domingo, janeiro 3

As Cartas De São Paulo – Romanos: Justiça E Graça na Visão Paulina; Lição 01 – Jovens – CPAD - Conhecendo a Carta aos Romanos

As Cartas De São Paulo – Romanos
Lição 01 – Jovens – CPAD
Conhecendo a Carta aos Romanos
TEXTO DO DIA - Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé”. Romanos 1.17
Subsídio e estudo: Pr Osvarela
Prefácio a Carta de São Paulo aos Romanos - por Martinho Lutero, 1483-1546dC
Esta carta e verdadeiramente a mais importante peça do Novo Testamento. É o evangelho mais puro. É de grande valor para um Cristão não somente para memorizar palavra por palavra, mas também para o ocupar com isso diariamente, como se fosse o pão diário da alma. É impossível ler ou meditar nesta carta. Quanto mais alguém lida com ela, mais preciosa ela se torna e melhor ela saboreia. Por esta razão, eu quero completar meu serviço e, com este prefácio, prover uma introdução para a carta, a medida que Deus me dá habilidade, de maneira que qualquer um possa obter o mais profundo entendimento dela. Até agora ela tem sido escurecida pelas interpretações e por muitos um comentário sem uso, mas está dentro dela própria uma luz resplandecente, quase resplandecente o suficiente para iluminar toda a Escritura. Para começarmos, nós temos que nos tornar familiares com o vocabulário da carta e saber o que São Paulo quer dizer das palavras Lei, Pecado, Graça, Fé, Justiça, Carne, Espírito, etc. Do contrário, não há uso em lê-la...
Nós achamos dentro desta carta, então, o ensinamento mais rico possível sobre o que um Cristão deva conhecer: o significado da lei, Evangelho, Pecado, Punição, Graça, Fé, Justiça, Cristo, Deus, Boas Obras, Amor, Esperança E A Cruz. Nós aprendemos como nós estamos prontos para atuar a favor de todos, a favor do virtuoso e do pecador, a favor do forte e do fraco, dos amigos e inimigos, e a favor de nós mesmos. Paulo baseia tudo firmemente na Escritura e prova seus pontos com exemplos de sua própria experiência e dos Profetas, de maneira que nada mais possa ser desejado. Por esta razão parece que São Paulo, ao escrever esta carta, quis compor um sumário de tudo do ensinamento Cristão e evangélico o qual poderia também ser uma introdução para todo o Velho Testamento. Sem dúvida, seja quem for que pegue esta carta para possuir de coração a luz e o poder do Velho Testamento. Por esta razão cada e todos os Cristãos devem fazer desta carta o objeto habitual e constante de seu estudo. Deus nos garante sua graça para fazer assim. Amém.” Início e final compilados pelo Autor deste Estudo.
Texto Bíblico - Romanos 1.1-8,13,16,17. Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus, o qual antes havia prometido pelos seus profetas nas Santas Escrituras, acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne, declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos — Jesus Cristo, nosso Senhor, pelo qual recebemos a graça e o apostolado, para a obediência da fé entre todas as gentes pelo seu nome, entre as quais sois também vós chamados para serdes de Jesus Cristo. A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Primeiramente, dou graças ao meu Deus por Jesus Cristo, acerca de vós todos, porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé.
13 - Não quero, porém, irmãos, que ignoreis que muitas vezes propus ir ter convosco (mas até agora tenho sido impedido) para também ter entre vós algum fruto, como também entre os demais gentios. 16 - Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego. 17 - Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.
Introdução
A tradição cristã reconheceu 13 [alguns incluem Hebreus para formar 14] Cartas de São Paulo das 21 do Novo Testamento. As cartas na antiguidade Greco-romana eram de dois gêneros: as cartas familiares, comerciais, políticas etc. e as Epístolas [costumo utilizar esta forma, mas manteremos a forma Cartas, neste Estudo, na maior parte da escrita], espécie de tratados sobre determinado Tema, e chamadas de Cartas, quando dedicados a alguma personalidade, a um amigo ou familiar. Os, assim chamados, Escritos Paulinos são de ambos gêneros, como costumam informar muitos teólogos. Então Paulo, escreveu cartas para inúmeras igrejas e vários indivíduos que agora compõe um quarto do Novo Testamento.
A ordem em que aparecem na Bíblia é uma ordem sem cronologia. Estão agrupadas primeiro as que se dirigem às comunidades, depois à pessoas particulares, primeiro as mais longas e depois as mais curtas.
