terça-feira, fevereiro 12

Igreja católico Romana - Uma Igreja Sem Pastor! O Que Ocorreu Com Os Que Renunciaram!

Uma Igreja Sem Pastor!
A CRISE AMEAÇA A HISTÓRIA DA ICAR!
A busca por um sucessor pode ser um desafio.
Bento XVI reivindicou a saúde debilitada por sua decisão de renunciar ao papado. Mas as lutas de poder em curso e intriga no Vaticano provavelmente também desempenhou um papel. 
CÓDIGO DA VINCI REAL?
O longo episódio de abuso sexual caiu sobre o papado de Bento XVI e de toda a igreja como uma sombra diabólica.
"A visita papal à casa de Martin Luther também serviu para cimentar o cisma e destruiu toda a esperança de uma aproximação muito atrasada entre as duas grandes igrejas cristãs."
É o que passa a ser a Igreja Católica Romana, após o dia 28 de fevereiro de 2013.
A Santa Sé anunciou que o papado, exercido pelo teólogo alemão desde 2005, vai ficar vago até que o sucessor seja escolhido, o que se espera que ocorra "o mais rápido possível" e até a Páscoa, segundo o porta-voz Federico Lombardi.
O barrete e os calçados estão vazios
O "Trono" de Pedro também?
É uma decisão irrevogável e uma decisão que cria um vácuo de Poder naquela que é a Igreja mais influente [muito menos do que já foi, por séculos] no mundo.
Não terá voz, nem Líder por um espaço temporal.
A queda da ICAR é um fato notório e irreversível e nos aponta para os eventos apocalípticos, queiramos ou não.
Os Teólogos, em sua maioria não se surpreenderam, a mídia mais informada esperava alguma atitude, talvez não tão drástica.
A ICAR está num entrave secular idêntico aos da Idade Média.
Papa que não é Papa, divisões internas, escândalos, temas sociais e morais, como homossexualismo, contraceptivo – uso ou não fora do casamento e no casamento – celibato dos sacerdotes, divisão no Clero Romano, perda de fiéis numa sangria desatada em todo  o Mundo, principalmente na América Latina, na África, que se torna cada vez mais muçulmana, que era considerada o Futuro da ICAR para seu crescimento.
Uma Europa cada vez mais agnóstica e ateia, insensível aos clamores da ICAR e solo de grande parte dos escândalos.
Os Casos Anteriores
O último pontífice a renunciar foi Gregório XII, há quase 600 anos.
Historiadores ainda divergem sobre o número de papas que renunciaram aos seus postos, mas há unanimidade em três casos:
Ponciano,
Celestino V e,
Gregório XII.
Segundo o historiador medieval Donald Prudlo, professor da Universidade do Alabama, por ser uma situação extremamente rara, a decisão da renúncia abre um questionamento sobre o que acontece com o papa após abdicar do cargo.
Um dos casos mais conhecidos é o de Celestino V, que após a renúncia acabou sendo colocado em uma espécie de cela, em uma vida reclusa sob supervisão do novo pontífice, Bonifácio VIII. Situação diferente viveu o último papa a renunciar antes de Bento XVI. "Gregório, por outro lado, viveu o resto de sua vida como um bispo muito respeitado", afirma.
A trajetória dos papas que renunciaram
São Ponciano – 235 dC
Ano de 235 d.C., São Ponciano.  O italiano nascido em 175 assumiu o comando da Igreja Católica após um conclave em 230, uma época marcada por pela divisão do catolicismo.  
Ponciano e outros líderes da Igreja foram exilados pelo imperador romano Maximino Trácio na Sardenha, uma ilha do mar Mediterrâneo. Percebendo que jamais conseguiria retornar ao Vaticano, decidiu renunciar ao posto.
