terça-feira, fevereiro 12

Cai O Mito do Pastor Universal Sucessor de Pedro? [Correção]

Cai O Mito do Pastor Universal Sucessor de Pedro?
A Infalibilidade!
Desculpem o s leitores errei ao citar Frei Betto no lugar de Frei Boff [Leonardo Boff].
JNacional – JN – G1  - texto compilado e editado com base nas fontes citadas , e outras fontes disponíveis sobre o assunto.
Nossa Posição:
Não podemos condenar o Papa pelo seu gesto, devemos entender que em sua idade e posição este gesto foi extremamente forte para qualquer ser humano, sejam quaisquer que tenham sido as ‘forças’ que o impulsionaram a esta tomada de decisão.
Digno de misericórdia e compaixão e de consideração pela idade!
Como não há morte?...
O Anel do Pescador será dilacerado e retirado do dedo de Bento XVI?
É uma situação difícil e deverá ser um momento dolorido para Dom Ratzinger.
Após o Papa ser declarado morto, o Camerlengo remove o Anel do Pescador do seu dedo e o corta com uma grande tesoura na presença dos Cardeais, e também destrói a face do selo do Papa com o Martelo de Prata.
Esse ato simboliza o fim da autoridade do último Papa.
Outrossim, este editor posta notícias e fatos religiosos e sobre a ICAR de há muito, não sendo portanto, nenhum oportunismo, mas sim uma forma de mostrar o que ocorre no Mundo Religioso, mormente num momento tão importante das Religiosidades!
Cai o Mito Dogmático da Revelação Plena Pela Boca do Papa!

Concílio Vaticano II - 1962 - Papa João XXIII
“...quando o concílio está em comunhão com o Papa, e se o Papa falasse solenemente (ex cathedra) de matérias relacionadas com a fé e a moral, o episcopado plenamente reunido torna-se também infalível
João 21:15-19. E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros.
Tornou a dizer-lhe segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Disse-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.
Disse-lhe terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Simão entristeceu-se por lhe ter dito terceira vez: Amas-me? E disse-lhe: SENHOR, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.
Na verdade, na verdade te digo que, quando eras mais moço, te cingias a ti mesmo, e andavas por onde querias; mas, quando já fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá, e te levará para onde tu não queiras.
E disse isto, significando com que morte havia ele de glorificar a Deus. E, dito isto, disse-lhe: Segue-me.
Historiando – Concílio Vaticano II.
Atos 15:13-29. E, havendo-se eles calado, tomou Tiago a palavra, dizendo: Homens irmãos, ouvi-me:Pareceu-nos bem, reunidos concordemente, eleger alguns homens e enviá-los com os nossos amados Barnabé e Paulo, Homens que já expuseram as suas vidas pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Enviamos, portanto, Judas e Silas, os quais por palavra vos anunciarão também as mesmas coisas.
Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós [...]senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá.
O Papa João XXIII sentiu a necessidade urgente de convocar o Concílio Vaticano II.
Isto é, dar um rumo, para a Igreja sobre as mudanças sociais e políticas [tempo da chamada Guerra Fria - pós II Guerra Mundial - entre o Ocidente e a Confederação russa URSS (comunista)], com um viés de Liberdade, tal como a Teologia da Libertação, que vicejavam, à época e que continuaram a crescer, impedindo a rédea cega do fiel.
O que parece não foi aceito por parte do Colégio Clerical.
Aqui no Brasil, alguns Clérigos se tornaram participes da visão de politização da ação humanitária, o que me parece não era bem visto por Dom Ratzinger – Bento XVI.
Haja vista, que a Teologia da Libertação teve um condenado pelo atual renunciante Dom Ratzinger, um de seus expoentes o CORREÇÃO Leonardo Boff, hoje impedido de continuar a ser um sacerdote.
Desculpem o s leitores errei ao citar Frei Betto no lugar de Frei Boff [Leonardo Boff].
Aliás, condenado pela Inquisição, através do Tribunal do Santo Ofício [Congregação Para Doutrina da Fé], que ainda está ativo desde a Idade Média e que foi presidido por Bento XVI.

