sábado, julho 30

“O REINO DE DEUS ATRAVÉS DA IGREJA”
LIÇÃO Nº 05-CPAD                                                          - 31/07/2011
  autor:Osvarela
TEXTO ÁUREO – Mt. 11:5
Os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
Lc. 17.20,21
Mt 18:1-5;
Mc 10:42-45.
Verdade Prática:
A Igreja do Senhor Jesus Cristo deve manifestar o Reino de Deus neste mundo, através da Proclamação do Evangelho de Cristo.
O conceito do reinado ou senhorio de Deus era familiar aos ouvintes de Jesus, estando presente no Antigo Testamento.
 I – INTRODUÇÃO:
O Reino de Deus E A Igreja.
Função precípua da Igreja, anunciar o Evangelho é algo secular, iniciado pelos Céus, pelo próprio Deus, o que transforma esta ação e obrigação da Igreja em algo especialmente a ser realizado, no reino de Deus.
Quando estudamos a prática da pregação podemos entender um pouco mais sobre a Proclamação.
NA Proclamação realizada pela Igreja, existe uma junção do Divino e do humano.
A Igreja passa a ser a Voz humanizada, de Deus, aos homens, com poder concedido.
A Palavra é de Deus, mas a palavra dita também é do homem, no sentido de que:
- Nós anunciamos a Palavra de Deus e tudo quanto representa o seu querer e consideramos o que vai acontecer, como no caso da Iminência, fator preponderante na Vida da Igreja.
Avisar e servir, aos homens, a Palavra de Deus, o Reino de Deus através da Igreja, a qual age como Atalaia do futuro reservado, aos que não recebem a Cristo – Fundamento da Mensagem = Salvação.
Ankündigung [alemão] – anuncio de um acontecimento a se realizar. Mas, a questão livra-nos do peso da decisão do que ouve!sem contudo tirar a necessidade e a obrigação do apelo a aceitar a Palavra de Deus.
É Ele, Deus vai falar e fazer-se entender pela Proclamação da Igreja, aos homens.
Na realidade é a Palavra que na ação do Espírito realiza a operação, Deus é quem fala e não o homem, aqui entenda homem, no lugar de Igreja, è mais do que  anuncio do que é...verkündigung
A Igreja, ou homem apenas anuncia – Ankündigen – alemão – o que Deus vai fazer.
O sentimento dominante na Proclamação é lastreado em, a Igreja anunciar a verdade divina.
A qualidade da Proclamação, como nos referimos, na questão da obrigação de Israel no AT nos leva a atentar, para o fato de que qualitativamente, ela é idêntica aos profetas e dos Apóstolos, mas se realiza em um outro momento, principalmente m nossos dias, por nós que não vimos, nem tocamos [1João 1.2. (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada);].
É outro momento histórico na vida da Igreja, nós damos vazão e mostramos a Revelação aos que [Rm.1.19.ss] a olvidaram.
Este é o Kerigma, ou seja, uma Nova proclamada por um arauto que cumpre sua tarefa, como a Igreja.
II - Objetivos:
Compilação da Revista, com ampliação:
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
- Reconhecer que a Igreja de Cristo representa o Reino de Deus no mundo;
- Compreender que o Reino de Deus está presente na Igreja, e
- Conscientizar-se de que fomos chamados para ser servos.
- Conscientizar-se de: Ensinar
- Conscientizar-se de: Discipular
-Conscientizar-se de: Realizar Missões Multiculturais
- TER: Sede da Revelação de Deus ao Mundo - Ef. 3.10. Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus...
- Conscientizar-se deque a Igreja: É portadora de um mistério irrevelado aos de fora, que se dá pela ação entre Cristo e Sua Igreja, no Mundo Espiritual.
Este mistério irrevelado, é a forma de Deus através de Cristo impedir qualquer ação, derrotiva contra a Igreja do Filho.
- Reino de Deus na presente na Igreja: Item II da Revista.
III - A Pregação Cristocêntrica:
Por ele O Cristo pode declarar:

“...as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.
E ele é a cabeça do Corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência. Cl.1.l8. E ele é a cabeça do corpo, da igreja;
Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja;
At.11.26. E sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos.
