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quinta-feira, maio 27

ESPERANDO CONTRA A ESPERANÇA. Lição 09 – 2º Trimestre – 2010

ESPERANDO CONTRA A ESPERANÇA.

Lição 09 – 2º Trimestre – 2010. Autor:Osvarela
Texto Áureo:

Job.14.7. Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda torne a brotar, e que não cessem os seus renovos.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:

Jeremias 30. 7. Ah! Porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; todavia, há de ser livre dela.

8 E será naquele dia, diz o Senhor dos exércitos, que eu quebrarei o jugo de sobre o seu pescoço, e romperei as suas brochas. Nunca mais se servirão dele os estrangeiros;

9 mas ele servirá ao Senhor, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhe levantarei.

10 Não temas, pois tu, servo meu, Jacó, diz o Senhor, nem te espantes, ó Israel; pois eis que te livrarei de terras longínquas, e à tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó voltará, e ficará tranqüilo e sossegado, e não haverá quem o atemorize.

11 Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para te salvar; porquanto darei fim cabal a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida justa, e de maneira alguma te terei por inocente.

Historiando Uma Esperança:

Um poeta, emocionado com a criação, do primeiro assentamento judaico em Eretz Israel (a Terra de Israel), escreveu, um poema em hebraico. Este mês fazem 62 anos da criação do Estado de Israel;

Quando um fazendeiro de Rishon LeZion o ouviu, emocionou-se e compôs a melodia.

A canção se tornou o hino nacional de Israel, Hatikva – A Esperança.

Esperança é uma crença emocional na possibilidade de resultados positivos relacionados com eventos e circunstâncias da vida pessoal. A esperança requer uma certa perseverança — i.e., acreditar que algo é possível mesmo quando há indicações do contrário. FATEO – Metodista – Prof. Tércio Machado

REFERÊNCIA CONTEXTUAL NEOTESTAMENTÁRIA:

Romanos 4. 17. (como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí) perante aquele no qual creu, a saber, Deus, que vivifica os mortos, e chama as coisas que não são, como se já fossem.

18 O qual, em esperança, creu contra a esperança, para que se tornasse pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência;

19 e sem se enfraquecer na fé, considerou o seu próprio corpo já amortecido (pois tinha quase cem anos), e o amortecimento do ventre de Sara;

20, contudo, à vista da promessa de Deus, não vacilou por incredulidade, antes foi fortalecido na fé, dando glória a Deus,

21 e estando certíssimo de que o que Deus tinha prometido, também era poderoso para o fazer.

22 Pelo que também isso lhe foi imputado como justiça.

23 Ora, não é só por causa dele que está escrito que lhe foi imputado;

PEQUENO GLOSSÁRIO:

תקווה

Tikva – Esperança.

Elpis – ελπις

Elpis (el-pís)

- De ελπω, elpo, que é uma palavra primária (antecipar, geralmente com prazer); expectativa (abstrata ou concretamente) ou confiança: – fé, esperança.

Petach Tikva – Porta da esperança -

Seber – com teor semântico de fio de esperança, uma esperança tênue. Aguardar, esperar. - Salmo 119. 166. Espero, Senhor, na Tua salvação, e cumpro os teus mandamentos.

Outras vertentes na língua hebraica para esperança:

Mabbat - esperança, expectativa (Zc 9.5; Is 20.5-6)

Kesel - confiança, esperança (Pr 3.26; Jó 8.14)

Hasah - buscar refúgio, confiar, esperar (Sl 118.8-9)

Batah - confiar (Sl 16.9; 33.21).

Eretz – Terra.

Maiores informações no link abaixo:

Estudo deste autor - “Cristo, Única Esperança desta Geração”.

www.ensinodominical.com.br/cristo-unica-esperanca-desta-geracao-pr-osiel-varela/ -

I - A ESPERANÇA É PERMANENTE NA HISTÓRIA DO HOMEM.

A - Introdução:

Seber – com teor semântico de fio de esperança, uma esperança tênue. Aguardar, esperar.

Esta palavra é a mais interativa com esta lição, fala de uma esperança com uma expectativa confiante no seu Deus, pois Israel sabe que Ele não desaponta os que o buscam, mas insere também uma esperança para aqueles que lhe obedecem.

- Salmo 119. 166. Espero Senhor, na Tua salvação, e cumpro os teus mandamentos.

Os versículos utilizados pelo Pastor Claudionor na leitura bíblica em classe, apontam para este tipo de semântica da língua hebraica, exatamente em consonância com a situação prenunciada nos texto:

“Jeremias 30. 7-9. Ah! Porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; todavia, há de ser livre dela. E será naquele dia, diz o Senhor dos exércitos, que eu quebrarei o jugo de sobre o seu pescoço, e romperei as suas brochas. Nunca mais se servirão dele os estrangeiros; mas ele servirá ao Senhor, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhe levantarei”.

1 - Onde encontramos Esperança neste texto?

Não a encontramos verbalizada ou na grafia.

Mas, Esperança envolve a expectativa anunciada do juízo, e do dia ou tempo de angústia.

Quando é anunciado o tempo de angústia para Jacó, ou seja, para Israel a profecia deixa claro que há ainda esperança ainda que Jacó esteja longe, no cativeiro.

Esta fase da profecia nos leva a inferir que há um lugar seguro para Jacó.

Aonde?

Exatamente onde eles se desesperaram: No Cativeiro na Babilônia.

Ali onde eles penduraram suas harpas e ansiavam por Sião tão distante.

Sl.137.1.JUNTO dos rios de Babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião.Sobre os salgueiros que há no meio dela, penduramos as nossas harpas.Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião.Como cantaremos a canção do Senhor em terra estranha?Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza. Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior alegria.

Deus esconde seu povo sob o poderio bélico concedido por Ele mesmo a nabucodonosor, para castigar o seu povo, mas permitir que a Esperança estivesse no meio deles, ansiando por uma volta, quase impossível, mas na contínua esperança[seber] em Deus.

Esta volta iminente na mente do povo, mas distante na realidade de 70 anos, de cativeiro, provocou-lhes o desejo rememorado dos mandamentos do Senhor e de ver a Casa de Deus.

Salmos 50.15. E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.

Este é o castigo dado por Deus, executado, até ao limiar de que não nos falte esperança mesmo após nossos erros, “pois o Senhor é bom uma fortaleza no dia da angústia...”.

Israel no cativeiro aguardava a redenção do Senhor, ainda que sem forças para cantar.

