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domingo, agosto 21

'Trocas' de igrejas um mal deste século?Crentes Sem Igrejas...Continuação-Atualização

Repensando a Pesquisa dos Sem Igreja!
Até onde vai o verdadeiro sentido destas pesquisas.
Segundo a ISTOÉ: O novo retrato da fé no Brasil-Esta semana na Internet.
Uma releitura pessoal das informações publicadas, sem desconsiderar o direito da Revista e dos que participaram da matéria em externar suas opiniões e entendimento, mas prefiro a minha Visão.
O Foco exclusivo e que ‘valoriza’ a reportagem é A Nação Evangélica.

Nem a Igreja Católica é citada em sua preocupação com o nosso crescimento no Brasil.
Observando a reportagem completa vemos que a questão vai mais além.

segunda-feira, fevereiro 21

Situação no Oriente Médio - Barril de Pólvora ou de Petróleo se esvaindo..

Oriente Médio.
Enquanto editava esta matéria fiquei sabendo que o Egito autorizou a passagem de dois navios da Marinha Iraniana [uma fragata e um Navio de Suprimentos] a atravessarem, o Canal de Suez, isto é estão a algumas milhas de Israel - yensão aumentada - isto não ocorria desde a Revolução de Khomeini - a Revolução Islâmica de 1979.


O canal de Suez é uma rota naval estratégica, que liga o mar Vermelho ao mar Mediterrâneo, evitando que os navios vindos da Europa e da Ásia tenham que contornar toda a África para comercializar suas mercadorias. 
Ele é fundamental para o comércio de petróleo.
Líbia.
Situação Tensa na Líbia.
Fim de linha para Kadafi [ou Gaddafi]?
Certas coisas estão acontecendo no mundo árabe com nelocidade espantosa, para os analistas políticos e até para nós.
Parece-me entender melhor o versículo:
Mt.24. 27. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do filho do homem.
No sentido escatológico da velocidade das coisas, que hão de acontecer e estão acontecendo, sem ser fatalista ou oportunista, mas numa releitura bíblica das revelações progressivas das Escrituras, a seu tempo.

Filho de Muhamar Kadafi diz que não atirou contra a multidão.
Contudo a notícias que nos chegam dão conta de que centenas de pessoas foram mortas, num verdadeiro genocídio.
Protestos contra Kadafi chegam à capital da Líbia.
Novas manifestações pressionam pela saída de Kadafi, enquanto o filho de Kadafi, Saif el-Islam Kadafi diz que líder lutará "até o último tiro".
(Foto: Darrin Zammit Lupi/Reuters) Caça líbio em aeroporto de Malta
Dois pilotos da Força Aérea da Líbia desertaram hoje, dia 21.
Eles levaram seus caças para Malta, onde disseram às autoridades que haviam recebido ordens para bombardear manifestantes, segundo fontes do governo maltês.
As fontes disseram que os aviadores – ambos com a patente de coronel – decolaram de uma base perto de Trípoli. 
Eles estão sendo interrogados pela polícia local, e um dos dois pediu asilo político.
Os dois disseram que decidiram voar para Malta após receberem ordens para atacar manifestantes em Benghazi, segunda maior cidade da Líbia, epicentro dos protestos contra o regime de Muammar Gaddafi.
Irã e Israel.
Navios de guerra iranianos no canal de Suez preocupam Israel.

Pela primeira vez nesta semana a Marinha do Irã navegou pelas águas do Mediterrâneo para ajuda humanitária e atravessou o Canal de Suez.
Cargueiro no Canal de Suez, entre o Porto de Saïd e Ismaïla.
AFP

terça-feira, fevereiro 15

Mundo Árabe - O Que Pode Acontecer, Depois do Egito...

