Deuteronômio: o livro da Aliança
Lição 1 CPAD - 4º
Trimestre 2026
Sem revisão
Infelizmente por problemas de saúde
(tendinite) não concluí o estudo, mas o que publico, tem validade de ensino.
Subsídio pastor e professor Osvarela
Tema do trimestre: O Deus da Aliança —
Advertências, promessas e bênçãos no livro de Deuteronômio - Comentarista: Pastor
Osiel Gomes
Texto
“Eis aqui esta terra, eu a dei diante de
vós; entrai e possuí a terra que o Senhor jurou a vossos pais, Abraão, Isaque e
Jacó, que a daria a eles e à sua semente depois deles.” (Dt 1.8).
Prática
A fidelidade a Deus e à sua Palavra dirige o
crente a viver pela fé e alcançar as suas promessas.
Leitura Bíblica
Deuteronômio 1.1-8.
1 — Estas são as palavras que Moisés falou
a todo o Israel, dalém do Jordão, no deserto, na planície defronte do mar de
Sufe, entre Parã, e Tofel, e Labã, e Hazerote, e Di-Zaabe.
2 — Onze jornadas há desde Horebe, caminho
da montanha de Seir, até Cades-Barneia.
3 — E sucedeu que, no ano quadragésimo, no
mês undécimo, no primeiro dia do mês, Moisés falou aos filhos de Israel,
conforme tudo o que o Senhor lhe mandara acerca deles,
4 — depois que feriu a Seom, rei dos
amorreus, que habitava em Hesbom, e a Ogue, rei de Basã, que habitava em
Astarote, em Edrei.
5 — Dalém do Jordão, na terra de Moabe,
começou Moisés a declarar esta lei, dizendo:
6 — O Senhor, nosso Deus, nos falou em
Horebe, dizendo: Tempo bastante haveis estado neste monte.
7 — Voltai-vos e parti; ide à montanha dos
amorreus, e a todos os seus vizinhos, e à planície, e à montanha, e ao vale, e
ao Sul, e à ribeira do mar, e à terra dos cananeus, e ao Líbano, até ao grande
rio, o rio Eufrates.
8 — Eis aqui esta terra, eu a dei diante
de vós; entrai e possuí a terra que o Senhor jurou a vossos pais, Abraão,
Isaque e Jacó, que a daria a eles e à sua semente depois deles.
I) Explicar a autoria, o propósito e o valor de
Deuteronômio;
II) Apresentar o contexto histórico e
espiritual de Deuteronômio;
III) Mostrar os ensinos doutrinários e práticos
de Deuteronômio.
A grande Aliança de Deus com um povo: esta é a
maneira que Moisés teve para que a Aliança sinaítica jamais fosse esquecida,
mesmo em tempos de desvios, aos quais ele alerta sabendo e conhecendo as
dificuldades futuras do seu povo.
Destaque:
“A
Terra Prometida foi dada incondicionalmente a Abraão e aos seus descendentes,
como parte do Pacto [Aliança] Abraâmico (Gn. 13.15 e 15.7), mas foi debaixo do
Pacto [Aliança] Palestino, que era condicional – condicionado a obediência
para receber benção ou maldição - (ver Dt. 28.1—30.20), que o povo de
Israel entrou na terra de Canaã, sob as ordens de Josué. Tendo violado as
condições desse último pacto, a nação de Israel foi primeiramente derrotada (I
Rs. 12), para em seguida ser mandada ao primeiro exilio (II Rs. 17.1-18; 24.1;
25.11). Mas aquele mesmo pacto promete, incondicionalmente, restauração
nacional a Israel, o que ainda está por se cumprir (Gên. 15.18).” Scofield
fíeference Bible, Introdução
Introdução:
Estamos publicando postagens subsídio sobre o
livro de Deuteronômio, o livro base do tema das lições EBD – CPAD, deste
período do ano, o 4º trimestre 2026.
Mas, aqui tentaremos continuar publicando subsídio
específico para cada lição a cada semana.
Iniciamos com subsídio da Lição 1 - Deuteronômio:
O Livro da Aliança.
