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sexta-feira, dezembro 3

Brasil - Diplomacia anti-Israel? Pela Guerra ou pela Paz?

Polêmica...
Movimentos de Israel...
O governo brasileiro, através do Ministro Celso Amorim, considerado um dos mais importantes homens públicos na atualidade, sempre se dispôs, na questão da Palestina,  - leia-se Israel e as comunidades palestinas, O Estado Palestino - A Autoridade Palestina, e outros países, que não dividem o mesmo espaço territorial na Palestina, leia-se Irã e Iraque - a primeiro falar com estes países e depois com Israel, numa clara preferencia da diplomacia e geo-política internacional, no centro do governo brasileiro.
Sempre visitando primeiro Arafat e outras autoridades palestinas e árabes, não indo a Israel, mesmo estando na Palestina.
Foi assim, em vários casos.
Apoiando o Irã, na questão nuclear, em detrimento de um quadro melhor para o Mundo.
Também no caso da energia atômica, esteve sempre ao lado do Irã, com a expectativa frustrada de ser o interlocutor internacional, que daria voz as pretensões do governo iraniano de Ahmadinejad e seu Clérigo.
Agora, voltando no tempo, ao apagar das luzes do atual governo, este quadro diplomático, demonstra mais uma vez sua preferencia pelo outro lado, em detrimento as posições consolidadas por Israel, durante a Guerra dos 6 dias, quando Israel conquistou e ampliou suas terras, além do trecho, em que estava restrito, após a conquista de sua autonomia como Nação existente na Palestina, através de Regulamentação definida em Assembléia da ONU, inclusive com a participação da representação diplomática brasileira, com voto de Oswaldo Aranha.
É claro que Israel, teve resultados consideráveis como decorrência da guerra. 
As fronteiras sob controle eram agora maiores e incluíam as Colinas de Golã (controle dividido com os sírios), a Cisjordânia ("Margem Ocidental") e a Península do Sinai com controle dividido com os egípcios. 
- O principal, o controle de Jerusalém foi de considerável importância para o povo judeu por causa do valor histórico e religioso, já que a cidade foi judaica até a quase 2000 anos atrás, quando os romanos expulsaram os judeus. 
Depois, com o passar dos séculos, Jerusalém esteve quase sempre sob o controle de grandes Impérios, como o Bizantino, o Otomano e o Britânico, sendo que, apenas após a Guerra, voltou controle do s judeus.
Quando o Brasil define uma posição favorável, aos territórios antes de 1967, à partir da Correspondência Diplomática abaixo, entre os Presidentes, Sr. Luis Ignácio e Sr. Mahmoud Abbas num Documento Oficial, traz à tona, anos, décadas de lutas e sangue, para ambos os lados, sobre uma posição 'consagrada', e que está na mesa de negociações, por anos à fio.
Em Agosto de 1967, líderes árabes reuniram-se em Cartum e anunciaram uma mensagem de compromisso para o mundo: não às negociações diplomáticas e reconhecimento do Estado de Israel, que lhes havia causado um grande prejuízo. 
Tal guerra amplificou muito a aversão ao Estado israelense, no mundo islâmico, onde hoje, países que nunca tiveram atrito com Israel, cortaram relações em definitivo com este, como praticamente todos os países árabes (tal qual Irã e Iraque), e claro, a Autoridade Palestina, [Estado Palestino], além do cultivo de um estado litigioso/religioso contra Israel, chegando-se tal aversão a até países muçulmanos distantes como alguns asiaticos e africanos.
Há uma tensão pelo axioma sem resolução:
Israel não atende a Resolução da ONU n.º242-11-1967 [devolver os territórios conquistados em 1967], e os que são [rudimentarmente] contra a estada de Israel, na região da Palestina e esta ocupação, se recusam a aceitar o reconhecimento de Israel como Nação, e vizinho na Palestina, uma situação datada desde  o nascimento do Estado de Israel em 14 de maio de 1948 e.C. – 5 de Iyar de 5708. 
E logo à seguir, foram atacados e venceram uma guerra perdida, pois era uma Nação sem estrutura.
Lembramos que Israel já devolveu o Sinai aos palestinos.
Será que os diplomatas, que estão no contrôle da diplomacia querem esquecer, estes dados, que passaram pela discussão de nomes, como:
Moshe Dayan
Yasser Arafat
Nasser
Rei Hussein
Secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger
Ministra Golda Meir
Ariel Sharon
Anwar el-Sadat 
Yitzhak Rabin
Jimmy Carter
Bill Clinton
Mubarack
Ou como dizem os especialistas em Diplomacia do Oriente Médio:
"...em 1967, 20 anos depois da criação do estado israelense, ainda havia a percepção por parte de uma maioria das populações e das lideranças árabes de que a criação de Israel poderia ser revertida.
"A guerra de 1967 marcou o momento em que o estado israelense garantiu a sua existência, mesmo no seio de uma ampla população hostil
.""
"Nos primeiros anos que se seguiram a guerra de 67, a qualidade de vida desta população aumentou enormemente porque os israelenses estavam ávidos pela mão-de-obra palestina".
As Tv's estão dando a notícia com destaque, pois, a posição do Brasil, remonta e reaviva, um quadro de belingerancia, que vem sendo desmontado, por anos, como uma bomba programada, para explodir,  num momento, que ninguém sabe.
A Igreja sabe porque tudo isto!
Porém...
Como propositora da Paz, queremos uma posição que não destrave o lacre, e inicie um novo quadro de luta aberta no Oriente Médio...
Leia a Polêmica Carta do Brasil, ou melhor, a correspondência entre Brasil e a Autoridade Palestina.
Considerando que o Presidente do Irã, um dos amigos de última hora do Brasil, não considera que houve Holocausto - morte de 6.000.000 de judeus na 2ª Guerra Mundial - 1939-1945.
Correspondência entre Abbas e Lula sobre reconhecimento da Palestina 
Leia na íntegra correspondência entre Abbas e Lula sobre reconhecimento da Palestina 
03/12/2010 - 13h50 - Do UOL Notícias *  Em São Paulo 
Carta de Abbas a Lula
(Tradução não-oficial) 
Sua Excelência Luiz Inácio Lula da Silva Presidente da República Federativa do Brasil Brasília
24/11/2010 
Saudações, 
Inicialmente, gostaríamos de estender a Vossa Excelência nossas felicitações pelo sucesso das eleições gerais no Brasil, louváveis por sua elevada transparência e pelo alto nível do processo democrático, que levaram à vitória a candidata de seu partido como nova Presidente da República Federativa do Brasil. É com satisfação que também saudamos entusiasticamente o seu Governo, testemunha de um período de prosperidade econômica e mudança política qualitativa, que inscreve Vossa Excelência na história política moderna do Brasil. 
Senhor Presidente,