Em 1985 Boff, foi condenado a um ano de "silêncio obsequioso", perdendo sua cátedra e suas funções editoriais no interior da Igreja Católica. 
Em 1986, recuperou algumas funções, mas sempre sob observação de seus superiores. Em 1992, ante nova possibilidade de punição, desligou-se da Ordem Franciscana e pediu dispensa do sacerdócio. 
Sem que esta dispensa lhe fosse concedida, uniu-se, então, à educadora popular e militante dos direitos humanos Márcia Monteiro da Silva Miranda, divorciada e mãe de seis filhos. 
Boff afirma que nunca deixou a Igreja: "Continuei e continuo dentro da Igreja e fazendo teologia como antes", mas deixou de exercer a função de padre dentro da Igreja.
Ecumenizar e Fortalecer a ICAR
Ecumênico – οκουμένη (oikouméne)
O Sacrosanctum Concilium, afirmou "...Concílio propõe-se fomentar a vida cristã entre os fiéis, adaptar melhor às necessidades do nosso tempo as instituições susceptíveis de mudança, promover tudo o que pode ajudar à união de todos os crentes em Cristo, e fortalecer o que pode contribuir para chamar a todos ao seio da Igreja".
Mas, o forte e basal aspecto era criar força a crescente ascensão do Evangelho através das Igrejas Protestantes.
Procurava assim, o Concilio ecumenizar e aproximar a sociedade e os povos a uma consciência, que só havia uma única Igreja representante legítima de Deus e onde havia Salvação.
O Documento salientou que "a única Igreja de Cristo, como sociedade constituída e organizada no mundo, subsiste (subsistit in) na Igreja Católica".
O decreto "Unitatis redintegratio", foi aprovado no dia 21 de novembro de 1964.
Este documento é sobre o ecumenismo e "fundamenta-se em duas ideias: todo aquele que acredita em Cristo, mesmo que não pertença à Igreja Católica, encontra-se em algum tipo de comunhão" com a verdadeira Igreja de Cristo (que subsiste na Igreja Católica); e "não existe ecumenismo verdadeiro sem uma conversão interior que se aplica a todos, inclusive à Igreja Católica”.
Também destacou que "a Igreja é sacramento de Cristo e instrumento de união do homem com Deus, e da unidade de todo o gênero humano".
Ele continua que, para atingir esta missão da Igreja, é necessário dar aos católicos "uma "consciência de Igreja" mais coerente, para que também se possam valorizar as relações com as outras religiões" (cristãs ou não) e com o mundo moderno.
"Com esse objetivo, os padres conciliares dirigiram a sua atenção para: o primado do método bíblico; o sacerdócio comum de todo o "Povo de Deus"; a função profética, sacerdotal e real de todo baptizado; a colegialidade episcopal; a missão de serviço da Igreja, que deve estar voltada para toda a humanidade".
Isto foi reafirmado, como aqui noticiamos, por Dom Ratzinger, nestes anos passado de 2011/2012, ao afirmar, que só havia salvação na Igreja Católica Apostólica Romana, se houvesse alguma exceção seria “uma salvação ainda que imperfeita (como isto fosse possível)!” e necessitando da benção da ICAR.
A Igreja Católica ensina que os cristãos não-católicos são, apesar de um modo imperfeito, membros inseparáveis do Corpo Místico de Cristo (ou seja, da Igreja Católica), através do Batismo
Eles dispõem também de muitos, mas não da totalidade, dos elementos de santificação e de verdade necessárias à salvação.
O Concílio Vaticano II "teve como orientação fundamental a procura de um papel mais participativo para a fé católica na sociedade, com atenção para os problemas sociais e econômicos"
Aliás, "a ideia de um Concílio já havia sido pensada por Pio XI e mesmo por Pio XII, mas sem grandes sucessos em sua realização". João XXIII, "temendo um novo desastre, como foi o da Reforma Protestante", decidiu realizar este Concílio a todo o custo. Esta sua intenção foi anunciada por ele no dia 25 de janeiro de 1959, causando uma grande surpresa dentro da Cúria Romana e até dentro da Igreja Católica.
