Finalidade: Estudo da Palavra de Deus. Editor: Osiel varela. Meu Lema: Estudar a Bíblia é uma necessidade, Ensinar é um Mandamento.
sexta-feira, agosto 19
IGREJA – AGENTE TRANSFORMADOR DA SOCIEDADE. Lição 08-CPAD
quinta-feira, fevereiro 4
O Ministério da Reconciliação. Lição 06 -CPAD
Lição 06 – CPAD Autor:Osvarela
"Deus está reconciliado, no sentido de que a vontade dele para abençoar-nos como é que não foi realizado antes ....Deus não seria para nós o que ele é se Cristo não tivesse morrido" (Denney).
Texto Áureo: II Co. 5.18 . E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;
Versículo Base:
19 Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.
- Leitura Bíblica em Classe: II Co. 5.14,15,17-21.
Pequeno Glossário:
Constrange – sunecho – [sun – junto; echo – segurar= segurar junto; segurar firme] descreve a situação de pessoas atingidas por moléstias, dores ou paralisadas de medo. Dá um sentido de coação, de segurar forte, para evitar uma fuga. Obriga, limita, não nos deixa opção. A morte savívica de Cristo, como Salvador Universal e único, não nos dá opção pela extensão e atividade na demonstração do Amor de Deus.
Penhor – arrabon - fiança, depósito.
Paradoxo:
Em sentido amplo, «paradoxo» significa o que é «contrário à opinião recebida e comum», ou à opinião admitida como válida.
Em Filosofia, paradoxo designa o que é aparentemente contraditório, mas que apesar de tudo tem sentido.
«antinomia» (que originariamente significava conflito entre duas leis) ou «aporia» («caminho sem saída»).
Antinomia designa um conflito entre duas ideias, proposições, atitudes, etc.. Fala-se, por exemplo, de antinomia entre fé e razão, entre amor e dever, entre moral e política. Num sentido mais restrito, antinomia designa um conflito entre duas leis.
Contradição: «É impossível que uma coisa seja e não seja ao mesmo tempo, a mesma coisa».
Diallasso - para mudar;Para mudar a mente de ninguém, para conciliar;Ser conciliados, para renovar a amizade.
Exórdio:
No mundo daqueles dias, no qual o Apóstolo Paulo vivia, ou seja, entre o mundo grego-romano e hebreu, algumas palavras eram ouvidas com singularidade por Paulo.
Assim, quando alguém de origem grega falava sobre redenção, ou libertação, esta palavra soava como algo do mundo físico.
Os gregos antigos faziam a seguinte leitura em sua teogonia:
Corpo era comparado com sepultura – lembrando morte.
Enquanto Paulo fala em sua doutrina do corpo, como “templo do Espírito Santo” – I Co.6.19.
O pensamento de Paulo traz uma novidade:
Não desejamos uma fuga através da morte do corpo natural, mas a sua renovação.I Co.15. 35-36. Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? e com que qualidade de corpo vêm? Insensato! O que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer.
Porém, quando um hebreu falava de redenção, entendia de algo físico e, além disto, algo espiritual.
Quando, porém, ambos falavam sobre sacrifício era perfeitamente entendível que estavam falando do mundo espiritual, embora com conceitos diferentes.
Mormente ao hebreu quando ouvia falar do “Cordeiro de Deus”, a compreensão era total, ainda que repousada em dúvidas.
Mas, com a Reconciliação encontrava-se dificuldade.
Esta palavra de Paulo em ambos os mundo, greco-romano e hebraico trazia dificuldades, se não fosse explanada como foi de forma doutrinária. Lembrando que estamos na Acaia.
O greco-romano se surpreendia, pois a sua relação com seu panteão de deuses extrapolava o seu entendimento, entre carne e o divino, era algo muito íntimo do mundo dos deuses os quais viviam uma vida própria num mundo irreal.
Com raras exceções menores, nenhum termo hebraico no Antigo Testamento é traduzido como "reconciliação", mesmo nas traduções modernas em Inglês: NAS, NIV, NVI (apenas I Sam 29,4), NAB (apenas 2 Sm 13:39), e NKJV (apenas 1 Sam 29,4 e Dan 9:24).
E quando fazem o uso destes termos de Deus, é sempre no sentido de "apaziguamento" ou "suavizando" a ira de Deus ou a ira.
Para o hebreu havia a idéia de que era a ira de Deus que necessitava ser aplacada, com sacrifícios, aceitos ou não, e sempre isto só poderia vir da própria ação de Deus, que era conciliado com estes atos.
Diz um hino:
EM TI CONCILIA-SE A SANTA JUSTIÇA,
QUE NÃO PODE A CULPA DEIXAR SEM CASTIGO,
COM A COMPAIXÃO QUE, POR GRAÇA, RECEBE
E EXIME DE CULPAS O RÉU PECADOR.
A- Vem o Apóstolo São Paulo, e diz: que Deus tomou a ação de propiciar um sacrifício de si mesmo através de seu Filho Jesus Cristo e re-conciliar o mundo com ele.
Não há mais, necessidade de sacrifícios conciliatórios, pois o próprio Deus propôs conciliação e executou a re-conciliação entre ele e os homens, de maneira definitiva.
1- As palavras básicas para entendimento de conciliação e reconciliação, são:
-katallasso e diallasso, formadas, a partir, de allasso ("fazer diferente do que é agora"), de allos ("outros", cf. Alegoria).
As definições básicas de katalasso (a palavra principal) indicadas nos léxicos da língua:
"Para restabelecer o bom relacionamento interpessoal amigável, após estes serem interrompidos ou quebrados”.
"A mudança de uma pessoa de inimigo para amigo, reconciliar" [Liddell Scott] - 10 Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.
Com o pensamento de "mudança" predominante, esta palavra pode significar "a mudança ", "de troca" e "conciliar "ou" reconciliar-se. " [Kittel]
2- As características componentes desta série de significados envolvem:
(1) rompimento das relações de amizade por causa de:
(2) uma provocação presumida ou verdadeira;
(3) uma ação ostensiva destinada a eliminar a hostilidade; 21 Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.
