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domingo, fevereiro 6

Últimas do Egito. 14:20 Brasil


Muçulmanos e cristãos oram juntos na Praça Tahrir, na capital do Egito.

06/02/2011

Local foi a 'fortaleza' dos manifestantes que pediam a saída de Mubarak.
País volta aos poucos ao normal após 13 dias de violentos protestos de rua.

Da AFP
Muçulmanos e cristãos egípcios rezaram juntos neste domingo (6) na emblemática Praça Tahrir, no centro do Cairo, ao mesmo tempo que governo e oposição pareciam esboçar um acordo para encerrar a crise política no país. 
A praça virou a fortaleza dos manifestantes que, durante 13 dias, exigiram a renúncia imediata do contestado presidente Hosni Mubarak.
Os muçulmanos realizaram primeiro sua prece diária do meio-dia, ajoelharam-se em direção a Meca, numa praça onde se produziu uma batalha campal na quarta-feira passada, quando milhares de partidários do presidente entraram em Tahrir para desalojar os opositores.
Depois, um grupo evangélico entoou duas canções, uma delas pedindo a paz, enquanto milhares de pessoas agitavam a bandeira egípcia fazendo um V da vitória com as mãos. 
Em seguida, um religioso cristão, Ihab Jarrat, leu através de alto falantes alguns salmos, concluídos com um "amém" geral.


Egípcio ora prostrado sobre bandeira do país na Praça Tahrir, neste domingo (6); em seus óculos escuros, o crescente, símbolo do Islã, e a cruz, símbolo do cristianismo (Foto: Reuters)
Milhares de manifestantes aproveitaram a oportunidade para lançar a mensagem de que as duas religiões estavam unidas contra Mubarak.
"Os muçulmanos e os cristãos do Egito, a Crescente Vermelha e a Cruz, dizem vá embora, presidente", declarou Jarrat, filho do escritor egípcio Edward Jarrat.
Imediatamente, a multidão entoou o lema habitual: "Mubarak, vá agora"".
Os cristãos representam entre 6 e 10% dos 80 milhões de egípcios. 
A maioria é formada por coptos ortodoxos, cujo patriarca Shenuda III pediu aos fiéis que não participassem das manifestações. Os protestos já deixaram mais de 300 mortos desde 25 de janeiro, segundo as Nações Unidas.
Orem pela situação do Egito e dos cristãos do Egito.

segunda-feira, agosto 17

UM NOVO PARADIGMA PARA AS IGREJAS? O ACORDO QUASE SECRETO ENTRE O GOVERNO E O VATICANO!

Um Acordo que trará problemas a TODAS Igrejas e Religiões.
Relator: Dep. Bonifácio Andrada [PSDB-MG]

Composto por 20 artigos, o acordo foi assinado pelo Brasil e pelo Vaticano em 2008 e submetido à Câmara. O texto estabelece normas, entre outros assuntos, sobre o ensino religioso, o casamento, a imunidade tributária para as entidades eclesiásticas, a prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, a garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes, visto para estrangeiros que venham ao Brasil realizar atividade pastoral.

Tem cunho permissivo ao Ecumenismo.

Este Acordo tentará ser um Paradigma da relação Estado -_Igrejas ou Religiões, e onde ele for conflitante com as demais religiões sem dúvida será um ponto de impecilho, para:

Missionários e Pastores estrangeiros entrarem em nosso País, principalmente as Igrejas que mantém Convênios didático-teológicos com suas origens na Europa, EUA, Ásia e outros Continentes.

Uma vez aprovado e sancionado levará o cunho da Isonomia para a relação entre Estado-Igreja/Religiões.

Funde um Estado ímpar como o Vaticano, que é teocrático por sua essência com um Estado Laico por Constituição, num relacionamento de uma matéria que não é comercial, de transmissão de Tecnologia, mas única e exclusivamente Religiosa, quando a Constituição Brasileira, já tem sob seu manto Republicano-Democrático, todo o parâmetro para as relações do Estado e a Religião, sem interferência daquele sobre estas.