quinta-feira, novembro 11

Paz? Quando haverá Paz?


O que o profeta Elias diria desta cena?
- “Israel não conhece o seu Deus?”
Israel está cauterizado?
1 Rs.18.24,25. Então invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do Senhor; e há de ser que o deus que responder por meio de fogo, esse será Deus. [...] Disse, pois, Elias aos profetas de Baal: Escolhei ... um dos novilhos, e preparai-o...
36-39;41,45. ... sendo já hora de se oferecer o sacrifício da tarde, o profeta Elias se chegou, e disse: Ó Senhor, Deus de Abraão, de Isaque, e de Israel, seja manifestado hoje que tu és Deus em Israel, [...] conforme a tua palavra tenho feito todas estas coisas. Responde-me, ó Senhor para que este povo conheça que tu, ó Senhor, és Deus, [...] Quando o povo viu isto, prostraram-se todos com o rosto em terra e disseram: O Senhor é Deus! [...] ...disse Elias a Acabe: Sobe, ... porque há ruído de abundante chuva. Sucedeu que, à sétima vez, disse: ... se levanta do mar uma nuvem, do tamanho da mão dum homem: ... disse Elias: Sobe, e dize a Acabe: ... desce, para que a chuva não te impeça. E ... em pouco tempo o céu se enegreceu de nuvens e vento, e caiu uma grande chuva.
Este não é um texto negativista sobre a relação palestinos e israelenses.
Cremos que em Jesus há paz para todos os povos, e nações, judeus, gregos, palestinos e árabes.
Mas, o que está em foco neste texto é a questão sobre a crença em um único Deus - O Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Deus de Abraham, Yacov, Moshe.
Ou a qual Deus, Israel deve clamar nesta hora, como seu Deus e resolvedor de todas as suas necessidades?
Haja Paz em Israel, oremos por Jerusalém, as Escrituras dizem - prosperarão aqueles, que assim oram. 
Haja paz na Palestina...deve ser a nossa oração.
Quanto a Israel deve buscar rever a sua história para que a verdadeira chuva venha sobre esta Nação.
Oro pela chuva, para atingir a toda a Palestina.
Afinal, a chuva e o sol diz as Escrituras nasce e desce dos tesouros de Deus sobre todos os povos da Terra.
11/11/2010 16h26 - Atualizado em 11/11/2010 16h39

