terça-feira, abril 16

Boston - A Arte sempre está na Frente da Realidade. Infelizmente A vida imita a arte!

A Arte sempre está na Frente da Realidade.
Infelizmente A vida imita a arte!
Martin Richard, 8 anos, foi uma das três vítimas fatais das explosões em Boston.
Foto: Facebook / Reprodução
Assim, como em outros filmes, que criaram cenários de destruição de várias cidades norte- americanas, e até mesmo a queda das Torres Gêmeas, o que aconteceu em Boston, Massachusetts, infelizmente saiu das páginas de um livro, cujo autor Tom Lonergan, um corredor de maratona escreveu em um livro, há mais de uma década, em 2002 e se tornou realidade 11 anos depois!
BOSTON - A polícia pode não ter pensado em um ataque à Maratona de Boston, mas a ideia serviu de enredo a “Heartbreak Hill: The Boston Marathon Thriller”, livro lançado em 2002,  pelo escritor Tom Lonergan, ele mesmo um corredor - Lonergan já completou a corrida 17 vezes. Com o atentado, a obra possivelmente deve voltar às prateleiras.
“O problema com a maioria dos terroristas é que eles pensam muito pequeno.”
A mensagem fictícia recebida pela polícia de Boston 15 dias antes do início da maratona de 2003 desencadeia a trama do livro.
O evento deveria reunir 15 mil corredores e ser assistido por meio milhão de pessoas.
Mesmo Bin Laden só matou alguns milhares. E se o alvo fosse maior? E se milhões estivessem em risco?”, indaga o autor na contracapa do livro.
Lonergan, que escreveu ainda sob o trauma dos atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, levou a ameaça terrorista para um universo que conhecia.
Em sua história, o thriller policial de ficção acaba considerando a Maratona um possível alvo, por seu poder de concentrar uma grande quantidade de pessoas e por ser assistida ao vivo pela TV.
O Enredo.
Capa do Livro de 2002
O caso acaba caindo nas mãos do sargento Mike Quinn, um veterano do Vietnã - e também maratonista, como o autor.
Quando o diretor da maratona é assassinado, Quinn é designado para proteger Raven, uma cantora de rock que participará da corrida.
Feridos só são inferiores ao Atentado de 11 de setembro.
Menos 144 pessoas estão sendo tratadas, com pelo menos 17 deles em estado grave e 25 em estado grave
Rolamentos de esferas foram extraídos de vítimas
Pelo menos oito dos pacientes são crianças.
"Parecia um disparo de enorme canhão", disse uma testemunha à CNN sobre uma das explosões.
“O horror pode estar em qualquer lugar. Há qualquer hora” – Jamie Lee Curtis – atriz americana
(CNN) - Duas bombas atingiram perto da linha de chegada da Maratona de Boston nesta segunda-feira, voltando-se uma celebração em uma cena sangrenta de destruição.
Polícia de Boston Ed Davis Comissário disse na noite de segunda-feira que o número de mortos subiu para três. Dezenas ficaram feridas no local.
Um dos mortos era um menino de 8 anos de idade - Martin Richard - , de acordo com uma fonte das autoridades estadual. 
Abaixo, assentado o Prefeito de Boston e de pé a direita o Governador do Estado de Massachusetts
Hospitais relataram pelo menos 144 pessoas estão sendo tratadas, com pelo menos 17 deles em estado grave e 25 em estado grave.
Ed Davis Comissário de Polícia de Boston disse na noite de segunda-feira que o número de mortos subiu para três. Dezenas ficaram feridas no local.
Um dos mortos era um menino de 8 anos de idade, de acordo com uma fonte da aplicação da lei estadual.
Pelo menos 10 pessoas feridas tiveram membros amputados, de acordo com um especialista em terrorismo informado sobre a investigação.
As explosões foram cerca de 50 a 100 metros de distância, disseram as autoridades, em um trecho da maratona lotado com espectadores, que torciam pelos seus corredores nos metros finais das 26 milhas e 385 jardas.
Membros amputados
Dr. Peter Fagenholz, um cirurgião de trauma no Hospital Geral de Massachusetts, disse a jornalistas que tratados muitos dos 29 pacientes que chegaram ao hospital por ferimentos causados ​​por estilhaços.
"Muitas das vítimas foram atingidas com ‘um monte de estilhaços de metal’”, disse ele. "Nós não podemos dizer se eles foram colocados a sua intencionalmente ou se eram apenas uma parte de pedaços do próprio ambiente [arquibancadas, ou outras...]."
"Algumas pessoas têm perguntado se eles foram baleados ou atingidos por partes de bombas", disse ele, referindo-se a relatos anteriores de que os rolamentos de esferas foram extraídos de vítimas.
Descrevendo o horror
Theresa Panter, que havia corrido a maratona, descreveu a cena, quando e como ela se aproximava da linha de chegada.
"Quando ouvi a bomba e vi a reação dos espectadores, eu só estava alarmado Então eu fui empurrado para trás por um espectador e um oficial do Boston Athletic -. Ele pegou um monte de gente e nos empurrou para trás, foi muito perturbador."
Seu marido, o Dr. Allan Panter – acima -, ficou no meio da multidão e descreveu como ele acabou atendendo para as pessoas nas ruas.
Allan Panter, um médico que estava perto da linha de chegada à espera de sua esposa para terminar a corrida, disse à CNN que estava a cerca de 20 a 25 pés da primeira explosão. Ele disse que tratou vítimas na rua após a explosão.
