sexta-feira, setembro 11

Entre tempestades e promessas Lição CPAD 11 – 13/09/2026

Entre tempestades e promessas

Lição CPAD 11 – 13/09/2026

Subsídio pastor e professor Osvareal

Texto “Mas, agora, vos admoesto a que tenhais bom ânimo, porque não se perderá a vida de nenhum de vós, mas somente o navio.” (At 27.22).

Prática “Mesmo quando perdas materiais são inevitáveis, Deus preserva a vida e cumpre suas promessas àqueles que confiam n’Ele.”

Leitura Bíblica:

Atos 27.9-15,21-26.

9 — Passado muito tempo, e sendo já perigosa a navegação, pois também o jejum já tinha passado, Paulo os admoestava, 10 — dizendo-lhes: Varões, vejo que a navegação há de ser incômoda e com muito dano, não só para o navio e a carga, mas também para a nossa vida. 11 — Mas o centurião cria mais no piloto e no mestre do que no que dizia Paulo. 12 — E, como aquele porto não era cômodo para invernar, os mais deles foram de parecer que se partisse dali para ver se podiam chegar a Fenice, que é um porto de Creta que olha para a banda do vento da África e do Coro, e invernar ali. 13 — E, soprando o vento sul brandamente, lhes pareceu terem já o que desejavam, e, fazendo-se de vela, foram de muito perto costeando Creta. 14 — Mas, não muito depois, deu nela um pé de vento, chamado Euroaquilão. 15 — E, sendo o navio arrebatado e não podendo navegar contra o vento, dando de mão a tudo, nos deixamos ir à toa.

Atos 21-26. 21 — Havendo já muito que se não comia, então, Paulo, pondo-se em pé no meio deles, disse: Fora, na verdade, razoável, ó varões, ter-me ouvido a mim e não partir de Creta, e assim evitariam este incômodo e esta perdição.22 — Mas, agora, vos admoesto a que tenhais bom ânimo, porque não se perderá a vida de nenhum de vós, mas somente o navio.23 — Porque, esta mesma noite, o anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo,24 — dizendo: Paulo, não temas! Importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo.25 — Portanto, ó varões, tende bom ânimo! Porque creio em Deus que há de acontecer assim como a mim me foi dito.26 — É, contudo, necessário irmos dar numa ilha.

A) Objetivos da Lição: 

I) Explicar como decisões humanas precipitam crises espirituais;

II) Demonstrar que a promessa divina sustenta o crente na crise;

III) Conduzir o aluno a confiar na providência de Deus nas perdas.

Introdução:

Atos 27.11 — Mas o centurião cria mais no piloto e no mestre do que no que dizia Paulo.

A crise foi prevista pelo Apóstolo:

Neste texto narrativa de Lucas, sobre a turbulenta navegação do navio que levava Paulo à Roma, destaco uma frase que para mim tem algo extraordinário: “o centurião cria mais no piloto e no mestre do que no que dizia Paulo. Demonstrando a diferença entre o que um homem chamado e com a revelação do Espírito Santo tem e o homem natural que só vê o que está diante de seus olhos, enquanto Paulo recebera a informação do dono do Mundo sobre o que ocorreria.

Contudo também podemos inferir a experiencia paulina com naufrágios.

Prenuncio da Crise – a descrença na informação do homem de Deus:

Antes da crise pode parecer que tudo irá bem, até vir o Euroaquilão e muda tudo e o nosso próprio bem-estar:

Atos 27.13 — E, soprando o vento sul brandamente, lhes pareceu terem já o que desejavam, e, fazendo-se de vela, foram de muito perto costeando Creta.

14 — Mas, não muito depois, deu nela um pé de vento, chamado Euroaquilão.

15 — E, sendo o navio arrebatado e não podendo navegar contra o vento, dando de mão a tudo, nos deixamos ir à toa.

O apóstolo Paulo já tinha longa experiencia de viagens marítimas, e já havia sofrido nada menos de três naufrágios, segundo se lê em II Cor. 11:25; e, por isso mesmo, poderia julgar, com base nessa experiencia, que seria uma temeridade prosseguir viagem. Todavia, 0 que 0 texto sagrado deixa entendido, embora isso Não seja definidamente declarado, e que ele previa, espiritualmente falando, o que sucederia, Não se tendo baseado tão somente em sua experiencia.

