabelecer o segundo. É nessa vontade dele que temos sido santificados pela oferta do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez para sempre.
Esta passagem do Velho Testamento ou Torah está em consonância com um dos mais belos livros desta parte da Bíblia Sagrada, o Livro de Salmos, que diz:Sl.40.6. Sacrifício e oferta não desejas; abriste-me os ouvidos; holocausto e oferta de [expiação] pelo pecado não reclamaste.
A Bíblia diz “veio para os que eram seus, mas os seus não o receberam”.

Talvez você possa entender um pouco o que Jesus quis dizer:”Quantas vezes eu quis abrigar vocês como a galinha abriga seus pintainhos”.Será?
Só uma forma de ser menos crítico e mais bem-humorado!
A véspera de Yom Kipur inicia com o antigo costume de Caparot, que é realizado antes do raiar do dia. Um homem ou menino pega um galo, uma mulher ou menina, uma galinha, segura na mão, recitando a prece Benê Adam, girando a ave nove vezes sobre a cabeça.
A prece continua: "Seja esta a minha expiação..." Isto é feito com o intuito de evocar um arrependimento sincero, para que não tenhamos destino semelhante ao da ave, graças à misericórdia de D'us que nos perdoa após o arrependimento verdadeiro. O valor correspondente ao da ave é doado aos pobres.
Este costume pode também ser feito com dinheiro.
O repórter do NY Times Corey Kilfannon mostra um evento inusitado nas ruas do Brooklyn, em Nova York. Pessoas de todas as idades estiveram presentes.
O ritual, é na verdade chamado de `Caparot´, um costume praticado pelos judeus ortodoxos antes do `Yom Kippur´, no qual os pecados são simbolicamente transferidos para o corpo de um frango.
Normalmente, passa-se a galinha três vezes sobre a cabeça de quem será `purificado´, recita-se uma bênção e o bicho é abatido imediatamente depois.
A prática pode ser substituída pela caridade, podendo-se ainda doar o valor de uma galinha em dinheiro para ajudar os pobres.
Aliás, a prática do Caparot é condenada com rigor por organizações de direitos dos animais.
YOM KIPUR É O DIA DA EXPIAÇÃO.

Após o pecado do bezerro de ouro, Moshê (Moisés) rezou e, no dia dez do mês hebraico de Tishrei, Deus concedeu pleno perdão ao povo judeu.
Yom Kipur é o Dia da Expiação, sobre o qual declara a Torá: "No décimo dia do sétimo mês afligirás tua alma e não trabalharás, pois neste dia, a expiação será feita para te purificar; perante Deus serás purificado de todos teus pecados."
Primeiro de Tishrei: aniversário do mundo.
O mês de Tishrei é o sétimo no calendário judaico. Isso pode parecer estranho, pois Rosh Hashaná, o Novo Ano, é no primeiro e segundo dia de Tishrei.
A razão é que a Torá fez o mês de Nissan o primeiro do ano, para enfatizar a importância histórica da libertação do Egito, que aconteceu no décimo quinto dia daquele mês, e que assinalou o nascimento de nossa nação.
Entretanto, de acordo com a tradição, o mundo foi criado em Tishrei, ou mais exatamente, Adam (Adão) e Chava (Eva) foram criados no primeiro dia de Tishrei, que foi o sexto dia da Criação, e é a partir deste mês que o ciclo anual se inicia.
Por isso, Rosh Hashaná é celebrado nesta época.
Esclarecendo a natureza de Yom Kipur, o Rambam [Moses Maimonides - significando Moisés filho de Maimon.]escreve: "É o dia de arrependimento para todos, para o indivíduo e para a comunidade; é o tempo do perdão para Israel. Por isso todos são obrigados a se arrepender e a confessar os erros em Yom Kipur."
Ex.32.3-5. Então todo o povo, tirando os pendentes de ouro que estavam nas suas orelhas, os trouxe a Arão; ele os recebeu de suas mãos, e com um buril deu forma ao ouro, e dele fez um bezerro de fundição. Então eles exclamaram: Eis aqui, ó Israel, o teu deus, que te tirou da terra do Egito. E Arão, vendo isto, edificou um altar diante do bezerro e, fazendo uma proclamação, disse: Amanhã haverá festa ao Senhor.
Ex.32.30-35. No dia seguinte disse Moisés ao povo Vós tendes cometido grande pecado; agora, porém subirei ao Senhor; porventura farei expiação por vosso pecado. Assim tornou Moisés ao Senhor, e disse: Oh! este povo cometeu um grande pecado, fazendo para si um deus de ouro. Agora, pois, perdoa o seu pecado; ou se não, risca-me do teu livro, que tens escrito. Então disse o Senhor a Moisés: Aquele que tiver pecado contra mim, a este riscarei do meu livro. Vai, pois agora, conduze este povo para o lugar de que te hei dito; eis que o meu anjo irá adiante de ti; porém no dia da minha visitação, sobre eles visitarei o seu pecado. Feriu, pois, o Senhor ao povo, por ter feito o bezerro que Arão formara.
De toda esta história nasceu uma reportagem sobre este ritual, que é realizado em plenas ruas do Brooklin, na charmosa, frenética, cosmoplita e mais judaica cidade do Mundo: Nova York[New York City] escrita e documentada, pelo repórter do NY Times Corey Kilfannon.
VÍDEO:



Preces e jejum
Minchá, a oração da tarde, é realizada mais cedo e recitada com espírito de humildade e arrependimento e, na Amidá (reza silenciosa) dizemos o Al Chet (uma confissão dos pecados que possamos ter cometido, consciente ou inconscientemente, no decorrer do ano).
Na véspera de Yom Kipur, é uma mitsvá, preceito, fazer duas refeições, uma no almoço e outra à tarde.
Bênção dos Filhos
É realizado o tradicional costume do pai abençoar seus filhos, antes de irem à sinagoga. O pai põe as mãos sobre a cabeça de cada criança, uma por vez, e lhe dá uma bênção.
mel utilizado nas refeições.
Para meninos:
Yesimechá Elo-hik Ke- efraim ve chi-Menashe:
Para meninas:
Yesimechá Elo-him Ke-Sara, Rivka, Rachel vel- Lea:Vaydaber Adonai el Moshê lemor: Daber el Aharon veel banav lemor: “Cotevarechu et Benê Yisrael, amor lahêm: ‘Yevarechechá Adonai, veyishmerêcha. Yaer Adonai panav elêcha,vichunêca. Yissá Adonai panav elêcha, veyassêm lechá shalom.’ Vessamu et shemi al Benê Yisrael, va’Ani avarechêm.”
Tradução:
Deus falou a Moshê, dizendo: Fala a Aharon e a seus filhos, dizendo:“Assim abençoareis os Filhos de Israel’, dizendo-lhes: ‘Adonai te abençoe e te guarde. Faça Adonai resplandecer Sua face sobre ti e te agracie. Dirija Adonai Sua face sobre Ti e te dê paz.’ Eles colocarão Meu nome sobre os Filhos de Israel; e Eu os abençoarei.” Números 6.23-27
Texto em hebraico, para Caparot -
(Transliterado e traduzido)
Véspera de Yom Kipur
BENÊ ADÁM YOSHEVÊ CHÔSHECH VETSALMÁVET, ASSIRÊ ÔNI UVARZÊL.
YOTSIÊM MECHÔSHECH VETSALMÁVET, UMOSROTEHÊM YENATÊC. EVILÍM MIDÊRECH PISH’AM, UMEAVONOTEHÊM YIT’ÁNU. COL ÔCHEL TETAÊV NAFSHÁM, VAYAGUÍU AD SHAARÊ MÁVET. VAYIZ’AKÚ EL A-DO-NAI BATSÁR LAHÊM, MIMETSUCOTEHÊM YOSHIÊM, YISHLÁCH DEVARÔ VEYIRPAÊM, VIMALÊT MISHECHITOTÁM. YODÚ LA-DO-NAI CHASDÔ, VENIFLEOTÁV LIVNÊ ADÁM. IM YÊSH ALÁV MAL’ÁCH MELÍTS ECHÁD MINÍ ÁLEF, LEHAGUÍD LEADÁM YOSHRÔ. VAYCHUNÊNU, VAYÔMER; PEDAÊHU MERÊDET SHÁCHAT, MATSÁTI CHÔFER.
Filhos do homem, que moram na escuridão e à sombra da morte, presos pela miséria e por cadeias de ferro – Ele os tirará da escuridão e da sombra da morte e quebrará seus grilhões. Pecadores insensatos, afligidos por causa de seus caminhos pecaminosos e suas iniqüidades; sua alma abomina todo alimento e eles chegam aos portões da morte – clamam ao Eterno em sua angústia; Ele os salva de suas aflições.
Envia Sua palavra e os cura; Ele os salva de seus túmulos. Salmos 107
Agradeçam ao Eterno por Sua bondade, e [proclamem] Suas maravilhas para com os filhos do homem.
Se há para um homem [pelo menos] um anjo intercessor dentre mil [acusadores], para falar de sua retidão em seu favor, então Ele lhe será gracioso e dirá: Salva-o de descer para o túmulo; Eu achei expiação [para ele].
Gire a ave ao pronunciar as palavras "CHALIFATÍ" (minha permuta), "TEMURATÍ" (meu substituto), "CAPARATÍ" (minha expiação):
Homem:
ZÊ CHALIFATÍ, ZÊ TEMURATÍ, ZÊ CAPARATÍ. ZÊ HATARNEGÔL YELÊCH LEMITÁ (quando feito com dinheiro substitua as palavras sublinhadas por: ZÊ HAKESSÊF YELÊCH LITSDACÁ), VAANÍ ELÊCH LECHAYÍM TOVÍM ARUCHÍM ULSHALÔM.
Esta é minha permuta, este é meu substituto, esta é minha expiação. Este galo irá para a morte (quando feito com dinheiro substitua as palavras anteriores por: "este dinheiro será doado à caridade") e eu irei para uma boa e longa vida e para a paz.
Mulher:
ZÔT CHALIFATÍ, ZÔT TEMURATÍ, ZÔT CAPARATÍ. ZÔT HATARNEGÔLET TELÊCH LEMITÁ (quando feito com dinheiro substitua as palavras sublinhadas por: ZÊ HAKESSÊF YELÊCH LITSDACÁ), VAANÍ ELÊCH LECHAYÍM TOVÍM ARUCHÍM ULSHALÔM.
Mulher grávida:
Faz caparot com um galo e duas galinhas e recita o texto no plural: ÊLU CHALIFATÊNU, ÊLU TEMURA-TÊNU, ÊLU CAPARATÊNU. ÊLU HATARNEGÔLÍM YELECHÚ LEMITÁ (quando feito com dinheiro substitua as palavras sublinhadas por: ZÊ HAKESSÊF YELÊCH LITSDACÁ), VAANÁCHNU NELÊCH LECHAYÍM TOVÍM ARUCHÍM ULSHALÔM.
Esta é minha permuta, este é meu substituto, esta é minha expiação. Esta galinha irá para a morte (quando feito com dinheiro substitua as palavras anteriores por: "este dinheiro será doado à caridade") e eu irei para uma boa e longa vida e para a paz.
Estas são minhas permutas, estes são meus substitutos, estas são minhas expiações. Estas aves irão para a morte (quando feito com dinheiro substitua as palavras anteriores por: "este dinheiro será doado à caridade") e nós iremos para uma boa e longa vida e para a paz.
Estes textos devem ser repetidos três vezes, girando a ave (ou o dinheiro) um total de nove vezes sobre a cabeça.
Do Ig e outras fontes.
Chabad org
Wikipédia

Quinta-feira, Julho 9

Lição 02 – 3º Trimestre - JESUS, O FILHO ETERNO DE DEUS. Autor: Osvarela

JESUS, O FILHO ETERNO DE DEUS.

Lição 02 – 3º Trimestre – Autor: Osvarela

Site: http://estudandopalavra.blogspot.com

Texto Áureo:

João 1.1. No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus.

Leitura Bíblica em Classe:

I João 1.1-4. O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, a respeito do Verbo da vida (pois a vida foi manifestada, e nós a temos visto, e dela testificamos, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e a nós foi manifestada); sim, o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que vós também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo. Estas coisas vos escrevemos, para que o nosso gozo seja completo.

João 1.1-4. No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens;

Cl. 1.16,17. Porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas;

Texto Para Meditação:

Cl.1.12-15. Dando graças ao Pai que vos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz, e que nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do seu Filho amado; em quem temos a redenção, a saber, a remissão dos pecados; o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação;

PALAVRA-CHAVE:

PRINCÍPIO.

Arché - É aquilo, donde de algum modo, uma coisa procede quanto ao ser, ao acontecer ou ao conhecer.

Esta palavra denota a eternidade.

Primeiros princípios são os que, em sua ordem, não procedem de outro princípio.

A importância metafísica dos princípios do ser provém de que só Deus é absolutamente simples, ao passo que todo finito se compõe de princípios parciais.

Desta primeira definição destacamos então:

Deus como o princípio de tudo;

Ele é o Alfa e o Omega, como Jesus Cristo, afirmou:

Ap. 1.8,17. Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso...eu sou o primeiro e o último.

Deus com o Filho, como nos revela o Apóstolo São João pré-existiam no Deus Uno e indivisível, as Triuno, desde o Eterno Passado.