Celestino V – 1294
São Celestino V renunciou à função no mesmo ano de sua eleição, em 1294. Ele vivia como eremita até a sua nomeação como papa e não se sentiu preparado para assumir a liderança da Igreja. A escolha de um desconhecido foi a opção do conclave para acabar com a guerra pela sucessão de Nicolau IV, morto dois anos antes. Mas o novo Papa rapidamente expôs as razões que o impediam de desempenhar suas funções: sua humildade e saúde. Ele abdicou em 13 de dezembro de 1294 e alguns dias depois o cardeal Bento Gaetani foi eleito para sucedê-lo sob o nome de Bonifácio VIII.
O novo papa tentou manter Celestino a seu lado, mas o monge tentou escapar e se juntar novamente à sua ordem, que passou a adotar o nome de "Celestinos". No entanto, ele foi capturado pelos guardas do Papa e passou a viver em uma espécie de cela. Celestino V morreu em 1296 e está sepultado na igreja de sua ordem em Aquila.
Gregório XII – 1415
Nascido em Veneza em 1327, Angelo Correr foi eleito papa com mais de 80 anos de idade. Ele assumiu o posto em 1406, com o nome de Gregório XII. A renúncia ocorreu em 1415, como parte de uma negociação no Concílio de Constança para acabar com as disputas de poder dentro da Igreja durante o período do Grande Cisma do Ocidente – uma crise na Igreja Católica que perdurou de 1378 a 1417. Como seu sucesso, foi eleito Marinho V. Gregório se tornou um bispo respeitado e morreu um ano depois.
OPINIÃO NOS JORNAIS ALEMÃES E IMPRENSA INTERNACIONAL
-         Associated Press
Bento "quebrou um tabu" ao renunciar, disse o Cardeal André Vingt-Trois – Cardeal de Paris.
Trois disse à Associated Press. "Ele rompeu com vários séculos de prática", ele acrescentou, "e expressou a opinião de que não era apenas legítima, mas provavelmente útil para um papa a renunciar e retirar de suas funções."
Vingt-Trois acrescentou que "para o século por vir, acho que nenhum dos sucessores Bento XVI vai se sentir moralmente obrigado a permanecer até a sua morte.”
Ders Spiegel
The World from Berlin: 'It Is Good that Benedict Is Gone'
É BOM QUE BENEDITO SE VÁ!
Em Dusseldorf boneco carnavalesco com os escândalos de abuso católicos e suposto fracasso da Igreja para investiga-los rigorosamente. Até o Brasil está debaixo do manto papal!
Novo Papa Deve Ser Europeu, Jovem E Ligado Em Tecnologia, Dizem Teólogos.
Diário de centro-esquerda Süddeutsche Zeitung escreve:
"Há algo de amargo e trágico (decisão do Papa Bento XVI em demitir-se) .... Só em sua partida Bento quebrou as correntes de tradição. Em qualquer outro lugar, ele deixou essas correntes sozinho, ou até mesmo os que as fortaleceram.
Só que desta vez piso sobre as tradições, além de suas origens, além do seu entendimento tradicional da igreja. Só que desta vez ele se tornou um que pisou além de tudo que sempre fora dada como verdade pela igreja. Diante de todos os problemas enfrentados pela Igreja no terceiro milênio, ele permaneceu o papa do século 20, um papa que vivia somente na casa na sabedoria teológica do segundo milênio, mas que não tinha conhecimento sobre as tecnologias e as mudanças para o terceiro milênio. Bento foi e continua sendo o último patriarca da igreja de estilo antigo. "
"Quando Bento XVI foi escolhido há oito anos, ele era visto como um papa de transição. E ele fez muitos sacrifícios em moderar essa transição. Ele impressionantemente enfrentou o escândalo de abusos. Mas ele permaneceu um papa de transição. Como um construtor de pontes, que era nunca conseguiu chegar ao outro lado da ponte.
Como tal, a questão permanece, no final do seu pontificado: transição para o que ninguém sabe.
Esta igreja não é mais triunfante, nem é combativa.
É uma igreja questionando a que?... perguntas estão batendo, estão martelando, às portas do Vaticano, mas eles não foram autorizadas a entrar: o papel da mulher na igreja, o celibato, a moral sexual e o papel da igreja na comunidade internacional".