Pode iniciar ou tem poder de dar cunho de Obrigatoriedade de relação estatal nas atividades religiosas, sob o conceito que o Vaticano propôs.

Este é o primeiro post sobre o assunto e indico a fonte que deve ser acessada para outras informações.

Já havia ouvido falar deste assunto e aparentemente em primeira conversa parecia-me, que o Presidente Luís Ignácio recusara, este acordo sob a alegação Republicana Constitucional da Laicidade do Estado Brasileiro.

"A Igreja Católica tem muita força no Congresso e toda a tramitação ocorre de forma quase secreta. Estamos indignados", disse o deputado e pastor Pedro Ribeiro (PMDB-GO), da Assembleia de Deus.

VEJA AS ÚLTIMAS TRAMITAÇÕES NA CÃMARA FEDERAL E OS VOTOS CONTRÁRIOS AO CONVÊNIO:

Última Ação: LINK CONGRESSO-COMISSÃO

30/6/2009 - PLENÁRIO (PLEN) - Aprovado requerimento do Sr. Miguel Martini que requer regime de urgência na apreciação da Mensagem nº 134/2009 que submete à apreciação do Congresso Nacional, o texto do Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé relativo ao Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil, assinado na Cidade-Estado do Vaticano, em 13 de novembro de 2008.

10/7/2009 - Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) - Designado Relator o Dep. Vinicius Carvalho (PTdoB-RJ)

16/7/2009 - Comissão de Educação e Cultura (CEC) - Designado Relator, Dep. Chico Abreu (PR-GO)

12/8/2009 - Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) - Aprovado o Parecer contra os votos dos Deputados Pastor Pedro Ribeiro, Andre Zacharow, Dr. Rosinha, Takayama, Arlindo Chinaglia, Ivan Valente, Jefferson Campos, George Hilton e Bispo Gê Tenuta, apresentaram votos em separado os Deputados Andre Zacharow, Pastor Pedro Ribeiro, Bispo Gê Tenuta, Ivan Valente e Takayama.

Pareceres, Votos e Redação Final
- CREDN (RELAÇÕES EXTER. E DE DEFESA NACIONAL)
PAR 1 CREDN (Parecer de Comissão)
PRL 2 CREDN (Parecer do Relator) - Bonifácio de Andrada
VTS 1 CREDN (Voto em Separado) - Andre Zacharow
VTS 2 CREDN (Voto em Separado) - Pastor Pedro Ribeiro
VTS 3 CREDN (Voto em Separado) - Bispo Gê Tenuta
VTS 4 CREDN (Voto em Separado) - Ivan Valente
VTS 5 CREDN (Voto em Separado) - Takayama

COMISSÃO APROVA ACORDO DE BRASIL E VATICANO

Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

A Câmara pode aprovar nos próximos dias um acordo entre o governo brasileiro e o Vaticano assinado pelo presidente Lula em novembro de 2008.

Ana Flor

Apesar do protesto de igrejas cristãs tradicionais, evangélicos, grupos ateus e até mesmo entidades católicas que defendem o Estado laico, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou ontem o texto.

Apesar do protesto de igrejas cristãs tradicionais, evangélicos, grupos ateus e até mesmo entidades católicas que defendem o Estado laico, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou ontem o texto.

O acordo segue para três comissões, mas, como corre em regime de urgência, pode ser votado no plenário imediatamente. A Folha apurou que houve acordo entre os líderes da Casa para que o texto fosse apreciado no plenário assim que passasse pela Comissão de Relações Exteriores. O texto precisa passar pelo Senado.

O documento levou mais de um ano para ser costurado. Ele trata de assuntos jurídicos e outros temas, como ensino religioso público e casamento. Segundo a CNBB, o acordo reconhece a personalidade jurídica da Igreja Católica no país.

Deputados da bancada evangélica dizem que é difícil evitar a aprovação. "A Igreja Católica tem muita força no Congresso e toda a tramitação ocorre de forma quase secreta. Estamos indignados", disse o deputado e pastor Pedro Ribeiro (PMDB-GO), da Assembleia de Deus.

