sexta-feira, outubro 2

Deuteronômio: o livro da Aliança Lição 1 CPAD - 4º Trimestre 2026

Deuteronômio: o livro da Aliança

Lição 1 CPAD - 4º Trimestre 2026

Sem revisão

Infelizmente por problemas de saúde (tendinite) não concluí o estudo, mas o que publico, tem validade de ensino.

Subsídio pastor e professor Osvarela

Tema do trimestre: O Deus da Aliança — Advertências, promessas e bênçãos no livro de Deuteronômio - Comentarista: Pastor Osiel Gomes

Texto 

“Eis aqui esta terra, eu a dei diante de vós; entrai e possuí a terra que o Senhor jurou a vossos pais, Abraão, Isaque e Jacó, que a daria a eles e à sua semente depois deles.” (Dt 1.8). 

Prática 

A fidelidade a Deus e à sua Palavra dirige o crente a viver pela fé e alcançar as suas promessas.

Leitura Bíblica

Deuteronômio 1.1-8.

1 — Estas são as palavras que Moisés falou a todo o Israel, dalém do Jordão, no deserto, na planície defronte do mar de Sufe, entre Parã, e Tofel, e Labã, e Hazerote, e Di-Zaabe.

2 — Onze jornadas há desde Horebe, caminho da montanha de Seir, até Cades-Barneia.

3 — E sucedeu que, no ano quadragésimo, no mês undécimo, no primeiro dia do mês, Moisés falou aos filhos de Israel, conforme tudo o que o Senhor lhe mandara acerca deles,

4 — depois que feriu a Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom, e a Ogue, rei de Basã, que habitava em Astarote, em Edrei.

5 — Dalém do Jordão, na terra de Moabe, começou Moisés a declarar esta lei, dizendo:

6 — O Senhor, nosso Deus, nos falou em Horebe, dizendo: Tempo bastante haveis estado neste monte.

7 — Voltai-vos e parti; ide à montanha dos amorreus, e a todos os seus vizinhos, e à planície, e à montanha, e ao vale, e ao Sul, e à ribeira do mar, e à terra dos cananeus, e ao Líbano, até ao grande rio, o rio Eufrates.

8 — Eis aqui esta terra, eu a dei diante de vós; entrai e possuí a terra que o Senhor jurou a vossos pais, Abraão, Isaque e Jacó, que a daria a eles e à sua semente depois deles.


Objetivos da Lição: 

I) Explicar a autoria, o propósito e o valor de Deuteronômio;

II) Apresentar o contexto histórico e espiritual de Deuteronômio;

III) Mostrar os ensinos doutrinários e práticos de Deuteronômio.

A grande Aliança de Deus com um povo: esta é a maneira que Moisés teve para que a Aliança sinaítica jamais fosse esquecida, mesmo em tempos de desvios, aos quais ele alerta sabendo e conhecendo as dificuldades futuras do seu povo.

Destaque:

                   “A Terra Prometida foi dada incondicionalmente a Abraão e aos seus descendentes, como parte do Pacto [Aliança] Abraâmico (Gn. 13.15 e 15.7), mas foi debaixo do Pacto [Aliança] Palestino, que era condicional – condicionado a obediência para receber benção ou maldição - (ver Dt. 28.1—30.20), que o povo de Israel entrou na terra de Canaã, sob as ordens de Josué. Tendo violado as condições desse último pacto, a nação de Israel foi primeiramente derrotada (I Rs. 12), para em seguida ser mandada ao primeiro exilio (II Rs. 17.1-18; 24.1; 25.11). Mas aquele mesmo pacto promete, incondicionalmente, restauração nacional a Israel, o que ainda está por se cumprir (Gên. 15.18).” Scofield fíeference Bible, Introdução

Introdução:

Estamos publicando postagens subsídio sobre o livro de Deuteronômio, o livro base do tema das lições EBD – CPAD, deste período do ano, o 4º trimestre 2026.

Mas, aqui tentaremos continuar publicando subsídio específico para cada lição a cada semana.

