COMENTÁRIO SUSCINTO DO TEMA 4 TRIMESTRE 2026 – PRIMEIRA PARTE.
O Deus da Aliança — Advertências, promessas
e bênçãos no livro de Deuteronômio
Comentarista: Osiel Gomes
Introdução:
Nasceu o desejo de estudar
o livro bíblico citado na temática do próximo trimestre – 4º 2026 – assim,
estaremos (conforme nossas forças) dando subsídios para os que vão estudar as
Lições deste próximo trimestre.
Deus nos abençoe nesta jornada,
sendo que o estudo deve ser lido como uma apresentação básica, não final, ou exaustiva, sobre
Deuteronômio, pois o livro é profundo e contém várias camadas, que remetem a
Doutrinas bíblicas, como por exemplo a Doutrina da Salvação [A
Heilsgeschichte (História da Salvação ou História Sagrada) inspira-se
em Deuteronômio 26:5-11, que é considerado um credo histórico da salvação].
Apresentação:
O livro de Deuteronômio
foi escrito por Moisés, ao povo de Israel, durante a estada antes da entrada ou
passagem do Rio Jordão, como veremos ao longo dos estudos sistemáticos sobre o
Livro.
Deuteronômio contém três
sermões (ou discursos principais) proferidos por Moisés ao povo de
Israel na planície de Moabe, pouco antes de sua morte e da entrada do povo na
Terra Prometida.
O contexto
do livro de Deuteronômio
O livro de Deuteronômio
pertence ao Pentateuco – πεντάτευχος – (lê-se: pentateucos) – que
vem de: πέντε (lê-se: pente – que significa: cinco) mais τεῦχος (lê-se: teucos –
que significa: pergaminho, livro). Isso é a mesma coisa que dizer que o livro
de Deuteronômio pertence a Torá - תּוֹרָה – (lê-se: torá), que significa: lei, ensino,
instrução. Ele forma o Pentateuco ou a Torá juntamente com: Gênesis, Êxodo,
Levítico, Número.
É uma divisão aceita teologicamente
pelos estudiosos da bibliografia bíblica veterotestamentária.
Yahweh, nosso
Deus.
O Senhor
nosso Deus é um Senhor.
O Senhor
nosso Deus, o Senhor é um só.
O Senhor é
nosso Deus, o Senhor é um.
O Senhor é
nosso Deus, somente o Senhor.
O Senhor,
nosso Deus, é o único Senhor.
O Mitte do Livro é Um
Único Deus, confirmando nesta segunda entrega da Lei o tema de Êxodo
20,2-3: “Eu sou Javé teu Deus, que te tirei da terra do Egito,
da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim”.:
“Shemá Israel”, afirmação definitiva
da identidade do povo de Israel – 6,4: “Escute, Israel! Javé é o nosso Deus,
Javé é um. Portanto, ame a Javé, o seu Deus, com todo o coração, com toda a sua
alma e com todas as forças”.
Primeiro Sermão – 1,1 a 4,43 –
Recapitula os quarenta anos vagando pelo deserto que culminaram naquele momento
e termina com uma exortação para que se observe a Lei Mosaica.
Segundo Sermão – 4,44 a
29,1 –
Relembra os israelitas da necessidade do monoteísmo e da observância das Leis
que Deus entregou a Moisés no Sinai da qual depende a posse da terra que irão
conquistar.
Terceiro Sermão – 29,2 a
30,20 –
Oferece o consolo de que, mesmo que Israel se mostre infiel – e, por isso,
perca a terra prometida por Javé – com o arrependimento, tudo poderá ser
restaurado.
Israel recebera a Lei, no
Monte Sinai, como um guia completo de orientação na vida, agora a recebe pela
segunda vez, para nunca mais ser reformada.
