sábado, outubro 9

Sede de Poder

Sede de Poder.
Quinta, 7 de outubro de 2010
A Igreja Evangélica está sendo disputada palmo a palmo, ou melhor, membro a membro, pelas correntes que disputarão o segundo turno da eleição presidencial.
A disputa é mais intensa, junto às Assembléias de Deus, maior contingente cristão evangélico do Brasil, em membresia, cerca de 30 milhões de votos, aos quais, eu particularmente credito a definição na reta final, da realização do 2º Turno, e que será decisivo no turno final, destas eleições.
2Pe.2.3. também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio;
Só que agora surgem os ‘donos’ de Igrejas.
Eu, pessoalmente acredito, que a Igreja Assembléia de Deus, não tem mais como ser conduzida eleitoralmente pelos líderes, com exceção de trabalhos definidos em Convenção com base num discurso doutrinário e transparente para a membresia e pastores das igrejas, ‘bases’ locais.
A disputa dos votos Assembleianos, também está ocorrendo, nas disputas regionais onde haverá disputa em segundo turno, para Governador.
Neste caso, é singular a posição de um ex-prefeito e ‘puxador’ de votos em Goiás, que está sendo alvo de disputa pelos candidatos Governador Marconi Perillo e outro pretendente o ex-senador Íris Rezende – o esposo, pois a sua esposa é homônima do marido, cuidado para não confundir –
O irmão, que é presbítero das Assembléias de Deus [segundo as fontes jornalísticas - de 47 anos, ex-prefeito de Senador Canedo, cidade de 77,5 mil habitantes, Vanderlan Cardoso (PR). Pouco conhecido no Estado antes da campanha, no domingo (3) abocanhou 16,3% do eleitorado, empurrado por evangélicos e pela declaração de apoio de Dilma Rousseff (PT).] é alvo de disputa dos que chegaram ao 2º turno.
Assim, como são procurados em Pernambuco os assembleianos: Pastor Cleiton Collins (PSC), Presbítero Adalto (PSB) e Pastor Eurico (PSB), podem até não serem conhecidos da maioria da população pernambucana, mas foram eleitos deputados estaduais, os dois primeiros, e a deputado federal com uma votação que soma 443.201 votos.
Tornaram-se, ou o ‘definidor’ da eleição estadual ou definidores da eleição federal.
Qual seria a contrapartida?
Creio que seria apenas o apoio verbal e a posição ao lado do escolhido.
Bem... é o que espero.
Mas, a matéria que vai abaixo, mostra um lado negro e atroz, que não é desconhecido do assembleianos.
Homens que disputam o poder com o discurso de escolhido de Deus, mas não deixam isto transparecer, na mídia com ataques fortes e cisões na Convenção Geral.
Um destes, que já citei em matéria nesta minha página, mudou o voto em Marina, a cinco dias do pleito do 1º turno, alegando ‘omissão’ da candidata aos compromissos com a Igreja. Muito embora, mudar o voto seja um direito democrático inalienável.
Ora! Como já escrevi, Marina não fez nenhum compromisso com a Igreja, é tão somente, como sempre foi uma cristã assembleiana, é uma política independente, tão independente, que deixou uma confortável posição de Ministra do Meio-Ambiente, [elogiada pela mídia ambiental e política Internacional], pelos seus pontos de vista, aliás, por causa da defesa de regras dos estudos de áreas para execução de Obras de interesse da candidata que está disputando o segundo-turno.
Mas, o que me leva escrever é a matéria, que demonstra qual é o pensamento de certos ‘líderes’ e como isto já transpassou as barreiras de nossos Templos e já é palpável aos de fora da Igreja.
Isto torna cada dia mais a imagem da Igreja e seu púlpito em lugar de negócios, em nome de Cristo.
Tirando o foco das discussões abertas em torno de Aborto e PHD, veja que curioso:
A política é tão influente, que pode ‘separar’ amigos e parcerias, como do Pr. Silas Malafaia e Pr. Samuel Câmara...
Por que o Pr. Silas Malafaia está apoiando um candidato e o Pr.Samuel Câmara o oposto?
Eles que foram a dupla mais atuante na dissidência convencional?
Deduza o leitor, eu já tenho uma opinião...
Tropa de Choque?
Na mesma linha de raciocínio deste texto, prossigo espantado com este tipo de ação ...
Eu não sou massa de manobra, você é?
Será que o povo de Deus será usado como massa de manobra, ou alguns líderes dissidentes assembleianos, querem utilizar-se do ‘poder paralelo’ para demonstrar peso aos candidatos?

