segunda-feira, junho 18

A BOLHA DA ECONOMIA E JOSÉ DO EGITO - A ECONOMIA - APRENDENDO SOBRE A CRISE COM JOSÉ - COLUNISTA DO ESTADÃO VÊ A HISTÓRIA SOB A ÓTICA DE JOSÉ


UMA BOLHA DE FARTURA NO EGITO
ENTENDENDO A CRISE SOB A VISÃO DE JOSÉ
Nesta crônica o colunista do Estadão.com,  Roberto DAMatta descreve como a Bíblia se insere no moderno mundo da Economia e na Dança das Nações poderosas, nestes tempos de crise na Europa e nos EUA.
Dados como modelos a serem seguidos por todas, as nações a História mostra, como os grandes estão dando lugar aos emergentes.
Nada que História geral, e a Bíblia não mostrem cada qual sob um ângulo, físico antropológico e físico espiritual divino.

José do Egito é o Tipo desta dança das cadeiras, que o Escritor coloca muito bem, em seu texto, mas que demonstra que a Soberania de Deus permanece exaltando e humilhando, os pequenos e os poderosos, segundo seu querer Soberano.
É um texto para ler e meditar sobre ele, como a Bíblia pode e deve ser utilizada como modelo diário em tudo.Em tempos de Crises Monetária a Bíblia dá o caminho a ser seguido.
Para nós brasileiros, que temos baixo indice de Poupança é lição de José é Tempo de Planejamento de José.
As autoridades Monetárias mundiais, as Autoridades responsáveis pela Economia, dita sustentável - vide Rio+20, deveriam ler como Deus ensina;
-guardar;
-proteger;
-cuidar
-descansar os bens duráveis da Terra, que infelizmente são fruto de um processo de gasto das chamadas commodities, sem planejamento.
É tempo de um Novo José, seria se não houvesse desvio colossal no seio das grandes nações, muitas chamadas gigantes do protestantismo, que já passou e a Visão e o sonho destas autoridades, não são mais interpretados, mas são sonhos de Consumo.
É UMA PROVA CABAL PARA OS CÉTICOS, da importância das Escrituras na vida da humanidade.
Enquanto alguns acham Bíblia coisa de crente sem conhecimento, um colunista do maior jornal diário de São Paul,o usa as Escrituras de maneira, que possa fazer seus leitores entender, que precisamos sonhar os sonhos de José e como Deus pode usar um homem para mudar uma Nação e salvar o seu povo.
E mais, ainda sob a égide do vencedor de todos os obstáculos e perdoador dos erros dos seus irmãos, à despeito de suas agruras em cárceres e condenações sem justiça.
Obs. no texto o colunista expõe a sua forma de ver o mundo, não se atenha a certos angulos do texto, busque o foco no mitte sobre José.
Mais telefones em Chicago...
23 de maio de 2012 | 3h 09
Roberto DaMatta - O Estado de S.Paulo
mais telefones em Chicago do que em toda a América Latina! Ouvi essa frase do meu saudoso amigo Mário Roberto Zagari naquela São João Nepomuceno dos anos 50. Hoje, a tal América Latina tem milhões de telefones e o Brasil produz mais carrocerias de ônibus do que os tais Estados Unidos.
Houve um tempo no qual a Europa e os Estados Unidos concebiam-se como sociedades concluídas. Havia um início do mundo civilizado na Grécia e, depois dele, havia um mundo pronto e acabado - perfeito na sua autocomplacência etnocêntrica - naquela região do Hemisfério Norte em cujo oceano naufragou o Titanic - o maior e o mais avançado navio de passageiros que o mundo jamais havia visto.
Quando meu amigo me passou essa "informa-lição", eu fiquei tão assustado que não a esqueci. E aqui estou a dizer ao leitor que sou de um tempo mais ou menos antigo; de um tempo no qual havia uma cidade americana um tanto estranha. Essa Chicago que numa música é cantada como uma cidade especial; noutra é uma urbe cambaleante e é também um berço de bandidos que, no entanto, são presos.