Iniciamos com subsídio da Lição 1 - Deuteronômio: O Livro da Aliança.

Deus estabeleceu alianças com o povo hebreu a partir da sua relação de amigos, com seu grande amigo Abraão. Deus havia jurado fidelidade ao Pacto que firmara com Abraão e com todos os país da nação de Israel.

Desta relação anunciada pelo próprio Deus seguiu-se uma contínua relação passando de pai para filho, até chegar a Israel, o Jacó que descera ao Egito, em época, na qual José era o governador daquela nação, onde o povo hebreu descendente de 40 almas, se tornou um grande povo, não uma grande nação.

É deste povo, povo escolhido, agora é apresentada por Moisés, o autor do Livro de Deuteronômio, uma renovação memorial da Aliança sinaítica consagratória da aliança abraãmica.

Aliança é uma forma de relacionamento pelo qual os aliançados aceitam manter uma relação profunda, que diz respeito as suas personalidades, caráter, deveres e obrigações, pela qual cuidarão um do outro, mantendo-se fielmente a esta aliança, independentes do momentos em que passem dificuldades, mas sempre estarão obedientes as condições da aliança, que sobretudo tem a característica de respeitar a vontade aliançada e voluntariedade de cada lado.

A diferença da Aliança com Deus, é que Deus é maior que, os com os quais Ele faz aliança, foi assim com Abraão, que Deus passou solitário entre o sacrifício, sabedor que o homem é menor e foi por Ele criado.

É sobre a manutenção desta aliança que Moisés vai escrever, sob as características de Esperança, Fidelidade e   

As Palavras – Devarim – que dão nome ao livro mosaico

אלה ברית - B^eriyth; n. pr. m. El-Berite = “aliança”

ברית – b^eriyth; n. f. acordo, aliança, compromisso - entre homens; tratado, aliança, associação (homem a homem); constituição, ordenança (do monarca para os súditos); acordo, compromisso (de homem para homem); aliança (referindo-se à amizade) - aliança (referindo-se ao casamento) - entre Deus e o homem - aliança (referindo-se à amizade); aliança (ordenação divina com sinais ou promessas)

Expressões: fazer uma aliança - manter a aliança - violação da aliança

אמנה  -’amanah; n. f. fé, apoio, segurança, certeza - referindo-se a uma aliança

גל - gal; n. m. monte, fonte, onda, vaga; utilizado na ratificação de uma aliança

A aliança em pauta é - A aliança, em pauta no Pacto Mosaico, cujo âmago são os Dez Mandamentos. A aliança estabelecida no Horebe, o monte do Sinai.

Essa Aliança ou pacto caracterizava-se pela nova fé que estava surgindo em Israel, com sua legislação e declaração espiritual.

O pacto firmado em Horebe foi o meio de introduzir os Dez Mandamentos, que formam o cerne mesmo da Aliança.

Deuteronômio mostra o pacto, que é aqui renovado com a nova geração de israelitas, que estava prestes a entrar na Terra Prometida, cujos pais morrerem ou pereceram no deserto, excetuando apenas Calebe e Josué. Ver Deu. 1.35-39 e 2.14.

Deuteronômio mostra que eles pais, que morreram no deserto, o anularam, a aliança do Horebe, com sua incredulidade, quando chegaram à fronteira mas recusaram-se a entrar na Terra Prometida com medo das informações dos 10 espias que relataram gigantes e outros riscos, diferente do que Calebe e Josué relataram. Portanto, o pacto estava sendo renovado com a nova geração, e isso de maneira permanente.

Das jornadas até a renovação da Aliança:

Moisés faz uma revisão histórica sobre a formação e a vida pós Jacó no Egito, até a sua partida e caminhada por 40 anos no deserto. Este é o pano de fundo para o legislador apontar o rumo do seu discurso, ativar a memória do povo sobre a ação divina até este momento D’além do Jordão (Transjordânia, o lado oriental daquele rio, onde Israel estava acampado e de onde estava prestes a desfechar a entrada na posse da Terra da Promessa, ainda que duas tribos e meia já tomassem posse desde esta região.) é a linha introdutória histórica e espiritual que o escritor utiliza para orientar seu povo.