"Esta igreja permaneceu estacionária por 200 anos., O Vaticano não permitiu que a vitalidade e o poder imaginativo da Igreja no Terceiro Mundo e na América Latina se aproximar. As casas de Deus na Europa são grandes, mas eles estão vazias. A organização é eficiente, mas impotente .... Ecclesia semper reformanda - a igreja está sempre a ser reformada - diz o ditado, que por vezes é atribuída a Santo Agostinho, por vezes, a Martin Luther. Mas se a reforma é parte da essência da Igreja de sendo..., em seguida, ele se esqueceu de sua essência. A igreja raramente necessita de uma reforma tão mal conduzida, como faz no final do pontificado do Papa Bento XVI. "
Diário conservador Die Welt escreve:
"Com seu inédito de demissão, Joseph Ratzinger revelou uma fraqueza quase individualista de um tipo que parece estranho para ele. Tão suave quanto ele pode estar em interações pessoais, teológica e eclesiasticamente, ele tem sido um homem de tradição e de autoridade, uma que acredita na imobilidade de convenções.
Muitos críticos veem o papa alemão como um ultraconservador que é incapaz de compreender o mundo moderno, seja por teimosia ou obtusidade. Agora, eles estão propensos a pagar-lhe o respeito irônico: ...Bem-vindo ao clube da auto realização. "
"Uma coisa ele não tem de partilhar: a sua recusa obstinada em modernizar a igreja no espírito da democracia participativa. Deve-se, no entanto, reconhecer que existem boas razões para fortalecer a instituição terrena da igreja como um antípoda ao atual ‘zeitgeist’ e sua relativização inevitável de valores. Deve-se entender por que ele não pode dizer sim ao casamento gay e por que ele não pode abraçar o protestantismo dilema da igreja é simples: se ele se recusa a curvar-se os tempos, vai perder membros, se ele faz curva, ele vai.. perdê-los de qualquer maneira. Joseph Ratzinger, que já chamou a si mesmo um "servo da verdade", incorpora e testemunha a convicção de que a igreja só pode ser saudável se ele continua convencido das possibilidades ilimitadas abertas pela fé completa. "
Diário de Centro-direita Frankfurter Allgemeine Zeitung escreve:
"A decisão do papa em renunciar ao poder, mostra que ele não é apenas o produto de sua força que está falhando. Bento viu-se confrontado com poderes na igreja que obscureceu a luz da fé, umedeceu a esperança e o amor pervertido. O longo episódio de abuso sexual caiu sobre o papado de Bento XVI e de toda a igreja como uma sombra diabólica. Mas este julgamento também mostrou a grandeza do homem:. Mais do que qualquer de seus antecessores, ele enfrentou o delito e olhou as vítimas nos olhos Se o estruturas instaladas pelo Vaticano para evitar novos episódios de abuso vai trabalhar continua a ser visto. "
"Em uma faceta, Bento XVI é semelhante ao seu predecessor, o Papa João Paulo II. Ambos tiveram suas dificuldades em lidar com a Cúria Romana e com as maquinações dos cardeais. João Paulo II escapou por viajar o mundo, Bento XVI retirou-se para o mundo do seus livros. Mas seu sucessor não será capaz de evitar a reforma do Vaticano a partir do zero. "
Diário De esquerda Die Tageszeitung
A primeira página é em grande parte em branco na terça-feira, mas as palavras " Gott Sei Dank ", ou" Graças a Deus ".
Abaixo um Editorial intitulado "ainda pior do que o esperado."
"É bom que este papa se foi, porque não é bom em nada. No Vaticano e certamente no resto da igreja global. Durante seu papado de oito anos, o Papa Bento XVI conseguiu superar até mesmo os piores temores abrigados por católicos na Alemanha. Como vice de Deus, Bento XVI mostrou pouco interesse em enfrentar os numerosos crimes de abuso sexual dentro de sua própria instituição. Ele também não deseja enfrentar a organização fascista Opus Dei. Se o tema era mulheres, homossexuais, de estupro ou de direitos humanos, é difícil ser mais reacionário do que este papa mostrou-se ".