* * * *
Se você chegou (Deus sabe como) a uma certa idade (que é sempre uma idade incerta), é impossível não ler os jornais sem se lembrar de José do Egito (filho de Jacó-Israel e Raquel), o decifrador dos sonhos do faraó e, ele próprio, um sonhador. Pois como entender a lógica dos sonhos sem sonhar?
Eis o sonho de José. "Fazíamos feixes no campo e, de repente, o meu feixe ergueu-se e ficou de pé, enquanto que os vossos puseram-se à volta e prostraram-se diante dele." Os irmãos interpretaram imediatamente o sonho de José. Esse sonho, disseram, significa que "tu reinará sobre nós, te tornarás nosso senhor?"
O filho favorito de Jacó despertava uma inveja incontida nos seus irmãos. E ele, ingênuo, falava muito e dividia os seus sonhos. Pior, ou tão grave quanto isso, era ser o filho preferido de Jacó. O texto bíblico explica a preferência, acentuando que José era filho da velhice de Jacó. O livro de Thomas Mann, José e Seus Irmãos, vale-se do espírito da narrativa - do poder conferido aos sonhos escritos; a isso que chamamos de "literatura", para explicar que José era um "sonhador". O que atraía o amor do seu pai era a sua capacidade de construir um mundo de sonhos.
De fato, mais adiante, quando José é visto pelos irmãos já possuídos pelo ressentimento (esse irmão mais novo da inveja) e decididos a eliminá-lo, um deles diz: "Eis que chega o sonhador". (Gênesis, 37:2-18)
* * * *
Sabemos como os irmãos de José jogaram-no numa cisterna fazendo-o morrer para sua tribo e família e, em seguida, como foi encontrado por mercadores que seguiam em direção ao Egito (que, naquele tempo, tinha mais templos do que todo mundo).
Mesmo socialmente morto, vendido e comprado, José continua possuído por sonhos.
Recusa-se a ser a fantasia sexual da mulher de Putifar, o mordomo eunuco do faraó. É falsamente denunciado e, preso, decifra os sonhos do padeiro-mor e do copeiro-mor da Corte, encarcerados por corrupção.
Gn.40.1 E ACONTECEU, depois destas coisas, que o copeiro do rei do Egito, e o seu padeiro, ofenderam o seu senhor, o rei do Egito.2 E indignou-se Faraó muito contra os seus dois oficiais, contra o copeiro-mor e contra o padeiro-mor.3 E entregou-os a prisão, na casa do capitão da guarda, na casa do cárcere, no lugar onde José estava preso.4 E o capitão da guarda pô-los a cargo de José, para que os servisse; e estiveram muitos dias na prisão.5 E ambos tiveram um sonho, cada um seu sonho, na mesma noite, cada um conforme a interpretação do seu sonho, o copeiro e o padeiro do rei do Egito, que estavam presos na casa do cárcere.[...] 12 Então disse-lhe José: Esta é a sua interpretação: Os três sarmentos são três dias;13 Dentro ainda de três dias Faraó levantará a tua cabeça, e te restaurará ao teu estado, e darás o copo de Faraó na sua mão, conforme o costume antigo, quando eras seu copeiro.[...] 16 Vendo então o padeiro-mor que tinha interpretado bem, disse a José: Eu também sonhei, e eis que três cestos brancos estavam sobre a minha cabeça;[...]18 Então respondeu José, e disse: Esta é a sua interpretação: Os três cestos são três dias;19 Dentro ainda de três dias Faraó tirará a tua cabeça e te pendurará num pau, e as aves comerão a tua carne de sobre ti.[...] 21 E fez tornar o copeiro-mor ao seu ofício de copeiro, e este deu o copo na mão de Faraó, 22 Mas ao padeiro-mor enforcou, como José havia interpretado.
