domingo, março 18

ATUALIZAÇÃO-00:10-URGENTE- Mulheres Cristãs Em Viagem Ao Egito Foram Sequestradas Por Beduínos na Volta Ao Cairo - Já foram libertadas, diz Pastor e Pai de Uma Das Sequestradas.Veja Também:Morreu O Papa Da Igreja Ortodoxa Egito.Igreja Copta!


Mulheres sequestradas no Egito foram libertadas, diz pastor.
ATUALIZAÇÃO: 
Uma das brasileiras sequestradas no Egito, Sara Lima Silvério, de 18 anos, disse na noite deste domingo (18) que foi bem tratada pelos beduínos, que a levaram para um vale no meio do deserto.
"Não me tocaram. Não molestaram nenhuma de nós. Eles não foram agressivos com a gente", disse, após chegar ao hotel escoltada por generais do Exército egípcio. 
Ela e a amiga Zélia Magalhães de Mello, de 45, foram libertadas sem ferimentos do cativeiro após negociações.
"A gente foi tirada do ônibus, colocada dentro de um carro. Levaram a gente para o meio do deserto, no Vale do Sinai. Lá eles colocaram um tapete no chão, a gente sentou e eles deram várias cobertas. Depois, serviram chá, serviram comida", contou ao G1, por telefone, do Egito.
Segundo ela, quando iam ao banheiro, os sequestradores não a acompanhavam, preservando a intimidade. 
"A gente orou por nove horas, desde o momento em que fomos levadas até o momento em que chegamos ao hotel."
As TV's confirmaram a notícia através de seus correspondentes internacionais e das Agências Internacionais.
18/03/2012 20h27 - Atualizado em 18/03/2012 21h36