II – Esperança Interpretada pela Bíblia Sagrada:

A - Biblicamente a Esperança é uma das três variantes das quais Paulo fala, que serão permanentes.

1 Co.13.13. Agora, pois, permanecem a fé, a ESPERANÇA e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

Em primeiro lugar, qual era a Esperança dos dias de Jeremias?

Era uma Esperança frustrada?

Era a Esperança messiânica?

Era a Esperança da volta do cativeiro, contra todas as circunstâncias contrárias.

Era a Esperança do desesperado.

A Esperança dos dias de Jeremias era uma Esperança qualificada pelo título desta Lição, e pela própria formação genético-espiritual do povo hebreu:

Nascida, à partir, daquele que creu contra a própria esperança vivida em seu próprio estado de desesperança em seu próprio corpo.

Rm.4.18.O qual, em Esperança, creu contra a Esperança, tanto que ele tornou-se pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência.

Poder-se-ia afirmar que esta é uma característica própria do povo hebreu.

Mesmo em seus erros e falhas, mesmo afastado da Oliveira original, eles mantêm-se em Esperança ao longo dos séculos, aguardando, mesmo que de forma tardia em crença, a visitação messiânica e o cumprimento de plenomático de suas promessas, quando tomarão posse da totalidade de sua Pátria, desde o rio do Egito até as planícies do grande rio Eufrates, lá na região de onde se iniciou a saga deste povo.

Crer contra a Esperança é crer, contra o que se Espera nascer, mesmo com a impossibilidade [quando há indicações do contrário], como esperança é crer e aguardar algo desejado, então crer contra a esperança é crer contra aquilo que se espera[mesmo havendo indícios que pode ser impossível], crendo que ele vai acontecer, mesmo que a nossa esperança seja altamente volátil em esperar por algo improvável, quando não há mais motivo para a esperança, é crê no Milagre do Milagre.

B - Crer contra a Esperança no caso de Abraão significa, que:

-Ele conhecia:

1-Primeiro:

Sua Idade

Seu corpo. Tinha conhecimento da fisiologia dos homens:

A vida. Aos homens de sua idade era quase impossível gerar filhos.

No caso de Abraão havia sua própria limitação, da qual ele nada poderia esperar, pois a Bíblia narra qual era a sua condição biológica como reprodutor de filhos e a maior delas o ventre amortecido de sua mulher, não por doença mas, pela genética da criação de todas as mulheres: “Rm.4.19. E não enfraquecendo na fé, não atentou para o seu próprio corpo já amortecido, pois era já de quase cem anos, nem tampouco para o amortecimento do ventre de Sara.”

Hb.11.11,12. Pela fé também a mesma Sara recebeu a virtude de conceber, e deu à luz já fora da idade; porquanto teve por fiel aquele que lho tinha prometido. Por isso tambémde um, e esse já amortecido, descenderam tantos, em multidão, como as estrelas do céu, e como a areia inumerável que está na praia do mar.

2-Segundo:

Entendamos, ele vivenciava o reconhecimento que não tinha mais condições para manter uma vida íntima com Sara sua esposa, que lhe fosse propícia a realizar a promessa de forma natural com a geração de sequer um rebento.

C- Ele Creu contra esta Esperança Real:

Não Poderei Ter Filhos!

Mas havia fortalecimento e gozo em sua alma, enquanto esperava, esta é a uma lição tirada da própria etimologia da palavra no grego (antecipar, geralmente com prazer); – veja acima – a Bíblia nos diz:

III - O Significado, da Raiz Esperar, na Bíblia.

1 - No dia-a-dia, a Esperança se manifesta de duas formas:

a) na forma secular (esperar pela chuva, pelas férias, pelos amigos e amigas)

Ele plantou nela uma vinha (Is.5.4.Que mais se podia fazer à minha vinha, que eu lhe não tenha feito? Por que, esperando eu que desse uvas boas, veio a dar uvas bravas?...)

Com isso, Ele esperava [qwh] que ela produzisse uvas boas,

b) na forma teológica (esperar pela ajuda de Deus, de forma confiante e ansiosa).

E agora, Senhor, o que posso esperar [qwh] ?

Minha esperança [tohelet] está em Ti! (Sl 39.7).

A noção de esperança, basicamente, surge quando Javé é, direta ou indiretamente, o objeto do verbo [qwh] esperar. Assim: Ò esperança [miqweh] de Israel e redentor seu no tempo de angústia... (Jr 14.8; conforme 17.13)

As línguas semíticas demonstram e confirmam uma forma de uso do significado de esperar, em paralelo este tem em outras línguas irmãs, significados paralelos, acrescentando o sentido de ser, tornar-se forte.

Por isto, Israel foi fortalecido na Esperança.

Mas, não numa esperança sem ter algo poderoso por detrás ou como rocha.

Israel estava suportando o exílio cativo, mas havia uma promessa de Yavé por detrás de tudo isto, havia uma Aliança inquebrantável, da parte do Senhor, que lhes fez ouvir a voz de Ezequiel no Cativeiro, ter Daniel no Palácio, ou você acha que Daniel foi Governante na Babilônia, sem um propósito divino, em relação a Israel?

Rm.4.20. E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus...

Este versículo denota o uso da palavra esperança no AT, principalmente pela origem da árvore etimológica da língua hebraica, trazendo significado da formação do vernáculo, com forte significado sobre tornar-se forte.

Em contra-partida: mas quem prometeu é fiel para cumprir, assim ‘pela minha caminhada e vida com ele eu serei Pai de Nações’.

IV - O Quadro Ainda Não Está Pronto:

A história de Israel vista pelo ângulo dos profetas, em especial pelo ponto de vista profético de Jeremias é um quadro situacional ainda inacabado.

Desde o momento em que o rei Ezequias abre os seus tesouros e os mostra ao rei de Babilônia, foi acesa uma chama secular de juízo do Senhor, para extinguir o povo de Israel, tudo dentro de um contexto escatológico.

