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sábado, junho 19

UM NOBEL CÉTICO, TRISTE E FAMOSO.

A morte de Saramago

– Prêmio Nobel [1988] de escritor, aliás o único escritor da Língua Portuguesa a receber esta láurea mundial, foi tratado como era de se esperar pela fama do personagem com pompas pela Imprensa Internacional e a imprensa da dos paíse de fala portuguesa.

Mas, exageros a parte e com o devido respeito a controversa carreira literária do escritor.

Saramago foi antes de tudo um cético ateu que esbravejou e blasfemou contra Deus, a quem ele descrevia com senhor, com letras minúsculas.

Tal figura, atacou a Deus, sem incomodá-lo logicamente, mas incomodando a nós servos de Deus e que cremos na sua soberania.

Saramago ficou mais conhecido pelo seu livro “O Evangelho segundo Jesus Cristo”, polêmico e agressivo, criou um mal-estar com o governo do país, que o impediu de candidatar-se a um prêmio europeu de literatura. Saramago então abandonou Portugal e foi viver na ilha espanhola de Lanzarote.

Em entrevista à Folha, por e-mail, Saramago explicou que o tema de Caim era uma antiga preocupação, e que não há vínculo direto entre este e a controvérsa história de Cristo que catapultou-o à fama e consolidou as convicções antirreligiosas do escritor.

Ele reforçou o que havia dito em sabatina realizada na Folha - SP em novembro de 2008.

Naquela ocasião, afirmou que Bíblia não era um livro que se poderia deixar nas mãos de um inocente [nota:a boca reflete o coração através da mente de um homem],pois teria incestos, assassinatos e maus conselhos.

A sua análise:"À Bíblia eu chamaria antes um manual de maus costumes.Não conheço nenhum outro livro em que se mate tanto, em que a crueldade seja norma de comportamento e um ato quase natural"!

Poucas linhas escrevi sobre Saramago.

Vide:"SARAMAGO - UM AGNÓSTICO ATEU, QUE ATACA DEUS E AS ESCRITURAS."

Por estes acasos divinos, enquanto escrevo estas linhas, abri a minha caixa postal e encontrei um comentário sobre post publicado por mim sobre o famoso escritor.

Claro que a expressão verbal e do pensamento é livre e cada um se manifesta conforme as suas convicções, mas Saramago não pode ser incensado com os incensos de super homem, acima do bem e do mal.

A presidenciável, senadora da república Marina Silva, ao emitir sua opinião como cristã sobre o escritor teve seu ‘twitter’, invadido por mensagens contra a sua posição, como se nós os cristãos, não pudéssemos emitir alguma nota sobre Saramago, e para que você não pense, que ela foi dura com o falecido escritor, não disse nada mais do que respeitava as convicções do mesmo e lamentava a sua morte.

"Morre José Saramago. O mundo perde um grande escritor e os países da língua portuguesa, o nosso primeiro prêmio Nobel", escreveu Marina.”

Continuidade do twitter sobre o assunto.

Mais tarde, a candidata republicou mensagens em que outras pessoas criticavam a fé de Saramago.

"Como podemos lamentar a morte de uma pessoa que blasfemou contra Deus a vida toda?", escreveu uma das seguidoras de Marina, que republicou a mensagem em seu perfil.

"A vida é um dom dado por Deus para quem crê e para quem não crê. Louvado seja Deus", respondeu Marina a seguidora.

A candidata ainda republicou outra mensagem no mesmo tom, de um seguidor diferente: "Grande escritor é muito subjetivo.Alguém que não respeita a fé alheia não é exatamente um grande escritor".

"Mas o que aprendemos com Jesus é que temos que amar e respeitar todas as pessoas, mesmo as que não respeitam a nossa fé", respondeu Marina.

Os comentários geraram polêmica no microblog, o que fez com que a assessoria da candidata esclarecesse no perfil dela que ela não estava criticando o escritor, mas apenas respondendo os comentários de seus seguidores que o fizeram. "Caros, a Marina não está apoiando os comentários. Ela cita para responder. Leiam tudo".

Salmos 111.10. O temor do Senhor é o princípio da sabedoria;

Para você entender o pensamento e a guerra de Saramago contra Deus é preciso conhecer alguma coisa que ele escreveu em seus livros.

Como em ‘Caim’, seu último livro lançado no Brasil [s.m.j.] numa narrativa em que mistura Caim com Abraão e o sacrifício de Isaque.

Caim é representado como um anjo que impede a morte de Isaque.

É impublicável neste blog, pelo seu conteúdo o xingamento de Saramago contra Deus.

O escritor usa até palavrões para contar a história do primogênito de Adão e Eva responsável pela morte do irmão Abel.

Como observou a Folha, em texto publicado no último dia 17, um dia antes do lançamento mundial da obra em Penafiel (norte de Portugal).

A editora Companhia das Letras autorizou a Folha a publicação da passagem do livro em que Saramago usa palavra de baixo calão para narrar com sua ficção irônica um episódio bíblico.

Abraão.

Como o senhor[sic], abraão[sic] era um refinado mentiroso, pronto a enganar qualquer um com a sua língua bífida, que, neste caso, segundo o dicionário privado do narrador desta história, significa traiçoeira, pérfida, aleivosa, desleal e outras lindezas semelhantes.” José Saramago – Caim

Outros trechos de Saramago.

Como todos os animais do planeta poderiam ter sido representados na Arca de Noé? São algumas das perguntas que Caim se faz ao observar a trama bíblica.

Saramago diz que, por meio dele, tenta expor a "infinita dimensão da estupidez humana", capaz de acreditar em fábulas como essas.

Deus.

"Curiosamente, não se repara que Deus não fez nada durante a eternidade que precedeu a (suposta) criação do universo. Depois, não se sabe por que nem para que, resolveu fazer um universo. E desde então está outra vez sem fazer nada", conclui’.

Is.40.6-8. Toda a carne é erva, e toda a sua beleza como a flor do campo.Seca-se a erva, e murcha a flor, soprando nelas o hálito do Senhor. Na verdade o povo é erva.Seca-se a erva, e murcha a flor; mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente.

Saramago morreu e Deus continuará eternamente.

O encontro já aconteceu, mas ainda haverá um encontro final.

Algumas afirmações de Saramago.

Israel.

O escritor português José Saramago expressa decepção com atuais líderes latino-americanos, deposita esperança em Barack Obama e critica sem dó os israelenses por sua política em relação aos palestinos. “A Cisjordânia é uma espécie de queijo gruyère. Na cabeça de muitos políticos, há ideias de um Grande Israel que não admite a existência de um povo palestino. Agora o Holocausto é sofrido pelos palestinos”, afirma.

Os israelenses aprenderam muito bem as lições que receberam de seus carrascos, os nazistas. Há algo de nazista no espírito do exército de Israel. Quando os (judeus) ortodoxos são pagos para não fazer mais nada na vida além de crianças, é um pouco similar às doutrinas genéticas do nazismo.

Infância.

Uma coisa é certa: nunca fui um menino alegre. Pelo contrário, fui melancólico, sério, gostava de fazer longos passeios solitários pelo campo.

Caráter pessimista.

O que está claríssimo é que, do ponto de vista técnico e tecnológico, nos desenvolvemos a uma velocidade extraordinária, mas no progresso moral andamos para trás.

Osvarela

Fonte:

José Saramago usa Caim para atacar Deus

SYLVIA COLOMBO - da Folha de S.Paulo

Saramago xinga Deus em "Caim"; da Livraria da Folha

segunda-feira, novembro 2

Ateu publica Bíblia em HQ - Quadrinhos

Ateu lança Bíblia em quadrinhos!
Mais uma dos que se dizem ateus!
Nome lendário das HQs underground --com personagens como o Gato Fritz e Flakey Foont--, Crumb atribuiu o aviso não às ilustrações, mas ao conteúdo.
À "New Yorker" disse se preocupar com a hipótese de as pessoas darem para seus filhos um livro de ilustrações da Bíblia sem considerar o enredo.
De início, ele pretendia apenas retratar a história de Adão e Eva, mas optou por ilustrar o Livro do Gênesis, que inclui a criação do mundo, Adão e Eva, Caim e Abel e a Arca de Noé.
As imagens divulgadas na revista vão até a expulsão de Adão e Eva do Jardim do Éden.
À primeira vista, impressionam pela riqueza de detalhes como as gotas de suor de Adão ao ser questionado por Deus após ter provado o fruto proibido ou o modo como os dois se entreolham após comer o fruto e descobrirem que estão nus.
O texto de apresentação afirma que a obra foge da interpretação teológica ou escolar que muitas vezes obscureceu as histórias mais dramáticas da Bíblia.
Os traços do cartunista são fortes e densos e trará desenhos com a crueza da mente de um não cristão.Certamente não será uma versão de fácil aceitação.
Com 224 páginas em preto e branco, The Book of Genesis Ilustrated by Robert Crumb foi lançado nos EUA e a editora Conrad promete publicar o livro no Brasil ainda este ano. A revista PIAUÍ publicou este mês[09] os dois primeiros capítulos da história.
A primeira parte foi publicada em meados deste ano, na revista "New Yorker" e mostra que, apesar de respeitar "palavra por palavra" o texto original, o livro merece a advertência da capa: “supervisão de adultosrecomendada para menores”.
A advertência é logicamente pela visão do autor,quanto aos fatos e personagens bíblicos, sob a sua ótica humana e, sem a espiritualidade daquele que crê e tem fé no Deus, que se revelou através da Bíblia e sabe que Ela é a inerrante Palavra de Deus.
O Deus de Crumb tem cabelos longos, barba, sinais de velhice e manto branco. Em entrevista ao "Guardian", ele falou da dificuldade em criá-lo.
Interessante, que Crumb diz ter sonhado como desenhar Deus na sua versão em quadrinhos:
"Meu problema era como desenhar Deus. Como luz no céu com diálogos em balões saindo dele? Então, Deus apareceu num sonho. Foi apenas por um segundo, mas eu vi claramente como ele era. Então disse, OK, já sei como fazer."
Hummm!Ele me parece aquele ateu , que eu já coloquei por aqui em charge!
À "New Yorker", afirmou que suspeita que Deus exista, mas que não procura orientação no Gênesis. "É muito primitivo."
Crumb considerou a hipótese de desenhar Deus como uma mulher negra, mas concluiu que no Velho Testamento ele é um velho patriarca judeu. Eva aparece como uma mulher com os traços de Crumb,[...] cheia de curvas avantajadas e cabelos longos.
Rm.1.19-23ss. Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta...Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível...
O homem comum, não espiritual continua, mesmo lendo a Palavra de Deus, a tentar desdenhar as Santas Escrituras.
Sob este conceito, alguns países tem impedido a leitura da Bíblia para adultos e de maneira alguma para crianças.
Eu porém continua crendo e aceitando-a em Sua totalidade, pois o efeito das sua letras, aproxima o homem de Deus e traz, Salvação a todo aquele que crê, através dela em Jesus Cristo – O Verbo Encarnado, e da ação do Espírito Santo.
Ela tem poder para discernir pensamentos e até causar dúvidas, na cabeça daqueles que querem desfazer de suas Sagradas linhas, como Mr. Crumb.
Nome lendário das HQs underground --com personagens como o Gato Fritz e Flakey Foont--, Mr.Crumb [Robert Dennis], já lançou a Bíblia em HQ.
Mas, como diz a reportagem do DGABC-Jornal da Região Industrial da Grande São Paulo - ABC,de Luís Felipe Soares, tem o seu lado de chamar a atenção dos leitores, e é uma publicação de qualidade artística.
A Bíblia é verdadeira na essência humana e divina e não esconde nada: nenhum ato dos homens, antes e após o pecado.
O que pode produzir má interpretação e uma tendência disvirtuada do seu propósito, é o que está citado no texto do Apóstolo Paulo aos Romanos[acima].
Trecho da matéria:"Todos os 50 capítulos ganharam ilustrações em preto e branco. As páginas apresentam o nascimento do universo por meio da vontade de Deus, o casal Adão e Eva sucumbindo à tentação do fruto proibido, passando pela missão de Noé com sua arca e a destruição de Sodoma e Gomorra.
Caso o leitor não conheça as histórias por trás dos personagens e lugares citados, a publicação é uma boa oportunidade para o primeiro contato com a Bíblia. Os desenhos são condensados de forma a amenizar o tom massante da escrita antiga, principalmente em relação às longas linhagens dos personagens, além de darem apoio visual para as cenas mais marcantes das diversas histórias.
À primeira vista, Gênesis aparenta ser mais um livro de aventura, fazendo com que os jovens possam se sentir interessados no contato com os contos que são considerados fundadores da cultura ocidental. Talvez o público mais velho possa se surpreender um pouco com as ilustrações mais fortes, mas isso é o que faz as adaptações de qualquer texto religioso chamar a atenção. Crumb já previa resistência e tratou de dizer: "(...) Sei que não dá para agradar a todos".
DGABC - 02/10/2009.Luís Felipe Soares
Robert Dennis Crumb
(born August 30, 1943), often credited simply as R. Crumb, is an American artist and illustrator recognized for the distinctive style of his drawings and his critical, satirical, subversive view of the American mainstream.

segunda-feira, outubro 19

SARAMAGO - UM AGNÓSTICO ATEU, QUE ATACA DEUS E AS ESCRITURAS.

SARAMAGO - UM AGNÓSTICO ATEU, QUE ATACA AS ESCRITURAS.

"Caim" – O Livro da polêmica.

Igreja Católica critica novo livro de José Saramago.19/10/2009. 17h28m

O Premio Nobel de Literatura [1988], o escritor português José Saramago, irrita a Igreja Católica.

