sábado, junho 4

DEVERES CIVIS, MORAIS E ESPIRITUAIS 1ª PARTE CONTINUA...Lição 10 CPAD - Junho de 2016 -

Lição 10 CPAD - 5 de Junho de 2016

Deveres Civis, Morais e Espirituais
Estudo Pastor Osvarela
TEXTO ÁUREO
"Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus."Romanos 13.1 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Romanos 13.1-8
1 - Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus.
2 - Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.
3 - Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela.
4 - Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus e vingador para castigar o que faz o mal.
5 - Portanto, é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência.
6 - Por esta razão também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo sempre a isto mesmo.
7 - Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.
8 - A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.
A Ética
“A palavra “ética” vem do grego ethos e se refere aos costumes ou práticas que são aprovados por uma cultura. A ética é a ciência da moral ou dos valores e tem a ver com as normas sob as quais o indivíduo e a sociedade vivem. Essas normas podem variar grandemente de uma cultura para outra e dependem da fonte de autoridade que lhes serve de fundamento. A ética cristã tem elementos distintivos em relação a outros sistemas. O teólogo Emil Brunner declarou que a ética cristã é a ciência da conduta humana que se determina pela conduta divina. Os fundamentos da ética cristã encontram-se nas Escrituras do Antigo e do Novo Testamento, entendidas como a revelação especial de Deus aos seres humanos.” As Bases Bíblicas da Ética Cristã;” Alderi Souza de Matos
É importante saber de onde vem esta questão principal na mente de Paulo:
A Ética Paulina: Está solidificada na realidade da questão redentiva pela Morte de Cristo. Por isto, repete incessantemente a expressão característica é:“em Cristo”!
“Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor. Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus”. Filipenses 4:5-7
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. II Co 5, 17
O Que Ética?
A Ciência define a ética como: “um grupo de princípios morais, o estudo da moralidade”. Portanto, Ética Cristã pode ser definida como os princípios que são derivados da fé Cristã e pelos quais agimos.
Enquanto a Palavra de Deus talvez não cobre cada situação que temos que encarar em nossas vidas, seus princípios nos dão os padrões pelos quais devemos agir nas situações onde não temos instruções explícitas. Por exemplo, a Bíblia não diz nada diretamente sobre o uso ilegal de drogas, no entanto, baseado nos princípios que aprendemos das Escrituras, podemos saber que é errado.
Embora o início deste Estudo possa parecer distante do texto, quero esclarecer : quando nós estudamos a Ética Cristã, nos deparamos com um conceito de dever que uma das chamadas escolas (como conhecimento) de pensamento ético ou sistemas, o Deontológico, tem como centro, ou “mitte”, o Dever, ou o cumprimento dos deveres para julgar as condutas.
Ou seja, se fundamenta sobre normas ou regras que é preciso cumprir e os deveres procedentes disto. Assim, “a ética se baseia nos deveres tem que estar atenta às conseqüências que se seguem do cumprimento de tais deveres”, diz José Maria Castillo.
As Escrituras são a referencia dos deveres, a “nomia” é Bíblica e divina, a obediência é o fundamento da moralidade e convivência entre os cristãos.
Os Governos E a Soberania Divina
A instrução de Paulo, neste texto, é uma Doutrina para cumprimento de deveres dos crentes, num Império que exigia cumprimento, e pagamentos e total submissão as suas autoridades (como dito, abaixo), para a vida cristã sob a ética Cristã. 
Atender as autoridades é um compromisso e dever ético dos cristãos, dados pelo próprio Cristo: “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.”
A fala de Paulo demonstra, além de tudo, a Soberania divina sob todos os aspectos da vida hodierna, dos povos, dos governantes, de tudo que se relaciona com a vida dos homens, e das nações independente de serem cristãos ou não: “porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus“.
Mas, antes de tudo é uma glorificação á Soberania divina em superioridade ao Poder do Império, talvez o maior e mais forte do Mundo, no qual a Igreja nasceu. 
E que na sede deste Império a Comunidade Cristã, de judeus e gentios se instalara. São momentos de dificuldades para entender, sob a visão messiânica, e do reino espiritual divino, que se submetessem ao domínio do Império Romano, sob detrimento ao respeito do domínio e Soberania do Cristo.
“Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” Romanos 11:36
Desta forma, Paulo lhes ensina que toda a autoridade é inferior em poder ao Deus Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem o Senhor exaltou sobre todos os Nomes.