A crise que avançaria e alcançaria todos no navio está dentro do conceito de solidariedade coletiva, pois todos que ali estavam, ainda que objetivos diversos, estavam juntos no mesmo elemento que os conduzi, o navio, e formavam um conjunto no qual estavam igualmente expostos, tanto pelo sucesso da navegação como pelo desastre que Paulo os avisara.

Assim, entendemos que decisões erradas raramente afetam apenas a nós mesmos. Elas rompem o Shalom (a paz, harmonia e integridade, ou bem-estar, no caso, coletivo) da comunidade, gerando crises relacionais, econômicas e sociais ao redor do indivíduo.

A crise pode ser usada por Deus como ensino para a coletividade, como uma ferramenta de correção ou pedagógica. Quando uma decisão errada nos joga em uma crise, a teologia enxerga esse momento não como um fim, mas como uma oportunidade de metanoia (arrependimento / mudança de mente). A crise expõe a fragilidade da autossuficiência humana.

Atos 27. 22 — Mas, agora, vos admoesto a que tenhais bom ânimo, porque não se perderá a vida de nenhum de vós, mas somente o navio.

23 — Porque, esta mesma noite, o anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo,

24 — dizendo: Paulo, não temas! Importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo.

25 — Portanto, ó varões, tende bom ânimo! Porque creio em Deus que há de acontecer assim como a mim me foi dito.

A crise estabelecida no naufrágio do navio alexandrino serve para nos mostrar que há um Deus que ensina a todos sobre a doutrina da Providência Divina. Embora o ser humano, no caso o centurião, o piloto e o mestre, possam ser considerados totalmente responsáveis por suas decisões erradas e pelas crises que elas provocaram, Deus é soberano e o foi, para tecer e transformar a criada por eles, dentro de seu plano redentor, transformando o caos em propósito.

O centurião acreditava estar no controle, mas sua visão limitada inevitavelmente o guiou para a séria crise coletiva e danos e perdas, que só foram minimizados com a salvação de todas as 276 almas sob a palavra do homem de Deus.

A crise abre uma brecha para correção e restauração da fé!

Saiba que a crise nunca tem a última palavra!

É de Deus a última palavra! Se houver arrependimento e busca por sabedoria, em Deus, ela se torna o ponto de partida para a restauração.

Salmo 51.17: "Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus"

Toda escolha traz consequências naturais e espirituais, mas Deus sempre oferece o caminho do arrependimento e da redenção para quem erra.

Final da crise:

Providência de Deus.

“..., o anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo, dizendo: Paulo, não temas! Importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo.”

Todos salvos, mas há perdas que ficaram no caminho, nos ensina que Deus se preocupa com almas, com vidas - 276 almas -, quanto aos bens materiais, como Ele é o Dono de tudo, serão repostos, mas a sua Palavra, é fiel e não muda, dada ao apóstolo foi confirmada como garantia de que o apóstolo estava sob a ordem divina e no caminho preposto até Roma, onde seria julgado, mas também ganharia a guarda pretoriana!

“A Promessa Divina Sustenta O Crente Na Crise “

Paulo foi sustentado na crise, mas estava certo que a crise (o naufrágio) era permissão de Deus e que a Crise se deu para que o Nome de Deus fosse exaltado, conforme as promessas e palavras reveladas que o apóstolo recebera diretamente do Anjo de Deus.

A crise gera duas reações paralisantes:

- o medo interno ("não temas") e

- o pavor externo ("não te assombres").

E uma reação em perdas:

- perdas imediatas para tentar sair da crise (vos admoesto a que tenhais bom ânimo).

Deus combate a reações com três promessas progressivas de sustento: Ele dá a força interna de que precisamos, envia ajuda por meio de circunstâncias ou pessoas e, por fim, nos segura pela mão quando nossas próprias pernas vacilam.

A soberania divina no meio do mar e na Crise:

O crente deve "ancorar a sua alegria na soberania de Deus". A crise revela se nossa fé está depositada nas bênçãos ou no Deus das bênçãos.

O nosso sustento em meio à Crise, não depende da estabilidade do mar, mas do braço inabalável de Deus.