Perspectiva do Mundo árage, após a queda do Governo do Egito.
Uma legítima e inegável luta, pela Democracia, ou tem algo mais além disto?
Sem dúvida alguma e com toda as fibras de meu coração, apoiei a luta do povo do Egito.
Afinal liberdade é coisa de cristão e de homens de fibra!
Povo acolhedor, o que pude sentir, ao vivo estando lá, e viajando por quase toda a extensão do País, onde pretendo voltar em breve e compartilhar a liberdade do povo e a melhora de vida dos mesmos.
Povo que hospedou Jesus Cristo, Abraham, Jacob e Youssef, e foi por isto, incluído nas bençãos de Deus de Abraham.
O Grande e amplo espectro, que se abre é motivo para a análise crítica do envolvimento religioso na vida da Região, para que o radicalismo, não deságue em um rio cheio de obstáculos, às Nações  irmãs em alguns conceitos culturais, religiosos e de idades seculares.
O Brasil deu um grande exemplo, de que mesmo culturas e religiões diferentes podem conviver em harmonia.
Mas, o foco em transcrever o texto é pensar na questão teológica e escatológica, que permeiam todo o Planeta, seja pelas grandes movimentações da placas tectônicas, como as grandes manifestações religiosas, que como aquelas devem ser mantidas estáveis para evitar atritos, que se transformem em terremotos.
Muito embora, nós já saibamos, que a movimentação das placas, e os movimentos acabarão por resultar, no que imaginamos, no que pode acontecer...
Bem! É melhor o leitor tirar as suas próprias conclusões.

Hélio Schwartsman é um jornalista de origem judaica, mas agnóstico, o que não o ofenderá.
Tem forte crítica em suas matérias, mas pauta pela sinceridade e autenticidade na sua critica mordaz.
Respeito muito os seus textos, mesmo quando ferem, sob o meu ponto de vista cristão, certos valores, para mim caros e rudimentares.
Nesta crônica Hélio descreve, o que venho escrevendo em minha página na rede Mundial Web, sobre a noção rudimentar e basal que vem sendo o motor de todas as revoluções em nome da democracia e contra as ditaduras, no mundo islâmico.
Ele desconstrói, a comunidade dos irmãos Muçulmanos, mostrando a sua inserção em todo o mundo oriental islâmico, inclusive em Israel, e como as aparentes diferenças com a Al Qaeda e outros grupos radicais.
E as diferenças de entendimento do Islã, ainda se constituem, em barreira para a formação na Região, quiçá em mais de um Continente, de uma só nação, a Nação do Islã.
Talvez a maior Nação teocrática, jamais existente no Mundo.
No Mundo árabe há grandes líderes carismáticos, como Muahamar Kadafi, da Líbia, que esta semana já começou a sua saída de uma aparente imersão da mídia.
Ele chama isto de noção “umma”, traduzida nos dias de hoje como “Nação”, etimologicamente derivada da palavra ‘umm’ que significa mãe.

quinta-feira, novembro 11

Paquistão - condena mulher cristã, a morte.

Mulher cristã é condenada à morte no Paquistão
11/11/2010 12h56 - Atualizado em 11/11/2010 13h25
Asia Bibi, de 45 anos, uma mulher cristã recebeu sua sentença de morte por enforcamento nesta segunda.
É a 1ª vez que uma mulher recebe esta sentença no país por blasfêmia.
Da France Presse
Um tribunal paquistanês condenou à morte uma mulher cristã, mãe de cinco filhos, por blasfêmia, provocando a revolta de grupos de defesa dos direitos humanos nesta quinta-feira.
Asia Bibi, de 45 anos, recebeu sua sentença na segunda-feira em uma corte do distrito de Nankana, na província central de Punjab, a 75 quilômetros de Punjab.
O Paquistão jamais executou um réu por blasfêmia, mas o caso joga luz sobre a polêmica lei islâmica do país, que incentivaria a ação de extremistas.
O processo de Asia começou em junho de 2009, quando ela foi buscar água enquanto trabalhava no campo.
Um grupo de camponesas muçulmanas, no entanto, protestou, afirmando que uma mulher não-muçulmana não deveria tocar o jarro d'água do qual elas também beberiam.{Situação parecida com a dos samaritanos e judeus - a samaritana que encontrou Jesus no poço - João 4.9. Disse-lhe então a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (Porque os judeus não se comunicavam com os samaritanos.)
Dias depois, o grupo de muçulmanas procurou um clérigo local e denunciou Asia, indicando que ela teria feito comentários depreciativos sobre o profeta Maomé.