Cristãos, judeus e muçulmanos oraram em conjunto perto de Belém.
Oriente Médio é castigado por forte seca.

Da AFP
Palestinos muçulmanos e cristãos e colonos israeleses reuniram-se nesta quinta-feira (11) em uma região da Cisjordânia para rezar juntos, pedindo que chova na Terra Santa, atingida por uma forte seca.
Jr.6. 14. Também se ocupam em curar superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz.
Dezenas de pessoas, palestinos e colonos judeus de Goush Etzion, sul de Belém, reuniram-se perto da região de Al-Walajah, próximo a Belém, ao chamado de Eretz Shalom (Terra de Paz), uma organização pacifista integrada por israelenses e palestinos.
Cristão, judeus e muçulmanos dão-se as mãos durante encontro para oração nesta quinta-feira (11) na Cisjordânia. (Foto: AFP)
Após alguns discursos, os representantes das três religiões monoteístas -imãs, rabinos e um sacerdote ortodoxo- rezaram para pedir chuva.
De forma simbólica, os participantes da cerimônia cultivaram juntos um terreno próximo ao local, chamando-o de "campo de paz".

domingo, agosto 29

Desejar o Mal a alguém é uma boa Lição?

Qual é o verdadeiro sentido da religião?
Desejar o Mal a alguém é uma boa Lição?
Oração pelo dano de outrem não faz parte do conteúdo da Verdadeira Religião.
O Profeta Jeremias ensina qual é o desejo de Deus, mesmo quando o homem está errado.
Jr.29.11. Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança.
O uso do nome de Deus a favor da nossa vontade, é uma descaracterização de uma verdadeira Oração a Deus.
Estas notícias, abaixo mostram o quanto à ‘religiosidade’ cega, vem usando o nome de Deus para declarar ódio, em nome de causas pessoais ou nacionais, ainda que haja erros pelos que são objeto, da descarga da ‘ira santa’ dos líderes religiosos.
Não se pode transformar o modo da oração sob a orientação de Cristo, que nos ensina o amor verdadeiro, e o perdão.
Cada qual tem o direito pessoal de demonstrar a sua revolta com uma situação, à seu ver, prejudicial a si, a seu povo ou contra a discriminação entre os povos.
A causa palestina é um caso oriundo da própria dureza de cerviz de Israel, a xenofobia francesa vem sendo uma marca na, UE- União Européia, contra aqueles que antes eram a mão-de-obra barata, e agora são considerados culpados pelas mazelas econômicas, que rondam o Velho Continente.
Mas, a França tem sido a mais forte perseguidora, já podemos apontar com esta pecha, das religiosidades alheias, sejam de qual ramo for e até mesmo dos direitos pessoais internacionais de quem vive ou passa pelo seu território.
A França já decretou, a retirada, de símbolos cristãos de prédios públicos e salas de aula, já se pronunciou contra o uso de imigrantes de origem oriental, de turbantes [chador] ou burcas e até mesmo do véu...
Aliás, os personagens em destaque, pensam de maneira diversa, enquanto um quer a destruição de um povo, outro busca lutar contra xenofobia que grassa na França.
O Deus, a quem eles dizem orar, para danos aos seus objetos de ‘oração’, é um Deus que não faz acepção de pessoas.
O rabino diz clamar por uma ‘peste’ contra os palestinos, deveria ler a Tanach, que orienta, não perseguir o estrangeiro, ou quem não é de sua etnia, em suas terras.
Dt.10. 17. Pois o Senhor vosso Deus, é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem recebe peitas [suborno];
Ex.22.21. Ao estrangeiro não maltratarás, nem o oprimirás; pois vós fostes estrangeiros na terra do Egito.
Lv.24. 22 uma mesma lei tereis, tanto para o estrangeiro como para o natural; pois eu sou o Senhor vosso Deus.
O Padre católico apostólico romano deveria ler e exercitar a Oração do Pai Nosso..
Mt.6. 9-13. Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal. [Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre, Amém.]
O melhor exemplo é o legado de Martin Luther King, pastor batista americano que ensinou que lutar por direitos e discriminação pode ser feito, com pregações e com passeatas não violentas.
Desmond Tutu, bispo católico sul-africano é outro exemplo.
Leia trechos do mais famoso sermão de King.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.[...]Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.[...]Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.
Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado”.
Homens que não precisaram praguejar ou odiar os seus adversários, mas ensinar a Lição de buscar seus direitos, mas não agredir o ofensor, com ‘orações’ ou ‘pestes’.

