sábado, janeiro 31

Dia Mundial de Lembrança das Vítimas do Holocausto.

Mais uma polêmica da ICAR sobre o Holocausto.
Dia 27 de janeiro foi um dia especialmente difícil e de lembranças amargas, para os judeus em todo o Mundo.
1944 - Documento Inédito - Flagrante do estado deplorável que se encontravam os judeus, em 1944 quando desembarcaram na estação de trens de Auschwitz, na Polónia ocupada.
Dia de lembrar do Holocausto da 2º Guerra Mundial, realizado numa ofensiva nazista comandada por um tresloucado líder Adolf Hitler.
Uma Resolução da ONU definiu a data de 27 de janeiro como “Dia Mundial de Lembrança das Vítimas do Holocausto".

No Brasil, o Presidente Luís Ignácio Lula da Silva com alguns ministros de Estado, o Governador José Serra, o Prefeito Gilberto Kassab e algumas autoridades religiosas, inclusive o bispo católico estiveram na Congregação Israelita de São Paulo, para as comemorações deste dia.
Cerimônia solene e muito bonita com a ministração rabínica de uma benção em hebraico, especial para as autoridades e para o vice-presidente José Alencar que está hospitalizado, em recuperação de operação séria de retirada de tumores no abdômen.
Oremos pela paz na região e também pelo vice-presidente.
Infelizmente também nesta semana, como já noticiamos temos que ler sobre pessoas, pior sobre religiosos que negam a existência do Holocausto judeu, que causou a morte de mais de 6.000.000 de pessoas, entre elas 1.500.000 de crianças.Fatos comprovados por
Extensa documentação deixada pelos próprios nazistas testemunhos de sobreviventes
Pior, ainda foram religados com honras à Igreja que até pouco tempo estavam fora, por um Cisma [divisão] neste presente século XX-XXI.
Bispo que negou Holocausto pede desculpas ao papa.
Janeiro de 2009 Online
Richard Williamson se desculpou por 'embaraço e problemas desnecessários' mas não retirou os comentários.
REUTERS
CIDADE DO VATICANO - Um bispo tradicionalista que despertou ira entre judeus ao fazer declarações negando a existência do Holocausto pediu desculpas ao papa Bento XVI por ter causado "embaraço e problemas desnecessários".
Mas o bispo, Richard Williamson, não se retratou ou retirou os comentários, que ele classificou como "imprudentes" em carta postada nesta sexta-feira, 30, em seu blog e enviada ao Vaticano há dois dias.

O bispo lidera a ultraconservadora Sociedade de São Pio 10 (SSPX)

Williamson - um dos quatro bispos cujas excomungações foram canceladas pelo papa no último sábado, após 20 anos afastados - disse em entrevista à televisão sueca há uma semana: "Eu acredito que não houve câmaras de gás".

O bispo disse ainda que não mais que 300 mil judeus morreram em campos de concentração nazistas, ao contrário dos 6 milhões estimados pelos principais historiadores.
A entrevista, gravada em novembro, causou alvoroço entre líderes judeus e católicos progressistas, muitos dos quais consideraram que a conversa colocava em risco o diálogo de 50 anos entre judeus e cristãos.

Entre os que condenaram a entrevista estavam sobreviventes do Holocausto, o rabinato supremo de Israel e o escritor judeu e vencedor do Prêmio Nobel Elie Wiesel.

Na carta endereçada ao cardeal Dario Castrillon Hoyos, oficial do Vaticano responsável pelos contatos com o movimento tradicionalista, Williamson disse:"No meio desta grande tempestade midiática causada pelos meus imprudentes comentários na televisão sueca, eu imploro para que você aceite, respeitosamente, meu sincero pesar por ter causado a você e ao santo padre tamanho embaraço e problemas desnecessários".
Williamson, um britânico, não mencionou o Holocausto e não repudiou seus comentários, como queriam muitos judeus.

O papa Bento XVI expressou sua "total e inquestionável solidariedade" com os judeus na quarta-feira, em uma tentativa de diminuir a crise.

Williamson e outros três bispos foram expulsos há 20 anos quando foram ordenados sem a permissão do papa João Paulo, iniciando a primeira divisão na Igreja em tempos modernos. O papa Bento XVI cancelou as excomungações no último sábado, 25, numa tentativa de pôr fim à divisão.

O Holocausto.

Shoah – hb.

Em grego antigo: holo [todo] + causto [queimado]

Definição: genocídio executado pelo regime Nazista contra minorias étnico-religiosas, deficientes, homossexuais e opositores políticos do regime, através de perseguição e extermínio sistemático.

O regime Nazista é responsável por crimes contra a humanidade.

"A literatura revisionista, carente da mínima qualidade científica, constitui fundamentalmente um instrumento de propaganda de ideologias antissemitas, neonazistas e neofascistas, cujas únicas bases reais são a ignorância da documentação histórica, a má fé e o interesse por facilitar, concretamente, o caminho do poder a essas cosmovisões"

"A finalidade fundamental do revisionismo é apagar das mentes a lembrança do Holocausto - associado aos horrores do nazismo e, em menor medida, de outros regimes fascistas - para assim facilitar o alcance do poder político às formações com essas orientações ideológicas"

César Vidal, historiador espanhol.

Veja matéria sobre o assunto, na coluna: Notícias Gerais

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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

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