segunda-feira, agosto 16

RAMADÃ, JEJUM E OBRIGAÇÕES... UM ENFOQUE RÁPIDO E GERAL...

Tempo de Ramadã
Observe as bandeiras e identifique a bandeira da Alemanha.

Muçulmanos esperam hora de interromper jejum sagrado do Ramadã, em mesquita de Jacarta, na Indonésia
Is.58.5. Seria este o jejum que eu escolheria, que o homem um dia aflija a sua alma, que incline a sua cabeça como o junco, e estenda debaixo de si saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aprazível ao SENHOR?
RESPEITAR SUA cultura e religiosidade é mérito de cada povo.
Mas, qual o jejum a ser feito e aceito por Deus?

Os muçulmanos estão neste período respeitando o Ramadã, um período de abstinência e jejum, que dura todo o dia do nascer até ao pôr do sol.
Assim como outras religiões o jejum é uma observação religiosa do islã.
Outras culturas também cumprem este período com ardor.
Entre os crentes cristãos o jejum é uma prática não obrigatória.
Nós os evangélicos observamos sob a orientação da Bíblia períodos de jejum total ou parcial, como o de Daniel, muito embora, alguns achem este tipo de jejum discutível.
A obrigatoriedade do jejum, não é um preceito bíblico.
Mesmo assim o jejum deve ser algo a ser utilizado pelo crente como forma de ajuda especial indicada por Jesus Cristo com finalidades múltiplas.
Mt.17.21. Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.
O jejum bíblico é relatado desde as primeiras páginas bíblicas, como um meio de:
- demonstrar arrependimento do mal; Jn.3.5,7. E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior até ao menor. Nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas provem coisa alguma, nem se lhes dê alimentos, nem bebam água; jejum completo e nacional.
- agradar a Deus e obter seu favor;
- nacionalmente. Neemias 9.3.1- E, no dia vinte e quatro deste mês, ajuntaram-se os filhos de Israel com jejum e com sacos, e traziam terra sobre si.E a descendência de Israel se apartou de todos os estrangeiros, e puseram-se em pé, e fizeram confissão pelos seus pecados e pelas iniqüidades de seus pais. E, levantando-se no seu lugar, leram no livro da lei do SENHOR seu Deus uma quarta parte do dia; e na outra quarta parte fizeram confissão, e adoraram ao SENHOR seu Deus.

 

JEJUM EM VÁRIOS PAÍSES, INCLUSIVE NA UNIÃO EUROPÉIA.