Beduínos sequestraram neste domingo (18) duas jovens turistas brasileiras na Península do Sinai, no Egito, segundo a assessoria de imprensa do Itamaraty e fontes locais.
As jovens estavam em um ônibus de turismo que levava aproximadamente 40 brasileiros que vinham do histórico Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina, no sul da península.
O ônibus foi interceptado por um grupo de beduínos que sequestrou, além das duas brasileiras, o segurança do ônibus, que é egípcio e estava armado, segundo fontes do Itamaraty.
Os sequestradores colocaram os reféns em um carro e fugiram para uma região montanhosa, segundo autoridades egípcias ouvidas pelas agências Reuters e France Presse.
Não se sabe o motivo de os sequestradores terem escolhido as jovens como reféns.
O pastor Dejair Batista Silvério disse que ainda aguardava notícias da filha e da amiga, que viajaram em um grupo de 42 pessoas em uma excursão. 
Todos fazem parte da Igreja Evangélica Avivamento da Fé, que tem sede em Osasco, na Grande São Paulo.
'Falei com ela por telefone e ela disse: 'Pai, estou bem'', diz Dejair Silvério.
Segundo ele, a filha e a amiga foram liberadas sem ferimentos.
Thiago Reis Do G1 SP
Esta região, na qual já estivemo é localizada no sopé do Monte Sinai.
O Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina é um local de atração turistica, por sua singularidade, além do tempo de existencia, as suas atuais entradas e portas de acesso, foram mudadas da posição original.
Foi construído no sopé do Monte Sinai, no Egito, por ordem do imperador Justiniano I, entre os anos 527 e 565, à volta do local onde se pensa que existiria a sarça ardente, onde Moisés teria recebido as Tábuas da Lei. 
É atualmente o mosteiro cristão mais antigo ainda em uso para a sua função inicial. 
A sua localização numa região desértica é característica da antiga tradição do ascetismo.
Só se entra nele içado.
Era para ser mais uma daquelas caravanas, que se dirigem a Terra Santa e região, mas aconteceu o inesperado sequestro dos beduinos [postada no site da Igreja, ainda hoje, continua lá - clique e acese o site].
Eles sempre ficam e se movem naquela região, pousando em alguns lindos Oásis.
Os beduínos ficam naquela região, onde ganham a vida com seus rebanhos e famílias.
E mesmo junto ao Mosteiro onde ficam  alugando seus Camelos para os turistas.
Este deve ser algum grupo que quis chamar a atenção para lguma questão de suas tribos [...os beduínos reclamam em relação à maneira como são tratados pelo governo provisório egpcio].
Menos mal para as brasileiras, nossas irmãs que já estão chegando ao Hotel no Cairo,onde está a sua Caravana, liderada pelo Pr. Dejair.
O pastor Dejair Batista Silvério, de 60 anos, afirmou na noite deste domingo (18) que a filha dele Sara Lima Silvério, de 18 anos, e a amiga Zélia Magalhães de Mello, de 45, foram libertadas no Egito.
O Itamaraty confirmou a informação.
"Ela está viva. Falei com ela por telefone e ela disse: 'Pai, estou bem", afirmou o pastor, em entrevista ao G1, por telefone, do Egito. Segundo ele, Sara e Zélia, que foram liberadas sem ferimentos, serão levadas para o hotel onde o grupo da excursão foi hospedado. Todos fazem parte da Igreja Evangélica Avivamento da Fé, que tem sede em Osasco, na Grande São Paulo.
As duas foram levadas por beduínos que "metralharam" o ônibus onde eles estavam, a caminho do Monte Sinai. "Foi algo impressionante", desabafou o pastor, após saber da notícia da libertação.
Os turistas brasileiros haviam saído do Cairo e tomado uma estrada rumo ao Monte Sinai. "De repente, dois carros ultrapassaram o ônibus e eles desceram atirando. Foram vários disparos, de metralhadora e de fuzil. Eles atiraram na porta do ônibus. Achei que estavam até atirando na gente já. Foi então que eles entraram no ônibus e levaram as duas para fora", afirmou o pastor.
Pastor Dejair Batista Silvério, de 60 anos
Silvério disse não saber o porquê da escolha das duas. "Foi muito assustador. A gente pessou que fosse um assalto", afirmou.
 Amigos oram pelas brasileiras sequestradas no Egito (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
"No começo, a gente achou que eles iam usar as duas como reféns para roubar as pessoas do ônibus."
O ônibus foi interceptado por um grupo de beduínos que sequestrou, além das duas brasileiras, o segurança do ônibus, que é egípcio e estava armado, segundo fontes do Itamaraty.
Os sequestradores colocaram os reféns em um carro e fugiram para uma região montanhosa, segundo autoridades egípcias.
Os demais brasileiros que estavam no veículo foram escoltados por duas equipes das Forças Armadas egípcias para um hotel perto do Monte Sinai, segundo Silvério.
"Foi uma coisa tão rápida e chocante", afirmou. 
Ele agradeceu o governo brasileiro pela "rapidez" com que entraram em contato com as autoridades do Egito. 
"Recebi uma ligação do embaixador. Também fui avisado que o Itamaraty estava tomando as providências."
A intenção do grupo é cruzar a fronteira com Israel nesta semana e voltar ao Brasil no dia 27.
Fiéis de igreja de brasileiras sequestradas no Egito oram pela segurança delas, em Osasco (Foto: Eduardo Carvalho/G1)
Terceiro caso
Vários casos parecidos, envolvendo estrangeiros, ocorreram na região em 2012.
Em fevereiro, beduínos sequestraram três turistas sul-coreanos, pouco depois de um crime similar contra duas americanas e um guia egípcio, com a exigência de libertação de companheiros detidos.
Os turistas e o guia foram libertados rapidamente e sem ferimentos, assim como 25 trabalhadores chineses que haviam sido sequestrados em janeiro e que ficaram cerca de 20 horas como reféns.
Beduínos foram presos por conta de envolvimento em atentados praticados na região entre 2004 e 2006, que mataram cerca de 130 pessoas.
Além de pedir a libertação dos companheiros, os beduínos também relatam descontentamento em relação à maneira como são tratados pelo governo provisório egpcio, no poder desde a queda do ditador Hosni Mubarak no ano passado.
Os beduínos pegaram em armas para ajudar a rebelião que derrubou Mubarak, mas consideram que não foram recompensados por isso pela junta militar egípcia.
Isso aumentou a tensão e a violência na região, com com ataques a delegacias de polícia e explosões frequentes contra oleodutos que levam gás ao vizinho Israel.
A pouco habitada região abriga a maioria dos luxuosos resorts egípcios, ao mesmo tempo que é o local de moradia de grande parte da pobre população beduína.
A Morte do Papa Egípicio Ortoxo.

Cristãos se reúnem para prestar homenagens a papa egípcio da Igreja Copta.
18/03/2012 12h03 -
Corpo do Papa Shenouda III foi exposto para despedida de fieis.
Patriarca da igreja Copta morreu neste sábado (17), aos 88 anos.
Da Reuters
Cristãos se reuniram neste domingo (18) para prestar as homenagens finais ao papa Shenouda III, que buscou aliviar as tensões sectárias em suas quatro décadas na chefia da Igreja Ortodoxa do Egito, mas foi testemunha de conflitos cada vez mais frequentes com a maioria muçulmana da nação em seus últimos meses de vida.
O atrito piorou desde que o presidente Hosni Mubarak, que suprimia islamistas, foi deposto em 2011.
Desde então, Shenouda, que morreu no sábado (17) aos 88 anos de idade, muitas vezes clamou por harmonia e regularmente se reunia com muçulmanos e outros líderes.

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