At.15.3. E eles, sendo acompanhados pela igreja, passavam pela Fenícia e por Samaria, contando a conversão dos gentios;
A Igreja, como participante do reino de Deus, tem a particularidade da humanização através dos seus componentes, diferente de qualquer instituição do Reino e séqüito de Deus, [Is. 6.1.ss], do mundo místico invisível, possível de manifestar-se entre os homens, mas a exteriorização da Igreja não destrói a firmação de Jesus - Lc 17:20-21. E, interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, respondeu-lhes, e disse: O reino de Deus não vem com aparência exterior. –
Pelo contrário, ela a reafirma, pelo mistério só a Igreja revelado, que não pode ser absorvido por quem não pertence a Ela, pois a aparência do reino só se revela no intimo desta relação Igreja e Cristo, impossível de ser alcançado por outrem sem passar pela Igreja.
Cl. 1.13. O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor;
Agencia do Reino de Deus, a Igreja, é a legitima representante do reino de Deus entre os homens.

Conceitualmente a ação do Reino de Deus exercida pela Igreja, dentro da sua Missão Integral é marcada pela ação intrasociedade. I-.3 da Lição:A Igreja na Sociedade.
Quando dizemos, intrasociedade – intra societas - nos referimos, que a ação da Igreja foi formatada por Deus Triuno para ser o que Israel não pode realizar, para agir dentro da Sociedade dos homens.
Há uma série de ações a se realizar sob a luz do sol pela Igreja, entre os homens.
Cl.1.28. A quem anunciamos, admoestando a todo o homem, e ensinando a todo o homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo o homem perfeito em Jesus Cristo;
Além de sermos proclamadores entre os homens, nós notificamos os Céus e as Regiões celestiais sobre a Vitória de Cristo e dos Céus de Deus sobre toda a impiedade, morte, Inferno e Podres malignos, liderados por Satanás.
Embora espiritualmente ela aja como agente santificador, proclamador, ou querigmatico, numa luta localizada nas regiões celestiais, contra as Portas do Inferno. Mt.16.18. ... sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;
A ação representativa se dá entre a Humanidade, com a Ajuda do Espírito Santo e comando exercido pela Cabeça – Cristo. Ef. 1.22. E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja,
PENSAMENTOS SOBRE A IGREJA E O REINO:
Referencia na Lição CPAD – II.3.-No Serviço:
A Igreja tem sido utilizada para mantença de status quo na inspiração de ideais revolucionários e para uso de Teologias, como a Teologia da Libertação – Frei Beto.
Desde Agostinho há a tendência de institucionalizar o conceito do Reino identificando-o com a igreja.
-alguns entendem que o reino se refere a um relacionamento apropriado com Deus;
-outros o têm identificado com a igreja visível ou com uma ordem social transformada;
-ainda outros têm insistido que Jesus se referia a uma intervenção apocalíptica da parte de Deus.
-Embora o reino já esteja presente no mundo, ele ficaria circunscrito à igreja.
-Nos Estados Unidos do final do século 19 e início do século 20 (1880-1930), o chamado “evangelho social” deu grande ênfase ao conceito doreino de Deus”. Seu principal expoente foi Walter Rauschenbusch (1861-1918), um pastor batista de origem alemã. Procurando responder aos problemas sociais das grandes cidades norte-americanas num contexto de crescente industrialização, urbanização e imigração, o movimento apregoou aimplantação do reino de Deus na Terra” e a necessidade de uma “sociedade redimida”.
-O reino de Deus passou a ser visto exclusivamente em termos de transformação da sociedade e justiça social. Um livro foi particularmente influente no sentido de popularizar as idéias do evangelho social: Em Seus Passos que Faria Jesus (1897), de Charles Sheldon.
Mt. 11:5
Os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho.
Lemos neste versículo a realização da ação espiritual, no seio da sociedade se traduzindo em ação resgatadora da humanização, do ser completo – homem – da re-inclusão na sociedade dos que necessitam de algo que a sociedade humana, sem a Igreja não lhes concede.
A demonstração de que a Igreja, tal qual Jesus, não faz acepção de pessoas,mas vai de encontro aos necessitados, desamparados, e realiza o anseio de melhora, para a alma do homem, o leva a encontrar a Salvação em Jesus Cristo.
IV- Do Estabelecimento da Igreja:
Referencia na Revista – O reino de Deus e a Igreja – Representante do Reino.
Exemplo para o Mundo:
-Na Comunhão
-Na Solidariedade
-Na Assistência
- Serviço - Diakonia
- Caridade
- Fé
- Conhecimento
- Na Cruz de Cristo - E cada ato da missão transformadora e integral da Igreja deve caracterizar-se pela Encarnação e pela cruz do Cristo que veio ao mundo como Rei humilde e manso para ser quebrantado como Servo Sofredor. Não havendo lugar para prepotência e autoritarismo.
-Na Ligação Céus e Terra. Referência na Lição: O Reino de Deus Presente na Igreja.
- Como Abrigo EspiritualAt.14.27. E, quando chegaram e reuniram a igreja, relataram quão grandes coisas Deus fizera por eles, e como abrira aos gentios a porta da fé.
- Local onde Deus acrescenta os salvos.
- Local de reunião dos santos. 1 Co.1.2. À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso:
At. 2.47. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.
A Heilsgeschichte, ou σωτηρία ιστορία - so̱ti̱ría istoría -, história da salvação inclui a Igreja no contexto celeste divino.
V- CONCEITUANDO O PLEROMA CRISTOLÓGICO E A IGREJA:
Referencia na Revista – O reino de Deus e a Igreja – A Igreja é Comissionada por Cristo.
A Igreja é o ente na Terra que além de representar o reino de Deus, que está entre os homens, mesmo aqueles que não o reconheçam.
Ela é a receptora de todo o poder concedido.
O pleroma, na ótica teológica, se revela através do Poder que Cristo concedeu á Sua Igreja.
Lc.10.17. E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam.
18  E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu.
19  Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum.
20  Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus.
O corpo ressuscitado de Cristo tem todo o poder santificador de Deus.
A Igreja recebe nesta ação pleromatica, aquilo que, O Apóstolo Paulo, nos diz em Cl.2.2 Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo,3 Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência.4 E digo isto, para que ninguém vos engane com palavras persuasivas.
Não estou querendo, aqui, mostrar, nem o poderia faze-lo, ou entender o mistério, pois é mistério, ao qual Paulo diz, "entre Cristo e a Igreja“, mas como Cabeça, Cristo concede a Plenitude do Poder à Ele concedido, a sua Igreja.
Mt. 28.18. E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.
21  Naquela mesma hora se alegrou Jesus no Espírito Santo, e disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste às criancinhas; assim é, ó Pai, porque assim te aprouve.
22  Tudo por meu Pai foi entregue; e ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, nem quem é o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
Autoridade
Poder
Governo
Dons
Revelação
Este fato, no mundo divinal, se dá pelo intima comunhão da Trindade, advindo do Pai, pela Obra redentiva do Filho e manifestado na Igreja pelo Espírito Santo.
Ef. 1.17.  Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação;
18  Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos;
19  E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder,
20  Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus.
21  Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro;
Vemos assim, que a Igreja tem neste evento da Plenitude dos Tempos um lugar especial, como lugar ou quem detém “as riquezas da glória da sua herança nos santos”, ou seja, somos herdeiros com Cristo de sua herança.
Podemos dizer, que esta posição inigualável se revela pela Graça concedida pelo Pai através do Filho - Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus. –
Iluminando o nosso entendimento, ou seja, revelou à Igreja a esperança eterna, na vida eterna em Cristo vencedor da Morte.
Cl. 2.9 Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade;10 E estais perfeitos nele, que é a cabeça de todo o principado e potestade;
VI- “O reino de Deus não vem com aparência exterior”.
Este versículo infere, que a Igreja no contexto da presença do reino de Deus entre os homens, pode perfeitamente entender a presença do reino entre nós, pois vive entre os homens, na aparência natural, mas vive no mundo espiritual sob a aparência mística invisível, na qual o reino de Deus se manifesta, mesmo que aos olhos dos homens naturais, não seja assim entendido ou percebido.
