quarta-feira, fevereiro 24

O Princípio Bíblico da Generosidade. Lição 09 – CPAD- 1º Trim. 2010


O Princípio Bíblico da Generosidade.

Lição 09 – CPAD

Autor: Osvarela

LIÇÃO 09 - DIA 28/02/2010

TEXTO ÁUREO - II Cor 9:7. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:

II Cor 8:1-5. TAMBÉM, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedônia; Como em muita prova de tribulação houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade. Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente. Pedindo-nos com muitos rogos que aceitássemos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos. E não somente fizeram como nós esperávamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor, e depois a nós, pela vontade de Deus.

II Cor. 9:10-11. Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça; Para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus.

II Cor 9:6-7. E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.

Texto para Reflexão da Generosidade na Vida de Paulo:

Gl.2.1,2. DEPOIS, passados catorze anos, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também comigo Tito. E subi por uma revelação, e lhes expus o evangelho, que prego entre os gentios, e particularmente aos que estavam em estima; para que de maneira alguma não corresse ou não tivesse corrido em vão.

9,10. E conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas, a graça que me havia sido dada, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fôssemos aos gentios, e eles à circuncisão; Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência.

Documento de Doutrina utilizado:

Pacto de Lausanne – Suíça;

Primeiro Congresso Internacional sobre Evangelização Mundial (Lausanne I)-1974, Lausanne, Suíça.

Convocada sob a liderança do Rev. Billy Graham reuniu 2.700 líderes evangélicos de 150 países.

O Pacto inclui quinze artigos, assuntos: a autoridade das Escrituras, a natureza do evangelismo, responsabilidade social cristã, a urgência da evangelização mundial, fé e cultura, e a natureza do conflito espiritual.

Pequeno Glossário do Texto:

Tsedacá ou Zedacá -caridade.

Chessed - Generosidade, Amor

Tzedek – justiça;ato de justiça ou de misericórdia.

Com alegria – hilaros [vide hilariante] – alegremente pronto. Dar algo a alguém com alegria no espírito.

Por necessidade – sob coação; contra a vontade de alguém.

Extorsão - Crime consistente em constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar de fazer alguma coisa.

Exórdio:

Paulo relata nestes dois capítulos sobre acontecimentos da sua 3ª Viagem Missionária.

As Igrejas da Macedônia – Filipos, Tessalônica e da Beréia, vivenciando a pobreza, com muito esforço pediram ao Apóstolo Paulo, para participarem da coleta a favor dos irmãos necessitados em Jerusalém, centro Ministerial da Igreja Primitiva.

Eles demonstraram:

Compromisso

Disposição

Liberalidade - haplotes

Largueza de coração

Beneficientes

Preferindo servir a Igreja

E para surpresa e alegria de Paulo doaram muito mais do que pela sua pobreza poderia se esperar

Generosidade é a virtude em que a pessoa tem quando acrescenta algo ao próximo.

Generosidade se aplica também quando a pessoa que dá algo a alguém tem o suficiente para dividir ou não.

Não se limita apenas em bens materiais.

Generosos são tanto as pessoas que se sentem bem em dividir um tesouro com mais pessoas porque isso as fará bem, tanto quanto aquela pessoa que dividirá um tempo agradável para outros sem a necessidade de receber algo em troca.

Ser generoso é ser grande no proceder.

Ser generoso é dividir o que é seu por direito, com quem não tem direito. Wikipédia.Texto compilado e adaptado.

A idéia de generosidade tão escassa nos dias de hoje. Justamente ao contrário do consumo exacerbado e supérfluo, o comportamento generoso se aplica quando a pessoa que da algo a alguém tem o suficiente para dividir ou não. Não se está falando especificamente de algo material, mas os generosos se caracterizam por dividirem o que tem com outras pessoas. Desta forma, sentem-se bem e ganham com isto. Pode-se dizer que a generosidade é o oposto da ganância. Faz parte da ética cristã.

I – Introdução:

O princípio ou o rudimento da doutrina da generosidade e cuidado com a Igreja é um princípio secular iniciado pela Igreja primitiva.

