terça-feira, setembro 8

COMENTÁRIO SUSCINTO DO TEMA 4 TRIMESTRE 2026 – O Deus da Aliança — Advertências, promessas e bênçãos no livro de Deuteronômio - PRIMEIRA PARTE.

COMENTÁRIO SUSCINTO DO TEMA 4 TRIMESTRE 2026 – PRIMEIRA PARTE. 

O Deus da Aliança — Advertências, promessas e bênçãos no livro de Deuteronômio

Comentarista: Osiel Gomes


Introdução:

Nasceu o desejo de estudar o livro bíblico citado na temática do próximo trimestre – 4º 2026 – assim, estaremos (conforme nossas forças) dando subsídios para os que vão estudar as Lições deste próximo trimestre.

Deus nos abençoe nesta jornada, sendo que o estudo deve ser lido como uma apresentação básica, não final, ou exaustiva, sobre Deuteronômio, pois o livro é profundo e contém várias camadas, que remetem a Doutrinas bíblicas, como por exemplo a Doutrina da Salvação [A Heilsgeschichte  (História da Salvação ou História Sagrada) inspira-se em Deuteronômio 26:5-11, que é considerado um credo histórico da salvação].

Apresentação:

O livro de Deuteronômio foi escrito por Moisés, ao povo de Israel, durante a estada antes da entrada ou passagem do Rio Jordão, como veremos ao longo dos estudos sistemáticos sobre o Livro.

Deuteronômio contém três sermões (ou discursos principais) proferidos por Moisés ao povo de Israel na planície de Moabe, pouco antes de sua morte e da entrada do povo na Terra Prometida.

O contexto do livro de Deuteronômio

O livro de Deuteronômio pertence ao Pentateuco – πεντάτευχος – (lê-se: pentateucos) – que vem de: πέντε (lê-se: pente – que significa: cinco) mais τεχος (lê-se: teucos – que significa: pergaminho, livro). Isso é a mesma coisa que dizer que o livro de Deuteronômio pertence a Torá - תּוֹרָה – (lê-se: torá), que significa: lei, ensino, instrução. Ele forma o Pentateuco ou a Torá juntamente com: Gênesis, Êxodo, Levítico, Número.

Os Três Sermões de Moisés

É uma divisão aceita teologicamente pelos estudiosos da bibliografia bíblica veterotestamentária.

Yahweh, nosso Deus.

O Senhor nosso Deus é um Senhor.

O Senhor nosso Deus, o Senhor é um só.

O Senhor é nosso Deus, o Senhor é um.

O Senhor é nosso Deus, somente o Senhor.

O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor.

O Mitte do Livro é Um Único Deus, confirmando nesta segunda entrega da Lei o tema de Êxodo 20,2-3: “Eu sou Javé teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim”.:

“Shemá Israel”, afirmação definitiva da identidade do povo de Israel – 6,4: “Escute, Israel! Javé é o nosso Deus, Javé é um. Portanto, ame a Javé, o seu Deus, com todo o coração, com toda a sua alma e com todas as forças”.

Primeiro Sermão – 1,1 a 4,43 – Recapitula os quarenta anos vagando pelo deserto que culminaram naquele momento e termina com uma exortação para que se observe a Lei Mosaica.

Segundo Sermão – 4,44 a 29,1 – Relembra os israelitas da necessidade do monoteísmo e da observância das Leis que Deus entregou a Moisés no Sinai da qual depende a posse da terra que irão conquistar.

Terceiro Sermão – 29,2 a 30,20 – Oferece o consolo de que, mesmo que Israel se mostre infiel – e, por isso, perca a terra prometida por Javé – com o arrependimento, tudo poderá ser restaurado.

Israel recebera a Lei, no Monte Sinai, como um guia completo de orientação na vida, agora a recebe pela segunda vez, para nunca mais ser reformada.