Deuteronômio 1.1,2 — Estas são as palavras que Moisés falou a todo o Israel, dalém do Jordão, no deserto, na planície defronte do mar de Sufe, entre Parã, e Tofel, e Labã, e Hazerote, e Di-Zaabe. — Onze jornadas há desde Horebe, caminho da montanha de Seir, até Cades-Barneia.

Moisés apresenta os locais da trajetória até Cades-Barnéia, mostrando as onzes jornadas, escritas no livro são um apontamento de que, segundo estudiosos, seriam o total de dias, necessários para alcançarem o ponto onde agora Moisés está doutrinando o povo, se Israel não tivesse sido rebelde no deserto. A viagem do Monte Horebe (o Sinai) até Cades-Barneia (na porta da Terra Prometida) leva normalmente apenas onze dias de caminhada.

O contraste entre uma viagem de 11 dias e os 40 anos de peregrinação no deserto serve como um lembrete severo. Mostra que o atraso de décadas não foi uma limitação geográfica ou física imposta por Deus, mas sim o resultado direto da incredulidade, da rebeldia e das murmurações da primeira geração de israelitas.

Jordão

Arabá

Sufe

Parã

Tofel

Labã,

Hazerote

Di-Zaabe.

Horebe - Horebe era um dos picos do Sinai, onde a lei foi dada, ou então o nome geral da serra da qual o Sinai fazia parte. Para quem partisse dali, a fronteira da Terra Prometida não ficava distante.

Seir, até Cades-Barneia.

Se o coração do povo não os fizesse ter medo no início da caminhada no deserto, em apenas onze dias, os israelitas estiveram à beira de possuir sua Terra Prometida, sua herança, mas o coração deles tremeu quando viram os gigantes da terra (Núm. 13.33). A caminhada pareceu-lhes por demais perigosa e difícil.

O custo foi - custou muito tempo (quarenta anos) e muito sofrimento. Pela graça de Deus, todavia, foram levados de volta à oportunidade perdida, visto que a vontade de Deus estava envolvida em tudo aquilo.

Cades-Barnéia.

Referências a essa localidade mostram:

1. Situam a revelação divina dentro da história, mediante localizações geográficas.

2. Mostram que foram necessários apenas onze dias para fazer a viagem, mas que a incredulidade manifestada por Israel, na fronteira, fez Israel voltar ao deserto e ali vaguear pelo espaço de quarenta anos, em trajetória plena de: atos de rebeldia, mas manifestações das maravilhas de Deus e de sua fidelidade com uma Aliança, mantendo o povo com calçado, comida, água e alimentos especiais.

Dt. 1.3 — E sucedeu que, no ano quadragésimo, no mês undécimo, no primeiro dia do mês, Moisés falou aos filhos de Israel, conforme tudo o que o Senhor lhe mandara acerca deles,

Moisés inicia o seu Livro de memorial e proferiu este discurso, quarenta anos (40) mais tarde, como uma recordação que ele os levou de volta àquela oportunidade que eles haviam desperdiçado.

Livro de conquistas:

                   - relata a viagem de Horebe à Terra Prometida e enfatiza a conquista da Transjordânia.

Após os 40 anos no deserto, os israelitas encontraram uma área fragmentada em vários reinos estabelecidos, é neste cenário geopolítico e difícil pelos povos da região, que ali habitava, que ao tempo de Moisés (período do Êxodo, por volta do século XIII a.C.), a Transjordânia — a região montanhosa e fértil situada a leste do rio Jordão — desempenhou um papel geográfico e militar crucial na jornada do povo hebreu rumo à Terra Prometida.

Foi nessa região que ocorreram as últimas grandes conquistas lideradas diretamente por Moisés, o assentamento de algumas tribos israelitas e a própria morte do profeta Moisés.

A grande orientação de Moisés ao povo, ao entrarmos no conecito do livro como um livro que aponta para um cenário geopolítico em relação as terras e ao território que Deus concede ao seu povo.