Rabino israelense diz que Abbas e palestinos deveriam morrer.

29/08/2010 09h52 - Atualizado em 29/08/2010 10h24

Ovadia Yosef é líder espiritual do partido Shas, que faz parte do governo.
Primeiro-ministro israelense e Abbas devem retomar negociações na quarta.

Um influente rabino israelense disse que Deus deveria enviar uma praga contra os palestinos e seu líder, pedindo sua morte num violento sermão antes do início das negociações de paz no Oriente Médio na próxima semana.
"Abu Mazen e todas essas pessoas malignas deveriam desaparecer da terra", disse o rabino Ovadia Yosef, líder espiritual do partido religioso Shas - que faz parte do governo -, num sermão na noite de sábado, chamando o presidente palestino pelo seu nome popular.
"Deus deveria atacá-los e a esses palestinos - malvados que odeiam Israel - com a praga", declarou o rabino de 89 anos em seu sermão semanal frente a fiéis, que teve partes transmitidas pelo rádio israelense no domingo.
O clérigo israelense fez comentários semelhantes antes. O mais conhecido foi em 2001, quando pediu a aniquilação dos árabes e disse que era proibido ter piedade deles. Depois ele afirmou que estava se referindo apenas a "terroristas" que atacam os israelenses.
Seus comentários mais recentes não tiveram respostas imediatas de líderes palestinos nem israelenses.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e Abbas devem retomar negociações diretas de paz na quinta-feira em Washington, na primeira reunião do tipo em 20 meses, num processo de paz que inclui compromissos de ambas as partes para evitar provocações.

Padre diz rezar por infarto de Sarkozy após expulsão de ciganos.

22 de agosto de 2010 | 14h 18
REUTERS
Vários padres criticaram neste domingo a decisão do presidente francês, Nicolas Sarkozy, de expulsar centenas de ciganos da França, e um padre disse ter rezado para que Sarkozy sofresse um ataque cardíaco.
O padre Arthur Hervet, da igreja Saint-Martin d'Esquermes de Lille, no norte da França, disse que recorreu a Deus por não acreditar que as autoridades não tenham planos de ajudar os ciganos, mas só de deportá-los.
"Eu rezo, com o seu perdão, para que o senhor Sarkozy tenha um ataque cardíaco", disse o padre de 71 anos, acrescentando que está acontecendo uma guerra contra a comunidade cigana.


O padre Hervet disse que devolveria sua medalha de honra ao mérito nacional ao ministro do Interior, Brice Hortefeux, como protesto.
Na quinta-feira, a França começou a mandar centenas de ciganos de volta à Romênia e à Bulgária, como parte do plano de controle ao crime e à imigração ilegal de Sarkozy.
Grupos de direitos humanos e partidos de oposição condenaram a ação do governo e disseram que a decisão iria estigmatizar ainda mais a comunidade cigana. Cerca de 200 ciganos foram repatriados na quinta e na sexta-feira.
O ministro do Interior francês disse, porém, que o governo seguirá com seu objetivo de desmantelar 300 acampamentos ilegais dentro de três meses e de repatriar 700 ciganos.
(Reportagem de Yves Clarisse e Pierre Savary) 

domingo, março 21

Lula se curva em Jerusalém, diante dos mortos no Holocausto...

