sexta-feira, março 21

A RESSURREIÇÃO DE JESUS - LIÇÃO 12-CPAD

O TÚMULO VAZIO!
Domingo –23/03/2008.
Lição 12 – CPAD. Autor deste comentário: Osvarela
Ele não está aqui, mas ressuscitou!
Esta frase escrita, em inglês, no interior da Tumba de Jesus no Jardim do Horto, em Jerusalém, tornou-se para mim uma das mais lindas frases, que eu jamais li.
Ela é uma Proclamação a todos Céus Divinos e às potestades e a toda Humanidade, que Jesus morreu, mas, reviveu.
No contexto da de Deus e da Igreja representa a consumação de um Plano divino desde o mais eternal passado, transformado em plenoma do mesmo, pelo doce, mas, sangrante e sangrento, sacrifício salvítico de Jesus na Cruz do Calvário!
Verbetes:
Ressurreição: - anastasis- levantar-se de novo; reintegração à vida;
Composição da palavra:
- Ana – de novo;
- histemi – levantar.
Outro emprego de anastasis – “é a recuperação moral da verdade espiritual”.
Introdução:
O tema ressurreição, era recorrente entre os judeus , durante a época do Ministério de Jesus.
Os saduceus, porém, não criam nela, os fariseus por sua vez, criam na ressurreição dos mortos, e por várias vezes, tentaram incitar ou colocar Jesus em dificuldades em público, aproveitando-se deste polêmico tema.
Mt.22.23.ss: No mesmo dia vieram alguns saduceus, que dizem não haver ressurreição, e o interrogaram, dizendo: Mestre, Moisés disse: Se morrer alguém, não tendo filhos, seu irmão casará com a mulher dele, e suscitará descendência a seu irmão...Portanto, na ressurreição, de qual dos sete será ela esposa, pois todos a tiveram? Jesus, porém, lhes respondeu: Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus; pois na ressurreição nem se casam nem se dão em casamento; mas serão como os anjos no céu. E, quanto à ressurreição dos mortos, não lestes o que foi dito por Deus: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos.
Entram em cena os fariseus:
Mt.22.34.ss: Os fariseus, quando souberam, que ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se todos; e um deles, doutor da lei, para o experimentar, interrogou-o, dizendo: Mestre, qual é o grande mandamento na lei?
I- Jesus e a ressurreição:
Parece-me sentir a tensão entre os sectários saduceus, fariseus e os principais do Templo, além dos doutores da lei, quando Jesus de forma figurada, cita sobre o acontecimento próximo de vir. A sua própria Ressurreição, fazendo estremecer a Doutrina daqueles, sábios judeus, não se esqueça que eles determinavam as regras, reconhecidos até por Jesus:
Mt.23. 3: Portanto, tudo o que vos disserem, isso fazei e observai; mas não façais conforme as suas obras; porque dizem e não praticam.
Jesus pregava o seu evangelho, como profetizado pelos profetas, de forma figurativa, isto é, por parábolas.
O meu entendimento, quando digo seu Evangelho é este:
Tudo o que Jesus falava dos profetas citando a sua vinda, principalmente as Parábolas;
Tudo o que Jesus vivia estava profetizado, e isto ele proclamava;
Tudo o que Ele passou estava profetizado pelos profetas
Tudo que Ele proclamava que passaria foi profetizado séculos antes;
Para a Igreja, o significado de Evangelho:
Tudo que está relacionado, com anunciação, concepção, nascimento, vida, ministério, sofrimento, morte na cruz e Ressurreição, é EVANGELHO!
Então, toda vez, que falamos da Ressurreição de Jesus estamos:
Proclamando o mesmo Evangelho que Jesus Pregou nas Ruas poeirentas da Galiléia e por onde passou!
Voltando ao Tema Ressurreição, Jesus proclamava em figura de linguagem, isto é em Parábola, a sua Ressurreição
Mc .9. 31: porque ensinava a seus discípulos, e lhes dizia: O Filho do homem será entregue nas mãos dos homens, que o matarão; e morto ele, depois de três dias ressurgirá.