Primeiro com o desterro dos povos e suas religiões de adoração a outros deuses.

As tribos de Rúben, Gade e a metade da tribo de Manassés escolheram se estabelecer e receberam suas terras nessa área.

Povos da região:

Moisés relata no livro o contato com estes reinos e povos, alguns dos quais enfrentaram, venceram ou foram derrotados por eles.

Alguns até da mesma descendência de Jacó, mas que mesmo assim criaram dificuldades a passagem da caravana hebreia. E alguns o próprio Deus disse para contornarem suas terras.

• Edom e Moabe: Situados ao sul. Moisés tentou enviar mensageiros pedindo passagem pacífica por essas terras, mas o rei de Edom recusou. Para evitar conflitos desnecessários com povos parentes (descendentes de Esaú e Ló), os israelitas contornaram essas fronteiras pelo deserto oriental.

• Reino Amorreu de Hesbom (Rei Seom): Governava a região central, entre os rios Arnom e Jaboque. Seom não apenas negou passagem a Israel como os atacou. Os israelitas o derrotaram militarmente e tomaram suas cidades.

• Reino de Basã (Rei Ogue): Situado ao norte, em uma região de terras muito férteis e famosas por seu gado. Ogue também atacou os hebreus, mas foi derrotado por Moisés

Segundo a extensão a ser habitada e dominada pela futura nação de Israel, até ali um agrupamento de nômades e dividido pro tribos familiares advindas do patriarca Abraão e definidas pela vida do filho de Isaque, o primogênito do patriarca, Jacó, que descera ao Egito e agora 430 anos sai um povo imenso que necessitaria de terras ´para gado, plantação e instalações de um futuro governo, que adentrava em terreno com inimigos declarados.

Época e período de conquistas e derrotas, mas sempre no sentido de chegar ao centro de Canaã.

No contexto tribal de Israel houve a divisão de terras conquistadas e assentamentos, antes mesmo de passarem o Jordão.

A Divisão da Terra (As Tribos Transjordânicas):

Como as terras conquistadas de Seom e Ogue eram excelentes para a pastagem, as tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés (que possuíam grandes rebanhos) pediram permissão a Moisés para se estabelecerem ali, antes mesmo de cruzar o rio Jordão.

Moisés concordou com o pedido, mas impôs uma condição rígida descrita no livro de Números (capítulo 32): os homens aptos dessas tribos deveriam cruzar o Jordão armados na vanguarda do exército de Israel para ajudar as outras tribos a conquistarem Canaã. Só depois disso eles poderiam retornar e usufruir de suas propriedades na Transjordânia.

Região Conquistada                                       Tribo Assentada

Sul (antigas terras de Seom)                             Rúben e Gade

Norte (Gileade e Basã / terras de Ogue)           Meia tribo de Manassés

A duas tribos e meia receberam herança antes de atravessarem o Jordão, após escolherem as terras, para habitarem, e as conquistarem, mas isto diante de Moisés e Eleazar lhes conferia uma obrigação de defender aos seus irmãos e com eles lutarem, (as 10 tribos) na posse das terras pós-Jordão.

A distribuição as terras tinha de ser feita de acordo com a vontade divina. Isso posto, os representantes das tribos de Rúben, Gade e Manassés tiveram de pedir permissão para invadir as terras que pensavam que lhes eram apropriadas, especialmente em face do grande número de seus animais domesticados. Mas a permissão pedida só seria concedida às duas tribos e meia se elas ajudassem as demais na conquista da Terra Prometida (vs. 7).

Números 32:1-6 – ACF E os filhos de Rúben e os filhos de Gade tinham gado em grande quantidade; e viram a terra de Jazer, e a terra de Gileade, e eis que o lugar era lugar de gado. Vieram, pois, os filhos de Gade, e os filhos de Rúben e falaram a Moisés e a Eleazar, o sacerdote, e aos chefes da congregação, dizendo: Atarote, e Dibom, e Jazer, e Ninra, e Hesbom, e Eleale, e Sebã, e Nebo, e Beom, A terra que o Senhor feriu diante da congregação de Israel, é terra para gado, e os teus servos têm gado. Disseram mais: Se achamos graça aos teus olhos, dê-se esta terra aos teus servos em possessão; e não nos faças passar o Jordão. Porém Moisés disse aos filhos de Gade e aos filhos de Rúben: Irão vossos irmãos à peleja, e ficareis vós aqui?