(4) reconstituição ao original das relações amigáveis - 'para reconciliar, fazer as coisas se tornarem como outrora, a reconciliação. " [Louw / Nida] - 17 Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
Diallasso é usada apenas em Mateus 5.23.ss: Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar, e lembrar-se de que teu irmão tem alguma coisa contra você, 24 deixa sua oferta ali diante do altar e vai primeiro reconciliar-se[katallasso] com seu irmão. Em seguida, vêm apresentar a tua oferta. 25. Concilia-te [diallasso] depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.
"A mudança de uma pessoa de inimigo para amigo, reconciliar" [Liddel l Scott] - 10 Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.
Os conciliados têm uma função:
17 Assim que, se alguém está em Cristo [se alguém é cristão - esta é a forma com que Paulo qualifica o verdadeiro cristão], nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 20 De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.
Isti é apontado por Paulo, nossa obrigação em evangelizar e anunciar, que há oportunidade de um retorno à Deus, para todo que crer
I - Reconciliação:
A reconciliação é uma mudança da relação entre Deus e o homem com base em um estado alterado do homem através do trabalho Redentivo de Cristo.
1- O Processo:
O processo da reconciliação de Deus com o mundo só pode ser completado com a ingerência da trindade, que pela morte de um dos seus, pode realizar o “religare” divino.
Porque o homem em si mesmo estava condenado a morte pelo pecado, mas vindo a plenitude dos tempos Deus enviou o seu filho nascido de mulher para reconciliar o Mundo consigo.
II- O que é o Processo de Reconciliação:
1- Pontos de destaque:
-Ato gracioso do amor de Deus – O Pai;
-Ato voluntário em Amor do Filho;
-Ato ativo em Amor do Espírito Santo, que se manteve ativo durante o Caos, e Renovou o caos espiritual no mundo antropológico, através da Sua sombra sobre a virgem Maria, doando-lhe uma vida – Jesus, o qual salvaria o Seu povo.
2- Ponto principal:
A morte vicária de Jesus – o filho do homem, foi o ápice deste Ministério da reconciliação.
Não há como explicar de outra forma, que este ato unilateral de Deus foi realizado com o único propósito de resgatar toda a humanidade em cristo.
Ali no Calvário [Deus estava em Cristo – Jo. 10.30. Eu e o Pai somos um.] estava o próprio Deus doando-se a Morte, como um ente real e dominador da humanidade, sob a maldição do madeiro, mas sem pecado algum.
Deus estava na cruz reconciliando consigo mesmo, por Jesus Cristo o mundo, é uma expressão que configura um estado real e necessário, primeiro:
1-Da deidade de Jesus;
2-Da vontade realizatória da promessa edênica de Deus – Criador e Pai;
3-Da incapacidade humana para realizar este ato sem a intervenção divina;
4-Do início de um novo processo por Jesus Cristo, o Filho do seu Amor, processo, pelo qual, todos os homens, agora poderiam e o podem, se re-encontrar com o Pai, pelo Filho, com a ação regeneradora do Espírito.
Capítulo 5 de II Corintíos:
Temos caminhado sobre a Epistola de Paulo aos Coríntios de forma gradual e sábia, conforme os escritos desta lição, através da pena do pastor Elienai Cabral, sob a inspiração de Deus.
Neste capítulo cinco, Paulo vai tecer um pouco mais de sua doutrina de ensino aquela Igreja.
A assertiva é futura. É Escatológica.
Como a salvação escatológica do homem como um todo - o estado de cumprimento final, o estado normal da nova criação - (o que corresponde a Paz final, e a Nova Criação, “na qual habita a justiça").
Há um apontar para a dificuldade de aceitação da morte, com as inerentes dúvidas sobre o que seria daqueles que partiriam ou partiram dentre os vivos.
II- A fonte desta lição é a excelente didática paulina baseada na dicotomia legal na vida do homem [no paradoxo]:
Rm.7. 20. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.
Ler Romanos Capítulos 5 até 8.
O piedoso **Samuel Rutherford escreveu: “Este corpo de pecado e de corrupção torna amargo e envenena nosso regozijo. Oh! Se eu estivesse onde nunca mais pecarei!” (1650).
O bispo *Berkeley disse: “Não posso orar, mas cometo pecados. Não posso pregar, mas cometo pecados. Não posso ministrar, nem receber a Ceia do Senhor, mas cometo pecados. Preciso arrepender-me de meu próprio arrependimento; e as lágrimas que derramei necessitam da lavagem do sangue de Cristo” (
ROMANOS 6.1,2. Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que abunde a graça? De modo nenhum. Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?
-Livre x servo;
-Carnal x espiritual;
-Judaizante x gentio;
-Circunciso x incircuncisão.
-Pecado x vida cristã.
-Morte x vida;
Rm.6.2. ...De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?
É esta a didática Doutrinária que aprendemos com Paulo.
III- Introduzindo os Corintíos na doutrina da Reconciliação:
Após colocar o homem, mesmo o cristão, na lição anterior, sob o pensamento teológico da sua natureza derivada do pó, Paulo agora alimenta a Igreja com algo que formaliza estruturalmente a fé no sentido da vida futura.
Para, além do pensamento da morte enraizado em todo o ser mortal.
Paulo continua o seu discurso derivado daquele pensamento, conforme II Co. 4.14,15-18:...sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus e nos apresentará convosco.Porque tudo isso é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, torne abundante a ação de graças, para glória de Deus. Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.
A temporalidade é da natureza humana, mas a eternidade é da natureza de Deus, e só pode ser obtida por um critério instituído por Deus:
Pelo próprio Deus, na natureza humana de seu Filho Jesus Cristo.
Assim a Reconciliação é o tema a ser entendido pelos alunos e professores.
Os componentes do núcleo da Reconciliação
- O objetivo: restauração da (original) pacificação das relações interpessoais e da harmonia da vida
- O problema: a inimizade, hostilidade, elementos dissidentes, provocação.
- O agente: quem faz a 'conciliação'? Quem faz a abertura? Que remove as hostilidades?