Gl.5.15. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais uns aos outros.
Leia parte de notícia publicada, enquanto escrevíamos este texto.

No esforço para neutralizar a onda anti-Dilma no meio evangélico, o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci, um dos coordenadores da campanha petista, procurou lideranças evangélicas para marcar encontros dela com pastores”.
Paralelamente, formou-se uma tropa de choque de senadores e deputados evangélicos do PT e de partidos aliados para ajudar a melhorar a imagem de Dilma junto ao eleitorado religioso.
Os senadores Magno Malta (PR-ES) e Marcelo Crivella (PRB-RJ), os deputados federais Walter Pinheiro (PT-BA) e Gilmar Machado (PT-MG) e o pastor Everaldo Pereira, vice-presidente do PSC, integram o grupo.
"A nossa missão é desdizer as baixarias lançadas contra Dilma na internet e impedir que a eleição vire guerra santa", diz Walter Pinheiro, recém-eleito senador.
O plano foi definido anteontem. No mesmo dia, Dilma Rousseff abriu espaço na agenda para encontro com o pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, no Rio, e Palocci contatou pastores.
Um dos procurados foi o pastor Jabes Alencar, presidente do Cimeb (Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil) e do Conselho de Pastores do Estado de SP. O outro foi o presidente do Conselho de Pastores do Estado de MG, pastor Jorge Linhares.
PÉ ATRÁS
O Cimeb, segundo Alencar, representa 24 mil pastores de várias denominações evangélicas[?]. Ele diz que Palocci pediu uma reunião com Dilma na semana que vem. Para o pastor, "o evangélico tem um pé atrás com o PT".
Linhares dirige a Igreja Batista Getsêmani, de Belo Horizonte. O conselho estadual representa 4.800 pastores que, segundo ele, votaram em peso em Marina Silva.
“Assim como Alencar, ele diz que os evangélicos temem propostas defendidas pelo PT, como a união civil entre homossexuais, a adoção de crianças por gays e a descriminalização do aborto”.
A analista política Dayanne Sousa, tocou na ferida de muitos pastores, que dissimuladamente se colocaram ao lado do grupo com mais chance de vitórias, inclusive defendendo pontos díspares à Doutrina Bíblica e a Palavra de Deus, que deveriam defender.
Alguns não assembleianos [até onde, eu conheço], até ousaram a se debruçar sobre uma pauta, dita, de ensino bíblico, para defender aborto e outras posições.
Aproveitando a situação, se colocam como partícipes do mesmo discurso, visando no futuro estarem com um ‘handicap’ político que lhes de possíveis poder decisório e influenciador nas disputas internas na Igreja.
Seriam estes homens ‘negociadores’ dos nossos votos?
Ou negociadores da Igreja?
É lógico, que sabemos sobres o PL 122 [leia matérias publicadas por nós] e outras do mesmo tom restrigente, mais o PHD em discussão no Congresso, e acho lícito termos candidatos das Igrejas, mas daí para chegarmos a estas negociações vai uma distancia muito grande.
Receber autoridades em Igreja é normal, e bíblico respeitarmos as potestades constituídas, pois não há potestades constituídas, sem a permissão de Deus e o foram para isto constituída, agora.... utilizar-se disto, para fazer uma disputa interna, e se fortalecer politicamente já é outro tipo de militância religiosa, novo conceito advindo desta disputa de Poder, pelo poder futuro eclesial...
Outros pela possibilidade futura de, quem sabe conseguirem outros ‘benefícios’ para seus ministérios evangelisticos ou Igrejas.
Afinal, as concessões são dadas pelo Governo com o aval do Congresso Federal.
Quem tem ouvidos para ouvir ouça.
Terra Magazine.
Analista: Pressão de evangélicos não é por fé, mas por poder.
Durante encontro com líderes religiosos em setembro, Dilma declarou ser contra o aborto
Dayanne Sousa
A pressão de setores religiosos - principalmente evangélicos - sobre uma definição contra o aborto da campanha da presidenciável Dilma Rousseff (PT) não tem motivação religiosa, mas é uma forma de barganhar por poder, avalia a cientista Maria das Dores Campos Machado. Ela destaca que, neste segundo turno presidencial - nem Dilma, nem José Serra (PSDB) têm perfil religioso. Para ela, qualquer um dos dois tem chances de ganhar o apoio desses grupos por negociação.- Eu percebo que existe um pragmatismo muito grande nos grupos religiosos. Eles sabem que estão lidando com dois candidatos que não são religiosos. Para a pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os pastores viram na polêmica uma chance de se estabelecerem na política. - É um jogo e o que estas lideranças querem mostrar é que estão sendo reconhecidas. Autora dos livros "Os Votos de Deus" e "Política e Religião", Maria das Dores é diretora de um núcleo de estudos sobre religião e política.
Em entrevista a Terra Magazine, ela critica o uso da discussão em torno da descriminalização do aborto nas eleições. "O fato de isso aparecer na eleição, mostra como o debate na sociedade é incipiente". "Esse tema está sendo usado na eleição porque a sociedade não tem uma posição clara". Leia a entrevista na íntegra.
Terra Magazine - O que a senhora está achando do fato de os votos dos religiosos entrarem no centro dessa disputa pelo segundo turno? A questão do aborto, principalmente, está se tornando crucial para os presidenciáveis.
Maria das Dores Campos Machado - A religião sempre teve uma dimensão muito importante na cultura brasileira e aparece sempre em momentos importantes das eleições. Nos últimos anos, o movimento feminista conquistou alguns avanços junto ao Poder Executivo, há a questão do Plano Nacional de Direitos Humanos. Isso expressava um certo avanço dos setores mais progressistas do governo. O que há é uma reação dos grupos conservadores. Você não tem nenhum grupo religioso com uma única posição com relação às candidaturas que estão representadas agora. Tanto os evangélicos como os católicos estão divididos. Eles também percebem que a própria candidatura de José Serra também tem mais afinidade com posturas mais liberais. Ele já foi ministro da Saúde, tem medidas que facilitaram a contracepção de emergência.
Como é essa divisão?
No caso de Serra, os contatos que ele mantém são muito mais graças ao Geraldo Alckmin, que é um católico mais conservador, e alguns movimentos de renovação carismática muito ligados ao Geraldo Alckmin no interior de São Paulo. No caso de Dilma, a candidatura dela tem o apoio tanto do bispo Edir Macedo (líder da Igreja Universal) como do bispo Manoel Ferreira, que é uma grande liderança da Assembleia de Deus. Mas há uma grande resistência de grupos mais conservadores e grupos que não conseguem estabelecer um canal direto com as grandes candidaturas. Não se pode esquecer que os evangélicos têm um caráter muito pragmático. Eles sabem estabelecer uma separação entre o que é do mundo legislativo e o que é essa doutrina religiosa. Nesse sentido, eu acho que existe possibilidade de os dois candidatos conquistarem apoio desses grupos para além da visão ideológica ou da visão mais doutrinária de ser contra ou a favor do aborto. Eles sabem muito bem que eles estão lidando com dois atores políticos que não são religiosos, mas que podem dialogar com suas lideranças e podem dar um tratamento de ouvir mais essas lideranças na maneira de encaminhar o debate do aborto.
Mas essa possibilidade de negociar com os dois lados independe, então, da questão religiosa em si?
Eu percebo que existe um pragmatismo muito grande nos grupos religiosos. Até o final dos anos 90, o Lula era visto como um representante do "demônio" por vários pastores. Os pastores diziam que o Lula era endemoniado. Eu lembro que, na campanha em que o Lula foi vitorioso, o bispo Carlos Rodrigues disse: Nós criamos o veneno - que era considerar o Lula um demônio - nós vamos criar o antídoto. Existe por parte das lideranças certo pragmatismo. Uma vez convencidos de que as alianças políticas podem ser proveitosas para os seus grupos, eles podem rever toda a posição.
Mas esse apoio não iria, neste caso, ao candidato que se comprometesse a não descriminalizar o aborto?
Sim. O que eu estou querendo dizer é que esse tipo de intervenção - como o do pastor Malafaia (que declarou voto em Serra) - é criado em função de entenderem que eles estariam tendo uma maior capacidade de influência junto à Dilma ou ao Serra. Eu acho que há um pragmatismo aí por trás. Eu acredito que o pastor Silas Malafaia, quando declara o seu voto, ele é uma pessoa que faz a opinião pública. É um caráter extremamente pragmático. Eu acho que ele está aí tentando se cacifar no jogo da política. Ele não é só um ator religioso. Tem aí também um jogo das lideranças religiosas no sentido de serem reconhecidas enquanto atores políticos, atores que vão estabelecer uma série de acordos e vão ter acesso ao cenário político. A questão doutrinária é colocada na mesa para negociar ou para forçar um reconhecimento enquanto ator político.
Colocar essa questão do aborto às vésperas da eleição é uma ação eleitoreira?
Em especial, o questionamento direto feito à postura da candidata Dilma por ela não ter se definido sobre o tema.
Existem coisas que acontecem dentro das igrejas. E existem coisas que, da Igreja, são levadas para a mídia. Que a mídia tem mais simpatia pela candidatura do Serra, isso é inegável. Mas, por exemplo, o Silas Malafaia está distribuindo CDs e DVDs contra o aborto. O que é curioso é que, por exemplo, não houve uma discussão em torno da homofobia - que também é um tema difícil. Por quê? Porque os homossexuais têm uma mobilização dentro da sociedade, então eles conseguem dar uma resposta de pronto, acionando a Justiça. Eles têm uma capacidade de mobilização muito maior que o movimento a favor do aborto. No caso dos homossexuais, por mais que os líderes religiosos sejam contra, eles não conseguem interferir nesse debate e nem trazer isso para o momento eleitoral. São temas que estão sendo usados porque a sociedade civil brasileira ainda não tem uma posição clara com relação ao aborto. Então, permitiu que esse tema fosse usado dessa forma.
Nota:
“...se você pegar, a Assembleia de Deus é a igreja mais antiga do mundo pentecostal, ela e a Congregação Cristã do Brasil. A Assembleia de Deus é também a que tem mais fiéis, ela também tem uma bancada forte, mas sua participação é invisível, porque ela faz uma política sem grande alarde e não tem tanta plasticidade como tem a Universal.”
Não sou favorável a este entendimento do texto abaixo, mas tem muito de realidade.
Parece-me que a autora ainda vê as Assembléias de Deus, como uma Igreja de pobres sem noção política e indoutos.
Na realidade temos muitos pobres, mas somos apenas um extrato da População e da Situação Brasileira.
Afinal, o que tem mais no Brasil?
-Ricos?
-Pobres?
-Formados?
-Indoutos?
A Igreja, ou as Igrejas tem este mesmo perfil, sejam as Assembléias de Deus, as Igrejas secularmente estabelecidas, na idade Média, sejam participantes da Igreja Católica Apostólica Romana.
A diferença é que a Igreja cristã evangélica, não é pautada pelo discurso geral, mas pelo ensino bíblico e a obediência, sem subserviência.
Até acho mais fácil, a CNBB [com a qual comungo algumas idéias em defesa da vida] influenciar o voto de seus congregados [maioria no Brasil], haja vista a politização de seus Bispos famosos, como D. Helder Câmara, D. Evaristo Arns e outros além do trabalho social realizado, nas comunidades mais distantes e particularmente entre os MST’s e outros grupos de defesa de interesses sociais, principalmente no agreste.
Leia também.
Fonte:
Terra magazine
Diário de Pernambuco
De desconhecidos a disputados06/10/2010 Pastor Cleiton Collins (PSC), Presbítero Adalto (PSB) e Pastor Eurico (PSB), podem até não serem conhecidos da maioria da população pernambucana, mas foram eleitos deputados estaduais, os dois primeiros, e a deputado federal com uma votação que soma 443.201 votos. Não é pouca gente e isso acarreta, consequentemente, uma responsabilidade diretamente proporcional à confiança que lhes foi concedida nas urnas. Também se transformam em peças fundamentais para a disputa do segundo turno presidencial.Em comum, além da vitória, têm o fato de serem popularmente conhecidos como “homens de Deus”. Lidam diretamente com os eleitores que interessam aos candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). Os três são pastores da Assembleia de Deus no estado e foi com o propósito de defender os princípios cristãos que se candidataram e foram eleitos por essse segmento. Parcela da qual tem crescido a cada ano, seja em número de adeptos ou seja como grupo que vem se engajando politicamente. E, por isso, a interação entre eles é tão importante.Nesta quarta-feira (06), eles estavam reunidos no gabinete do deputado estadual reeleito, pastor Cleiton Collins, na Assembleia Legislativa. A reunião, a portas fechadas, demonstrava um pouco do cuidado, principalmente dos dois estreantes, com o assédio da imprensa pós-campanha. Antes de sair dando declarações, eles precisam definir o posicionamento, sobretudo, no que se refere ao apoio que darão no segundo turno.A defesa do presbítero Adalto e do pastor Eurico, de só conceder entrevistas via e-mail, pode ser justificada pela situação delicada em que se encontram. Os dois são filiados ao PSB, mesmo partido do governador Eduardo Campos (PSB), que trabalha para eleger a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Por outro lado, fazem parte da igreja que fez campanha contra a candidatura da petista distribuindo panfletos combatendo propostas atribuídas a ela.Antes de se reunirem na Assembleia, os três estiveram no Palácio do Campo das Princesas para tentar uma audiência com o governador. Eduardo, no entanto, desde segunda-feira está em Brasília (DF), onde participa de encontros da coordenação da campanha petista. O retorno ao Recife seria na noite desta quarta-feira. Como aliados, esta conversa deve interferir na posição dos deputados, mas, ao que tudo indica, o apoio só será divulgado após a reunião do conselho da igreja que ainda não tem data definida para ser realizada.Por Ana Luiza Machado, do Diario de Pernambuco

2 comentários:

Maria Carneiro disse...

Pastor Osiel, o senhor aborda negativamente o fato do Pr. Malafaia apoiar Serra e o Pr. Samuel a Dilma, pelo fato deles atuarem juntos na "cisão" da CGADB, se é que denunciar irregularidades nas finanças da CPAD/CGADB (Cheques sem fundos de gastos milionários com passagens/hotéis em época de eleições convencionais)seja cisão. Por quê o senhor não abordou o fato de que o Pastor José Wellington apóia Serra colocando a filha como suplente de senador tucano e o filho Paulo Freire sai candidadato pelo PR, partido da base do PT da Dilma? O que podemos pensar disso? PSDB ganha em São Paulo, ótimo. PT ganha pra presidente, ótimo. Afinal qual é posição?

osiel varela disse...

A Paz do Senhor.Grato pela leitura e comentário.O foco é a disputa do Poder, pelo poder.
Quanto a escolha de partido, foi realizada pelo Pr. Paulo Freire, com vistas a obter melhores condições de ser eleito.A decisão de apoio, ao mesmo, pelas Igrejas de SP, ligadas ao Belenzinho e Convenção-SP,foi tomada antes de qualquer coligação partidária,e em plenário livre na Confradesp- Americana-SP.
Quanto às acusações seria preciso estar no plenário convencional em Serra-Es, para entender, e não apenas ler as matérias contra ou a favor.
Uma coisa é certa, a cisão partiu dos pastores citados após a derrota democrática nas urnas convencionais.A crítica é bem-vinda, todos são livres para manifestação.Deus a abençoe, escolha o melhor para o Brasil e para a Igreja.
Quanto a Marta Costa é uma política atuante e tem conceito próprio junto aos partidos pela sua atuação, claro que os votos evangélicos que ela representa, mais do que nunca, nesta eleição, é um dos tópicos da matéria.
Deus a abençoe.Fraternalmente em Cristo.Osvarela

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