sábado, janeiro 31

Não Tomarás o Nome do Senhor em Vão - Lição 05 – CPAD – 1º Trimestre 2015

Não Tomarás o Nome do Senhor em Vão
Lição 05 – CPAD – 1º Trimestre 2015
Autor do Estudo: Pr. Osiel Varela
Texto Áureo: “Nem jurareis falso pelo meu nome, pois profanarás o nome do teu Deus. Eu sou o Senhor.” Levítico 19:12
Leitura Bíblica:
Êxodo 20:7. Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
Mateus 5:33-37. Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás os teus juramentos ao Senhor.
Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jureis; nem pelo céu, porque é o trono de Deus;
Nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei;
Nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto.
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.
Mateus 23:16-19. Ai de vós, condutores cegos! pois que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, isso nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, esse é devedor.
Insensatos e cegos! Pois qual é maior: o ouro, ou o templo, que santifica o ouro?
E aquele que jurar pelo altar isso nada é; mas aquele que jurar pela oferta que está sobre o altar, esse é devedor.
Insensatos e cegos! Pois qual é maior: a oferta, ou o altar, que santifica a oferta?
ETIMOLOGIA – veja o anexo de Etimologia, no final
Sofisma - F.: Do gr. sophisma, atos. Hom./Par.: sofisma (fl. de sofismar); sm. Fil. Argumento ou raciocínio aparentemente lógico, mas na verdade falso e enganoso; Falácia; Lóg. Raciocínio aparentemente válido, mas na realidade não conclusivo; P.ext. Argumento falso para induzir alguém a erro ou logro; Burla, tapeação.
Perjurar – verbo - transitivo direto; renunciar a (opinião, crença etc.); abjurar.
- v. intransitivo - quebrar juramento, faltar à promessa.
אלה - ’alah –v. jurar, fazer juramento (diante de Deus); colocar sob juramento, imprecar
- n. f. juramento; juramento de aliança;
Αινεω - aineo; v. louvar, exaltar, cantar louvores em honra a Deus; permitir, recomendar; prometer ou jurar.
επιορκεω - epiorkeo; v. jurar falsamente, perjurar;
επιορκος - epiorkos; adj. o que jura falso, perjuro
εξορκιζω - exorkizo; v. arrancar um juramento, forçar a um juramento; adjurar;
εξορκιστης – exorkistes - n. m. aquele que arranca um juramento de alguém; exorcista; alguém que emprega uma fórmula de conjuração para expelir demônios
ομνυω - omnuo; v. jurar; afirmar, prometer, ameaçar, com um juramento; num juramento, mencionar uma pessoa ou coisa como testemunha, invocar, jurar por
ορκιζω - horkizo; v. forçar a tomar um juramento, administrar um juramento a; adjurar (implorar solenemente)
Falso juramento: שקר - sheqer; n. m. mentira, engano, desapontamento, falsidade; engano (o que engana ou desaponta ou trai alguém); engano, fraude, erro;  fraudulentamente, erradamente (como advérbio); testificar falsidade, falso juramento, jurar falsamente; em vão.
Conjurar - שבע v. jurar, conjurar; jurado (particípio); jurar, fazer um juramento; jurar (referindo-se ao SENHOR, que jura por Si mesmo); amaldiçoar; fazer jurar; conjurar;
I Ts 5.27 Pelo Senhor vos conjuro que esta epístola seja lida a todos os santos irmãos.
Exórdio
Usando de argumento da inexatidão das palavras, os fariseus entendiam que alguém poderia jurar indiretamente, sem utilizar o nome de D’us para que pudesse ter o juramento, de certa forma aceitável diante dos homens, bastava usar de uma artimanha:
Usar em lugar do Nome, como era usual ao referir-se a Deus, uma citação de algo criado, pelo próprio Deus:  como a Terra, os Céus, ou até mesmo pela vida simbolizada pelo termo “cabeça” de alguém (como se jurava antigamente, de forma a firmar algum negócio, pelos bigodes, o chamado “fio de bigode”), etc.
Esta era a sofisma usada pelos fariseus para criar um sistema “religioso” que possibilitava, obterem o juramento de alguém, em seu favor e os obrigando a cumprir, para com eles, o que juraram. Era um simulacro de juramento, para evitarem cumprir a lei, que os impedia de jurar em vão sobre o Nome.