- abatimento da alma; - prática farisaica comum; Lc.18.12. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.
- fortalecimento espiritual;
- enfrentamento de legiões ou castas de demônios;
Jejuns programados.
Assim como o Ramadã, o jejum datado para épocas especiais era um mandamento entre o povo de Deus.
Zc.8.19. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: O jejum do quarto mês, e o do quinto, e o do sétimo, e o do décimo serão para a casa de Judá regozijo, alegria e festividades solenes; amai, pois, a verdade e a paz.
Tanto no Antigo Testamento, quanto no Novo Testamento ele é citado como uma prática necessária.
Dos Patriarcas aos Apóstolos todos tiveram seus momentos de jejuar e de busca à Deus pelo jejum.
Davi; 
Neemias; 
toda a cidade de Nínive;
até o rei Acabe jejuou [1 Rs.21.27.];
Jesus [por quarenta dias. Mt.4.2. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;] 
Estiveram em jejuns, uns prolongados e outros sem especificação de período;Apóstolos. 2 Co.6.5. Nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns... 
Um período de busca da vontade de Deus.
Joel concita aos sacerdotes e ministros de Deus ao jejum. 
Joel. 1.13. Cingi-vos e lamentai-vos, sacerdotes; gemei, ministros do altar; entrai e passai a noite vestidos de saco, ministros do meu Deus;
Quando há necessidade de enfrentamento com espíritos malignos.
Para maior aproximação com o Senhor. 
A maior diferença entre no ato é a questão de jejum nacional.
Israel já teve jejuns nacionais.
As Assembléias de Deus em seu conteúdo programático do Centenário [1911-2011] convocou-nos para um jejum nacional, não atendido por todos.
A questão da aparência e apresentação durante o jejum é um dos fundamentos cristãos, com base nas palavras de Jesus. Mt. 6.17.Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto...
Restrições do jejum judeu.
Restrições durante o jejum:
Não comer, não beber, não trabalhar, não lavar-se nem massagear a pele (perfumes, cremes etc.), não calçar couro, não ter relações conjugais
O jejum diz respeito tanto aos homens como às mulheres, mesmo se estas estiverem grávidas ou amamentando. 
Só em caso de doença – ou onde há algum perigo, o jejum pode ser suspenso (o judeu é orientado a consultar o seu rabino)
Crianças.
As crianças de 9 a 10 anos podem jejuar somente algumas horas. 
A partir dos 11 anos conforme avaliação dos pais, pode jejuar o dia todo. 
O jejum torna-se obrigatório aos 12 anos, para meninas, e aos 13, para meninos.
Ao acordar, lavam-se as mãos até a segunda falange, com água fria e sem sabão. Passam-se os dedos ainda úmidos nas pálpebras.
O uso de sapato, sandálias ou tênis de couro é proibido tanto para homens como para mulheres. As crianças também devem ser orientadas neste sentido.
Jejum Islâmico.
No Ramadã, os fiéis muçulmanos continuam suas atividades de maneira normal, trabalhando e se dedicando as orações nos horários regidos pela liturgia costumeira diária do Islã.
Assim, eles encontram certas dificuldades quanto a praticarem o jejum estabelecido, incluindo, nestes dias de calor em alguns países, exceções permitidas pelos Conselhos dos Clérigos.
O que se destaca neste jejum que ele é meritório apenas no sentido de cumprimento de dever, pois alguns pronunciamentos de islamitas indicam que há um forte apelo as tentações continuadas da vida carnal com relação a vida espiritual: "Eu vejo as pessoas comendo e bebendo, eu passo pelos bares e sinto, claro, aquele cheiro delicioso. Isso estimula o apetite e a fome fica mais perceptível. Resistir ao charme feminino, principalmente no verão, é algo muito, muito difícil."
Tevêt é o décimo dos doze meses do calendário judaico.
Tevet (do hebraico טֵבֵת) é o nome do quarto mês do calendário civil judaico e décimo do calendário religioso.