Lula é criticado em visita a Museu do Holocausto.
Sl.122.6. Orai pela paz de Jerusalém; prosperem aqueles que te amam.

Em recente viagem diplomática a Isarel, e Oriente Médio o presidente Luís Ignácio Lula sa Silva, ao depositar flôres no Museu do Holocausto, necessitou quase ajoelhar-se , curvando-se para cumprir o ritual do protocolo cerimomial, uma demonstração de respeito a Israel, e também de humildade, em nome da quebra de tensão na região.
Lula ainda esteve no território palestino, onde inaugurou a Rua Brasil, uma homenagem palestina ao Brasil.Apesar da visita, Lula foi muito contestado em Israel devido a suas posições mais próximas aos palestinos e por não ir ao Túmulo do homem que lutou pela Instalação do Estado Israelita Theodor Herzl, já que o Brasil teve papel fundamental na consolidação do movimento sionista e não apenas através de Oswaldo Aranha na ONU.
Do Diário OnLine
Com Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou, nesta terça-feira, passada um dos locais considerados mais importantes para os judeus em Israel: o Museu do Holocausto.


Lula no Parlamento – Israel.


O centro, erguido na capital israelense, Jerusalém, é uma homenagem a vítimas do regime nazista, responsável pela morte de seis milhões de pessoas.
"Eu acredito que a visita ao Museu do Holocausto deveria ser quase obrigatória a todo ser humano que quer governar uma nação", disse Lula.
"A humanidade deve repetir todos os dias, quantas vezes for necessário, ''nunca mais'', ''nunca mais'', ''nunca mais''", ressaltou, de acordo com a agência BBC Brasil.
Depois da visita ao museu, o presidente plantou uma árvore no Bosque de Jerusalém. O plantio de árvores também faz parte da tradição- representa a continuidade da vida e a crença em algo divino.
A ida de Lula ao museu, no entanto, não desfez um mal-estar causado por sua desistência de visitar o túmulo de Theodor Herzl - fundador do movimento sionista cujo aniversário de 150 anos está sendo celebrado pelo governo de Israel.
A decisão de Lula gerou críticas de alguns setores da sociedade israelense.
Segundo a imprensa local, por causa da recusa de Lula, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, boicotou seu discurso no Parlamento israelense.
Pela mesma razão, o chanceler teria se ausentado durante o encontro de Lula com o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu.
Lieberman, líder do partido ultranacionalista Yisrael Beitenu ("Israel, nosso lar", em tradução livre), é conhecido por suas posições duras com relação ao Irã e à Palestina. O chanceler ainda não se pronunciou oficialmente sobre o episódio.
O porta-voz da Agência Judaica, Michel Jankelowitz, classificou de "insulto" a recusa de Lula para visitar o túmulo de Theodor Herzl. "Lula entraria para a história como o primeiro chefe de Estado a se recusar a prestar essa homenagem a Israel", disse.
Para ele, a decisão compromete as ambições do governo brasileiro de participar das negociações de paz no Oriente Médio. Lula tenta lançar o Brasil como mediador numa eventual retomada do processo de paz entre israelenses e palestinos, que está paralisado desde dezembro de 2008.
Agenda realizada-
Lula desembarcou em Belém, cidade ocupada pelos palestinos, onde se reuniu com o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, e empresários. Como em Jerusalém, o presidente defendeu a busca por um acordo na região e o direito de os palestinos terem seu território.
Lula visitou uma das áreas mais violentas da Cisjordânia - a cidade de Ramallah.
No local, ele inaugurou uma rua chamada Brasil e levou uma oferenda em homenagem a Yasser Arafat, um dos principais líderes palestinos.

Durante mais de quatro décadas Arafat defendeu uma tentativa de acordo com os israelenses, cuja ação envolve críticas e elogios.

Em seguida, o presidente brasileiro seguiu para a capital da Jordânia, Amã, onde encerrou sua visita ao Oriente Médio.

Fonte:
Diversas
Coluna de Luis Nassif

sábado, dezembro 27

GAZA EM CHAMAS! HAMAS PROMETE REVIDE - OLMERT DIZ QUE ERA NECESSÁRIO

Bombardeiro em ação!