Os Filósofos tiveram que se render a este significado do Princípio:

Desde os pré-socráticos, o Termo Princípio significou “princípio de todas as coisas” ou ”aquilo de que derivam todas as outras coisas”.

A este sentido deve acrescentar-se outro que também teve larga tradição; em vez de mostrar uma realidade e dizer dela que é o princípio de todas as coisas, pode propor-se uma razão pela qual todas as coisas são o que são.

Então o princípio não é o nome de nenhuma realidade, mas descreve o caráter de determinada proposição que “dá razão de”.

Trata-se do princípio eterno, como uma demonstração de Deus para a Humanidade sobre sua existência sem fim, talvez possa parecer contraditório, com a palavra, Eterno, mas é uma forma de dar entendimento ao pensamento finito do homem, sobre o quanto somos incapazes de entender, o que é a Eternidade, de tal forma, que precisamos, sempre, buscar no nosso pensamento a infinitude, que só Deus, e a pessoa do Seu Filho possuem [obviamente estamos falando do Deus Triuno, incluindo a figura sacro-santa do Espírito Santo, que não é alvo desta Lição].

A Eternidade:

O que é?

DEFINIÇÕES:

O que é?

Definir a Eternidade é um desafio humanamente difícil devido a nossa própria constituição.

Existem pareceres sobre a humanidade, mas todos esbarram nesta limitação antropológica.

Veja o que diz a Bíblia sobre esta intenção do homem, só Deus pode nos fazer conhecer e dar a nossa mente o conceito da Eternidade, incluindo a questão do Princípio:

Ec. 3. 11. Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs na mente do homem a idéia da eternidade, se bem que este não possa descobrir a obra que Deus fez desde o princípio até o fim.

O SALMISTA:

Sl.93.2. O teu trono está firme desde a Antiguidade; desde a eternidade tu existes.

Pv. 8. 23 Desde a eternidade fui constituída, desde o princípio, antes de existir a terra.

O profeta:

Is. 57.15. Porque assim diz o Alto e o Excelso, que habita na eternidade e cujo nome é santo...

A Eternidade do Filho:

Mq. 5. 2. Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que me sairá aquele que há de reinar em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, Desde Os Dias Da Eternidade.

1-A eternidade diferencia-se da imortalidade, que designa a permanência indefinida além da morte (imortalidade da alma, de uma obra).

I Ts. 4. 16,17. Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.

Nós os salvos teremos a imortalidade, mas fomos criados sem a eternidade. Ou seja, todo o ser criado por Deus, anjos, arcanjos, querubins, serafins e o homem, são ineternos.

Entende-se por eternidade a duração de um ser que exclui todo começo e todo fim, bem como toda mudança ou sucessão. Boécio define a eternidade como "posse total, simultânea e perfeita de uma vida interminável". Convém unicamente a Deus.

II – Discurso:

João é como dissemos na primeira lição deste trimestre o autor da maior Revelação escrita sobre o mistério do Cristo encarnado.

Nesta lição temos a oportunidade de discorrer sobre tema tão amplo e discutido no seio da Igreja ao longo dos séculos:

Jesus como O Filho Eterno de Deus!

Desta doutrina originaram-se discursos contrários e discursos amparados na Bíblia Sagrada sobre a eternidade de Jesus.

Um dos Discursos mais difícil de entender pelos teólogos de todos os tempos é sem dúvida, o termo Primogênito.

Por esta palavra muitos discorreram sobre o assunto, como Jesus Cristo, tivesse sido gerado em algum momento o que lhe tiraria o atributo divino da Eternidade.

Quando aqui segundo nossa ótica se está dando força a questão da filiação dos filhos de Deus, que através de Jesus constituem a multidão destes Filhos e da família de Deus.

Lucas 20. 36. ...porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição. Este versículo é um suporte do que já relatamos na Lição 1, ou seja, somos filhos de Deus ao recebermos Jesus através da Sua Obra Redentora que nos qualificou, como tal, pela sua Ressurreiçã [Ele é a Primícia dos que dormem].

I João. 3. 1,2 Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós o somos. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos.

Ef.2. 13-19 Mas agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um só corpo, tendo por ela matado a inimizade; e, vindo, ele evangelizou paz a vós que estáveis longe, e paz aos que estavam perto; porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito. Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus...3. 15 do qual toda família nos céus e na terra toma o nome...

João 1. 12. Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus;

Gl.3. 26. Pois todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus.

Nesta Lição João destaca uma importante e única visão do se apostolado:

I João 1.1,2. O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, a respeito do Verbo da vida (pois a vida foi manifestada, e nós a temos visto, e dela testificamos, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e a nós foi manifestada);

Vimos – “vimos com os nossos olhos” - João teve a rica experiência de poder ver com seus olhos a face do Cristo encarnado, base de sua pregação cristológica. Ele viu o homem Jesus, caminhou com Ele e foi seu mais amado discípulo.

Apalparam – “as nossas mãos apalparam” - João pode recostar a cabeça no peito do mestre, pois ele tinha um lugar ao Seu lado nas refeições.

João 13.21-25. Tendo Jesus dito isto, turbou-se em espírito, e declarou: Em verdade, em verdade vos digo que um de vós me há de trair. Os discípulos se entreolhavam, perplexos, sem saber de quem ele falava. Ora, achava-se reclinado sobre o peito de Jesus um de seus discípulos, aquele a quem Jesus amava. A esse, pois, fez Simão Pedro sinal, e lhe pediu: Pergunta-lhe de quem é que fala. Aquele discípulo, recostando-se assim ao peito de Jesus, perguntou-lhe: Senhor, quem é?

Contemplamos – esta palavra denota: Olhar atentamente ou embevecido; ou extasiado; admirado. Em relação às coisas divinas.

Neste aspecto João teve momentos memoráveis para que Ele cresse que Jesus de Nazaré era de fato o Filho encarnado de Deus, o Emanuel – O Deus conosco.

Primeiro:

No Monte da Transfiguração:

Mc.9. 2. Seis dias depois tomou Jesus consigo a Pedro, a Tiago, e a João, e os levou à parte sós, a um alto monte; e foi transfigurado diante deles;

Mt.17.2. e foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz.

Ali João pode contemplar a Glória do Unigênito do Pai.

Na Ressurreição:

Jo. 20.1-5;19,20. No primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra fora removida do sepulcro. Correu, pois, e foi ter com Simão Pedro, e o outro discípulo [nota:João], a quem Jesus amava, e disse-lhes: Tiraram do sepulcro o Senhor, e não sabemos onde o puseram. Saíram então Pedro e o outro discípulo e foram ao sepulcro. Corriam os dois juntos, mas o outro discípulo correu mais ligeiro do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro; e, abaixando-se viu os panos de linho ali deixados, todavia não entrou. Chegada, pois, a tarde, naquele dia, o primeiro da semana, e estando os discípulos reunidos com as portas cerradas por medo dos judeus, chegou Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco. Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Alegraram-se, pois, os discípulos ao verem o Senhor.

João 21.1,2;7.Depois disto manifestou-se Jesus outra vez aos discípulos junto do mar de Tiberíades; e: Estavam juntos Simão Pedro, Tomé...Natanael..., os filhos de Zebedeu... Então aquele discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: É o Senhor!

Na Ascensão:

At. 1. 9-11. Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.

João teve alguns diferenciais sobre os demais apóstolos.

João 21.20-24. Pedro, virando-se, viu que o seguia aquele discípulo a quem Jesus amava, o mesmo que na ceia se recostara sobre o peito de Jesus e perguntara: Senhor, quem é o que te trai? Ora, vendo Pedro a este, perguntou a Jesus: Senhor, e deste que será? Respondeu-lhe Jesus: Se eu quiser que ele fique até que eu venha, que tens tu com isso? Segue-me tu. Divulgou-se, pois, entre os irmãos este dito, que aquele discípulo não havia de morrer. Jesus, porém, não disse que não morreria, mas: se eu quiser que ele fique até que eu venha, que tens tu com isso? Este é o discípulo que dá testemunho destas coisas e as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro.

Um deles foi a longevidade, muito embora, com uma vida de sofrimentos agudos, resistiu pela Promessa de Jesus, e chegou ao ápice deste texto, ao ver e contemplar o Cristo Glorificado em sua plenitude:

Ap.1.9-18. Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos...fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas...voltei-me para ver quem falava comigo...ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas...na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada...; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força...o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra..:Não temas; eu sou o primeiro e o último. Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre!

Esta experiência única é um legado de autoridade á João para expressar e discorrer sobre o Tema:

III - Filho Eterno de Deus:

Cl. 1.16,17.Porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas;

A aparente dificuldade em entender a questão da filiação da divindade – O Filho – é consoante a nossa visão humana sobre geração e nascimento.

Na questão da divindade segundo os helênicos, para aqueles, a quem João escreve sua Primeira Epístola e se encontram envoltos, por este tipo de realidade cosmogônica, é natural que uma divindade gere outra divindade.

Mas, João revela que na questão de Jesus Cristo este parecer não se enquadra.

Por que não se enquadra?

Porque Jesus, segundo o texto em tela, acima, é:

Primeiro:

Desde o eterno princípio – Deus.

Segundo:

Porque em Jesus, ou através Dele, o autor da criação – Deus, fez com que todas as coisas fossem criadas;

Terceiro:

Fp.2.10,11. ...para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.

As coisas criadas subsistem N’Ele:

Nos céus;

Na Terra;

As visíveis: – estrelas, planetas, montanhas, mares, seres...

As invisíveis: - potestades celestiais, seres celestiais, exércitos celestiais;

Tudo Foi Criado Por Ele e Para Ele.

Jesus é exaltado pelo Pai pelo Seu Eterno Poder, numa demonstração de que o Filho tem Poder Criador, seja pela vontade do Pai, e sua Soberania, para apresentá-lo como a Divindade eterna, ou seja, Deus em sua Plenitude, tal qual o Pai – criador.

E o mais importante:

A questão de sua Eternidade é revelada nos versículos do Apóstolo Paulo aos Colossenses:

Ele é antes de todas as coisas...

João 1.18. ...O Deus unigênito, que está no seio do Pai, esse o deu a conhecer.

Este versículo ilumina o entendimento sobre unigenicidade de Jesus e a sua eternidade.

Ele esteve sempre com o Pai, dentro da conceituação divina de que Deus é Uno, tendo-se uno por coisa indivisível, impossível de jamais perder a sua qualidade, nunca e em qualquer instante, podendo se fazer homem, sem, contudo, deixar de ser Deus. Atributos únicos da Divindade celeste.

Ou seja, ele vem antes da Criação, estava no Princípio para poder criá-las e continuará mesmo se elas fossem destruídas e passarem Ele permanecerá em Seu modo divino de vida, ou seja, Eternidade, pois Ele é eterno!

Ele é responsável pela Manutenção do equilíbrio de tudo:

...e nele subsistem todas as coisas...

Segundo a Revelação de João:

Porque Ele é Palavra da Vida, ou seja, ele é portador de algo que somente Deus detém o poder de realizar; “Ele é a vida manifestada:

Dar Vida a quem Ele quiser, não apenas no sentido da vida humana, mas no sentido de reger:

A concepção,

A manutenção,

A realização,

A multiplicação,

A instauração,

A regeneração,

A ressuscitação,

A criação de todas as Coisas: JÓ 40.1,2. Disse mais o Senhor a Jó: Contenderá contra o Todo-Poderoso o censurador? Quem assim argüi a Deus, responda a estas coisas.

Embasamento: JÓ 38.1-11. Depois disso o Senhor respondeu...dizendo: Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento? Agora..., como homem; porque te perguntarei, e tu me responderás. Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Faze-mo saber, se tens entendimento. Quem lhe fixou as medidas, se é que o sabes? Ou quem a mediu com o cordel? Sobre que foram firmadas as suas bases, ou quem lhe assentou a pedra de esquina, quando juntas cantavam as estrelas da manhã, e todos os filhos de Deus bradavam de júbilo? Ou quem encerrou com portas o mar, quando este rompeu e saiu da madre; quando eu lhe pus nuvens por vestidura, e escuridão por faixas, e lhe tracei limites, pondo-lhe portas e ferrolhos, e lhe disse: Até aqui virás...

JÓ 39.1-6. Sabes tu o tempo do parto das cabras montesas, ou podes observar quando é que parem as corças? Podes contar os meses que cumprem, ou sabes o tempo do seu parto? Encurvam-se, dão à luz as suas crias, lançam de si a sua prole. Seus filhos enrijam, crescem no campo livre; saem, e não tornam para elas: Quem despediu livre o jumento montês, e quem soltou as prisões ao asno veloz, ao qual dei o ermo por casa, e a terra salgada por morada?

IV - A Revelação confirmada pelo Evangelho de João:

João 1.1-4. No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

João mantém sempre a linha de sua Revelação sobre o Filho, como Eterno, como Palavra Criadora, como estando no Princípio, como Deus.

V- Este é o mais significativo no Tema em questão:

João 1.18. ...O Deus unigênito, que está no seio do Pai, esse o deu a conhecer.

Que, Jesus sempre esteve no, e com o Pai é fato inequívoco, para que haja compreensão da Revelação da Criação, por Ele: de Todas as coisas. Sem Ele seria impossível a Criação como demonstrada pelas Escrituras Sagradas e que nos é confirmada pela Revelação do Apóstolo João não seu Evangelho e na sua I Epístola Universal.