Tevêt começa com o "período" (tekufá) do inverno (cujos três meses – Tevêt, Shevat e Adar – correspondem às três tribos do acampamento de Dan – Dan, Asher e Naftali – situadas no lado norte do acampamento).
Tevêt começa com os últimos dias de Chanucá (que tem seu ponto culminante no oitavo dia – Zot Chanucá).
Seu décimo dia – o décimo dia do décimo mês ("o décimo será sagrado para D’us") – é um dia de jejum, em comemoração ao cerco de Jerusalém, o início da destruição do Templo.
Os quatro dias de jejum que comemoram a destruição do Templo são (por ordem de ano): 17 de Tamuz (o 4º mês), 9 de Av (o 5º mês), 3 de Tishrei (o 7º mês), e 10 de Tevêt (o 10º mês). Destes quatro dias (em seus respectivos meses) diz o profeta: "O jejum do quarto [mês] e o jejum do quinto, e o jejum do sétimo, e o jejum do décimo [no futuro] serão para a Casa de Yehuda júbilo, felicidade e dias festivos.” fonte. chabad
Zacarias aponta para estes meses indicando:
10º mês, o princípio das calamidades contra Jerusalém, compreendendo o sítio [cerco] e tomada da cidade santa. É um dia de jejum, em comemoração ao cerco de Jerusalém, o início da destruição do Templo.
Morte de Gedalias e o massacre dos judeus no sétimo mês;
Ref’s.: [587 A/C] - ano de 3336 (425 AEC).
O cativeiro e destruição do Templo no quinto mês;
Décimo mês. Sítio, Cerco. 2 Rs.25.1;
Quinto mês. Cativeiro. 2 Rs.25.3.
Sétimo mês. 2 Rs.25.25.
Quarto mês. Fome e arrombamento das portas da cidade de Jerusalém. 2 Rs.25.3;
Dez de Tevet marcou o início do cerco de Jerusalém pelos exércitos do imperador Nabucodonosor, da Babilônia, que levou à destruição do Templo Sagrado e à expulsão do povo de Israel de sua terra. "Devido ao ódio infundado entre os judeus" –  conclui o Talmud – Jerusalém foi destruída.
Trinta e um meses depois, no dia 9 de Av do ano 3338, destruíram o Primeiro Templo Sagrado.
O jejum de 10 de Tevêt começa um pouco antes do nascer do sol e termina após o anoitecer.
Leia as matérias compiladas de diversas fontes...
Muçulmanos do mundo árabe iniciam hoje o mês sagrado do Ramada.
Agências.
- fatwa (decreto religioso)
Milhões de muçulmanos do mundo árabe iniciaram nesta quarta-feira o jejum do mês sagrado do Ramadã, que este ano será realizado em pleno verão no hemisfério Norte e com altas temperaturas que desafiarão os fiéis em seu jejum de águia e comida do nascer até o pôr do sol.
O Ramadã começou em Jordânia, Egito, Síria, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Iêmen, Kuait e Sudão, depois que as autoridades religiosas avistaram na terça-feira o quarto crescente da lua ou hilal --que marca o início do Ramadã e o final do mês muçulmano de Shaban.
Nas últimas semanas, não só as temperaturas subiram, mas também os preços dos alimentos na maioria dos países árabes, o que provocou manifestações de protesto no Egito.
Jejum encarece preço dos alimentos no Ramadã.
"Até as verduras estão mais caras agora que antes", disse à Agência Efe Abdala el Sayed, um motorista egípcio. "O que podemos comer então para romper o jejum do Ramadã?", se perguntou.
El Sayed se queixou de que este ano terá que alimentar sua família com menos carne, porque não pode fazer frente a seu elevado preço, calculado em US$ 10 o quilo.
Na Jordânia, a alta dos preços dos produtos básicos antes do Ramadã também preocupou os cidadãos. 
O primeiro-ministro do país, Samir Rifai, alertou os comerciantes na terça-feira sobre suas tentativas de subir os preços dos alimentos sem motivo algum.
"Qualquer aumento de preços significa a ampliação da margem de lucro dos comerciantes, mas o governo dispõe de todos os meios para fazer frente a esta exploração", declarou à imprensa.
Segundo números oficiais, na Jordânia o consumo de alimentos aumenta em 35% durante o Ramadã, quando, apesar do jejum diurno, são frequentes os excessos culinários nas reuniões familiares.