No primeiro sermão Moisés
destaca a jornada desde Egito, A Caminhada, destacando locais e cidades de
passagem no roteiro divinamente autorizado, pela presença da Nuvem e da Coluna
de fogo, com vitórias, conquistas e mesmo desvios do povo na jornada, o que valida
a segunda edição da lei, como um memorial a direcional do povo, após a sua
morte, como ele recebera a negativa de entrada em Canaã, por isto Moises que
fora o libertador e guia do povo de Israel quer assegurar que o povo tenha a
lei como base de sua jornada final e sua lei teocrática e monoteísta como Deus
A dimensão temporal indica
que foram quarenta anos de jornadas pelo deserto, decorrentes dos quarenta dias
em que os espiões percorreram a terra de Canaã, até o florescimento de uma nova
geração (Nm 14: 34-5).
Quarenta possui uma
simbologia especial e recorrente na Escritura Hebraica, e um dos seus
significados é o período de uma geração (Nm 32: 13).
Divisão e formato:
Origem do nome:
O Pentateuco forma um rolo
ou volume dividido em seções maiores e menores chamadas parshioth e sedarim.
O quinto e último desses
livros foi chamado pelos gregos Deuteronômio, ou seja, a segunda lei, daí o
nosso nome Deuteronômio – deuto – nomia -, ou uma
segunda lei ou declaração das leis já promulgadas. Os judeus designaram o livro
pelas duas primeiras palavras hebraicas que ocorrem, Elleh haddabharim,
ou seja, “Estas são as palavras”, ou Elleh haddevarim, “Estas
são as palavras”, ou simplesmente Devarim, “Palavras”.
Eles dividiram em onze parshioth.
O livro de Deuteronômio numa
Bíblia em português, contém trinta e quatro (34) capítulos. A sua
descoberta teria ocorrido nos tempos do reinado de Josias.
1. No hebraico, língua
original em que este livro foi escrito, o título é: Estas são as Palavras
– הַדְּבָרִ֗ים אֵ֣לֶּה - (lê-se: Eler radevarim).
2. No grego, ou LXX, o
título é: Segunda Lei. – Δευτερονομιον - (lê-se:
deuteronomion)
3. O título em
Português: Deuteronômio, vem do latim – Liber Deuteronomium -
o qual, por sua vez, vem do Grego.
4. Deuteronômio significa,
literalmente, segunda lei, mas neste livro nós não temos uma segunda lei,
apenas a repetição daquilo que já havíamos visto em Êxodo 20 (Comparar com
Deuteronômio 5).
Destaque por causa do
conteúdo.
Deuteronômio 5:1-22 e
Êxodo 20:1-17 – Os Dez Mandamentos.
Da autoria:
Há divergências quanto a
autoria, mas nós propugnamos com a área da Teologia, que aceita que a autoria
seja de Moisés, usando a ideia e concordâncias com os escritores do NT que atribuíram
a autoria do Pentateuco a Moisés. Sabendo, contudo, assim como aconteceu com
alguns livros do NT, caso de João, há trechos finais do livro, capítulos 31 a
34 (como a narrativa da morte de Moisés) que foram inseridos por algum
concluinte do texto mosaico, que alguns sugerem ter sido Eleazar e Josué.
Destaque: os estudiosos das
Escrituras Veterotestamentárias, indicam que o livro foi dado, a Moisés, em um
mês!
Assim, conservadoramente
aceitamos e entendemos que há reivindicações no próprio livro, a saber:
-Deu. 31.9-13
e 31.24,26. Deu. 31.9 diz: “Esta lei escreveu-a Moisés
e a deu aos sacerdotes...”, e 31.24,26 diz: “Tendo
Moisés acabado de escrever integralmente as palavras desta lei num livro....
Moisés deu ordem aos levitas, que elevavam a arca da Aliança: “Tomai este livro
da lei, e ponde-o ao lado da arca da aliança do Senhor vosso Deus, para que ali
esteja como testemunha contra ti.”
Este texto
está em concordância com Deuteronômio 31:9 – ACF “E Moisés escreveu
esta lei, e a deu aos sacerdotes, filhos de Levi, que levavam a arca da
aliança do Senhor, e a todos os anciãos de Israel.”