-qThe goal : restoration of (original) peaceful interpersonal relations and harmony of livesqThe problem : enmity, hostility, dissenting elements, provocationqThe agent/subject : who does the 'reconciling'?who makes the overture?Who removes the hostilities?q The method : How are the hostilities rO método: Como são removidas as hostilidades? E como é o processo iniciado e concluído?
- Os participantes e suas responsabilidades: Deus e nós. And how is the process initiated and completed?qThe participants and their responsibilities : God and us.
IV - Da necessidade da Reconciliação:
Todo o homem se desfará em degradação inevitável.
Todo o homem sofrerá julgamento pelas suas Obras: 10 Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.
Paulo necessitava escrever esta carta por causa de algumas questões, ainda novas no doutrinário da Igreja primitiva, entre eles, com exemplo nos de Corinto:
No pensamento ainda inconsistente dos Coríntios sobre a vida futura;
Na ansiedade da alma em dizer: Maranatha.
Esta expressão do aramaico era um brado de esperança para a Igreja de Paulo, Pedro e João...
Na realidade os membros da Igreja primitiva aspiravam tanto este momento, que encerravam dentro de sua liturgia a evocação da Iminência, dizendo – Ora! Vem Senhor Jesus...
A palavra “Maranatha” era também utilizada nos cultos para invocar a presença do Senhor na Ceia.
Era usada ainda para expressar o desejo de seu retorno para estabelecer seu Reino. Equivale ao pedido feito pela Igreja na oração dominical: “Venha o teu Reino”. Com relação à volta do Senhor Jesus, “Maranatha” tinha um duplo sentido: era uma oração – “Vem, Senhor” – e uma expressão de fé – “O Senhor está voltando!”.
O uso da palavra nos tempos do Novo Testamento indicava a forte expectativa dos crentes de que o Senhor Jesus voltaria.
V- Ansiedade, Morte e Vida:
4 Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos carregados; não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.
Há um sinal audível a Deus e no mundo espiritual, que Paulo chama de “gemido”, pela frustrante situação que nos é imposta pela nossa condição de homem natural, pelas limitações da carne – aqui como sarx – mas, que demonstra a aspiração interna de sermos atingidos pela renovação completa, a transformação do corruptível pelo incorruptível.
Paulo adentra num pensamento mais profundo, o que demonstra o seu reconhecimento na fé dos corintíos e na ansiedade de obtenção de respostas da alma.
Em nossos dias, muitos estão se desviando deste ponto nevrálgico do conhecimento e esperança em Deus, que é a necessidade da esperança redentiva.
A alma do crente aspira uma redenção, no que é acompanhada pela própria Criação.
Desejando, não a morte, mas a plenitude da vida eterna.
II Co.4.5. Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito.
6 Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor.
7 (Porque andamos por fé, e não por vista).
8 Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor.
V-a- Estar com Cristo:
Há uma verdade interna que condiciona a alma do crente a estar junto de Cristo.
Paulo nos explica que isto, é incentivado espiritualmente pelo Espírito Santo que é o penhor de nossa Salvação. A nossa esperança é renovada pelo Espírito Santo quem nos garante uma experiência de vida renovada, no presente nos garante com penhor, o aperfeiçoar futuro.
Quem promove este anseio é o próprio Deus, querendo que sejamos iluminados pelo pensamento da reconciliação
a- Neste tempo de plenitude, isto só se dará pelo processo da morte:
Quando dizemos morte, não é um sofisma, mas o Processo por onde Paulo mostra a caminhada para Reconciliação com Deus.
Este caminho tem pontos importantes nos termos citados, acima neste texto.
b-Base da Mortificação:
Na mensagem neotestamentária, a base da reconciliação é "a morte de seu Filho", "por meio da cruz", "pelo sangue da sua cruz", "no seu corpo de carne por sua morte" (Rom. 5:10; Ef . 2:16; Col. 1:20, 22);
VI - A Cruz de Cristo.
A cruz é o instrumento utilizado na Plenitude do Plano de Deus, para reconciliação, esta é a mensagem que Paulo exalta.
A cruz foi instrumento para:
Reconciliação eterna
Para não imputação dos nossos pecados. Como a serpente levantada no deserto, os que olham para cruz conseguem ser sarados da ferida mortal edênica.
Todos que olham para cruz podem ser alcançados pelo: “consumatum est” – Está consumado.
Esta consumação é o final da atuação da morte sobre o pecador redimido pelo sangue da cruz.
Deus estava lá no momento crucial, literalmente.
19 Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.
Rm.5. 8. Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.
I Ts.5. 9,10. ... porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele.
Neste versículo está a demonstração da Reconciliação, que nos permite uma vida nova e eterna com Deus.
A vontade eterna de Deus é não deixar o homem á mercê da ira futura, ou sob o salário do pecado:
Morte.
Todas as ações para reconciliação passam por uma forma de morte;
a- Primeiro:
14 Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram.
Morte para o mundo – justificação; imputada pela fé, a qual fomenta a regeneração.
Rm. 5.21. Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.
3 Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados
b- Segundo:
Morte física com futura transformação, para os que morrerem em Cristo, antes do arrebatamento.vide item V.
Pelo arrebatamento, sofreremos a transformação do corpo corruptível. É o revestimento citado por Paulo no versículo 4: não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.
Por conseguinte, a transformação do arrebatamento transformará o corpo mortal em um novo corpo, permitindo que o homem que a receber, morra somente espiritualmente para o pecado, pois Cristo em si mesmo, é bastante para promover a redenção do corpo exterior corruptível em um novo corpo sem pecado.
Rm. 6.4. De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.
5 Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;
6 Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado.
7 Porque aquele que está morto está justificado do pecado.
8 Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos;
Como dissemos, acima, havia uma expectativa em Corinto para conhecer como escapar do corpo desta morte.
Paulo então amplia seu discurso com a inclusão do meio que tirou Jesus das garras da morte:
Ressurreição!
5 Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;
A reconciliação, sem dúvida é um Ministério que nos livra da ira futura, nos justifica, nos reconcilia com Deus permitindo-nos uma novidade de vida, pois em nós está a palavra da reconciliação, o velho se faz novo, pela ação de Deus que nos imputa salvação e nos da o crédito da cédula rasgada na Cruz.
