sábado, dezembro 7

DENÚNCIA - Idolatria, Prisão de Pastor e Morte na Coréia do Norte – Cristianismo Perseguido.

Cidadão americano, pastor de origem coreana, Kenneth Bae, permanece preso.
Ele foi condenado a 15 anos de trabalhos forçados por introduzir no país "material para desestabilizar o regime" [literatura Evangélica em seus pertences pessoais, acredita-se que ele portava uma Bíblia], informou nesta sexta-feira o Tribunal Supremo norte-coreano no primeiro esclarecimento sobre as acusações contra o réu.
Pae Jun-ho, cujo nome americano é Kenneth Bae, de 44 anos, foi condenado no dia 2 de maio.
Bae foi detido em 3 de novembro de 2012 na cidade portuária de Rason (nordeste), com um visto de turista.
Para a Coreia do Norte, Kenneth Bae é um ativista cristão evangelista, enviado a China entre 2006 e 2012 para estabelecer "bases de complô" com o objetivo de derrubar o regime de Pyongyang. "Cometeu atos como estimular os norte-coreanos que estão no exterior, ou estrangeiros, a cometer atos hostis para derrubar o governo, iniciando uma campanha de difamação", afirma um comunicado divulgado pela agência oficial norte-coreana.
Coreia do Norte anuncia neste sábado (7) a libertação de Merrill Newman, através da agência estatal de notícias "KCNA".
Cidadão americano preso desde o dia 26 de outubro durante uma visita turística ao país. A nota emitida afirmou que as instituições competentes do regime deportaram Newman, de 85 anos. 
Libertação de idoso não esconde a perseguição aos cristãos na Coréia do Norte!
Na Coréia do Norte - Capital PyongYong, a Idolatria, a seus lideres, sejam os que já morreram, ou ao atual “bad boy”, “doublê” de Ditador Kim Jong-un, é uma triste realidade de um país pobre e sem contato com a Sociedade do Mundo do Sec. XXI.
Falar ou ter em sua posse qualquer objeto, livro, panfleto indicativo de que, o portador seja cristão ou tenha alguma afinidade com crenças ocidentais, é crime punido com morte para os moradores locais, ou estrangeiros, mesmo turistas eventuais e guias ocidentais, com prisão arbitrária e até mesmo a pena de Morte.
Isto pode ocorrer até na zona mista com a verdadeira Coréia, a do Sul, por onde passam trabalhadores da área industrial, gerida pelas duas Coréias, e passam os turistas eventuais, ou estudiosos da vida coreana.
Na Coréia do Norte, a “religião” oficial é uma ideologia que mistura marxismo e o culto aos “Grandes Líderes”, da dinastia Kim, avô e pai do atual presidente Kim Jong Un. Existem elementos de cristianismo, como a igreja e hinos, mas são distorcidos.A idolatria a seu líder é cultuada e o povo chora só ao vê-lo de longe, chegar ao seu lado causa histeria coletiva de tal ordem, que até mesmo os generais o adoram como um deusinho e choram se forem simplesmente tocados pelo ditador.
Por isto falar de Jesus Cristo – O Rei dos reis – é crime na Coréia do Norte, pois ameaça o culto idólatra de seu ditador!
Nos livros de história norte-coreanos, foi a Coreia do Sul quem invadiu Pyongyang, e não o contrário. Contestar a versão oficial poderia (provavelmente, ainda pode) colocar qualquer norte-coreano em maus lençóis (fonte: livro "Nada a Invejar - Vidas Comuns na Coreia do Norte", da jornalista Barbara Demick, ed. Companhia das Letras) Jason Lee/Reuters
Até uma ex-noiva do ditadorzinho e sua família foram punidos com a morte, sob a alegação de que estavam traindo o ditador. Porém, a Imprensa internacional, conseguiu obter das autoridades norte-coreana, a informação que além da “traição” eles possuíam em seu poder material subversivo, que citava o nome de Jesus.
Kim Jong-un acompanhado de sua mulher, Ri Sol-ju, em Pyongyang, capital da Coreia do Norte, em julho de 2012. Ri já causou polêmica ao ser fotografada com artigos de grife, como uma bolsa da marca francesa de luxo Christian Dior Leia mais AP
Esta é uma Ditadura de ferro, que mantém na miséria literal e cultural o povo coreano dividido entre a Coréia do Norte, fruto dos idos da Guerra Fria, aliada da antiga União Soviética (comunista) e a livre e poderosa economicamente Coréia do Sul, onde a Economia é forte e o povo desfruta de Educação, transportes como trens balas, produtos fabricados em seu País, além da Liberdade religiosa.
A ditadura da Coreia do Norte: É uma ditadura ao modelo chinês de Mao-Tse-Tung ou Stanilista: isola, prende e condena à morte todos que são “ameaça” ao pequeno grande ditador.
Seu tio está desaparecido e um de seus assessores já foi condenado a pena máxima! Sinal de queda e desprestígio neste tipo de Regime, modelo chino maoísta!