2Re 20:13-18 - E Ezequias lhes deu ouvidos; e lhes mostrou toda a casa de seu tesouro, a prata, o ouro, as especiarias e os melhores ungüentos, e a sua casa de armas, e tudo quanto se achou nos seus tesouros; coisa nenhuma houve que não lhes mostrasse, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio. Então o profeta Isaías veio ao rei Ezequias, e lhe disse: Que disseram aqueles homens, e de onde vieram a ti? Disse Ezequias: Vieram de um país muito remoto, de Babilônia. E disse ele: Que viram em tua casa? E disse Ezequias: Tudo quanto há em minha casa viram; coisa nenhuma há nos meus tesouros que eu não lhes mostrasse.Então disse Isaías a Ezequias: Ouve a palavra do Senhor.Eis que vêm dias em que tudo quanto houver em tua casa, e o que entesouraram teus pais até ao dia de hoje, será levado a Babilônia; não ficará coisa alguma, disse o Senhor.E ainda até de teus filhos, que procederem de ti, e que tu gerares, tomarão, para que sejam eunucos no paço do rei da Babilônia.

O quadro é revelado passagem por passagem, com cores de todas as cores.

A cada fase do Mundo de então, do mundo romano, do mundo medieval, até aos nossos séculos XX e XXI, as cores estão a cada dia mais vívidas.

Há matizes de coloração da morte, das videiras pisadas pelos pés dos babilônicos, da sobrevida, como da dormideira, da flor dos pântanos, da cor da Oliveira, nos tempos Messiânicos, no primeiro século da Idade d.C.

Do negrume da década de 40, até ao desabrochar de 48.

Mas, ainda não se completou o quadro, pois há fases a serem descobertas pela dor, ira e contenda, até ao reconhecimento do Messias – Mashiach.

V - Há ainda uma Esperança para a Árvore Natural Cortada:

1- Há uma voz de alerta nesta lição.

Assim, como israel pode ser cortado, exilado de seu solo-pátrio, que era uma promessa de Deus, nós Igreja, novo Israel devemos eprocurar amnter a Esperança na Iminência do Cristo, com os olhos voltados para árvore cortada.

Se não mantivermos-nos nos ditames dos aos quais Israel deixou de usar, e colocou lado-a-lado, outras doutrinas de deuses estranhos, poderemos vir a ser cortados.

Leia os textos abaixo e procure inseri-los em seus ensinamentos e praticá-los, não sendo apenas ouvinte esquecido, mas praticante da Palavra.

Rom 11:17 - E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira,

Rom 11:19 - Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado.

Rom 11:23-27. - E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar. Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira!Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades.E esta será a minha aliança com eles, Quando eu tirar os seus pecados.

Jeremias já havia profetizado que apesar de toda a errônea maneira de caminhar de Israel, O Senhor continuava sendo a única e Fiel Esperança do seu povo.

Jr.14.8. Ó esperança de Israel, e Redentor seu no tempo da angústia, por que serias como um estrangeiro na terra e como o viandante que se retira a passar a noite?

No auge do erro, neste texto, o profeta Jeremias clama ao Senhor pelo seu povo, inclusive tomando a iniciativa de apelar para a Aliança inquebrável do Senhor com Seu Povo [serias surpreendido como um homem?...mas, somos chamados pelo teu nome e tu estás no meio de nós], muito embora, a resposta não seja a mais consoladora naquele momento, Jeremias faz o registro desta verdade:

VI - Esperança [miqweh] para Israel é o Senhor!

Neotestamentariamente podemos colocar mais cor neste quadro.

-Em primeiro lugar o endurecimento de Israel produziu um efeito sobrenatural no Reino de Deus.

-Houve uma expansão deste Reino.

-Enquanto Israel se afasta da promessa em movimento contrário e favorável aos gentios, Deus pode revelar-se a uma multidão de sua criação: Nós os Gentios.

-Incluindo-se neste tema a chamada extemporânea, [para nós], de um homem do qual profetizou Isaías: Ciro.

Um homem que não sendo da descendência de Abraão é chamado para pastorear os hebreus, e abrir-lhe uma Porta de Acor, transformando-a em Porta de Esperança. Isa 44:28 - Que digo de Ciro: É meu pastor, e cumprirá tudo o que me apraz, dizendo também a Jerusalém: Tu serás edificada; e ao templo: Tu serás fundado.

Isa 45:1 - ASSIM diz o Senhor ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua face, e descingir os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão.

O aparecimento de Ciro neste cenário de 70 anos de cativeiro vai encontrar eco nas palavras do profeta Jeremias, para se cumprir o que foi profetizado.

2 Cr.36.20.Porém, no primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia (para que se cumprisse a palavra do Senhor pela boca de Jeremias), despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá. Quem há entre vós, de todo o seu povo, o Senhor seu Deus seja com ele, e suba.

Sempre gosto de ressaltar uma questão relevante neste quadro da Esperança de Israel, num período de duras perdas.

O cativeiro serviu para que os hebreus se tornassem mais fiéis a Deus – O Senhor de Israel, trazendo, ainda que não sirva de álibi espiritual, o conhecimento pela confirmação no cativeiro da unicidade do Deus de Israel, como Único Deus, algo não reconhecido, em sua plenitude, durante os vários anos de governos dos Reis em solo pátrio.

1- Cabe esclarecer o pensamento do autor:

Israel entendia que O Senhor era o Seu Deus, e que outros deuses, eram deuses dos outros povos, assim, a prostituição doutrinária e cultual se estabeleceu em Israel, em momentos de sequidão, infertilidade, em momentos de riscos de guerras, trazendo para dentro da área cultual de Israel, a possibilidade de que outros deuses ‘agissem’ em favor de Israel, nas áreas em que eles eram ‘especialistas’, como no caso do reino de Acabe e sua maligna esposa Jezabel.

NESTE, período se manifestou o Profeta Elias para combater e duelar em nome do Senhor de Israel ,contra os profetas de Baal e Azera, deuses da fertilidade do solo e feminina.

No período sobre o qual estamos estudando, vemos Jeremias condenar a existência de jardins, ou altares destes deuses dentro da área do Templo dedicado ao Senhor.

Havia, portanto, uma abertura de que se o Senhor não ajudasse a Israel outros deuses proviriam aquilo que faltasse ser atendido por Jeová.

Ledo engano. Obra maligna de destruição que implicava em desobediência a Lei Mosaica. “não terás outros deuses...”

Este fato se confirma também, no cativeiro, pelo antes jovem Daniel, e seus companheiros. Dn. 1:21 - E Daniel permaneceu até ao primeiro ano do rei Ciro.

Mas, continuando no tema principal, vemos que não havia mais esperança, no cativeiro, pelo poder da Babilônia, pela sua grandeza.

Mas, sempre Deus que controla todas as coisas, levanta um novo império, o medo-persa, que vem sob a orientação do próprio Senhor derrotar a Babilônia, instalar-se como Reino Mundial.

