Perspectiva do Mundo árage, após a queda do Governo do Egito.
Hélio Schwartsman é um jornalista de origem judaica, mas agnóstico, o que não o ofenderá.
Uma legítima e inegável luta, pela Democracia, ou tem algo mais além disto?
Sem dúvida alguma e com toda as fibras de meu coração, apoiei a luta do povo do Egito.
Afinal liberdade é coisa de cristão e de homens de fibra!
Povo acolhedor, o que pude sentir, ao vivo estando lá, e viajando por quase toda a extensão do País, onde pretendo voltar em breve e compartilhar a liberdade do povo e a melhora de vida dos mesmos.
Povo que hospedou Jesus Cristo, Abraham, Jacob e Youssef, e foi por isto, incluído nas bençãos de Deus de Abraham.
O Grande e amplo espectro, que se abre é motivo para a análise crítica do envolvimento religioso na vida da Região, para que o radicalismo, não deságue em um rio cheio de obstáculos, às Nações irmãs em alguns conceitos culturais, religiosos e de idades seculares.
O Brasil deu um grande exemplo, de que mesmo culturas e religiões diferentes podem conviver em harmonia.
Mas, o foco em transcrever o texto é pensar na questão teológica e escatológica, que permeiam todo o Planeta, seja pelas grandes movimentações da placas tectônicas, como as grandes manifestações religiosas, que como aquelas devem ser mantidas estáveis para evitar atritos, que se transformem em terremotos.
Muito embora, nós já saibamos, que a movimentação das placas, e os movimentos acabarão por resultar, no que imaginamos, no que pode acontecer...
Bem! É melhor o leitor tirar as suas próprias conclusões.
Hélio Schwartsman é um jornalista de origem judaica, mas agnóstico, o que não o ofenderá.
Tem forte crítica em suas matérias, mas pauta pela sinceridade e autenticidade na sua critica mordaz.
Respeito muito os seus textos, mesmo quando ferem, sob o meu ponto de vista cristão, certos valores, para mim caros e rudimentares.
Nesta crônica Hélio descreve, o que venho escrevendo em minha página na rede Mundial Web, sobre a noção rudimentar e basal que vem sendo o motor de todas as revoluções em nome da democracia e contra as ditaduras, no mundo islâmico.
Ele desconstrói, a comunidade dos irmãos Muçulmanos, mostrando a sua inserção em todo o mundo oriental islâmico, inclusive em Israel, e como as aparentes diferenças com a Al Qaeda e outros grupos radicais.
E as diferenças de entendimento do Islã, ainda se constituem, em barreira para a formação na Região, quiçá em mais de um Continente, de uma só nação, a Nação do Islã.
Talvez a maior Nação teocrática, jamais existente no Mundo.
Respeito muito os seus textos, mesmo quando ferem, sob o meu ponto de vista cristão, certos valores, para mim caros e rudimentares.
Nesta crônica Hélio descreve, o que venho escrevendo em minha página na rede Mundial Web, sobre a noção rudimentar e basal que vem sendo o motor de todas as revoluções em nome da democracia e contra as ditaduras, no mundo islâmico.
Ele desconstrói, a comunidade dos irmãos Muçulmanos, mostrando a sua inserção em todo o mundo oriental islâmico, inclusive em Israel, e como as aparentes diferenças com a Al Qaeda e outros grupos radicais.
E as diferenças de entendimento do Islã, ainda se constituem, em barreira para a formação na Região, quiçá em mais de um Continente, de uma só nação, a Nação do Islã.
Talvez a maior Nação teocrática, jamais existente no Mundo.
No Mundo árabe há grandes líderes carismáticos, como Muahamar Kadafi, da Líbia, que esta semana já começou a sua saída de uma aparente imersão da mídia.
Ele chama isto de noção “umma”, traduzida nos dias de hoje como “Nação”, etimologicamente derivada da palavra ‘umm’ que significa mãe.
Ele chama isto de noção “umma”, traduzida nos dias de hoje como “Nação”, etimologicamente derivada da palavra ‘umm’ que significa mãe.