A visão do autor combina
plenamente com a visão de transição de uma vida nômade, após 40 anos no deserto
em peregrinação, para a vida em um local fixo, e com convivência com outros
povos que serviam a outros deuses. Assim, Deuteronômio representa Moisés dando
uma nova interpretação da lei (para a vida em Canaã).
A Bíblia não tem nenhuma
ideia de revelar a autoria dos livros, mas as concordâncias, em si mesmo, na didática
forma de “a Bíblia explica a ela mesma” encontramos importantes
informações concordantes que dão informações sobre a sua autoria, como provas
internas (Veterotestamentárias), ou provas externas (Neotestamentárias):
2. Provas externas:
2.1. Os escritores do
Antigo Testamento atribuíram a Moisés a autoria deste livro (Josué 1:7; Juízes
3:4; I Reis 2:3 etc).
2.2. Jesus citou Moisés
como o autor da Lei, isto é, da Torah, do Pentateuco (Marcos 7:10). Mt. 19.8
indica a posição de Cristo especificamente em relação ao livro de Deuteronômio
2.3. No Novo Testamento
várias vezes Moisés é apresentado como o autor do Pentateuco (Lucas 20:28; Atos
3:22; Romanos 10:19).
2.4. Provas internas: Há
cerca de 40 indicações dentro do livro de Deuteronômio que apontam para a
autoria de Moisés (1:1-5; 4:44; 29:1-2; etc).
Data
1. Este livro surgiu 40
anos depois da saída do Egito (Deuteronômio 1:3), claro que primeiro ele surge
em forma oral, e só muito mais tarde em forma escrita.
Abreviações – Deu. ou Dt.
Divisão do livro:
Primeiro Sermão (Capítulos
1:1 a 4:43):
O livro, como é comum em
outros livros do Antigo Testamento, inicia-se com o texto do primeiro versículo
do primeiro capítulo onde se identifica o próprio nome do livro:
- Deuteronômio
1:1a “Estas são as palavras que Moisés falou a todo o Israel…”
Como literatura
doutrinária o livro de Deuteronômio soa como a entrega de um sermão ou uma
série de três sermões, pregados por Moisés a Israel, e pregados com um coração
pesado e zeloso.
Com o coração de Moisés pesado
porque ele sabia que não entraria na Terra Prometida de Canaã com Israel. Sua
desobediência a Deus em Meribá (Números 20:1-13) significava que
ele não veria o final do Êxodo de Israel até entrar na Canaã, tão almejada.
Deuteronômio mostra um
Moisés zeloso pois, ao longo da trajetória até ali, ele constatara e sabia que
se a nova geração nascida no deserto (que era uma geração de fé, diferente da
geração que pereceu no deserto) não obedecesse à Lei de Deus, seria objeto e alvo da desobediência á aliança
de Deus, o que os levaria a serem atingidos pela maldição da desobediência á
Lei, como ocorrera com parte ou até mesmo levara ao impedimento de entrar na
Canaã, a geração que saíra do Egito.
Assim, o SENHOR através de
um Moisés apaixonado em Deuteronômio, concita o povo a obediência, cerne ou
mitte do livro de Deuteronômio, suplicando para que Israel escolhesse a
vida! (Deuteronômio 30:19)
Deuteronômio é, um livro
de repetição e um livro de preparação e de doutrina a Obediência aos preceitos
divinos.
O Cenário Escolhido.
“Se se está no Egito, o
deserto é onde se chega ao cruzar o Mar Vermelho; se se está na terra de
Israel, o deserto é onde se chega ao cruzar o Jordão.” Manu Marcus Hubner (USP)- AS
JORNADAS DOS ISRAELITAS PELO DESERTO pag. 281
O texto após o versículo
1, passa a contar a história de Israel, traçando a rota palmilhada até ali,
e importa dar nomes e o local onde Moisés inicia esta narrativa, com nomes e
com datas.
Deuteronômio 1:1b-3 – ACF “…além do Jordão,
no deserto, na planície defronte do Mar Vermelho, entre Parã e Tôfel, e
Labã, e Hazerote, e Di-Zaabe.