Arrebatamento é a condição para ser livre da morte física.
VII- Da importância da Reconciliação no Plano da Salvação.
Este é um assunto que deve ser entendido com base na visão teológica revelacional do Apóstolo Paulo, quanto ao Plano de Salvação.
Trata-se de uma doutrina básica aos que pretendem entender a Salvação como inexorável ao homem e para Deus.
Sem ela não podemos entender o Plano salvífico, o ato sacrificial eterno e único de Jesus é o centro da proposta divina para o homem:
a- Reconciliar-se com Deus.
Portanto, a reconciliação é a vontade de Deus, em tornar o homem a ser um participante da sua glória e presença, como na ocasião da Criação.
A ação de Deus é a base eterna desta atitude do próprio Deus para com a humanidade perdida.
Rm.5.10. Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.
11 E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação.
Assim, o homem recebe perdão eterno, vida eterna entrando ou passando pelo processo reconciliador de Deus, por Jesus, 18 E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;
b- Meios:
E os seus meios são "feitos através de Cristo para ser o pecado ..." (II Coríntios. 5:18, 21).
Alguns sustentam que, por isso, -“No caminho de reconciliação existe o perdão. Não existe reconciliação sem perdão. Um verdadeiro perdão transforma os inimigos em amigos, as vítimas em irmãos e irmãs. Este é o modo de fazer cessar o ódio, a vingança e a guerra”.
VIII- A Ação do amor de Deus na Reconciliação:
Primeira ação para nossa entrada no projeto eternal da Reconciliação:
Rejeição de Israel:
A rejeição de Israel ao plano de Deus, pelo homem Jesus, nascido judeu, e rejeitado pelos seus nos abriu acesso ao processo da Reconciliação!
Paulo afirma que o seu ministério apostólico é uma forma de criar a emulação - ciúmes - para que a gente de sua descendência - os hebreus - pudesse ser incitada; e ao ver na ação apostólica, paulina e seus feitos pela ação do Espírito Santo, voltassem a ver em Cristo, o Messias prometido.
Segundo Paulo, se a rejeição nos trouxe a reconciliação com Deus por Jesus Cristo, imagine o que aconteceria se eles fossem admitidos de maneira prevista pelo próprio Deus, que lhes deu os seus oráculos divinos, haveria algo majestoso, quando desta re-admissão:
Haveria vida dentre os mortos, metáfora espiritual.
Rm. 11.12. E se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude!
13 Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for apóstolo dos gentios, exalto o meu ministério;
14 Para ver se de alguma maneira posso incitar à emulação os da minha carne e salvar alguns deles.
15 Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos?
Conclusão:
Esta lição nos remete ao pensamento futuro do tribunal de cristo.
Col 1: He is the image of the invisible God, the firstborn over all creation. Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação. 16 For by him all things were created: things in heaven and on earth, visible and invisible, whether thrones or powers or rulers or authorities; all things were created by him and for him.16 Porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele.17 He is before all things, and in him all things hold together. 17 Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas. 18 And he is the head of the body, the church; he is the beginning and the firstborn from among the dead, so that in everything he might have the supremacy.18 E ele é a cabeça do corpo, a igreja, ele é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo o que pôde ter a supremacia. 19 For God was pleased to have all his fullness dwell in him,19 Porque Deus estava contente por ter habitasse toda a plenitude nele, 20 and through him to reconcile to himself all things , whether things on earth or things in heaven, by making peace through his blood, shed on the cross. 20 e por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, se as coisas na terra ou nos céus, estabelecendo a paz pelo seu sangue, derramado na cruz. 21 Once you were alienated from God and were enemies in your minds because of your evil behavior. 21 inimigos Assim que estavam separados de Deus e estavam em suas mentes por causa de seu mau comportamento.22 But now he has reconciled you by Christ's physical body through death to present you holy in his sight, without blemish and free from accusation— 22 Mas agora ele os reconciliou pelo corpo físico de Cristo através da morte para vos apresentar santos, em sua visão, sem defeito e livre de acusação...
Eis que os reconciliados estarão diante de Deus, na excelência de sua justiça, imputados justos, pela obra do Ministério da Reconciliação, o qual nos fará comparecer diante de Deus, sob o penhor do sangue de seu Filho, avalizados pela:
-Transformação do corruptível
-Pela direção do “allos” – Espírito Santo
-Apresentados como noiva do Cordeiro
-Sob o sangue vicário de Jesus
Estes que chegarem a este Tribunal especial e único da Igreja, ali estarão para receber os seus galardões.
Estejamos pois, preparados para o Grande Dia, através do alcance do Ministério da Reconciliação!
Fonte:
Mas afinal, o que é um paradoxo? [Educ.fc.ul – docentes - seminário – contradição].
Wikipédia.
Desventurado Homem que Sou!Publicado em 6 de fevereiro de 2009 – 16:32
Arthur W. Pink
- O trabalho de Cristo - Reconciliation Reconciliação.
Bíblia Plenitude.
Bíblia Chamada.
Bíblia digital – cortesia tio Sam.
Apontamentos do autor.
*George Berkeley - (Condado de Kilkenny, 12 de março de 1685 — Oxford, 14 de janeiro de 1753) foi um teólogo e filósofo irlandês.Estudou no Trinity College de Dublin, onde se tornou fellow em 1707. Lecionou hebraico, grego e teologia. Ao mesmo tempo, Berkeley era ministro da Igreja Anglicana e, em Londres, escreveu uma série de artigos no jornal The Guardian contra os livre-pensadores. Em seguida, atirou-se à polêmica religiosa, atribuindo todos os males de seu país à incredulidade.
** Samuel Rutherford (1600? - 1661) foi um teólogo escocês presbiteriano e autor. Ele foi um dos comissários escoceses para a Assembléia de Westminster.
-Louw/Nida - Johannes P. Louw e Eugene A. Nida.
-Henry George & Scott Liddell.
-Hebraísta Rudolf Kittel
quinta-feira, junho 11
A RESSURREIÇÃO DE CRISTO - Lição 11 – CPAD - Autor: Osvarela
A RESSURREIÇÃO DE CRISTOLição 11 – CPAD Autor: Osvarela
Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem. I Co. 15.20.