Mateus 5:19-20. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus. Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.
Burlar a Lei – Um Movimento Moderno
Em nossos dias muitos líderes têm buscado burlar os Evangelhos e o que as Escrituras dizem, buscando atenuar situações que condenam o homem e a eles próprios numa forma de movimento farisaico moderno, onde a palavra é usada de forma parecida, mas não igual ao que está escrita, com isto buscam agradar aos seus liderados, aglutiná-los sob sua marca, ou bandeira, “aliviando” aparentes dificuldades em servir a Deus.
Com isto, alguns aprisionam seus liderados, se tornam único referencial para estes, colocando suas palavras ao nível de inerrantes, e sem as quais e sem a sua aprovação nada pode se receber de Deus.
Os fariseus criaram um código para os juramentos, era um fino e sofístico sistema de regras que buscavam burlar a Lei:
Os juramentos obrigatórios, onde o nome de Deus é obrigatório;
“Nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto”.
Os juramentos, não obrigatórios, onde se usava o fraseado descrito, acima, utilizando-se ditos paralelos com os termos substitutivos do Nome (Deus), no caso elementos da Criação: Céus, Terra, por Jerusalém, um fio de cabelo da cabeça de alguém, etc.
Isaías 65.16.  Assim que aquele que se bendisser na terra, se bendirá no Deus da verdade; e aquele que jurar na terra, jurará pelo Deus da verdade; 
Era um sistema farisaico, até no entendimento que se dá o termo em formato de ditado popular, para burlar a Lei.
Os fariseus faziam a sua própria releitura, ou exegese do texto:
Nem jurareis falso pelo meu nome, pois profanarás o nome do teu Deus. Eu sou o Senhor.” Levítico 19:12
Se Deus disse que “nem jurareis falso pelo meu nome...” então eles entendiam que se poderia jurar sem que se jurasse sem usar o nome de Deus. Os fariseus então criaram o entendimento de o juramento poderia ser feito utilizando-se algo substitutivo ao nome de Deus.
Este importante mandamento dos quatro primeiros, da relação vertical – homem-deus não pode ser usado desta forma, pois infere em se esquecer dos primeiros, principalmente por ser substitutivo quanto a importância de Deus na relação com o homem.
Deus proíbe que você tome o Seu nome em vão para amaldiçoar, jurar e usar o Seu nome de uma forma insignificante. Você deve ser cuidadoso em temer e reverenciar Seu santo nome”. Rev. Steven Houck
O sistema designado pelos fariseus indicava se um juramento era obrigatório, ou não, dependendo da fórmula verbal.
O parâmetro, era: a proximidade pela qual o voto era associado, com Deus, ou o Nome.
Jesus os acusava, então da criação de regulamentação humana, que não pertencem a Lei, para evitar, com este sofisma, dizer a verdade, ou não sem usar o nome de Deus.
Usando a etimologia, aplicavam a elementos da Criação o poder de substituir o Nome do Criador, com isto, entendiam que não feriam ao Mandamento, ou pelo menos, aplacava o sentimento cauterizado dos fariseus.
Ex.: Isaías 66:1. Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso?
Salmos 48:1-2. Grande é o SENHOR e mui digno de louvor, na cidade do nosso Deus, no seu monte santo.
Formoso de sítio, e alegria de toda a terra é o monte Sião sobre os lados do norte, a cidade do grande Rei.
Tal forma, no entanto, esbarrava no sentido da imanência, Deus conhece e governa toda a Criação.
Romanos 1:20. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
Jó 38:33-35. Sabes tu as ordenanças dos céus, ou podes estabelecer o domínio deles sobre a terra? Ou podes levantar a tua voz até às nuvens, para que a abundância das águas te cubra? Ou mandarás aos raios para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui?
“O dizer, ou falar” a Verdade é obrigação, sem juramento. Sim, sim; Não, não.
Mas, como pode ser isto?
O jurar falso pelo Nome de Deus cria condenação, pois a lei dizia: “O SENHOR teu Deus temerás e a ele servirás, e pelo seu nome jurarás”. Deuteronômio 6.13
Jurar pode ser visto, sob diversas formas:
Jurar para assumir um cargo de Governo.
Jurar para casamento, fidelidade entre os cônjuges.
Jurar para defender a sua Nação.