E ainda, o mais difícil, aproveitar alguns hebreus em seu Governo, no exato ano inicial deste império, através da Vida de Daniel, o príncipe dos hebreus, mais bem sucedido, entre todos que foram para a Babilônia.

-Qual era a esperança de um povo submetido ao cativeiro?

-Qual era a esperança de um povo que vai aos poucos perdendo até mesmo alguns valores de sua cultura, tal qual a Língua pátria.

-Qual era a esperança de um povo ceifado de seus príncipes, vendo-os serem levados um a um ao cativeiro, alguns tendo os olhos e narizes furados e vazados?

-Sem seu templo, agora valorizado, embora sabendo-o com as portas queimadas a fogo e destituído de todos os seus enfeites, vasos e utensílios de culto ao Senhor?

Considerando que Israel era também uma vide de Esperança par o Senhor, só havia uma saída, preservar a vide.

Is.5.4. Que mais se podia fazer à minha vinha, que eu lhe não tenha feito? Por que, esperando eu que desse uvas boas, veio a dar uvas bravas?...

CONCLUSÃO:

No dia da angústia a Esperança se torna uma fonte que nos permite sobreviver no meio do deserto da luta.

Nos que estamos no Senhor temos sempre uma saída pela Esperança n’Ele.

Tal qual, Israel somos do Senhor e ele não nos deixará num eterno cativeiro, tendo a sua palavra em nós, como testemunho.

Sl.50. 22,23. Ouvi, pois isto, vós que vos esqueceis de Deus; para que eu vos não faça em pedaços, sem haver quem vos livre. Aquele que oferece o sacrifício de louvor me glorificará; e àquele que bem ordena o seu caminho eu mostrarei a salvação de Deus.

Nós aguardamos com esperança o Arrebatamento da Igreja.

Israel aguarda O Messias, que só reconhecerão no dia da angústia escatológica, após o Evento da Igreja.

Ez.38.14;17;18;23. Portanto, profetiza, ó filho do homem, e dize a Gogue: Assim diz o Senhor Deus: Porventura não o saberás naquele dia, quando o meu povo Israel habitar em segurança. Assim diz o Senhor Deus: Não és tu aquele de quem eu disse nos dias antigos, por intermédio dos meus servos, os profetas de Israel, os quais naqueles dias profetizaram largos anos, que te traria contra eles? Sucederá, porém, naquele dia, no dia em que vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, que a minha indignação subirá à minha face. Assim eu me engrandecerei e me santificarei, e me darei a conhecer aos olhos de muitas nações; e saberão que eu sou o Senhor.

Quando, mais uma vez, Israel estiver em situação de desespero encurralado pelas forças de toda terra, lhes virá o Desejado neste Dia, para combater por eles e verão brilhar renovada a esperança de Israel.

11 Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para te salvar; porquanto darei fim cabal a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida justa, e de maneira alguma te terei por inocente.

Deus é nossa Esperança.

É por isto que podemos dizer como anúncio escatológico e contrário ao ensino desta lição:

ISRAEL ESTÁ ESPERANDO, o que já era para ter acontecido e passou a Sega, findou o verão e eles [nós] não foram salvos... - Jr.8.20.

Ainda que seja uma espera de uma oportunidade perdida.

João 1.1.Veio para os que eram seus e os seus não o receberam!

Porque a Esperança já veio: JESUS CRISTO!

Mas...ainda há esperança:

Job.14.8,9. Se envelhecer na terra a sua raiz, e o seu tronco morrer no pó. Ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como uma planta.

Israel é a figueira que nos dá o sinal de que ainda há esperança.

O ciclo de Israel ainda não terminou, dentro do Plano da Esperança em Deus, O Senhor de Israel.

Jr.30.22;24. E vós sereis o meu povo, e eu serei o vosso Deus. Não retrocederá o furor da ira do Senhor, até que ele tenha executado, e até que tenha cumprido os desígnios do seu coração. Nos últimos dias entendereis isso.
Fonte:

O Anúncio do Messias - Prof. Tércio Machado Siqueira – colaboradores – Jonas Miguel e Suely Xavier

A Esperança Messiânica – Universidade Metodista - prof. Tércio Machado Siqueira, professor de Antigo Testamento da - FaTeo

Apontamentos do autor.

Wikipédia

Bíblia Plenitude

Bíblia Digital – cortesia Tio Sam

Artigo do autor: “Cristo, Única Esperança desta Geração”.

quarta-feira, abril 14

O Mundo Hoje... China: Terremoto!Islândia: Erupção de Vulcão

O Mundo Hoje...

China!

Mais um Terremoto Gigantesco de Graves Proporções.

Islândia!

Erupção de Vulcão Após 200 Anos.

O que está acontecendo?

Eventos Escatológicos, explicados pelos cientistas céticos e de maneira preocupada pelos que conhecem a Escatologia Bíblica.

O Certo é que Algo Sobrenatural Está Acontecendo!

Número de mortos pelo terremoto no noroeste da China eleva-se a 589

14/04/10 - 15h52 - Atualizado em 14/04/10 - 16h26

Em Gyegu, cidade próxima a epicentro, 85% das casas desabaram.
T
remor de magnitude 6,9 deixou cerca de 10 mil fé

Do G1, com agências internacionais

O número de mortos pelo terremoto de magnitude 6,9 que atingiu o noroeste da China na terça-feira elevou-se de 400 para 589, segundo novo balanço divulgado nesta quarta (14) pela agência estatal de notícias Xinhua.

Mais de 900 pessoas foram resgatadas com vida dos escombros.

Há mais de 10 mil feridos, anunciou a televisão estatal.

Veja fotos do terremoto

Muitas pessoas continuam sob escombros na cidade de Gyegu, próxima ao local do epicentro do terremoto.

Um porta-voz do governo provincial de Yushu, na região autônoma do Tibete, disse à agência estatal Xinhua que 85% das casas, a maioria feitas de madeira e barro, foram destruídas pelo tremor e pelas consecutivas réplicas.

"Eu vejo pessoas feridas por toda parte. O maior problema agora é a falta de barracas, equipamentos, remédios e equipes médicas", disse Zhuohuaxia.
VÍDEO:
Quarta-feira, 14/04/2010

Enquanto sobreviventes buscavam lugar seguro na rua, outros tremores atingiram o local.

Cerca de 900 pessoas foram resgatadas dos escombros com vida.