Deus estabeleceu alianças com o povo hebreu a
partir da sua relação de amigos, com seu grande amigo Abraão. Deus
havia jurado fidelidade ao Pacto que firmara com Abraão e com todos os país da
nação de Israel.
Desta relação anunciada pelo próprio Deus
seguiu-se uma contínua relação passando de pai para filho, até chegar a Israel,
o Jacó que descera ao Egito, em época, na qual José era o governador daquela
nação, onde o povo hebreu descendente de 40 almas, se tornou um grande povo,
não uma grande nação.
É deste povo, povo escolhido, agora é
apresentada por Moisés, o autor do Livro de Deuteronômio, uma renovação
memorial da Aliança sinaítica consagratória da aliança abraãmica.
Aliança é uma forma de relacionamento pelo qual
os aliançados aceitam manter uma relação profunda, que diz respeito as suas
personalidades, caráter, deveres e obrigações, pela qual cuidarão um do outro,
mantendo-se fielmente a esta aliança, independentes do momentos em que passem
dificuldades, mas sempre estarão obedientes as condições da aliança, que
sobretudo tem a característica de respeitar a vontade aliançada e
voluntariedade de cada lado.
A diferença da Aliança com Deus, é que Deus é
maior que, os com os quais Ele faz aliança, foi assim com Abraão, que Deus
passou solitário entre o sacrifício, sabedor que o homem é menor e foi por Ele
criado.
É sobre a manutenção desta aliança que Moisés
vai escrever, sob as características de Esperança, Fidelidade e
As Palavras – Devarim – que dão nome ao livro
mosaico
אלה ברית - B^eriyth; n. pr. m.
El-Berite = “aliança”
ברית – b^eriyth; n. f.
acordo, aliança, compromisso - entre homens; tratado, aliança, associação
(homem a homem); constituição, ordenança (do monarca para os súditos); acordo,
compromisso (de homem para homem); aliança (referindo-se à amizade) - aliança
(referindo-se ao casamento) - entre Deus e o homem - aliança (referindo-se à
amizade); aliança (ordenação divina com sinais ou promessas)
Expressões: fazer uma aliança - manter
a aliança - violação da aliança
אמנה -’amanah; n. f. fé, apoio, segurança, certeza - referindo-se
a uma aliança
גל - gal; n. m.
monte, fonte, onda, vaga; utilizado na ratificação de uma aliança
A aliança em pauta é - A aliança, em pauta no
Pacto Mosaico, cujo âmago são os Dez Mandamentos. A aliança estabelecida no
Horebe, o monte do Sinai.
Essa Aliança ou pacto caracterizava-se pela
nova fé que estava surgindo em Israel, com sua legislação e declaração
espiritual.
O pacto firmado em Horebe foi o meio de
introduzir os Dez Mandamentos, que formam o cerne mesmo da Aliança.
Deuteronômio mostra o pacto, que é aqui
renovado com a nova geração de israelitas, que estava prestes a entrar na Terra
Prometida, cujos pais morrerem ou pereceram no deserto, excetuando apenas
Calebe e Josué. Ver Deu. 1.35-39 e 2.14.
Deuteronômio mostra que eles pais, que morreram
no deserto, o anularam, a aliança do Horebe, com sua incredulidade, quando
chegaram à fronteira mas recusaram-se a entrar na Terra Prometida com medo das
informações dos 10 espias que relataram gigantes e outros riscos, diferente do
que Calebe e Josué relataram. Portanto, o pacto estava sendo renovado com a
nova geração, e isso de maneira permanente.
Das jornadas até a renovação da Aliança:
Moisés faz uma revisão histórica sobre a
formação e a vida pós Jacó no Egito, até a sua partida e caminhada por 40 anos
no deserto. Este é o pano de fundo para o legislador apontar o rumo do seu
discurso, ativar a memória do povo sobre a ação divina até este momento D’além
do Jordão (Transjordânia, o lado oriental daquele rio, onde Israel estava
acampado e de onde estava prestes a desfechar a entrada na posse da Terra da
Promessa, ainda que duas tribos e meia já tomassem posse desde esta região.)