Podemos agora entender, que Jesus sempre esteve em Deus mesmo antes de se manifestar pela primeira vez. Ele sempre esteve no Pai e, portanto, é Eterno como o Pai é Eterno.

Jesus é apresentado, sim, como o Filho Unigênito de Deus, mas ele sempre esteve "no Pai", "em Deus" desde toda a Eternidade.

A sua unigenicidade pode ser entendida pelo seu nascimento e geração através do ventre de Maria, nas palavras do Arcanjo Gabriel em Lucas 1. 26-35. Ora, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus...a Nazaré, a uma virgem desposada com...José,...o nome da virgem era Maria. E, entrando o anjo...disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo...turbou-se...a pensar que saudação seria essa. Disse-lhe então o anjo: Não temas, Maria;...Eis que conceberás e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Este será grande e será chamado filho do Altíssimo; o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi...e o seu reino não terá fim...Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, uma vez que não conheço varão? Respondeu-lhe o anjo: Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o que há de nascer será chamado santo, Filho de Deus.

Filho Eterno de Deus.

VI - A Palavra em Ação:

GÊNESIS 1.1 No princípio criou Deus os céus e a terra.

“Bereshit bara Elohim et hashamayim ve'et ha'arets.." ou, Gênesis 1:1.No princípio criou Deus os céus e a terra".

Como podemos notar o verbo bara´ (criou) está no singular, mas o substantivo (Elohim) ...

A palavra "Shamayim" em hebraico significa "céus", essa palavra em hebraico tem o plural na terminação “im”. Leia o texto da leitura em Classe do Evangelho segundo São João 1.1-4.

Bará – trazer do nada a existência, não existente nas línguas ocidentais. O verbo bará, estando no singular, testifica sobre a unicidade de Deus [Trino e indivisível];

Elohim – é um plural majestático [Deus], não dando conotação de dois ou três, mas de Uno; diferente de “bealim” – dono.

Quem tem este poder criador é Deus, em consonância ao que escrevemos, acima, temos, por conseguinte, que Jesus é Eterno e Deus.

Ora, esta definição não é apenas dogmática, mas traduzível em realidade de conhecimento, pela descrição da Revelação, que encontramos nos escritos Joaninos, como uma única peça destinada no Cânone, para que possamos entender este Poder do Filho de Deus.

VII - A Questão da Eternidade:

João 3. 16,17,19. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo. A luz veio ao mundo.

O pensamento cristológico joanino enfatiza em todos os seus volumes a questão da eternidade do Verbo – Jesus.

Esta Revelação, [entendo, que este deva ser o uso verbal, não se utilizando como conceito.] é que nos permite inferir sobre a presença de um fator fundamental, nestes escritos:

A presença da Luz, entre os homens.

Luz é sinal e necessidade para a existência da Vida e Jesus é esta Luz que nos garante Vida.

Uma vida especial: Vida Eterna.

Fonte:

Speculum

Judaísmo ibérico; Com notas do rabino J. de Oliveira. União Sefardita Hispano-Portuguesa

Bíblia - Versão Hebraica do Mekhon_Mamre –

Tradução: - João Ferreira de Almeida- (Versão Revista e Atualizada)

Yaohushua - O caminho, a Verdade e a Vida

Bíblia cortesia Tio sam

Dicionário Aurélio

Apontamentos do autor

Bíblia do Ministro – Editora Vida – ECA

Quinta-feira, Julho 2

LIÇÃO 01 - CPAD - 3º TRIMESTRE - A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO

A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO.
A PRIMEIRA EPÍSTOLA UNIVERSAL DO APÓSTOLO SÃO JOÃO.
LIÇÃO 01 – CPAD – 3.º TRIMESTRE – Autor: Osvarela
Comentarista CPAD do 3º Trimestre:
Pr. Eliezer de Lira e Silva.
Texto Áureo:II Tm. 3.16.Toda a escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, pararedarguir, para corrigir, para instruir em Justiça”.
Leitura bíblica em Classe: I João 1.1-4.
Destaque visual:
Capa deste trimestre.
NOSSO COMENTÁRIO:
Exórdio:
Podemos utilizar o nome Primeira Epístola Universal do Apóstolo São João, em razão da característica Universal da Epístola.
A utilização do termo Carta, não trás nenhum problema à aplicação e uso deste texto canonico, em virtude da exceção no modo de escrita da mesma, sem cabeçalho ou saudação e sem a afirmação do autor apostólico no final da mesma, como costume das cartas apostólicas, as chamadas epístolas, creio que se deva, ao conhecimento do Autor, pelos destinatários, à época, ilação minha, derivado da durabilidade do mesmo, em relação aos demais Apóstolos [A data provável que esta epístola tenha sido escrita seria entre os anos 85 e 90 dC.- há defecções - Em éfeso].
Autoria: A Primeira Epístola de João, o quarto dos católicos ou Epístolas "gerais".
Foi evidentemente escrita por João evangelista, e provavelmente também em Éfeso, e quando o escritor estava em idade avançada, com cêrca de 94 anos de idade.
São João
João era irmão de Tiago o Maior.
Foi bispo da igreja de Éfeso.
Esteve exilado na ilha de Patmos entre os anos de 93 a 98, onde escreveu o Apocalipse. Depois de libertado regressou a Éfeso.
Morreu quase centenário e foi o único discípulo a ter morte natural.
Recebeu diversas agressões durante a vida, segundo a tradição, inclusive um cálice envenenado, do qual escapou milagrosamente.
A Igreja de Éfeso -
Essa foi a igreja em que Paulo trabalhou por três anos. Também dirigiram essa igreja, Áquila e Priscila, Timóteo e João. ...
Expressões sobre os destinatários:
-Meus filhinhos;
-Filhinhos;
-Irmãos;
-Amados.

I - GEOGRAFIA SITUANTE DO CONTEXTO DA EPÍSTOLA:
Anatólia : A Anatólia está situada ao leste do Bósforo, entre o Mar Negro e o Mar Mediterrâneo.
Anatólia (ou península anatoliana) é uma região do extremo oeste da Ásia que corresponde hoje à porção asiática da Turquia.
É também freqüentemente chamada pelo nome latino de Ásia Menor, que deriva do grego Mikra Asia.
O nome deriva do grego Aνατολή (Anatolē) ou Aνατολία (Anatolía), que significa "brilho do sol" ou "leste". A forma turca Anadolu deriva da versão grega original e é freqüentemente associada com ana ("mãe") por etimologia popular.
Helenística: Sem bases políticas seguras, a região foi desmembrada em vários reinos helenísticos, como por exemplo o dos Gálatas, o de Pérgamo, o da Cária, o da Lícia, o da Psídia, o da Bitínia, e o do Ponto, embora os gregos se tornassem o componente étnico e cultural dominante em todos esses reinos, e com dezenas de cidades prósperas na região central da península. A unidade política viria com o Império Romano.
Roma: O domínio Romano na Anatólia teve seu início quando o reino de Pérgamo passou ao controle de Roma em 133 a.C. Desde então, os demais reinos da Anatólia foram sendo conquistados por Roma, que passou a usar a península como base para as contínuas (e freqüentemente inconclusivas) campanhas contra o Império Parto, estado sucessor da Pérsia.
ÉFESO’’: significa “desejável’’.
Era a principal província romana da Ásia.
É a igreja que começou bem, mas havia perdido o que lhe deu o conceito de desejável - o amor. Uma igreja sem amor é uma igreja em decadência total (ICo 13).
A igreja de Éfeso foi muito bem estabelecida na doutrina apostólica. Paulo ensinou a Palavra de Deus ali, durante três anos (At 20.31).
Todos os ensinos básicos lhe foram ministrados. “PORQUE JAMAIS DEIXEI DE VOS ANUNCIAR TODO O DESÍGNIO DE DEUS” (At 20.27).
Pelo teor e conteúdo da Epístola de Paulo aos Efésios, observa-se que aquela igreja era espiritual.
Ela foi à igreja que João pastoreava quando foi desterrado para a solitária Ilha de Patmos, nos primeiros séculos.
II - Etimologia:
Redargüir – responder a uma pergunta oral [argüir]; definição do autor do texto.
Unção – chrisma. do grego "chrismon", que significa ungüento
Nos purifica – katharise – purificar, ou limpar.
Harmatian echein – ter pecado.
Confessar – homologeo – reconhecer, admitir.
Pseutes estin – é um mentiroso.ver pseudo.
Mundo – kosmos – sistema ou ordem. – conjunto da sociedade humana com suas concupiscencias, pecados e emoções incontroláveis; sistema de trevas – Ef.6.12.; operando sob princípios malignos.Este siatema tem um príncipe – satanás.sistema dualista do mal contra o Poder de Deus. Definição Adaptada do autor.
Católicos – Universais ou Gerais.
III- AMBIENTE OBJETIVO:
A interferencia Gnóstica nas Igrejas da Ásia Menor.
Ao enviar esta Epístola o Apóstolo João estava revivendo nos corações e mentes dos cristãos, sobre a verdadeira doutrina e os orientando sobre os falsos pastores, sobre a atuação do anti-cristo.
Anti-cristo na Epístola de João tem um significado mais amplo do que a figura do filho da perdição segundo Paulo ensinou.
Aqui nesta Epístola João leva o termo às conseqüências da atuação de homens que se colocam contra os atributos da divindade, tais como, encarnação de Jesus, com a amplitude de ser este mesmo Jesus homem, o Deus encarnado, homem e ao mesmo tempo Deus[Evangelho de João 1.14.ss. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai. Pois todos nós recebemos da sua plenitude, e graça sobre graça. Ninguém jamais viu a Deus. O Deus unigênito, que está no seio do Pai, esse o deu a conhecer. – I João 1.1 O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, a respeito do Verbo da vida; o sangue de Jesus seu Filho...].
Ele nos orienta sobre como identificar aqueles, que tem outro espírito, que o Espírito de Deus.
A-Localização do autor:
Éfeso, onde foi Bispo até sua morte.
B-Caracteristicas especiais do autor da Epístola:
1) A familiaridade do autor com a pessoa de Cristo. João 19. 25-27. Estavam em pé, junto à cruz de Jesus, sua mãe, e a irmã de sua mãe, e Maria, mulher de Clôpas, e Maria Madalena. Ora, Jesus, vendo ali sua mãe, e ao lado dela o discípulo a quem ele amava, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Então disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.
2) Policarpo - Foi discípulo do apóstolo João, amigo e mestre de Irineu, tendo ainda conhecido Inácio, sendo consagrado bispo da igreja de Esmirna. Segundo Tertuliano, Policarpo teria sido ordenado bispo pelas mãos do próprio apóstolo João.
3) Um dos filhos do trovão. Mc. 3. 17 Tiago, filho de Zebedeu, e João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, que significa: Filhos do trovão.
4) Pescador, irmão de Tiago e filho de Zebedeu. Mateus 4:21. E, passando mais adiante, viu outros dois irmãos Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, no barco com seu pai Zebedeu, consertando as redes; e os chamou.
5) Exilado na ilha de Patmos.Ap.1. 9. Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.
6) Era conhecido dos Sumo-Sacerdotes: Anás e Caifás, responsáveis pelo julgamento de Jesus de Nazaré. Tinha tanto conhecimento que livrou Pedro de continuar dando vexame sobre o seu relacionamento com Jesus Nazareno.
João 18. 15,16. Simão Pedro e outro discípulo seguiam a Jesus. Este discípulo era conhecido do sumo sacerdote, e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote, enquanto Pedro ficava da parte de fora, à porta. Saiu, então, o outro discípulo que era conhecido do sumo sacerdote, falou à porteira, e levou Pedro para dentro.
7).Foi o único, segundo a tradição, Apóstolo de Jesus, que morreu de morte natural, muito embora, tenha sido afligido, com diversas torturas, e preso na Ilha de Patmos: uma ilha com víboras peçonhentas em quantidade.
IV - A Composição da Epístola em Volume:
A brevidade da carta:
105 versos divididos em Cinco Capítulos.
Texto de Devocional da Epístola:
I João 4.18. No Amor não há medo.Antes o perfeito Amor lança fora o medo, porque o medo produz tormento.Aquele que teme não é aperfeicoado em Amor.
V -Texto de Dourado da Epístola:
I João 4.16. E nós conhecemos, e cremos no Amor que Deus tem por nós. Deus É AMOR. Quem está em Amor está em Deus, e Deus nele.
VI -Uma palavra em destaque:
Sabemos!

