quarta-feira, novembro 25

ATIRANDO A PRIMEIRA PEDRA! UMA REFLEXÃO ATUAL.

O que faria Jesus?
Autor: Osvarela

A Igreja que atira pedras...

A lei diz, que a tal seja apedrejada!

Onde está a Luz da Igreja?

“Aquele dentre vós que está sem pecado seja o primeiro que lhe atire uma pedra”.

Vai-te, e não peques mais

Tenho notado, que muitas atitudes tomadas pela Igreja do Século XXI têm sido, frontalmente contrárias a atitudes de Nosso Senhor Jesus Cristo, Salvador da humanidade, para casos similares.

Entendo, que independente de época, a posição dos Evangelhos de Jesus Cristo, é sem sombra de dúvida O Referencial bíblico, sobre os mesmos temas ou temas similares.

Afinal, a desdita do homem e da mulher do século XXI, e sua solução, não poderá, jamais, deixar de ser parametrada pelo que Jesus, nos ensinou a respeito destes mesmos Temas.

O homem moderno tem os mesmos anseios, falhas e erros do homem dos tempos de Jesus de Nazaré, é o homem atribulado pelo pecado, sendo o homem ou mulher natural, até ter um encontro com Jesus, através da sua Agência aqui na Terra, a Igreja!

Para casos idênticos protagonizados por Nosso Senhor Jesus Cristo, com a finalidade de ensinar-nos a maneira correta, de nos posicionar junto aos que estão no erro, nesta nossa atualidade, Jesus Cristo nos deixou um legado, totalmente novo, para que, sob a mesma ótica, sermos sinóticos a Ele - Cristo, em ações similares.

Será que o passar do tempo, mudaria a ótica de Cristo para situações idênticas?

Assim, temos casos que são julgados repreensíveis pela Igreja, ou por alguns que a representam, e quando comparamos a mesma situação, por similaridade, vemos que a ação do Senhor seria, hoje, considerada, uma ação extremada.

Seja, pela não condenação daquele que pratica o erro, ou em relação ao encaminhamento de uma solução, com descortínio bíblico, em relação à Salvação e libertação do pecador.

Jesus jamais despediu alguém, encontrado em situação, de erro, endemoninhado, pré-julgado, ou até mesmo julgado como errado por seus acusadores, sem deixar de orientá-lo, mas sempre lhes deu uma chance de encontrar a solução espiritual, mesmo quando a lei os condenava.

Por que a Igreja, tem sido adepta da condenação, sem antes dar oportunidade, aqueles que cometem o erro?

Estamos mais próximos em alguns casos, dos fariseus e saduceus, sem valorar as condições do que eles significavam, pelo seu modo de pensar.

Muitas das vezes, temos sido mais cruéis do que eles.

Condenamos o pecado?

Sim.

Mas, sempre daremos oportunidade e mais uma chance, ao pecador.

É isto, que aprendo com Jesus Cristo no seu Ministério terreno.

Cabe a Igreja estar do lado do pecador e influenciá-lo a um encontro com o Amor de Deus, e não estar ao lado daqueles, que como os fariseus, condenam os pecadores e os massacram, antes de lhe dar uma chance de experimentarem o perdão deste Deus de Amor!

Será que nos esquecemos das orientações de Jesus sobre estes necessitados espirituais?

Esquecemos suas lições?

Eis a questão a ser abordada no seio da Igreja.

Jesus, sempre espantava, maravilhava e deixava sem saída, aos seus acusadores, interrogadores e interlocutores, fossem saduceus, fariseus, escribas, ou príncipes das Sinagogas, e do Sinédrio.

Lendo as Escrituras encontramos Jesus discutindo, os mais variados temas com estes grupos.

Sepulcros caiados.

Algozes do pecador.

Algozes de Cristo.

Qual deve ser o lado da Igreja nestes casos?

De que lado, devemos ficar?

O que me chama a atenção é a forma absolutamente diferenciada, da ótica do Amor de Jesus, diante dos seus inquiridores, na interpretação de fatos e casos, ou no julgamento de pessoas acusadas, pelos tais.

Cristo mudaria sua ótica, diante dos necessitados do século XXI?

Assim, encontramos Jesus sendo questionado, se ele poderia dizer, que era Filho de Deus, sem ter o testemunho verdadeiro de duas pessoas.

