sexta-feira, julho 24

NEM TANTO ATEU E NEM TANTO ATEÍSMO - RELIGIÃO OU DESENCANTO...

ATEÍSMO

Ateu admite: “África necessita de Deus, e não de apenas auxílio”

Mais uma:

Um ateu diferente?..... Matthew Parris

23/07/2009 ·

O ateísmo sempre deixa brechas para que nós os que cremos, duvidemos da verdadeira “crença” religiosa [para mim, ser ateu é ser religioso, pois acredita que Deus não existe e tem seus argumentos apologéticos...].

Mais uma vez um deles expõe esta dificuldade que os faz transitar sobre a necessidade de crer num deus, ou sobre a utilidade de se crer em Deus.

Veja algumas declarações do nosso personagem ateu:

“...na África, o Cristianismo muda o coração das pessoas. Ele produz uma transformação espiritual.

O renascimento é real. A mudança é boa”.

Ou então:

“A religião oferece mudança aos corações e às mentes das pessoas – algo que a ajuda financeira não pode fazer”

Ou mais, entendendo a ação do agir de Deus até na ação material humana:

“O seu trabalho era secular, mas certamente afetado por aquilo que eles eram… influenciado por uma concepção do lugar do homem no Universo que o Cristianismo tem ensinado”.

Parece-me que este “ateu” só precisa fazer como Cornélio...

Mais uma frase de convicção:

“Mas o Cristianismo.... ajuda a libertar os africanos... abandonar uma mentalidade tribal asfixiante. É por isso e assim que ele liberta”

Leia a reportagem abaixo:

Os problemas da África não podem ser resolvidos só com ajuda financeira: os africanos precisam conhecer a Deus, afirma Matthew Parris (foto), jornalista, ex-político e… ateu.

“A religião oferece mudança aos corações e às mentes das pessoas – algo que a ajuda financeira não pode fazer”, diz o ex-membro conservador do parlamento britânico, numa coluna para o jornal Britânico The Times.

“Ateu confirmado, tornei-me convicto da enorme contribuição que o evangelismo Cristão faz na África: bastante distinta do trabalho das ONGs seculares, projetos governamentais e esforços de ajuda internacional”, escreve

Parris, que nasceu em Joanesburgo, África do Sul, mas agora vive na Inglaterra.

“Estes, por si só, não serão suficientes. A educação e treinamento, por si só, não serão suficientes”. Ele prosseguiu dizendo que “na África, o Cristianismo muda o coração das pessoas. Ele produz uma transformação espiritual. O renascimento é real. A mudança é boa”.

A aparente epifania dos efeitos positivos do Cristianismo na África surgiu após uma viagem ao Malawi antes do Natal de 2008.

Lá, ele reuniu-se com uma pequena instituição de caridade britânica (a Pump Aid) que trabalha para instalar bombas em poços nas aldeias para manter a água limpa.

Embora a Pump Aid seja secular, ele percebeu que os membros da equipe mais impressionantes eram, em sua vida particular, cristãos praticantes. E ele se lembra que, ainda que nenhum dos membros da instituição de caridade tenha falado sobre religião, viu um deles estudando um livro de devocionais no carro e outro saindo para ir à igreja num domingo ao amanhecer.

“Estaria de acordo com os meus desejos acreditar que a sua honestidade, diligência e otimismo no trabalho não

tinham relação com a sua fé pessoal”, admite Parris. “O seu trabalho era secular, mas certamente afetado por aquilo que eles eram… influenciado por uma concepção do lugar do homem no Universo que o Cristianismo tem ensinado”.

Encontrar os cristãos que trabalhavam para a Pump Aid também o fez lembrar-se das suas memórias de missionários Cristãos que ele conheceu quando era ainda um menino crescendo na África. Ele recorda como os africanos convertidos ao Cristianismo que ele conheceu “eram sempre diferentes”. A sua nova religião não os

confinava, mas parecia libertá-los e relaxá-los, diz Parris. “Havia uma vivacidade, uma curiosidade, uma dedicação para com o mundo – uma retidão nas suas relações com os outros – que parecia estar em falta na vida tradicional africana”, recorda.

O Cristianismo, acrescenta, também ajuda a libertar os africanos da mentalidade comunal e supersticiosa que reprime a individualidade. Parris critica a “mentalidade rural tradicional” por alimentar “‘manda-chuvas’ e gangsters políticos” em cidades africanas que ensinam “um respeito exagerado” por um “líder presunçoso” que não deixa espaço para a oposição.

Mas o Cristianismo pós-Reforma e pós-Lutero ensina uma “relação direta, pessoal e nos dois sentidos entre o indivíduo e Deus”, que elimina a mediação pelo grupo, ou qualquer outro ser humano, diz Parris. Ele oferece uma

organização de vida social para aqueles que querem “abandonar uma mentalidade tribal asfixiante. É por isso e assim que ele liberta”, afirma Parris.

Ele conclui afirmando que para a África poder ser competitiva com outros líderes mundiais no século XXI, não deve pensar apenas que os bens materiais e o conhecimento são tudo o quanto precisa para o desenvolvimento e mudança. “Todo um sistema de crenças tem primeiro de ser suplantado”, considera o jornalista ateu.

Ele adverte que retirar o evangelismo cristão da “equação africana” poderá “deixar o continente à mercê de uma fusão maligna entre a Nike, o feiticeiro, o celular e a catana”.

Fonte: Christian Today Portugal e Gospel+

COMENTÁRIO[do editor inicial da matéria]: Bem que ainda existem alguns ateus conscientes que reconhecem os benefícios da fé cristã. Nesse caso, Matthew Parris reconhece que os africanos precisam conhecer a Deus; ao contrário do seu colega Dawkins, para quem a fé cristã deve ser exterminada da face da terra.

Fonte:

Notícias gospel

Read in English:

Friday, January 16, 2009

Africa Needs God... Says Atheist Matthew Parris

Look at this: An atheist who acknowledges that Africa needs God. But, as other Christian bloggers have pointed out, why stop with Africa? If Africa needs God to counteract the "crushing passivity of the peoples' mindset," then surely the rest of the world does as well. Here's the article in its entirety. It's that good. Thanks to Dr. John Stackhouse for bringing this to my attention.

You should read his blog too.Before Christmas I returned, after 45 years, to the country that as a boy I knew as Nyasaland. Today it's Malawi, and The Times Christmas Appeal includes a small British charity working there.

Pump Aid helps rural communities to install a simple pump, letting people keep their village wells sealed and clean. I went to see this work.It inspired me, renewing my flagging faith in development charities. But travelling in Malawi refreshed another belief, too: one I've been trying to banish all my life, but an observation I've been unable to avoid since my African childhood. It confounds my ideological beliefs, stubbornly refuses to fit my world view, and has embarrassed my growing belief that there is no God.Now a confirmed atheist, I've become convinced of the enormous contribution that Christian evangelism makes in Africa: sharply distinct from the work of secular NGOs, government projects and international aid efforts. These alone will not do. Education and training alone will not do.

In Africa Christianity changes people's hearts. It brings a spiritual transformation. The rebirth is real. The change is good.I used to avoid this truth by applauding - as you can - the practical work of mission churches in Africa. It's a pity, I would say, that salvation is part of the package, but Christians black and white, working in Africa, do heal the sick, do teach people to read and write; and only the severest kind of secularist could see a mission hospital or school and say the world would be better without it. I would allow that if faith was needed to motivate missionaries to help, then, fine: but what counted was the help, not the faith. read more...

Ainda Sobre O Ateísmo:

Hollywood sempre produziu, por conta de seus diretores, vários épicos bíblicos, como Moisés e outros, mas nos últimos tempos tem se rendido mais ao gnosticismo do que aos épicos Bíblicos.

Isto tem sido um efeito da Cientologia e agnosticismo, que penetrou no meio dos atores, diretores e produtores.

Lógico que não posso deixar de dizer que ainda se produz filmes, como o de Mel Gibson, sobre a Paixão de Cristo, ou filmes com base em autores cristãos, que têm sido lançados, sem muito luxo, mas são lançados, para um público específico, principalmente sobre o Arrebatamento da Igreja e temas afim.

A Indústria cinematográfica tem, inclusive, se utilizado de atores como George Freeman e outros famosos nestas películas, com um sucesso grande e lançamentos em grandes ambientes nos EUA.

Brad Pitt diz não acreditar em Deus

EUA - O galã Brad Pitt não acredita em Deus. Segundo matéria publicada nesta quinta-feira no site Huffington Post, o ator não se considera uma pessoa espiritualizada. Pitt, que está na divulgação do seu último filme Inglourious Basterds, com

EUA - O galã Brad Pitt não acredita em Deus. Segundo matéria publicada nesta quinta-feira no site Huffington Post, o ator não se considera uma pessoa espiritualizada. Pitt, que está na divulgação do seu último filme Inglourious Basterds, com direção de Quentin Tarantino, também falou do seu casamento com Angelina.

"Sou 20% ateu e 80% agnóstico", se definiu durante a entrevista. Pitt disse duvidar que alguém saiba direito em que acredita. "Também não faz muito sentido se preocupar com isso enquanto se vive", opinou.

O ator também disse que sua casa tem uma cama de três metros em que cabem todos os 6 filhos do casal. Mas ainda assim "não é grande o suficiente", reclamou. Afinal, as crianças aparecem pela manhã e vão se metendo na cama. "Trata-se de uma questão de sobrevivência", brincou.

Finalmente, Pitt contou que consegue reservar um momento para ficar a sós com a mulher. "É muito importante para qualquer relacionamento", comentou.

As informações são do Terra

ATEÍSMO

Certificado de (des)batismo para ateu

23/07/2009 ·

Voltemos aos ateus inconscientes.

Fiquei sabendo, por meio do Genizah Virtal, acerca da mais nova invenção de alguns ateus. Trata-se da campanha pelo desbatismo promovido pela National Secular Society.

O slogan, como cita o Danilo, é: “Libere-se desta palhaçada “chamada pecado original” que você nunca teve! Este certificado com impressão de alta qualidade em papel de linho pode ser orgulhosamente emoldurado e exposto (em local de destaque) como um sinal externo para outros da racionalidade que inspira o seu ser!“.

Chega a ser estonteante. E olha que eles se dizem racionais e lógicos, em contrariedade aos crentes insanos e ignorantes. Fazem, agora, certificado com impressão de alta qualidade em papel de linho, para certificar a sua descrença, ou, como diria, o abandono da crença. O valor? Só £ 3.00. Ou seja, tem gente lucrando com isso.

Vale anotar o que o Danilo escreveu: “Fui ao site e encontrei o certificado e slogan acima. Um tipo de diploma de ateu. Uma iniciativa, para gente “inteligente”, que mesmo não acreditando no pecado original, necessita de um certificado confirmando sua “não crença”! Para quem? Não importa! Ato de protesto vazio. Afinal, alguém poderia imaginar Deus, conferindo documentos impressos por homens na “porta estreita”?”

postado no blog Como Viveremos - Valmir Milomens

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Martin Niemöller, 1933

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