Paulo, que foi anuído pelas suas Escrituras, pelo Apóstolo Pedro, o qual mantém a mesma Doutrina paulina, quanto as Autoridades, deste tema abordado por seu sempre divergente amigo e irmão:
“Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros...Tendo o vosso viver honesto entre os gentios; para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem. Sujeitai-vos, pois, a toda a ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; Quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus. Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao rei.” 1 Pedro 2:11-17
Sob a leitura da afirmação paulina “... não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus...” demonstra que quase no ápice das diversas revoltas populares no Império, a Igreja é concitada a viver sob o “stricto” domínio da lei, e obediência ao governo, não podendo se envolver nas revoltas críticas, e que se mostravam naturais e legais pela aplicação dos diversos impostos do Império, que os cobrava indistintamente e sob o tacão da força. 
É quase o ápice do descontentamento da população, como dissemos, acima, o ano 58 d.C. é neste clima que Paulo faz considerações doutrinarias sobre o proceder cristão junto a Sociedade constituída, pois a Soberania, não é dos homens, mas é divinamente controlada de forma absoluta:
        Paulo fecha a carta dizendo: “Quanto à vossa obediência, é ela conhecida de todos. Comprazo-me, pois, em vós; e quero que sejais sábios no bem, mas simples no mal. E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém”. Romanos 16:19,20. 
Poderia ser uma alusão ao Imperador reinante destruidor de vidas, Nero! (?)
Para que a Igreja soubesse que haveria um livramento desta violenta forma de governo.
Era necessário sujeitarem-se as autoridades confiando que Deus estava no controle. 
Paulo está sendo um comandante que dá uma ordem a seus comandados. Ele está dando um comando de voluntariedade aos de Roma, para obediência às Autoridades, sob a visão de que servem a um Senhor soberano.
As autoridades “εξουσια – exousia” [alguém que possui autoridade; governador, magistrado humano] são comparadas a ministros de Deus para governo, exercício de justiça e juízo, ou punição!
“Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus e vingador para castigar o que faz o mal”.
Veja-se que a definição de ministro, mão é como se pensa, alguém com controle total, é desta forma que Paulo ver a figura das autoridades romanos, na sua ação: 
λειτουργος - leitourgos; n. m. ministério público, empregado do estado; ministro, empregado.
Assim, como “vingador” é usado por Paulo com um conteúdo verbal etimológico  com a finalidade de esclarecer os de Roma sob este papel das autoridades:
πρακτωρ - praktor; n. m. alguém que faz algo, executor; alguém que faz o trabalho de infligir punição ou tomar vingança; exator de uma multa monetária; oficial de justiça de ordem mais baixa, cuja ocupação é infligir punição.
υποτασσω - hupotasso; v. organizar sob, subordinar; sujeitar, colocar em sujeição; sujeitar-se, obedecer; submeter ao controle de alguém; render-se à admoestação ou conselho de alguém; obedecer, estar sujeito; Um termo militar grego que significa “organizar [divisões de tropa] numa forma militar sob o comando de um líder”. Em uso não militar, era “uma atitude voluntária de ceder, cooperar, assumir responsabilidade, e levar um carga”.
υποταγη - hupotage; n. f. ato de sujeitar; obediência, sujeição.
Diz um trabalho sobre Direito romano: “Em Roma, o peso da carga tributária dependeu do desenvolvimento da civilização, e com a formação do Império, foi aumentando sempre até, na última fase do domínio romano, ser esmagador, constituindo mesmo junto com as guerras constantes contra os bárbaros uma das causas da ruína do Império”. Alexandre Augusto de Castro Corrêa, Catedrático de Direito Romano na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
Destaco a visão crítica, dos romanos, aos da Igreja: “aos olhos de Roma, essa nova “religião” tinha claras tendências de ser facciosa ao Império em função do seu estranho conjunto de doutrinas e sua objetiva recusa de adorar ou a César ou aos deuses romanos.Josefo e a Historicidade de Cristo, Marcelo Berti é editor do Teologando e mestrando em Teologia no Dallas Theological Seminary.
Esta coletânea de impostos que sobrecarregava a todos os cidadãos influenciaria a Igreja a ser desobediente as Autoridades?
É disto que Paulo vai doutrinar, seguindo o exemplo de Cristo, o Kyrios Eterno.
Entre os diversos impostos existiam, dois modos, citados no texto:
“Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra”.
Abaixo, a denominação usual para estes modos de cobrança de tributos e impostos entre os romanos, segundo Josefo, Ant. 5.181;12.182, apud G. Marvin Pate, que os apontava como excessivos conforme seus escritos em Flavio Josefo Ant. XVI.5,4,153-154 e XVII,11,4,5,320, conforme pesquisado pelo editor deste Estudo.