Segundo a Xinhua, o forte abalo derrubou casas, escolas, templos religiosos, postos de gasolina e danificou estradas, telecomunicações e redes de energia elétrica.

Um reservatório de água foi afetado e trabalhadores tentam evitar uma inundação.

Imagem de casa destruída em região da China atingida por forte terremoto. (Foto: Xinhua/AP Photo)

Funcionários de Qinghai, citados pela agência Nova China, revelaram que casas desabaram na região do epicentro, no distrito de Yushu. Há relatos de estradas danificadas ou bloqueadas por deslizamentos de terra e de telecomunicações interrompidas.

A Xinhua informa ainda que na cidade de Jiegu 85% das casas desabaram.
* Com informações das agências de notícias France Presse e Reuters

Vulcão na Islândia entra em erupção pela primeira vez em quase 200 anos.

G1

Vídeo do Vulcão em Erupção.

Antes era um Espetáculo:

Quarta-feira, 31/03/2010

Como ele não ameaça a região, pesquisadores e turistas são atraídos para geleira.

O vulcão voltou à atividade no dia 21 de março.

Islândia.

Hoje é Prenuncio de uma Catastrofe.

Imagem aérea feita por TV local nesta quarta-feira (14) mostra fumaça subindo de cratera de vulcão na geleira Eyjafjallajokull, na Islândia. (Foto: AP)

Quarta-feira, 14/04/2010

Especialistas detectaram tremores e emissão de gases em vulcão subterrâneo, que fica sob uma geleira.

O nível do rio próximo subiu três metros. Autoridades temem enchentes.

quinta-feira, fevereiro 4

O Ministério da Reconciliação. Lição 06 -CPAD

O Ministério da Reconciliação.

Lição 06 – CPAD Autor:Osvarela

"Deus está reconciliado, no sentido de que a vontade dele para abençoar-nos como é que não foi realizado antes ....Deus não seria para nós o que ele é se Cristo não tivesse morrido" (Denney).

Texto Áureo: II Co. 5.18 . E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;

Versículo Base:

19 Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.

- Leitura Bíblica em Classe: II Co. 5.14,15,17-21.

Pequeno Glossário:

Constrange – sunecho – [sun – junto; echo – segurar= segurar junto; segurar firme] descreve a situação de pessoas atingidas por moléstias, dores ou paralisadas de medo. Dá um sentido de coação, de segurar forte, para evitar uma fuga. Obriga, limita, não nos deixa opção. A morte savívica de Cristo, como Salvador Universal e único, não nos dá opção pela extensão e atividade na demonstração do Amor de Deus.

Penhor – arrabon - fiança, depósito.

Paradoxo:

Em sentido amplo, «paradoxo» significa o que é «contrário à opinião recebida e comum», ou à opinião admitida como válida.

Em Filosofia, paradoxo designa o que é aparentemente contraditório, mas que apesar de tudo tem sentido.

«antinomia» (que originariamente significava conflito entre duas leis) ou «aporia» («caminho sem saída»).

Antinomia designa um conflito entre duas ideias, proposições, atitudes, etc.. Fala-se, por exemplo, de antinomia entre fé e razão, entre amor e dever, entre moral e política. Num sentido mais restrito, antinomia designa um conflito entre duas leis.

Contradição: «É impossível que uma coisa seja e não seja ao mesmo tempo, a mesma coisa».

Diallasso - para mudar;Para mudar a mente de ninguém, para conciliar;Ser conciliados, para renovar a amizade.

Exórdio:

No mundo daqueles dias, no qual o Apóstolo Paulo vivia, ou seja, entre o mundo grego-romano e hebreu, algumas palavras eram ouvidas com singularidade por Paulo.

Assim, quando alguém de origem grega falava sobre redenção, ou libertação, esta palavra soava como algo do mundo físico.

Os gregos antigos faziam a seguinte leitura em sua teogonia:

Corpo era comparado com sepultura – lembrando morte.

Enquanto Paulo fala em sua doutrina do corpo, como “templo do Espírito Santo” – I Co.6.19.

O pensamento de Paulo traz uma novidade:

Não desejamos uma fuga através da morte do corpo natural, mas a sua renovação.I Co.15. 35-36. Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? e com que qualidade de corpo vêm? Insensato! O que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer.

Porém, quando um hebreu falava de redenção, entendia de algo físico e, além disto, algo espiritual.

Quando, porém, ambos falavam sobre sacrifício era perfeitamente entendível que estavam falando do mundo espiritual, embora com conceitos diferentes.

Mormente ao hebreu quando ouvia falar do “Cordeiro de Deus”, a compreensão era total, ainda que repousada em dúvidas.

Mas, com a Reconciliação encontrava-se dificuldade.

Esta palavra de Paulo em ambos os mundo, greco-romano e hebraico trazia dificuldades, se não fosse explanada como foi de forma doutrinária. Lembrando que estamos na Acaia.

O greco-romano se surpreendia, pois a sua relação com seu panteão de deuses extrapolava o seu entendimento, entre carne e o divino, era algo muito íntimo do mundo dos deuses os quais viviam uma vida própria num mundo irreal.

Com raras exceções menores, nenhum termo hebraico no Antigo Testamento é traduzido como "reconciliação", mesmo nas traduções modernas em Inglês: NAS, NIV, NVI (apenas I Sam 29,4), NAB (apenas 2 Sm 13:39), e NKJV (apenas 1 Sam 29,4 e Dan 9:24).

E quando fazem o uso destes termos de Deus, é sempre no sentido de "apaziguamento" ou "suavizando" a ira de Deus ou a ira.

Para o hebreu havia a idéia de que era a ira de Deus que necessitava ser aplacada, com sacrifícios, aceitos ou não, e sempre isto só poderia vir da própria ação de Deus, que era conciliado com estes atos.

Diz um hino:

EM TI CONCILIA-SE A SANTA JUSTIÇA,

QUE NÃO PODE A CULPA DEIXAR SEM CASTIGO,

COM A COMPAIXÃO QUE, POR GRAÇA, RECEBE

E EXIME DE CULPAS O RÉU PECADOR.

A- Vem o Apóstolo São Paulo, e diz: que Deus tomou a ação de propiciar um sacrifício de si mesmo através de seu Filho Jesus Cristo e re-conciliar o mundo com ele.

Não há mais, necessidade de sacrifícios conciliatórios, pois o próprio Deus propôs conciliação e executou a re-conciliação entre ele e os homens, de maneira definitiva.