Em Junho de 1960, através do motu proprio Superno Dei nutu, teve oficialmente início a preparação do Concílio. Passado apenas um ano, no Natal de 1961, João XXIII convocou oficialmente o Concílio para o ano seguinte (1962), através da bula papal "Humanae salutis". Esta convocação era "uma decisão totalmente pessoal do Papa, contrariando as opiniões de alguns cardeais, que pretendiam seu adiamento, em vista de uma melhor preparação"
Na verdade eu sinto, pelos católicos de todo o Mundo, que neste momento se encontram sem saber, quem é seu pastor.
Já que seu Líder “revelado” e venerado deixa o trono do Vaticano vazio e uma Igreja sem Rumo e em implosão.
Hebreus 12:2. Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.
À bem da verdade gostaria de dizer a todos os amigos católicos que a Verdade está em só Olhar para Nosso Senhor Jesus Cristo, o Autor e Consumador da Fé.
O único a ser, venerado, adorado e glorificado, a quem devemos ouvir, para que a nossa fé não caia, quando os lideres humanos falham.
Não há substituto humano, para o Senhor e Dono da Igreja.
I Corintios 8:6. Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele.
Há esperança para todos os amigos Católicos Apostólicos Romanos, adorar a Deus, na Pessoa de Seu Filho Jesus Cristo!
Dogma:
O Papa, como pastor universal que declara algo como sendo próprio das Verdades reveladas (e, por isso, implica a obediência dos católicos).
O substituto do Papa.
O camerlengo, Tarciso Bertone, assume o governo da igreja na ausência de um papa.
Nota: “carmalingus” - do latim camerarius, que significa "adido à câmara".
O Camerlengo da Igreja Católica é o administrador da propriedade e receita da Santa Sé; suas responsabilidades incluem a administração fiscal do Patrimônio de São Pedro. Seu brasão é ornamentado com duas chaves, sendo uma prateada outra dourada. A dourada demonstra a parte divina da igreja, a prateada a parte humana. As duas chaves são sobrepostas por um ombrellino, um guarda-chuva de listras alternantes vermelhas e ouro (amarelas), que também é o brasão da Sede Vacante (tempo entre a morte de um papa e a eleição de outro).
Como se dará a transferência de poder do atual Papa ao Camerlengo é uma incógnita para os leigos, por estar cristalizada pelo tempo, pois, o ato não ocorre há mais de seis séculos!

A maior responsabilidade do Camerlengo é a determinação formal da morte do Papa; o procedimento tradicional para essa situação se dava batendo gentilmente um martelo de prata na cabeça do Papa e chamando o seu nome. 
Como não há morte?...
O Anel do Pescador será dilacerado e retirado do dedo de Bento XVI, é uma situação e deverá ser um momento dolorido para Dom Ratzinger.
Após o Papa ser declarado morto, o Camerlengo remove o Anel do Pescador do seu dedo e o corta com uma grande tesoura na presença dos Cardeais, e também destrói a face do selo do Papa com o Martelo de Prata.
Esse ato simboliza o fim da autoridade do último Papa.
O Camerlengo notifica então os oficias apropriados da Cúria Romana e o Decano do Colégio dos Cardeais. Depois, ele começa os preparativos para o conclave e o funeral do Papa.
O Camerlengo atual é o Secretário de Estado de Sua Santidade Sua Eminência Cardeal Tarcisio Bertone, Cardeal Presbítero do título de Santa Maria Auxiliadora na Via Tusculana nomeado pelo Papa Bento XVI em 4 de Abril de 2007
As versões sobre a atitude do papa já começam a aparecer:
Evidentemente, uma forma de procurar minimizar, uma atitude drástica, nunca vivida nos mais de 700 anos [1415-2013] da Igreja Católica.
Em 2009, num momento registrado pelo jornal oficial da Santa Sé, o Osservatore Romano, Bento XVI visitara o túmulo de Celestino V - o papa que há quase oito séculos criou a lei que permite a renúncia.
No ano seguinte, fez orações na catedral de Sulmona, que guarda as relíquias de Celestino.
Procura abafar o ponto ‘focal’ desta atitude de vergonha e dor para um papa, que sentiu o golpe como homem que é e digno de misericórdia.