GAZA:Atingidos e mortos pelo bombardeio!
GAZA:Focos de incêncdio do ataque!
GAZA:Casas e carros destruídos no ataque!
Já publicamos nesta página duros momentos vividos pela população que vive na região de Gaza, incluindo palestinos, egípcios e até mesmo israelenses, como a noiva que atravessou a faixa demarcada por Isarel para casar-se e sabendo que não poderia voltar para Israel, após o casamento com um Palestino.
Mas, parece-me que este poderá ser um ataque que proválvemente iniciará uma escalada do TERROR, maquela Região, já tão sofrida no Oriente Médio, espero que as consequências não levem à uma Guerra total entre os Israel e os países árabes, num momento em que o EUA e Isarel estão em transição de Governo e o governo Bush em baixa de poder e autoridade.
É preciso orar pelos povos que vivem este enfrentamento!
Entenda o início deste novo conflito:
Neste sábado foram registrados em Gaza os ataques mais violentos desde o fim da trégua entre Israel e o Hamas, anunciada há pouco mais de uma semana, no dia 19 de dezembro.
O governo de Israel declarou que gostaria de renovar a trégua, mas o Hamas não aceitou e responsabilizou o país pelo bloqueio à Faixa de Gaza, que impede a entrada de alimentos e combustível no território palestino.
No mesmo dia em que a trégua terminou, um barco carregado com ajuda humanitária rompeu o bloqueio israelense e chegou ao território palestino.
O Dignity, uma embarcação de 20 m que partiu do porto cipriota de Larnaca, levou leite e medicamentos aos palestinos.
Autoridades israelenses, entretanto, defendem o bloqueio, dizendo que ele é necessário para isolar o Hamas e impedir que militantes palestinos disparem foguetes contra cidades israelenses na fronteira.
Os dois lados se acusaram mutuamente de violar o pacto. Com o fim do prazo para sua renovação, ambos disseram que iam responder a ataques do outro lado, mas não tomariam a ofensiva.
No dia seguinte ao fim da trégua, um miliciano das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, o braço armado do Fatah, morreu e outros dois ficaram feridos em um bombardeio aéreo israelense na cidade de Beit Lahia, no norte da Faixa de Gaza.
Um porta-voz israelense afirmou que o alvo do ataque era uma célula de palestinos que se preparava para lançar foguetes Qassam contra o sul do país. A vítima fatal foi identificada como Ali Heyazi, 25 anos.
No dia 22, o governo israelense de transição se reuniu para debater a atitude que deveria tomar diante dos tiros vindos de Gaza, dois dias depois da expiração da trégua entre o Estado hebreu e o Hamas.
Na rádio pública, o vice-primeiro-ministro Haim Ramon assinalou a vontade de Israel de tirar o Hamas do poder em Gaza e disse que o período de trégua foi prejudicial para os israelenses. "O cessar-fogo reforçou o Hamas e nos enfraqueceu ao mesmo tempo militar e diplomaticamente, Devemos tirar conclusões de mudar de política", indicou.
No mesmo dia, Israel mudou o tom e sugeriu uma nova trégua com o Hamas, após uma semana de ameaças crescentes contra o grupo islâmico palestino. "A calma, naturalmente, é uma alternativa, e é uma alternativa que pode ser seriamente examinada", disse o ministro do Bem-Estar, Isaac Herzog, à Rádio Israel.
O líder mais influente do Hamas em Gaza, Mahmud Zahar, no entanto, afirmou que a organização só renovaria a trégua caso o Estado hebreu se comprometesse a suspender o bloqueio contra o território palestino. "Pedimos a Israel que respeite as condições da trégua e concretize seus compromissos, especialmente que interrompa as agressões e abra as passagens", afirmou.
No dia 24, o Hamas, voltou a lançar foguetes e obuses contra o sul de Israel a partir do norte da Faixa de Gaza e ameaçou intensificar seus ataques contra o território hebreu, enquanto os israelenses respondiam com um ataque aéreo.
Dois dias depois, Israel abriu as passagens fronteiriças com a Faixa de Gaza para permitir a entrada de um comboio de 90 caminhões com ajuda humanitária. Parte da carga foi oferecida pela presidência egípcia, que faz a mediação nos esforços para que Israel e Hamas, que controla Gaza, renovem a trégua.
O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, já tinha advertido os militantes do Hamas para que parassem de lançar mísseis, caso contrário pagariam um preço alto. Apesar do gesto positivo, cerca de doze mísseis e bombas foram lançados de Gaza contra Israel. Um deles acidentalmente atingiu uma casa em Gaza, matando duas irmãs palestinas de 5 e 13 anos e ferindo uma terceira, segundo os médicos.
A disputa
A região do Oriente Médio historicamente é palco de sangrentos conflitos entre povos de origem árabe e judeus. A Faixa de Gaza é disputada entre Israel e povos palestinos assentados no local. A área não pertence a nenhum Estado soberano.
Em conjunto de acordos firmados entre maio de 1994 e setembro de 1999, Israel transferiu para a Autoridade Nacional Palestina (ANP) a responsabilidade pelas áreas povoadas por palestinos. O reconhecimento de um 'status' permanente para a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram interrompidas com o início da Segunda Intifada, em setembro de 2000. Forças israelenses reocuparam a maioria das áreas controladas pelos palestinos.
Líder do Hamas diz que Gaza nunca será entregue a Israel
O líder do governo do Hamas na Faixa de Gaza prometeu neste sábado, em uma mensagem aos palestinos, que Gaza nunca será entregue a Israel, seja qual for a força utilizada contra o território.