Leitura Bíblica em Classe:
I Co. 15.1.-10
Fundamental:
Texto do contexto:
Leia do versículo 15 até ao versículo 57, do capítulo 15 de I Co. 15 – Texto Bíblico em Classe:
Vs.11 Então, ou seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim crestes. Ora, se prega que Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, como dizem alguns entre vós que não há ressurreição de mortos? Mas se não há ressurreição de mortos, também Cristo não foi ressuscitado. Nem toda carne é uma mesma carne; mas uma é a carne dos homens, outra a carne dos animais, outra a das aves e outra a dos peixes.....cont...40-27
INTRODUÇÃO:
A - A importância histórico-cultural da vida futura:
Os homens, até mesmo na Bíblia, no início da geração edênica procuravam uma maneira de perpertuarem suas passagens por esta vida de maneira a serem lembrados ou de certa maneira como uma forma de perenização de seus nomes.
Era a busca da perenização, da imortalidade, da glória futura, mesmo ausentes desta vida.
Certo é que, os reis egípcios, e de outras dinastias do mundo e mesmo os menos nobres, plebeus em várias culturas possuíam rituais fúnebres, nos quais, eles levavam par o túmulo suas coisas pessoais preocupados pela possibilidade de não ter bens ou em usa-las na vida posterior a morte.
As biografias como dizia Tácito, permitiria uma sensação ou mesmo que os homens vivessem eternamente: “permitir que vivam eternamente”. Tácito
Isto mostra o quanto o assunto ressurreição ou vida eterna preocupa ou preocupava os homens.
B - A ressurreição dos mortos, sempre foi uma discussão inserida no contexto das religiões.
Os próprios judeus tinham entre suas facções religiosas grupos como dos saduceus [Mt. 22.23. No mesmo dia vieram alguns saduceus, que dizem não haver ressurreição] que não criam na ressurreição dos mortos.
Jesus Cristo em seu ministério proclama com vigor este fato.
O Apóstolo Paulo vem dirimir as dúvidas e sistematizar o entendimento sobre a ressurreição, iniciando a mesma com uma pergunta, que pode ser tratada como uma ironia suave aos que questionavam a ressurreição, inclusive introduzindo na discussão a ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Este texto contexto da Lição, não faz parte do texto bíblico da leitura em classe:
I Co. 15.14.16. 14 E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. Porque, se os mortos não são ressuscitados, também Cristo não foi ressuscitado.
Paulo faz uma inflamada defesa desta doutrina e ensina importantes pontos sobre a mesma, com a visão inicial suportada sobre a morte e ressurreição de Cristo, que embasará todo o seu discurso sobre o Tema.
Assim, temos que:
Jesus Cristo morreu.
Que Jesus Cristo desceu as partes mais baixas da terra, ao lugar dos mortos.
Que Jesus Cristo se entregou a morte, ou seja, não foi tomado por ela, mas deu-se a ela – a morte.
Que Jesus Cristo venceu a morte.
Jesus Cristo vencendo a morte ressuscitou.
Se ele ressuscitou tem poder para ressuscitar a todos da morte.
Esta ressurreição não será como as de Lázaro e outras realizadas por Jesus Cristo ou qualquer outro profeta, mas será para a vida eterna!
Paulo revela um dos mistérios que mesmo a ressurreição de Jesus, que foi visto por mais de 500 de seus discípulos, além dos seus Apóstolos e das mulheres que faziam parte de sua multidão de seguidores, ainda era um mistério pouco entendido, a partir, das palavras dos anjos para os discípulos, após a ascensão de Jesus Cristo, o homem de Nazaré.
Lucas, o escritor de Atos dos Apóstolos inicia a sua narrativa pesquisada, com uma descrição detalhada do momento da Ascensão.
At. 1.1,3. Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo quanto Jesus começou a fazer e ensinar, até o dia em que foi levado para cima, depois de haver dado mandamento, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera; aos quais também, depois de haver padecido, se apresentou vivo, com muitas provas infalíveis, aparecendo-lhes por espaço de quarenta dias, e lhes falando das coisas concernentes ao reino de Deus.
1 - Estar vivo e se apresentar em forma corpórea pela qual era conhecido, era uma das muitas questões:
O texto em si nos faz refletir sobre algumas situações que menciona:
- Como um homem poderia ressuscitar e ainda ter forma aparente?
- Em qual densidade ele estaria?
- Como Jesus comeu e entrou nas dependências onde seus discípulos se escondiam após a sua morte e ainda apresentou em seu corpo ressurreto e glorificado as marcas da Cruz e comeu peixe, após passar literalmente pelas paredes do local?
Atos dos Apóstolos 1.9-11.
Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.
Paulo, certamente utiliza-se desta narrativa para endossar as suas palavras e introduzir o seu pensamento doutrinário, acerca da ressurreição.
I Co.15.4-8. que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras; que apareceu a Cefas, e depois aos doze; depois apareceu a mais de quinhentos irmãos duma vez, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormiram; depois apareceu a Tiago, então a todos os apóstolos; e por derradeiro de todos apareceu também a mim, como a um abortivo.
Ele mesmo teve um encontro com Jesus ressurreto anos mais tarde, durante a sua conversão e durante o período que estava na Arábia, pela exegese do texto do versículo 8, temos o entendimento que, a forma do aparecimento de Jesus Cristo, ao Apóstolo Paulo, não sabemos em qual momento exato, mas, foi do mesmo modo que apareceu nas reuniões dos apóstolos e discípulos, seja no Caminho de Emaús, seja, na reunião citada por Lucas no capítulo 24 de seu Evangelho.
Lc. 24.13.43. Nesse mesmo dia, iam dois deles para uma aldeia chamada Emaús...iam comentando...Ele...disse: Por que estais perturbados Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos...eu tenho...mostrou-lhes as mãos e os pés...Não acreditando eles ainda por causa da alegria...perguntou-lhes Jesus: Tendes aqui alguma coisa que comer? Então lhe deram um pedaço de peixe assado, o qual ele tomou e comeu diante deles.
