quarta-feira, março 7

Amanhã O Que Eles Conseguirão Na Justiça? Fechar As Igrejas?

Justiça gaúcha manda retirar crucifixos de repartições
06/03/2012 - 18h18
FELIPE BÄCHTOLD - DE PORTO ALEGRE
Como vocês podem ler aqui abaixo, nesta página:
Seja solidário
"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

Uma ONG de lésbicas [Liga Brasileira de Lésbicas] conseguiu na Justiça a retirada dos símbolos do cristianismo, como a cruz e outros símbolos religiosos, de todas as repartições do Judiciário no Estado republicano do Rio Grande do Sul.
Vejam!
Como disse, o pastor Ronaldo Fonseca, na Convenção da CGADB em Cuiabá:
Estas entidades formadas pelos homossexuais estão trabalhando além, da criação de Leis no Congresso Nacional.
Ali há uma barreira, ainda não ultrapassada, formada pela Frente Parlamentar Evangélica, com apoio de outros credos, como os Católicos.
Adotaram outras táticas.
Elas estão conseguindo direitos na Justiça, que não é eleita pelo povo.
Qual o motivo delas atacarem os símbolos religiosos?
Atacar a fé dos que lutam pela mantença da família e direitos da maioria, pessoas, que não os ofende.
Se eles são atacados e mortos, nós somos contra este tipo de comportamento, como também, achamos que o povo brasileiro é pacífico.
Os que os atacam certamente são a minoria da minoria, que atacam tanto os seus grupos, tanto quanto atacam negros e nordestinos, no entanto, estes grupos não fazem este barulho todo, ou se consideram perseguidos, como eles se dizem, pela Sociedade Brasileira. Um mito, a ser derrubado!
Elas querem atacar de maneira judicial e indireta sem leis, aos que professam a fé, os quais pelo exercício da sua vida de compromisso, com valores familiares, não acatam os desejos destes grupos minoritários, que quer impingir à maioria religiosa brasileira uma cultura de total desacordo com os credos cristãos, seja qual for a Igreja.
É uma nova tática, uma tática de guerrilha judicial, pois, entre os membros do judiciário, há grupos que usam de liberdade hermenêutica e exegética das leis, e acatam estes pedidos.
Leia a matéria:
A Justiça do Rio Grande do Sul decidiu nesta terça-feira (6) acatar pedido de uma ONG e vai retirar crucifixos e símbolos religiosos de todas as salas do Judiciário do Estado.
O Tribunal de Justiça gaúcho considerou que a presença do objeto nos fóruns e na sede do Judiciário pode ir contra princípios constitucionais de um Estado laico (que não sofre influência de igrejas).
A retirada dos símbolos foi um pedido da ONG Liga Brasileira de Lésbicas, o que motivou um processo administrativo no tribunal.
O relator do caso, o desembargador Cláudio Baldino Maciel, afirmou em seu voto que um julgamento feito em uma sala onde há um "expressivo símbolo" de uma doutrina religiosa não é a melhor forma de mostrar que o julgador está "equidistante" dos valores em conflito.
A decisão foi tomada pelo Conselho da Magistratura, órgão do TJ gaúcho para planejamento e administração.
Representantes de entidades religiosas acompanharam a sessão.
No ano passado, o TJ havia negado o mesmo pedido da Liga de Lésbicas, que encaminhou ainda solicitação semelhante à Câmara Municipal de Porto Alegre.
A presença de símbolos cristãos em prédios públicos motiva polêmica em outras partes do Brasil e do mundo.
Em São Paulo, o Ministério Público Federal ajuizou ação em 2009 pedindo a retirada de crucifixos de edifícios federais.
O pedido foi negado em primeira instância porque a juíza responsável considerou "natural" a exibição do objeto em um país de "formação histórico-cultural cristã".
No mesmo ano, a Comissão Europeia condenou a Itália por manter objetos religiosos em salas de aula.Folha SP

Em comunicado da Liga Brasileira de Lésbicas, a organização demonstra orgulho do debate no RS, esperando que esta decisão sirva como base para ações em todo o Brasil. Para a entidade, esse passo é importante para a separação do Estado e Religão, único caminho para as liberdades laicas, e um importante passo para que possa ser discutidos, livres da tutela religiosa, temas importantes como aborto, direitos LGBT, avanço do estudo com células tronco e outros temas. 
No comunicado: “Reforçamos que a liberdade de crença religiosa é um princípio fundamental, garantido aos cidadãos, mas que ao Estado cabe manter sua imparcialidade e o devido distanciamento para poder encaminhar com imparcialidade demandas de toda a sociedade” .
Já o Desembargador Cláudio Baldino Maciel, e relator da matéria, afirmou na audiência que “resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios, explicou o magistrado”.
Nos próximos dias, será expedido ato determinando a retirada dos crucifixos.Aborto em debate.

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