Assim relata o espectador, Dr. Allan Panter - médico:
- "Eu vi pelo menos seis a sete pessoas ao meu lado - que me protegeram do impacto da explosão Uma senhora expirou, um cavalheiro perdeu ambas as pernas, suas extremidades inferiores maioria das lesões foram lesões de extremidades, principalmente inferiores... Eu não conseguia entender por que a jovem havia expirado, eu não pude encontrar qualquer ferimento em seu tórax.”.
Disse que os ferimentos mais graves "foram combinados, lesões inferiores complexos que envolvem os vasos sanguíneos, o osso e os tecidos." Alguns dos doentes tinham de ter membros amputados, acrescentou Fagenholz.
"Um número de pacientes que necessitam de operações posteriores, e uma série de operações nos próximos dias", disse ele, acrescentando que ele estava em cirurgia de quase 14 horas.
Pelo menos 10 pessoas feridas tiveram membros amputados, de acordo com um especialista em terrorismo informado sobre a investigação.
Vários dos pacientes tratados no Hospital Geral de Massachusetts sofreram ferimentos nos membros inferiores que vai exigir "operações em série", nos próximos dias, disse o especialista em trauma, o cirurgião Peter Fagenholz, na noite de segunda-feira.
Alguns ferimentos eram tão graves, que amputações foram necessárias, Fagenholz acrescentou.
Um drama destacado.
Uma família atingida.
Foto: Facebook / Reprodução
A paz que Martin pedia, infelizmente, não o alcançou, mas a morte o achou no meio da multidão, vindo de mãos assassinas, ainda não identificadas, que prepararam duas panelas de pressão cheias de explosivos, aos quais se misturaram, pregos, bolas de metal, rolamentos e outros artefatos metálicos fatais para Marin, e outras vítimas deste atentado, absurdo, ainda de origem desconhecida.
Martin Richard, 8 anos, foi uma das três vítimas fatais das explosões em Boston, durante a maratona da cidade, na última segunda-feira, que também deixou mais de 100 feridos. Nesta terça-feira, uma imagem do menino segurando um cartaz pedindo paz foi compartilhada por milhares de pessoas no Facebook.
“Não machuquem mais pessoas. Paz” pedia Martin, antes de morrer.
O jornal Boston Globe identificou o menino de oito anos que morreu, juntamente com outras duas pessoas, após a explosão das duas bombas durante o final da maratona de Boston, nos Estados Unidos, nessa segunda-feira. Trata-se de Martin Richard, cujo pai estava correndo na prova.
Martin só teve tempo de ir a linha de chegada para abraçar seu pai e voltar ao local, de onde assistira a chegada dos maratonistas.
Neste átimo de tempo, foi bastante pra ele ser atingido pelos estilhaços e ser ferido mortalmente, assim como a sua irmã que perdeu uma das pernas e sua mãe igualmente atingidas, e que estão hospitalizados, Martin Rchard não teve uma outra chance! His died!
Homenagens dos vizinhos e pessoas solidarias se revezaram na porta da família de Martin durante todo o dia.
                                         Corredor cai com o impacto da explosão
 Local das explosões
De acordo com o periódico, muitos moradores se reuniram durante a noite em um restaurante no bairro de Dorchester para lembrar-se do garoto.
A mãe e a irmã da vítima também ficaram feridas.
O pai, Bill, é um líder comunitário da região e, segundo relatos de pessoas que compareceram ao restaurante, a família era bastante querida no local.
Logo abaixo da imagem compartilhada por Lucia Brawley, a descrição da maneira como o garoto morreu.
“Este é Martin, 8. Ele morreu nas explosões de Boston ontem. Ele estava na linha de chegada com sua família, esperando seu pai cruzá-la. Sua mãe e sua irmã menor ficaram gravemente feridas. Ele era aluno de nossa querida amiga, Rachel Moo. Sua mensagem ressoou poderosamente hoje. Minha oração é para que todos vivam as palavras de Martin, em tributo à sua vida tão breve, mas imensamente valiosa, seguindo seu exemplo”, diz a mensagem.
Até as 15h40 desta terça-feira, mais de 36 mil pessoas já haviam compartilhado a imagem. Além disso, mais de 45 mil internautas curtiram a foto de Martin.
A segunda vítima - Krystle Campbell
A segunda vítima das explosões que mataram três pessoas na chegada da Maratona de Boston, nos Estados Unidos, na tarde da última segunda-feira, foi identificada pela imprensa americana como Krystle Campbell, 29 anos.
 
A avó, Lillian Campbell, contou que ela assistia a maratona todos os anos e estava acompanhada por um amigo, que está internado com ferimentos.
Antes, o jornal Boston Globe havia identificado o menino de 8 anos que morreu após as explosões. Trata-se de Martin Richard, cujo pai estava correndo na prova. 
Krystle Campbell, 29 anos, é a segunda vítima identificada pela imprensa americana.
A terceira vítima - O terceiro morto no ataque à Maratona de Boston era uma cidadã chinesa, estudante de pós-graduação informou nesta terça-feira (16) o consulado da China em Nova York. Segundo o comunicado emitido pela representação, a família pediu para não divulgar a identidade da vítima. Outro cidadão chinês foi ferido e seu quadro é estável.

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