No Líbano, embora as autoridades tenham solicitado um congelamento dos preços dos alimentos, desde o início da semana foi registrada uma alta no valor dos produtos, sobretudo das verduras e das frutas.
CADA PAÍS E CADA RAMO TÊM SUAS PRESCRIÇÕES PARA A ÉPOCA.
IRAQUE
Com a chegada do Ramadã no Iraque, o Ministério de Comércio lançou uma campanha para assegurar a repartição dos alimentos em todas as regiões do país.
"Os preços são altos e também o calor, sobretudo pelo contínuo corte de eletricidade", disse à Efe Samar Abdala, uma professora iraquiana, enquanto fazia compras no centro de Bagdá e terminava os preparativos para a festividade.
O começo do mês sagrado muçulmano não fez os iraquianos esquecerem a crítica situação política e econômica vivida no país, que ainda não tem um novo governo.
Devido a estas circunstâncias, um grupo de ulemás e intelectuais iraquianos expressou em comunicado seu desejo de que os políticos aproveitem o mês do Ramadã para acelerar a formação de um novo gabinete e melhorar a situação da segurança.
XIITAS
Nos países de maioria xiita, os muçulmanos observam somente na noite desta quarta-feira o hilal, por isso só começarão amanhã o período de jejum.
Na Arábia Saudita, berço do Islã, as autoridades permitiram mais uma vez a observação do hilal com o uso de telescópios, um tema que sempre foi polêmico no país.
A discussão gira em torno da tradição, que seria de analisar o céu sem a ajuda de instrumento algum.
Além disso, o mufti da Arábia Saudita, o xeque Abdul Aziz al-Asheik, a máxima autoridade religiosa do país, permitiu este ano que os doentes de diabetes não jejuem --já que 24% dos 21 milhões de sauditas sofrem deste mal.
Nono mês do calendário islâmico, o Ramadã é considerado sagrado porque, segundo a tradição, foi quando o profeta Maomé recebeu a revelação do Corão.
Quase 1,5 bilhão de muçulmanos no mundo devem iniciar o mês de jejum e as orações rituais do Ramadã.
O jejum é um dos cinco pilares do Islã, junto às cinco orações diárias, à profissão de fé, à esmola e à peregrinação a Meca. Ele deve ser cumprido por todo muçulmano, exceto mulheres grávidas, doentes, crianças e viajantes.
Durante o período, os fiéis devem abster-se de comer, beber, fumar e manter relações sexuais, do amanhecer até o pôr do sol. O jejum é concebido como um esforço espiritual e uma luta contra a sedução dos prazeres terrenos.
MAIOR NAÇÃO MUÇULMANA.
INDONÉSIA.
Para quem pensa que nos países da região árabe estão os maiores contingentes de muçulmanos do mundo,engana-se.
A Indonésia é o maior país muçulmano do Mundo, conta atualmante com 200 milhões de pessoas praticantes da religião do Islã.
PREVENÇÃO PARA O RAMADÃ.
A Indonésia, nação de maior população muçulmana do mundo, bloqueará antes do início do Ramadã todas as páginas pornográficas na internet, tanto locais como internacionais, para respeitar o mês sagrado do jejum para o Islã.
O governo fechará ainda mais de 400 estabelecimentos noturnos durante o Ramadã, nono mês do calendário lunar islâmico, que começará em 11 de agosto e terminará em 9 de setembro.
A medida, anunciada nesta quinta-feira pelo ministro da Informação e Comunicação, Tifatul Sembiring, vem após a forte controvérsia suscitada por uma série de vídeos pornográficos de famosos indonésios divulgados na rede.
"Com a ajuda de Alá, terminaremos nosso trabalho antes do Ramadã, para não afetar as obrigações religiosas", assinalou Sembiring, do islamita Partido da Justiça e Prosperidade.
A censura se baseia na polêmica Lei Antipornografia, aprovada em 2008 apesar das críticas de minorias religiosas, coletivos feministas e grupos culturais.
O ministro acrescentou que a implementação já está acontecendo e alertou que as denúncias pela infração da normativa são "instantâneas" e as penas por distribuição de material pornográfico chegam a 12 anos de prisão.