Mt.12.40: pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra.
Mt.16. 21: Desde então começou Jesus Cristo a mostrar aos seus discípulos que era necessário que ele fosse a Jerusalém, que padecesse muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes, e dos escribas, que fosse morto, e que ao terceiro dia ressuscitasse.
Mt.20.19: e o entregarão aos gentios para que dele escarneçam, e o açoitem e crucifiquem; e ao terceiro dia ressuscitará.
Mc.9.9: Enquanto desciam do monte, ordenou-lhes que a ninguém contassem o que tinham visto, até que o Filho do homem ressurgisse dentre os mortos. E eles guardaram o caso em segredo, indagando entre si o que seria o ressurgir dentre os mortos.
Isto causava mais ódio e ranger de dentes entre os principais dos judeus, além de confundi-los (falarei por parábolas, mas, não entenderão), que buscavam de qualquer maneira mata-lo.
O que tem de significado, a Ressurreição de Jesus?
Primeiro: Jesus ao deixar a sua morada celestial, após o Eterno Conselho do Deus Triúno, sabia que o seu triunfo sobre a Morte, seria o ponto culminante de sua missão.pois, a etapa terrestre de sua missão encerrava-se na cruz, era necessário passar as dores, aflições, esbofeteamneto, era necessário que os pregos rasgassem as palmas de suas mãos, os seus pés, que o soldado o lanceteasse.
Mas, a morte é uma coisa do homem, podem ou poderiam, alguns incrédulos pensar assim, e Jesus era mais “um homem” morrendo, para quem não tinha o entendimento de sua morte vicária.
Mas, tão importante, quanto a Cruz, Ele sabia, estaria além das poderosas feridas em seu corpo, dos espinhos que furaram sua fronte, estaria no Plano Espiritual e soberano de Deus: Ressuscitar!
Veja apenas, uma parte do sofrimento de Jesus na Cruz:
Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos; horrível suplício!
Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), o apoiam sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente.
No mesmo instante o seu pólice, com um movimento violento se posicionou opostamente na palma da mão; o nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se, como uma língua de fogo, pelos ombros, lhe atingindo o cérebro.
Uma dor mais insuportável que um homem possa provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos.
De sólido provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não.
Pelo menos se o nervo tivesse sido cortado! Ao contrário (constata-se experimentalmente com freqüência) o nervo foi destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes.
Um suplício que durará três horas.
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical.
Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregaram dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos o laceraram o crânio.
A pobre cabeça de Jesus inclinou-se para frente, uma vez que a espessura do capacete o impedia de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudíssimas.
Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede....
( médico francês , Dr. Barbet)
Segundo: Após vencer a etapa da Cruz do Monte Calvário, fundamental no Plano Divino, Jesus sabia que, estaria entrando nas densas trevas da Morte, para uma batalha contra Satanás e a Morte, para cumprir o Proto-Evangelho, proclamado por Deus no Éden.
Gn.3.13: Perguntou o Senhor Deus à mulher...A serpente enganou-me, e eu comi. Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás, tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida. Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar... até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás.
I Co.15.55.ss: Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graça a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.
Vemos assim, que a Ressurreição de Jesus, foi o ápice da Sua Morte Redentiva, na Cruz do Calvário. Glória a Deus.
Jesus como homem, pode redimir ao homem, com sua Ressurreição, ao vencer a Morte.
Aí está, o grande segredo da Ressurreição de Jesus, ela também é vicária, salvífica, e/ou Remidora/Redentiva.