"A visita papal à casa de Martin Luther também serviu para cimentar o cisma e destruiu toda a esperança de uma aproximação muito atrasada entre as duas grandes igrejas cristãs."
"Seria bom se o Papa Bento XVI fosse o último de sua espécie. E serão os livros de história que irão serem capaz de escrever isto:... '. Esta renúncia papal foi o início de uma nova era! A Igreja Católica finalmente entendeu que não poderia continuar como antes. "- Charles Hawley, com relatórios por Julia Jüttner.
Gestão de novo pontífice deve seguir mesmo caminho da de Bento XVI.
Rafael Sampaio - 12/02/2013 07h15 - Do G1, em São Paulo
O novo Papa deve ser europeu, mais jovem do que o papa Bento XVI quando assumiu o cargo e ter uma relação maior com a tecnologia, aprofundando a participação do Vaticano e do pontificado na Internet e nas redes sociais, avaliam teólogos ouvidos pelo G1.
Especialistas em religião apontam que dificilmente um Papa latino-americano - fato que nunca aconteceu na história do Vaticano - será escolhido, devido à origem dos cardeais aptos a escolher o novo pontífice, boa parte deles europeus. Alguns apontam, no entanto, achar significativa e mais provável a ideia de ter um africano ou indiano no cargo.
"Acho que não é possível termos um Papa latino-americano. Acredito que vá ser um italiano ou de outro país um europeu, até pela origem e configuração dos cardeais. A maioria dos que formarão o conclave são europeus. Não vejo outro caminho nesse momento. Esse é um dado objetivo", afirma o professor de teologia da PUC-SP, Eulálio Avelino Figueira.
Para Fernando Altemeyer, professor de teologia da PUC-SP e de instituições como o Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal), a tendência é que se confirme um europeu no cargo. "Há um conjunto grande de cardeais da Alemanha, da Hungria e da França, além da própria Itália, aptos a votar", avalia.
Ele afirma que o novo papa não vai alterar posições da Igreja Católica quanto ao uso de contraceptivos, camisinha, aborto, celibato ou casamento homossexual, por exemplo.
"Questões menores, como estilo de roupa, organização interna da Igreja, são mais simples de alterar. Questões de moral, que envolvam valores centrais, não serão modificadas", pondera.
Altemeyer ressalta, no entanto, que a eleição de um papa africano seria positivo e algo novo para o catolicismo. "Teríamos um cenário totalmente distinto de preocupações culturais, sociais, questões a serem tocadas. A África é um grande desafio", diz ele.
'Juventude'
Para o professor da PUC-SP, o mais provável é que o novo papa seja relativamente jovem em comparação com Bento XVI, que assumiu o cargo com 78 anos, em 2005, e vai deixá-lo com 85 anos. "Acredito que o novo pontífice vai estar entre 60 e 70 anos, dentro desse perfil".
O mais novo cardeal apto a disputar o cargo tem 53 anos, o arcebispo indiano Baselios Cleemis Thottunkal, afirma Altemeyer. Na sequência está o arcebispo de Manila, nas Filipinas, Luis Antônio Gokim Tagle, com 55 anos.
Doutora em sociologia na França, autora de uma tese sobre o papel das mulheres no catolicismo brasileiro e nas Comunidades Eclesiais de Base, Maria José Rosado-Nunes considera haver dois tipos de desafios para o novo papa: com relação às questões internas da Igreja Católica, e outros externos à instituição.
Internamente, diz ela, ocorreram escândalos financeiros e outros, por conta de casos de pedofilia que teriam sido cometidos por membros da Igreja, que não foram resolvidos de forma satisfatória na gestão de Bento XVI.
"Existem processos judiciais inclusive contra o pontífice e outros altos membros da Igreja, por de alguma forma terem sido coniventes com os crimes", avalia a pesquisadora. O novo Papa poderia elucidar estes casos, na avaliação dela.