Salmos 63. 11. “Mas o rei se regozijará em Deus; qualquer que por ele jurar se gloriará; porque se taparão as bocas dos que falam a mentira”.
É neste ponto que podemos entender de maneira clara, o texto de Jesus:
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna”.
O sistema farisaico, tentava burlar a lei, ao ensinar aos que juravam que não estavam jurando por Deus, portanto, não pecavam contra a lei, mas é aí, que Jesus desfaz as obras do maligno e do engano, ao mostrar que o que os fariseus faziam era enganar ao povo, obrigando-os a jurar um juramento sem valor aparente, mas na realidade todo o dito dos que iam ao altar e de todo homem é dizer a verdade em qualquer momento e não usar de sofismas para dizer o que não querem o que querem dizer!
Assim, toda a palavra do homem deve ser sincera sem a necessidade de jurar seja elos céus ou seja pela terra, por Jerusalém, ou por um fio de cabelo!
Todo o juramento tem valor, independente da formula usada, é que Jesus quis apontar. Eles jamais poderiam alegar que o Juramento não tinha valor, exatamente pela fórmula montada. O juramento inseria de qualquer forma a presença do Criador.
Diz o escritor do Eclesiastes: Ec 5.4-7. “Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o.  Melhor é que não votes do que votares e não cumprires.  Não consintas que a tua boca faça pecar a tua carne, nem digas diante do anjo que foi erro; por que razão se iraria Deus contra a tua voz, e destruiria a obra das tuas mãos? Porque, como na multidão dos sonhos há vaidades, assim também nas muitas palavras; mas tu teme a Deus”.
O Exemplo de Jesus
Mateus 26.63-64 E, levantando-se o sumo sacerdote, disse-lhe: Não respondes coisa alguma ao que estes depõem contra ti?  Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus.  Disse-lhe Jesus: Tu o disseste;
Jesus não aceitou jurar (pela forma quase de forma agressiva, do Sacerdote, o obrigando a conjurar [veja os significados do termo], como se Ele fosse alguém que não dissesse a verdade) diante do sumo sacerdote, pois o seu juramento,  neste caso inferia em que Ele se exaltasse diante da pena capital, a qual deveria sofrer calado, como fora profetizado pelos profetas, Ele deveria morrer como homem, e o acusava de forma indireta de um falso Filho de Deus, mas o importante é que Jesus estava sendo incitado a conjurar sobre a forma de maldizer, ou blasfemar, o que Ele não o fez, mas confirmou o fato de que era o Filho de Deus, pois a sua palavra não necessitava de ser confirmada, pois era sempre, e sempre será, Verdadeira:
Atos 8:32. "E o lugar da Escritura que lia era este: Foi levado como a ovelha para o matadouro; e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, Assim não abriu a sua boca."
Comparar com o texto bíblico de Mateus 4. 6,7.  E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces em alguma pedra.  Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.
Afinal, Jurar ou não jurar?
Jurar sob o Nome de Deus era uma tentativa de envolver o caráter e a santidade de Deus para sustentar uma reivindicação, uma promessa.
Deuteronômio 23.22,23.  “Porém, abstendo-te de votar, não haverá pecado em ti. O que saiu dos teus lábios guardarás, e cumprirás, tal como voluntariamente votaste ao SENHOR teu Deus, declarando-o pela tua boca”.
Assim, Deus que absolutamente Justo e Onisciente propõem aos hebreus que jamais façam o uso de seu Nome em vão, ou falsamente.
Porém, como ‘soi’ do ser humano e em especial, neste caso dos hebreus, o Nome do Senhor foi sendo utilizado de maneira incorreta até tornar-se quase, para eles, um Nome comum, algo trivial, levando a questão do juramento para a mesma situação, tal como: “jurar por Deus? Para que?’ então “jure pela terra, pelos céus, etc.”
Em nossos dias isto acontece dentro da Igreja, de forma cúltica, na adoração, na atividade entre os irmãos, na exegese distorcida da Palavra, na substituição de Deus por elementos visuais, na abertura da Doutrina por esta mesma exegese liberal.
De tal forma, que há muito do homem natural, em detrimento do Nome de Deus, usado para garantir a fala despropositada de alguns, nas promessas e orientações aos crentes em substituição do Nome de Deus, que ao utilizarem-se deste tipo de forma de culto e doutrinação é substituído por nomes e peças que não o Seu Eterno Nome, agora como em Filipenses 2.9Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;
Pois, desde que a igreja se instala com os Apóstolos este Nome se sobrepõe sobre toda a ação da mesma, seja em curas, em promessas, em ordens tudo se faz com o uso do Nome de Jesus.