Este é o título de matéria em vários jornais.

Mas, eu acho que ele não irrita a Igreja Católica, com a publicação do livro “Caim”, em que ironiza a história bíblica.

O comportamento de Saramago, neste e outros livros é sempre baseado na sua visão agnóstica e ateísta da cosmogonia cristã.

Ele chega a declarar: "Sem a Bíblia, um livro que teve muita influência em nossa cultura e até em nossa maneira de ser, os seres humanos seriam provavelmente melhores"

Ataca os católicos pois, segundo ele não podem ser contra o livro, pois os católicos não lêem a Bíblia:

"Porque os católicos não lêem a Bíblia".

E por fim, ataca os judeus:

"Admito que o livro pode irritar os judeus, mas pouco me importa."

E mais:

Ataca todo o Cristianismo!

Deus não precisa de defensores, porque Ele é Deus!

Mas, precisa, que nós denunciemos de maneira apologética, estes homens cheios de toda a malícia e perversão moral.

A carreira de Saramago tem sido acompanhada de diversas polêmicas.

As suas opiniões pessoais sobre religião ou sobre a luta internacional contra o terrorismo são discutidas e algumas resultam mesmo em acusações de diversos quadrantes.

Logo após a atribuição do Prêmio Nobel, o Vaticano repudiava a atribuição da honraria a um "comunista inveterado".

Ele mesmo se auto-proclama um “insolente revolucionário”.

Eu ainda tenho na memória uma reunião, da qual participei, cerca de um ano e meio, atrás, e ouvi um jovem líder de mocidade, citar Saramago, com respeito e como exemplo, para uso no Estudo que iniciávamos, sobre a Lição da Escola Bíblica Dominical.

Cuidado!

Muitos têm sido corrompidos no seu pensamento, por falta de orientação, sobre determinados “sábios”, que são autores de “best-sellers” e acabam atingindo, com este “status” a mente de alguns.

Sou um assíduo leitor, desde a minha mais tenra infância, pois fui alfabetizado com menos de 4 anos de idade, e aprendi a ler tudo, que caia em minhas mãos, mas, tinha pai e mãe que, acompanhavam e verificavam e me orientavam a ler em primeiro lugar, todos os dias, uma porção da Bíblia Sagrada.

Felizmente, à época, já conhecedor da mente de Saramago, o impedir de prosperar no tema.

Leia a Notícia, compilada com diversos trechos de fontes diferentes e com inserções do autor deste texto:

France Presse, em Lisboa.

"Caim", livro mais recente do português José Saramago, gerou polêmica ao chegar às livrarias hoje, depois que o episcopado lusitano afirmou que se trata de uma mera "operação publicitária" do Prêmio Nobel de Literatura de 1998.

O livro, que narra em tom irônico a história bíblica de Caim, filho de Adão e Eva que matou o irmão Abel, foi apresentado no domingo em Penafiel pelo autor.

"A Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana", declarou Saramago.

"Sem a Bíblia, um livro que teve muita influência em nossa cultura e até em nossa maneira de ser, os seres humanos seriam provavelmente melhores", completou.

O romancista denunciou "um Deus cruel, invejoso e insuportável, que existe apenas em nossas mentes", e afirmou que sua obra não causará problemas com a Igreja Católica "porque os católicos não lêem a Bíblia".

"Admito que o livro pode irritar os judeus, mas pouco me importa."

Rm.3. 1-4. Que vantagem, pois, tem o judeu? ou qual a utilidade da circuncisão?Muita, em todo sentido; primeiramente, porque lhe foram confiados os oráculos de Deus.Pois quê? Se alguns foram infiéis, porventura a sua infidelidade anulará a fidelidade de Deus? De modo nenhum; antes seja Deus verdadeiro, e todo homem mentiroso;

O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, Manuel Marujão, chamou o livro de "operação publicitária".

"Um escritor da dimensão de José Saramago deveria tomar um caminho mais sério. Pode fazer críticas, mas entrar em um gênero de ofensas não fica bem a ninguém, e muito menos a um Prêmio Nobel", afirmou.

O rabino Elieze du Martino, representante da comunidade judaica de Lisboa, afirmou que "o mundo judeu não vai se escandalizar com os escritos de Saramago nem de ninguém".

"Saramago desconhece a Bíblia e sua exegese. Faz leituras superficiais da Bíblia", disse.

Saramago provocou revolta em 1992 com "Evangelho segundo Jesus Cristo", no qual mostra um Jesus que tem uma afinidade "especial" [compilado pelo autor deste texto, para uma leitura mais amena], com Maria Madalena e que era utilizado por Deus para ampliar seu poder no mundo.

Este novo ataque à religião do ateu Saramago surge quase 20 anos depois da polêmica desencadeada por "O Evangelho Segundo Jesus Cristo".

A versão do português, cheia de ciladas contra Deus, criou um mal-estar com o governo do país, que o impediu de candidatar-se a um prêmio europeu de literatura.

O escritor se mudou pouco depois de Portugal e foi morar em Lanzarote, no arquipélago espanhol das Canárias.

Parece-me, também que, é mais um golpe publicitário para vender livros e um ataque gratuito, de quem tem a alma amarga, pela falta da revelação de Deus e luta contra a sua existência, como o próprio autor diz: “um Deus cruel, invejoso e insuportável, que existe apenas em nossas mentes", ele se inclui naquele tipo de pessoas, que negam a existência de Deus, e lutam contra a sua própria mente. Isto está expresso na frase do escritor.


José Saramago usa Caim para atacar Deus.
SYLVIA COLOMBO - da Folha de S.Paulo
Caim, o primogênito de Adão e Eva que matou o irmão Abel, mais parece um personagem da ilha do seriado "Lost" nas mãos de José Saramago em "Caim", romance que é publicado mundialmente nesta semana.
Isso porque, além de cumprir, como na versão bíblica, a condenação do senhor de vagar de modo errante pelo mundo após um monstruoso crime, Caim também viaja no tempo.
O escritor português faz com que o personagem visite várias passagens do Antigo Testamento.
Sempre de modo repentino.
Sem se dar conta, Caim dorme e acorda em épocas e situações diferentes.
Com esse recurso, Saramago logra fazer com que esteja presente na provação de Abraão, na condenação de Sodoma e Gomorra, no episódio do bezerro de ouro de Moisés, na casa de Jó.
Para finalizar, Caim também participa - e altera - a saga de Noé e a Arca.
Em entrevista à Folha, por e-mail, Saramago explicou que o tema de Caim era uma antiga preocupação, e que não há vínculo direto entre este e a controversa história de Cristo que catapultou-o à fama internacional e consolidou as convicções antirreligiosas do escritor.
Saramago reforçou o que havia dito em sabatina realizada na Folha em novembro de 2008.
Na ocasião, afirmou que a Bíblia não era um livro que se poderia deixar nas mãos de um inocente, pois só conteria maus conselhos, assassinatos, incestos.
Agora, segue na pregação: "À Bíblia eu chamaria antes um manual de maus costumes. Não conheço nenhum outro livro em que se mate tanto, em que a crueldade seja norma de comportamento e ato quase natural.
Atitude blasfema!
As estúpidas opiniões de um blasfemo.
II Tm.3. 1-5. Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus...negando-lhe o poder.
Is.49.23. ...e saberás que eu sou o Senhor, e que os que por mim esperam não serão confundidos.
Não posso, nem quero, reproduzir, algumas frases deste escritor blasfemo e ateu, e desrespeitoso com o Cristinianismo e com Nosso Deus.
Antes de tudo o escritor quer ser a Regra do Mundo, só ele está certo.
É uma posição no mínimo absolutista! Talvez por questões históricas, afinal, absolutismo cresceu em sua terra natal:Portugal.
Algumas são absolutamente ridículas, e outras absolutamente desrespeitosas para com Deus e o Cristianismo.
Saramago diz, que tenta expor a "infinita dimensão da estupidez humana", capaz de acreditar em fábulas como essas:
"Curiosamente, não se repara que Deus não fez nada durante a eternidade que precedeu a (suposta) criação do universo. Depois, não se sabe por que nem para que, resolveu fazer um universo. E desde então está outra vez sem fazer nada", conclui.
Is.64. 4. Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que opera a favor daquele que por ele espera.
João.5.17. Mas, Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.
Lm.3. 25.Bom é o Senhor para os que esperam por ele, para a alma que o busca.
Leia algumas opiniões sobre Saramago em Textos de diversas fontes:

José Saramago é burro

José Saramago e a intolerância religiosa!...

Ateísmo obsessivo de José Saramago

Não podemos tirar o direito de ninguém se pronunciar, sobre o que quiser,mas também temos o direito de contrapor nossa posição seja ela, religiosa, teológica ou da nossa Fé em Deus!

A Deus a Glória e o louvor!

Seja Deus Verdadeiro e todo homem mentiroso!

terça-feira, agosto 4

MENTES INFANTIS SOB O DOMINÍNIO DO REINO CÉTICO CONTRA DEUS - O ATAQUE ATEISTA ÀS CRIANÇAS - ACAMPAMENTO DE FÉRIAS ENSINA INFANTES A SER ATEUS...

O Ateísmo ataca novamente...
Desta feita a ação é sob a mente das crianças, seres em formação que são atraídos por acampamento, que tem programação "religiosa ateísta", para programar e incutir a idéia da não existência de Deus.
Rm.1.19,20. Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis;
Grã-Bretanha tem primeira colônia de férias para ateus.
'Além de esportes e brincadeiras, atividades incentivam crianças a pensar sobre a não existência de Deus'.
Sob um forma muito atrativa os ateus, ou adeptos do agnosticismo, de maneira subreptícia tentam conquistar os pais e as crianças destas famílias, muitas delas, sem religião ou com dúvidas sobre Deus ou qualquer crença. Além da curiosidade por alguma forma de dirimir dúvidas do sub-conscientes, está oferencendo uma nova maneira de difundir a religião do ateísmo, como eu chamo esta crença na descrença de Deus, pois fazem apologia em defesa da não existencia de um Deus criador e soberano.
Pela notícias abaixo, você vai ver que sob a falsa promessa de permitir a criança experimentar , no acampamento uma aternativa sem Deus, os divulgadores e donos do acampamento de férias, usam métodos que atingem a crença em Deus, de maneira, diria eu, até ilegal, pois é uma forma de atingir indiretamente e aguçar a dúvida no sub-consciente de crianças, sobre a existencia de Deus. Trata-se a meu ver a quebra da regra não permitida, em comerciais: o ataque ao sub-consciente de forma indireta, sem direito e desconhecimento, à escolha da mensagem sub-liminar.
Além disto a própria matéria afirma que as crianças [com 8 ou 9 anos de idade] que chegaram ao acampamento eram muito tenras para discernir a proposta.
Mas, seus pais as enviaram a este lugar!
Pv.22.6.Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.
Com várias atividades e exercícios, eles querem demonstrar a inexistencia de Deus.
O exercício central é baseado no de realizar com as crianças uma discussão sobre o Unicórnio, o qual faz parte de várias fábulas, mormente as helenicas gnósticas ou panteístas. Este exercício é baseado na oferta de dinheiro, para que as crianças acampadas, provem a não existencia deste ser, sabidamente inexistente, usando parametros, utilizados na falácia teísta sobre a inexistencia de Deus.
Para isto, utilizam um exercício sobre a existencia de um Unicornio.
Assim, os instrutores apelam e propõem às crianças e adolescentes a resolução da questão, com as premissas:
de que o Unicórnio, não é palpável, é invisível, não tem cheiro.
Os "orientadores" afirmam ainda, que este ser aparece “em um único livro muito antigo - repassado por "inúmeras gerações".
Ora, se isto não é uma ilação a Deus e a Bíblia????
Ora, qualquer mente mediana sabe que a partir desta lição, fortalecerá a mente das crianças a só crer no existente, ou no que se pode ver, mesmo que sejam verdades conhecidas a longos séculos.
Nada sutis os dirigentes do acampamento ateu!!!
A Bíblia orienta os pais a ensinar a amar a Deus ensinando as crianças sobre Ele, no quinto livro do AT.
Dt. 6.1-7. Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os preceitos que o Senhor teu Deus mandou ensinar-te...que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida, e para que se prolonguem os teus dias...e atenta em que os guardes, para que te vá bem...o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças...estas palavras...estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.
Leia a Matéria:

Uma colônia de férias de verão britânica está oferecendo uma experiência pouco comum para jovens de sete a 17 anos. A iniciativa promove uma "alternativa sem Deus", em oposição a acampamentos de verão mais tradicionais administrados por grupos religiosos.
Algumas das 24 crianças que chegaram ao acampamento Camp Quest, na cidade de Bruton, sudoeste da Inglaterra, pareciam jovens demais para lidar com conceitos tão amplos e complexos como religião e Deus.
A colônia de férias tem uma missão ambiciosa. Ela é "dedicada a melhorar a condição humana através de questionamento racional, pensamentos críticos e criativos, e método científico [...] e pela separação entre religião e governo".
O objetivo mais imediato, segundo os diretores, é ensinar cooperação, tolerância e empatia, através de atividades esportivas e brincadeiras. Mas são as visões sobre algumas questões mais complexas da vida que a distingue das demais, sobretudo o tratamento da religião.
"Os participantes aprendem que o comportamento ético não depende de crença religiosa e doutrinas, que essas são às vezes um obstáculo para o comportamento moral e ético, que pessoas sem religião também são boas e totalmente capazes de viver uma vida feliz e cheia de significado", afirma o site do acampamento na internet.
A diretora da colônia de férias, Samantha Stein, afirma que as crianças são estimuladas a pensarem de forma independente.
"Se as crianças se depararem com uma questão como criacionismo, por exemplo, nós discutiríamos as evidências. Nós não diríamos 'Criacionismo é bobagem', diz a diretora.
O pai de uma das participantes do acampamento ateu disse que já levou sua filha a outros acampamentos cristãos e que estava em busca de uma experiência mais ampla para a criança.
Leeroy Murray, pai de três meninos em Camp Quest, disse que não descartaria mandá-los a um acampamento religioso.
"A coisa mais importante para mim aqui é dar para eles uma variedade de experiências e estimular que eles entendam o máximo possível de religiões e de ciências, e dar a eles as ferramentas para que decidam por conta própria o rumo que querem seguir", disse Murray.
Os filhos de Leeroy parecem mais preocupados com os aspectos menos filosóficos do acampamento.
"Eu quero fazer novos amigos, encontrar novas pessoas e fazer todas as atividades preparadas para nós", disse um dos filhos, de 9 anos.
"Eu gosto das atividades porque elas melhoram a sua saúde e fazem com que você esteja em forma", disse outro filho, de 8 anos.
'Unicórnio invisível'
Além das atividades esportivas, algumas brincadeiras procuram tratar de questões mais profundas.
A principal atividade "científica" do acampamento consiste em uma busca a dois unicórnios invisíveis.
Os instrutores dizem aos jovens que os unicórnios não podem ser vistos, provados, cheirados ou tocados. Eles também não conseguem fugir do acampamento e não se alimentam de nada.
A única prova da sua existência, segundo os instrutores, está contida em um livro muito antigo repassado por "inúmeras gerações".
Um prêmio de 10 libras (cerca de R$ 30) é oferecido a qualquer criança que conseguir provar que os unicórnios não existem.
Fora do acampamento, no portão de entrada, um solitário manifestante protesta contra o acampamento.
Paul Arblaster, membro de uma igreja local, segura cartazes com mensagens críticas ao Camp Quest. Ele protesta também contra o exercício dos unicórnios.
"É claro que eu acho que existe uma pegadinha aí. Eles podem dizer que o exercício dos unicórnios não tem nada a ver com Deus. Mas eu acho que é uma representação razoavelmente velada deste tipo de doutrina", disse o manifestante.
A diretora do acampamento rebate o argumento.
"O objetivo é fazer com que as crianças pensem sobre coisas como ônus da prova", diz Samantha Stein.
"Quem precisa provar que os unicórnios estão lá... é a pessoa que diz que eles estão ou é a pessoa que diz 'Não, eu acho que você não está certo'."
O Camp Quest surgiu há 13 anos nos Estados Unidos, onde escoteiros e grupos religiosos são a maioria no mercado de acampamentos de verão – muito populares entre famílias americanas nas férias escolares. A versão britânica dura cinco dias e custa 275 libras (cerca de R$ 900). BBC Brasil - BBC. 01-08-2009

sexta-feira, julho 24

NEM TANTO ATEU E NEM TANTO ATEÍSMO - RELIGIÃO OU DESENCANTO...

ATEÍSMO

Ateu admite: “África necessita de Deus, e não de apenas auxílio”

Mais uma:

Um ateu diferente?..... Matthew Parris

23/07/2009 ·

O ateísmo sempre deixa brechas para que nós os que cremos, duvidemos da verdadeira “crença” religiosa [para mim, ser ateu é ser religioso, pois acredita que Deus não existe e tem seus argumentos apologéticos...].

Mais uma vez um deles expõe esta dificuldade que os faz transitar sobre a necessidade de crer num deus, ou sobre a utilidade de se crer em Deus.

Veja algumas declarações do nosso personagem ateu:

“...na África, o Cristianismo muda o coração das pessoas. Ele produz uma transformação espiritual.

O renascimento é real. A mudança é boa”.

Ou então:

“A religião oferece mudança aos corações e às mentes das pessoas – algo que a ajuda financeira não pode fazer”

Ou mais, entendendo a ação do agir de Deus até na ação material humana:

“O seu trabalho era secular, mas certamente afetado por aquilo que eles eram… influenciado por uma concepção do lugar do homem no Universo que o Cristianismo tem ensinado”.

Parece-me que este “ateu” só precisa fazer como Cornélio...

Mais uma frase de convicção:

“Mas o Cristianismo.... ajuda a libertar os africanos... abandonar uma mentalidade tribal asfixiante. É por isso e assim que ele liberta”

Leia a reportagem abaixo:

Os problemas da África não podem ser resolvidos só com ajuda financeira: os africanos precisam conhecer a Deus, afirma Matthew Parris (foto), jornalista, ex-político e… ateu.

“A religião oferece mudança aos corações e às mentes das pessoas – algo que a ajuda financeira não pode fazer”, diz o ex-membro conservador do parlamento britânico, numa coluna para o jornal Britânico The Times.

“Ateu confirmado, tornei-me convicto da enorme contribuição que o evangelismo Cristão faz na África: bastante distinta do trabalho das ONGs seculares, projetos governamentais e esforços de ajuda internacional”, escreve

Parris, que nasceu em Joanesburgo, África do Sul, mas agora vive na Inglaterra.

“Estes, por si só, não serão suficientes. A educação e treinamento, por si só, não serão suficientes”. Ele prosseguiu dizendo que “na África, o Cristianismo muda o coração das pessoas. Ele produz uma transformação espiritual. O renascimento é real. A mudança é boa”.

A aparente epifania dos efeitos positivos do Cristianismo na África surgiu após uma viagem ao Malawi antes do Natal de 2008.

Lá, ele reuniu-se com uma pequena instituição de caridade britânica (a Pump Aid) que trabalha para instalar bombas em poços nas aldeias para manter a água limpa.

Embora a Pump Aid seja secular, ele percebeu que os membros da equipe mais impressionantes eram, em sua vida particular, cristãos praticantes. E ele se lembra que, ainda que nenhum dos membros da instituição de caridade tenha falado sobre religião, viu um deles estudando um livro de devocionais no carro e outro saindo para ir à igreja num domingo ao amanhecer.

“Estaria de acordo com os meus desejos acreditar que a sua honestidade, diligência e otimismo no trabalho não

tinham relação com a sua fé pessoal”, admite Parris. “O seu trabalho era secular, mas certamente afetado por aquilo que eles eram… influenciado por uma concepção do lugar do homem no Universo que o Cristianismo tem ensinado”.

Encontrar os cristãos que trabalhavam para a Pump Aid também o fez lembrar-se das suas memórias de missionários Cristãos que ele conheceu quando era ainda um menino crescendo na África. Ele recorda como os africanos convertidos ao Cristianismo que ele conheceu “eram sempre diferentes”. A sua nova religião não os

confinava, mas parecia libertá-los e relaxá-los, diz Parris. “Havia uma vivacidade, uma curiosidade, uma dedicação para com o mundo – uma retidão nas suas relações com os outros – que parecia estar em falta na vida tradicional africana”, recorda.

O Cristianismo, acrescenta, também ajuda a libertar os africanos da mentalidade comunal e supersticiosa que reprime a individualidade. Parris critica a “mentalidade rural tradicional” por alimentar “‘manda-chuvas’ e gangsters políticos” em cidades africanas que ensinam “um respeito exagerado” por um “líder presunçoso” que não deixa espaço para a oposição.

Mas o Cristianismo pós-Reforma e pós-Lutero ensina uma “relação direta, pessoal e nos dois sentidos entre o indivíduo e Deus”, que elimina a mediação pelo grupo, ou qualquer outro ser humano, diz Parris. Ele oferece uma

organização de vida social para aqueles que querem “abandonar uma mentalidade tribal asfixiante. É por isso e assim que ele liberta”, afirma Parris.

Ele conclui afirmando que para a África poder ser competitiva com outros líderes mundiais no século XXI, não deve pensar apenas que os bens materiais e o conhecimento são tudo o quanto precisa para o desenvolvimento e mudança. “Todo um sistema de crenças tem primeiro de ser suplantado”, considera o jornalista ateu.

Ele adverte que retirar o evangelismo cristão da “equação africana” poderá “deixar o continente à mercê de uma fusão maligna entre a Nike, o feiticeiro, o celular e a catana”.

Fonte: Christian Today Portugal e Gospel+

COMENTÁRIO[do editor inicial da matéria]: Bem que ainda existem alguns ateus conscientes que reconhecem os benefícios da fé cristã. Nesse caso, Matthew Parris reconhece que os africanos precisam conhecer a Deus; ao contrário do seu colega Dawkins, para quem a fé cristã deve ser exterminada da face da terra.

Fonte:

Notícias gospel

Read in English:

Friday, January 16, 2009

Africa Needs God... Says Atheist Matthew Parris

Look at this: An atheist who acknowledges that Africa needs God. But, as other Christian bloggers have pointed out, why stop with Africa? If Africa needs God to counteract the "crushing passivity of the peoples' mindset," then surely the rest of the world does as well. Here's the article in its entirety. It's that good. Thanks to Dr. John Stackhouse for bringing this to my attention.

You should read his blog too.Before Christmas I returned, after 45 years, to the country that as a boy I knew as Nyasaland. Today it's Malawi, and The Times Christmas Appeal includes a small British charity working there.

Pump Aid helps rural communities to install a simple pump, letting people keep their village wells sealed and clean. I went to see this work.It inspired me, renewing my flagging faith in development charities. But travelling in Malawi refreshed another belief, too: one I've been trying to banish all my life, but an observation I've been unable to avoid since my African childhood. It confounds my ideological beliefs, stubbornly refuses to fit my world view, and has embarrassed my growing belief that there is no God.Now a confirmed atheist, I've become convinced of the enormous contribution that Christian evangelism makes in Africa: sharply distinct from the work of secular NGOs, government projects and international aid efforts. These alone will not do. Education and training alone will not do.

In Africa Christianity changes people's hearts. It brings a spiritual transformation. The rebirth is real. The change is good.I used to avoid this truth by applauding - as you can - the practical work of mission churches in Africa. It's a pity, I would say, that salvation is part of the package, but Christians black and white, working in Africa, do heal the sick, do teach people to read and write; and only the severest kind of secularist could see a mission hospital or school and say the world would be better without it. I would allow that if faith was needed to motivate missionaries to help, then, fine: but what counted was the help, not the faith. read more...

Ainda Sobre O Ateísmo:

Hollywood sempre produziu, por conta de seus diretores, vários épicos bíblicos, como Moisés e outros, mas nos últimos tempos tem se rendido mais ao gnosticismo do que aos épicos Bíblicos.

Isto tem sido um efeito da Cientologia e agnosticismo, que penetrou no meio dos atores, diretores e produtores.

Lógico que não posso deixar de dizer que ainda se produz filmes, como o de Mel Gibson, sobre a Paixão de Cristo, ou filmes com base em autores cristãos, que têm sido lançados, sem muito luxo, mas são lançados, para um público específico, principalmente sobre o Arrebatamento da Igreja e temas afim.

A Indústria cinematográfica tem, inclusive, se utilizado de atores como George Freeman e outros famosos nestas películas, com um sucesso grande e lançamentos em grandes ambientes nos EUA.

Brad Pitt diz não acreditar em Deus

EUA - O galã Brad Pitt não acredita em Deus. Segundo matéria publicada nesta quinta-feira no site Huffington Post, o ator não se considera uma pessoa espiritualizada. Pitt, que está na divulgação do seu último filme Inglourious Basterds, com

EUA - O galã Brad Pitt não acredita em Deus. Segundo matéria publicada nesta quinta-feira no site Huffington Post, o ator não se considera uma pessoa espiritualizada. Pitt, que está na divulgação do seu último filme Inglourious Basterds, com direção de Quentin Tarantino, também falou do seu casamento com Angelina.

"Sou 20% ateu e 80% agnóstico", se definiu durante a entrevista. Pitt disse duvidar que alguém saiba direito em que acredita. "Também não faz muito sentido se preocupar com isso enquanto se vive", opinou.

O ator também disse que sua casa tem uma cama de três metros em que cabem todos os 6 filhos do casal. Mas ainda assim "não é grande o suficiente", reclamou. Afinal, as crianças aparecem pela manhã e vão se metendo na cama. "Trata-se de uma questão de sobrevivência", brincou.

Finalmente, Pitt contou que consegue reservar um momento para ficar a sós com a mulher. "É muito importante para qualquer relacionamento", comentou.

As informações são do Terra

ATEÍSMO

Certificado de (des)batismo para ateu

23/07/2009 ·

Voltemos aos ateus inconscientes.

Fiquei sabendo, por meio do Genizah Virtal, acerca da mais nova invenção de alguns ateus. Trata-se da campanha pelo desbatismo promovido pela National Secular Society.

O slogan, como cita o Danilo, é: “Libere-se desta palhaçada “chamada pecado original” que você nunca teve! Este certificado com impressão de alta qualidade em papel de linho pode ser orgulhosamente emoldurado e exposto (em local de destaque) como um sinal externo para outros da racionalidade que inspira o seu ser!“.

Chega a ser estonteante. E olha que eles se dizem racionais e lógicos, em contrariedade aos crentes insanos e ignorantes. Fazem, agora, certificado com impressão de alta qualidade em papel de linho, para certificar a sua descrença, ou, como diria, o abandono da crença. O valor? Só £ 3.00. Ou seja, tem gente lucrando com isso.

Vale anotar o que o Danilo escreveu: “Fui ao site e encontrei o certificado e slogan acima. Um tipo de diploma de ateu. Uma iniciativa, para gente “inteligente”, que mesmo não acreditando no pecado original, necessita de um certificado confirmando sua “não crença”! Para quem? Não importa! Ato de protesto vazio. Afinal, alguém poderia imaginar Deus, conferindo documentos impressos por homens na “porta estreita”?”

postado no blog Como Viveremos - Valmir Milomens

sábado, março 21

O ARGUMENTO DA CIÊNCIA SOBRE A NECESSIDA DA CRENÇA EM DEUS.

A fé que faz bem à saúde
20/03/2009
A ciência sempre está atrás de explicações comportamentais, da mente humana.
Agora ela procura explicar a necessidade que o homem tem de Deus.
Nesta busca, esta reportagem da revista Época, tenta explicar, sob a ótica darwinista que, o homem sofreu um processo evolutivo cerebral, que o capacitou a entender os eventos da natureza e ligou isto a um ser superior.
Os cientistas com pensamento darwiniano, se esquecem que, o homem é tricotômico e assim ele tem uma partícula divina em seu ser.
“Deus viu que o homem ser tricotômico como Ele, tinha um elemento transtornador, a carne, e que este fator levava o homem utiliza-lo para cometer torpezas, este fator lhe era negativo, pois a carne era mortal...” Osvarela.
I Ts.5.23:
e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis...
Sl. 84. 2: A minha alma suspira! Sim, desfalece pelos átrios do Senhor; o meu coração e a minha carne clamam pelo Deus vivo.
Esta é a real necessidade do homem, em se voltar para Deus, ou buscar resposta em sua vida sobre a existência de um Ser que comanda o Mundo e todos que nele habitam.
Assim sendo, a alma necessita de resposta e anela por Deus, muito embora, o homem natural, não compreenda, porque está sempre em busca desta resposta.
Uma vez encontrando Jesus como Salvador, o vazio da mente, provocado, por esta busca conflituosa, é preenchido e o homem passa a ter comunhão com Deus, libertando a alma desta busca perturbadora.
A medicina não compreende ainda como se da o processo de crer em Deus, mas já consegue, através de métodos científicos, como a ressonância magnética funcional – que mede a oxigenação do cérebro – medir a ativação das ondas do cérebro humano, quando os pacientes, se deparam com algo relacionado à fé em Deus, seja através de leitura de um texto ou de outros meios como a oração, há um comportamento singular cerebral, quando as pessoas são confrontadas com estes.
Os médicos colocam como algo biológico que, segundo eles:
“Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa”.
Ou ainda que o cérebro humano foi “programado”, para crer em Deus, eles estão dando uma razão darwiniana, para uma atividade natural advinda da criação do homem, como corpo alma e espírito.
A Bíblia tem a explicação, baseada na própria criação do homem.
Gn.2. 7: E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente.
O cérebro dos ateus:

Na pesquisa os médicos dizem ter encontrado sinais diferentes nos cérebros daqueles que crêem em Deus e no daqueles que não crêem em Deus.
A Bíblia tem resposta diferente da medicina.
Rm.1.19.ss:
Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu... E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus... ignorando que a benignidade de Deus te conduz ao arrependimento?...Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus...que retribuirá a cada um segundo as suas obras...
Veja como isto ocorreu:
O próprio coração humano se endureceu, em não querer crer em Deus!
Mt.13.15:
Porque o coração deste povo se endureceu, e com os ouvidos ouviram tardiamente, e fecharam os olhos, para que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure.
I Tm.4. 2: pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada...
O livre-arbítrio:
O livre-arbítrio: este é diferencial do ser humano e anjos, em relação aos animais.Rm.2. 15: pois mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os...
Todos os seres criados por Deus, com inteligência, sejam anjos ou o homem, tem uma coisa singular e comum:

II Pe.2.4: Porque se Deus não poupou a anjos quando pecaram...e os entregou aos abismos da escuridão, reservando-os para o juízo;
II Pe.2. 12: Mas estes, como criaturas irracionais, por natureza feitas para serem presas e mortas, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção.
Eis aí a demonstração cabal da atitude do ser criado que chamamos de livre-arbítrio.
Portanto, os que querem descrer estão liberados para descrer, daí que há um endurecimento da mente em relação às coisas de Deus, o que cria um bloqueio espiritual, pois, estes não aceitam as coisas espirituais.
II Co.1. 12: Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que em santidade e sinceridade de Deus, não em sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e mormente em relação a vós.
Os médicos desconhecem como se dá este processo que modifica o cérebro dos que não crêem.
Porém o Apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos, no capítulo 1, explica de maneira definitiva a causa desta modificação.
Quando os médicos, vide abaixo, dizem que o cérebro humano dos primeiros homens, não compreendia os eventos que ocorrem na superfície terrestre e nos céus, eles estão reafirmando o que a Bíblia nos disse, e demonstra como isto ocorre.
Seja pelo endurecimento da mente, ou consciência, ou seja, pela cauterização da mesma, que despreza as coisas espirituais, se apegando ou a concupiscência da carne, ou a busca de explicações para eventos místicos, pelo conhecimento, e sem fé é impossível, e a ocorrência desta busca resultará em mais cauterização da mente humana.
A medicina desconhece um fator preponderante para tal ocorrência:
O pecado que atingiu a todos os homens, os obrigando a busca e retorno para Deus, através de Jesus Cristo, que nos religou a Deus.
Rm.3. 23: Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;
Destituir, neste versículo significa ficar sem a presença de Deus, estar privado desta presença.
Mas, se o homem atentar para a Bíblia encontrará explicação para se aproximar de Deus.
Deste versículo, tiramos uma importante explicação, não científica, no sentido médico, mas totalmente real no mundo espiritual, o homem para crer, necessita de retirar as barreiras que, promovem sua repulsa ao sentimento de crer em Deus.
Hb.11.6: Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.
A entrevista demonstra que há uma alteração no cérebro daqueles que crêem em Deus:
A palavra de Deus nos ensina que somos nova criatura, também, nos ensina que somos regenerados, que alma corpo e espírito adorem a Deus, o que a ciência descobre a Bíblia já informou a séculos, sem tirar o mérito científico do trabalho, longe disto, é mais uma comprovação que há mudança naquele que crê em Deus.
II Co.5. 17: Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
Tiago diz que somos recriado um novo ser.
Tg.1.18: Segundo a sua própria vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas.
João 3. 3:
Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te haver dito: Necessário vos é nascer de novo.
Rm. 8.1ss: Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus...Porquanto o que era impossível...Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança da carne do pecado...não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito...os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne...que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito... mas, a inclinação do Espírito é vida e paz...e os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós...se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
LEIA A REPORTAGEM, COMPILADA.
Com declarações de dois experimentados cientistas na área da neurociência.
Osvarela.
A totalidade e detalhes desta reportagem podem ser lida, no link, clique aqui.
Novos estudos mostram que o cérebro é “programado” para acreditar em Deus – e que isso nos ajuda a viver mais e melhor.
Letícia Sorg.
Colaborou Marcela Buscato
Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 21/março/2009.
A capacidade inata de procurar a explicação de um fenômeno é uma das diferenças entre o ser humano e outros animais. O homem primitivo não tinha como entender eventos mais complexos, como a erupção de um vulcão, um eclipse ou um raio. A busca de explicações sobrenaturais pode ser considerada natural.
Mas por que ela desembocou na fé e no surgimento das religiões? Cientistas de diferentes áreas se debruçaram sobre a questão nos últimos anos e chegaram a conclusões surpreendentes.
Não só a fé parece estar programada em nosso cérebro, como teria benefícios para a saúde.
Com sua intuição genial, Charles Darwin, criador da teoria da evolução há 150 anos, já havia registrado idéia semelhante no livro A descendência do homem, em 1871: “Uma crença em agentes espirituais onipresentes parece ser universal”. “Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa”, diz Jordan Grafman, chefe do departamento de neurociência cognitiva do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame (leia a entrevista). Grafman é o autor de uma das pesquisas mais recentes sobre o tema, publicada neste mês na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Em seu estudo, Grafman analisou o cérebro de 40 pessoas – religiosas e não religiosas – enquanto liam frases que confirmavam ou confrontavam a crença em Deus.
Usando imagens de ressonância magnética funcional – que mede a oxigenação do cérebro –, o neurocientista descobriu que as partes ativadas durante a leitura de frases relacionadas à fé eram quase as mesmas usadas para entender as emoções e as intenções de outras pessoas.
Isso quer dizer, segundo Grafman, que a capacidade de crer em um ser ou ordem superior possivelmente surgiu ao mesmo tempo que a habilidade de prever o comportamento de outra pessoa – fundamental para a sobrevivência da espécie e a formação da sociedade. E para estabelecer relações de causa e efeito. A interferência de um ser muito poderoso seria uma explicação eficiente para aplacar a necessidade de entender o que não se consegue explicar com o conhecimento comum.
Mas o que levaria o ser humano, dotado de razão, a acreditar que um velhinho de barba branca, em cima de uma nuvem, atira raios sobre a Terra?
Ou que 72 virgens aguardam os fiéis no Paraíso? [nota do editor: relacionado ao paraíso que, no qual acreditam, os muçulmanos]
“Andrew Newberg - “O cérebro dos ateus é diferente”.
Tendemos a atribuir características humanas às coisas, inclusive ao ser divino”, diz Andrew Newberg, neurocientista da Universidade da Pensilvânia (leia a entrevista), autor de outro importante estudo sobre o poder da meditação e da oração. “A crença religiosa surgiu como um efeito colateral da maneira como nossa mente é organizada, da maneira como ela funciona naturalmente”, diz Justin Barrett, antropólogo e professor da Universidade de Oxford.
O neurocientista fala sobre seu livro Como Deus muda seu cérebro
ÉPOCA – Como Deus pode mudar a estrutura cerebral das pessoas?
Andrew Newberg – Os nossos estudos usando imagens do cérebro mostram que, no longo prazo, há alterações no lobo frontal (relacionado à memória e à regulação das emoções) e no sistema límbico (ligado às emoções).
As pessoas tendem a conseguir controlar mais suas emoções e expressá-las. A meditação e a oração ajudam a melhorar a relação consigo mesmo e com os outros.
Também especulamos que essas práticas alteram, inclusive, a química cerebral, como os níveis de serotonina e dopamina, que regulam nosso humor, nossa memória e o funcionamento geral de nosso corpo, mas ainda não temos provas disso.
ÉPOCA – Em seu livro, o senhor fala bastante da meditação, uma prática tradicionalmente ligada às religiões orientais. Existe alguma diferença entre, por exemplo, o catolicismo e o budismo? Newberg – Não olhamos exatamente para as diferenças entre as religiões, mas para as diferentes práticas. A forma como você pratica a religião é mais importante que as ideias religiosas em si.
ÉPOCA – Há um consenso entre os cientistas de que a fé pode ajudar na manutenção da saúde? Newberg – Muitos cientistas acreditam que a espiritualidade tem um papel na saúde. A pergunta é quem vai administrar isso e como os profissionais de saúde vão lidar com a espiritualidade de uma maneira apropriada e benéfica. Essas questões ainda não foram respondidas.
ÉPOCA – Há alguma diferença neurológica entre aqueles que creem e os que não creem em Deus? Newberg – Encontramos algumas diferenças, sim, e também notamos diferenças dependendo do tipo de prática religiosa. O problema é que nunca sabemos se aquelas mudanças estão lá porque a pessoa é religiosa há muito tempo ou se ela nasceu daquela maneira e, por causa disso, procurou um tipo de religião ou meditação.
Jordan Grafman - “A crença é necessária”.
O neurocientista diz que o pensamento religioso nasceu junto com o cérebro humano
ÉPOCA – O senhor diria que a religião é um produto acidental de nosso processo evolutivo?
Jordan Grafman – Eu não diria acidental. Existe uma tendência para nós pensarmos de certa maneira, e essa maneira, de alguma forma, envolve a necessidade de ter um sistema de crenças.
E esse sistema guia nosso comportamento social. Acredito que estamos constantemente criando novos tipos de sistema de crença e é muito provável que os primeiros tenham sido baseados em autoridades religiosas.
ÉPOCA – Somos biologicamente predispostos à religião?
Grafman – Eu diria que somos predispostos biologicamente a ter crenças, e a religiosa é uma delas, mas não a única. Classificaria a religião como uma forma primitiva de crença porque se baseia muito no que é desconhecido. Algumas das regras éticas vieram por meio da religião, mas só se estabeleceram porque ajudaram a ordenar a sociedade. Então, muitas regras tiveram sentido. A religião nasceu claramente de nossa necessidade de entender o que estávamos vendo.
A crença religiosa surgiu no cérebro antes de outras crenças, segundo pesquisas.
ÉPOCA – Seu estudo comparou as áreas do cérebro envolvidas nas crenças religiosas e nas crenças políticas. Do ponto de vista neurológico, quais as diferenças entre o pensamento religioso e o político?
Grafman – Ainda não temos uma resposta definitiva a essa pergunta, mas há fortes indicações de que as crenças políticas estão sempre ligadas ao “aqui e agora”, a nossa vida, enquanto as crenças religiosas não necessariamente. Há diferenças em comportamento e também nas áreas do cérebro ativadas. No caso das crenças políticas, usamos as estruturas do cérebro que surgiram por último na evolução humana, enquanto no caso das crenças religiosas usamos áreas anteriores no desenvolvimento da espécie. Nossa hipótese é que a crença religiosa seja a primeira forma de sistema de crenças, que surgiu antes das outras. Nossos estudos mostram que as duas usam partes parecidas do cérebro, mas também que a religião veio antes da política.
Fonte:
Dicionário Aurélio
Época
Artigo acadêmico do autor

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