Com mais de 200 milhões de fiéis, cerca de 90% de sua população, a Indonésia é o país de maior população muçulmana do mundo, que se caracteriza por um Islã moderado. Folha on line.
NOS PAÍSES EUROPEUS.
ALEMANHA.
MUÇULMANOS RELATAM DIFICULDADES EM CUMPRIR O RAMADÃ.
Durante o mês sagrado para os muçulmanos, o jejum é observado ao longo de quatro semanas, do nascer ao pôr-do-sol. 
Para alguns fiéis muçulmanos que vivem na Alemanha, essa obrigação religiosa é um grande desafio.
O mês do Ramadã é esperado com ansiedade pelos quase quatro milhões de muçulmanos que vivem na Alemanha. No mês sagrado, ao longo de quatro semanas, os fiéis não podem comer ou ingerir líquidos entre o amanhecer e o pôr-do-sol.
Os países islâmicos ajustam-se completamente ao período sagrado: cidades e vilas são decoradas com luzes, uma grande oferta de frutas, legumes e outras especiarias deixam os mercados nas ruas ainda mais animados. Em regiões mais quentes, as horas de trabalho se estendem pela noite, bares e restaurantes abrem somente após o anoitecer.
Mais difícil fora de casa
Em países ocidentais, os muçulmanos cumpre o mês de jejum como minoria. Em geral, a observância do Ramadã é um grande desafio, que nem todos os muçulmanos querem ou podem cumprir.
Azima Moustafa e Haidar Omar vivem há 13 anos na Alemanha. Quando morava na Síria, o casal curdo sempre cumpriu o Ramadã, mas, no novo país, é cada vez mais difícil ficar sem comer e beber no mês sagrado. "Na Síria, eu jejuei todos os anos. Também na Alemanha eu fiz o mesmo até há pouco tempo. Mas no ano passado, eu consegui manter o jejum só por poucos dias", admite Azima Moustafa. À medida que o Ramadã coincide com o verão, cada vez mais longo é o período do dia que os muçulmanos precisam aguardar para fazer uma refeição.
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  O casal Haidar Omar e Azima Moustafa
No caso de Moustafa, o calor e o incômodo causado pela asma contribuíram para que ela não conseguisse seguir com o jejum. Haidar Omar já não jejua há muitos anos. "Na Síria, eu cumpria naturalmente, mas desde que passei a viver aqui eu não consigo mais. Eu trabalho na construção civil, isso exige bastante força física e estou sempre com sede. Para cumprir o tempo de jejum, preciso ficar o mês inteiro em casa, mas isso não é tão fácil."
Omar, de 38 anos, sabe que seu empregador não pode ficar sem força de trabalho durante a temporada. 
E para Azima, de 31 anos, a situação também é complicada: com dois filhos e uma butique própria em Colônia, ela trabalha o dia todo e não tem condições de contratar funcionários.
Mesquita como fonte
Além disso, Azima diz sentir falta de um sentimento de coletividade, que dá força aos fiéis em países muçulmanos. Se estivesse em sua comunidade, na Síria, ela tem certeza que cumpriria o Ramadã. Quem precisa lutar contra esse sentimento de fraqueza e dificuldade de concentração busca apoio e sentimento de grupo nas mesquitas.
Abdelwahab Alioui é um imame da mesquita Al-Qods, na cidade alemã de Krefeld. Alioui sabe que, neste ano, vai encontrar muitos muçulmanos que não vê com frequência. "Durante o Ramadã, a mesquita recebe muito mais pessoas do que o normal. Tanto homens quanto mulheres, idosos e jovens fiéis, assim como pais e seus filhos. Para nós, líderes religiosos, também é uma oportunidade de lembrar aos fiéis suas obrigações religiosas. Isso significa não insultar o próximo, não mentir ou roubar, independente de sua filiação religiosa", diz Abdelwahab Alioui.
Enquanto para Haidar e sua esposa Azima, os limites físico são um obstáculo para o Ramadã, Mohammed Al-Ibrahim se prepara com algumas semanas de antecedência para cumprir o jejum. O médico de 42 anos vive há 20 anos em Colônia, e respeita o Ramadã todos os anos.