Rm.10.9: Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo;
II- A importância da Ressurreição de Jesus para a Igreja:
O fato da ressurreição de Jesus, foi já na Incipiente Igreja Primitiva, tão considerado que, até mesmo, na escolha do substituto de Judas, Matias, ela foi fundamental para a seleção dos que foram selecionados, para entrarem , no quadro dos Apóstolos:
At.1.20.ss; Tome outro o seu ministério. É necessário, pois, que dos varões que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor Jesus andou entre nós, começando desde o batismo de João até o dia em que dentre nós foi levado para cima, um deles se torne testemunha conosco da sua ressurreição.E apresentaram dois: José, chamado Barsabás, que tinha por sobrenome o Justo, e Matias.
Fundamentalmente, todos os homens eram condenados á morte, pela sua relação federativa com Adão, nosso Pai.
Desta forma, todos deveriam passar pela morte, sem esperança de uma vida além desta vida terrena, mas, Deus em seu Eterno amor, e pelo seu Filho de Seu Amor, nos deu uma nova esperança, ainda que através de muito sofrimento, de Jesus.
Rm.5.12: Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.Estávamos mortos e condenados a ser extrato de pó da terra, mas Cristo rompe estado, para todo que crer em sua ressurreição.
Nós temos, como diz Paulo, O Apóstolo, uma ligação espiritual, com Cristo pela sua Morte.
Rm.6.4-5;14: Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente também o seremos na semelhança da sua ressurreição;Ora, Deus não somente ressuscitou ao Senhor, mas também nos ressuscitará a nós pelo seu poder.
Mas, temos uma ligação mais abundante, pela sua Ressurreição, passamos pelo mesmo caminho, antes fechado aos homens, agora aberto pela sua ressurreição.
Rm.8.11: E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo Jesus há de vivificar também os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.
II - a: Como prova de nossa fé:
No início da Igreja primitiva, a discussão sobre a ressurreição, veio junto com a conversão dos judeus sectários, fariseus, saduceus, essênios e outras seitas menores.
Afinal, aos judeus foi dada primeiramente a palavra de Deus, de maneira irreversível e incondicional, (Rm.3.1.ss: Que vantagem, pois, tem o judeu? ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, em todo sentido; primeiramente, porque lhe foram confiados os oráculos de Deus.Pois quê? Se alguns foram infiéis, porventura a sua infidelidade anulará a fidelidade de Deus?), como diz Paulo, considerando isto um privilégio, a ser entendido pela própria Igreja, pois também eles primeiramente formaram a Igreja, com base na própria palavra do Ressuscitado Jesus: Começando por Jerusalém, Judéia, Samaria e até nós, os confins da Terra.
I Co.15.14: E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé...E, se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e ainda estais nos vossos pecados.
A nossa fé é aumentada, pois, sabemos, que a ressurreição de Jesus, é uma figura espiritual, da novidade de vida que, nós agora, vivemos.
Antes mortos, pelo pecado, pois foram nossos pecados que levaram Jesus doar-se ao patíbulo da cruz e assim conseqüentemente, à morte, por nós.
Assim, o pecado não pode nos dominar e levar-nos à morte e conseqüentemente o axioma ou seja a equação: Salário do pecado = a morte, já não funciona com o crente em Jesus, pelo poder que este tem sobre a Morte.
Rm.6.7.ss: Pois quem está morto está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos, sabendo que, tendo Cristo ressurgido dentre os mortos, já não morre mais; a morte não mais tem domínio sobre ele.Pois quanto a ter morrido, de uma vez por todas morreu para o pecado, mas quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus...mas apresentai-vos a Deus, como redivivos dentre os mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.
II - b: Como penhor da nossa ressurreição:
Nós temos a garantia de que, a Ressurreição de Cristo, nos alenta a prosseguir para o alvo, pensando sempre em sermos participantes do seu eternal reinado, mas plenamente transformados, ao toque da trombeta, de tal forma, quer vivamos, quer morramos, somos do Senhor, e assim viveremos sempre com ele.
Isto, alenta ao crente que sabe que se partir – morrer – antes do arrebatamento, terá o privilégio de ouvir a trombeta, pois sem dúvida a trombeta tocará, e os que estiverem mortos, o que vai acontecer??????? Os mortos ressuscitarão primeiro...
