quarta-feira, junho 1

Pela Vida - Secretaria de Políticas para Mulheres, nomeada nesta Terça-feira É Socióloga e Evangélica

Pela Vida
“Agora, pois, minha filha, não temas; tudo quanto disseste te farei, pois toda a cidade do meu povo sabe que és mulher virtuosa.” Rute 3:11
“E Débora, mulher profetisa, ... julgava a Israel naquele tempo. Ela assentava-se debaixo das palmeiras de Débora, entre Ramá e Betel, nas montanhas de Efraim; e os filhos de Israel subiam a ela a juízo.” Juízes 4:4,5
Nova Secretária de Políticas para Mulheres é evangélica e não concorda com a descriminalização do aborto.
A nova gestora da Secretaria de Políticas para Mulheres, nomeada nesta terça-feira, 31 de Maio, a ex-deputada federal Fátima Pelaes (PMDB-AP) que é Socióloga formada pela Universidade Federal do Pará e também é evangélica, não concorda com a descriminalização do aborto. Ela, porém, aceita a questão legal do aborto por determinação legal, após estupro:” Fátima Pelaes diz que vítima de estupro deve ter apoio do Estado se quiser abortar.”
Ela divulgou sua posição, como Secretária, em nota oficial, devido a críticas por ser contra descriminalizar aborto.
                                   A socióloga, disse que o posicionamento dela sobre o aborto, um tema muito discutido, e não só pelos que sofrem o abuso, não vai  "afetar o debate de qualquer questão a frente da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres".
Ela ressaltou que no caso de estupros, a vítima deve ter "total" apoio do Estado caso queira abortar, como é previsto pela legislação.
"Sempre trabalhei de forma democrática para defender a ampliação dos direitos das mulheres. Em respeito à minha história de vida, o meu posicionamento sobre a descriminalização do aborto não vai afetar o debate de qualquer questão à frente da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres. A mulher vítima de estupro que optar pela interrupção da gravidez deve ter total apoio do Estado, direito hoje já garantido por lei"
É uma posição, pela qual a secretária, já havia se manifestado ao longo de sua vida pública. Ela já se manifestou contra o procedimento inclusive em casos de estupro, o que é permitido por lei no Brasil desde 1984.
Caso pessoal - Há um motivo pessoal para esta posição, mesmo que seja pautada pela sua conversão, ela é fruto de uma gravidez indesejada, provocada pelo estupro de sua mãe, como ela já relatou em uma sessão de Comissão da Câmara, em 2010, quando revelou que sua mãe, que estava presa, foi vítima de um estupro, que a engravidou. A Secretária nasceu dessa gestação. E nunca conheceu seu pai.
Este seu perfil não é idêntico as posturas de suas antecessoras - que tinham pautas mais “liberais” e alinhadas às do movimento feminista - a nova Secretária, socióloga e deputada federal por 20 anos, de 1991 a 2011, não levanta "bandeiras contrárias aos valores bíblicos", como o aborto e a constituição livre de família.
Ela assume o cargo dias após o caso de estupro coletivo no Rio de Janeiro, que motivou protestos de mulheres em todo o País.
As opiniões de Fátima Pelaes não vêm desde sempre. Em entrevista à Editora Casa Publicadora das Assembleias de Deus, há três anos atrás, ela afirmou que durante muito tempo, e até 2002 defendia a descriminalização do aborto e não via a família como um projeto de Deus.
Porém após sua conversão, e quando "conheceu Jesus" e passou a dizer que "o direito de viver tem que ser dado para todos", conforme entrevista à CPAD News.
Ela já participou nesta terça-feira [31/05] de seu primeiro evento na gestão Temer. Ela dividiu a mesa com o presidente em exercício e com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, em uma reunião com os secretários de segurança dos Estados e do DF para definir reforços nas medidas de combate à violência doméstica.

Fátima Pelaes afirmou em recente entrevista que é preciso respeitar posições diferentes. E reafirmou na sua primeira entrevista como Secretária: — Quando se respeita a posição do outro é mais fácil o convívio dos contrários. Não somos obrigados a pensar igual ao outro, mas obrigados a viver bem e nos respeitarmos. E ver no que podemos nos unir —.

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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
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