Observação: As Cartas aos Tessalonicenses: são consideradas por todos os estudiosos como as primeiras cartas de São Paulo (e primeiras do Novo Testamento). Foram escritas em Corinto entre os anos 50 e 52. Essas cartas tratam fundamentalmente da Parusia, ou segunda vinda de Cristo e da ressurreição dos mortos. O Apóstolo diz que desconhece o tempo dos acontecimentos e põe  ênfase na vigilância e na importância do trabalho. Chega a dizer o Apóstolo: “quem não quiser trabalhar, que também não coma” (2 Tessalonicenses 3.10).
As Grandes Epístolas:
As Cartas aos Gálatas, 1ª e 2ª aos Coríntios e aos Romanos, escritas durante a terceira viagem missionária (53-58 d.C.).
Gálatas: o tema principal é o da liberdade dos cristãos, relativamente ao cumprimento das complexas prescrições do Judaísmo. Fala da Plenitude e demonstra a humildade do Apóstolo ao voltar a Jerusalém, após 14 anos e expor seu evangelho para as chamadas “colunas”: Tiago, Pedro e João. Gálatas 2.
Coríntios: a cidade de Corinto era uma cidade com 2 portos, era uma das cidades mais importantes do Império Romano. Tinha muitas religiões, cheia de degradação moral e religiosa. Aí havia o culto a Afrodite e as mil sacerdotisas dedicadas ao culto a essa deusa, por meio da “prostituição sagrada”. Paulo doutrina e explica sobre a natureza do matrimonio e da castidade (cap. 7).
Responde à questão da liceidade de comer carne de animais sacrificados aos ídolos.
Destaques:
Na Primeira Epístola: A forma de correção da santa Ceia, na chamada festa Ágape,que acompanhava a ministração; sua instituição pelo Senhor, a presença real de Cristo nos símbolos [carne e pão]. A temática sobre o tema da ressurreição dos mortos (cap. 15), e da ordenação dos carismas do Espírito Santo.
Na Segunda Epístola: defesa de sua autoridade de Apóstolo, um problema que o acompanhou durante seu Ministério. Afirmação de que foi chamado diretamente por Cristo e foi incorporado ao grupo dos Apóstolos.
A Epístola aos Romanos foi descrita, nas palavras do Reformador Martinho Lutero, como a Rainha das Epístolas.
Romanos: é a mais longa de seu epistolário e é considerada a mais importante. Trata da obra redentora de Cristo (aprofundando a carta aos Gálatas). Começa com uma profunda saudação e segue dando uma visão da humanidade não redimida; contempla a degradação moral dos gentios e os pecados semelhantes dos judeus, para concluir na necessidade da Redenção realizada por Cristo para alcançar o perdão de Deus e a graça.
A salvação provém unicamente de Cristo e a ela aderimos pela fé, dom gratuito de Deus, não efeito das nossas obras. O Batismo nos enxerta em Cristo, podemos e devemos fazer o bem, praticar a virtude, pelo Espírito Santo, que habita em nós e completa a obra da justificação começada por Cristo, tornando-nos santos e filhos adotivos do Pai. A segunda parte da carta São Paulo aplica a doutrina ao comportamento moral do cristão: a “vida no Espírito” é o cristão que se deixa guiar pelo Espírito, que lhe dá uma vida nova, com todas suas conseqüências.
A forma de ensino sobre os judeus e os gentios:
Em especial destacamos a importante declaração do Apóstolo Paulo aos de Roma, ao declarar a validade do Canon sagrado dado por Deus, aos de Israel, ao Povo judeu:
Qual é logo a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, em toda a maneira, porque, primeiramente, as palavras de Deus lhe foram confiadas.” Romanos 3:1,2
Dados da Epístola aos Romanos:
Autoria: Apóstolo Paulo. A coletânea de dados de Paulo se encontra na narrativa Lucana em Atos dos Apóstolos.
Origem:
Tarso, da Cilicia (At 22.3)
Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia” At 21:39
Cidadania: Hebreu e Romano [nascido em Tarso – na condição de uma ‘libertas civitas’. O general romano Marco Antônio concedeu-lhe o privilégio de libera civitas (“cidade livre”, título concedido pelo General Marco Antonio) em 42 a.C.] Tarso era a principal cidade da província da Cilícia na parte oriental da Ásia Menor. Embora localizada, à cerca, de 16 km no interior, a cidade era um importante porto que dava acesso ao mar por via do rio Cnido, que passava no meio dela. Por conseguinte, embora fizesse parte de uma província romana, era autônoma, e não estava sujeita a pagar tributo a Roma. As tradições democráticas da cidade-estado grega de longa data estavam estabelecidas no tempo de Paulo.