João 8.13. ...os fariseus: Tu dás testemunho de ti mesmo; o teu testemunho não é verdadeiro...Jesus: Ainda que eu dou testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro; porque sei donde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis donde venho, nem para onde vou.Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo.E, mesmo que eu julgue, o meu juízo é verdadeiro; porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou.Ora, na vossa lei está escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro.Sou eu que dou testemunho de mim mesmo, e o Pai que me enviou, também dá testemunho de mim.Perguntavam-lhe, pois: Onde está teu pai? Jesus respondeu: Não me conheceis a mim, nem a meu Pai; se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai.

A Lei e o julgamento na ótica de Jesus:

Temos casos de questionamento sobre a interpretação dos Mandamentos da Lei Mosaica.

Jesus responde sobre o assunto, com uma ótica inquestionável e sem ferir a Lei, deixando seus interlocutores sem saída e sem ter como acusa-lo de ferir a Lei.

Assim acontece com a questão do mais importante Mandamento: O Amor.

Questionado, pelos seus acusadores e detratores, quanto ao maior mandamento da Lei, Jesus dá uma resposta única sobre o tema.

Mt.22.34 Os fariseus, quando souberam, que ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se todos; e um deles, doutor da lei, para o experimentar, interrogou-o, dizendo: Mestre, qual é o grande mandamento na lei? Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.[...]E ninguém podia responder-lhe palavra; nem desde aquele dia jamais ousou alguém interrogá-lo.

Ora, Jesus condicionou ao primeiro Mandamento ao atendimento e prática, pela importância do segundo, uma vez, que condicionou ao segundo, a verdadeira prática do primeiro: “Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas”.

Sem a prática do segundo anula-se a prática do primeiro.

Quem pratica o Primeiro, sempre praticará o segundo e vice-versa, não há lógica na prática de apenas um, pois a semelhança entre ambos, leva a prática de ambos.

“Essa é uma forma de olhar positivamente para as Leis de Deus.Ao invés de nos preocuparmos com o que não devemos fazer, devemos nos concentrar em tudo aquilo que podemos fazer para demonstrar o nosso amor a Deus e ao próximo”.Nota Bíblia de Estudo.

Salvar é prioridade para Jesus Cristo.

Mt.18.11. Porque o Filho do homem veio salvar o que se havia perdido.Que vos parece? Se alguém tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará as noventa e nove nos montes para ir buscar a que se extraviou? E, se acontecer achá-la, em verdade vos digo que maior prazer tem por esta do que pelas noventa e nove que não se extraviaram. Assim também não é da vontade de vosso Pai que está nos céus, que venha a perecer um só destes pequeninos.

Dê-me uma chance!

Gritam os pecadores aos nossos ouvidos.

Como reagiremos?

Apontando o dedo e lhes mostrando o erro em condenação ou abraçando-os em amor?

Parece-me que a questão principal do que Cristo pregou, estava particularmente em dar uma oportunidade ao pecador, em ser salvo, resgatado da sua maneira de viver e mudar de vida.

Mas, parece-me que nós estamos saltando etapas e condenando juntamente com o mundo farisaico aqueles que não tiveram a chance de conhecer a Deus e cometem pecados e vivem em sua prática.

As Escrituras relatam o caso singular, citado no Evangelho de João, sobre uma mulher flagrada no ato de adultério.

É um caso Referencial para a Igreja nos dias de hoje.

João 8.1. Mas Jesus foi para o Monte das Oliveiras [...]e Jesus, sentando-se o ensinava....os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; e pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério.Ora, Moisés nos ordena na lei que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?[...] Jesus, porém, inclinando-se, começou a escrever no chão com o dedo...como insistissem em perguntar-lhe, ergueu-se e disse-lhes: Aquele dentre vós que está sem pecado seja o primeiro que lhe atire uma pedra.E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.Quando ouviram isto foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos, até os últimos; ficou só Jesus, e a mulher ali em pé.Então, erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém senão a mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?Respondeu ela: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu te condeno; vai-te, e não peques mais...Jesus ...dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida.

Para mim este é o Parâmetro a ser seguido.

Cabe a Igreja apontar mais, a Luz do Mundo e deixar de julgar menos.

Fonte:

Bíblia cortesia Tio Sam.

Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.ARC - CPAD

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