Nem sendo seu tio, tutor e fiador da transição ao poder, após a morte de seu pai, o qual organizou os Generais, e afastou o irmão do atual ditador, da sucessão, embora tenha sido, antes encaminhada pelo falecido ditador, [seu irmão poderia lutar pelo Governo] escapou desta sanha cruel. Foi afastado, sem esclarecimentos, [não aprece em público, há vários dias] sob a “acusação” de corrupção, se aqui no Brasil é uma coisa que deve dar cadeia, mas passa pelo STF, com direito a agravos e novos julgamentos e cadeia semiaberta, lá quem determina é o Ditador, e a pena é cadeia nas pedreiras inóspitas, quando não, a condenação à Morte!
Um dos expoentes da desta força cristã é a Igreja do Pastor David Cho (Paul Yong Cho) líder da maior Igreja de Seul, que quando abre a suas portas, aos domingos cria movimento nas avenidas da capital coreana, que fica parecendo dia útil.
Diferença entre a Liberdade, Crescimento Econômico Financeiro em poucas décadas, e a Benção do Evangelho é a marca deste País irmão da Coréia do Norte, onde Liberdade cultural, religiosa e política não existem.
Perseguição aos Cristãos
Atualmente, um cidadão pastor americano de origem coreana, Kenneth Bae, permanece preso na Coreia do Norte.
Bae, um pastor evangélico que trabalhava como agente de viagens na região chinesa perto da fronteira com a Coreia do Norte, foi detido em novembro de 2012 na zona econômica especial de Rason (nordeste do país).
No dia 30 de abril, Bae foi condenado pela Corte Suprema norte-coreana a 15 anos de trabalhos forçados por violar o artigo 60 da Constituição do país, o que implica cometer um crime com o objetivo "de derrubar o regime".
A Coreia do Norte anunciou de surpresa neste sábado (7) a libertação de Merrill Newman, o cidadão americano que foi preso no dia 26 de outubro durante uma visita turística ao país, através da agência estatal de notícias "KCNA".
A nota emitida afirmou que as instituições competentes do regime deportaram Newman, de 85 anos, para os Estados Unidos considerando "um ponto de vista humanitário" e devido ao "seu sincero arrependimento" pelo crime cometido -a Coreia do Norte o acusou de espionagem- e a "sua avançada idade e estado de saúde".
Newman, um veterano da Guerra da Coreia (1950-1953), ficou preso no país durante mais de um mês porque supostamente tentou contato com soldados com quem tinha treinado durante o conflito há mais de 60 anos.
Uma nota emitida pela "KCNA" no dia 30 de novembro explicava que Newman admitiu ter tentado contato com sobreviventes da chamada "Unidade Kuwol", uma guerrilha treinada durante o conflito para realizar atividades subversivas na Coreia do Norte.
Também era acusado de "atentar contra a soberania" da Coreia do Norte por ter usado material de leitura que criticava o regime comandado por Kim Jong-un.
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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

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