VI-1- Fechando o pensamento sobre a plenitude, a Igreja como Corpo místico é perfeita, como no reino de Deus, por estar em Cristo, no qual - habita corporalmente toda a plenitude da divindade; -
Será que nós estamos percebendo que isto está em nós como Igreja de Cristo, ou perdemos a sensibilidade espiritual?
A Igreja na visão da Plenitude é a representante do Reino de Deus, entregue a Cristo, sendo Ela, o único o ente espiritual terreno, que pode representar e ter esta autoridade, pela plenitude do Poder.
João 15.26. Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim. Almeida Corrigida e Revisada Fiel
Quando vier o Ajudador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que do Pai procede, esse dará testemunho de mim; Almeida Revista Atualizada
A garantia desta representação do reino de Deus só se dá pela ação da Trindade, na ação do Espírito Santo, pela qual Ele foi chamado pelo Filho de Paracleto – Ajudador, ou Consolador.
A Igreja não deve viver sob a ótica do ‘intro’, mas viver sob a ótica do exterior, para fora e não intestinamente.
Ela não vive por si ou para si, mas no reino de Deus Ela vive para Deus, para Cristo e para o Mundo, sem viver como o Mundo, mas viver como peregrina e circunstancialmente habitando aqui.
João 17.15. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.
16 Não são do mundo, como eu do mundo não sou.
17 Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.
18 Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.
Corroborando este pensamento compilei um texto:
“A Igreja deriva sua missão da própria missão de Cristo. A Igreja, como corpo de Cristo e comunidade do Rei, é continuadora da missão de Cristo pelo poder do Espírito Santo. É por obra e graça do Espírito de Deus que a Igreja se torna capaz de cooperar com Deus como testemunha do Rei e como embaixadora e agência do Reino. A Igreja não existe para si mesma, mas vive para servir como agente do Reino de Deus neste mundo com vistas à glória de Deus. Para que seja eficaz em seu ministério, a Igreja precisa servir de modelo do Reino de Deus”.  Bispo José Ildo Swartele de Mello
VII- A Moralidade Espiritual da Igreja e o reino de Deus:
Qual o modelo do caráter da Igreja:
Jesus Cristo.
Pelos ensinos de Jesus temos a visão do caráter, que devem modelar o caráter cristão.
A ação do Espírito Santo transforma cada cristão, - Igreja - na imagem de Cristo.
Como já escrevemos neste texto, na questão relacional em meio a sociedade há um propósito nesta regeneração: refletir a glória de Deus em meio a Federação humana.
Devemos entender que Espírito Eterno trabalha, para formar na Igreja um caráter, que reflita os valores do reino.
“A Igreja não cumpre sua missão apenas pelo que diz, mas pelo que faz, como decorrência natural do que ela é e de sua relação com o Senhor”. Escatologia Cristã - Estudos sobre Escatologia e outros temas teológicos
A Cidadania é revelada na ação do crente – Igreja:
Cada cristão deve lembrar-se de que é um cidadão do Reino.
Eu preciso me esforçar para que isto seja real em minha vida:
Eu tenho uma Nova Cidadania e sou parte do reino através da Igreja, sou cidadão dos Céus vivendo no Mundo.
Qual é a diferença que eu faço, sendo parte da Igreja?
Ef 4.1. ROGO-VOS, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados,
Fp 1.27. Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho.
1 Co 1.10. Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer.
3 Jo 1.6. Que em presença da igreja testificaram do teu amor; aos quais, se conduzires como é digno para com Deus, bem farás;
Precisa refletir a ética do Reino de Deus:
Ef 3.10. Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus,  
Ef 5.1 SEDE, pois, imitadores de Deus, como filhos amados;
1 Pe 4.10. Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.
VIII- A IGREJA E A FORMA DE VIDA:
A Igreja vive sob Mandamentos Determinados pelas Escrituras.
10  Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor;
Estes Mandamentos foram ensinados por Cristo a Igreja de Tiago, Pedro e João.
Como foram ensinados e revelados na Arábia ao Apóstolo Paulo, os quais nos legaram o que aprenderam e ouviram de Jesus.
3 E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus.
4 Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus.
44 E qualquer que dentre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos.
45 Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos.
Além disto, o que eles ouviram lhes foi confirmado, pelo Espírito Santo, que eram parte do reino: “vier o Ajudador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que do Pai procede, esse dará testemunho de mim”;
João 15.8 Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.
9 Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.
10  Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor.
11 Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo.
AmorO primeiro Fundamento:
12 O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.
13 Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.
14 Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.
-A Moralidade Espiritual se consolida na mesma relação do Pai e do Filho, ou seja:
Obediência em Amor
Renuncia
Morte
Ressurreição eterna
Não se pode viver mais sob a égide de valores fundamentalmente humanos:
Cl.2.23. As quais têm, na verdade, ...
1 - alguma aparência de sabedoria,
2 - em devoção voluntária,
3 - humildade, e
4 - em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne. 
As Dimensões da Igreja não se moldam no conceito de tamanho e conhecimento do Mundo:
2 E Jesus, chamando um menino, o pôs no meio deles,
3 E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus.
4 Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus.
Menino – αγόρι – agori
Menino – μικρής – pequeno
Criança - παιδί   νέοι
Não se tratava de um adolescente, com consciência, mas de uma criança inocente, que já entendia - chamando um menino, o pôs no meio deles –
Este conceito humaniza o conteúdo, da moralidade da Igreja, em seu grau de validação dos relacionamentos, ou seja, quem quer estar na Igreja precisa ter a mente lavada e a consciência pura de uma criança, mas pode e deve atender ao chamado de Jesus e se colocar no meio como exemplo,
1 Tm. 3.9. Guardando o mistério da fé numa consciência pura.
Paulo manifesta as Regras comportamentais que devem direcionar a moralidade e ávida da Igreja:
Rm.12.9-21.  O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor; Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração; Comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade;Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis.Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram;Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos;A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens.Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens.Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor.Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça.Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.
IX- AO ESCATOLOGIA DENTRO DO REINO DE DEUS ATRAVÉS DA IGREJA:
A- O Aviso de Cristo é Escatológico.
20 ...em dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós.
A Igreja será a protagonista do maior evento jamais havido nos séculos:
O Arrebatamento e suas conseqüências, para Ela e para os que não forem arrebatados.
O relacionamento estreito entre Escatologia, Espírito Santo e a Missão da Igreja.
A proclamação e a visão do Reino de Deus através da Igreja é intimamente relacionada com a Iminência, ou seja, o Arrebatamento, que nos leva a pensar sobre a Escatologia.
Os dias finais da Igreja neste Mundo, a ser tomada sobre a cabeça dos homens, de forma invisível.
CONCLUSÃO:
A Igreja é o ente que atua neste mundo sob as regras do reino de Deus.
A Igreja tem a autoridade do Cristo redivivo.
A base de sua autoridade é a Palavra do Cristo de Deus
Ela é vencedora pela ação do Cristo nas regiões celestiais – as portas do inferno não prevalecerão contra ela...
Tem autoridade no Mundo espiritual
Atua como um corpo, sob a cabeça: Cristo!
Vive em comunhão
Vive em todas as partes do Mundo
Proclama a Iminência
Aguarda o Arrebatamento para se assunta aos céus
Não está confinada em um local físico, mas está livre nas Regiões celestiais em Cristo e com Cristo
É um ente do Projeto divinal, chamado de Plano de Redenção destas as eras eternais, nascido no coração do Pia, realizado pela Obra do Filho e Ajudada a viver em um meio, que lhe é agressivo e opositor, com a presença doce do Espírito Santo, O Consolador, Parakleto.
Que Deus nos ensine a conhecer, amar e viver a Igreja, sendo membro da mesma.
Fonte:
A igreja como agente do reino de Deus
Alderi Souza de Matos

Reino de Deus e a Missão da Igreja - Autor: Bispo José Ildo Swartele de Mello

Karl Barth – A Proclamação do Evangelho

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Martin Niemöller, 1933

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