O grande segredo que encontramos no meio do mar revolto mostra que o cristão é sustentado segundo a Palavra. O sustento divino opera diretamente através das promessas bíblicas que alimentam a mente em meio a crise.

De acordo com a literatura cristã clássica e os manuais de aconselhamento bíblico, o sustento em tempos de crise se baseia em quatro pilares práticos:

Pilar do Sustento

Posição do Crente em meio a Crise:

A soberania divina – ‘creio em Deus que há de acontecer assim como a mim me foi dito.’

Reconhecer que Deus está no controle e usa as provações para amadurecer a nossa fé.

A oração persistente

– contato com o céu - Porque, esta mesma noite, o anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo,

Lançar a ansiedade sobre Aquele que cuida de nós, em vez de tentar resolver tudo por força humana.

O foco na promessa

- Paulo, não temas! ..., e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo.

Desviar os olhos do tamanho do problema e fixá-los na fidelidade eterna de Deus.

A comunidade

Permitir que o Corpo de Cristo (a igreja) sirva de suporte prático e emocional nos momentos de perdas.

Devemos estar certos que podemos ser envolvidos numa crise pelos descrentes na palavra revelada, mas devemos seguir como Paulo, como alento aos que em crise estão, por sua incredulidade, no final haverá livramento para todos, sob a direção da promessa que nos foi dada.

Nunca seja cético quando, um verdadeiro homem de Deus avisa, ou aconselha, para não ter que ouvi o que Paulo lhes falou durante o iminente naufrágio:

“Paulo, pondo-se em pé no meio deles, disse: Senhores, na verdade, era preciso terem-me atendido e não partir de Creta, para evitar este dano e perda.”

A -Destaque: Paulo foi embarcado primeiramente num navio adramitino e posteriormente transferido a um navio Alexandrino como Lucas relata

– ‘Atos 27.2 Embarcando num navio adramitino, que estava de partida para costear a Ásia, fizemo-nos ao mar, indo conosco Aristarco, macedônio de Tessalônica’.

- ‘Atos 27.4-6 Partindo dali, navegamos sob a proteção de Chipre, por serem contrários os ventos; e, tendo atravessado o mar ao longo da Cilícia e Panfília, chegamos a Mirra, na Lícia. Achando ali o centurião um navio de Alexandria, que estava de partida para a Itália, nele nos fez embarcar.’

Paulo sabia que sua ida a Roma era permissão de Deus e Jesus o avisara que ele iria a Roma.

- Atos 23.11 Coragem! Pois do modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma.

Personagens:

Centurião Júlio (um centurião da banda de Augusto) era de maior patente que o piloto (timoneiro). Foi cortês com Paulo – “e Júlio, tratando bem a Paulo, permitiu -lhe que fosse aos amigos, para receber cuidado deles”

Piloto - literalmente traduzida, e palavra que quer dizer timoneiro, indicando aquele elemento da tripulação que traçava os planos de navegação.

Mestre - A autoridade do mestre era superior a do piloto, mas o centurião poderia dar ordens a ambos.

Paulo Porque, esta mesma noite, o anjo de Deus, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo, dizendo: Paulo, não temas! Importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo.

Lucas - tínhamos que navegar… – O “nós” aqui reintroduz o historiador como um dos membros do evento.

Localidades:

Navegação transcorrida até chegar a este trecho da narrativa:

Atos 27.7,8 Navegando vagarosamente muitos dias e tendo chegado com dificuldade defronte de Cnido, não nos sendo permitido prosseguir, por causa do vento contrário, navegamos sob a proteção de Creta, na altura de Salmona. Costeando-a, penosamente, chegamos a um lugar chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laseia.

12 — E, como aquele porto não era cômodo para invernar, os mais deles foram de parecer que se partisse dali para ver se podiam chegar a Fenice, que é um porto de Creta que olha para a banda do vento da África e do Coro, e invernar ali.