I Co.15.20: Mas na realidade Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.
Não se esqueça deste fato importante:
A Igreja primitiva, era eminentemente judia, formada com todas as colorações de doutrinas e interpretação das Escrituras, dos judeus, as quais, por longos anos haviam aprendido dos seus Rabis, mestres e doutores.
Você pode perguntar:
Mas, e Jesus não ensinou aos seus discípulos? Sim, mas, lembre-se, em apenas, dois discursos de Pedro, quase 8.000 (oito mil) almas se agregaram aos Apóstolos e discípulos dos 120 (cento e vinte) do Cenáculo.
Imagine uma Igreja que nasça hoje com 8.000 membros, todos realmente membros, pois foram todos batizados em nome de Jesus.
Lembre-se ainda, que Paulo, Pedro, Mateus, Marcos, Lucas, João, Tiago, não haviam escrito as doces páginas do Novo Testamento, a matriz de ensino eram as Escrituras – Moisés, Profetas, Cânticos e os Escritos.
Mesmo no dia em que as mulheres avisaram aos discípulos que Jesus havia ressuscitado, alguns não deram crédito ao que elas falaram. Mc.16.13.
Então, era natural, que voltassem, com a ação e presença, dos judaizantes, as várias práticas judaicas, inclusive a discussão de temas como a Ressurreição; lembre-se de Tomé, precisou ver para crer, pense agora naqueles, que não viram, ainda não conheciam como Felipe, o poder de Jesus, havia dúvidas doutrinárias, marcantes na Igreja, sobre o assunto, à respeito dos ensinos de Jesus, manifestas inclusive na Assembléia de Jerusalém, comandada por Tiago. Além disto, a Bíblia relata que os principais dos judeus, procuraram divulgar um boato: de que os seus discípulos, poderiam roubar o corpo de Jesus e dizer que ele havia ressuscitado.
A HISTÓRIA VERÍDICA DA RESSURREIÇÃO:
O boato criado pelos principais sacerdotes, de que Jesus não ressuscitou, os mesmos que levaram Jesus á “Poncius Pilatus”:
Mt.28.1.ss:
A RESSURREIÇÃO:
No fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que houvera um grande terremoto; pois um anjo do Senhor descera do céu e, chegando-se, removera a pedra e estava sentado sobre ela. o seu aspecto era como um relâmpago, e as suas vestes brancas como a neve. E de medo dele tremeram os guardas, e ficaram como mortos. Mas o anjo disse às mulheres: Não temais vós; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Não está aqui, porque ressurgiu, como ele disse. Vinde, vede o lugar onde jazia; e ide depressa, e dizei aos seus discípulos que ressurgiu dos mortos; e eis que vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. Eis que vo-lo tenho dito. E, partindo elas pressurosamente do sepulcro, com temor e grande alegria, correram a anunciá-lo aos discípulos. E eis que Jesus lhes veio ao encontro, dizendo: Salve. E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés, e o adoraram. Então lhes disse Jesus: Não temais; ide dizer a meus irmãos que vão para a Galiléia; ali me verão.
A MENTIRA E O BOATO:
Ora, enquanto elas iam, eis que alguns da guarda foram à cidade, e contaram aos principais sacerdotes tudo quanto havia acontecido. E congregados eles com os anciãos e tendo consultado entre si, deram muito dinheiro aos soldados, e ordenaram-lhes que dissessem: Vieram de noite os seus discípulos e, estando nós dormindo, furtaram-no. E, se isto chegar aos ouvidos do governador, nós o persuadiremos, e vos livraremos de cuidado. Então eles, tendo recebido o dinheiro, fizeram como foram instruídos. E essa história tem-se divulgado entre os judeus até o dia de hoje.
Paulo precisou dar um Estudo que encontramos em I Coríntios.
