E a Bíblia mais uma vez, tinha razão.
Esta é uma frase lapidar.
Os evolucionistas querem morrer ao ouvi-la, entretanto, eles próprios são os maiores difusores dela.
Seja pela curiosidade, natural [Gn.1.28.... enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra. - Mandato cultural dado ao homem por Deus], seja pela aparente maneira de conferir e aferir e contestar as Escrituras.
O assunto não é novo, mas as pesquisas aumentaram em capacidade de dados e saem novas notícias a cada época, esta é uma das últimas que atestam a existência de mebros, tais como fêmur e fíbula em esqueletos de cobras [snakes], publicado nesta data, com vídeo de melhor e maior definição atômica usando radiação ‘síncrotron - laminography’ [radiação sincontron (tipo de intensa fonte de luz – ultravioleta, infravermelho e Raios X, que permite ver a estrutura dos materiais) laminografia ] computadorizada e imagem em 3D.
Mesmo assim, os cientistas preferem achar que se trata de uma evolução da espécie, a acreditar na idéia da Criação divina!
Leia o texto sagrado:
Gn.3.14. Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
Leia a Matéria e a repercussão em jornais científicos.
Na realidade a maior novidade é o uso da luz síncrona, aliás já pesquisada no Brasil, em Campinas – SP.
Imagem de raio-x mostra ossos de perna em fóssil de cobra
Pesquisa quer ajudar a explicar como serpentes 'perderam' as patas.
Cobras descendem de lagartos, mas não se sabe se terrestres ou aquáticos.
Cientistas usaram uma nova tecnologia de imagem de raio-x para entender melhor como as cobras “perderam” as pernas ao longo da evolução.
O objetivo é ajudar a resolver o debate sobre a origem das serpentes - se elas evoluíram a partir de um lagarto terrestre ou de um que viveu nos oceanos.
As imagens detalhadas em três dimensões revelam que a arquitetura interna de ossos da perna de uma cobra fossilizada se assemelham aos dos modernos lagartos terrestres. O estudo foi publicado na atual edição da publicação “Journal of Vertebrate Paleontology”.
Para gerar a imagem, foi usado um equipamento similar ao de tomografia computadorizada encontrado em hospitais, mas com nível de detalhe muito maior. Foram feitas milhares de imagens planas do fóssil que, combinadas, permitiram montar o modelo tridimensional.
Existem somente três exemplares de serpentes fósseis com ossos de perna preservada.
A Eupodophis descouensi, o fóssil estudado nesta pesquisa, foi descoberto há dez anos em rochas de 95 milhões de anos, no Líbano.
Tem cerca de 50 cm de comprimento total e apresenta uma perna pequena, de cerca de 2 cm de comprimento, ligada à pelve. Esse fóssil é chave para entender a evolução das cobras, pois representa uma etapa intermediária evolutiva quando as serpentes antigas ainda não tinha perdido completamente as pernas que herdaram dos lagartos.
Perna escondida
Embora o fóssil apresente apenas uma perna em sua superfície, a segunda, graças à tecnologia de raio-x, foi encontrada dentro da pedra.
Ela é flexionada no joelho e tem quatro ossos do tornozelo, mas não ossos de pé, ou muito menos dedos.
A equipe de pesquisadores é liderada por Alexandra Houssaye, do Museu Nacional de História Natural (MNHN) de Paris, e inclui ainda cientistas do European Synchrotron Radiation Facility (ESRF), em Grenoble, e do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT), Alemanha.
Amanhã posto o vídeo com a imagem atualizada.
Repercussão:







