A Confirmação De Uma Promessa
Lição 4
CPAD 2º Trimestre 2026
26 de
abril
Subsídio pastor
e professor Osvarela
TEXTO
“E
estabelecerei o meu concerto entre mim e ti e a tua semente depois de ti em
suas gerações, por concerto perpétuo, para te ser a ti por Deus e à tua semente
depois de ti.” (Gn. 17.7).
PRÁTICA
Deus é
fiel para cumprir tudo aquilo que nos prometeu
Gênesis
17.1-9
1 —
Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o SENHOR a Abrão e
disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença e sê perfeito.
2 — E
porei o meu concerto entre mim e ti e te multiplicarei grandissimamente.
3 —
Então, caiu Abrão sobre o seu rosto, e falou Deus com ele, dizendo:
4 —
Quanto a mim, eis o meu concerto contigo é, e serás o pai de uma multidão de
nações.
5 — E não
se chamará mais o teu nome Abrão, mas Abraão será o teu nome; porque por pai da
multidão de nações te tenho posto.
6 — E te
farei frutificar grandissimamente e de ti farei nações, e reis sairão de ti.
7 — E
estabelecerei o meu concerto entre mim e ti e a tua semente depois de ti em
suas gerações, por concerto perpétuo, para te ser a ti por Deus e à tua semente
depois de ti.
8 — E te
darei a ti e à tua semente depois de ti a terra de tuas peregrinações, toda a
terra de Canaã em perpétua possessão, e ser-lhes-ei o seu Deus.
9 — Disse
mais Deus a Abraão: Tu, porém, guardarás o meu concerto, tu e a tua semente
depois de ti, nas suas gerações.
Objetivos da Lição:
I)
Mostrar que Deus mudou o nome de Abrão e Sarai;
II)
Apresentar a confirmação do concerto de Deus com Abraão;
III)
Explicar o pacto perpétuo da circuncisão
Exórdio simples:
Gênesis
17.1,2
1 —
Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o SENHOR a
Abrão e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença e sê
perfeito. — E porei o meu concerto entre mim e ti e te multiplicarei
grandissimamente.
Diferentemente
do povo anônimo de Babel, Abrão escolheu confiar e obedecer a Deus, e ainda em
sua velhice, aos 99 anos é reconfortado e re-aliançado com mudança de seu nome
da sua esposa, de Abrão para Abraão de Sarai para Sara e com uma marca física
em seu corpo na sua masculinidade, a circuncisão, que se manteria na sua
posteridade, agora ampliada não só em uma nação, mas multiplicada em nações!
E é
orientado a se manter perfeito em sua fé e no aguardo da promessa feita há 24
anos antes. anda em minha presença e sê perfeito.
Gn. 17.1.2 — ...; anda
em minha presença e sê perfeito. E porei o meu concerto entre mim e ti e te
multiplicarei grandissimamente.
Ou seja,
ao se manter perfeito na fé sobre a promessa ele conquistaria e manteria a
multiplicação de seu nome através de gerações e se ampliarmos
É este um
legado da fé de Abraão o resto é história. Deus transformou Abrão em uma
bênção para o mundo inteiro.
Palavras
Chave:
Concerto –
Perpétuo – Semente – Gerações - Ser perfeito
A importância
da etimologia:
ברית
- b^eriyth;n.f. acordo, aliança, compromisso, entre Deus e o
homem. A raiz da
palavra está ligada à ideia de "unir", "prender" ou
"estabelecer um vínculo" entre Deus e o homem. A palavra implica uma aliança selada
com juramento, diferente de um simples acordo.
זרע – zera [z^era’ (aramaico)]; n.
m. semente, semeadura,
descendência.
תולדה
- towl ^edah ou תלדה tol^edah; n. f. pl. descendentes, consequências,
condutas, gerações, genealogias.
נצח
- netsach ou נצח - netsach; n. m. eminência, perpetuidade, força,
vitória, duradouro, eternidade.
ישמעאל
- Yishma è’l; n.
pr. m. Ismael
= “Deus ouvirá”
A palavra hebraica para concerto
é berith. Parece não haver diferenciação
filológica entre o Velho e o Novo concertos,
na menção que lhes é feita na Bíblia. Tampouco indica esse vocábulo qualquer
distinção entre seu caráter, ou que era um contrato.
O concerto com o patriarca Abraão – destaco a aliança abraâmica pela sua
característica ímpar, por ser a base das alianças reiteradas aos seus filhos, e
Nações que saíram de seus lombos.