I Co.15.12.ss: Ora, se prega que Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, como dizem alguns entre vós que não há ressurreição de mortos? Mas se não há ressurreição de mortos, também Cristo não foi ressuscitado. E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não são ressuscitados. Porque, se os mortos não são ressuscitados, também Cristo não foi ressuscitado. E, se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e ainda estais nos vossos pecados. Logo, também os que dormiram em Cristo estão perdidos. Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima. Mas na realidade Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados.
Conclusão:
Somente Jesus pode declarar o que João ouviu em Patmos, ao vê-lo vestido com sua veste talar e resplandecente.
Nenhum outro homem pode declarar isto, nenhum ser nos céus e na terra pode declarar isto.
Mas a Igreja vai vê-lo, e vai ouvir da sua boca, num som como de muitas águas, estas palavras:
Ap.1.18: Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno.
A ressurreição de Jesus, faz a Igreja entender que esta segura, que mesmo a morte, não vai detê-la de encontrar-se com Jesus nos ares.
A ressurreição de Jesus é o protótipo da futura ressurreição de todos os que estão na sepultura, aguardando o toque da trombeta.
Não devemos confundi-la com ressuscitação, que se pode fazer até por meios eletromecânicos (choques e/ou respiração artificial ou boca-a-boca, na combinação com massagem no coração). A ressurreição é a restauração da vida que se deixou.
Ressurreição é: a entrada num novo estado de existência. (Lázaro, o filho da viúva de Naim, foram milagrosamente, trazidos à vida, mas, continuaram a viver , no mesmo estado de vida). Desta afirmação é que temos a garantia que em Cristo entraremos num novo modo de vida, após a morte e no conceito da vida cristã, já nesta vida temos um novo modo de viver
A ressurreição de Jesus, desfez o Domínio da Morte, sobre aquele que aceita Jesus e sua Ressurreição.
A ressurreição de Jesus Cristo, é um fato que fez os céus abrir as suas portas para o Rei da Glória, num dos momentos mais marcantes da eternidade.
A ressurreição de Jesus, confundiu a Satanás, pois Deus sabiamente, da mesma raiz pecadora, fez nascer um sem pecado, condicionado assim a necessidade de um justo, para executar seu plano divinal e saquear da mão do valente, a cédula que nos era proposta, cravada na cruz, nas mãos de Jesus, as quais foram vistas por mais de 500 (quinhentos) irmãos judeus e por Tomé, bem diante de seus olhos, obrigando-o a dizer: Senhor Meu e Deus Meu.
A ressurreição de Jesus lhe restaurou a Glória, que tinha junto do Pai das luzes, o Pai Eterno, muito embora, (jamais deixando de ser Deus, nunca em qualquer tempo a Trindade foi desfeita – Atenção: não se esqueça a proposição temática da Lição deste Trimestre) da qual havia esvaziado-se, pela kenosis necessária para sua vinda à esta terra como homem, nascido de mulher.
Destaco no final, outra frase:
“Considerando todos os elementos de prova... não há um incidente histórico melhor ou mais diversamente sustentado do que a ressurreição de Cristo”
Bispo Westcott.
Fonte:
Bíblia plenitude;
Apontamentos do autor;
Dicionário Buckland;
Dicionário Aurélio.
http://estudandopalavra.blogspot.com/

Um comentário:

Anônimo disse...

Meu primo ressuscitou na mesma hora que morreu ele não conseguiu mais ser o corpo morto e ficou em um corpo invisivel e não presisava mais respirar nem fazer nada igual ao corpo de carne e atravessa paredes,eu perguntei a ele se ele viu Jesus ou outro invisivel sabia de Jesus Cristo e ele disse que ninguem sabia sobre o paradeiro de Jesus mas que ele não tinha duvidas que ele resuscitou por ordem do poder de Jesus já que existe a segunda morte para quem ressuscita e eu perguntei então tu se fere e morre e ele disse que se trata de completear o tempo de vida do corpo de carne que morreu antes de completar seu próprio tempo de vida. obrigado pela atenção.

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