Em março, o Colégio Episcopal da Igreja Metodista fez uma declaração pública pela não aprovação, por considerar que o acordo fere o artigo 19 da Constituição -que veda relações de dependência ou aliança entre a União e igrejas. Outras denominações citam o privilégio dado à Igreja Católica, já que a Constituição garante que não pode haver "distinção ou preferência entre brasileiros".

Entre os deputados contrários ao acordo, o principal argumento é a manutenção do Estado laico. "O Estado brasileiro é democrático e fomenta a liberdade religiosa, inclusive no que se refere ao direito de crer ou de não crer", disse Ivan Valente (PSOL-SP), que votou contra.

Segundo o presidente da Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), Daniel Sottomaior, a concordata é "um instrumento de evangelização às custas do Estado e de todos os cidadãos brasileiros". Para ele, o texto traz uma "linguagem confusa proposital", que dá impressão de que não há mudanças. Sottomaior cita o artigo sobre o casamento, que abriria espaço para que a Justiça brasileira passe a ser obrigada a aceitar sentenças de anulação matrimonial do Vaticano.

Outro artigo polêmico, levantado pelo antropólogo e professor da UFRJ Emerson Giumbelli, trata do ensino religioso público, e insinuaria maior pertinência de uma religião, a católica.

Para a Igreja Católica, o acordo organiza questões trabalhistas, como o vínculo empregatício de ministros ordenados -há casos de padres que, ao deixar o sacerdócio, buscam indenização. O mesmo ocorre com fiéis voluntários.

Em defesa do acordo, Francisco Borba Ribeiro Neto, do Núcleo Fé e Cultura da PUC-SP, diz que o acordo "é até tímido, genérico demais".

Comissão aprova Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil

Gilberto Nascimento

Bonifácio de Andrada: acordo não fere a Constituição e respeita o princípio do ecumenismo.
A Comissão de Relações Exteriores aprovou nesta quarta-feira o acordo que cria o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. No parecer aprovado, o relator, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), afirmou que o acordo não fere a Constituição Federal, enfatiza a necessidade de relações internacionais com todos os povos e admite a aproximação com todas as religiões.

Composto por 20 artigos, o acordo foi assinado pelo Brasil e pelo Vaticano em 2008 e submetido à Câmara sob a forma da Mensagem 134/09.

O texto estabelece normas, entre outros assuntos, sobre:

- ensino religioso;

- casamento;

- imunidade tributária para as entidades eclesiásticas;

- prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais;

- garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes; e

- visto para estrangeiros que venham ao Brasil realizar atividade pastoral.

O acordo também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições católicas, ratificando regras já existentes.

Em relação ao casamento, por exemplo, o acordo estabelece que o matrimônio celebrado de acordo com as leis da Igreja que atender também às exigências do Direito terá efeitos civis. Já no que diz respeito ao ensino religioso, o tratado menciona o respeito à importância dessa disciplina, seja católica ou de outra religião, mas com matrícula facultativa no ensino fundamental das escolas públicas.

Respeito ao ecumenismo

"A Comissão tomou a posição que me parece mais certa para o interesse público e para a vida social da nação. Esse acordo não exclui de forma nenhuma as demais religiões existentes no Brasil. Acho que procura realmente criar um convívio efetivo de todas as religiões. Não tem inconstitucionalidade. Ele [o acordo] repete a Constituição e a legislação brasileira de modo que está totalmente integrado no sistema jurídico brasileiro e não atinge nenhuma lei ou norma jurídica", afirmou o relator.

A discussão da matéria, no entanto, foi polêmica. Sete deputados votaram contra a proposta.

Reportagem - Geórgia Moraes/Rádio Câmara
Edição - Paulo Cesar Santos

Concordata pode gerar problema institucional

É complicada, do ponto de vista institucional, a provável ratificação da Concordata entre o Brasil e o Vaticano.

13-08-2009.