I João 2.3. E nisto sabemos que o conhecemos; se guardamos os seus mandamentos.
I João 2.5. mas qualquer que guarda a sua palavra, nele realmente se tem aperfeiçoado o amor de Deus. E nisto sabemos que estamos nele;
I João 3.2. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos.
I João 3.14. Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama permanece na morte.
I João 5.15. e, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que já alcançamos as coisas que lhe temos pedido.
João ressalta sempre:
Nós SABEMOS ou nós temos conhecimento ou temos conhecido, para que os leitores de sua carta estejam cientes do que lhes fora notificado pelo velho Apóstolo, durante seu Apostolado, presbitério em suas lides ministeriais apostólicas.
5.20. E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro;
Era como um alerta para que se lembrassem do que haviam aprendido sobre Cristo, sobre o Amor, sobre o pecado, sobre os Mandamentos, sobre a Vida eterna, sobre o poder da Palavra, sobre pedir e receber, pois eram ouvidos por Deus e por fim sobre o aperfeiçoamento na Parousia.
1-Por que Sabemos?
Porque temos a Unção.
Unção que nos é dada pelo Espírito de Deus, conforme Isaías 11.2, esta presença do Espírito concede a sabedoria, o conhecimento, através dos Os sete dons do Espírito Santo são: Sabedoria, Inteligência, Conselho, Fortaleza, Conhecimento, Temor de Deus.
Sabedoria. Não é a sabedoria que se aprende nos livros, escolas e cursos (embora a inteligência seja um dom de Deus). A verdadeira Sabedoria é o Conhecimento de Deus. Sábio segundo o Espírito é aquele que conhece o Amor de Deus e experimenta a sua bondade, praticando a justiça. O verdadeiro sábio é justo.
2-Pensamento de João:
Muito embora, o AMOR
, seja a maior expressão destacada no Canone joanino, há outros temas candentes nos seus escritos.
Luz
Falsos cristos
Anti-cristos
Poder do Sangue de Jesus Cristo
Confissão
Koinonia –
Com Deus;
E com os demais da Fé.
Eclesiologia do Amor
A Advocacia de Cristo.
Apologética anti-gnóstica.
Doutrina sobre a atividade dos espíritos:
De Deus
E os não de Deus.
VII - A DIVINDADE DE CRISTO:
O pensamento da divindade, particular de João é uma das qualidades místicas do autor.
Creio que , isto tenha sido desenvolvido, por alguns fatores:
A intimidade pessoal com o Cristo;
A particular percepção da divindade mística do Filho do homem;
A diferença do seu Apostolado
, o que podemos ver por inferencia, através dos escritos de seus discípulos e contemporaneos, criando uma escola doutrinária com umpensamento místico mais abragente do que os fatos ou milagres, ou a convivencia com Jesus, mas indo além, atingindo com certa clareza pensamentos cristológicos mais profundos, seja, no Evangelho, tanto quanto, nas Epístolas.
Quando pensamos teológicamente, em termos hermenuticos, entendemos pelas evidencias externas a preciosidade deste pensamento.
Pode-se ter esta visão de Escola Joanina, quando lemos o texto extraído de estudo e informações sobre o velho João:
O peso de evidências externas pode favorecer a autoria joanina, pois existem possíveis alusões a I João nos escritos de Clemente de Roma [Alguns pais, como Orígenes, Eusébio de Cesaréia, Jerônimo, Irineu de Lião, entre outros, aceitaram como verdadeira a identificação de Clemente de Roma como colaborador do apóstolo Paulo.], e Inácio”.
Além de Papias e outros de seus discípulos Pais da Igreja, ou seja, a segunda leva de Ministros seguidores dos Apóstolos.
1-Pode-se ler nos escritos de:
Policarpo;
Barnabé;
Clemente;

Primeiro ele reforça os seus escritos sobre tudo se comparados entre si:
Evangelho Segundo ele São João escreveu.
As Epístolas católicas que escreveu.
Muito embora as epístolas tenham um curto conteúdo, no entanto, o são extremamente definidoras de Doutrinas Eternas, tais como:
Poder do Cristo.
Poder da Comunhão.
Poder da Luz
Poder do Amor de Deus.
Poder do Amor
.
VIII – ESTRUTURA DA EPÍSTOLA:
Segundo nossa visão apresentamos a estrutura da I Epístola do Apóstolo São João:
CAPÍTULO 1.

No capítulo 1 encontramos o assunto recorrente do Apóstolo do Amor.
1 João 1. 1.
O QUE era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida
A Revelação do mesmo sobre a divindade de Jesus Cristo como o VERBO da Vida, correlacionado com a entrada da Luz no Mundo, remetendo a Eternidade com Deus do Filho.
I João 1.5. Deus é Luz N’Ele não há treva nenhuma!
A ação do Verbo trouxe e traz Luz ao Mundo.
A ação do Verbo na produção da Luz do entendimento de Deus.
A ação do Verbo na Comunhão:
I João 1.7. Mas, se andarmos na luz como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros e o sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
- PECADO E CONFISSÃO.
9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
- A QUESTÃO DO PECADO É DESTAQUE NESTA EPÍSTOLA.
8,10. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.
ANTES DE TUDO, João é único em determinar a Doutrina sobre a natureza geral do pecado adâmico, com todas as suas implicações.
Pode parecer estranho, tendo em vista que as paulinas falam sobre esta questão doutrinaria da hamartia com grande extensão de linhas.
Porém João esclarece que, o homem, mesmo o salvo nunca pode dizer: “não tenho pecado, ou não peco”.
É uma doutrina “hamartista” de grande profundidade sem, contudo, deixar de expressar a solução deste axioma espiritual, conforme a citação, acima, do versículo 9, de Confissão.
Esta doutrina serve-nos como uma forma de combater os chamados “super-crentes”, aqueles, que se consideram superiores aos demais crentes em sua forma de ser, além de nos levar a ter uma visão de “basta a cada dia o seu mal”, vencendo cada dia os males do pecado e ainda se formos tentados, podermos confessar e deixar os nossos erros.
CAPÍTULO 2:
- A Advocacia Cristológica.
2. 1.
MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.
A ação intercessória na vida do cristão é dupla, uma pela ação do Espírito Santo e a outra pela ação do próprio Cristo, que advogou a nossa salvação, a qual nos imputou, aqui um termo legal ou jurídico, justiça, nos tornando justos e nos absolvendo de toda culpa.
- Amor e Comunhão:
a-Um mandamento:

O Amor, sua existência e contemporaneidade, seja nos tempos joaninos, como nos dias atuais.
Muitos desprezam este mandamento, mas ele continua vigindo no seio da Igreja.
João explica, conforme o que aprendeu com o Mestre, que o mandamento atuante, no qual se resume toda a nomia, é o Amor.
2.7. Irmãos, não vos escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes. Este mandamento antigo é a palavra que desde o princípio ouvistes.
2.8. Outra vez vos escrevo um mandamento novo, que é verdadeiro nele e em vós; porque vão passando as trevas, e já a verdadeira luz ilumina.
2.9.
Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas.
Tal qual, o Senhor Jesus, João nomeia o Amor como a excelência que estava descrita desde o passado na lei, mas, que sob Jesus tem uma nova interpretação, sem desfazer o que a lei escreveu, mas confirmando-a, pois a rigidez dos nomistas o fez estar entrenebrecido, mas a luz iluminou e o mostrou como a excelência da comunhão entre nós.
2.10. Aquele que ama a seu irmão permanece na Luz...
b-Anomia – Iniquidade:
Capítulo 3.4. Todo aquele que comete pecado, a lei, pois o pecado é a transgressão da lei.
- Nomia Cristológica.
2. 1. ....Se, porém, alguém pecar, temos um Advogado, para com o PAI, Jesus Cristo, o justo.
Lei - Nomia.
- A Nomia Cristológica não aceita:
O Ódio, é um sentimento contrário a natureza do cristão que ama:
Ódio traz trevas;
Ódio produz cegueira.
c-A afirmação daVitória:
- Família Vencedora.
- Tres instancias da Vitória na Família:
2. 12-14. Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados.Pais, escrevo-vos, porque conhecestes aquele que é desde o princípio. Jovens, escrevo-vos, porque vencestes o maligno. Eu vos escrevi, filhos, porque conhecestes o Pai.Eu vos escrevi, pais, porque já conhecestes aquele que é desde o princípio. Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.
- Analisando a Epístola temos convicção que, João ao escrever tinha em mente duas famílias:
A Família dos filhos de Deus, e a família terrena que tem Deus por sua base estrututal rudimentar.
- Por isto lemos:
- Primeira Família:
- Formada por:
Filhinhos;

Este primeiro grupo são os, que João conhecia como seus discípulos santificados pelo sangue e iluminados pela Luz – Jesus Cristo.
Os quais ele mesmo ensinou, discipulou, converteu, ministrou, como Bispo e Apóstolo.
- Segunda Família:
Este segundo grupo, são os que, João apascentava como família queridas e integrantes das Igrejas, mormente Éfeso, tal qual, Paulo cita em I Coríntios e outras cartas, precisamos entender o contexto da koinonia da Igreja primitiva, baseada nas famílias que se reunião em casas que abrigavam a Igreja dos cristãos do Caminho.
- Formada por:
Pais;
Maduros.
Filhos;
Jovens.
Por conhecer ao Pai:
É pelo Filho que conhecemos ao Pai, isto nos torna vitoriosos poque cremos no Unigenito d’Ele.
- VITÓRIA SOBRE:
a-O Pecado;
2.12. Filhinhos...pelo seu nome vos são perdoados os pecados.
2.13. Pais...porque conhecestes aquele que é desde o princípio.

b-O Maligno:
13.b. ....Jovens, escrevo-vos, porque vencestes o maligno.
13.c. ....Eu vos escrevi, filhos, porque conhecestes o Pai.

14. ...Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno.
c-Anticristos: saíram de nós, tal qual em nossos dias, a ação de certos cristãos pode ser comparada com a ação de pseudo-cristãos que cheios de toda a doutrina gnóstica se infiltraram no seio das Igrejas, ou saíram do meio das mesmas para proclamarem uma nova doutrina cheia de erros e com a mistura da falsa sabedoria que regurgitava do seio helenista.
d-Como descobrir a a Ação destes:
Rejeitam e negam o Pai;
Rejeitam e negam o Filho;
Não tem a Unção do Santo.

Assim como João ensinava em sua Epístola, devemos estar aptos a ensinar aos nossos alunos sobre esta questão.
A visão e uso da palavra anticristos não é o uso comum, utilizado para a figura futura do ser Anticristo, que aparecerá no tempo final.
Aqui a palavra é utilizada como Paulo a utiliza, aqueles que se fazem anticristos, pela ação deste espírito que é contrário a Deus e já está no Mundo.
Porque João declara, que “é já a última hora”. Após a morte, ressurreição e ascensão de Jesus Cristo a última hora já se iniciou, como um tempo do fim escatológico.
A ação dos anticristos, era negar a divindade de Cristo, com base no conhecimento gnóstico, de que na carne nenhum bem poderia existir, ela é a sede de todo mal, assim Cristo não poderia ter encarnado.
24. Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós.
2. 18.26: Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora.Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós.E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo.Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade.Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai.E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna.Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam.
- A Atividade do Espírito Santo na Epístola:
a-Derramar do Espírito.
2.27.E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis.
3.24. E nisto conhecemos que ele está em nós, pelo Espírito que nos tem deu.
A palavra unção tem significado, como lemos acima, advindo de “chrisma”, que simboliza a impregnação da Igreja pelo Espírito Santo.
b-Recebimento da Unção.
Comparar com:
Evangelho segundo São João 16.8.13.E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.Do pecado, porque não crêem em mim;Da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais;E do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado. Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.
CAPÍTULO 3.
- AMOR.

a-Amor de Deus;
b-Amor fraternal;
c-Amor para com Deus.
d-O Amor do Pai:

Cap. 3.1,3.VEDE quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a ele. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.
Tema recorrente e fundamental do autor, o Amor do Pai é destaque importante nesta epístola, servindo como linha mestre para os seus leitores e para nós Igreja de Cristo.
Para João o amor do Pai refletido na ação do Filho, impetrado na Igreja pela presença da Unção do Santo, é o que nos garante o Verdadeiro conhecimento da presença de Deus entre nós e nos assegurou a filiação divina ao lado de Jesus Cristo.
- Tamanho do Amor:
Grande;
Alcance:
A todos, incluindo-nos.
- Efeito:
Fazer-nos filhos D’Ele
.
Restaurar a nossa imagem e semelhança, perdidas pela ação do pecado. Seremos semelhantes a Ele.
- Amor ao Próximo:
I João 3.11-23. Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros...E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento.
No capítulo três, João destaca a necessidade do Amor ao próximo como uma necessidade compulsória, sem o qual nós podemos nos tornar em assassinos [fratricidas espirituais].
- O Altruísmo na ação do Amor do Pai:
Através do Filho que deu a sua vida. 3.16. Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós...
- O Amor nos leva a sermos doadores de vida, a exemplo de Cristo:
3.16. b. e nós devemos dar a vida pelos irmãos.
- Falta de amor:
Cria assassinos espirituais;
3.15. Qualquer que odeia a seu irmão é homicida.
- A falta de Amor destrói a esperança e impede alcançarmos a vida eterna:
15 Qualquer que odeia a seu irmão é homicida.
A forma certa do amor aos irmãos:
Amamos de palavra ou por ações?
Esta é a imperiosidade do ato de Amar. Requer além de palavras de amor, algo mais: ações que tornem isto em ato e fato.
Amar é muito mais factual, do que verbal.
3.18
Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.
Ainda que haja dúvidas em nosso coração, contudo o Amor de Deus supre esta carência em não podermos realizar mais do que seria necessário e inalcançável ao homem ainda nesta vida, no ato de amar ao irmãos
CAPÍTULO 4.
- Discernindo os espíritos.
João – O Apóstolo discorre sobre esta necessidade, em discernir se os espíritos são de Deus.
Uma mensagem, e ensino atualíssimo, quando vemos tantos movimentos em nome de Deus agindo e atuando sobre a carência do povo e sobre a fé sem direção que se direciona para o que lhes é mais tangível.
João vai de maneira direta a forma de discernir os espíritos. Ele demonstra, com base na mensagem da cruz e na mensagem dos santos profetas, que escreveram as Escrituras, que a realização das mesmas em Jesus de Nazaré, demonstrou a plenitude do evento Proclamado pelo próprio Deus no Éden.
A Encarnação de Deus como semente da mulher, como forma de tornar factível a realização na carne do mal contra a carne.
- A Humanidade de Cristo é esta confirmação.
a-Testando os espíritos.
Cap. 4.1-3.
AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;
E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo.
João estava se referindo aos Gnósticos, como já descrevemos neste texto.
b-Falsos profetas:
Para que a Igreja pudesse, discernir a introdução destes homens, saídos da própria Igreja, é denunciada pelo Apóstolo João.
4.4-6. Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo.Do mundo são, por isso falam do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro.
Na seqüência desta forma de discernir estes falsos profetas, João ensina-nos de maneira inteiramente inerente a sua visão sobre a Ação espiritual no seio da Igreja, que tudo isto só pode ser conseguido pela ação do seu tema principal: O Amor!
Para discernir os falsos profetas e espíritos que não são de Deus, basta termos o Amor de Deus, isto é, conhecermos de fato e de coração à Deus, assim jamais seremos enganados.
4.7. Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
c-Plenitude do Amor:
4.7-19... Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança; Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro.
d-Mentira de Amor.
Somos mentirosos?
Será possível isto?
4.20. Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?
Aí está. Muitos de nós podemos dizer que amamos, mas nossas atitudes são desconexas deste versículo, segundo a visão do Apóstolo do Amor.
Tomé só ama o que vê.
Quando só cremos no que vemos há impedimento para vermos o que é revelado e místico.
e-Axioma do amor:
Se eu amo a Deus posso não amar o meu irmão?
Solução do axioma:
Há um mandamento do Amor, a ser aprendido e ele nos da a resposta.
21. E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão.
CAPÍTULO 5.

