sábado, dezembro 27

GAZA EM CHAMAS! HAMAS PROMETE REVIDE - OLMERT DIZ QUE ERA NECESSÁRIO

Bombardeiro em ação!

GAZA:Atingidos e mortos pelo bombardeio!
GAZA:Focos de incêncdio do ataque!
GAZA:Casas e carros destruídos no ataque!
Já publicamos nesta página duros momentos vividos pela população que vive na região de Gaza, incluindo palestinos, egípcios e até mesmo israelenses, como a noiva que atravessou a faixa demarcada por Isarel para casar-se e sabendo que não poderia voltar para Israel, após o casamento com um Palestino.
Mas, parece-me que este poderá ser um ataque que proválvemente iniciará uma escalada do TERROR, maquela Região, já tão sofrida no Oriente Médio, espero que as consequências não levem à uma Guerra total entre os Israel e os países árabes, num momento em que o EUA e Isarel estão em transição de Governo e o governo Bush em baixa de poder e autoridade.
É preciso orar pelos povos que vivem este enfrentamento!
Entenda o início deste novo conflito:
Neste sábado foram registrados em Gaza os ataques mais violentos desde o fim da trégua entre Israel e o Hamas, anunciada há pouco mais de uma semana, no dia 19 de dezembro.
O governo de Israel declarou que gostaria de renovar a trégua, mas o Hamas não aceitou e responsabilizou o país pelo bloqueio à Faixa de Gaza, que impede a entrada de alimentos e combustível no território palestino.
No mesmo dia em que a trégua terminou, um barco carregado com ajuda humanitária rompeu o bloqueio israelense e chegou ao território palestino.
O Dignity, uma embarcação de 20 m que partiu do porto cipriota de Larnaca, levou leite e medicamentos aos palestinos.
Autoridades israelenses, entretanto, defendem o bloqueio, dizendo que ele é necessário para isolar o Hamas e impedir que militantes palestinos disparem foguetes contra cidades israelenses na fronteira.
Os dois lados se acusaram mutuamente de violar o pacto. Com o fim do prazo para sua renovação, ambos disseram que iam responder a ataques do outro lado, mas não tomariam a ofensiva.
No dia seguinte ao fim da trégua, um miliciano das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, o braço armado do Fatah, morreu e outros dois ficaram feridos em um bombardeio aéreo israelense na cidade de Beit Lahia, no norte da Faixa de Gaza.
Um porta-voz israelense afirmou que o alvo do ataque era uma célula de palestinos que se preparava para lançar foguetes Qassam contra o sul do país. A vítima fatal foi identificada como Ali Heyazi, 25 anos.
No dia 22, o governo israelense de transição se reuniu para debater a atitude que deveria tomar diante dos tiros vindos de Gaza, dois dias depois da expiração da trégua entre o Estado hebreu e o Hamas.
Na rádio pública, o vice-primeiro-ministro Haim Ramon assinalou a vontade de Israel de tirar o Hamas do poder em Gaza e disse que o período de trégua foi prejudicial para os israelenses. "O cessar-fogo reforçou o Hamas e nos enfraqueceu ao mesmo tempo militar e diplomaticamente, Devemos tirar conclusões de mudar de política", indicou.
No mesmo dia, Israel mudou o tom e sugeriu uma nova trégua com o Hamas, após uma semana de ameaças crescentes contra o grupo islâmico palestino. "A calma, naturalmente, é uma alternativa, e é uma alternativa que pode ser seriamente examinada", disse o ministro do Bem-Estar, Isaac Herzog, à Rádio Israel.
O líder mais influente do Hamas em Gaza, Mahmud Zahar, no entanto, afirmou que a organização só renovaria a trégua caso o Estado hebreu se comprometesse a suspender o bloqueio contra o território palestino. "Pedimos a Israel que respeite as condições da trégua e concretize seus compromissos, especialmente que interrompa as agressões e abra as passagens", afirmou.
No dia 24, o Hamas, voltou a lançar foguetes e obuses contra o sul de Israel a partir do norte da Faixa de Gaza e ameaçou intensificar seus ataques contra o território hebreu, enquanto os israelenses respondiam com um ataque aéreo.
Dois dias depois, Israel abriu as passagens fronteiriças com a Faixa de Gaza para permitir a entrada de um comboio de 90 caminhões com ajuda humanitária. Parte da carga foi oferecida pela presidência egípcia, que faz a mediação nos esforços para que Israel e Hamas, que controla Gaza, renovem a trégua.
O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, já tinha advertido os militantes do Hamas para que parassem de lançar mísseis, caso contrário pagariam um preço alto. Apesar do gesto positivo, cerca de doze mísseis e bombas foram lançados de Gaza contra Israel. Um deles acidentalmente atingiu uma casa em Gaza, matando duas irmãs palestinas de 5 e 13 anos e ferindo uma terceira, segundo os médicos.
A disputa
A região do Oriente Médio historicamente é palco de sangrentos conflitos entre povos de origem árabe e judeus. A Faixa de Gaza é disputada entre Israel e povos palestinos assentados no local. A área não pertence a nenhum Estado soberano.
Em conjunto de acordos firmados entre maio de 1994 e setembro de 1999, Israel transferiu para a Autoridade Nacional Palestina (ANP) a responsabilidade pelas áreas povoadas por palestinos. O reconhecimento de um 'status' permanente para a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram interrompidas com o início da Segunda Intifada, em setembro de 2000. Forças israelenses reocuparam a maioria das áreas controladas pelos palestinos.
Líder do Hamas diz que Gaza nunca será entregue a Israel
O líder do governo do Hamas na Faixa de Gaza prometeu neste sábado, em uma mensagem aos palestinos, que Gaza nunca será entregue a Israel, seja qual for a força utilizada contra o território.