Sua interpretação é perfeita: um dos funcionários será salvo; o outro, decapitado. Percebe-se que o Egito antigo sem telefones era distinto deste Brasil lotado de milhões de celulares. Pois, entre nós, quando se trata de punir funcionários graúdos, cujos sonhos de enriquecimento ilícito ampliam exponencialmente suas fortunas, não há faraó que os condene. Nossos sonhos apenas dizem: nada lhes vai acontecer nem em três dias nem em 30 anos!
1 E ACONTECEU que, ao fim de dois anos inteiros, Faraó sonhou, e eis que estava em pé junto ao rio.2 E eis que subiam do rio sete vacas, formosas à vista e gordas de carne, e pastavam no prado.3 E eis que subiam do rio após elas outras sete vacas, feias à vista e magras de carne; e paravam junto às outras vacas na praia do rio.4 E as vacas feias à vista e magras de carne, comiam as sete vacas formosas à vista e gordas. Então acordou Faraó.5 Depois dormiu e sonhou outra vez, e eis que brotavam de um mesmo pé sete espigas cheias e boas.6 E eis que sete espigas miúdas, e queimadas do vento oriental, brotavam após elas.7 E as espigas miúdas devoravam as sete espigas grandes e cheias. Então acordou Faraó, e eis que era um sonho.... 9 Então falou o copeiro-mor a Faraó, dizendo: Das minhas ofensas me lembro hoje:10 Estando Faraó muito indignado contra os seus servos, e pondo-me sob prisão na casa do capitão da guarda, a mim e ao padeiro-mor,... 12 E estava ali conosco um jovem hebreu, servo do capitão da guarda, e contamos-lhe os nossos sonhos e ele no-los interpretou, a cada um conforme o seu sonho.... 14 Então mandou Faraó chamar a José, e o fizeram sair logo do cárcere; e barbeou-se e mudou as suas roupas e apresentou-se a Faraó.15 E Faraó disse a José: ...; mas de ti ouvi dizer que quando ouves um sonho o interpretas.16 E respondeu José a Faraó, dizendo: Isso não está em mim; Deus dará resposta de paz a Faraó.
Mas no velho Egito havia condenação como havia recompensa. E foi assim que José, graças ao ministro salvo, chegou a ter contato direto com o rei deus obcecado por dois sonhos recorrentes que, na verdade, como José explicou, não eram dois, mas apenas um e denso sonho que não o deixava dormir.
Reunido com sua corte na Brasília do seu tempo, o faraó conta seus sonhos indecifráveis. Sete vacas gordas são devoradas por sete vacas horrorosas. Sete espigas maduras se curvam diante de sete espigas feias e secas pelo vento.
* * * *
José não é nenhum economista, pois Deus - sempre misericordioso - só veio a inventar a economia alguns séculos depois, quando a exploração do trabalho atingiu o seu cume, criando espigas cheias e belas que comiam sem parar as magras e feias. Mas com a precisão e a autoridade cortante de um Mario Simonsen ou de um Delfim Netto, ele não hesita em falar o que lhe cabe.
José diz mais ou menos o seguinte - deixe a preguiça e veja em Gênesis 41-47: toda fartura em excesso é uma bolha. [41.46 E José era da idade de trinta anos quando se apresentou a Faraó, rei do Egito. E saiu José da presença de Faraó e passou por toda a terra do Egito. 47 E nos sete anos de fartura a terra produziu abundantemente.48 E ele ajuntou todo o mantimento dos sete anos, que houve na terra do Egito; e guardou o mantimento nas cidades, pondo nas mesmas o mantimento do campo que estava ao redor de cada cidade.49 Assim ajuntou José muitíssimo trigo, como a areia do mar, até que cessou de contar; porquanto não havia numeração.]
Sete anos com grandes ofertas serão seguidos de sete anos de penúria. 
O rei deus deve evitar que a fartura se transforme em bolhas. A oferta deve ser domesticada como um meio de prevenir os anos de privação. José foi o primeiro ministro do planejamento veraz e competente da História. Foi um sonhador. Sonhou que era possível conciliar riqueza e pobreza, fartura e penúria, cargos públicos e honra.