Em correlação com o capítulo 4[1-6].
a-Palavras-chaves:
Crer
Amar
Testificar
b-As três testemunhas místicas e metafóricas.
5.6-12: Este é aquele que veio por água e sangue, isto é, Jesus Cristo; não só por água, mas por água e por sangue. E o Espírito é o que testifica, porque o Espírito é a verdade.Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um.E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue; e estes três concordam num. Leia Evangelho Segundo São João 5.32-36: Há outro que testifica a meu respeito, e eu sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro...Leia ainda no mesmo, livro citado, João 1.29-32.
Nota:
Sobre este trecho da Epístola você poderá encontrar quem o descarte ou o coloque sob dúvidas. Veja este assunto em Comentários do Novo testamento ou em outras matérias como Introdução ao Novo Testamento.
Certamente que teremos oportunidade de estudar melhor o assunto [Lição 12], pois é necessário espaço, do qual não dispomos nesta oportunidade.
Mas, nós temos crença no texto de toda a Bíblia Sagrada, o fato de alguns manuscritos não conterem, alguns trechos,não diminuem em nada a veracidade da Palavra, tendo por foco o Ensino Geral nela Contido.
c-Novo nascimento:

5.1.TODO aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido.
João como bom discípulo do Mestre Jesus Cristo ensina que , o Amor regenera ao pecador e o faz nascer de novo, desculpem a redundância.
Assim o amor é agente de uma ação regeneradora do velho homem nascido em Cristo pelo poder do Amor.
Esta ocorrência em nossas vidas nos garante, vitória sobre o pecado, sobre tudo nos torna livre da ação do Maligno. [vide capítulo 1.7-9]
18. Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.
Porque temos proteção de Deus.
d-Pecados:
Uma discussão interessante se passa neste capítulo.
Muitas vezes usamos o jargão: “não há pecadinho e pecadão”, mas à luz de João há distinção sobre tipos de pecado.
João discorre sobre tipos de pecados que inferem em perdão e em morte.
Embora o “salário do pecado é a morte”, João discursa sobre o assunto com muita propriedade, em toda a sua I Epístola, nos trazendo revelações, que detalham a questão dos pecados, aliás, tema que é recorrente em toda a Epístola, sempre em função da ação do verdadeiro Amor.
Assim João ensina-nos:
Todo pecado é iniqüidade,mas....
Há pecados não para a morte:
Pelos quais podemos orar para sermos livres deles.
Há pecados para a morte:
E pecados que não precisamos mais orar, pois são para morte.
e-Certeza da vida Eterna:
Vs.14.
f-Poder da Oração:
Garante nos ouvir e responder.
Determinantes do pedido:
Ter o Filho.
Ter a vida.

Sermos ouvidos, isto é, obtermos resposta, significa: Confirmação de vida eterna.
Segundo a Vontade D’Ele!
Sob estes parâmetros conforme a seqüência do registro canônico, ele nos ouve todas as petições, ou seja, há registro de tudo que lhe pedirmos e estarão sujeitas as condições imposta pelo texto.
Assim é necessário, que este ensino seja a razão de nossas prédicas e proclamação do Evangelho, para que, combatamos os falsários da Palavra, que a utilizam para: determinar, encostar a divindade na parede[divindade-proposital o uso do termo], troca de favores com o sobrenatural, pontos de toque[copos d’água, rosas, sal grosso...].
5.12-15. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus.E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos.
g-Poder da fé:
Este foi para mim um dos mais difíceis versículos de entender. Que significa a Fé como vitória sobre o mundo, é um agente ou um instrumento?
4. ...esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.
A forma gramatical dificulta o entendimento?
Ou, nós somos ignotos na questão da fé?

Na realidade o que nos leva a vencer ao Mundo é: nascer de Deus. Para que isto aconteça, é necessária a ação da Fé, que nos leva a aceitar a ação da regeneração do novo nascimento, transformando-se este em uma vitória sobre o Mundo. 4. Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.
ANEXO:
Particularidades de escrita entre o Evangelho segundo São João e a I Epístola Universal de São João:
As grandes semelhanças entre e o Evangelho de João e a I Epístola de João.




O testemunho de Westcott a respeito das passagens paralelas, é conclusivo, ele argumenta que existem conceitos fundamentais semelhantes, porém, são apresentadas na epístola e no evangelho, com algumas diferenças. “O evangelho nos deu a revelação histórica, a epístola nos mostrou como a revelação foi recebida e vivida pela igreja e pelo crente”. A forte correlação entre ambas favorece a autoria comum.
Capítulos:
1 João1:2-3*João 3:11;
1 João 1:4*João 16:24;
1 João 2:11* João 12:35;
1 João 2:14*João 5:38;
1 João 2:17*João 8:35;
1 João 3:5*João 8:46;
1 João 3:8*João 8:44;
1 João 3:13*João 15:18;
1 João 3:14*João 5:24;
1 João 3:16* João 10:15;
1 João 3:22*João 8:29;
1 João 3:23*João 13:34;
1 João 4:6*João 8:47;
1 João 4:15*João 6:56;
1 João 4:16* João 6:69;
1 João 4:16*João 15:10;
1 João 5:4*João 16:33;
1 João 5:9* João 5:32;
1 João 5:20*João 17:3
Fonte:
http://www.mb-soft.com/believe/tts/johnepis.htm
Bíblia do Ministro – Editora Vida – Edição Contemporânea de Almeida.
http://www.ielb.org.br/old/recursos/rec_liturgia/escudos.htm
Wikipédia.
Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento – CPAD. Lawrence O Richards.
Escorcio Sousa.
As sete igrejas do apocalipse
Anotações do autor.
Bíblia Chamada.
Bíblia Plenitude.
Bíblia digital; cortesia Tio Sam.
FATEC – I Epístola de São João.
Epístolas Gerais:: Ev. José Ferraz
Estudo bíblico comentário por James M. Gray
Outros.

Segunda-feira, Junho 29

Como a “teocracia estatal” pode corromper os ideais de uma nação.
Irã da Pérsia de Ciro ao estado religioso do Aiatolá Ruhollah Khomeini e do Líder Supremo Khamenei.
Foto-caricatura do líder do movimento contra a eleição de Ahmadinejad.

Is. 44. 28 que digo de Ciro: Ele é meu pastor
, e cumprira tudo o que me apraz; de modo que ele também diga de Jerusalém: Ela será edificada, e o fundamento do templo será lançado.II Cr.36.22,23. Ora, no primeiro ano de Ciro, rei da pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor proferida pela boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, de modo que ele fez proclamar por todo o seu reino, de viva voz e também por escrito, este decreto: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor Deus do céu me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que é em Judá. Quem há entre vós de todo o seu povo suba, e o Senhor seu Deus seja com ele.Uso estes textos bíblicos para que nós possamos imaginar como uma nação pode ser transformada através das suas autoridades, que são constituídas, embora muitos não saibam, por Deus.
E que o distanciamento da Sua vontade pode fazer com um povo, muito embora, as suas origens continuem válidas no Plano Geral.
Desde que, Khomeini vindo de Paris, atingiu ao Império Persa, à época, dirigido pelo Xá Reza Pahlevi, derrubando-o e implantando um governo islâmico, o mundo passou a sofrer com as atitudes do Governo “teocrático”, ou anti-democrático dos Líderes supremos do Irã, muito embora, à época a situação do povo era também, muito difícil devido a distância da riqueza imperial e a pobreza do povo.
Na realidade, a ditadura destes líderes supremos iranianos, suportada, pela fé da multidão de iranianos no Islã, o qual não pode ser condenado, como religião, pois, os seus propósitos são dogmáticos e não podemos impedi-los de terem a sua crença.
Porém, a utilização destes dogmas para impedir as liberdades de um povo, não pode ser aceita.

Como cristão entendemos que “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, ou seja, a crença suportada pela verdade, é fundamental na manutenção das liberdades de todo e qualquer povo.
Impedir em nome da religião que, o povo tenha, acesso as informações culturais do Mundo, acesso a jornais ocidentais, bloquear o acesso da indústria da Comunicação, seja pela Internet, pela Televisão em nome desta religião, não é no meu entender erro da religião, mas erro daqueles que usam a religião para imporem um regime totalitário e impeditivo.
O texto de João Pereira Coutinho é esclarecedor, quando nos relata como se processam a eleições para o governo político iraniano.
Logicamente que, se o Estado é religioso por Constituição, sempre haverá a interferência dos líderes religiosos, mas qual deve ser a interferência?
Parece-me que, não está relacionada só quanto às questões dogmáticas que, devem orientar o seu povo, mas está sendo utilizada nas questões eletivas, e é esta a questão que interpõe a presença absolutista do desejo do Líder Supremo:
Primeiro: está ligada a quem pode ou não pode ser candidato, mesmo que seja religiosamente apto para participar das eleições, desde que seja indicado pelo Líder Religioso.
Segundo: O candidato, ou candidatos, mesmo que seja apto religiosamente ou indicado pelo Líder, deve manter-se sob a orientação “política” do Líder Supremo, o que quer dizer: ser conivente com o “status quo” desejado pelo Líder, independente da vontade do povo. Nisto é que falham as eleições iranianas, o povo vota não naqueles que, seriam a sua opção de forma de governo, no sentido político [liberdade de expressão, costumes e hábitos – muito embora baseadas no religioso, mas impeditiva de quaisquer mudanças significativas, até mesmo as menores no dia-a-dia do iraniano, ou das mulheres iranianas], mas vota na indicação de um único homem, independente de ele ter propostas dos desejos, do povo iraniano, seja o eleito presidente Ahmadinejad ou o “opositor” Mir-Hossein Mousavi [sempre há esperança de mudança para melhor, e as vezes, começa por quem não se espera], pelo qual a população desejosa de mudança, vai às ruas e o aceita ter como seu novo Presidente, independente de seu passado, mas como uma forma de protestar, contra o Líder Supremo religioso, algo jamais visto, no Irã, desde Khomeini.
Porque no final, seja Ahmadinejad, ou seja, Mousavi, no Estado teocrático-religioso do Irã quem vai mandar mesmo, por muito tempo, será o Líder Supremo, o clérigo Khamenei e sua cúpula religiosa, com seu entendimento contrário e belicoso, quanto ao Ocidente satanizado em suas falas, e às vezes, até com razão, pois, os líderes ocidentais parecem-me, que perderam o rumo da civilização, educadamente, sem regras.
Sim! Nós ocidentais e religiosos, também, temos culpa no processo iraniano.
Leia a visão de um ótimo colunista, sobre o assunto, a coluna do jornalista João Pereira Coutinho, direto de Portugal para Folha-SP.
E.T.É preciso lembrar que Ciro, O Grande chamado de meu pastor por Deus, e libertou os judeus, fundou o Império Persa que é a origem do Irã.