Paulo foi o doutrinador escritor destes termos, embora tenha sido apresentado a esta doutrina pelos Apóstolos de Jerusalém.

Paulo escreveu à Igreja em Corinto e disse a eles que realizassem aquilo que eles tinham prometido, ou seja, dar aos santos pobres em Jerusalém.

“Agora, porém, completai também o já começado, para que, assim como houve a prontidão de vontade, haja também o cumprimento”.

Paulo ensina que prometer não traz nenhum benefício à Obra de Deus, mas uma vez prometido, a generosidade deve ser aplicada, como convém.

II Coríntios 8:1-15: Portanto, assim como em tudo sois abundantes na fé, e na palavra, e na ciência, e em toda diligência, e em vossa caridade para conosco, assim também abundeis nessa graça. Não digo isso como quem manda, mas para provar, pela diligência [cuidado dos macedônios] dos outros, a sinceridade da vossa caridade; [...]

E nisso dou o meu parecer; pois isso vos convém a vós, que desde o ano passado começastes [se você não começou a exercer a generosidade, assustado, com os que enganam, te faço um apelo para iniciar com alegria, assim como Paulo, o fez, logo ao ser admoestado pelos Apóstolos de Jerusalém]; e não foi só praticar, mas também querer. Agora, porém, completai também o já começado [se você parou, por qualquer motivo, retome o caminho], para que, assim como houve a prontidão de vontade, haja também o cumprimento, segundo o que tendes. Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem e não segundo o que não tem. Mas não digo isso para que os outros tenham alívio, e vós, opressão; mas para igualdade; neste tempo presente, a vossa abundância supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a vossa falta, e haja igualdade, como está escrito: O que muito colheu não teve de mais; e o que pouco, não teve de menos.”

Paulo ensina neste trecho de 2Co. 8 que na abundancia ou na extrema carência temos que ser generosos, pois não sabemos quando podemos passar pela mesma aflição.

Dar em abundância significa dar com bênçãos.

Quando você da como os macedônios deram em abundância, por causa da sua pobreza, você é na realidade um abençoador literal.

a-O exemplo dos Macedônios nos deixa uma Lição:

Eles deram, a primeira semente, portanto eles serão os primeiros a colher o que semearam.

Semente se multiplica em multidão de sementes.

Uma semente de milho produzirá um pé com muitas espigas e cada espiga terá muitas sementes!

“A vontade liberal é agradável a Deus tanto do pobre quanto do rico... verdade é que é bem certo que devemos a Deus não apenas uma parte, mas, afinal, tudo o que somos e tudo o que temos. Entretanto, segundo Sua benevolência, até esse ponto nos poupa, que Se contenta desta comunicação que o Apóstolo aqui ordena. O que, pois, ensina ele aqui, é um relaxamento, por assim dizer, daquilo a que somos obrigados no rigor do direito. Contudo nosso dever é estimular-nos a nós mesmos a darmos com freqüência. Não há temer que sejamos exageradamente descomedidos neste aspecto, pelo contrário, há é o perigo de sermos demasiado sovinas”.Calvino

II- Aprender é sempre uma necessidade;

Generosidade é realização.

A aplicação deste texto na vida de Paulo se torna uma base para que nós possamos entender, que ninguém pode se considerar totalmente pronto na sua vida ministerial ou cristã, sempre haverá algo a aprender, com outros santos do Senhor.

Algo que parece simples é lembrado a Paulo e ele com humildade, age sob esta ótica da caridade da Igreja primitiva.

Assume este fato de forma tão forte que passa a escrever a todas as igrejas sobre a obra da caridade, como um viés espiritual importante, que sem dúvida se torna um editor de normas administrativo-litúrgicas, para a Igreja de Cristo, através dos séculos.

Os da Macedônia deram prova de como realizar a Generosidade, não só dizendo, mas realizando:

II Co.8.4. pedindo-nos, com muito encarecimento, o privilégio de participarem deste serviço a favor dos santos;

III - Normas de administração da caridade e generosidade:

Os capítulos 8 e 9 de 2 Coríntios são peças administrativas de grande valor para a Igreja.