A dimensão crono da caminhada no livro:

No primeiro sermão Moisés destaca a jornada desde Egito, A Caminhada, destacando locais e cidades de passagem no roteiro divinamente autorizado, pela presença da Nuvem e da Coluna de fogo, com vitórias, conquistas e mesmo desvios do povo na jornada, o que valida a segunda edição da lei, como um memorial a direcional do povo, após a sua morte, como ele recebera a negativa de entrada em Canaã, por isto Moises que fora o libertador e guia do povo de Israel quer assegurar que o povo tenha a lei como base de sua jornada final e sua lei teocrática e monoteísta como Deus

A dimensão temporal indica que foram quarenta anos de jornadas pelo deserto, decorrentes dos quarenta dias em que os espiões percorreram a terra de Canaã, até o florescimento de uma nova geração (Nm 14: 34-5).

Quarenta possui uma simbologia especial e recorrente na Escritura Hebraica, e um dos seus significados é o período de uma geração (Nm 32: 13).

Divisão e formato:

Origem do nome:

O Pentateuco forma um rolo ou volume dividido em seções maiores e menores chamadas parshioth sedarim

O quinto e último desses livros foi chamado pelos gregos Deuteronômio, ou seja, a segunda lei, daí o nosso nome Deuteronômio – deutonomia -, ou uma segunda lei ou declaração das leis já promulgadas. Os judeus designaram o livro pelas duas primeiras palavras hebraicas que ocorrem, Elleh haddabharim, ou seja, “Estas são as palavras”, ou Elleh haddevarim, “Estas são as palavras”, ou simplesmente Devarim, “Palavras”. Eles dividiram em onze parshioth.

O livro de Deuteronômio numa Bíblia em português, contém trinta e quatro (34) capítulos. A sua descoberta teria ocorrido nos tempos do reinado de Josias.

O Título

1. No hebraico, língua original em que este livro foi escrito, o título é: Estas são as Palavras – הַדְּבָרִ֗ים אֵ֣לֶּה - (lê-se: Eler radevarim).

2. No grego, ou LXX, o título é: Segunda Lei. – Δευτερονομιον - (lê-se: deuteronomion)

3. O título em Português: Deuteronômio, vem do latim – Liber Deuteronomium - o qual, por sua vez, vem do Grego.

4. Deuteronômio significa, literalmente, segunda lei, mas neste livro nós não temos uma segunda lei, apenas a repetição daquilo que já havíamos visto em Êxodo 20 (Comparar com Deuteronômio 5).

Destaque por causa do conteúdo.

Deuteronômio 5:1-22 e Êxodo 20:1-17 – Os Dez Mandamentos.

Da autoria:

Há divergências quanto a autoria, mas nós propugnamos com a área da Teologia, que aceita que a autoria seja de Moisés, usando a ideia e concordâncias com os escritores do NT que atribuíram a autoria do Pentateuco a Moisés. Sabendo, contudo, assim como aconteceu com alguns livros do NT, caso de João, há trechos finais do livro, capítulos 31 a 34 (como a narrativa da morte de Moisés) que foram inseridos por algum concluinte do texto mosaico, que alguns sugerem ter sido Eleazar e Josué.

Destaque: os estudiosos das Escrituras Veterotestamentárias, indicam que o livro foi dado, a Moisés, em um mês!

Assim, conservadoramente aceitamos e entendemos que há reivindicações no próprio livro, a saber:

-Deu. 31.9-13 e 31.24,26. Deu. 31.9 diz: Esta lei escreveu-a Moisés e a deu aos sacerdotes..., e 31.24,26 diz: Tendo Moisés acabado de escrever integralmente as palavras desta lei num livro.... Moisés deu ordem aos levitas, que elevavam a arca da Aliança: “Tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca da aliança do Senhor vosso Deus, para que ali esteja como testemunha contra ti.”

Este texto está em concordância com Deuteronômio 31:9 – ACFE Moisés escreveu esta lei, e a deu aos sacerdotes, filhos de Levi, que levavam a arca da aliança do Senhor, e a todos os anciãos de Israel.”