A obamanização do mundo
15/06/09
LISBOA - Estou cansado da obamanização do mundo.
Inventei agora a palavra. Vocês sabem o que ela significa: a obamanização consiste em substituir a realidade pela fantasia, esperando que nos quatro cantos do globo surja sempre um candidato capaz de imitar a retórica bondosa e evangelista do original Barack.
Aconteceu agora no Irã. Li os jornais disponíveis. Acompanhei as reportagens televisivas.
O tom era semelhante: pela primeira vez desde 1979, altura em que Khomeini deixou o seu exílio dourado em Paris para regressar a Teerã, os iranianos iriam escolher novo presidente.
Pior: iriam escolher um "moderado" (Mousavi) por oposição a essa grotesca criatura chamada Ahmadinejad.
A fantasia esquecia dois pormenores básicos, quase dolorosos.
Primeiro:
O Irã não é uma democracia. O Irã é uma teocracia, o que significa que as decisões (iniciais e finais) pertencem ao Líder Supremo, Khamenei.
É o Líder Supremo quem escolhe os candidatos presidenciais.
Em todas as eleições, aparecem centenas ao cargo.
Esse ano foram 485 candidaturas.
Quatro foram selecionadas, depois de verificação apertada, ou seja, depois de se verificarem os créditos revolucionários dos quatro candidatos, rigorosamente do sexo masculino e rigorosamente muçulmanos xiitas. Mas a influência do Líder Supremo não termina aqui.
O Líder Supremo, independentemente do resultado da votação, escolhe o presidente do Irã. Os iranianos que foram às urnas são apenas figurantes de um teatrinho sórdido.
Mas há mais.
Nos últimos dias, surgiu igualmente a fantasia de que Ahmadinejad poderia ser derrotado por um "moderado".
E quem é o moderado?
Precisamente: Mir-Hossein Mousavi, um antigo primeiro-ministro de Khomeini, responsável pela execução maciça de opositores políticos na década de 80 (20 mil? 30 mil?).
Alguns jornalistas, sem um pingo de vergonha na cara, chegaram mesmo a acrescentar que Mousavi iria inaugurar um novo período de relações amigáveis com o Ocidente e, pasmem, Israel.
Para os relapsos, relembro que Mousavi esteve envolvido no atentado terrorista ao centro cultural judaico de Buenos Aires. Morreram 85 pessoas.
E agora?
Agora, coisa nenhuma. A vitória de Ahmadinejad, seguramente forjada, cumpriu na perfeição o roteiro pré-definido pela teocracia iraniana. O que significa que, depois dos Guardas Revolucionários fazerem o seu trabalho, prendendo ou espancando os manifestantes, o Irã continuará o seu glorioso caminho rumo à pobreza, à opressão das suas minorias e, claro, à bomba nuclear, para uso cirúrgico contra Israel. A obamanização do mundo é uma idéia simpática.
As idéias simpáticas, pelos vistos, não chegam a Teerã.
João Pereira Coutinho, 32, é colunista da Folha. Reuniu seus artigos para o Brasil no livro "Avenida Paulista" (Record). Escreve quinzenalmente, à segundas-feiras para a Folha on-line.

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Quinta-feira, Junho 25

AMOR, A VIRTUDE SUPREMA - LIÇÃO 13 - CPAD - 2º TRIMESTRE 2009

AMOR, A VIRTUDE SUPREMA.
Lição 13 – CPAD Autor: Osvarela
Texto Áureo: Rm. 5.5 - E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Leitura Bíblica em Classe: I Co. 13.1-8,13.
Trecho complementar, em conteúdo:

I Co. 13.9. Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Pensamento Devocional:
O evangelho de Cristo exala o Espírito de amor santo, ou seja: O amor é o cumprimento de todos os preceitos dos evangelhos. O amor é a garantia de todas as alegrias do evangelho. O amor é a evidência do poder do evangelho. O amor é o fruto maduro do Espírito (Gálatas 5.22-23)”. Ernest Reisinger
1- Pequeno glossário:
Etimologia da palavra: “Leviano” tem a mesma origem etimológica de “leve”. Encontramos o mesmo sentido no uso da expressão inglesa “to take it lightly” ou da francesa “prendre à la légère”, ambas literalmente “tomar com leveza”. Sau`loz: delicado, leviano, vacilante. cf. ISIDRO,
INVEJA: s.fm.- Desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem; desejo violento de possuir o bem alheio. (AURÉLIO).
O verbo lisonjear, empregado no texto, pode também significar: elogio para obter estima ou prestígio; louvor a si mesmo com interesse.
Pleroma - número completo, complemento total; medida completa;abundância, plenitude, o que foi completado;enfatiza a plenitude / perfeição.
Pleroma tõn kairõn – plenitude dos tempos. Ef. 1,10.Cumprimento das intervenções histórico-redentivas de deus anteriores, no decorrer do tempo do mundo.
Negligência: falta não intencional daquele que se omite no cumprimento de um ato que lhe foi determinado.
Concupiscência dos olhos: ambição; desejo de possuir; atração pelas belezas do mundo — do original kosmos (grego), ou ordem, ornamento (cosmético);
Cioso – adj. Ciumento; zeloso, cuidadoso.
Ciúme – sm. Angústia provocada por sentimento exarcebado de posse.
Zelos – ciúme. Desvelo, por alguém, ou por alguma coisa.
Suspeitoso – adj. Que tem suspeita ou receio.
Soberba, do grego superbios, ou superephanos ou superestimar a si mesmo; altivez; o contrário da humildade;
I – Introdução:
I Tm. 1.5.Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro.
Esta lição final deste trimestre é a Excelência da Vida Cristã: AMOR.
Ela elabora questionamentos em nossa mente, para que, possamos verificar se tudo que praticamos está amparado pelo conteúdo-extrato da vida cristã, conforme o texto acima.
Se conseguirmos viver amparados por Jesus e seu espírito Santo, de tal maneira, que possamos encontrar em nosso viver indicadores de que a nossa qualidade de vida espiritual espelha o que o Capítulo 13 de I Epístola aos Coríntios nos ensina, então poderemos agradecer a deus que através do Seu Santo Espírito nos permitiu com sua Graça _ Jesus, nos fazer cristãos na acepção da Palavra.
Este é o cotejo, que esta lição vai trazer a cada mente e coração, será o sinete comparativo, a balança de nossas ações prescutando o homem interior, atento, dentro de cada um de nós, chamados de cristãos.
Mas, se não passarmos neste crivo, ainda há esperança, pois o Evangelho de Jesus o Evangelho do qual Paulo diz “o meu Evangelho, ou o nosso Evangelho” é um Evangelho do Perdão através do arrependimento em vida de todas s ações que não forem encontradas em nós ao estudarmos esta lição, que só se alcança com a Virtude Suprema – Amor.
Se você não chegou a ser aprovado num primeiro momento, não fique triste que ainda há esperança para nós, ainda não é o teu fim, na é este o fim que Deus deseja para você: Jr.29.11. Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança...
II - O Amor pelas vidas:
Gn. 18:26 – 32. Então disse o Senhor: Se eu em Sodoma achar cinqüenta justos dentro da cidade, pouparei a todo o lugar por amor deles. E continuou ainda a falar-lhe, e disse: Se porventura se acharem ali quarenta? E disse: Não o farei por amor dos quarenta. - E disse: Eis que agora me atrevi a falar ao Senhor: Se porventura se acharem ali vinte? E disse: Não a destruirei por amor dos vinte. - Disse mais: Ora, não se ire o Senhor, que ainda só mais esta vez falo: Se porventura se acharem ali dez? E disse: Não a destruirei por amor dos dez.
O amor na Igreja pode ser demonstrado pelo amor que temos pela salvação daqueles que não têm a Cristo, como Salvador.
Hb. 13:1 - PERMANEÇA o amor fraternal.
O escritor aos Hebreus, em consonância com o contexto deste Trimestre, nos orienta a construir uma ponte no meio da Igreja de Cristo, baseada na ação do Amor Fraternal, ou seja, o amor entre os irmãos, sem a qual, seremos tal qual, como a Igreja de Corinto uma Igreja esfacelada pelas disputas sem fim e sem direção, tal qual crianças birrentas ou como maniqueístas, ou egoístas querendo sempre, ver o lado do meu ego.
Crentes egocentrados não podem usufruir deste benefício do amor fraternal!
Hb. 13.18. ... Orai por nós, porque estamos persuadidos de que temos boa consciência, sendo desejosos de, em tudo, portar-nos corretamente.
1Jo 4:7 - Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
1Jo 4:8 - Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.

III - O que é o Amor definido pela Bíblia Sagrada e Revelado por Paulo em I Co. 1?
Parâmetro da vida cristã.
Parâmetro da divina ação.
Parâmetro da riqueza eterna
Parâmetro das riquezas temporais.
Parâmetro do relacionamento humano
Parâmetro da Graça de Deus.

Parâmetro revelador do Caminho mais excelente, na vida com Deus.
IV - Volto a publicar o quadro sobre o que é o Amor:
Ele, nos fala sobre o Caminho mais Excelente do Amor e suas peculiaridades próprias, em se ter Amor e em não se ter Amor:
Como finaliza o quadro:Amor é um dos termos mais dinâmicos que Paulo emprega Para referir-se à vida santa habilitada pela plenitude do Espírito. Inclui motivação e ação. O amor é característica do cristão maduro.
V – Dar tudo e não ter nada:
Muitos vivem uma vida de pretensa caridade, com doações aos pobres, aliás um ato orientado pelas escrituras, mas o em busca de acalmar o coração pelo sentimento da necessidade de encontrar um caminho para salvação de suas almas.
A famosa dicotomia de Tiago:2.18. Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras”.
Mas, Paulo neste texto revela o mistério do verdadeiro amor, não bastam as obras, elas são finitas e perecíveis, sem amor nada seria, seria como o sino que tine, mas seu som se espalha e desaparece nas ondas do ar.
Mas, o Amor é duradouro e produzirá Obras maiores que, serão demonstradas pela ação deste Amor verdadeiro em Obras.
I Co.13.3. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
Mt.19.21. Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me.
Parecem contrastante os dois versículos acima, mas são na realidade consensuais entre si, pois tratam do desprezo, que só o verdadeiro amor, e em especial Amor a Deus pode trazer, ao homem, pelas coisas materiais, pois as espirituais passam a ser mais valiosas do que qualquer bem terreno, quando comparadas com as bênçãos da Salvação, sob a ótica do Amor, como a Virtude Suprema, que nos traz todo o bem, não só nesta vida, mas em especial na vida eterna em Cristo, “charis to teo” ao homem sem esperança.
VII - O QUE NÃO É AMOR:
A- Inveja:

"Ciúme é querer manter o que se tem; cobiça é querer o que não se tem; inveja é não querer que o outro tenha. E que prestem atenção: a inveja é um vírus que se caracteriza pela ausência de sintomas aparentes. O ódio espuma. A preguiça se derrama. A gula engorda. A avareza acumula. A luxúria se oferece. O orgulho brilha. Só a inveja se esconde”. Do texto Inveja- Zuenir Ventura.
4 . o amor não é invejoso;
De todas as características que são vulgares na natureza humana, a inveja é a mais desgraçada. O invejoso não só deseja provocar o infortúnio e o provoca sempre que o pode fazer impunemente, como também se torna infeliz por causa da sua inveja. Em vez de sentir prazer com o que possui, sofre com o que os outros têm”. A Conquista da Felicidade: Bertrand Russel
Prov. 14:30. O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.
A palavra inveja, em hebraico quinah, significa literalmente ambição.
A inveja é algo tão pernicioso, tão totalmente contrário ao Amor que ela atinge até aos ossos como uma doença destruidora e letal.
Ou é tão amarga que é capaz de incitar a fúria à crueldade, com ímpeto danoso na relação dos santos.
Paulo ao escrever aos Coríntios ministrava, através deste capítulo, algo como um Bálsamo de Gileade, para servir de um antídoto contra o veneno da falta da caridade que dividira a Igreja local e deixara marcas profundas naquela Comunidade cristã.
Eles como muitos de nós, precisamos, incluindo-me, de que a verdadeira caridade penetre nas juntas ossos e medula de nossas vidas para que sejamos crentes de fato e não crentes de forma legal, mas crentes inscritos no Livro da vida e não no rol de membros de nossa Igreja local, mas no rol da membresia da Igreja que será arrebatada e tem seus nomes escritos nos Livros celestiais.
Dn.7.10. Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e milhões de milhões assistiam diante dele; assentou-se o juízo, e abriram-se os livros.
Ap. 20:12 - E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.
Lc. 10.20.
Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus.
“Cruel é o furor e impetuosa a ira, mas quem pode parar na presença da inveja?” (Pv 27:4)
- Inveja é o desejo por atributos, posses, status, habilidades de outra pessoa. Não é necessariamente associada à um objeto: sua característica mais típica é a comparação desfavorável do status de uma pessoa em relação à outra.
1 -A Inveja tem cor e produz dor!
É comumente associada à cor verde, como na expressão "verde de inveja".
A frase "monstro de olhos esverdeados" (green-eyed monster, em inglês) se refere a um indivíduo que é motivado pela inveja.
A expressão é retirada de uma frase de Otelo de Shakespeare. Nesta famosa peça de teatro OTELO de Shakespeare, a inveja aparece associada ao ciúme.
Outra expressão muito comumente usada no dito popular, para designar a inveja é a dor de cotovelo.
A inveja é um verme que corrói o mérito e a glória”. Francis Bacon, filósofo inglês.
Como a inveja entra no coração:
Sl 36:2b “... e diz que a sua iniqüidade não há de ser descoberta nem detestada”.
A inveja penetra no indivíduo através dos olhos [Concupiscência dos olhos], eleva o ego e traz a glória para si; depois o invejoso julga, diz a Palavra de Deus.
Mt.6. 22,23. A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo teu corpo terá luz; se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes são tais trevas!
B - Leviano:
4. O amor não trata com leviandade,
- “Leviano”:

Em português, essa palavra é sempre malvista: isto é, leviana é a pessoa que não pesa devidamente ou não sabe dar o peso devido aos problemas ou situações enfrentadas.
- Leviano [do espanhol leviano] – 1. Leve; que tem pouco peso; que exige pouco esforço. ...
Muitos de nós deixamos nos levar pelas questões da vida e negligenciamos a caridade como um mandamento, tal qual, Paulo nos exorta a ter para com os da Igreja ou nossos próximos.
- Negligência: falta não intencional daquele que se omite no cumprimento de um ato que lhe foi determinado.
C - Soberba:
"Soberba é o sentimento negativo caracterizado pela pretensão de superioridade sobre os demais”.
Segundo São Tomás de Aquino, a soberba era um pecado tão grandioso que, deveria ser tratado em separado do resto e merecendo uma atenção especial.
Aquino tratava em separado a questão da vaidade, como sendo também um pecado, mas a Igreja decidiu unir a vaidade à soberba, acreditando que neles havia um mesmo componente de vanglória, devendo ser então estudados e tratados conjuntamente.
D - Não se ensoberbece.
Salmos 73.6-8.
Por isso a soberba os cerca como um colar; vestem-se de violência como de adorno.Os olhos deles estão inchados de gordura; eles têm mais do que o coração podia desejar.São corrompidos e tratam maliciosamente de opressão; falam arrogantemente
I Co.4.18,20. Mas alguns andam ensoberbecidos, como se eu não houvesse de ir ter convosco. Mas em breve irei ter convosco, se o Senhor quiser, e então conhecerei. Não as palavras dos que andam ensoberbecidos, mas o poder. Porque o reino de Deus não consiste em palavras [que demonstram soberba.], mas em poder [autoridade sobre a soberba].
Soberba da vida: Deus resiste o soberbo, mas concede graça aos humildes (Tg 4.6. Antes, ele dá maior graça. Portanto diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. 1 Pe 5.5... e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.).
A Lição que Paulo nos quer dar na Revelação sobre a Caridade é que, devemos exercer a caridade como um ato de sujeição uns para com os outros, sem esta posição de humildade, jamais teremos vitória sobre a soberba e nunca exerceremos a verdadeira Caridade.
E - Indecência:
5 Não se porta com indecência,
Paulo ao falar sobre a indecência quer:

Estava apontando quanto à forma como os Coríntios se conduziam como Igreja, falava que lhes faltava o porte de cristão, ou seja, alguém que tem a vida pautada por posições e comportamento que o identifique como um seguidor de Cristo, ou que “ande como Ele andou”.
Isto é ter porte de cristão, é ter um porte decente em todas as atitudes da vida, mormente na Caridade.
- Indecência no porte da vida pautada pela concupiscência;
- Indecência demonstrada pelo desprezo aos outros menos favorecidos;
- Indecência em relação a vida espiritual;
- Indecência suscitada pela falta da caridade;
- Estudando a etimologia da palavra veremos que o prefixo in é uma forma de dizer que tal palavra é o contrário da palavra adiante da qual foi colocado o prefixo in.
- Sendo assim In-decente significa tudo quilo que não é decente, ou seja, aquilo que não se pode propagar de forma aberta, pois fere os padrões normais de comportamento de que preza a verdade.
- Portanto, a vida cristã não pode carecer da falta da caridade e não se pode apregoar contra ela, pois seremos indecentes no nosso modo de agir.
- Sede santo, como Eu o Senhor sou Santo.
A Santidade de Deus é estabelecida sobre parâmetros únicos, sendo o principal deles o Amor.
F - Interesseiro:
5 . Não busca os seus interesses...
A antítese do interesse pessoal.
Rm. 12.10.
Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.
“A transgressão fala ao ímpio no íntimo do seu coração; não há temor de Deus perante os seus olhos. Pois em seus próprios olhos se lisonjeia, e diz que a sua iniqüidade não há de ser descoberta nem detestada.” (Sl 36:1-2)
O verbo lisonjear, empregado no versículo acima, pode também significar: elogio para obter estima ou prestígio; louvor a si mesmo com interesse.
G - Irritadiço ou irritante:
5 .Não se irrita...
H - Malicioso:
Salmos 34. 21 .
A malícia matará o ímpio, e os que odeiam o justo serão punidos.
Inseguro ou doente de ciúmes
Não suspeita mal:
I Co. 14. 20. Irmãos, não sejais meninos no entendimento; na malícia, contudo, sede criancinhas, mas adultos no entendimento.
Rm. 1. 29. Estando cheios de toda a injustiça, malícia, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, dolo, malignidade;
Salmos 73.6-8. Por isso...Os olhos deles estão inchados de gordura; eles têm mais do que o coração podia desejar.São corrompidos e tratam maliciosamente...
J - Suspeitoso:
5. não suspeita mal... [o amor não é invejoso...]
Como a inveja ou atitudes de ciúmes que, são a causa de mortes, em muitos casos, mas o zelo sendo uma qualidade boa, quando se torna em ciúmes é perniciosa, desta forma precisamos entender que, há formas zelosas e formas zelosas, sim!
Há zelo que se torna em ciúmes e leva a tragédias, até para o povo de Deus. O zelo pode ser negativo ou positivo, porém a inveja é sempre negativa.
Zelo Negativo: A ação do Rei Saul contra os Gibeonitas favoreceu a ira de Deus sobre Israel.
“Houve nos dias de Davi uma fome de três anos consecutivos. Consultou Davi o Eterno, e o Eterno lhe disse: É por causa de Saul e da sua casa sanguinária; porque matou os Gibeonitas. Chamaram o rei os Gibeonitas, e lhes falou (ora, os Gibeonitas não eram dos filhos de Israel, mas do restante dos Amorreus; os filhos de Israel lhes tinham jurado poupá-los, porém Saul procurou destruí-los no seu zelo pelos filhos de Israel e de Judá).” (2 Samuel 21:1-2)
O Apóstolo Paulo, na carta aos Romanos, testemunha que Israel tinha zelo de Deus, mas sem entendimento.
“Irmãos, o desejo do meu coração e a oração a Deus por Israel é para que se salvem. Pois lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus, mas que não com entendimento. Visto que não conheceram a justiça de Deus, e procuraram estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à que vem de Deus. O fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê”. (Rm. 10:1-4)
Zelo Positivo: Podemos tomar como exemplo o Salmo 69: “... pois o zelo da Tua casa me consome, e as injúrias dos que Te afrontam caem sobre mim”. (
Sl. 69:9)
A Bíblia Sagrada fala do Zelo Positivo em: 2 Co 7:7...e não somente com a sua vinda, mas também pela consolação com que foi consolado de vós, contando-nos as vossas saudades, o vosso choro, o vosso zelo por mim, de maneira que muito me regozijei.”
Seja zeloso, mas não seja ciumento, ou invejoso, ou que suspeite mal, de alguma atitude de seus irmãos ou pares do Ministério, no sentido pelo qual, a palavra se torna um trauma para seu modo de viver, quem sofre de ciúmes transformado em inveja, sofre danos espirituais, ou se torna, um crente inseguro.
K - Injusto:
6 Não folga com a injustiça;
Um exemplo do uso da “justiça” interesseira ou a falsa justiça:
2Sa 15:4 - Dizia mais Absalão: Ah, quem me dera ser juiz na terra, para que viesse a mim todo o homem que tivesse demanda ou questão, para que lhe fizesse justiça!
A verdadeira justiça, ou aquela que deve nos inspirar:
2Sa 8:15 - Reinou, pois, Davi sobre todo o Israel; e Davi fazia direito e justiça
a todo o seu povo.
Dt 33:21 - E se proveu da melhor parte, porquanto ali estava escondida a porção do legislador; por isso veio com os chefes do povo, executou a justiça do Senhor e os seus juízos para com Israel.
No Brasil ecoa o clamor dos injustiçados a procura da Justiça, os legisladores precisam aprender com a Bíblia Sagrada sobre a execução da verdadeira justiça a: Justiça do Senhor!
2Sa 22:21 - Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça; conforme a pureza de minhas mãos me retribuiu.
O exercício da justiça produz um fruto aquele que a exerce, conforme a pureza que a exerceu.
Se você tem algo em suas mãos que pode ser utilizado em benefício de outros e você retira o direito do necessitado, seja, em teu próprio benefício ou para atribuí-lo a alguém por interesse você está sendo um falto de Caridade.
L - Falho ou descumpridor dos contratos:
8 O amor nunca falha;
A maior demonstração de amor foi o de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ele deixou a sua Glória divina, no contexto de tê-la como Deus se humilhou e se tornou servo para cumprir o Compromisso do Pai, em resgatar o homem do pecado e da morte.
A confirmação da sua Caridade divina e verdadeira está dita no texto, que só Ele poderia exclamar: “Está Consumado”, ou seja, foi cumprido o que o Pai me ordenou.
a- Finito:
8. Mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão;
Por que Paulo ensina isto?
Porque estes dons foram dados para a edificação da Igreja como utilitários espirituais aqui na Terra.
Sendo assim, não serão mais necessários na vida futura, pois a Igreja ao ser arrebatada terá atingido a Pleroma previsto por Deus, o Pai, na Obra de Seu Filho e na Ação do Espírito Santo, na condução da Igreja aqui na Terra.
VIII - A finalidade do Amor:
A principal questão da ação do Amor, não é a finalidade terrena.
Como não?
A ação do Amor é conseqüência da ação divina eternalizadora que, alcançou o homem, desde a sua Criação.
Quando o homem foi criado havia uma expectativa divina de ter um adorador permanente e um dialogador eterno, mesmo sendo criado sob a qualidade material finita, distante da imaterial ou mística.
O norte de Deus era fazer do homem uma criatura que, andando, com Ele pudesse ser transportada para a vida Eterna pelo relacionamento calcado no Amor de Deus e pelo atributo deste Amor poder ser comunicável através desta relação.
- O exemplo de Enoque:
Veja o caso de Enoque.
Andou com Deus e Deus para si o tomou.
Enoque andando com Deus foi impregnado deste Amor, de tal maneira, que se tornou tão próximo de Deus, que a presença de Deus pelo seu Amor o envolveu e o levou para estar com ele.
Você levaria alguém que você não tivesse afinidade alguma para morar em sua casa para sempre?
Deus dá-nos este exemplo nos permitindo entender que a transcendência do Seu Amor foi tal que Enoque pode habitar com Deus eternamente.
Ele foi:
Justo e justificado pelo Amor.
Enoque foi benigno.
Foi absolutamente cumpridor da Aliança com Deus, por isto ele transcendeu, em seu tempo, e nós também seremos transformados, a finitude da vida física humana será retirada, de nossas vidas.
A inveja apodrece os ossos:
“O coração tranqüilo é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos”. (Pv 14:30)
A melhor maneira de evitar o invejoso é fugir dele:
A inveja é destruidora:
“Cruel é o furor e impetuosa a ira, mas quem pode parar na presença da inveja?” (Pv 27:4)
IX - MENINOS NÃO PODEM AMAR:
I Co. 13.11. Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Ao estudar a Lição 13 deste trimestre deparei-me com o trecho dos versículos de 9 a12, que não faz parte do texto principal escolhido pelo autor deste Trimestre, Mestre Dr. em Teologia Pr. Antonio Gilberto.
Ouvi soar algo em meu coração sobre: meninos não podem amar.
O título da Lição é de um significado excelente:
Amor, A Virtude Suprema – um significado de idoneidade e crescimento maduro e adulto na vida de cada crente que esteve assentado nos bancos das nossas classes da EBD neste trimestre.
Ora, para alcançarmos a maturidade do Amor que a lição, ou melhor, Paulo cita em seu contexto deste capítulo, o que devemos ter?
Sem dúvida nenhuma, Paulo estava dizendo aos de Coríntios, que a situação deles era uma situação tal, que necessitavam de um crescimento, para atingirem a Plenitude necessária àqueles que querem entender, dominar, realizar sonhar, e ter discernimento, das coisas espirituais relacionadas com a “koinonia” cristã, a quais são impossíveis de serem entendidas, por meninos espirituais.
Meninos espirituais, não os nascidos hoje para a Igreja, pela conversão, mas Paulo os colocava como aquela fábula do Peter Pan, os de Corinto queriam continuar meninos a vida toda e não assumirem as suas responsabilidades entre si, no seio da Igreja e perante Cristo.
Isto determinava em suas vidas, um desprezo pela obra Salvadora de Cristo na cruz, pois sem responsabilidade, eles se achavam sempre meninos e meninos não fazem coisas de adulto, ou seja, não tem responsabilidades pelo que fazem, vivem em constantes brigas dentro da família.
I CORINTIOS 3.1. E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a
criancinhas em Cristo.
Vocês já viram como um grupo de crianças vê algum brinquedo e todos o querem para si ou brigam por dá cá uma palha ou desatam a rir sem parar, se o pai de família ou a mãe os tenta corrigir, aí é que eles não param mesmo?
Era assim que Paulo via a Igreja de Corinto, um grupo de infantes nas coisas de Deus.
Eles precisavam ter conhecimento próprio de suas dificuldades.
Eles agiam como meninos agem em relação ao colega ou irmão, procurando ser como os irmãos de José.
Ou como aqueles pintinhos que brigam todos por uma mesma minhoca.
É preciso passar a ter pensamento adulto, para poder AMAR, entendendo, o que seja, AMAR como Virtude Suprema, disponibilizada pelo Pai das Luzes, “no qual não há sombra de variação”, ou seja, temos que ter pensamento firmado, estabelecido, maduro para entender, o que seja esta Virtude Comunicável de Deus em nossas vidas.
No dia em que todos os cristãos amadurecerem, não apenas conjugaremos o verbo Amar ou pronunciaremos a palavra AMAR, mas desfrutaremos dela plenamente através de Jesus Cristo, a maior prova do Amor Supremo de Deus! Aleluia!
Aí entenderemos o texto do Apóstolo Paulo:
RM.12.10. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros;
Nada mais poderá impedir que nossos relacionamentos eclesiais, ministeriais, familiares ou com o nosso próximo, seja, descaracterizado por pequenas coisas que, se interpõem para nos impedir continuar amando nossos familiares, amigos, irmãos, companheiros de Ministério, desconhecidos, mendigos de rua, gente que passa por nós e nunca mais as veremos.
Somos enfim maduros, crentes adultos, nada poderá nos separar do Amor que há em Cristo Jesus nosso Senhor!
X - Alicerce para o Amor:
Rm.8.35.ss. quem nos separará do amor de Cristo?
a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
Porque estamos alicerçados N’Ele!
Adultos, maduros, mas sobre que base nos ESTAMOS EDIFICADOS.