Damasco, 27/12/2008 - Exilado em Damasco, Khaled Meshaal pediu que o povo palestino se levante contra Israel.
"Não vamos deixar nossa terra, não vamos levantar bandeiras brancas e não vamos ficar de joelhos, exceto diante de Deus", disse Ismail Haniyeh a um site da Internet.
"Há sangue por todo lugar, há feridos e mártires em todas as casas e em todas as ruas. Gaza hoje foi decorada de sangue... Pode haver mais mártires e pode haver mais feridos, mas Gaza nunca será destruída e nunca vamos nos render", acrescentou Haniyeh.
Aviões e helicópteros de combate israelenses bombardearam a Faixa de Gaza neste sábado, deixando pelo menos 205 mortos no território controlado pelo Hamas, no dia mais sangrento para os palestinos em mais de 20 anos.
Reuters-AFP, com outras agências e dados de TV's internacionais.Com agências internacionais
Líder do Hamas já promete em noticiário nesta tarde [horário Brasília], revidar ao ataque de Israel

O número de mortos sobe para mais de 200.

O Primeiro-Ministro Olmert
Para israelenses, alvos eram "infra-estrutura terrorista";
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, afirmou neste sábado que a operação militar israelense na Faixa de Gaza terá longa duração e será ampliada se necessário.
"Não será fácil e não será curta", disse Barak a jornalistas.
Ehud Barak disse: "Há tempo de calma e tempo de luta, e agora chegou o tempo de lutar ".
Aviões e helicópteros de combate israelenses bombardearam a Faixa de Gaza, deixando mais de 200 mortos no território controlado pelo Hamas, neste sábado, no dia mais sangrento para os palestinos em mais de 20 anos.
Jihad Islâmica convocou MILITANTES.
Faixa de Gaza, 27/12/2008 - Uma das sedes do Hamas foi destruída durante o bombardeio.
A Liga Árabe realizará uma cúpula extraordinária, na próxima sexta-feira, em Doha, para tratar dos ataques israelenses contra o Hamas, na Faixa de Gaza, anunciaram alguns diplomatas, neste sábado, no Cairo, após uma reunião de embaixadores árabes dessa organização.
"Uma cúpula árabe extraordinária será realizada na sexta-feira, em Doha, para discutir os meios para pôr fim aos ataques israelenses contra Gaza", disseram.Segundo as mesmas fontes, antes disso, os ministros árabes das Relações Exteriores terão um encontro, quarta-feira, no Cairo.Neste sábado, Qatar propôs organizar uma cúpula árabe extraordinária para discutir os ataques aéreos israelenses, que deixaram 225 mortos na Faixa de Gaza.

Link para ver vídeo do ataque israelense:
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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

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