Onze jornadas há desde Horebe,
caminho do monte Seir, até Cades-Barneia. E sucedeu que, no ano
quadragésimo, no mês undécimo, no primeiro dia do mês, Moisés falou aos filhos
de Israel, conforme a tudo o que o Senhor lhe mandara acerca deles.
Moisés destaca dentre as cada
um dos quarenta e dois acampamentos, ou estações, por onde passaram os filhos
de Israel durante este período de quarenta anos no deserto. É interessante
notar que Deus marca locais e datas para estas narrativas bíblicas e Moises,
vai dar posição e datas segundo o calendário que desde o livro do Êxodo Deus
determinara as datas e locais de eventos para marcar a vida da futura nação e
quando deveriam se lembra para festas e adoração a Javé, bem como as divisas
que seriam demarcações do povo hebreu.
O trajeto se deu pelo
deserto, após Deus informar que o povo não deveria pelo caminho normal, “para
que não veja a guerra”:
Assim o deserto
lugar inóspito se transformou em rota viável a Israel e sob a condução de
Moisés se tornou o lugar de Javé ser fiel condutor do povo e mostrar seu imenso
poder, com sinais e maravilhas, que Moisés detalha no início do livro.
E o cenário escolhido para
esta transformação foi o deserto.O grande evento das peregrinações dos israelitas
no deserto nesta época é o encontro com Deus no Sinai, encontro este de grande
importância para a história da humanidade.
O período de caminhadas configurou
a relação entre o povo de Israel e o deserto. Segundo a visão de alguns
profetas, as peregrinações no deserto tornaram possível a aproximação entre
Deus e Israel
- O período de jornadas dos israelitas pelo
deserto foi decisivo para a transformação de um amontoado de escravos em um povo
com um propósito.
Mazar (1982: vol. 4, 673-676)
identifica vários nomes para o deserto nas escrituras:
מדבר - (midbar, nome
mais comum, 102 ocorrências no Pentateuco) O nome midbar ( מדבר ), segundo Mazar, significa
um lugar que não é próprio para ser habitado, como também território de pasto.
שממה - (šmamah, Is 64:
9; Jr 12:10)
- _ ישימו (yešimon, Dt 32: 10; Sl
78:40)
ציה - (tṣiyah, Isaías 41: 18; Os 2: 5)
- _ ציו (tsiyown, Is 25: 5, 32: 2).
Para Hirsch (2002),
yešimon e šmamah são sinônimos de desolação, enquanto ṣyah implica falta de água.
Para Alter e Kermode
(1997: 626-9), o “deserto” da Bíblia Hebraica, em língua inglesa, corresponde a
diversos termos hebraicos diferentes, mas é chamado em grego de ‘ερημος -
eremos’.
Torah:
Israel recebera a Lei,
como um guia completo de orientação na vida, agora a recebe pela segunda vez,
para nunca mais ser reformada. O termo hebraico correspondente é Torah,
que significa “instrução”.
Se nos três primeiros
capítulos Moises reforça a trajetória desde a saída do Egito, e destaca as
ocorrências, boas ou más no meio do povo e do povo para com os preceitos
divinos, como foram aceitos ou desprezados em alguns momentos da caminhada,
assim é necessário os alertar para voltar a seguir fielmente os mandamentos, Moisés,
agora em seu segundo discurso vai mostrar e clarear ao povo, e o faz no lugar
exato do discurso de despedida de Moisés, de acordo com Dt.. 1.3-5,
mas com maior clareza.
Malaquias 4.4 – ACF “Lembrai-vos da lei de
Moisés, meu servo, que lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a
saber, estatutos e juízos.”
Precisamos atentar para o
fato de que Deuteronômio não muda a lei, apenas desperta o povo para seguir a
Lei dada em Horebe [ - חרב - Choreb - "Horebe"
significa "lugar seco" ou "deserto". A maioria dos
estudiosos e tradições bíblicas identifica o Monte Horebe com o Monte Sinai,
situado na Península do Sinal]!
É a repetição da
legislação mosaica, outorgada ao longo dos livros de Êxodo, Levítico e Números.