1- As palavras básicas para entendimento de conciliação e reconciliação, são:

-katallasso e diallasso, formadas, a partir, de allasso ("fazer diferente do que é agora"), de allos ("outros", cf. Alegoria).

As definições básicas de katalasso (a palavra principal) indicadas nos léxicos da língua:

"Para restabelecer o bom relacionamento interpessoal amigável, após estes serem interrompidos ou quebrados”.

"A mudança de uma pessoa de inimigo para amigo, reconciliar" [Liddell Scott] - 10 Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.

Com o pensamento de "mudança" predominante, esta palavra pode significar "a mudança ", "de troca" e "conciliar "ou" reconciliar-se. " [Kittel]

2- As características componentes desta série de significados envolvem:

(1) rompimento das relações de amizade por causa de:

(2) uma provocação presumida ou verdadeira;

(3) uma ação ostensiva destinada a eliminar a hostilidade; 21 Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.

(4) reconstituição ao original das relações amigáveis - 'para reconciliar, fazer as coisas se tornarem como outrora, a reconciliação. " [Louw / Nida] - 17 Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.

Diallasso é usada apenas em Mateus 5.23.ss: Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar, e lembrar-se de que teu irmão tem alguma coisa contra você, 24 deixa sua oferta ali diante do altar e vai primeiro reconciliar-se[katallasso] com seu irmão. Em seguida, vêm apresentar a tua oferta. 25. Concilia-te [diallasso] depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.

"A mudança de uma pessoa de inimigo para amigo, reconciliar" [Liddel l Scott] - 10 Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.

Os conciliados têm uma função:

17 Assim que, se alguém está em Cristo [se alguém é cristão - esta é a forma com que Paulo qualifica o verdadeiro cristão], nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 20 De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.

Isti é apontado por Paulo, nossa obrigação em evangelizar e anunciar, que há oportunidade de um retorno à Deus, para todo que crer em Jesus Cristo, sendo assim alvo da reconciliação.

I - Reconciliação:

A reconciliação é uma mudança da relação entre Deus e o homem com base em um estado alterado do homem através do trabalho Redentivo de Cristo.

1- O Processo:

O processo da reconciliação de Deus com o mundo só pode ser completado com a ingerência da trindade, que pela morte de um dos seus, pode realizar o “religare” divino.

Porque o homem em si mesmo estava condenado a morte pelo pecado, mas vindo a plenitude dos tempos Deus enviou o seu filho nascido de mulher para reconciliar o Mundo consigo.

II- O que é o Processo de Reconciliação:

1- Pontos de destaque:

-Ato gracioso do amor de Deus – O Pai;

-Ato voluntário em Amor do Filho;

-Ato ativo em Amor do Espírito Santo, que se manteve ativo durante o Caos, e Renovou o caos espiritual no mundo antropológico, através da Sua sombra sobre a virgem Maria, doando-lhe uma vida – Jesus, o qual salvaria o Seu povo.

2- Ponto principal:

A morte vicária de Jesus – o filho do homem, foi o ápice deste Ministério da reconciliação.

Não há como explicar de outra forma, que este ato unilateral de Deus foi realizado com o único propósito de resgatar toda a humanidade em cristo.

Ali no Calvário [Deus estava em Cristo – Jo. 10.30. Eu e o Pai somos um.] estava o próprio Deus doando-se a Morte, como um ente real e dominador da humanidade, sob a maldição do madeiro, mas sem pecado algum.

Deus estava na cruz reconciliando consigo mesmo, por Jesus Cristo o mundo, é uma expressão que configura um estado real e necessário, primeiro:

1-Da deidade de Jesus;

2-Da vontade realizatória da promessa edênica de Deus – Criador e Pai;

3-Da incapacidade humana para realizar este ato sem a intervenção divina;

4-Do início de um novo processo por Jesus Cristo, o Filho do seu Amor, processo, pelo qual, todos os homens, agora poderiam e o podem, se re-encontrar com o Pai, pelo Filho, com a ação regeneradora do Espírito.

Capítulo 5 de II Corintíos:

Temos caminhado sobre a Epistola de Paulo aos Coríntios de forma gradual e sábia, conforme os escritos desta lição, através da pena do pastor Elienai Cabral, sob a inspiração de Deus.

Neste capítulo cinco, Paulo vai tecer um pouco mais de sua doutrina de ensino aquela Igreja.

A assertiva é futura. É Escatológica.

Como a salvação escatológica do homem como um todo - o estado de cumprimento final, o estado normal da nova criação - (o que corresponde a Paz final, e a Nova Criação, “na qual habita a justiça").

Há um apontar para a dificuldade de aceitação da morte, com as inerentes dúvidas sobre o que seria daqueles que partiriam ou partiram dentre os vivos.

II- A fonte desta lição é a excelente didática paulina baseada na dicotomia legal na vida do homem [no paradoxo]:

Rm.7. 20. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.

Ler Romanos Capítulos 5 até 8.

O piedoso **Samuel Rutherford escreveu: “Este corpo de pecado e de corrupção torna amargo e envenena nosso regozijo. Oh! Se eu estivesse onde nunca mais pecarei!” (1650).

O bispo *Berkeley disse: “Não posso orar, mas cometo pecados. Não posso pregar, mas cometo pecados. Não posso ministrar, nem receber a Ceia do Senhor, mas cometo pecados. Preciso arrepender-me de meu próprio arrependimento; e as lágrimas que derramei necessitam da lavagem do sangue de Cristo” (1670 a.C).

ROMANOS 6.1,2. Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que abunde a graça? De modo nenhum. Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?

-Livre x servo;

-Carnal x espiritual;

-Judaizante x gentio;

-Circunciso x incircuncisão.

-Pecado x vida cristã.

-Morte x vida;

Rm.6.2. ...De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?

É esta a didática Doutrinária que aprendemos com Paulo.

III- Introduzindo os Corintíos na doutrina da Reconciliação:

Após colocar o homem, mesmo o cristão, na lição anterior, sob o pensamento teológico da sua natureza derivada do pó, Paulo agora alimenta a Igreja com algo que formaliza estruturalmente a fé no sentido da vida futura.

Para, além do pensamento da morte enraizado em todo o ser mortal.

Paulo continua o seu discurso derivado daquele pensamento, conforme II Co. 4.14,15-18:...sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus e nos apresentará convosco.Porque tudo isso é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, torne abundante a ação de graças, para glória de Deus. Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.