é a linha introdutória histórica e espiritual que o escritor utiliza para
orientar seu povo.
Deuteronômio 1.1,2 — Estas
são as palavras que Moisés falou a todo o Israel, dalém do Jordão, no deserto,
na planície defronte do mar de Sufe, entre Parã, e Tofel, e Labã, e Hazerote, e
Di-Zaabe. — Onze jornadas há desde Horebe, caminho da
montanha de Seir, até Cades-Barneia.
Moisés apresenta os locais da trajetória até
Cades-Barnéia, mostrando as onzes jornadas, escritas no livro são um
apontamento de que, segundo estudiosos, seriam o total de dias, necessários
para alcançarem o ponto onde agora Moisés está doutrinando o povo, se Israel
não tivesse sido rebelde no deserto. A viagem do Monte Horebe (o Sinai) até
Cades-Barneia (na porta da Terra Prometida) leva normalmente apenas onze dias
de caminhada.
O contraste entre uma viagem de 11 dias e os 40
anos de peregrinação no deserto serve como um lembrete severo. Mostra que o
atraso de décadas não foi uma limitação geográfica ou física imposta por Deus,
mas sim o resultado direto da incredulidade, da rebeldia e das murmurações da
primeira geração de israelitas.
Jordão
Arabá
Sufe
Parã
Tofel
Labã,
Hazerote
Di-Zaabe.
Horebe - Horebe era um dos
picos do Sinai, onde a lei foi dada, ou então o nome geral da serra da qual o
Sinai fazia parte. Para quem partisse dali, a fronteira da Terra Prometida não
ficava distante.
Seir, até Cades-Barneia.
Se o coração do povo não os fizesse ter medo no início da caminhada no deserto, em apenas onze dias, os israelitas estiveram à beira de possuir sua Terra Prometida, sua herança, mas o coração deles tremeu quando viram os gigantes da terra (Núm. 13.33). A caminhada pareceu-lhes por demais perigosa e difícil.
O custo foi - custou muito tempo (quarenta
anos) e muito sofrimento. Pela graça de Deus, todavia, foram levados de volta à
oportunidade perdida, visto que a vontade de Deus estava envolvida em tudo
aquilo.
Cades-Barnéia.
Referências
a essa localidade mostram:
1.
Situam a revelação divina dentro da história, mediante localizações
geográficas.
2.
Mostram que foram necessários apenas onze dias para fazer a viagem, mas que a
incredulidade manifestada por Israel, na fronteira, fez Israel voltar ao
deserto e ali vaguear pelo espaço de quarenta anos, em trajetória plena de: atos
de rebeldia, mas manifestações das maravilhas de Deus e de sua fidelidade com
uma Aliança, mantendo o povo com calçado, comida, água e alimentos especiais.
Dt. 1.3 — E sucedeu que, no
ano quadragésimo, no mês undécimo, no primeiro dia do mês, Moisés falou aos
filhos de Israel, conforme tudo o que o Senhor lhe mandara acerca deles,
Moisés
inicia o seu Livro de memorial e proferiu este discurso, quarenta anos (40)
mais tarde, como uma recordação que ele os levou de volta àquela oportunidade
que eles haviam desperdiçado.
Livro de conquistas:
-
relata a viagem de Horebe à Terra Prometida e enfatiza a conquista da
Transjordânia.
Após os 40 anos no deserto, os israelitas
encontraram uma área fragmentada em vários reinos estabelecidos, é neste cenário
geopolítico e difícil pelos povos da região, que ali habitava, que ao tempo de
Moisés (período do Êxodo, por volta do século XIII a.C.), a Transjordânia
— a região montanhosa e fértil situada a leste do rio Jordão —
desempenhou um papel geográfico e militar crucial na jornada do povo hebreu
rumo à Terra Prometida.
Foi nessa região que ocorreram as últimas
grandes conquistas lideradas diretamente por Moisés, o assentamento de algumas
tribos israelitas e a própria morte do profeta Moisés.
A grande orientação de Moisés ao povo, ao
entrarmos no conecito do livro como um livro que aponta para um cenário geopolítico
em relação as terras e ao território que Deus concede ao seu povo.