Kwait.
Para o kwaitiano, é um desafio manter o jejum na Alemanha – não apenas pelos bares e restaurantes disponíveis: "Eu vejo as pessoas comendo e bebendo, eu passo pelos bares e sinto, claro, aquele cheiro delicioso. Isso estimula o apetite e a fome fica mais perceptível. Resistir ao charme feminino, principalmente no verão, é algo muito, muito difícil." O período de jejum não se refere apenas à comida e bebida: o fumo e o sexo são também tabus até antes do anoitecer. 
Cumprir o mandamento
Durante quatro semanas, os muçulmanos exercitam o autocontrole. 
Por um lado, essa prática tem um aspecto ligado à saúde. A fome e a sede lembram, por outro lado, a situação dos pobres, e também os ricos devem conhecer a sensação de fome. Faz parte dos deveres dos muçulmanos no Ramadã fazer doações aos necessitados.
Segundo uma pesquisa de 2005 feita pelo Centro de Estudos sobre a Turquia de Essen, 73% dos turcos muçulmanos que vivem na Alemanha cumprem com o jejum. Quem não observa esse mandamento sente uma pressão grande dentro da comunidade muçulmana. "Quem não jejua no Ramadã não é bem-visto pelos muçulmanos. Eles o censuram e não respeitam sua decisão. É uma questão entre mim e Deus", diz Azima Moustafa. Ela conta que também já foi insultada.
No Islã, entretanto, existem exceções: é dever religioso jejuar somente a partir da puberdade. Pessoas doentes e idosas, assim como aquelas em viagem, ficam dispensadas do jejum e podem compensar os dias falhos mais tarde.  
A abstinência dos fiéis deve, principalmente, servir à saúde do corpo, da mente e da alma.
Autora: Ulrike Hummel (np)
Revisão: Carlos Albuquerque
EXCEÇÃO
CALOR EXCESSIVO PERMITE QUEBRA DO RAMADÃ NOS EMIRADOS.
Nos Emirados Árabes Unidos, uma recente fatwa autorizou os trabalhadores expostos ao clima da região a romper o jejum se não aguentarem a onda de calor, com o objetivo de evitar a desidratação.
A fatwa foi proclamada após o pedido de um funcionário de uma plataforma de petróleo, que teme pela saúde em condições climáticas extremas.
No Egito, as autoridades decidiram mudar a hora do país durante o mês de jejum e, assim, o sol se ocultará uma hora mais cedo e a hora do iftar --a esperada refeição que encerra o jejum-- chegará mais cedo.
O fato do Ramadã coincidir este ano com as férias de verão inquieta a indústria turística da região, preocupada com a possibilidade dos ricos visitantes árabes procedentes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuait e Líbia optarem por ficar em casa para passar o período tradicional em família.
Por este motivo, o ministério egípcio do Turismo iniciou uma campanha para convencer os ricos turistas árabes, que viajam ao Cairo no verão, que uma vez passado o momento austero do jejum poderão desfrutar de animados jantares com fogos de artifício, espetáculos, concertos e danças folclóricas às margens do Nilo.       
Terça-feira, 10 de Tevêt: foi dia de jejum
Na terça-feira, dia 10 de Tevêt, foi um dia de jejum e luto para o povo judeu. 
Nesta data, no ano de 3336 (425 AEC), os exércitos do imperador Nabucodonosor da Babilônia cercaram Jerusalém e, trinta e um meses depois, no dia 9 de Av do ano 3338, destruíram o Primeiro Templo Sagrado. O jejum de 10 de Tevêt começa um pouco antes do nascer do sol e termina após o anoitecer.

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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

Doutrina


O Credo da Assembléia de Deus
A declaração de fé da Igreja Evangélica Assembléia de Deus não se fundamenta na teologia liberal, mas no conservadorismo protestante que afirma entre outras verdades principais, a crença em:
1)Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).
Pacto de Lausanne – Suíça
Teses de Martinho Lutero
95 Teses de Lutero
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