terça-feira, janeiro 25

Engravidar após a morte do Marido? Ciência em ação... Vitória do amor.


A ciência está revolucionando o ato de engravidar e ter filhos.

Uma atriz famosa de Hollywood, Nicole Kidman e seu marido, tiveram um filho em 28 de dezembro passado.

Tudo bem, só que ela estava passeando pelo Mundo, enquanto seu filho estava sendo gerado no ventre de uma mulher desconhecida, após a inseminação artificial do embrião, da atriz e de se u marido, no útero de aluguel.

Aliás, a famosa Sarah Jéssica também teve filho desta maneira, para evitar compromissos de filmagens, ficassem parados, enquanto ela estivesse gerando seu filho.

Alguns casos são no mínimo bizarros, como avó-mãe de seu próprio neto.

Há ainda o caso de tia-mãe.

O caso em tela nesta matéria mostra a possibilidade de geração de um filho de alguém já falecido, leia e pense sobre este avanço da Ciência. 


1 Co.
1.19-21. ...porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a sabedoria o entendimento dos entendidos.Onde está o sábio? [...] Onde o questionador deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? Visto como na sabedoria de Deus o mundo pela sua sabedoria não conheceu a Deus...ss.

1 Co.3. 19,20. ...pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e outra vez: O Senhor conhece as cogitações dos sábios, que são vãs.

É tempo de novidades e de avanços na Ciência, mas quanto isto muda o preparado por Deus para a geração de filhos?

Quais serão no futuro as reações destas crianças, ao saberem como foram geradas?

Há o Mandato cultural dando domínio do saber ao homem, mas saberemos até quanto ele é váçldo em certos casos?

Este caso é emblemático, tanto no desejo de poder ter um filho de alguém que se ama e a realidade científica, alterando uma cessação de vida de alguém.

A Bíblia, no Antigo Testamento abria esta possibilidade: de se ter filhos depois da morte de um marido.

A possibilidade era a viúva conceber do irmão do seu marido morto.

A primeira vez que isto é demonstrado, entre irmãos, gerou uma polémica familiar e o termo oriundo do ato de Onã passou a definir masturbação – onanismo.

Terá paridade este fato, aqui discutido?

Gn.38. 8-10. Então disse Judá a Onã: Toma a mulher de teu irmão, e cumprindo-lhe o dever de cunhado, suscita descendência a teu irmão. Onã, porém, sabia que tal descendência não havia de ser para ele; de modo que, toda vez que se unia à mulher de seu irmão, derramava o sêmen no chão para não dar descendência a seu irmão. E o que ele fazia era mau aos olhos do Senhor, pelo que o matou também a ele.

E o direito de Kátia ser feliz e ter a lembrança de seu marido e cumprir o desejo de ambos, quando ainda ele vivia?

Mulher engravida do marido depois de ele ter morrido.

Decisão inédita da justiça aconteceu no Paraná. Ela usou o sêmen do marido que morreu no ano passado. Ele não deixou autorização por escrito. Confira a entrevista com a mamãe.


O bebê que a professora Kátia Lenerneier está esperando representa uma grande vitória. “Um sonho que deu pra gente concluir. A herança genética do meu marido eu estou trazendo com felicidade. A gente já fica realizada. É um sonho mesmo, de todas as mães.”

Engravidar sempre foi o grande desejo do casal, mas o marido descobriu, aos 33 anos, que estava com um tipo agressivo de câncer de pele. “Durante todo ano eu só tive emoções fortes, foi um ano bastante complicado. O ano de 2010 vai ficar marcado na minha vida de várias formas”, se emociona.

Antes de começar a quimioterapia, que poderia deixá-lo infértil, Roberto optou por guardar o sêmen. O material ficou congelado a 200 graus negativos em uma clínica. Enquanto Roberto estava vivo, o casal iniciou o tratamento de reprodução, mas ele foi interrompido porque o câncer havia se espalhado para os ossos do marido. veja vídeo abaixo

Eu tive uma gravidez e perdi, continuamos tentando, mas não sabia que ele estava doente. As tentativas nunca davam certo e mesmo com o sêmen foi bem difícil pelo fato do sêmen estar fraco.”

Um ano depois do diagnóstico Roberto morreu. Foi em fevereiro do ano passado. “Ele já não falava, mas ele estava respirando e a médica falou: ele está te escutando. Eu fui no ladinho dele e falei: eu vou ter nosso filho. Era um sonho meu, era um sonho dele e eu cumpri.”



Roberto não deixou por escrito a vontade de ser pai. Kátia precisou então recorrer à justiça e conseguiu uma liminar que autorizou a clínica a fazer a fertilização com o sêmen do marido. Ela engravidou na segunda tentativa.

Os médicos usaram uma técnica chamada fertilização in vitro. 

Os óvulos são fertilizados em laboratório. Depois os embriões são transferidos para o útero da mulher. A autorização da justiça, em casos em que o homem não deixa a vontade documentada, é inédita no país.

Na medicina comentaram que um médico trata de dor, sofrimento e morte. Eu graças a deus batalho pra vir uma nova vida no mundo”, diz Lídio Ribas Centa, médico especialista em reprodução assistida.

Se for menino, o bebê vai ganhar o nome do pai, Roberto. “Isso não há quem me tire. Menina eu não sei. Eu gostaria que fosse mais menino.

Kátia engravidou em outubro do ano passado, apenas oito meses depois que o marido, Roberto, morreu. Para ela, o bebê que está por vir representa a realização do sonho do casal, e também uma forma de amenizar a dor da perda.

Poderia ter o filho de outra pessoa e realizar esse sonho, não é isso. Era o sonho de ter um filho dele. É uma coisa mais completa. Poderia ter casado com outra pessoa, arranjado outra família, mas eu era feliz com ele, não era esse meu desejo. Eu me completei tendo um filho dele.”

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