Conhecendo as terras escolhidas - tribos de Rúben, Gade e Manassés:

Atarote - Atarote é mencionada somente neste versículo em toda a Bíblia. O nome moderno da Atarote deste versículo é Khirbet Attarus.

Dibom. No hebraico, “curso de rio”.

Jazer. No hebraico, “fortificada”. Ver Núm. 21.22.

Ninra. No hebraico, “límpida”. Essa localidade só é mencionada, com esse nome, neste versículo, fazia parte das cidades que formavam o distrito de Jazer, na terra de Gileade. É a mesma cidade chamada Bete-Ninra, no vs. 36 deste capítulo e em Jos. 13.27. Parece que ficou com a tribo de Gade. Ficava localizada perto do moderno wadi Sha’ib.

Hesbom. No hebraico, “fortim”.

Eleale. No hebraico, “Deus (El) é exaltado”.

Sebã. No hebraico, “juramento”. Não deve ser confundida com Seba. Algumas versões portuguesas dizem aqui “Sebá”. No vs. 38 deste capítulo é chamada também de Sibma.

Nebo. No hebraico, “altura”. Foi do monte Nebo (ver no Dicionário) que Moisés contemplou a Terra Prometida, embora proibido de nela entrar.

Beom. No hebraico, “senhor ou casa de On”. Talvez se trate da mesma Meom (por meio de uma variante escribal), um dos lugares próprios para pastagem, perto dos lugares anteriormente mencionados. Também é chamada de Bete- Baal-Meom, em Jos. 13.17; de Baal-Meom, em Núm. 32.38 e Bete-Meom em Jer.48.23.

Assim começou a tomada das terras prometidas. Podemos verificar que a Terra prometida ia além da tradicional Canaã.

         “Deuteronômio 1.7,8 — Voltai-vos e parti; ide à montanha dos amorreus, e a todos os seus vizinhos, e à planície, e à montanha, e ao vale, e ao Sul, e à ribeira do mar, e à terra dos cananeus, e ao Líbano, até ao grande rio, o rio Eufrates. — Eis aqui esta terra, eu a dei diante de vós;”

Esta decisão de Moisés e Eleazar trazem a noção de um futuro Estado- nação israelense. E espiritualmente mostra a noção de um Reino assentado sob a Lei de Deus e para cumprir o que Deus determinara na Aliança com seu povo.

Claro é, que jamais a palavra de Deus cairá, mais a menção traz no bojo a ideia que há uma visão nacional da dependência da ação de Deus.

A ordem é tomar posse:

Israel fica diante do Terra da Promessa e o seu líder, o incentiva a subir e tomar posse do que Deus lhes dera.

“Eis aqui esta terra, eu a dei diante de vós; entrai e possuí a terra que o Senhor jurou a vossos pais, Abraão, Isaque e Jacó, que a daria a eles e à sua semente depois deles.” (Dt 1.8). 

Israel esteve a 11 passos ou dias de tomar posse da Terra, mas erros e desobediência levaram o povo passar 40 anos no deserto e a população que saiu do deserto (os pais) pereceram ao longo da caminhada. Não nos ocorra o mesmo!

Assim é conosco, quando Deus nos dá algo Ele manda tomarmos posse pois Ele garantirá nosso avanço sobre o que nos deu.

Nós também temos um Livro da Aliança, a Nova aliança no sangue de Jesus, a Bíblia Sagrada, com o Novo Testamento.

Fonte:

Dicionário Strong

Champlin AT – V1 – V2 – Deuteronômio

Apontamentos do autor

Lições CPAD 4º trimestre

Citações no corpo do texto

Bíblias on line ARA e ACF

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