Damasco, 27/12/2008 - Exilado em Damasco, Khaled Meshaal pediu que o povo palestino se levante contra Israel.
"Não vamos deixar nossa terra, não vamos levantar bandeiras brancas e não vamos ficar de joelhos, exceto diante de Deus", disse Ismail Haniyeh a um site da Internet.
"Há sangue por todo lugar, há feridos e mártires em todas as casas e em todas as ruas. Gaza hoje foi decorada de sangue... Pode haver mais mártires e pode haver mais feridos, mas Gaza nunca será destruída e nunca vamos nos render", acrescentou Haniyeh.
Aviões e helicópteros de combate israelenses bombardearam a Faixa de Gaza neste sábado, deixando pelo menos 205 mortos no território controlado pelo Hamas, no dia mais sangrento para os palestinos em mais de 20 anos.
Reuters-AFP, com outras agências e dados de TV's internacionais.Com agências internacionais
Líder do Hamas já promete em noticiário nesta tarde [horário Brasília], revidar ao ataque de Israel

O número de mortos sobe para mais de 200.

O Primeiro-Ministro Olmert
Para israelenses, alvos eram "infra-estrutura terrorista";
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, afirmou neste sábado que a operação militar israelense na Faixa de Gaza terá longa duração e será ampliada se necessário.
"Não será fácil e não será curta", disse Barak a jornalistas.
Ehud Barak disse: "Há tempo de calma e tempo de luta, e agora chegou o tempo de lutar ".
Aviões e helicópteros de combate israelenses bombardearam a Faixa de Gaza, deixando mais de 200 mortos no território controlado pelo Hamas, neste sábado, no dia mais sangrento para os palestinos em mais de 20 anos.
Jihad Islâmica convocou MILITANTES.
Faixa de Gaza, 27/12/2008 - Uma das sedes do Hamas foi destruída durante o bombardeio.
A Liga Árabe realizará uma cúpula extraordinária, na próxima sexta-feira, em Doha, para tratar dos ataques israelenses contra o Hamas, na Faixa de Gaza, anunciaram alguns diplomatas, neste sábado, no Cairo, após uma reunião de embaixadores árabes dessa organização.
"Uma cúpula árabe extraordinária será realizada na sexta-feira, em Doha, para discutir os meios para pôr fim aos ataques israelenses contra Gaza", disseram.Segundo as mesmas fontes, antes disso, os ministros árabes das Relações Exteriores terão um encontro, quarta-feira, no Cairo.Neste sábado, Qatar propôs organizar uma cúpula árabe extraordinária para discutir os ataques aéreos israelenses, que deixaram 225 mortos na Faixa de Gaza.

Link para ver vídeo do ataque israelense:
Clique.

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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

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