Primeiro com o desterro dos povos e suas
religiões de adoração a outros deuses.
As tribos de Rúben, Gade e a metade da tribo de
Manassés escolheram se estabelecer e receberam suas terras nessa área.
Povos da
região:
Moisés relata no livro o contato com estes
reinos e povos, alguns dos quais enfrentaram, venceram ou foram derrotados por
eles.
Alguns até da mesma descendência de Jacó, mas
que mesmo assim criaram dificuldades a passagem da caravana hebreia. E alguns o
próprio Deus disse para contornarem suas terras.
• Edom
e Moabe: Situados ao sul. Moisés tentou enviar mensageiros pedindo passagem
pacífica por essas terras, mas o rei de Edom recusou. Para evitar conflitos
desnecessários com povos parentes (descendentes de Esaú e Ló), os israelitas
contornaram essas fronteiras pelo deserto oriental.
• Reino
Amorreu de Hesbom (Rei Seom): Governava a região central, entre os rios
Arnom e Jaboque. Seom não apenas negou passagem a Israel como os atacou. Os
israelitas o derrotaram militarmente e tomaram suas cidades.
• Reino
de Basã (Rei Ogue): Situado ao norte, em uma região de terras muito férteis
e famosas por seu gado. Ogue também atacou os hebreus, mas foi derrotado por
Moisés
Segundo a extensão a ser habitada e dominada
pela futura nação de Israel, até ali um agrupamento de nômades e dividido pro
tribos familiares advindas do patriarca Abraão e definidas pela vida do filho
de Isaque, o primogênito do patriarca, Jacó, que descera ao Egito e agora 430
anos sai um povo imenso que necessitaria de terras ´para gado, plantação e instalações
de um futuro governo, que adentrava em terreno com inimigos declarados.
Época e período de conquistas e derrotas, mas
sempre no sentido de chegar ao centro de Canaã.
No contexto tribal de Israel houve a divisão de
terras conquistadas e assentamentos, antes mesmo de passarem o Jordão.
A Divisão da Terra (As Tribos Transjordânicas):
Como as terras conquistadas de Seom e Ogue eram
excelentes para a pastagem, as tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés
(que possuíam grandes rebanhos) pediram permissão a Moisés para se
estabelecerem ali, antes mesmo de cruzar o rio Jordão.
Moisés concordou com o pedido, mas impôs uma condição
rígida descrita no livro de Números (capítulo 32): os homens aptos dessas
tribos deveriam cruzar o Jordão armados na vanguarda do exército de Israel para
ajudar as outras tribos a conquistarem Canaã. Só depois disso eles poderiam
retornar e usufruir de suas propriedades na Transjordânia.
Região Conquistada
Tribo Assentada
Sul (antigas terras de Seom) Rúben e Gade
Norte (Gileade e Basã / terras de Ogue)
Meia tribo de Manassés
A duas tribos e meia receberam herança antes de
atravessarem o Jordão, após escolherem as terras, para habitarem, e as
conquistarem, mas isto diante de Moisés e Eleazar lhes conferia uma obrigação
de defender aos seus irmãos e com eles lutarem, (as 10 tribos) na posse das
terras pós-Jordão.
A distribuição as terras tinha de ser feita de
acordo com a vontade divina. Isso posto, os representantes das tribos de Rúben,
Gade e Manassés tiveram de pedir permissão para invadir as terras que pensavam
que lhes eram apropriadas, especialmente em face do grande número de seus
animais domesticados. Mas a permissão pedida só seria concedida às duas tribos
e meia se elas ajudassem as demais na conquista da Terra Prometida (vs. 7).
Números
32:1-6 – ACF E os filhos de Rúben e os filhos de Gade
tinham gado em grande quantidade; e viram a terra de Jazer, e a terra de
Gileade, e eis que o lugar era lugar de gado. Vieram, pois, os filhos
de Gade, e os filhos de Rúben e falaram a Moisés e a Eleazar, o sacerdote, e
aos chefes da congregação, dizendo: Atarote, e Dibom, e Jazer, e Ninra, e
Hesbom, e Eleale, e Sebã, e Nebo, e Beom, A terra que o Senhor feriu diante da
congregação de
Israel, é terra para gado, e os teus servos têm gado.