A Bíblia diz que: “aquele que edifica, veja como edifica”.
I Co.3.9.ss. Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus. Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei eu como sábio construtor, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.
Mt.7. 24,25. Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha. E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha.
Devemos ser como edifícios espirituais, bem edificados, edifícios que não sofram abalos ou sejam, solapados em sua fundação pelas torrentes das tempestades desta vida.
Conclusão:
Encerrando este estudo, deparo-me com uma questão:
Por que Paulo escreve sobre a Caridade?
Não podemos isolar este lindo hino ao Amor, do contexto Paulino na Primeira Epístola aos Coríntios.
Paulo, no contexto imediato anterior e no contexto seguinte imediato, está falando sobre os dons espirituais.
Portanto, ao ensinarmos esta Lição não desprezemos este conteúdo disciplinador.
Paulo o começa o discurso falando sobre o dom de línguas e diz claramente que nada vale ter estes dons se não tivermos Amor e encerra o texto, mas não o discurso principal, que fala sobre os dons espirituais, com a revelação de que além da fé, esperança a caridade é a maior de todas as coisas permanentes.
Para que entendamos o que estamos descrevendo veja, que o discurso contextual continua no Capítulo 14, e começa exatamente sob a marca da Caridade, assim Paulo quer nos mostrar que, os dons sem a caridade nada valem, e que os coríntios já tiveram como refletir, e a nós também, sobre o tema, sendo possível, continuar explicando, aos mesmos e anos o uso dos Dons Espirituais, sob a ótica da Caridade.
É como um círculo, este contexto, se você voltar ao versículo 1 do
Capítulo 13.
Veja quadro acima.
O Amor só pode ser sólido quando está edificado ou arraigado em nossos corações pela verdadeira convicção em Jesus Cristo Nosso Salvador.
Portanto, não sejamos negligentes em dar atenção neste tempo presente a verdadeira virtude que é o AMOR.
Agradecimentos:
Agradeço A Deus que pelo Senhor Jesus nos iluminou por mais um trimetre na ação divina, do Espírito Santo em nos revelar um pouco da sua Palavra.
Agradeço a todos os leitores, tanto os de nossa página, os nossos seguidores, os editores dos sites dos quais somos colaboradores, “mercê” de Deus.
Agradeço a CPAD - Diterores, editores, revisores, funcionários em geral, pelos ensinos desta Lição.
Agradeço a Deus pela vida do Pastor Antonio Gilberto, pela sua liberalidade em nos ensinar a Palavra genuína de Deus.
Fonte:
Bíblia Plenitude
Bíblia cortesia Tio Sam
José Geraldes - jornalista português
Liceu
A inveja, conforme Sebastián de Covarrubias, gravura do século 16.
Pr. Kenneth Wieske
P.S.J. Dicionário grego-português e português-grego.
4ª. Ed. Porto: Livraria Apostolado da Imprensa, 1969.
DICIONÁRIO Aurélio
Apontamentos do autor
I Coríntios – estudo do autor -
UPM – Andrew Jumper – ENEP
Outros citados no texto ou desconhecidos de origem.
Imagens - blog cultura religiosa.

Segunda-feira, Junho 22

UM JUBILEU EM BONSUCESSO - ASSEMBLÉIA DE DEUS - RIO DE JANEIRO - BRASIL

UMA FESTA INESQUECÍVEL.
Autor e Editor: Osvarela
Há dias em nossas vidas que, se tornam marcos.
Há gente que, passa em nossas vidas e deixam marcas.
Há Igrejas que se tornam Marca.

Nos dias 07 e 08 do presente mês de junho, estive participando do JUBILEU da Assembléia de Deus em Bonsucesso – Rio de Janeiro.
Esta Igreja realizou uma semana de festas, em agradecimento á Deus, por completar 50 anos de fundação.
A história desta Igreja é uma das marcas da minha vida.
Os pastores desta Igreja são as pessoas, gente que Deus escolheu de forma especial e permitiu-me conviver com eles, assim mesmo com E maiúsculo, tal a ordem de grandeza, que certamente Eles rejeitariam a expressão, mas é a verdade do tempo dado por Deus em ter conhecidos, tais Homens de Deus.
Um a um os conheci em minha vida e partilhei bons momentos com cada.
A história começou em 1959, em uma Rua do Bairro de Bonsucesso, Zona Norte, do Rio de Janeiro, numa noite de Junho, quando um pastor muito querido e líder das Assembléias de Deus no Rio de Janeiro, chegou na Rua Londres, 204-A, esta era a Rua, e por determinação de Deus, concedeu a Autonomia Administrativa para um grupo que freqüentava aquela Congregação.
O pastor era o saudoso Pr. Alcebíades Pereira de Vasconcelos, então Pastor-Presidente e Geral das Assembléias de Deus, do Rio de Janeiro.
Aqui aparece o primeiro homem especial em minha vida:
Primeiro marco.
A figura singela de um cearense do Crato, chamado de Varela pelos íntimos e cujo nome era:
José Bezerra Varella, assim mesmo, com dois ll’s.
Este foi o meu progenitor, meu papai, casado com uma mulher especial: mamãe Mariana dos Santos Varella “in memorian”, a figura que até hoje povoa a minha mente.
Devotado pelas suas lides no Evangelho, subindo e descendo, os hoje famosos Morros dos Complexos do Alemão, Juramento, ou viajando pelo interior do Estado do Espírito Santo, Minas ou Bahia [eu sempre achava um jeito de estar junto, viagens, morros, festas, ruas asfaltadas...eu estava lá...], tudo por causa da Santa Causa do Mestre Jesus Cristo.
Naquele dia ele foi empossado como Pastor – Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Bonsucesso.
Consolida a Igreja, abre [ele o sabia fazer muito bem, era especialmente escolhido, por Deus, com outros companheiros, para isto], muitas Congregações, compra um terreno na Rua Pesqueira, n.º 45, no mesmo bairro.
Constrói a Sede própria da Igreja, constrói diversas Congregações, aglutina o povo, forma Coral e Banda, realiza eventos com a Igreja – Almoço anual dos Cooperadores e Auxiliares do Ministério, grandes Congressos com a Mocidade, é Conselheiro de pastores, como o saudoso chefe da família: De Paula, pastores do Estado do Espírito Santo; Funda uma Escola de Alfabetização, perto de suas congregações mais carentes;
O Coral é a sua menina dos olhos, chamado, diversas vezes, pelo Missionário Lawrence Olsen para participar, do programa Radiofônico “Voz das Assembléias de Deus”, na época ao vivo.
Abre Programa na Rádio Copacabana.
Viaja para outros Estados, enfim um movimento liderado por Deus, que usa um homem simples, mas inteligente e corajoso para liderar um povo amoroso e crente.
Após alguns anos de sucesso da Igreja que presidia, [deixemos as dificuldades, para outro artigo] ele convidou um obreiro que conhecera nas lides do Evangelho, para se integrar no seu Ministério.
Este homem honrado e ainda em formação secular, gente simples, mais ungido por Deus e com vontade de aprender, foi o segundo marco.
Durante algum tempo me dediquei a seu pedido a lhe ensinar algumas matérias, como matemática, português.
Meu papai viria a ser chamado para as Moradas eternas, com a presença do Pastor Túlio de Barros “in memorian”, de Pr. Marcelino Margarida, de autoridades legislativas [foi amigo de Chagas Freitas – ex-governador do RJ; do Pr. Presbiteriano Lisâneas Dias Maciel, Pr. Ivan Espíndola D’Ávila, Pr. E Dr. Souza Dantas [que pregaram em seu púlpito, Dr. Negrão de Lima – ex-governador do RJ, sem jamais deixar se levar ou ganhar alguma coisa com isso, pois eu vivia sob o que seu salário nos permitia], antes de eu encerrar a Faculdade, e quem veio a assumir o trabalho:
Aquele negro simpático, de sorriso franco, que se esforçara em produzir bons frutos na vida secular e na vida espiritual, casado com a meiga e hospitaleira, de fala mansa, Ir. Maria Lino da Silva “in memorian”.
Chamava-se Raimundo Lino da Silva.
Passa o tempo acho uma linda moça em Santo André – SP, Maria Alice, minha linda esposa, e convido um jovem que fora vizinho desde a minha infância e que estava estudando no seminário Teológico liderado pelo Pr. Lawrence Olsen e sua esposa [onde também estudei], e que dava os primeiros passos no Evangelho e na vida empresarial, para ser minha testemunha de casamento, ou padrinho de casamento.
Este é o terceiro a marcar a minha vida.
Passa o tempo e o jovem Obreiro consolida seu ministério pastoral e Deus chama Pastor Raimundo Lino para as mansões celestes.
Eleições na Igreja Assembléia de Deus em Bonsucesso.
E quem se torna Pastor-Presidente?
Meu amigo de infância e ex-vizinho, de menino e de agora, casado com a linda Luciene:
Pastor Jaime Soares da Silva.
Uma potência pentecostal, pregador de grandes auditórios, como CGADB, Convenções e outros eventos.
Compra um novo e maior Templo, próximo à famosa e vital, Avenida Brasil, a Igreja cresce vertiginosamente, mantém o hábito de Bonsucesso: convidar gente do porte do Pastor Presbiteriano Hernanes Dias, um dos meus preferidos pregadores, para pregar em sua Igreja; convida e recebe pastor americano, enfim um homem escolhido por Deus para realização de um Plano Especial com a Igreja de Bonsucesso.
Abre e dirige, além da sua Igreja sede, um trabalho na Barra da Tijuca, região nobre do Rio de Janeiro, mas ao mesmo tempo sobe toda a semana, os Complexos onde ficam as suas Congregações, mantém e aumenta os trabalhos nos outros Estados.
O homem de Deus é um Dínamo.
Chega o JUBILEU e recebo uma informação sobre um chamado deste amigo e pastor, venha ao Rio para o Jubileu!
Insiste e me leva ao Rio de Janeiro.
Chego no Rio de Janeiro, hotel, descanso rápido...pela tarde sou levado até a Igreja.
Aí vem o melhor.
Sou chamado para estar junto com os veteranos pastores que auxiliaram meu pai, Pastor José Bezerra Varella, Pastor Raimundo Lino e que estão em outras Igrejas ou ainda sob a liderança deste Pastor amigo: Pastor Jaime Soares.
Pastor Agostinho, Presidente da Assembléia de Deus em Caetés - RJ, Pastor José Rodrigues - Presidente em Itaóca - RJ, Pr. Arcelino aos 87 anos ainda lúcido, Pastor Paulo Florêncio e outros...
Sou chamado a conhecer a EXPO-JUBILEU.
Um espaço incrível que conta a história da Igreja com fotos.
Elaborado com amor e Alta qualidade, fico sem fala, fotos e mais fotos, abraços nos antigos e nos filhos dos antigos amigos.
Esta é uma outra marca deixada, agora, por Pastor Jaime Soares da Silva!
A Marca do Amor ao Passado e aos que Passaram...
Domingo pela manhã retorno ao Templo, e tento discorrer sob muita emoção, sobre a Lição da Escola Bíblica Dominical – CPAD - Dons do Espírito - com a presença do Diretor da CPAD, Ir. Ronaldo e sua esposa, antes de orar junto com o Pastor Ezequiel Lino da Silva, sim é filho do Pastor Raimundo Lino da Silva e ao lado do Pastor-Presidente, meu amigo e irmão, Pastor Jaime Soares da Silva, pelos Elementos da Santa Ceia.
Explodindo o Coração, a Alma e a mente vendo todos estes anos passar....As Três gerações estão juntas....
Tenho que voltar depressa, pois, o meu vôo é logo mais...
Mas, agora estou sob mais uma marca além do Penhor do Espírito Santo e do Sangue do Senhor Jesus Cristo, a Marca de Bonsucesso!
Com amor em Cristo, ao meu amigo Pastor-Presidente Jaime Soares e Pastora Luciene.
Também, para minha família e para toda a Igreja em Bonsucesso...
Leia o Histórico do JUBILEU no endereço:
http://adbonsucesso.com/jubileu/?p=24&cpage=1#comment-13