[41.53 Então acabaram-se os sete anos de fartura que havia na terra do Egito.54 E começaram a vir os sete anos de fome, como José tinha dito; e havia fome em todas as terras, mas em toda a terra do Egito havia pão.55 E tendo toda a terra do Egito fome, clamou o povo a Faraó por pão; e Faraó disse a todos os egípcios: Ide a José; o que ele vos disser, fazei.56 Havendo, pois, fome sobre toda a terra, abriu José tudo em que havia mantimento, e vendeu aos egípcios; porque a fome prevaleceu na terra do Egito.]
Mais que isso, percebeu a dificuldade de interpretar sua própria história, pois, como diz Thomas Mann, é comum não compreendermos a nossa história. A não ser como sonhadores dispostos a perdoar, como José.
Gn.45. 1 ENTÃO José não se podia conter diante de todos os que estavam com ele; e clamou: Fazei sair daqui a todo o homem; e ninguém ficou com ele, quando José se deu a conhecer a seus irmãos.2 E levantou a sua voz com choro, de maneira que os egípcios o ouviam, e a casa de Faraó o ouviu.3 E disse José a seus irmãos: Eu sou José; vive ainda meu pai? E seus irmãos não lhe puderam responder, porque estavam pasmados diante da sua face.4 E disse José a seus irmãos: Peço-vos, chegai-vos a mim. E chegaram-se; então disse ele: Eu sou José vosso irmão, a quem vendestes para o Egito.5 Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós.6 Porque já houve dois anos de fome no meio da terra, e ainda restam cinco anos em que não haverá lavoura nem sega.7 Pelo que Deus me enviou adiante de vós, para conservar vossa sucessão na terra, e para guardar-vos em vida por um grande livramento.8 Assim não fostes vós que me enviastes para cá, senão Deus, que me tem posto por pai de Faraó, e por senhor de toda a sua casa, e como regente em toda a terra do Egito.9 Apressai-vos, e subi a meu pai, e dizei-lhe: Assim tem dito o teu filho José: Deus me tem posto por senhor em toda a terra do Egito; desce a mim, e não te demores;10 E habitarás na terra de Gósen, e estarás perto de mim, tu e os teus filhos, e os filhos dos teus filhos, e as tuas ovelhas, e as tuas vacas, e tudo o que tens.11 E ali te sustentarei, porque ainda haverá cinco anos de fome, para que não pereças de pobreza, tu e tua casa, e tudo o que tens.
Roberto DaMatta - O Estado de S.Paulo
No ocidente de todas as racionalidades (inclusive as irracionais, voltadas para a destruição como premissa médica, missão civilizadora e imperiosa necessidade), os sonhos sempre foram ligados ao futuro. Ao que pode ou, nos casos dos adivinhos mais radicais, ao que vai ocorrer.
Não é, pois, por acaso, que quando Freud contestou essa "verdade verdadeira", ao mostrar que os sonhos falavam mais do passado, e do que estava dentro de cada um de nós, do que do mundo exterior e dos eventos vindouros, ele causou tanta celeuma.
Antes dele, o maior intérprete de sonhos do nosso universo judaico - cristão - capitalista - marxista - leninista - fordista - nazista - populista - chapliniano - pós - contemporâneo... (pense e acrescente o que você quiser, caro leitor...) era o bíblico José do Egito, revivido em quatro volumes de 400 páginas cada um por Thomas Mann.
Se o genial Lévi-Strauss realizou a façanha de interpretar mitologicamente, nas suas mitologias (quatro volumes de 400 páginas cada - eis o número quatro novamente), mais de 800 mitos dos ameríndios, circunscrevendo-os em fórmulas canônicas e revelando aspectos surpreendentes do chamado "pensamento selvagem"; Thomas Mann realizou o inverso: ele transformou um mito sagrado numa meditação independente de prova teológica ou política - essas legitimações ancoradas na autoridade suprema, indiscutível e anti-humana, como gostam os idiotas - cerca de 25 versículos do Gênesis.