A visão do autor combina plenamente com a visão de transição de uma vida nômade, após 40 anos no deserto em peregrinação, para a vida em um local fixo, e com convivência com outros povos que serviam a outros deuses. Assim, Deuteronômio representa Moisés dando uma nova interpretação da lei (para a vida em Canaã).

A Bíblia não tem nenhuma ideia de revelar a autoria dos livros, mas as concordâncias, em si mesmo, na didática forma de “a Bíblia explica a ela mesma” encontramos importantes informações concordantes que dão informações sobre a sua autoria, como provas internas (Veterotestamentárias), ou provas externas (Neotestamentárias):

2. Provas externas:

2.1. Os escritores do Antigo Testamento atribuíram a Moisés a autoria deste livro (Josué 1:7; Juízes 3:4; I Reis 2:3 etc).

2.2. Jesus citou Moisés como o autor da Lei, isto é, da Torah, do Pentateuco (Marcos 7:10). Mt. 19.8 indica a posição de Cristo especificamente em relação ao livro de Deuteronômio

2.3. No Novo Testamento várias vezes Moisés é apresentado como o autor do Pentateuco (Lucas 20:28; Atos 3:22; Romanos 10:19).

2.4. Provas internas: Há cerca de 40 indicações dentro do livro de Deuteronômio que apontam para a autoria de Moisés (1:1-5; 4:44; 29:1-2; etc).

Data

1. Este livro surgiu 40 anos depois da saída do Egito (Deuteronômio 1:3), claro que primeiro ele surge em forma oral, e só muito mais tarde em forma escrita.

Abreviações – Deu. ou Dt.

Divisão do livro:

Primeiro Sermão (Capítulos 1:1 a 4:43):

O livro, como é comum em outros livros do Antigo Testamento, inicia-se com o texto do primeiro versículo do primeiro capítulo onde se identifica o próprio nome do livro:

- Deuteronômio 1:1a “Estas são as palavras que Moisés falou a todo o Israel…”

Como literatura doutrinária o livro de Deuteronômio soa como a entrega de um sermão ou uma série de três sermões, pregados por Moisés a Israel, e pregados com um coração pesado e zeloso.

Com o coração de Moisés pesado porque ele sabia que não entraria na Terra Prometida de Canaã com Israel. Sua desobediência a Deus em Meribá (Números 20:1-13) significava que ele não veria o final do Êxodo de Israel até entrar na Canaã, tão almejada.

Deuteronômio mostra um Moisés zeloso pois, ao longo da trajetória até ali, ele constatara e sabia que se a nova geração nascida no deserto (que era uma geração de fé, diferente da geração que pereceu no deserto) não obedecesse à Lei de Deus,  seria objeto e alvo da desobediência á aliança de Deus, o que os levaria a serem atingidos pela maldição da desobediência á Lei, como ocorrera com parte ou até mesmo levara ao impedimento de entrar na Canaã, a geração que saíra do Egito.

Assim, o SENHOR através de um Moisés apaixonado em Deuteronômio, concita o povo a obediência, cerne ou mitte do livro de Deuteronômio, suplicando para que Israel escolhesse a vida! (Deuteronômio 30:19)

Deuteronômio é, um livro de repetição e um livro de preparação e de doutrina a Obediência aos preceitos divinos.

O Cenário Escolhido.

Se se está no Egito, o deserto é onde se chega ao cruzar o Mar Vermelho; se se está na terra de Israel, o deserto é onde se chega ao cruzar o Jordão.” Manu Marcus Hubner (USP)- AS JORNADAS DOS ISRAELITAS PELO DESERTO pag. 281

O texto após o versículo 1, passa a contar a história de Israel, traçando a rota palmilhada até ali, e importa dar nomes e o local onde Moisés inicia esta narrativa, com nomes e com datas.

Deuteronômio 1:1b-3 – ACF “…além do Jordão, no deserto, na planície defronte do Mar Vermelho, entre Parã e Tôfel, e Labã, e Hazerote, e Di-Zaabe.