Tributum” se refere a impostos romanos diretos sobre a propriedade e por individuo.
Além deste, a “Vectigalia” um imposto indireto que era aplicado a alfândega, o que implicava na cobrança de ajudas entre as igrejas, pois a navegação era obrigatória entre Jerusalém e Roma, como também em todo o Império, cheio da modernidade das estradas imperiais que tinham pedágios e se aplicava também a vários tipos de serviços, imagine que Paulo e outros fazedores de tendas eram prestadores de serviços. Paulo como um nativo romano sabia destas obrigações, já que nascera em Tarso uma libertas civitas. Compilado e editado de Notas sobre a história dos impostos e m Direito Romano*. Alexandre Augusto de Castro Corrêa, Catedrático de Direito Romano na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
O Estado romano, por sua vez concedia aos vencidos o uso e gozo das terras, mediante pagamento de tributo ou "vectigal" ("jus in agro vectigali"), originando, aliás, uma espécie de propriedade, distinta do originário "dominium ex jure quiritum", a propriedade provincial.
φορος - phoros; n. m. tributo, esp. a taxa anual cobrada pelas casas, terras, e pessoas.
τελος – telos, da palavra primária; n. n. taxa (i.e., imposto indireto sobre bens)
Αποδιδωμι - apodidomi; v. entregar, abrir mão de algo que me pertence em benefício próprio, vender; pagar o total, pagar a totalidade do que é devido; débito, salários, tributo, impostos.
κηνσος - kensos; n. m. censo (entre os romanos, denotando um registro e avaliação de propriedade de acordo com os quais os impostos eram pagos). No NT, o imposto ou tributo arrecadado de pessoas a ser pago anualmente. (nossa capitação); a moeda com a qual o imposto é pago, dinheiro de tributo.
II – Moralidade Cristã            
A grande mudança no inicio do Evangelho, a partir, de João o anunciador, foi, a questão da moralidade de cada um dos arrependidos.
Assim, todos quantos se batizavam pelo batismo do arrependimento consultavam a João como deveriam se portar, dali em diante.
Era a novidade ética do evangelho, que se consagrou em Mateus 5 apontar neste trecho de Romanos sobre a moralidade social que deva ser evidenciada entre os de Roma e, por conseguinte pela Igreja.
Quando aponto a Ética, estou apontando para deveres que a Sociedade, mandato divino, requer para mantença da ordem entre os homens, cristãos ou não, mas naturalmente requerida pelo divino pela conversão de pensamento.
“Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus. E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis.” Colossenses 3:22-24
Embora, a ética não seja exclusivamente usada para a mantença da ordem, como “status quo”, o que daria a ética, prazo de validade.
1 - Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus.
2 - Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.
“E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister...e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração” Atos 2:44-46
Sob esta forma de viver instaurada junto pela “koinonia” da Igreja o que dava certa independência aos cristãos, para suas necessidades diárias, quase uma forma estatal de se suprir e viver. Em Roma a situação era idêntica e com maior alcance pela participação de famílias de autoridades, com suas economias, fato destacado nas Paulinas quanto as ofertas as comunidades, desde Jerusalém com ênfase a Macedônia.
Paulo retoma a necessidade da convivência fora dos limites da Igreja. com a formatação da igreja primitiva, estabelecida, à partir, do modelo de Jerusalém, os irmãos em Roma poderiam, ou estavam necessitados de reentenderem, o principio da convivência com o Mundo real sob a ação das autoridades.
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele.” Marcos 12:17
Diz, César Moisés Carvalho em seu Best-seller: “é preciso lembrar que tal sociedade já existe antes de cada individuo e prosseguira após a cessação da vida de cada um, isto é, a vida não se resume ou não se esgota com a historia individual. Assim, ninguém pode sobreviver de forma isolada e separatista. A socialização é uma contingência obrigatória e necessária a sobrevivência humana”. Da Ética Cristã à Ética de Cristo, Uma Pedagogia Para a Educação Cristã, César Moisés Carvalho, CPAD, fls 73
“Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano. E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas. Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio.” Atos 6:1-3
A Ética está extremamente ligada as Escrituras e a visão mandatária dada por Deus ao homem, na sua criação. É, portanto uma questão de caráter religioso e apoiada pelas Escrituras Sagradas.
1ª PARTE

CONTINUA...

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Martin Niemöller, 1933

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