Os autores da proposta enviada ao Congresso foram espertos. Redigiram-na de modo tal que, formalmente, o texto não faz muito mais do que reafirmar direitos que a Constituição e a legislação ordinária já concedem não só à Igreja Católica mas a todas as instituições religiosas. São garantias como exercício público de culto e imunidade tributária.

Mas, se fosse só isso, por que a insistência de Roma em aprovar um documento que nada acrescenta?

O problema está menos no conteúdo do texto - embora existam alguns pontos delicados que veremos a seguir - e mais na oportunidade do acordo. A mera existência da Concordata (tratado internacional entre um país e o Vaticano) já macula o artigo 19 da Carta, que veda ao poder público manter relações de aliança com cultos religiosos. Aqui, a Igreja Católica se vale da condição ambígua de ser também um Estado soberano e busca relacionar-se com a União em condição de privilégio sobre as demais fés.

Se o Brasil, como asseveram nossas autoridades, não está disposto a dar ao Vaticano nada que já não conste do arcabouço legal, por que a Concordata?

Passemos aos pontos controversos. Chama a atenção o artigo 11 do texto, que trata do ensino religioso. O problema é que após o termo "ensino religioso" aparece entre vírgulas a expressão "católico e de outras confissões religiosas". Se esse aposto for interpretado como uma definição, o ensino não confessional hoje dado por alguns Estados poderá ser questionado.

Também despertam polêmica as disposições que tratam dos bens da Igreja Católica. Há quem afirme que a redação dada abre as portas para que o Estado subvencione a preservação dessas propriedades.

Outro artigo delicado é o que afirma não haver vínculo empregatício entre padres e a igreja. A jurisprudência sobre a matéria não é unânime. O problema da concordata é que ela explicita a inexistência do vínculo para padres, mas não para ministros de outras religiões.

Por fim, há que desconfiar das declarações diplomáticas da CNBB de que a Concordata não ameaça o Estado laico, que seria um "valor". Os bispos brasileiros podem pensar assim, mas a posição oficial de Roma é menos tolerante. A encíclica que trata do tema, a "Vehementer nos", baixada por Pio X em 1906, qualifica a separação entre Estado e igreja como "tese absolutamente falsa" e "erro perniciosíssimo". Tal carta nunca foi atualizada. Aqui não é preciso ser paranoico para pôr as barbas de molho, conselho que Lula poderia seguir.

Hélio Schwartsman - 42, é editorialista da Folha. Bacharel em filosofia, publicou "Aquilae Titicans - O Segredo de Avicena - Uma Aventura no Afeganistão" em 2001. Escreve para a Folha Online às quintas.

Os autores da proposta enviada ao Congresso foram espertos. Redigiram-na de modo tal que, formalmente, o texto não faz muito mais do que reafirmar direitos que a Constituição e a legislação ordinária já concedem não só à Igreja Católica mas a todas as instituições religiosas. São garantias como exercício público de culto e imunidade tributária. Mas, se fosse só isso, por que a insistência de Roma em aprovar um documento que nada acrescenta?

Sem privilégios. Jornal critica acordo Brasil-Vaticano

Pelo compromisso com o pluralismo religioso e a laicidade, Congresso deveria rejeitar tratado entre Brasil e Vaticano, defende editorial do jornal Folha de S. Paulo, 14-08-2009.

Eis o editorial.

Na leitura mais complacente, é dispensável o acordo entre o Vaticano e o Brasil, aprovado ontem na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

A grande maioria de seus 19 artigos apenas faz repetir garantias que a legislação brasileira confere às atividades religiosas.

Liberdade de culto, isenção tributária, respeito a templos e outros patrimônios religiosos estão, afinal, inscritos no ordenamento jurídico nacional. Sob esse ponto de vista, alguém poderia afirmar que daria no mesmo, para o Brasil, firmar a chamada Concordata -que equivale a um tratado internacional- ou deixar de fazê-lo.

A convalidação do acordo pelo Congresso, entretanto, não deixaria de representar um privilégio, concedido pelo Estado brasileiro a uma religião singular, em detrimento de todas as outras.