Onze jornadas há desde Horebe, caminho do monte Seir, até Cades-Barneia. E sucedeu que, no ano quadragésimo, no mês undécimo, no primeiro dia do mês, Moisés falou aos filhos de Israel, conforme a tudo o que o Senhor lhe mandara acerca deles.

Moisés destaca dentre as cada um dos quarenta e dois acampamentos, ou estações, por onde passaram os filhos de Israel durante este período de quarenta anos no deserto. É interessante notar que Deus marca locais e datas para estas narrativas bíblicas e Moises, vai dar posição e datas segundo o calendário que desde o livro do Êxodo Deus determinara as datas e locais de eventos para marcar a vida da futura nação e quando deveriam se lembra para festas e adoração a Javé, bem como as divisas que seriam demarcações do povo hebreu.

O trajeto se deu pelo deserto, após Deus informar que o povo não deveria pelo caminho normal, “para que não veja a guerra”:

Assim o deserto lugar inóspito se transformou em rota viável a Israel e sob a condução de Moisés se tornou o lugar de Javé ser fiel condutor do povo e mostrar seu imenso poder, com sinais e maravilhas, que Moisés detalha no início do livro.

E o cenário escolhido para esta transformação foi o deserto.O grande evento das peregrinações dos israelitas no deserto nesta época é o encontro com Deus no Sinai, encontro este de grande importância para a história da humanidade.

O período de caminhadas configurou a relação entre o povo de Israel e o deserto. Segundo a visão de alguns profetas, as peregrinações no deserto tornaram possível a aproximação entre Deus e Israel

                   - O período de jornadas dos israelitas pelo deserto foi decisivo para a transformação de um amontoado de escravos em um povo com um propósito.

Mazar (1982: vol. 4, 673-676) identifica vários nomes para o deserto nas escrituras:

מדבר - (midbar, nome mais comum, 102 ocorrências no Pentateuco) O nome midbar ( מדבר ), segundo Mazar, significa um lugar que não é próprio para ser habitado, como também território de pasto.

שממה - (šmamah, Is 64: 9; Jr 12:10)

- _ ישימו (yešimon, Dt 32: 10; Sl 78:40)

ציה - (tṣiyah, Isaías 41: 18; Os 2: 5)

- _ ציו (tsiyown, Is 25: 5, 32: 2).

Para Hirsch (2002), yešimon e šmamah são sinônimos de desolação, enquanto yah implica falta de água.

Para Alter e Kermode (1997: 626-9), o “deserto” da Bíblia Hebraica, em língua inglesa, corresponde a diversos termos hebraicos diferentes, mas é chamado em grego de ‘ερημος - eremos’.

Torah:     

Israel recebera a Lei, como um guia completo de orientação na vida, agora a recebe pela segunda vez, para nunca mais ser reformada. O termo hebraico correspondente é Torah, que significa “instrução”.

Se nos três primeiros capítulos Moises reforça a trajetória desde a saída do Egito, e destaca as ocorrências, boas ou más no meio do povo e do povo para com os preceitos divinos, como foram aceitos ou desprezados em alguns momentos da caminhada, assim é necessário os alertar para voltar a seguir fielmente os mandamentos, Moisés, agora em seu segundo discurso vai mostrar e clarear ao povo, e o faz no lugar exato do discurso de despedida de Moisés, de acordo com Dt.. 1.3-5, mas com maior clareza.

Malaquias 4.4 – ACF Lembrai-vos da lei de Moisés, meu servo, que lhe mandei em Horebe para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos.”

Precisamos atentar para o fato de que Deuteronômio não muda a lei, apenas desperta o povo para seguir a Lei dada em Horebe [ - חרב  - Choreb - "Horebe" significa "lugar seco" ou "deserto". A maioria dos estudiosos e tradições bíblicas identifica o Monte Horebe com o Monte Sinai, situado na Península do Sinal]!

É a repetição da legislação mosaica, outorgada ao longo dos livros de Êxodo, Levítico e Números. Não é uma segunda lei”, segundo o nome o título que lhe foi dado na versão da  Septuaginta (de onde se deriva a palavra Deuteronômio), é a repetição daquilo que já havia sido dado, com algumas adições e alterações, necessárias para reforço ou mesmo porque Moisés na trajetória até Bete-Peor observara como o povo necessitava de interpretações e reforço dos Mandamentos que em si mesmo não foram alterados.

Os Três Sermões de Moisés:

–  1,1 a 4,43 – Recapitula os quarenta anos vagando pelo deserto que culminaram naquele momento e termina com uma exortação para que se observe a Lei Mosaica.

– 4,44 a 29,1 – Relembra os israelitas da necessidade do monoteísmo e da observância das Leis que Deus entregou a Moisés no Sinai da qual depende a posse da terra que irão conquistar.

– 29,2 a 30,20 – Oferece o consolo de que, mesmo que Israel se mostre infiel – e, por isso, perca a terra prometida por Javé – com o arrependimento, tudo poderá ser restaurado.

Em Deuteronômio Moises vai estabelecer doutrinas ou ensinamentos fundamentados na moralidade e costumes, regras de culto, decretos divinos e preceitos de justiça e juízo, a serem seguidos, cada qual a ser usado na vida pessoal na vida coletiva, na religiosidade através dos sacerdotes e também dos pais em ensinarem seus filhos ao longo da vida ou do caminho, e na coletividade como Povo/Nação (que exprimem a multiplicidade dos preceitos, costumes, ritos, cerimônias etc. da legislação mosaica.):

Testemunhos

Estatutos

Juízos.

O autor sacro usou esses três termos para comentar sobre as palavras de Moisés (1.1). a base são os Dez Mandamentos, como a base para vida do povo e de uma ‘constituição’ teocrática.

São três modos diferentes de aludir às numerosas leis, morais, cerimoniais e judiciais, que seriam ventiladas no segundo discurso de Moisés.

Cf. Dt. 6.17,20. Os dez mandamentos, como é claro (Dt. 5.7 ss.; Êx. 20), eram a base de todo desenvolvimento da legislação mosaica. Talvez esses sejam os testemunhos, à base dos quais outras leis foram desenvolvidas. Mas é precário tentar descobrir distinções entre esses três vocábulos. Representam antes um acúmulo de termos que exprimem a multiplicidade dos preceitos, costumes, ritos, cerimônias etc. da legislação mosaica.

A seção sobre (contra) a idolatria:

Por histórias:

1º trecho do primeiro sermão - Descreve a Viagem de Horebe à Terra Prometida e enfatiza a conquista da Transjordânia.

Base fundamental para a Nação – Um único Deus, Yahweh!

Moises ensina ao povo que amar a Deus é o fundamento que manterá a proteção ao povo em todo o tempo, mas não a qualquer divindade, mas ao Único Deus, Yahweh. Quem verdadeiramente ama a este Deus não terá espaço para adorar qualquer divindade com seu deus!

Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Deuteronômio 6.4-5

É destacado no livro o preceito fundamental do Amor – sumário da Lei num mandamento fundamental. O Deus único requer o cumprimento da lei do amor, que sumaria a lei toda em uma única declaração, precisamente o quinto versículo deste capítulo.

- de Deus

- a Deus

- ao Único Deus.

Como Deuteronômio é a segunda dação da lei ao povo, encontramos a duplicação como afirmação dos Mandamentos fundamentais para o povo.

Ressaltando a crença monoteísta, crível num único e existente Deus, cujo nome é Yahweh", corroborando e reafirmando o que está escrito no livro do Êxodo 20.3,4!

PRIMEIRA PARTE

Fonte:

Apologeta

Esboço geral de uma aula de Antigo Testamento; Pastor Washington Roberto Nascimento

Wiersbe - AT

Champlin AT V1

Russel Champlin AT interpretado V22

Citações no corpo do texto

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