- Fenice (Fenix) - Esse porto tem sido tradicionalmente identificado com a localidade de Lutro, acerca de sessenta e cinco quilômetros para o oeste de Bons Portos [Bons Portos era o porto mais próximo do cabo Matala, como também 0 ponto mais distante onde um navio antigo poderia atingir, tangido por ventos da direção noroeste]. O porto mais seguro na costa sul da ilha de Creta. Fenice era a cidade das palmeiras (ver Joao 12:13), sendo a única cidade do sul da ilha de Creta que contava com um porto próprio para passar-se ali 0 inverno;

Atos 27:7: Navegando vagarosamente por muitos dias, e havendo chegado com dificuldade defronte de Cnido, Não nos permitindo 0 vento ir mais adiante, navegamos a sota-vento de Creta, a altura de Salmone;

Obs.: os ventos, no inverno, sopram ali do norte e do leste. E no vigésimo sétimo capítulo do livro de Atos, foi um vento leste-nordeste que causou 0 desastre. (The New Bible Dictionary, pag. 994).

- Cnido - era uma cidade situada na região sudoeste da Ásia Menor, na Caria, sobre 0 promontório que atualmente é chamado de Cabo Crio, e que se projeta entre as ilhas de Cos e de Rodes. (Ver Atos 21:1). Cnido continha uma colônia judaica já no segundo século a.C., citada no livro de I Macabeus 15:23, era uma cidade livre, nos tempos da dominação romana.

Mirra - Juntamente com sua cidade portuária, da qual distava cerca de três quilômetros, era uma das principais cidades da Licia, uma província que ficava na extremidade sudoeste da Ásia Menor.

Foi em Mirra que Paulo teve de trocar de embarcação, porquanto o centurião Julio encontrou um navio alexandrino que transportava trigo para a Itália.

Panfília, que era a região intermediaria, em direção a cadeia do Tauros. Ora, Perge na província da Panfília, e Atalia eram cidades que não ficavam distantes uma da outra.

Ventos

Euroaquilão era o nome do vento que soprou no Golfo do Adriático, e que atingiu o navio em que Paulo estava naufragado na costa de Malta (Atos 27:14 Mas, não muito depois, deu nela um pé de vento, chamado Euroaquilão.). É chamado de “vento tempestuoso”, isto é, literalmente traduzido como “vento tifônico” ou tufão. A palavra junta termos para o vento do leste (euro) com o vento do norte/nordeste (aquilão). Fonte: Apologeta

Etimologia:

πνευμα quando usado no seu sentido mais simples para denotar vento, significa simplesmente um vento comum, uma corrente de ar que flue regularmente com certa força.

Ανεμος - anemos, por outro lado, é mais forte que πνευμα; é o vento forte, frequentemente tempestuoso; vento, uma agitação violenta e corrente de ar; um vento tempestuoso muito forte

Λαιλαψ - lailaps é o vento intermitente, mas violento, que acompanha uma chuva pesada; uma tempestade com nuvens escuras que trazem trovoadas em vento furioso, com chuva em abundância, e lançando tudo em desordem.

θυελλα é mais violento que qualquer dos outros, e muitas vezes implica um conflito de ventos que se opõe.

Ficamos sabendo, com base nas direções de navegação a vela no mar Mediterrâneo, que, por todo aquele mar, porem principalmente em sua metade oriental, incluindo o mar Adriático e o arquipélago, prevaleciam ventos da direção noroeste durante os meses de verão... os ventos de verão sopravam do noroeste”. (The Voyage and Shipwreck of St. Paul), pag. 197).

Perge citada em vários textos da narrativa em Atos dos Apóstolo - Os apóstolos, Barnabé e Paulo, em seu caminho na direção a costa marítima, visitaram novamente a cidade de Perge, na província da Panfília... (G.V. Lechler, in loc.). Era a principal cidade da Panfília, província da Ásia Menor. Era o centro do culto a Artemisa, rainha de Perge, que correspondia a Diana dos Efésios. Panfília, que era a região intermediaria, em direção a cadeia do Tauros. Ora, Perge na província da Panfília, e Atalia eram cidades que não ficavam distantes uma da outra.

Navegando, mas cumprindo o jejum:

9 — Passado muito tempo, e sendo já perigosa a navegação, pois também o jejum já tinha passado, Paulo os admoestava,

Jejum - que aqui aparece, uma referência ao ‘Dia da Expiação’, quando havia um jejum particularmente severo para todos os judeus. (Ver Lev. 23:27).

Interessante destacar porque é uma informação que denota que havia um grupo de judeus obedecendo a religião, dentro do navio que conduzia Paulo a Roma. Lucas e Aristarco, o autor do livro e médico amado, inclui-se na viagem ao narrar os fatos na primeira pessoa do plural ("embarcando-nos", "partimos", "fizemo-nos ao mar").

'Embarcando num navio adramitino, que estava de partida para costear a Ásia, fizemo-nos ao mar, indo conosco Aristarco, macedônio de Tessalônica.’ Atos 27:2

Porque Lucas destaca ‘jejum’?

Porque a tradição judaica marcava o período de tempo de acordo com as atividades festivas ou datas de ofício obrigatórios a cada judeu e esse período ficava entre a festa de Pentecoste (em abril ou maio, segundo o nosso calendário) e a festa dos Tabernáculos, que caia cinco dias depois do Dia da Expiação, ou seja, 0 jejum de que se fala no presente versículo.

Já os romanos permitiam um período mais amplo para a navegação, que se prolongava desde 0 sexto dia dos Idos de marco, até ao terceiro dia dos Idos de novembro.

O que indicaria o período mencionado por Lucas, neste texto bíblico, os ventos etesios começavam a tornar-se violentos, e as viagens marítimas passavam a ser perigosas. Uma pequena viagem provavelmente Não seria considerada arriscada, mas uma longa travessia certamente era assim reputada.

Os ventos etésios (também conhecidos como meltemi) são ventos fortes, secos e periódicos que sopram do norte na região do Mar Egeu e do Mediterrâneo oriental; A palavra vem do grego etos (ano), indicando que eles começam todos os anos na mesma época; sopram periodicamente de meados de maio a meados de setembro. Os ventos etesianos são uma influência climática dominante na Bacia do Egeu

O Dia da Expiação tinha lugar no decimo dia do mês Tisri, que cai na porção final de nosso mês de setembro, ou começo de outubro.

O período considerado apropriado para a navegação a vela, nos dias da antiguidade, começava reconhecidamente a onze de novembro, mas a navegação era reputada perigosa a qualquer tempo depois de catorze de setembro (ver Vegetius, De Re Militari, IV, 39).

12 — E, como aquele porto não era cômodo para invernar, os mais deles foram de parecer que se partisse dali para ver se podiam chegar a Fenice, que é um porto de Creta que olha para a banda do vento da África e do Coro, e invernar ali.

Este capítulo mostra-nos que a intenção dos responsáveis pelo navio Não era a de tentar a viagem até a cidade de Roma, mas somente velejar ao longo da linha da costa, a fim de que se encontrasse um lugar melhor, onde se pudesse passar o inverno.

Conclusão:

Firme nas promessas!

“Deus preserva a vida e cumpre suas promessas àqueles que confiam n’Ele.”

A confiança em Deus das promessas deu a Paulo a certeza que ninguém, perderia a vida, sendo que na sua forma de falar não teve nenhum tipo de incerteza quanto a sai própria vida. Assim age o que enfrenta a tempestade sob a promessa dada e garantida por Deus dos Céus.

Quando o vento bater na tua embarcação saiba que Jesus determina ao vento que ele se cale!

As vezes pode parecer que erramos ao apontar uma solução dada por Deus para um problema e aqueles que a ouviram seguem confiantes, até parece que serão bem-sucedidos na sua trajetória, mas quando exercemos a palavra logo após pode vir sobre os que nos desacreditaram o Euroaquilão:

Comentando Atos 27.13,14 “E ao ventar brandamente ao sul, pareceu-lhes que eles já tinham o que queriam; e levantando a vela, foram por perto da costa de Creta, quando o vento sul soprava suavemente, supondo que tivessem atingido seu objetivo. Com tanto vento, tinham todas as possibilidades de chegar ao destino em poucas horas. Fora só um engodo do tempo, porque não muito depois houve contra ela um vento violento, chamado Euroaquilão.” David Brown com Jamieson; Fausset; Brown, aguardando revisão. Fonte: Apologeta

Fonte:

Citações no corpo do texto, algumas foram editadas e compiladas para adaptação ao assunto

Dicionário Strong

Lição CPAD 3º trimestre 2026

Champlin NT V1

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