Não é uma “segunda lei”, segundo o nome o título que lhe foi dado na
versão da Septuaginta (de onde se deriva
a palavra Deuteronômio), é a repetição daquilo que já havia sido dado,
com algumas adições e alterações, necessárias para reforço ou mesmo porque
Moisés na trajetória até Bete-Peor observara como o povo necessitava de
interpretações e reforço dos Mandamentos que em si mesmo não foram alterados.
Os Três Sermões de Moisés:
– 1,1 a 4,43 –
Recapitula os quarenta anos vagando pelo deserto que culminaram naquele momento
e termina com uma exortação para que se observe a Lei Mosaica.
– 4,44 a 29,1 – Relembra os israelitas da
necessidade do monoteísmo e da observância das Leis que Deus entregou a Moisés
no Sinai da qual depende a posse da terra que irão conquistar.
– 29,2 a 30,20 – Oferece o consolo de que, mesmo
que Israel se mostre infiel – e, por isso, perca a terra prometida por Javé –
com o arrependimento, tudo poderá ser restaurado.
Em Deuteronômio
Moises vai estabelecer doutrinas ou ensinamentos fundamentados na moralidade e
costumes, regras de culto, decretos divinos e preceitos de justiça e juízo, a
serem seguidos, cada qual a ser usado na vida pessoal na vida coletiva, na
religiosidade através dos sacerdotes e também dos pais em ensinarem seus filhos
ao longo da vida ou do caminho, e na coletividade como Povo/Nação (que
exprimem a multiplicidade dos preceitos, costumes, ritos, cerimônias etc. da
legislação mosaica.):
Testemunhos
Estatutos
Juízos.
O autor sacro usou esses
três termos para comentar sobre as palavras de Moisés (1.1). a base são os Dez Mandamentos,
como a base para vida do povo e de uma ‘constituição’ teocrática.
São três modos diferentes
de aludir às numerosas leis, morais, cerimoniais e judiciais, que seriam
ventiladas no segundo discurso de Moisés.
Cf. Dt. 6.17,20. Os dez
mandamentos, como é claro (Dt. 5.7 ss.; Êx. 20), eram a base de todo
desenvolvimento da legislação mosaica. Talvez esses sejam os testemunhos, à
base dos quais outras leis foram desenvolvidas. Mas é precário tentar descobrir
distinções entre esses três vocábulos. Representam antes um acúmulo de termos
que exprimem a multiplicidade dos preceitos, costumes, ritos, cerimônias etc.
da legislação mosaica.
A seção sobre (contra) a
idolatria:
Por histórias:
1º trecho do primeiro
sermão - Descreve a Viagem de Horebe à Terra Prometida e enfatiza a conquista
da Transjordânia.
Base fundamental para a
Nação – Um único Deus, Yahweh!
Moises ensina ao povo que
amar a Deus é o fundamento que manterá a proteção ao povo em todo o tempo, mas
não a qualquer divindade, mas ao Único Deus, Yahweh. Quem verdadeiramente ama a
este Deus não terá espaço para adorar qualquer divindade com seu deus!
Ouve, Israel, o Senhor
nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu
coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Deuteronômio 6.4-5
É destacado no livro o
preceito fundamental do Amor – sumário da Lei num mandamento fundamental. O
Deus único requer o cumprimento da lei do amor, que sumaria a lei toda em uma
única declaração, precisamente o quinto versículo deste capítulo.
- de Deus
- a Deus
- ao Único
Deus.
Como Deuteronômio é a
segunda dação da lei ao povo, encontramos a duplicação como afirmação dos
Mandamentos fundamentais para o povo.
Ressaltando a crença
monoteísta, crível num único e existente Deus, cujo nome é Yahweh", corroborando
e reafirmando o que está escrito no livro do Êxodo 20.3,4!
PRIMEIRA
PARTE
Fonte:
Apologeta
Esboço geral de uma aula
de Antigo Testamento; Pastor Washington Roberto Nascimento
Wiersbe - AT
Champlin AT V1
Russel Champlin AT interpretado
V22
Citações no corpo do texto
Apontamentos do autor
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