Nome ou Nomes conhecidos:
“...ouvi uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?” Atos 22:7
Nessa cidade cresceu o jovem Saulo. Paulo é o nome que encontra nas Escrituras. À  respeito de seu nome surgem muitas suposições, mas não encontramos exatidão quanto a modificação de seu nome usual, á partir de Atos do Apóstolos.
Línguas que conhecia: latim, hebraico e grego. “Homens, irmãos e pais, ouvi agora a minha defesa perante vós (E, quando ouviram falar-lhes em língua hebraica, maior silêncio guardaram).Atos 22:1,2
“E os que acompanhavam Paulo o levaram até Atenas ... enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria. De sorte que disputava na sinagoga com os judeus e religiosos, e todos os dias na praça com os que se apresentavam. E alguns dos filósofos epicureus e estóicos contendiam com ele;” Atos 17:15-18.
O discurso de Paulo neste capítulo está gravado em uma Pedra em Atenas, onde tivemos a honra de verificar pessoalmente, até hoje, a importância do Apóstolo, com seu nome até em vias públicas.
Profissão para sobreviver: Aprendeu a arte de fazer tenda. “E, como era do mesmo ofício, ficou com eles, e trabalhava; pois tinham por ofício fazer tendas.” Atos 18.3
Observação: Exigia-se dos estudantes rabínicos que aprendessem um ofício de sorte que pudessem, mais tarde, ensinar sem tornar-se um ônus para o povo. Paulo escolheu uma indústria típica de Tarso, fabricar tendas de tecido de pêlo de cabra. Sua perícia nessa profissão proporcionou-lhe mais tarde um grande incremento em sua obra missionária.
Formação: Estudou com Gamaliel; “...nesta cidade criado aos pés de Gamaliel.” Atos 22.3
Benjamita - Tribo de Benjamim.
Religião anterior, no Judaísmo: Judeu – Fariseu. “Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu;” Filipenses 3.5
Sua fidelidade, sob a Lei: Perseguidor dos cristãos (At 8.1-3; Fp 3.6). “...instruído conforme a verdade da lei de nossos pais, zelador de Deus, como todos vós hoje sois.” Atos 22:3; “. . . noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade”. 1 Tm 1:13
Sua Salvação: Encontrou o Cristo ressuscitado no Caminho para Damasco, conforme seu próprio testemunho (Ora, aconteceu que, indo eu já de caminho, e chegando perto de Damasco, quase ao meio-dia, de repente me rodeou uma grande luz do céu.) Atos 9.1-8;22.6
Recebeu o derramamento do Espírito Santo na Rua Direita. Atos 9.17-18; 22.12-16.
Local e Igreja do seu Chamado para Missões: A igreja de Antioquia foi instruída pelo Espírito Santo a enviar Paulo ao trabalho. Atos 13.1-3
Chamada e Ação: Levou o evangelho paras os gentios. Gálatas 2.7-10
Data estimada da escrita da Carta Aos Romanos: 56 dC
Realizações: Três viagens missionárias prolongadas (At 13-20)
Fundou inúmeras igrejas na Ásia Menor, na Grécia e possivelmente, na Espanha. Pregou na Europa. Rm 15.24,28; Atos 16.12.ss
Fim da vida: Depois da prisão em Jerusalém, foi enviado para Roma. Atos 21.27; 28.16-31. Foi libertado da prisão, o que lhe permitiu mais obras missionárias; aprisionado novamente, permaneceu preso mais uma vez em Roma e foi decapitado fora da cidade.
O texto, à seguir, nos servirá para referencia sobre o Fim de Vida de Paulo e seus conhecidos da Igreja.
“Ninguém me assistiu na minha primeira defesa, antes todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado. Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que por mim fosse cumprida a pregação, e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão. E o Senhor me livrará de toda a má obra, e guardar-me-á para o seu reino celestial; ... Saúda a Prisca e a Áqüila, e à casa de Onesíforo. Erasto ficou em Corinto, e deixei Trófimo doente em Mileto. Procura vir antes do inverno. Eubulo, e Prudente, e Lino, e Cláudia, e todos os irmãos te saúdam.” 2 Timóteo 4:16-21
Numa época em que a Igreja se fortalecia, em meio ao domínio Império de Roma, O Apóstolo Paulo escreve, como cidadão romano [“Quanto a mim, sou judeu, nascido em Tarso da Cilícia, e nesta cidade criado aos pés de Gamaliel, instruído conforme a verdade da lei de nossos pais, zelador de Deus, como todos vós hoje sois.” Atos 22:3 ] legalmente nascido, a um grupo de cristão moradores da capital do Império, Roma.