Atos 4. 10. “Seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, em nome desse é que este está são diante de vós.”
Números 30.1,2. “E FALOU Moisés aos cabeças das tribos dos filhos de Israel, dizendo: Esta é a palavra que o SENHOR tem ordenado. Quando um homem fizer voto ao SENHOR, ou fizer juramento, ligando a sua alma com obrigação, não violará a sua palavra: segundo tudo o que saiu da sua boca, fará.”
Obs.:Votos a Deus são o equivalente devocional dos juramentos e devem ser tratados com seriedade”; Aquilo que alguém jura ou vota fazer deve ser feito a todo custo. Deus exige de nós que levemos a sua palavra a sério, bem como a nossa também.” (A Bíblia de Genebra. P.556).
 “Fazer um voto não era um dever religioso, mas seu cumprimento era um dever sagrado e obrigatório. O voto era tão obrigatório quanto um juramento, mas somente quando feito verbalmente”. (Bíblia de Genebra. P.556).
Esta pergunta é uma pergunta que deve ser respondida sob a luz do texto bíblico.
- Deus intima a jurar pelo Seu Nome
O ato de jurar é natural entre os hebreus e seus patriarcas. Abraão jurou, como era natural a sua cultura.
Genesis 21. 21-33. E aconteceu naquele mesmo tempo que Abimeleque, com Ficol, príncipe do seu exército, falou com Abraão, dizendo: Deus é contigo em tudo o que fazes; Agora, pois, jura-me aqui por Deus, que não mentirás a mim, nem a meu filho, nem a meu neto; segundo a beneficência que te fiz, me farás a mim, e à terra onde peregrinaste. E disse Abraão: Eu jurarei. E plantou um bosque em Berseba, e invocou lá o nome do SENHOR, Deus eterno.
Abraão usou deste meio para que seu servo Eliezer se comprometesse em buscar uma noiva para Isaque.
Genesis 24. 1-3. E era Abraão já velho e adiantado em idade, e o SENHOR havia abençoado a Abraão em tudo. E disse Abraão ao seu servo, o mais velho da casa, que tinha o governo sobre tudo o que possuía: Põe agora a tua mão debaixo da minha coxa, Para que eu te faça jurar pelo SENHOR Deus dos céus e Deus da terra, que não tomarás para meu filho mulher das filhas dos cananeus, no meio dos quais eu habito.
Mas, quando Deus coloca neste Mandamento a questão, não é jurar, mas jurar falsamente utilizando-se Seu Nome de forma a utilizá-lo para avalizar ou garantir algo que pode ser cumprido.
O Nome de Deus naturalmente se consolidou como garantidor de todas as vitórias, defesas, colheitas, edificações, contra as pragas, doenças e males, entre os hebreus.
É necessário entender que neste panorama do Decálogo, o Nome de Deus é algo muito forte entre os hebreus, até aos dias de hoje. Pois, ele se consolidou como O Único Deus.
Então expressar o Nome de Deus é tão grave, que até mesmo os escribas, e os que leem as Escrituras evitam usar e pronunciar o Nome.
É preciso que nós os da Igreja entendamos o uso do Nome de Deus.
Então quando Jesus expressa a sua condenação ao sistema farisaico, ele está condenando a falsa interpretação dos 3 (três) primeiros Mandamentos.
Nos quatro primeiros mandamentos você aprende seu dever específico para com Deus.
Êxodo 20.2-7 Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos. Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
“Você deve ter somente um Deus, o Deus verdadeiro da Bíblia. Somente Ele é para ser o objeto de seu amor e adoração. Todos os outros deuses são falsos deuses. Os deuses das outras religiões e os deuses do prazer, dinheiro e poder devem todos ser abandonados; Você não pode representar a Deus por nenhum tido de imagem, nem pode adorá-Lo através de uma imagem. Você deve adorar a Deus ouvindo e obedecendo a pregação de Sua Palavra. Deus proíbe que você tome o Seu nome em vão para amaldiçoar, jurar e usar o Seu nome de uma forma insignificante. Você deve ser cuidadoso em temer e reverenciar Seu santo nome.” Rev. Steven Houck
Além da questão da exegese negativa do texto, além da questão da possibilidade de jurar sem veracidade, pois o Nome não estava incluído no juramento proposto pelos fariseus, Jesus condena a mentira, pois era isto que se utilizavam os que assim juravam: “meia-verdade”, usando de uma mentira ao jurar pela terra, céus, cabelos, tornava a palavra dada mentirosa.