Esta passagem mostra mais do que, a presença real e visível de Cristo entre seus discípulos, mostra-nos a realidade de sua ressurreição.
Eles questionavam a ressurreição ou no mínimo esperavam ou tinham dúvidas quanto a esperar a ressurreição de entre os mortos e como ela poderia se dar se quando morremos somos sepultados e nos desfazemos como pó.
Mais uma vez a divisão, entre os crentes de Corinto, era notória: “vs.12. Ora, se prega que Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, como dizem alguns entre vós que não há ressurreição de mortos?”
2 - Eis o problema ainda atual da Igreja:
Alguns se consideram mais sábios sobre uma questão enquanto outros são dispersos sobre o assunto, tão ignotos, que não sabem discernir alguns aspectos da Doutrina da Bíblia Sagrada sobre a morte, vida e ressurreição e posterior vida eterna ou morte eterna.
Assim estavam os de Corinto, sem saber distinguir qual era a real situação dos cristãos ou crentes em Cristo após a sua morte e ascensão aos Céus.
Você já pensou como será a ressurreição dos mortos de todas as épocas, nações.
Daqueles que morreram queimados nas fogueiras romanas ou daqueles que, tiveram seus corpos dilacerados após serem serrados, partido per rodas de tortura, lançados ao mar...como cita o escritor da Epístola aos Hebreus no capítulo 11?
II - ENSINADO SOBRE A RESSURREIÇÃO:
- O que garante a ressurreição dos mortos em Cristo:
Todos os que nasceram na Terra ressuscitarão um dia.
Porém haverá dois momentos especialmente defendidos na Bíblia sobre a ressurreição dos mortos.
Primeiro:
Ressurreição dos que morreram em Cristo.
Segundo:
Ressurreição geral para o juízo eterno, perante o Grande Trono Branco.
Este é basicamente o Ensino Geral sobre a vida dos seres humanos.
Todos os homens nascem, vivem, morre, e ressuscitarão.
A morte:
Segundo a Bíblia sagrada o último inimigo do homem é a morte.
A Bíblia usa termos da metáfora para se referir a morte;
Dormir –
Novo Testamento:
I Ts. 4.13,14. Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, assim também aos que dormem, Deus, mediante Jesus, os tornará a trazer juntamente com ele.
No Velho Testamento:
I Rs. 15. 8. Abião dormiu com seus pais, e o sepultaram na cidade de Davi.
Estar no seio de Abraão
Seguir o caminho – Job. 16. 22. Pois quando houver decorrido poucos anos, eu seguirei o caminho por onde não tornarei.
Dormir com seus pais -
O homem não foi criado em estado de eternidade, como os anjos, que embora criados já o foram neste estado.
A MORTE :
A morte é o estado natural do final da vida humana, ela era um dos potenciais riscos à vida do homem criado no Éden.
Ao homem está ordenado morrer uma só vez, em referencia a morte natural e física.
O pensamento escatológico diz:
Os homens nascem, vivem, morrem e ressuscitarão.
Uns ressuscitarão primeiro, outros serão arrebatados e subirão juntos ao encontro de Jesus, nos ares.
Os mortos que não ressuscitarem no arrebatamento aguardarão o, mar, a terra, as águas, o pó, devolverem os seus corpos para serem julgados.
Alguns jamais ressuscitarão.
Eu digo sempre:
Só ressuscitarão primeiro os homens que morrerem duas vezes, morrerem fisicamente, e morrerem para o Mundo. Os que morrerem só uma vez, ficarão para o julgamento do trono Branco.
A extensão da vida humana foi determinada por Deus, logo após o pecado consensual de Adão e Eva e mais restringida ainda, após a decadência moral nos idos do patriarca Noé e posteriormente teve os seus parâmetros de idade re-estabelecidos, conforme o Livro de Salmos.
Gn.6.3. Então disse o Senhor: O meu Espírito não permanecerá para sempre no homem, porquanto ele é carne, mas os seus dias serão cento e vinte anos.
Gn.2.15-17. Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e guardar. Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente; mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás;
porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
III - JESUS CRISTO E A GARANTIA DA VIDA ETERNA E RESSURREIÇÃO:
Durante o seu ministério, o Senhor Jesus, declara palavras, sobre a possibilidade do homem ter uma vida eterna após a morte aqui na Terra.
Bastante para isto seria o homem participar da sua própria morte na cruz do Calvário, através da sua própria carne e sangue, um dos maiores mistérios místicos, dos Evangelhos.
A busca, pelo homem, pela vida eterna é emblemática e procurada pelos homens de todas as eras, inclusive sendo utilizada em contos, lendas e estórias dos homens, e história da humanidade.
A - Vida eterna:
Na própria Palavra de Deus encontramos expressões de pessoas preocupadas com ela:
Mt.19.16. E eis que se aproximou dele um jovem, e lhe disse: Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna?
Jesus ensina o que se deve fazer para obtê-la:
Mt.19.29. E todo o que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras, por amor do meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna.
Quem pode obter a vida eterna?
Mt.25.46. E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.
João 3. 15,16ss,36. Para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida...
Desta forma a Palavra de Deus nos garante a vida eterna.
E também não a garante àqueles que não aceitam ou professam o Nome de Jesus como Salvador.
B - Ressurreição:
A garantia de Jesus é exarada, sob um contexto da vida futura dos homens, segundo a pergunta inicial dos saduceus, em um encontro com Jesus para experimenta-lo, colocando-o a prova quanto aquilo que eles descriam, ou seja, a ressurreição dos mortos.
Jesus então, responde sob o prisma, da visão de que Deus quer ser adorado eternamente pelos homens e que Ele só recebe adoração de seres vivos, sejam anjos, arcanjos, querubins e homens. “Quanto à ressurreição dos mortos, não lestes o que foi dito por Deus...”
Lc.20.34-38. Respondeu-lhes Jesus: Os filhos deste mundo casaram-se e dão-se em casamento; mas os que são julgados dignos de alcançar o mundo vindouro, e a ressurreição dentre os mortos, nem se casam nem se dão em casamento; porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição. Mas que os mortos hão de ressurgir, o próprio Moisés o mostrou, na passagem a respeito da sarça, quando chama ao Senhor; Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó. Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para ele todos vivem.