Em Atos dos Apóstolos 22:24-29 é descrita uma cena, com Paulo conversando com um centurião romano e com um tribuno romano. Por ordens do tribuno, o centurião estava prestes a açoitar Paulo.
Devido a sua consciência sobre a ‘demos cracia’ romana, podemos ler sobre as atitudes de cidadania de Paulo, nesta narrativa, quando o Apóstolo protestou:
“Ser-vos-á porventura lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?” Atos 22:25. O centurião levou a notícia ao tribuno, que fez mais inquirição. A ele Paulo não só afirmou sua cidadania romana, mas demonstra como se tornara: “Por direito de nascimento” (Atos 22:28).
Isso implica, na afirmação da cidadania de seu pai, como cidadão romano, e ele nascera em um solo livre, obtendo a cidadania por direito ao nascer.
Centurião era um militar de alta patente no exército romano com 100 homens sob seu comando [uma centúria], seria um comandante militar.
Entre os que receberiam a Epístola deveriam estar soldados, nobres e alguns cristãos judeus. Paulo ainda não estivera em Roma, mas conhecedor da cultura romana e da grandiosidade da capital do Império como um “plantador de igrejas”, notou a necessidade, ao ser inspirado pelo Espírito Santo, de escrever-lhes uma Epístola contendo a base doutrinária do Cristianismo noviço. “E, quando iam passando pelas cidades, lhes entregavam, para serem observados, os decretos que haviam sido estabelecidos pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém. De sorte que as igrejas eram confirmadas na fé, e cada dia cresciam em número.” Atos 16:4,5
Este deveria ser o Contexto Histórico, ao escrever-lhes:
Paulo escreveu a Epístola aos Romanos, por volta de 56 dC, ele ainda não tinha estado em Roma, mas vinha pregando o evangelho desde sua conversão em 35 dC.
Durante os dez anos anteriores, ele tinha fundado igrejas através de todo o Mundo Mediterrâneo. Agora, estava chegando ao fim de sua terceira viagem missionária. Esta epístola é, portanto, uma declaração madura de sua compreensão do evangelho.
Em Roma, a igreja havia sido fundada por outros cristãos; e Paulo, através de suas viagens, conheceu muito a respeito dos crentes romanos (16.3-15).
Paulo inicia esta Epistola reafirmando sua condição de Apóstolo.
“Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus.” Romanos 1:1
A Igreja de Roma era reconhecida pela Igreja pelo sua Fé genuína, embora estivesse no centro do Império.
A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Primeiramente dou graças ao meu Deus por Jesus Cristo, acerca de vós todos, porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé.” Romanos 1:7,8
O que é acentuado nas afirmações seguintes, de Paulo, sobre as dificuldades e necessidade de conforto aos seus membros.
“E assim, quanto está em mim, estou pronto para também vos anunciar o evangelho, a vós que estais em Roma. Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” Romanos 1:15,16
O destaque doutrinário, já no primeiro capítulo é forte e destaca a necessidade de uma moralidade, aceita nas festas romanas, que reduzia o caráter dos homens, e os arrebatava da revelação de Deus, naquilo que se mostrava revelado na própria Criação.
“Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé.Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;” Romanos 1:17-20
Já neste texto inicial, Paulo formula a questão do axioma – Justiça e Fé.
Como seria notório ele vai utilizar-se de afirmações e negativas, para discorrer, num dualismo textual sobre variados temas, entre eles:
Justiça
Lei
Graça
Judeu
Gentios
Glória, porém, e honra e paz a qualquer que pratica o bem; primeiramente ao judeu e também ao grego; Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas. Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados. Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados.” Romanos 2:10-13
1ª Parte
Fonte:
Apontamentos do autor
Curiosidades: A Vida Do Apóstolo Paulo – A Verdade que liberta
Vivos
Bíblia Plenitude
Prefácio da Carta Aos Romanos – Lutero; Traduzido para o Inglês por Andrew Thornton, OSB; Português por Márcio Santos de Souza
 "Vorrede auff die Epistel S. Paul: an die Romer" in D. Martin Luther: Die gantze Heilige Schrifft Deudsch 1545 aufs new zurericht, ed. Hans Volz and Heinz Blanke. Munich: Roger & Bernhard. 1972, vol. 2, pp. 2254-2268.

Rev. Robert E. Smith; Walther Library; Concordia Theological Seminary

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