A temporalidade é da natureza humana, mas a eternidade é da natureza de Deus, e só pode ser obtida por um critério instituído por Deus:

Pelo próprio Deus, na natureza humana de seu Filho Jesus Cristo.

Assim a Reconciliação é o tema a ser entendido pelos alunos e professores.

Os componentes do núcleo da Reconciliação

- O objetivo: restauração da (original) pacificação das relações interpessoais e da harmonia da vida
- O problema: a inimizade, hostilidade, elementos dissidentes, provocação.
- O agente: quem faz a 'conciliação'? Quem faz a abertura? Que remove as hostilidades?
-
qThe goal : restoration of (original) peaceful interpersonal relations and harmony of livesqThe problem : enmity, hostility, dissenting elements, provocationqThe agent/subject : who does the 'reconciling'?who makes the overture?Who removes the hostilities?q The method : How are the hostilities rO método: Como são removidas as hostilidades? E como é o processo iniciado e concluído?
- Os participantes e suas responsabilidades: Deus e nós.
And how is the process initiated and completed?qThe participants and their responsibilities : God and us.

IV - Da necessidade da Reconciliação:

Todo o homem se desfará em degradação inevitável.

Todo o homem sofrerá julgamento pelas suas Obras: 10 Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.

Paulo necessitava escrever esta carta por causa de algumas questões, ainda novas no doutrinário da Igreja primitiva, entre eles, com exemplo nos de Corinto:

No pensamento ainda inconsistente dos Coríntios sobre a vida futura;

Na ansiedade da alma em dizer: Maranatha.

Esta expressão do aramaico era um brado de esperança para a Igreja de Paulo, Pedro e João...

Na realidade os membros da Igreja primitiva aspiravam tanto este momento, que encerravam dentro de sua liturgia a evocação da Iminência, dizendo – Ora! Vem Senhor Jesus...

A palavra “Maranatha” era também utilizada nos cultos para invocar a presença do Senhor na Ceia.

Era usada ainda para expressar o desejo de seu retorno para estabelecer seu Reino. Equivale ao pedido feito pela Igreja na oração dominical: “Venha o teu Reino”. Com relação à volta do Senhor Jesus, “Maranatha” tinha um duplo sentido: era uma oração – “Vem, Senhor” – e uma expressão de fé – “O Senhor está voltando!”.

O uso da palavra nos tempos do Novo Testamento indicava a forte expectativa dos crentes de que o Senhor Jesus voltaria.

V- Ansiedade, Morte e Vida:

4 Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos carregados; não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.

Há um sinal audível a Deus e no mundo espiritual, que Paulo chama de “gemido”, pela frustrante situação que nos é imposta pela nossa condição de homem natural, pelas limitações da carne – aqui como sarx – mas, que demonstra a aspiração interna de sermos atingidos pela renovação completa, a transformação do corruptível pelo incorruptível.

Paulo adentra num pensamento mais profundo, o que demonstra o seu reconhecimento na fé dos corintíos e na ansiedade de obtenção de respostas da alma.

Em nossos dias, muitos estão se desviando deste ponto nevrálgico do conhecimento e esperança em Deus, que é a necessidade da esperança redentiva.

A alma do crente aspira uma redenção, no que é acompanhada pela própria Criação.

Desejando, não a morte, mas a plenitude da vida eterna.

II Co.4.5. Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito.

6 Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor.

7 (Porque andamos por fé, e não por vista).

8 Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor.

V-a- Estar com Cristo:

Há uma verdade interna que condiciona a alma do crente a estar junto de Cristo.

Paulo nos explica que isto, é incentivado espiritualmente pelo Espírito Santo que é o penhor de nossa Salvação. A nossa esperança é renovada pelo Espírito Santo quem nos garante uma experiência de vida renovada, no presente nos garante com penhor, o aperfeiçoar futuro.

Quem promove este anseio é o próprio Deus, querendo que sejamos iluminados pelo pensamento da reconciliação

a- Neste tempo de plenitude, isto só se dará pelo processo da morte:

Quando dizemos morte, não é um sofisma, mas o Processo por onde Paulo mostra a caminhada para Reconciliação com Deus.

Este caminho tem pontos importantes nos termos citados, acima neste texto.

b-Base da Mortificação:

Na mensagem neotestamentária, a base da reconciliação é "a morte de seu Filho", "por meio da cruz", "pelo sangue da sua cruz", "no seu corpo de carne por sua morte" (Rom. 5:10; Ef . 2:16; Col. 1:20, 22);

VI - A Cruz de Cristo.

A cruz é o instrumento utilizado na Plenitude do Plano de Deus, para reconciliação, esta é a mensagem que Paulo exalta.

A cruz foi instrumento para:

Reconciliação eterna

Para não imputação dos nossos pecados. Como a serpente levantada no deserto, os que olham para cruz conseguem ser sarados da ferida mortal edênica.

Todos que olham para cruz podem ser alcançados pelo: “consumatum est” – Está consumado.

Esta consumação é o final da atuação da morte sobre o pecador redimido pelo sangue da cruz.

Deus estava lá no momento crucial, literalmente.

19 Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.

Rm.5. 8. Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.

I Ts.5. 9,10. ... porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele.

Neste versículo está a demonstração da Reconciliação, que nos permite uma vida nova e eterna com Deus.

A vontade eterna de Deus é não deixar o homem á mercê da ira futura, ou sob o salário do pecado:

Morte.

Todas as ações para reconciliação passam por uma forma de morte;

a- Primeiro:

14 Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram.

Morte para o mundo – justificação; imputada pela fé, a qual fomenta a regeneração.

Rm. 5.21. Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.

3 Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?

b- Segundo:

Morte física com futura transformação, para os que morrerem em Cristo, antes do arrebatamento.vide item V.

Pelo arrebatamento, sofreremos a transformação do corpo corruptível. É o revestimento citado por Paulo no versículo 4: não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.

Por conseguinte, a transformação do arrebatamento transformará o corpo mortal em um novo corpo, permitindo que o homem que a receber, morra somente espiritualmente para o pecado, pois Cristo em si mesmo, é bastante para promover a redenção do corpo exterior corruptível em um novo corpo sem pecado.

Rm. 6.4. De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.

5 Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;

6 Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado.

7 Porque aquele que está morto está justificado do pecado.

8 Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos;

Como dissemos, acima, havia uma expectativa em Corinto para conhecer como escapar do corpo desta morte.

Paulo então amplia seu discurso com a inclusão do meio que tirou Jesus das garras da morte:

Ressurreição!