É frágil a tentativa de justificar a Concordata com o argumento de que o Vaticano possui o status das nações soberanas, com as quais o Brasil está livre para selar tratados. O Estado papal só existe para defender o catolicismo romano, religião que é o único objeto do acordo em tramitação no Legislativo brasileiro.

A Constituição veda alianças entre o poder público e confissões religiosas. Essa proibição, que traduz o princípio da laicidade do Estado, é suficiente para que os congressistas recusem a Concordata com o Vaticano.

Outros detalhes contidos no texto apenas reforçam a recomendação. É o caso da redação confusa do artigo 11, que dá margem à interpretação de que o ensino religioso nas escolas públicas -facultativo para o aluno- tem de ser obrigatoriamente confessional. O acordo também pretende resolver uma pendência -se há vínculo empregatício entre um padre e a igreja- que está na alçada do Judiciário.Leia mais...

Seremos obrigados a realizar acordos e ter um Estatuto Jurídico para nossas Igrejas, bem como, todas as outras religiões?

A fala do Dep. Ivan Valente (Psol-SP), é importante:

“Aqui há um acordo entre um Estado Republicano Democrático e um Estado Teocrático. Então, não é um acordo comercial, é um acordo que envolve a opção preferencial por uma religião, quando isso atenta contra própria Constituição, que prevê total liberdade religiosa e de culto”.

Hei? Onde nos estávamos e onde estamos????

Continua...

Dê sua opinião...

E.T. Esta é uma compilação de reportagens e textos.Abaixo o link para o Blog que trata direto deste assunto, acesse e se informe mais.

Fonte:

Jornal Folha de São Paulo

http://acordovaticano.blogspot.com/

Portal Câmara Federal - Consulta Tramitação das Proposições

quarta-feira, outubro 31

ECUMENISMO - RELIGIÃO

ECUMENISMO - Religião
Congresso inter-religioso "Por Um Mundo Sem Violência".
Compilação e edição: Osvarela
Domingo, 21 de outubro de 2007, 06h05 - Atualizada às 08h46
O papa Bento XVI chegou às 5h15 (de Brasília) a Nápoles, capital da região sulina de Campânia, do porto de Nápoles, vindo do Vaticano;
À seguir, vai se dirigir à Praça do Plebiscito, onde celebrará a missa que servirá como ato de inauguração do congresso organizado pela Comunidade de São Egídio sob o lema:
"Por Um Mundo Sem Violência: Religiões e Cultura Dialogam".
Depois se transferirá ao seminário de Capodimonte, onde receberá os chefes das delegações e representantes de várias religiões do mundo que participam da reunião.
Na reunião assistirá o presidente do Equador, Rafael Correa, que discursará na segunda-feira no Congresso em uma mesa-redonda sobre a situação da América Latina, junto com o argentino Adolfo Pérez Esquivel, prêmio Nobel da Paz, e o bispo auxiliar de Porto Príncipe, Pierre Dumas.
Esta é a primeira vez que Bento XVI se reúne com um grupo com tantos representantes ortodoxos, protestantes, judeus, budistas e muçulmanos.
A viagem do Papa a Nápoles responde ao convite do arcebispo da cidade, Crescenzio Sepe, e ao desejo de dar seu apoio à importante reunião inter-religiosa, na qual, entre outros, participarão o patriarca ortodoxo de Constantinopla, Bartolomeu I, e o arcebispo da igreja greco-ortodoxa do Chipre, Chrysostomos II.
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Fonte:
Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.

domingo, outubro 14

LIMBO

- LIMBO - E AGORA?
E AS FAMÍLIAS QUE CRERAM NO LIMBO?
A ICAR - Igreja Católica Apostólica Romana, falha quando quer exercitar a infabilidade de homens esquecendo-se, que Infalível só há um: DEUS.
Desta vez extrapolou na questão da salvação dos recém-nascidos, que não eram batizados e que viam à morrer antes deste ato realizado pela ICAR.
Ora, o batismo é para arrependimento de pecados, mas pelo entendimento da ICAR e seus teólogos eles mantinham sua comunidade sob rédea curta sobre esta questão, que implicava em causar temor aos seus fiéis que não batizavam seus filhos récem-nascidos, sob o tacão do Limbo, lugar para onde iriam estes pequeninos inocentes.
Para exemplificar:
As crianças consideradas “pagãs” , que por séculos eram considerados sem posição definida em relação a sua vida eterna e que a ICAR manteve literalmente no “Limbo”, local que foi considerado agora inexistente pela ICAR, em 2007, após amedrontarem famílias inteiras para que seus filhos fossem batizados, pois se morressem neste estado seriam “pagãs” com destino incerto, com base nisto quantas crianças foram batizadas mesmo na dúvida de seus pais, escravizados pela venda dogmática sem amparo bíblico que agora foi tirada e lançada fora da Tradição.
Esta doutrina está tão enraizada que mesmo após o pronunciamento da Comissão escolhida por Dom Bento XVI, há resistências fortíssimas no seio da ICAR sobre o assunto.
Curiosidade:
VOCÊ SABIA?

O termo "Chora menino", que inclusive é nome de lugar no NE, é derivado da crença de que a alma desta crianças no limbo viam chorar por não terem sido batizadas por seus pais?
Leia mais:
transcrição parcial:
: "O batismo dos nenezinhos começou no ano 416 da era cristã. A Igreja Católica através de seus sacerdotes dizia:
O Limbo é um lugar deserto, sem nada, que não é o inferno, mas também não é o céu. Um lugar onde a alma fica perdida.
Quando ainda era o cardeal Ratzinger, Bento XVI declarara: “Pessoalmente, eu aboliria o limbo, visto que ele foi sempre uma simples hipótese teológica”. A nova posição doutrinária,revista e corrigida, que acaba com o LIMBO, foi oficializada por documento publicado pela Comissão Teológica Internacional, vinculada à Congregação para a Doutrina da Fé (antigo Santo Ofício).
A comissão estudava a questão desde 2004.
A publicação do documento - aguardado com muita expectativa - foi autorizada pelo papa Bento XVI.
"Fiel a seu ensinamento que a recepção do Batismo é a porta de entrada para a filiação divina e a salvação e a pertença à Igreja, o magistério católico criara essa categoria de “limbo” para significar a misericórdia de Deus para com todos.
Deus sabe que seres inocentes como as crianças não têm culpa porque morreram quando ainda não tinham uso da razão. Da mesma maneira outras pessoas que nunca ouviram falar de Cristo, mas vivem uma vida reta e ética, coerente com sua própria escala de valores e com a Verdade suprema que é o amor. É compreensível que Bento XVI ache que não tem mais razão de ser apresentar o limbo como solução para este problema.
O Concílio Vaticano II, com sua concepção de Deus como desejo salvífico universal estendido a todos os homens e mulheres sobre a terra desatrelou a salvação da recepção do Batismo."
(conf. publicação da Revista Piauí)
Alguns setores da ICAR querem descaracterizar o documento dizendo que a Comissão não tem autoridade papal ou que o assunto não é dogmático e sim um o Limbo é um teologúmeno (uma tese ou noção teológica que tomou ares de verdade; eu pergunto só agora?) e não um dogma. "
Autor:
O texto é de autoria do editor do blog - Osiel Varela
- Professor de Teologia; pós - graduando em Bíblia. Ministro das Assembléias de Deus - Min. Vila Curuçá - Santo André - São Paulo - Br; Na vida secular é Engenheiro Civil - pós-graduado.
Fontes:
Revista Piauí-Qual o problema do Limbo para a fé da Igreja? de* Maria Clara Lucchetti Bingemer, teóloga, professora e decana do Centro de Teologia e Ciências Humanas da PUC-Rio;Pr. Juanribe Pagliarini - Pregadores dos Telhados
Escrito por osiel varela em Terça-feira, 18 Setembro 2007

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