O mesmo sucede com a palavra
grega diptheke, que significa ajuste, acordo,
concerto, testamento. Contudo, nas Escrituras, ambas essas palavras requerem
uma distinção de caráter e aplicação. No caso do velho concerto
elas designam um acordo ou um contrato baseado em condições e estipulações —
obediência proveniente do esforço humano: “Faremos.”
Um concerto, no Oriente antigo e nos
dias do Velho Testamento, era um compromisso solene e um acordo que na maioria
das vezes era confirmado por um juramento. Sua fórmula verbal via de regra era
completada por um ato simbólico que expressava a nova relação dos contratantes,
ou o castigo eventual em caso de violação por uma ou ambas as partes. Os
concertos eram comuns entre indivíduos, reis, ou países a fim de regulamentar
seu intercâmbio social, político etc. Eram feitos com base em posições de
igualdade ou inferioridade, tinham um caráter obrigatório ou voluntário e
possuíam cláusulas e condições.
O Velho Testamento menciona concertos
entre seres humanos e também entre Deus e o homem (Gên. 21:27; 31: 44; 6:18;
Atos 7:8 etc.).
430 anos antes do êxodo, em conexão com
Abraão (Gál. 3:18). Nesse tempo Deus fez um concerto com Abraão.
- — Adão transgrediu o concerto e Abraão procurou
cumpri-lo por meio de métodos naturais
- — isto não alterou a fidelidade de Deus.
Validade ou validez, do velho concerto,
dependia do cumprimento de suas condições por ambas as partes (sendo
que a outra aceitava sua parte pela fé).
Animais Partidos Pelo Meio
Deus, realizou um concerto com Abraão,
cuja suprema realização estaria na “semente” ou “descendência”. E ainda
porque o próprio Deus ao realizar a Aliança o fez de maneira que não houve
desequilíbrio entre o ser humano, Abraão e o Senhor YHWH.
O estudo de Gênesis 15 indica
que o Senhor, durante o encontro que manteve com Abraão, ordenou que ele
trouxesse certos animais e os matasse (Heb. karath: “cortar,”
“partir”), colocando as metades umas defronte das outras (Gên. 15:9
e 10).
O ofício sacrificial era realizado com os
contratantes passando, juntos, entre os animais divididos, apontando para a
responsabilidade da aliança nesse ritual: aquele que violasse as condições do
concerto teria o mesmo fim que os animais imolados (Jer. 34:18): “Farei
aos homens que transgrediram a Minha aliança . . ., como eles fizeram com o
bezerro que dividiram em duas partes, passando eles pelo meio das duas porções.”
O ponto importante do concerto de
Abraão com Deus consistia em que o Senhor não exigiu que Abraão andasse com Ele
entre os animais do sacrifício; Deus o fez sozinho (Gên. 15:17) Deus não pode
ser comparado ao homem.
Esta característica é fundamental,
tornando o concerto abraâmico completamente diferente dos demais concertos
citados no VT, como aquele que foi estabelecido no Sinai, pois simbolizava a
obrigação unilateral assumida por Deus.
Ele tornou-Se o único responsável pelo
cumprimento do concerto, que incluía o nascimento de um filho a Sara, uma
multidão de descendentes e a herança da terra de Canaã (Gên. 15:5 e 18).
Mudando o
nome:
Deus
mudou o nome de algumas pessoas para mostrar uma mudança na vida dessas
pessoas. Na Bíblia, o nome tinha significado importante e muitas vezes
dizia algo essencial sobre o caráter da pessoa. Uma mudança de nome sinalizava
uma mudança importante na vida da pessoa.
Abrão
para Abraão
Deus
mudou seu nome para Abraão refletir na promessa (Gênesis 17:5).
O texto
bíblico informa que o Senhor apareceu a ele e se apresentou como o Deus
Todo-Poderoso (Gênesis 17:1).
Isso é
interessante porque antes de Deus ter mudado o nome de Abrão, primeiro Ele se
autodesignou pelo nome “Deus Todo-Poderoso”; indicando
a Abraão que, de fato, ele estava diante d’Aquele que tem todo
o poder nas mãos e que tinha autoridade para mudar nomes e cumprir promessas.
Gênesis
17:8,9
— E te darei a ti e à tua semente depois de ti a terra de tuas peregrinações,
toda a terra de Canaã em perpétua possessão, e ser-lhes-ei o seu Deus. — Disse
mais Deus a Abraão: Tu, porém, guardarás o meu concerto, tu e a tua semente
depois de ti, nas suas gerações.
Guardar o
concerto é a uma condição dada para posteridade, mas a promessa será feita
antes do nascimento do filho da promessa!
Isto é
Graça!
Em
seguida, Deus anunciou que faria uma aliança com Abrão e daria a ele um número
extraordinário de descendentes (Gênesis 17:2). E foi nesse contexto de
aliança que Deus mudou o nome de Abrão para Abraão.
Abrão
significa “pai exaltado”, mas Abraão significa “pai das nações”.
Abrão era um homem idoso e sem filhos, mas Deus lhe prometeu que seus
descendentes seriam impossíveis de contar!
Mas, Deus
coloca a necessidade de se manter perfeito na sua fé, ou seja, confiar
completamente na promessa do Todo-Poderoso que é poderoso para realizar o sonho
impossível, mesmo que este seja a geração da vida, uma especialidade de Deus.
Sarai
para Sara
Deus
mudou seu nome para Abraão após ela rir da promessa e lhe dar a certeza que
seria mãe naquela idade (Gênesis 17:15).
O
significado de Sarai é incerto, mas Sara significa “princesa”. Deus prometeu
que Sarai, a mulher idosa e estéril, se tornaria Sara, a mãe de reis e
príncipes
Além de
mudar o nome dessas quatro pessoas, Deus também deu o nome a algumas pessoas
quando nasceram:
- Isaque
– Gênesis 17:19 - Isaque = “ele ri”
- Ismael
– Gênesis 16:11 - Ismael = “Deus ouvirá”
Confirmando
o Concerto Mudando o nome.
Se passaram
23 anos desde que Deus confirmou Sua aliança com Abrão e prometeu um
filho (e você se lembra que Abrão já estava frustrado e impaciente). Deus
aparece a Abrão para lhe dizer que ele precisa esperar mais um ano, e Seu tom
(devido às ações impulsivas e equivocadas de Abrão durante esse período) é um
pouco mais majestoso desta vez. “Eu tenho um plano. Espere e confie.
Para que você saiba que ele se cumprirá marque na tua carne como forma de
apresentar como fiel da promessa circuncidando a ti e aos teus descendentes”
“Além
disso, mudarei seu nome. Você já não será chamado Abrão, mas sim
Abraão, pois será o pai de muitas nações.” Gênesis 17:5 NVT (Bíblia
Sagrada, Nova Versão Transformadora)
Ampliando
a promessa.
A aliança
com Abraão teve origem exclusivamente em Deus (Gn. 12.1) e não estava
condicionada a qualquer mérito humano. Deus construiu essa aliança
gradualmente ao longo do tempo, desde os 75 anos de Abrão até aos 99 do
mesmo Abraão agora lhe mudando o nome.
A ideia
de “Deus aparecer” para alguém sem o uso de um sonho, uma visão,
um objeto ou um intermediário, é mais uma das teofanias, sim o próprio Deus
aparecendo aos olhos da pessoa em estado de vigília, só aconteceu com dois
grupos: os patriarcas e os primeiros líderes de Israel e Abrão tem a
peculiaridade de receber por várias vezes a presença divina para falar-lhe e
comunicar o Plano divino para a formação de uma nação em especial e várias
nações a partir de seu próprio sangue/carne, e também numa visão da onisciência
divina a formação de um povo atingido pela ação salvífica de que todos se
tornassem seus filhos pela fé que Abraão, os quais ele se torna pai pela fé idêntica
aos que reconhecem Jesus como Salvador. Romanos 4
Gênesis
17.1
— Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o SENHOR
a Abrão e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença e sê
perfeito.
4 —
Quanto a mim, eis o meu concerto contigo é, e serás o pai de uma
multidão de nações.
5 — E não
se chamará mais o teu nome Abrão, mas Abraão será o teu nome; porque por
pai da multidão de nações te tenho posto.
7 — E estabelecerei
o meu concerto entre mim e ti e a tua semente depois de ti em suas
gerações, por concerto perpétuo, para te ser a ti por Deus e à tua
semente depois de ti.
Ao
estudar este trecho no texto de Genesis 17 notamos que a mudança de nome
foi seguida de confirmação do concerto com uma nova manifestação divina sobre
as promessas que Abrão já recebera, agora aos 99 anos e sob novo nome ele
recebe a confirmação da promessa.
Neste
ponto a promessa é confirmada – “estabelecerei o meu concerto
entre mim e ti e a tua semente” – estabelece a extensão crono gênica, aos
seus descendentes, pois Abraão é colocado como Pai de multidão de nações.
A mudança
do nome de Abrão para Abraão, relatada
em Gênesis 17, marca a confirmação de um concerto (aliança)
perpétuo entre Deus e o patriarca, quando ele tinha 99 anos.
O pacto
perpétuo da circuncisão
Gênesis
17:13 “e estará a minha aliança na vossa carne por aliança
perpétua.”
מולה - muwlah; n. f.
circuncisão
“Todos os cristãos concordam que a
aliança é fundamental para a narrativa bíblica, mas é preciso afirmar com
mais ênfase: a progressão das alianças bíblicas é a principal maneira pela
qual Deus revelou Seu plano redentor e, como tal, as alianças servem
como a espinha dorsal de toda a narrativa bíblica, à medida que avançamos
da criação para a nova criação, da promessa para o cumprimento e do tipo
para o antítipo em Cristo.” Primeira batista Tomson
Até então
Deus poupara Abraão quanto a ter marcas espirituais no coração, mas nesta
promessa ampliada por Deus, sob o poder de Sua onisciência, coloca como parte
da aliança, (- como a interiorizar em Abraão e seus descendente -) ou concerto, uma obrigação de marca física,
através da carne a aliança se perpetuaria para que os descendentes de Abraão
jamais se esquecessem, como uma forma de extirpar a vergonha de sua
descendência, principalmente porque a circuncisão se dá como marca no órgão
reprodutor do homem, funcionando como um selo ou sinal físico da aliança e da
promessa de Deus, e relacionada a multiplicação de descendência, pois agora
Abraão é capacitado de forma a torná-lo pai de numerosas nações.
A
História da Circuncisão como uma iniciação ou distinção tribal.
Embora, os
judeus não fossem os únicos povos que praticavam a circuncisão; na verdade,
Jeremias (Êxodo 4:4, 6:10, 9:25-26) distinguiu entre pessoas circuncidadas e
incircuncisas como um reflexo de sua sensibilidade a Deus por isso que a circuncisão abraâmica se torna
diferenciada, pois ela teve a caracterização espiritual de ser perpetua e não
higiênica, mas de aliança dos descendentes de Abraão e como prova de virilidade
de um homem de 99 anos para ainda se tornar pai outra vez aos 100 anos, pois
tinha sido pai aos 86 anos.
A Bíblia
não relata nenhum tipo de marca em Sara, mas o fato de Deus ter exigido esse
ato específico e de Abraão tê-lo cumprido realmente aumentou a importância do
relacionamento deles. E Abraão fez isso aos 99 anos!
Imaginem ser marcado no centro reprodutor aquele
que não conseguira ter um filho de sua amada esposa? Sem pruridos de vergonha,
a circuncisão feita em Abraão se tornou conhecida de Sara, o que ela deve ter
pensado?
Tal marca
se torna um selo especial de sua descendência e nacionalidade, nos descendentes
de Abraão, que os torna identificados com seu antecessor. Tal qual o sobrenome
que carregam a circuncisão se torna parte do corpo.
Jeremias 31:33 “a escreverei no seu coração;
e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.”
O aspecto
a ser considerado é tipológico e soteriológico:
A
circuncisão aponta para a salvação e da fidelidade da fé do que tem promessa!
Romanos 4:11 E recebeu o sinal da
circuncisão, selo da justiça da fé, quando estava na incircuncisão, para
que fosse pai de todos os que creem, estando eles também na incircuncisão;
a fim de que também a justiça lhes seja imputada;
Deus
escolheu o rito da circuncisão em parte porque ele apontava para a salvação –
“a circuncisão do coração”
Por que
Deus escolheu a circuncisão como a marca da aliança?
Atos 7:8 “E deu-lhe
a aliança da circuncisão; e assim gerou a Isaque, e o circuncidou ao oitavo
dia; e Isaque a Jacó; e Jacó aos doze patriarcas.”
Jeremias 31:33 “a escreverei no seu coração;
e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.”
Afinal,
apenas os homens passam por ela, e não é um símbolo público. Mas, aponta para
conversão do coração de carne e é tipológica em Cristo na Doutrina salvífica.
Romanos 2:29;4.11 “..., circuncisão a que é do
coração, no espírito, não na letra; cujo louvor não provém dos homens,
mas de Deus...
Colossenses 2:11 “No qual também estais
circuncidados com a circuncisão não feita por mão no despojo do corpo dos
pecados da carne, pela circuncisão de Cristo;”
Três razões
a considerar:
- A responsabilidade
espiritual do marido (para fins de sobrevivência, praticamente todos
naquela cultura se casavam e tinham filhos);
- Era algo
privado – Deus não queria que o Seu povo se preocupasse com demonstrações
públicas (e vazias) de devoção, mas sim com fidelidade como a de Abraão e
obediência;
- Aponta para o Seu
povo, indicando o que era verdadeiramente exigido deles: um "coração
circuncidado" (o que reflete a natureza privada e interior do rito).
Leiam os
escritos do apóstolo Paulo, que nos ajuda a entender isso em Romanos 2 e
Romanos 4.
Alianças
na Bíblia:
Gálatas 3:17,18 “Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa. Porque, se a herança provém da lei, já não provém da promessa; mas Deus pela promessa a deu gratuitamente a Abraão.”
A aliança
de Deus com a criação em Gênesis 1-2
A aliança
de Deus com Noé em Gênesis 9
A aliança
de Deus com Abraão em Gênesis 12-22
A aliança
de Deus com Israel (por meio de Moisés) em Êxodo e Deuteronômio é o tema
central do Antigo Testamento
A aliança
de Deus com Jesus (e a igreja) — veja Jeremias 31:29-34 e Lucas 22:20.
Da época
de Antíoco Epifanes [175-164 a.C.] em diante, havia judeus que, para esconder
dos perseguidores pagãos ou escarnecedores o sinal externo de sua nacionalidade,
a circuncisão, procuravam artificialmente forçar a natureza a reproduzir o
prepúcio, estendendo ou estirando com um instrumento de ferro o que dele ficou,
para cobrir as glândulas.
επισπαομαι
- epispaomai; v. tirar (não permitir tirar o seu prepúcio)
περιτεμνω
– peritemno; v. cortar ao
redor; circuncidar
- cortar o prepúcio (usado daquele bem conhecido rito pelo
qual não apenas os filhos masculinos dos israelitas, ao oitavo dia após o
nascimento, mas subsequentemente também “prosélitos da justiça” eram
consagrados ao Senhor e acrescentados ao número de seu povo)
- fazer-se circuncidar, apresentar-se para ser circuncidado,
receber a circuncisão
- como pelo rito da circuncisão um homem era separado do mundo
impuro e dedicado a Deus, a palavra passa a denotar a extinção de luxúria e a
remoção de pecados
Conclusão:
Gn. 17.1.2 — ...; anda
em minha presença e sê perfeito. E porei o meu concerto entre mim e ti e te
multiplicarei grandissimamente.
O segredo
da multiplicação se dará se continuarmos fiéis a nossa chamada e Deus O Todo
Poderoso cumprirá tudo que nos prometeu, pois é Criador da vida e todas as demais
coisas no serão multiplicadas.
Gênesis
17:9
— Disse mais Deus a Abraão: Tu, porém, guardarás o meu concerto, tu e a tua
semente depois de ti, nas suas gerações.
Guardar o
concerto é a uma condição dada para posteridade, mas a promessa será feita
antes do nascimento do filho da promessa!
Isto é
Graça!
O legado
de Abraão nos mostra a importância de termos marcas que se estendam a nossa
geração posterior, é isto que podemos apreender deste estudo que a confirmação
de uma promessa, nos mostra que Deus é fiel para cumprir tudo aquilo que
nos prometeu independente do tempo de espera, e da idade do que detém a
promessa, ela se cumprirá e deixará marcas para posteridade, além da
multiplicação na família
Marcas na
vida do crente e da Igreja confirmam promessas para outras gerações e mantem a
aliança Cristológica que nos leva a salvação em Cristo.
Fonte:
Lições CPAD
- 2º trimestre 2026
Site estudantes
da Bíblia
Compreendendo
os dois concertos – ministério pastoral
Confirmação de uma promessa; Deus é
fiel para cumprir tudo aquilo que nos prometeu Primeira batista Thomson
Por que
Deus mudou o nome de algumas pessoas na Bíblia? Respostas bíblicas
Por Que
Deus Mudou o Nome de Abrão Para Abraão? Estilo Adoração
Bíblia Almeida
Corrigida Fiel - ACF - Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB)
Ev.
Weliano.blogspot Pires
A
promessa impossível de Deus a Abraão - de Gênesis 17 E A Aliança de Deus com Abraão (e a circuncisão
versus o batismo?) - um estudo de Gênesis 17 - Primeira Batista Thomson
Dicionário
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Apontamentos
do autor no site: estudandopalavra.blogspot
Citações no
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