5 Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;

A reconciliação, sem dúvida é um Ministério que nos livra da ira futura, nos justifica, nos reconcilia com Deus permitindo-nos uma novidade de vida, pois em nós está a palavra da reconciliação, o velho se faz novo, pela ação de Deus que nos imputa salvação e nos da o crédito da cédula rasgada na Cruz.

Arrebatamento é a condição para ser livre da morte física.

VII- Da importância da Reconciliação no Plano da Salvação.

Este é um assunto que deve ser entendido com base na visão teológica revelacional do Apóstolo Paulo, quanto ao Plano de Salvação.

Trata-se de uma doutrina básica aos que pretendem entender a Salvação como inexorável ao homem e para Deus.

Sem ela não podemos entender o Plano salvífico, o ato sacrificial eterno e único de Jesus é o centro da proposta divina para o homem:

a- Reconciliar-se com Deus.

Portanto, a reconciliação é a vontade de Deus, em tornar o homem a ser um participante da sua glória e presença, como na ocasião da Criação.

A ação de Deus é a base eterna desta atitude do próprio Deus para com a humanidade perdida.

Rm.5.10. Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.

11 E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação.

Assim, o homem recebe perdão eterno, vida eterna entrando ou passando pelo processo reconciliador de Deus, por Jesus, 18 E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;

b- Meios:

E os seus meios são "feitos através de Cristo para ser o pecado ..." (II Coríntios. 5:18, 21).

Alguns sustentam que, por isso, -“No caminho de reconciliação existe o perdão. Não existe reconciliação sem perdão. Um verdadeiro perdão transforma os inimigos em amigos, as vítimas em irmãos e irmãs. Este é o modo de fazer cessar o ódio, a vingança e a guerra”.

VIII- A Ação do amor de Deus na Reconciliação:

Primeira ação para nossa entrada no projeto eternal da Reconciliação:

Rejeição de Israel:

A rejeição de Israel ao plano de Deus, pelo homem Jesus, nascido judeu, e rejeitado pelos seus nos abriu acesso ao processo da Reconciliação!

Paulo afirma que o seu ministério apostólico é uma forma de criar a emulação - ciúmes - para que a gente de sua descendência - os hebreus - pudesse ser incitada; e ao ver na ação apostólica, paulina e seus feitos pela ação do Espírito Santo, voltassem a ver em Cristo, o Messias prometido.

Segundo Paulo, se a rejeição nos trouxe a reconciliação com Deus por Jesus Cristo, imagine o que aconteceria se eles fossem admitidos de maneira prevista pelo próprio Deus, que lhes deu os seus oráculos divinos, haveria algo majestoso, quando desta re-admissão:

Haveria vida dentre os mortos, metáfora espiritual.

Rm. 11.12. E se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude!

13 Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for apóstolo dos gentios, exalto o meu ministério;

14 Para ver se de alguma maneira posso incitar à emulação os da minha carne e salvar alguns deles.

15 Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos?

Conclusão:

Esta lição nos remete ao pensamento futuro do tribunal de cristo.

Col 1: He is the image of the invisible God, the firstborn over all creation. Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação. 16 For by him all things were created: things in heaven and on earth, visible and invisible, whether thrones or powers or rulers or authorities; all things were created by him and for him.16 Porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele.17 He is before all things, and in him all things hold together. 17 Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas. 18 And he is the head of the body, the church; he is the beginning and the firstborn from among the dead, so that in everything he might have the supremacy.18 E ele é a cabeça do corpo, a igreja, ele é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo o que pôde ter a supremacia. 19 For God was pleased to have all his fullness dwell in him,19 Porque Deus estava contente por ter habitasse toda a plenitude nele, 20 and through him to reconcile to himself all things , whether things on earth or things in heaven, by making peace through his blood, shed on the cross. 20 e por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, se as coisas na terra ou nos céus, estabelecendo a paz pelo seu sangue, derramado na cruz. 21 Once you were alienated from God and were enemies in your minds because of your evil behavior. 21 inimigos Assim que estavam separados de Deus e estavam em suas mentes por causa de seu mau comportamento.22 But now he has reconciled you by Christ's physical body through death to present you holy in his sight, without blemish and free from accusation— 22 Mas agora ele os reconciliou pelo corpo físico de Cristo através da morte para vos apresentar santos, em sua visão, sem defeito e livre de acusação...

Eis que os reconciliados estarão diante de Deus, na excelência de sua justiça, imputados justos, pela obra do Ministério da Reconciliação, o qual nos fará comparecer diante de Deus, sob o penhor do sangue de seu Filho, avalizados pela:

-Transformação do corruptível

-Pela direção do “allos” – Espírito Santo

-Apresentados como noiva do Cordeiro

-Sob o sangue vicário de Jesus

Estes que chegarem a este Tribunal especial e único da Igreja, ali estarão para receber os seus galardões.

Estejamos pois, preparados para o Grande Dia, através do alcance do Ministério da Reconciliação!

Fonte:

Mas afinal, o que é um paradoxo? [Educ.fc.ul – docentes - seminário – contradição].

Wikipédia.

Desventurado Homem que Sou!Publicado em 6 de fevereiro de 2009 – 16:32

Arthur W. Pink

- O trabalho de Cristo - Reconciliation Reconciliação.

Bíblia Plenitude.

Bíblia Chamada.

Bíblia digital – cortesia tio Sam.

Apontamentos do autor.

*George Berkeley - (Condado de Kilkenny, 12 de março de 1685 — Oxford, 14 de janeiro de 1753) foi um teólogo e filósofo irlandês.Estudou no Trinity College de Dublin, onde se tornou fellow em 1707. Lecionou hebraico, grego e teologia. Ao mesmo tempo, Berkeley era ministro da Igreja Anglicana e, em Londres, escreveu uma série de artigos no jornal The Guardian contra os livre-pensadores. Em seguida, atirou-se à polêmica religiosa, atribuindo todos os males de seu país à incredulidade.

** Samuel Rutherford (1600? - 1661) foi um teólogo escocês presbiteriano e autor. Ele foi um dos comissários escoceses para a Assembléia de Westminster.

-Louw/Nida - Johannes P. Louw e Eugene A. Nida.

-Henry George & Scott Liddell.

-Hebraísta Rudolf Kittel

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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

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A declaração de fé da Igreja Evangélica Assembléia de Deus não se fundamenta na teologia liberal, mas no conservadorismo protestante que afirma entre outras verdades principais, a crença em:
1)Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).
Pacto de Lausanne – Suíça
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