“Para alguns estudiosos, a intenção de Bento XVI pode ter sido dar fim a uma guerra interna que culminou com a divulgação de documentos secretos do papa, roubados pelo ex-mordomo, Paolo Gabriele”. JNacional – JN – G1
Para alguns estudiosos, a intenção de Bento XVI pode ter sido por fim a uma guerra interna, que culminou com a divulgação de documentos secretos do papa, roubados pelo ex-mordomo, Paolo Gabriele.
O papa humilhado ficou entre duas supostas facções da cúria, uma que apoiava o secretário de estado, Tarciso Bertone, e outra que queria a sua demissão. Essas são suposições que só a história poderá confirmar, no futuro, se são verdadeiras.
O atual Papa se esforçará para convencer a todos que sua decisão foi apenas humana, mas isto provoca uma discussão:
Se o Papa tem a sua palavra como infalível dogmaticamente pelos Estatutos Católicos Romanos como ele falha nesta hora, ao tomar uma decisão unicamente humana?
Sair da forma pela qual está saindo representa no mínimo fraqueza e desprezo pelos dogmas dos envolvidos no caso, que deveriam acreditar, que nele como ‘sucessor’ de Pedro!
Com esta renúncia de Bento XVI, a instituição do papado poderá sofrer mudanças nunca vistas.
O cargo não é apenas uma incumbência política, de chefe do estado do Vaticano, mas principalmente a incumbência de Um Guia Espiritual, que os Católicos reconhecem como o representante de Jesus na Terra, cuja palavra nunca pode ser contradita.
A alegação de que sua saúde esta fraca é contraditória, pois o sofrimento pelo cargo foi uma marca na vida dos Verdadeiros Apóstolos de Cristo.
Muito embora, a nossa posição, e reconhecendo a sua falibilidade humana, num corpo não imortal, mas passível de todo o tipo de sofrimento [emocional, espiritual, etc... além da 'forças que o abalaram do cargo] é fato corrente e sabido do desgastante falência até a morte do antecessor de Bento XVI, o papa João Paulo II.
II Corintios 12:15. Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado.
Que num gesto tipológico sofreram pela Igreja sob quais quer tipo de sofrimento.
Este foi o exemplo dado por: O Apóstolo São Pedro, O Apóstolo São Paulo ou o Apóstolo São João.
Como a decisão de Bento XVI foi racional e laica, isso pode permitir que mais seja dado aos bispos, como previa o Concílio Vaticano II na década de 60.
Previa-se a que a união dos Bispos com o Papa lhes dava poderes infalíveis, o que agora pode-se consolidar, dando mais espaço a autoridade dos Clérigos.
Embora o Concílio de 1962, deixe claro que a centralização do poder continuava papal:
“...a Igreja passou a ser vista não apenas como uma instituição hierarquizada, mas também como uma comunidade de cristãos espalhados por todo o mundo e constituintes do Corpo Místico de Cristo. Por isso, a constituição e "as estruturas da Igreja modificaram-se parcialmente e abriu-se espaço para maior participação e apostolado dos leigos [diáconos,etc...], incluindo as mulheres, na vida eclesial".   ...mesmo assim, a estrutura da Cúria Romana permaneceu intacta, o que permite ainda um governo da Igreja centralizado nas mãos do Papa”
O conservador Bento XVI, com a sua renúncia, pode provocar uma revolução na igreja.
A força do Concílio não reside nos bispos ou em outros eclesiásticos, mas sim no Papa, como pastor universal que declara algo como sendo próprio das Verdades reveladas (e, por isso, implica a obediência dos católicos).
No ano 2000, João Paulo II disse ainda que: "o Concílio Vaticano II constituiu uma dádiva do Espírito à sua Igreja. É por este motivo que permanece como um evento fundamental não só para compreender a história da Igreja no fim do século, mas também, e, sobretudo, para verificar a presença permanente do Ressuscitado ao lado da sua Esposa no meio das vicissitudes do mundo. Mediante a Assembleia conciliar, [...] pôde-se constatar que o patrimônio de dois mil anos de fé se conservou na sua originalidade autêntica".
JNacional – JN – G1
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