Mt. 22.32. Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos.
Lc. 14.14.Serás bem-aventurado; porque eles não têm com que te retribuir; pois retribuído te será na ressurreição dos justos.
C - Quem garante a ressurreição dos mortos:
A nossa morte espiritual para o Mundo nos garante uma nova vida futura, pois morremos, ou fomos sepultados no batismo da sua morte para recebermos D’Ele a garantia da ressurreição.
Rm.6.3ss. Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai...Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente também o seremos na semelhança da sua ressurreição...Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos, sabendo que, tendo Cristo ressurgido dentre os mortos, já não morre mais; a morte não mais tem domínio sobre ele.
O mesmo Jesus nos garante que, Ele é a Ressurreição e se estamos N’Ele temos garantia da Vida que, Ele também afirmou sê-la, como diz João.
João. 5. 25. Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; Disse-lhe Marta: Sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia. Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá;
Compare com o texto de Paulo:
I Co. 15..3.20-24;55-57. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras; Mas na realidade Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos.Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graça a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.
IV - QUAL A DENSIDADE DO CORPO RESSURRETO:
1-Um texto fundamental:
I Co. 15.35. Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? E com que qualidade de corpo vêm?
Esta é uma questão fundamental a qual muitos de nós não estamos familiarizados.
Muitos de nós temos dúvidas quanto a natureza do corpo que teremos após a ressurreição.
I Co. 15.42-50. Assim também é a ressurreição, é ressuscitado em incorrupção. Semeia-se em ignomínia, é ressuscitado em glória. Semeia-se em fraqueza, é ressuscitado em poder. Semeia-se corpo animal, é ressuscitado corpo espiritual. Se há corpo animal, há também corpo espiritual. Assim também está escrito: O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente; o último Adão, espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, senão o animal; depois o espiritual. O primeiro homem, sendo da terra, é terreno; o segundo homem é do céu. Qual o terreno, tais também os terrenos; e, qual o celestial, tais também os celestiais. E, assim como trouxemos a imagem do terreno, traremos também a imagem do celestial. Mas digo isto, irmãos, que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus; nem a corrupção herda a incorrupção. Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados,
2-A Bíblia nos garante que, haverá uma transformação dos corpos humanos, sendo transformados de:
Corruptíveis para incorruptíveis.
Mortais para imortais.
Paulo ensina que há duas naturezas de corpos:
Corpos celestes
Corpos terrenos
Que há duas naturezas, humana:
3-Duas imagens do homem:
A terrena e a celestial.
O cerne desta questão está fundamentado em dois pontos:
- Primeiro:
A ressurreição em um novo corpo, nova semente, nova natureza orgânica, nova imagem, só foi possível através da ressurreição de Jesus Cristo:
I Co. 15.45. Assim também está escrito: O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente; o último Adão, espírito vivificante.
Jesus Cristo é o último Adão, e Ele vencendo a morte se tornou a primícias dos que dormem, isto é dos que morrem ou morreram, sendo ressurreto e tomando seu corpo mortal, com a mesma forma, mas com nova densidade, não mais a densidade material, mas a densidade espiritual, a densidade celestial, a densidade da incorrupção, a densidade divina.
I Ts. 4.14. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, assim também aos que dormem, Deus, mediante Jesus, os tornará a trazer juntamente com ele.
Esta é a garantia que Ele nos dá, pois todos os morreram em Cristo tem uma nova imagem e semelhança: “I CO.15.49. E, assim como trouxemos a imagem do terreno, traremos também a imagem do celestial”.
Assim, quer dizer Paulo, como temos a mesma forma que nosso pai adão, que nos legou a morte, teremos a mesma forma de Jesus Cristo, o novo Adão perfeito, que nos legou a Vida e esta agora é vida eterna, nunca mais percível.
- Segundo:
O processo da transformação da matéria mortal e perecível.
I Co. 15.52. num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados.
I Co. 15.53,54.Porque é necessário que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade. Mas, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrito: Tragada foi a morte na vitória.
A glória de Cristo é um dos atributos do mesmo que nos é comunicado pela sua Obra vicária.
Sendo assim, é necessária uma transformação do corpo que dispomos neste presente século para que possamos adentrar nos portais da eternidade num novo corpo com os elementos da eternidade, onde a carne e o sangue não podem adentrar.
V - JESUS E O SEU CORPO:
I Co. 15.5,6. que foi visto por Cefas, e depois pelos doze; depois, foi visto, por mais de quinhentos irmãos duma vez, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também;
O verbo utilizado, aqui é ophthe, isto é Jesus era visível àqueles que serviram de testemunha de sua aparição após a sua ressurreição.
Além do testemunho dos anjos ás mulheres [Lc.24], Jesus apareceu para comprovar a sua vida “post mortem”, isto é, Ele estava vivo.
João 21. 14. Foi esta a terceira vez que Jesus se manifestou aos seus discípulos, depois de ter ressurgido dentre os mortos.
Somente precisamos entender, que em determinada passagem bíblica ele refuta o contato comas mulheres [João 20.17.], Pois ainda não havia subido ao Pai, depois disto, é bom descrever este fato, Ele se apresenta de forma que os discípulos pudessem toca-lo, falar com ele e verificar até os ferimentos recebidos na Cruz.
Jesus Cristo ao ser ressurreto adquiriu-nos este direito ao entrar nos portões celestes, como o no Adam, ou seja, o novo homem ou novo Adão, com a mesma forma que possuía aqui na Terra ao andar nas ruas de Jerusalém.
Podemos descrever que era o mesmo corpo, por:
Identificação dos seus discípulos, após a sua ressurreição.
Lucas 24. Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como percebeis que eu tenho. E, dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e os pés.
Cristo, embora, ressurreto e sendo portador da matéria celeste pôde comer, um pedaço de peixe e andar se podemos usar este verbo, durante o período, no qual apresentou-se aos discípulos em variadas ocasiões, como o texto inicial afirma.
Isto é manifestação e comprovação de uma nova densidade que Ele adquirira e agora era portador, com o corpo humano transformado, esta será também a nossa nova densidade corporal.