Disseram mais: Se achamos graça aos teus olhos, dê-se esta terra aos teus
servos em possessão; e não nos faças passar o Jordão. Porém
Moisés disse aos filhos de Gade e aos filhos de Rúben: Irão vossos irmãos
à peleja, e ficareis vós aqui?
Conhecendo as terras escolhidas - tribos de
Rúben, Gade e Manassés:
Atarote
- Atarote é mencionada somente neste versículo em toda a Bíblia. O
nome moderno da Atarote deste versículo é Khirbet Attarus.
Dibom. No
hebraico, “curso de rio”.
Jazer. No
hebraico, “fortificada”. Ver Núm. 21.22.
Ninra. No
hebraico, “límpida”. Essa localidade só é mencionada, com esse nome, neste
versículo, fazia parte das cidades que formavam o distrito de Jazer, na terra
de Gileade. É a mesma cidade chamada Bete-Ninra, no vs. 36 deste capítulo e em
Jos. 13.27. Parece que ficou com a tribo de Gade. Ficava localizada perto do
moderno wadi Sha’ib.
Hesbom. No
hebraico, “fortim”.
Eleale. No
hebraico, “Deus (El) é exaltado”.
Sebã. No
hebraico, “juramento”. Não deve ser confundida com Seba. Algumas versões
portuguesas dizem aqui “Sebá”. No vs. 38 deste capítulo é chamada também de
Sibma.
Nebo. No
hebraico, “altura”. Foi do monte Nebo (ver no Dicionário) que Moisés contemplou
a Terra Prometida, embora proibido de nela entrar.
Beom. No
hebraico, “senhor ou casa de On”. Talvez se trate da mesma Meom (por meio de
uma variante escribal), um dos lugares próprios para pastagem, perto dos
lugares anteriormente mencionados. Também é chamada de Bete- Baal-Meom,
em Jos. 13.17; de Baal-Meom, em Núm. 32.38 e Bete-Meom em Jer.48.23.
Assim começou a tomada das terras prometidas. Podemos
verificar que a Terra prometida ia além da tradicional Canaã.
“Deuteronômio
1.7,8 — Voltai-vos e parti; ide à montanha dos amorreus, e a
todos os seus vizinhos, e à planície, e à montanha, e ao vale, e ao Sul, e à
ribeira do mar, e à terra dos cananeus, e ao Líbano, até ao grande rio, o rio
Eufrates. — Eis aqui esta terra, eu a dei
diante de vós;”
Esta decisão de Moisés e Eleazar trazem a noção
de um futuro Estado- nação israelense. E espiritualmente mostra a noção de um
Reino assentado sob a Lei de Deus e para cumprir o que Deus determinara na Aliança
com seu povo.
Claro é, que jamais a palavra de Deus cairá, mais
a menção traz no bojo a ideia que há uma visão nacional da dependência da ação
de Deus.
A ordem é tomar posse:
Israel fica diante do Terra da Promessa e o seu
líder, o incentiva a subir e tomar posse do que Deus lhes dera.
“Eis aqui esta terra, eu a dei diante de
vós; entrai e possuí a terra que o Senhor jurou a vossos pais, Abraão, Isaque e
Jacó, que a daria a eles e à sua semente depois deles.” (Dt 1.8).
Israel esteve a 11 passos ou dias de tomar
posse da Terra, mas erros e desobediência levaram o povo passar 40 anos no
deserto e a população que saiu do deserto (os pais) pereceram ao longo da
caminhada. Não nos ocorra o mesmo!
Assim é conosco, quando Deus nos dá algo Ele
manda tomarmos posse pois Ele garantirá nosso avanço sobre o que nos deu.
Nós também temos um Livro da Aliança, a Nova
aliança no sangue de Jesus, a Bíblia Sagrada, com o Novo Testamento.
Fonte:
Dicionário Strong
Champlin AT – V1 – V2 – Deuteronômio
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