Jesus então esclarece, que toda a palavra do homem deve ser verdade, fiel, objetiva, cumprida e mantida, a qualquer tempo, independente de juramento ou não.
O que fazemos ao utilizar a nossa palavra diante da Igreja, tem muita força, peso e será julgada, diante de Deus que tudo vê.
Não há necessidade de uma orientação para proposição verbal dada por nós quando se busca viver a verdade diante de Deus (lembrando que trata-se da relação do homem com Deus) e dos homens em consequência, pois estamos cientes que Ele é Deus, com todos os seus atributos divinos de Onisciência, Onipotência e Eterno. Ele está presente.
Por isto, Tiago usou as palavras de Jesus para citar divinamente inspirado: "Acima de tudo, porém, meus irmãos, não jureis nem pelo céu, nem pela terra, nem por qualquer outro voto; antes, seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não, para não cairdes em juízo" Tiago 5:12.
Apresentaremos posteriormente Estudo auxiliar sobre o Nome de Deus e a nominação dos homens.
Conclusão
Em edição
Bibliografia
Conhecendo O Verdadeiro Deus - Rev. Steven Houck - Ministro nas Igrejas Protestantes Reformada
Dicionário Aulete on line
Estudos do autor na página http://estudandopalavra.blogspot.com
Conservando a Pureza da Doutrina Pentecostal - LIÇÃO 12 - CPAD - 06/2011
Bíblia plenitude
Bíblia online
Juramentos – Vicent Cheung
Aprendendo Sobre o Voto Bíblico - Pr. Gilson Soares dos Santos
Anexo de Etimologia
Conjurar na Bíblia Sagrada. Antigo Testamento
Em Números. Conjurar – Amaldiçoar; lamentar-se;
Em I Samuel; Isaías - Conjurar – Maquinar; incitar; conspirar; conspiração contra autoridade estabelecida;
II Crônicas - Conjurar- Incitar; provocar; estimular
Neemias - Conjurar – Incitar; maquinar;
Cantares - Conjurar - Rogar com instância a; suplicar;
Novo Testamento
Mateus - Conjurar – Incitar; maquinar; conspirar contra a autoridade estabelecida; Jurar   ou   fazer prometer com juramento;
João - Esconjurar – Amaldiçoar; exorcizar;
Atos dos Apóstolos; I Tessalonicenses; I Timóteo; II Timóteo
Conjurar – Exortar; encorajar; incitar;
Conjurar - Do lat. conjurare.  [Hom./Par.: conjuro (fl.); conjuro (sm.)]; v. Convocar, chamar (para malefício, conjuração).
- Expulsar, repelir (espíritos malignos); Esconjurar; Exorcismar [td.: conjurar demônios.]
Tramar, maquinar (revolta, conjuração); Conspirar [td.: conjurar um motim.]
- Promover reação;
- Incitar; Instigar [td.: Conjurou os descontentes e deu início à manifestação.] [tdr. + a, contra, para : Conjurou -os contra o rei.: conjurar à revolta os oprimidos]
Promover uma rebelião, uma revolta; Insurgir-se; Revoltar-se [tr. + contra: Conjuraram contra o tirano.] [int.: As tropas conjuraram -se, decididas a combater o regime.]
Fazer pedidos insistentes a. [td.: Tanto o conjurei, que afinal cedeu.] [tdr. + a: Conjurou -o a unir-se na luta.]
Manifestar desagrado, lástima por; lamuriar-se; lastimar-se; queixar-se [tr. + contra: Vive a conjurar -se contra os infortúnios da vida.]
Perjurar - Do lat. Perjurare; v. Renunciar a (crença, fé, opinião etc.);
Abjurar [td. : Perjurou as ideias que adotara na juventude.]
- Fazer um juramento falso. [int.: Ele perjurou perante o tribunal.]

- Quebrar um juramento. [int.: Muitos políticos fazem promessas irreais e acabam perjurando.]

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