Lucas 24.15,16;30-31. Enquanto assim comentavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou, e ia com eles; mas os olhos deles estavam como que fechados, de sorte que não o reconheceram. Estando com eles à mesa, tomou o pão e o abençoou; e, partindo-o, lho dava. Abriram-se-lhes então os olhos, e o reconheceram; nisto ele desapareceu de diante deles.
Ao desaparecer instantaneamente Cristo comprova que, a Densidade, de Seu corpo era, agora, diferente, pois os discípulos sequer tiveram tempo de voltar a falar com Ele, tal a velocidade do desaparecimento, embora como o texto nos garante, o tenham reconhecido durante o partir do pão, enquanto lhes dava o pão para comer, demonstrando que houve tempo para o reconhecimento de que, aquele era realmente Jesus.
Por ele ter comido, após adentrar nos locais, onde os discípulos estavam, e desaparecer, sem utilizar-se das portas ou entradas daqueles lugares.
Lc. 24.34.ss. Não acreditando eles ainda por causa da alegria, e estando admirados, perguntou-lhes Jesus: Tendes aqui alguma coisa que comer? Então lhe deram um pedaço de peixe assado, o qual ele tomou e comeu diante deles.
Jesus queria provar que era Ele mesmo, num novo corpo e que poderia fazer coisas desta vida, como comer, tanto quanto as que o seu corpo ressurreto poderia realizar igualmente. Como a dizer: “O meu corpo ressurreto é superior ao anterior, mas eu continuo sendo o mesmo filho de Maria, o homem chamado Jesus!”
Não! Não era um espírito ou uma visão era realidade, Ele ressuscitara e estava vivo e com Poder do Pai no corpo ressurreto!Aleluia.
A posição de Tomé em somente crer se visse e tocasse no corpo ressurreto do Cristo era uma realidade também entre os irmãos da Igreja de Corinto.
João 20.24.ss. Ora, Tomé, um dos doze...não estava com eles quando veio Jesus. Diziam-lhe...: Vimos o Senhor. Ele...respondeu: Se eu não vir o sinal dos cravos nas mãos, e não meter a mão no seu lado, de maneira nenhuma crerei. Oito dias depois...outra vez ali reunidos, e Tomé com eles. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles...Depois disse a Tomé: Chega aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; chega a tua mão, e mete-a no meu lado; e não mais sejas incrédulo, mas crente.
Este texto nos aclara sobre a Densidade do corpo de Jesus:
Coloquei o nome terreno do Cristo, para situar-nos no mesmo contexto terreno no qual, ocorreu o evento, sem desconsiderar a imagem imaculada do Divino Salvador, pois Ele, mesmo tomou por seu querer, a forma de homem.
Sendo assim, o que temos, aqui:
Primeiro – Jesus adentrou no local estando as portas fechadas, isto significa dizer que, Ele não mais estava submetido às leis da física terrena, sobre o seu corpo imaterial.
Segundo - Que Ele, mesmo assim podia comer, matéria terrena sem nenhuma contaminação da matéria celestial.
Ele mesmo nos garantiu que, beberá conosco, do fruto da vide. Mt.26. 29. Mas digo-vos que desde agora não mais beberei deste fruto da videira até aquele dia em que convosco o beba novo, no reino de meu Pai.
No espetáculo memorável de sua ascensão, em Betânia.
Atos dos Apóstolos 1.9-11. Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.
Mc.16.19. Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus.
Não há transformação visível de Jesus relatada na Bíblia, após a sua morte na cruz, esta passagem de Marcos mostra Jesus falando aos seus discípulos e sendo em seguida, ascendido aos céus.
VI - NOSSO NOVO CORPO:
* “Pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição”.
Nós que fomos criados um pouco menor, do que os anjos, seremos semelhantes em qualidade aos anjos celestes.
E isto só será possível por sermos feitos por Cristo filhos da ressurreição.
Eu transliteraria o trecho para:
Somos filhos da ressurreição de Cristo, que por ela, nos fez filhos de Deus.
No livro Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento – CPAD – pg. 365, no comentário sobre a qualidade ou limitações do novo corpo, em relação as questão matérias é questionada, mas na minha forma de entendimento, salvo melhor juízo, creio que o versículo citado do início deste *tópico, juntamente com os demais destacados ao longo do Capítulo 15, demonstram cabalmente que estas limitações serão superadas sem nenhuma dúvida.
Além disto, podemos utilizar, o texto “I Epístola de João 3.2. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos”.
Dois pontos importantes:
- Seremos como Ele é;
- O veremos como Ele é;
Significando que, poderemos entender e reconhecer Jesus pelas suas marcas, era o que o “velho” João queria falar para a Igreja que não vira Jesus, mas ele mesmo o conhecera e transmitia, agora, a sua esperança de re-encontrar o seu Mestre amado.
Conclusão:
A Ressurreição de Jesus Cristo, na forma que ocorreu, através de seu ímpar sacrifício, e a sua ressurreição, nos deu direito de nos tornar-nos:
Filhos de Deus;
Filhos da ressurreição;
A Vida Eterna com Ele;
Possuirmos, após a morte um corpo incorruptível;
Um corpo imarcescível;
Um novo corpo;
Um corpo transformado pela Glória do Espírito Santo;
Um corpo com uma nova densidade imaterial.
Informações gerais:
Tácito- Públio (Caio) Cornélio Tácito - Publius (Gaius) Cornelius Tacitus) – 55 a 120 d.C - ou simplesmente Tácito Considerado um dos maiores historiadores da Antiguidade.. Escreveu por volta do ano 102 um Diálogo dos oradores. Tácito tem as características usuais do historiador antigo: o gosto pela moralização - ele é um severo juiz de caráter
Fonte:
Apontamentos do autor
Dicionário Aurélio
Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento – CPAD
Bíblia digital – cortesia Tio Sam
Bíblia Plenitude
Seguidores
Geografia Bíblica-Texto-Local!
Ser Solidário
Seja solidário
"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."Martin Niemöller, 1933
Doutrina
O Credo da Assembléia de Deus
1)Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).