Paulo disciplina, e exorta a Igreja com uma visão, que nasceu após o Pentecostes, no cenáculo em Jerusalém e que manteve o povo unido.

Atos 2.42 -47. E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E, todos os dias acrescentava, o Senhor à igreja, aqueles que se haviam de salvar.

Por que disciplinar tal ato?

Os apóstolos tinham a experiência dos dias iniciais da Igreja, quando a mulheres viúvas gregas, se sentiam desprezadas no chamado ministério cotidiano.

Assim, foi necessário disciplinar com a ação dos diáconos a distribuição caridosa do alimento e necessidades diárias no seio da Igreja, esta experiência Paulo não possuía.

Atos 6.1. ORA, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano.

A generosidade pode ser impedida de agir, tal qual, em Jerusalém, por aqueles que têm a obrigação de repartir.

Assim, os doadores generosos de Jerusalém sofriam com a forma nada liberal, de destinar, o que generosamente haviam entregue aos pés dos apóstolos, muito embora, isto fosse um aprendizado para a Igreja primitiva.

Esta lição nos mostra que mesmo os mais desafortunados têm algo para dar.[vide item XIV deste texto.]

Mesmo os mais sofridos podem ser exemplo no seio da Igreja.

IV - A Ação da Generosidade:

A ação da generosidade se torna fundamento de fé: Tg. 1.22. Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.

-A ação da generosidade é abençoadora para os que a realizam.

-A ação da generosidade é uma forma de culto diante de Deus.

-A ação da generosidade se torna uma sementeira inesgotável para os que dela fazem uso.

Creia querido, que isto só fará bem á sua vida.

-A ação da generosidade não é imposta:

-Nem em valor ou quantidade

-Nem em prazo ou tempo de dação

-Nem em requisito para salvação

Sou salvo por isto sou generoso, não sou generoso para ser salvo!

Pela generosidade de Deus fui salvo!

Caridade e generosidade andam de mãos dadas.

Chessed ressalta a generosidade daquele que dá.

Porém, aquele que recebe pode não ser necessariamente merecedor, nem o doador obrigado a dar, praticando o ato de bondade devido a sua generosidade.

Porque Cristo morreu por nós, quando nós ainda éramos pecadores.

V- A Visão das Igrejas signatárias do Pacto de Lausanne:

Em Lausanne as igrejas cristãs firmaram um documento, pelo qual a questão da caridade/generosidade social, tema de nossa lição é para ser desenvolvida, com caráter doutrinário.

A base do capítulo 5 deste documento diz:

Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político, são ambos, parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo.

1-Expressar a generosidade como amor e obediência a Cristo e ao próximo;

2- A mensagem da salvação infere na fala de Tiago – Tg.1.27. A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo. Não devemos viver de palavras confortadoras ou as promessas!

3- O salvo em Cristo, o nascido de novo é responsável em divulgar a mensagem social da falta de generosidade, que oprime ao pobre e necessitado, e injustiçado, dentro ou fora da Igreja.

5. A Responsabilidade Social Cristã

Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens.

Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão.

Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social, mutuamente exclusiva.

Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão.

Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo.

A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam.

Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar, mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto.

A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais.

VI- A Generosidade/Caridade É uma Responsabilidade como Princípio Bíblico Evangelizador e de Comunhão:

No entanto, o assunto refere-se aos domésticos da fé e se expande a todos os necessitados.

Tg.2.14-16.Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo?E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano,E algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí?

A fé sem obras é morta. Tg. 2.26.Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.

Paulo vive em meio aos coríntios e os vê em acepção de pessoas, até no momento da festa do Agapê.

No momento de comunhão e do partir do Pão em memória de Cristo.

Uns comem muito e outros passam fome!

VII- A Semeadura da Generosidade:

Este fundamento do mundo espiritual bíblico é usado em várias partes da Bíblia e é uma verdade irretorquível, quanto ao viver do homem, seja no sentido da generosidade, seja no sentido do viver sem generosidade, seja no sentido de ter uma vida livre de pecado ou em pecado, a colheita é certa.

Muito embora, a generosidade, no sentido etimológico, não busque fruto posterior ele virá por Justiça de Deus.

Paulo está neste trecho da Epístola ensinando e usando o exemplo dos macedônios, que generosidade independe de:

Ter ou não;

Estar em situação difícil – tribulação;

Capacidade – na Epístola, descrito como poder – disponibilidade em ter;

De ser rico ou pobre – a Igreja da Macedônia estava mais em situação de receber do que dar – “sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade”;

Sem posses – “Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu pode”;

Com alegria – “houve abundância do seu gozo”;

Há a necessidade de – voluntariado – “deram voluntariamente”.

Mas, não há obrigatoriedade: “não com tristeza, ou por necessidade”; a palavra tristeza neste texto toma o significado de “relutância”. A palavra necessidade toma o sentido de obrigação.

A relutância em ser generoso pode levar a morte, como Ananias e safira, os quais relutaram em entregar a Igreja, o que deveriam e pela relutância veio a condenação fatal, pela mentira arquitetada e urdida entre o casal..

Cada um deve decidir o que pode dar e fazê-lo com alegria.

A obrigatoriedade retira a alegria da ação generosa, mas a voluntariedade faz fluir a alegria, pois recebemos o AMOR de Deus em nossas vidas: “porque Deus ama ao que dá com alegria”.

a- Generosidade É se Dar-

Primeiro ao Senhor. “...mas, a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor, e depois a nós”.

Atender a vontade de Deus.

A metáfora dos grãos lançados demonstra o exemplo do semeador.

II Cor 9:6-7. E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará.

Se nós semeamos um campo com poucas sementes, obviamente colheremos a quantidade relativa ao número de sementes lançadas: pouco.

Deus não exige na generosidade o impossível ou o “seu tudo”, como apregoado por alguns.

Deus é cuidadoso e sabe das nossas limitações e capacidade, competência, de realizar o que devemos e podemos, dentro de limites aceitáveis, determinados pela voluntariedade, como na Macedônia.

Assim, quando se estabelece generosidade com valor estipulado, não vem de Deus.

Pv. 25.14.Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba falsamente de dádivas.

Bem.

Generosidade em busca de benefícios próprios deve ser condenada.

Tal como, como generosidade para abater em Imposto de Renda, Incentivo fiscal. II Pedro 2:14-19:- “...não cessando de pecar, engodando as almas inconstantes, tendo o coração exercitado na avareza”.

É uma forma avara de “generosidade”.

A generosidade da parte de Deus não é difícil de realizar, como demonstraram os macedônios.

A generosidade falsa é uma oferta sem valor e pode levar à morte.

Além disto, precisamos aprender que se nos propomos a ser generosos, não podemos nos esquecer de realizar. Vide abaixo – generosidade é realização.

Falsos benfeitores são como Ananias e Safira.

Esta talvez seja a melhor comparação bíblica, pois mostra que ela é uma dádiva sem compromisso com a generosidade é alguém se tornando pomposo fingindo ser um benfeitor.

c-“Cada um contribua segundo propôs no seu coração”;

Se o nosso coração sofreu a regeneração pela palavra de Deus, como a Igreja da Macedônia, é natural que este coração ouça a voz do Espírito Santo.

VII- Reciprocidade divina:

É lógico que Deus está atento a cada batida e expressão de nosso coração, assim ele conhece e reconhece o que age de maneira a ser abençoado, não pelo que deu, mas pelo que brotou no coração, na hora da generosidade.

A questão posta pelo texto, quando fala por necessidade, infere obrigação, é tudo que Deus não quer:

Que sejamos prisioneiros da obrigação, por causa de uma eventual forma d’Ele agir conosco, ou seja, numa troca constante para que possamos atender certos objetivos em nossas vidas, o que Paulo quer dizer ao citar o exemplo da Macedônia.

Muitos são instados a entender a semeadura como uma troca, outros querem usar a semeadura com objetivo de algo maior no futuro, mas na realidade espiritual Paulo quer que usemos o exemplo macedônio como paradigma em nossas vidas.

O uso da lei da semeadura trata-se de uma forma de Paulo incentivar a generosidade no seio da Igreja dos Coríntios e na Igreja de hoje.

Quem semeia pouco, colhe pouco. “Você tem semeado na obra de Deus?”

Paulo estimula aos coríntios a aprenderem o valor da generosidade, como forma de comunhão entre o povo de Deus e os exalta por isto, mas da um exemplo prático: Macedônia.

Há um espasmo de pensamento entre caridade e generosidade.

Paulo está querendo enfatizar a generosidade para com a Obra de Deus.

II Cor 9:7. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.

VIII - Princípios da Contribuição:

Artigo publicado na CPAD:

I. Princípios Gerais Acerca da Contribuição:

A coleta (16.1-4). Este é um parágrafo-chave no Novo Testamento sobre a contribuição:

1) A coleta é para o povo de Deus. A doação tinha como finalidade aliviar os crentes que estavam sofrendo fome ou alguma calamidade natural, em determinados locais do império;

2) A coleta era levantada no primeiro dia da semana (domingo) quando os cristãos se reuniam. Justino Mártir, no século segundo, relata que essa prática era habitual nas igrejas;

3) A contribuição derivava conforme a prosperidade. Os que tinham mais, contribuíam com mais, mas todos deveriam partilhar da graça e doar;

4) A exortação reflete antiga importância mencionada sobre a contribuição organizada e regular.

CPAD – 2º TRI. 2009

IX- A Generosidade e a Impunidade dos que Querem Abusar da Generosidade:

Promessa:

Pv.11.25. A alma generosa prosperará...

Quando Paulo escreveu aos Tessalônicos sobre a vinda de Jesus, como iminente, alguns irmãos daquela parte da Europa, interpretando de maneira avessa, a verdade, se recusaram a trabalhar e quiseram abusar da generosidade daqueles que ofertavam, mesmo com dificuldades, embora aguardando a Iminência.

Paulo os contradiz com dureza apostolar dizendo:

II Ts. 3.10. Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto, que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também.

Estejamos atentos a estes que querem abusar da generosidade da Igreja. Não sejamos avaros, mas sejamos prudentes, temos que ter temperança.

a-Para incentivar a generosidade, Paulo lembra aos Coríntios um princípio que todo agricultor sabe:

Quem semeia pouco, colhe pouco. “Você tem semeado na obra de Deus?”

A igreja em Corinto precisava aprender que Deus nos recompensa com a mesma medida da nossa generosidade.

Gl 6.7-9,10. Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará. E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Então, enquanto temos oportunidade, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé....).

Pv 11.17. O homem bondoso faz bem à sua, própria alma; mas o cruel faz mal a si mesmo. O ímpio recebe um salário ilusório; mas o que semeia justiça recebe galardão seguro. Um dá liberalmente, e se torna mais rico; outro retém mais do que é justo, e se empobrece. A alma generosa prosperará, e o que regar também será regado.

Todavia, Deus não se agrada que o ato de dar seja feito “com tristeza (relutância) ou por necessidade (obrigação)”. Cada um deve decidir o que pode dar e fazê-lo com alegria.

Assim, damos não por legalismo nem com relutância, mas só com a compulsão que vem do coração. Esta também pode ser uma generosidade motivada pelo Espírito Santo (Rm 12.8).

Não precisamos temer que a nossa generosidade nos venha causar dano, pois Deus conhece as nossas necessidades e continuará nos suprindo. Ele quer nos dar mais do que precisamos para que, como o próprio Deus: transbordemos em todos os tipos de boas obras, até ajudar outros crentes que não conhecemos, da mesma maneira que os coríntios e os macedônios principalmente, não conheciam pessoalmente os crentes de Jerusalém.

X- Generosidade dentro da cultura hebraica:

Tsedacá é normalmente interpretada como caridade.

Mas, a palavra exata para caridade em hebraico é Chessed.

Não se usa o termo Chessed e sim Tsedacá porque, os conceitos etimológicos são antagônicos.

Chessed ressalta a generosidade daquele que dá.

Porém, aquele que recebe pode não ser necessariamente merecedor, nem o doador obrigado a dar, praticando o ato de bondade devido a sua generosidade.

Guemilut chassadim” é definido por qualquer ato realizado com o objetivo de beneficiar o outro.

Um ato de bondade ocorre quando uma pessoa doa algo de si para outro. [seja dinheiro, trabalho, tempo ou afeição.]

Em hebraico, o termo “Guemilut chassadim” é sempre utilizado no plural, pois cada ato de bondade é recíproco, beneficiando o receptor e o doador também.

Assim todo que age com generosidade na casa de Deus é alvo da sementeira de Deus, que atinge as nossas vidas.

XI - A generosidade vem do coração e age pela mente:

O coração e a mente de um homem de chessed estão sempre atentos, percebendo as necessidades dos que estão a sua volta e agindo para atendê-las.

Segundo o Rabino Maimônides, o maior dos filósofos judeus e codificador da Lei Judaica, há uma diferença entre duas palavras referentes a generosidade e o ato em si de dar algo a alguém.

Tem origem na palavra tzedek (justiça) sendo uma tradução mais precisa justiça social.

É a obrigação que todo judeu tem de doar algo de si, quantificado em no mínimo 10% dos ganhos, ao necessitado judeu.

Na cultura judaica aprendemos que podemos ajudar aos crentes mais necessitados, até mesmo as crianças, que eles também podem ser abençoados com generosidade:

Podem faze-lo como os judeus - doando trabalho ou conhecimento, tanto os ricos quanto os miseráveis e as crianças.

Tzedaká - Tsedaca ou mesmo Zedacá.

Justiça, por definição, quer dizer dar a alguém algo que é seu por direito, na cultura na qual Paulo foi ensinado, aos pés de Gamaliel, a generosidade/caridade é considerada uma forma de justiça e não bondade gratuita.

Ou seja, dar ao que necessita é um ato de justiça ou obrigação de todos que são daquela cultura, a própria escritura ensina ser benevolente, até com o estrangeiro “porque foste estrangeiro”.

Chessed, por sua vez, é uma atitude em relação àqueles que não necessariamente precisam de gestos de bondade;ou na proporção na qual são receptores.

Embora haja discordância sobre a realização do ato da generosidade em relação a questão espiritual.

Somos generosos para que Cristo transpareça em nossas vidas e demonstremos que somos transformados e não o fazemos como algo que muitos entendem:

Realizar generosidade como prática com objetivo de salvação, nossa Salvação não vem das Obras para que ninguém se glorie, mas realizamos as Obras para mostrar a glória de Deus em nós.

XII- A Generosidade e Alegria no Dízimo:

Uma das formas para manutenção da casa do Senhor é o dizimar.

Dízimo significa a décima parte.

Assim, todo crente deve em atendimento a Palavra de deus, devolver com promessa a décima parte do que ganha.

“Contribuir com o dízimo é cumprir o preceito bíblico de viver o amor, a generosidade com os irmãos.”

XIII- Dizimar Para Crescer.

O Texto Clássico:

Ml 3.8-10. Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós,a nação toda. Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.

Este é o texto clássico usado para ensinar aos membros da igreja a prática do dízimo, isto é, a entrega à igreja de 10% do salário bruto mensal.

a-Contribuição – Dízimo - Um pouco de História:

Uma das discussões sobre o dízimo é que ele é um uso da lei, no entanto em Gênesis 14.20 – E de tudo lhe deu Abrão o dízimo, vemos que antes da lei ele continuou.

Jesus da o seu aval sobre o dízimo em forma de resposta aos fariseus:

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da lei:a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas cousas, sem omitir aquelas!

Note-se: obedecer os preceitos mais importantes da lei, sem omitir o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, é o que Jesus afirma.

Embora este seja um ponto usado com inferência diferente, por aqueles que querem excluir o dízimo da discussão neotestamentária.

É concordância generalizada entre os evangélicos que o dízimo não é dado, mas sim “devolvido” a Deus.

Nos séculos 5 e 6, encontramos a prática do dízimo bem estabelecida nas áreas antigas da cristandade do ocidente.

Já no século 12, os monges que antes tinham sido proibidos de receber dízimos, sendo obrigados a pagá-los, obtiveram certa medida de liberdade ao obterem permissão para receber dízimos e, ao mesmo tempo, tendo isenção do pagamento deles.

Controvérsias sobre dízimos sempre surgiram quando pessoas procuravam evitar o pagamento, ao passo que outras tentavam apropriar para si as rendas dos dízimos.

Os dízimos medievais eram divididos em prediais, cobrados sobre os frutos da terra; pessoais, cobrados dos salários da mão-de-obra; e mistos, cobrados da produção dos animais.

Esses dízimos eram subdivididos, ainda, em:

Grandes, derivados de trigo, feno e lenha, pagáveis ao reitor ou sacerdote responsável pela paróquia;

Pequenos, dentre todos os demais dízimos prediais, mais os dízimos mistos e pessoais, pagáveis ao vigário.

Na Inglaterra, especialmente por volta dos séculos 16 e 17, a questão dos dízimos foi uma fonte de conflito intenso, visto que a Igreja Estatal dependia dos dízimos para sua sobrevivência.

Implicações sociais, políticas e econômicas eram consideráveis nas tentativas do Arcebispo Laud de aumentar o pagamento dos dízimos, antes de 1640.

Os puritanos ingleses e outros queriam a abolição dos dízimos, substituindo-os por contribuições voluntárias para sustentar os clérigos. Mas a questão dos dízimos sempre despertou paixão.

Depois da 2.ª Guerra, o dízimo obrigatório sobreviveu na Inglaterra até o século 20.[Extraído da “Enciclopédia Histórico-Teológica da Bíblia”. Ed. Vida Nova. Verbete “dízimo”.]

Dizimar, para quem tem salário e vida com um nível melhor é fácil, mas a Igreja da Macedônia nos ensina a generosidade na falta.

XVI- Os Pobres ou necessitados e a Contribuição:

Seguindo o exemplo de Jesus Cristo.

II Co.8.7-9. Ora, assim como abundais em tudo: em fé, em palavra, em ciência, em todo o zelo, no vosso amor para conosco, vede que também nesta graça abundeis. Não digo isto como quem manda, mas para provar, mediante o zelo de outros, a sinceridade de vosso amor; pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que pela sua pobreza fôsseis enriquecidos.

E Quando estamos ministrando em comunidades com alto nível de pobreza, devemos incentivá-los a dizimar?

Por quê?

Porque eles precisam ser abençoados pela promessa para aquele que dizima.

Em nosso ministério pastoral já foi possível ver o quanto Deus é fiel nesta promessa.

Como experiências, tenho o Ministério pastoral e missionário de papai – Pr. José Bezerra Varella, o qual foi por longos anos pastor na IEAD Bonsucesso [sendo o 1º empossado por Pr. Alcebíades P. Vasconcelosin memorian], onde hoje está o meu amigo “in pectore” Pr. Jaime Soares.

Além das experiências urbanas em vilas habitacionais consideradas pobres, como eram as comunidades evangélicas daqueles tempos, assisti com meus próprios olhos o nascimento e florescer de vilas distantes, no Estado do Espírito Santo, em Minas Gerais, na Bahia, como o dizimar fez bem aquela gente, que quando o Evangelho chegou até elas, sofriam da miséria profunda e aos poucos com o Evangelho atuando em suas vidas, começaram a ser dizimistas, primeiro com animais pequenos, depois com sacas de café e por fim com moeda nacional.

Vi ano a ano, Vilas inteiras serem transformadas em Municípios pela ação do Evangelho, através do crescimento dos crentes, que de criador de um boi, passaram a ser sitiantes prósperos, e pela chegada de outras pessoas que antes desprezavam aquelas localidades, se aproximavam delas ao ver o crescimento local.

Contribuindo a partir de sua pobreza, oferecendo com generosidade o pouco que pode dar.

A oferta destes, é como as ofertas dos macedônios, contribuem com renúncia e é fruto de um amor legítimo pela Obra de Deus.

Mc 12,41-44. E, estando Jesus assentado defronte da arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos deitavam muito.Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo.E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro;Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento.

XV- A Administração do que é dado:

a-A Realização Administrativa das Ofertas da Generosidade:

Os discípulos em Jerusalém, no capítulo 6 de Atos, demonstram muito bem a necessidade de termos administradores para a causa da generosidade.

É necessário que estejamos prontos no momento certo para dar aquilo que a Igreja necessita – Igreja como corpo.

Devemos delegar um grupo para tal tarefa:

b-Preparar o povo:

O Apóstolo Paulo mandou uma comissão para preparar a Macedônia.

Ele cita uma comissão por duas vezes:2Co.8.16-24. Mas, graças a Deus, que pôs no coração de Tito a mesma solicitude por vós;...sobremodo zeloso, foi por sua própria vontade que partiu para vós...com ele enviamos o irmão...evitando que alguém nos censure com referência a esta abundância, que por nós é ministrada;zelamos o que é honesto...mas também diante dos homens...Com eles enviamos também outro nosso irmão... já experimentamos ser zeloso...Tito, ele é meu companheiro e cooperador para convosco...são mensageiros das igrejas, glória de Cristo...mostrai para com eles,...a prova do vosso amor...

Predicados dos que administram a generosidade da Igreja:

Zeloso;

Honesto;

Experimentado [provado];

Ter esta obra no coração;

Ser mais de um, para não ser censurado;

Ser solícito como Tito.

2Co.9. 3,5. Mas enviei estes irmãos, a fim de que neste particular não se torne vão o nosso louvor a vosso respeito; para que, como eu dizia, estejais preparados. Portanto, julguei necessário exortar estes irmãos que fossem adiante ter convosco, e preparassem de antemão a vossa beneficência, já há tempos prometida, para que a mesma esteja pronta como beneficência e não como por extorsão.

Paulo declara que não haja extorsão no meio do Povo de Deus.

Coisa horrorosa vem acontecendo neste campo, em muitas ditas igrejas, tiram o pelo da ovelha, antes do período da tosquia, a ovelha sofre com o frio pois o tempo da tosquia é o esperado pelo seu corpo.

A Administração se reproduz em benção para a generosidade da Igreja:

2Co.9. 12,13. Porque a Administração deste serviço não só supre as necessidades dos santos, mas também transborda em muitas ações de graças a Deus; visto como, na prova desta Administração, eles glorificam a Deus pela submissão que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade da vossa contribuição para eles, e para todos;

Conclusão:

A generosidade sob a ótica da Bíblia é um sentimento com qualidades de dom, adquirido através da fé em Cristo, o qual nos visita pela presença do Espírito Santo.

Alimenta nossa alma em graça – charis – de tal forma que o crente se torna um legítimo cristão, sob a ação do Amor derramado em nossos corações.

Sejamos Generosos, para que o Amor de Deus seja cada vez mais abundante em nós. “Porque Deus ama ao que dá com alegria”.

E assim cumpriremos a Lei de Cristo.

E atingiremos o fundamento do extrato da Lei:

“Amar a Deus sobre todas e ao Próximo como a ti mesmo”.

O princípio bíblico da Generosidade é a expressão do Amor na vida do cristão.

É a expressão da Regeneração da alma, que deixa de ser o homem natural egocêntrico e se transforma no homem espiritual compromissado com os que necessitam de sua ajuda.

Fonte:

Retaliação - Vicent Cheung.

Provérbios 25.14. “Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba falsamente de dádivas.” Publicado em 2 de abril de 2009-por Jonathan Crosby - Tradução: Peter Daniel Rees.

O Dízimo - Túlio Cesar Costa Leite – presbítero da Igreja Reformada Presbiteriana em Maricá – RJ - Brasil.

Bíblia Plenitude.

Bíblia Digital – cortesia Tio Sam.

O renascimento da generosidade - Patrícia Spindler.

CPAD - I. Princípios Gerais Acerca da Contribuição:

JusBrasil

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Misericórdia do Espírito Santo

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