Fez de versículos para serem lidos num templo um romance que fala direta e pessoalmente à alma e ao coração de um leitor, não de um crente.
Escreveu um sonho feito não de mitos pensando mitos, mas de um mito repensado como uma narrativa humana, na qual a afeição ou o amor pelos outros é o fio.
Na literatura não se prova nada - exceto o amor do sonhador pelo sonhador que lê. Eis sonhar pelo sonhar. Esse ato exclusivamente humano realizado por quem joga fora toda uma vida pintando, compondo, lendo, ensinando e pelo tal "amor à arte". Esse amor que não precisa de registro, reconhecimento ou memória. Coisas de quem corta a orelha e confunde meios e fins, de quem destroca sonhos e realidade...
* * * *
Quem joga no bicho, essa brasileiríssima instituição encoberta pela nossa notória mendacidade oficial, sabe que um dos melhores palpites para "acertar" num bicho e ganhar uma bolada é um evento impossível de ser programado. Um sonho nítido, a morte súbita de um ente querido, um acidente de automóvel envolvendo uma celebridade, a data de uma cobrança esquecida. Tudo o que é desenhado pela mão invisível do imprevisto, do acaso ou da inocência, é um bom palpite. É um aviso esperançoso. Pode transformar uma pessoa comum em um barão acima das leis e da necessidade de trabalhar.
* * * *
O melhor palpite é feito do casamento do imprevisto (quase sempre doloroso) com a esperança. O que, na maioria dos casos, constitui o infortúnio e promove o ódio, a frustração, a culpa e o ressentimento - esses demônios recorrentes da vida.
O jogo atrai porque, entre outras coisas, ele possibilita arriscar na ausência do acaso. Se tudo segue uma ordem, se tudo foi planificado, se o dia de ontem foi tranquilo, por que não se pode acertar num evento futuro?
O sonho previsível, porém, pode virar o infortúnio que leva a uma dolorosa questão: por que ocorreu comigo?
Essa é a pergunta que consome as cosmologias porque ela denuncia (ou anuncia) catástrofes e, simultaneamente, abre a pessoa ou o sistema aos êxitos de emergência.
O jogo do bicho me ensinou, por intermédio de minha avó Emerentina que teve dois maridos, o primeiro morto por assassinato, perdeu mais filhos do que comanda qualquer carma ou holocausto, mas não abandonou o gosto de viver e jogar - há diferença? -, só no despotismo é que não há fortuna sem infortúnio; ou domingo sem segunda-feira.
No livro A Ponte de São Luis Rey, Thornton Wilder trabalha esse problema por meio do irmão Junípero que, como o antropólogo inglês Edward Burnett Tylor, criador do conceito de cultura e inventor da antropologia da religião, entendia que "se há leis em algum lugar, deve existir lei em toda parte". A determinação dos destinos era o foco do franciscano que fazia uma tabela dos pecados e virtudes dos seus paroquianos. Alfonso tinha a nota 4 em bondade e em piedade, mas 10 em trabalho pelo bem comum; Vera, porém, tinha 10 em trabalho pelo bem comum e piedade, mas 0 em bondade! Não havia coerência: as ações humanas mais precisas têm consequências imprecisas.
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Há lógica na alternância do dia e da noite - exceto nos eclipses. O problema é que não há ser humano que não precise de uma lua azul ou de um sol camuflado. Ou de chuva com sol. O problema não é o infortúnio que marca a maioria das vidas. É como eles são tratados. Por isso o sonho tem que ser sonhado - interpretado - como José fez com o deus rei faraó. Anos de fartura se seguem a anos de penúria. Os cavalinhos continuam correndo e os cavalões comendo, como na poesia de Bandeira. E nós vamos continuar assistindo a essa medíocre ladroagem geral sem dizer nada? Sem sonhar?

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