terça-feira, junho 1

CIÊNCIA, VERDADE, OPORTUNIDADE...Permissão, Mandato ou fato? Ciência avança em direção a Criação...?

Célula invadida em experiência com cópia sintética de DNA

E

Homem se infecta com vírus de computador.

R7 -31/05/2010. - Osvarela

Eis mais uma questão polêmica.

João 1.3. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

Mandato de Deus ao Homem:

Gn.1.27. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai...

Após a interação genética de um elemento sintético em experiência do geneticista americano o controverso cientista Craig Venter, e seu grupo de cientistas do Instituto Craig Venter - o cientista Daniel Gibson e seus colegas, em Maryland, Estados Unidos, que já está sendo, apontado erroneamente, como criador de vida,.
Quando na realidade a sua experiência comprovou que a vida existente nas células nas quais ele inseriu um elemento genético sintético, absorveram a este, exatamente por terem vida e inteligência da Criação para se protegerem de ataques como este, pois são um sistema complexo criado por Deus.

Ele apenas interagiu com a vida existente na célula.

Se ele criasse uma célula inteira sintética, seria outra coisa.

Se você tem interesse leia mais em: o que é genoma e como ele guarda 'receita' para construir um ser vivo

E mais a vida da criação não se iniciou de um sistema vivo, mas da Ordem de existir a vida de que tem a Vida para dar, pelo sopro D’Ele.

Do Caos Deus fez existir Vida.

O assunto extremamente científico se baseia, num experimento deste cientista, que deu o primeiro passo em direção a esta nova descoberta em 2007, quando o genoma da bactéria Mycoplasma mycoides foi inserido na bactéria Mycoplasma capricolum. Depois disso, a bactéria se transformou na sua “invasora”.

Em janeiro, a equipe construiu o código genético de uma bactéria desde o princípio, e transferiu este genoma sintético para uma célula hospedeira para transformá-la com informações escritas por humanos.

Exageros, a parte, trata-se de mais um avanço das pesquisas na busca para respostas sobre a vida.

Aliás, pesquisando em fonte séria, de outros cientistas em biologia, confirmamos que este tipo de experiência já foi realizada, com método similar, conforme citado por The New York Times,Eckard Wimmer e seus colegas fizeram algo semelhante em 2002, pela síntese de RNA do poliovírus. Wimmer e seus colegas utilizaram RNA sintético que fazer o poliovírus funcionar. Mas os vírus não são células vivas’.

Afirma o artigo: “Ninguém jamais foi capaz de fazer uma célula viva de seu DNA, nem mesmo Craig Venter”.

Continua o autor do artigo, B.Sc., Hugo Hoffmann, Biólogo, Especialista em Ciências Ambientais, Mestrando em Ciências da Saúde e membro da Sociedade Criacionista Brasileira: “Um vírus é apenas RNA ou DNA em uma cápsula de proteína.

O RNA ou DNA viral não pode fazer mais por si só, nem pode fazer a cápsula.

O RNA é uma molécula intermediária na síntese de proteínas, ela faz a intermediação entre o DNA e as proteínas.
O RNA ou DNA viral deve ser primeiro colocado em uma célula viva (ou, no caso do experimento Wimmer é, em um extracto cuidadosamente preparados a partir de células vivas), porque somente a célula (ou do seu extracto) contém a complexa maquinaria molecular necessária para tornar mais RNA ou DNA e para a fabricação da cápsula de proteína”.

Por si só, porém, RNA e DNA são biologicamente inertes.

Apenas uma célula viva, está viva, e em nossa experiência, a vida sempre vem da vida.

Leia artigo científico, com linguajar simples de B.Sc., Hugo Hoffmann.

CIENTISTA INSERIU UM CHIP EM SUA MÃO E SE ‘INFECTOU’ VIRTUALMENTE.

Mas, a reportagem abaixo mostra um outro ângulo desta questão homem-máquina, homem interferindo na criatura.

Um cientista inseriu um chip em sua mão e como ele se ‘infectou’ virtualmente com um vírus digital, destes tantos criados para estragar a nossa relação no mundo da informática.

A partir, deste ato ele comprovou que por transmissão por freqüência do elemento digital – o chip – pela ação física das ondas, idêntica aquelas que permitem a transmissão de dados ‘wireless’ [sem fio], como um bluetooth ele pode contaminar qualquer aparelho digital, seja um simples computador, até um marca passo implantado num ser humano.

Ele o fez para provar a vulnerabilidade dos sistemas digitais, abertos a estes tipos de ação, o que poderá levar ‘hackers’ a imitá-los.

O que me chama atenção, é que se está usando, cada vez mais estes elementos - chips – para identificação digital de seres humanos, onde constam todos os dados de identificação pessoal.

Fica aberta uma possibilidade futura de que os homens poderão, ao usar estes elementos identificadores, ser também alvo de adulteração de sua própria informação pessoal , ou alvo fácil, para em caso de estarem em situação legal, contrária a um determinado estado legal [Sistema de Governo]futuro.

– lembre do período bíblico, da Grande Tribulação – poderão ter seus dados confundidos , rastreados ou 'hackeadios', e até serem impedidos de entrar ou sair de algum local,;de uma cidade; entrar em um avião, em um ônibus, em seu local de trabalho,.

Isto é perfeitamente viável, pois já se tem avançado muito ,em identificação digital para acesso a locais de trabalho, a chamada identificação biológica, ou antropométricas, seja pela íris dos olhos, pelos dedos – digital – , voz etc...

Quem quer esperar para ver?

Leia a reportagem:

Pesquisador fez isso intencionalmente para mostrar que é possível

Um pesquisador da Universidade de Reading, na Inglaterra, se tornou o primeiro ser humano a ter sido comprovadamente infectado por um vírus de computador.

A coisa parece mentira, mas ele fez isso de propósito para testar os limites de segurança nos chips que são usados para fins médicos.

Mark Gasson implantou um chip em sua mão e o infectou com um vírus.

Este vírus foi passado para o computador do laboratório médico e, a partir daí, a praga pode alcançar até o chips que compõem os cartões eletrônicos usados como chaves de acesso às salas do prédio inteiro.

A experiência tem por intuito provar que os chips de identificação por frequência de rádio – usados para rastrear animais – podem hospedar e disseminar vírus de computador.

Segundo Gasson, por enquanto não há perigo de que isso aconteça, mas com os avanços que a medicina vem fazendo, em breve os marca-passos funcionarão como pequenos computadores.

Por isso, as pessoas precisam entender que, assim como os computadores podem ser infectados, os chips que se comunicam por tecnologia wireless também correm este risco.

Bluetooth - O Bluetooth é uma tecnologia que permite uma comunicação simples, rápida, segura e barata entre computadores, smartphones, etc...

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