Conciliar a disputa entre correntes conservadoras e outras de pensamento mais liberal também é um desafio ao novo pontífice, avalia Rosado-Nunes, que é professora da de ciência da religião na Universidade Metodista.
Escândalos recentes e perda de liderança são desafios, afirma professora.
"Por outro lado, há perda significativa de fiéis, mais recentemente na América Latina, mas também nos EUA e na Europa. Na medida em que diminui o número de fiéis, a Igreja perde força como referência religiosa do Ocidente", afirma Rosado-Nunes.
Tecnologia e Religião
O uso de redes sociais e internet pelo Vaticano vai se aprofundar com o próximo papa, até como meio de se aproximar dos fiéis e defender valores da Igreja.
A professora Rosado-Nunes concorda que é possível que a Igreja se aprofunde no uso de tecnologia, com o novo papa. "Não há nada na forma como a Igreja é gerida que a impeça de investir nisso. Quando o rádio era o instrumento de comunicação por excelência, a Igreja investiu fortemente. Ela nunca deixou de usar a tecnologia", pondera.
"É um ambiente novo e a Igreja deve estar nele, a cultura passa por aí", completa Altemeyer. Ele acredita que o papa vai manter e ampliar este vínculo com as redes sociais, como Twitter.
11/02/2013 17h33 - Atualizado em 11/02/2013 22h36
Surpresa e Desânimo na terra natal de Dom bento
Marktl-am-Inn  - Cidade natal do Papa achou que renúncia era 'pegadinha' de Carnaval
Com 2.700 habitantes, cidade natal de Bento XVI fica no sul da Alemanha.

Comércio abalado.
O Vilarejo foi rapidamente acusado de vender a alma ao diabo.
A Praça do Mercado foi rebatizada para Piazza Benedetto.
Moradores de Marktl-am-Inn chocados com a decisão do Papa.
Do G1, em São Paulo
"Primeiro eu achei que era uma pegadinha de Carnaval", comentou Caroline Neumayer, jovem habitante de Marktl-am-Inn, cidade natal de Bento XVI, no sul da Alemanha, após a renúncia do Papa nesta segunda-feira (11), que provocou tristeza, mas também compreensão, informou a agência France Presse.
"Fui surpreendido, mas ele sabe o que faz", declarou Maximilian Liedl, 59 anos, outro morador da agradável cidadezinha de 2.700 habitantes, localizada nos confins da Baviera, não longe da fronteira com a Áustria.
Com suas persianas cuidadosamente envernizadas, várias pequenas janelas alinhadas em dois andares e seu telhado inclinado, o prédio número 11 da Praça do Mercado parece uma casa de bonecas.
Foi nesta casa opulenta, mais especificamente no segundo andar, que nasceu há 85 anos Joseph Ratzinger, filho de Maria e Joseph, futuro Bento XVI.
“...ele não foi Papa por tanto tempo", observou Caroline Neumayer, de 18 anos, que se lembra da visita da "criança da aldeia" em 2006, um ano após a sua eleição para o Vaticano.
O prefeito Hubert Gschwendtner, que visitou o Papa em Roma em junho disse:
"Eu não acredito que ele voltará para viver aqui, mas seria bom se viesse", insistiu este senhor de 64 anos, que viu a mudança da cidade desde a eleição de Joseph Ratzinger como Papa, em abril de 2005.
Anteriormente, apenas 2.000 turistas por ano visitavam a Marktl, vilarejo onde o padeiro vende pretzels na manteiga todos os dias a partir das 5h30. Hoje aproximadamente 25 mil pessoas visitam a cada ano.
Durante os dois primeiros anos do pontificado de Bento XVI, 200 mil turistas visitaram o local e, desde então, cerca de 100 mil curiosos ainda vêm a cada ano.
Marktl-am-Inn teve que construir estacionamentos e a casa do Papa, ainda propriedade privada em 2005, foi adquirida pela comunidade católica e aberta ao público.
Pães, café até cerveja...
De um dia para o outro, um dos padeiros começou a produzir "biscoitos do Papa Bento XVI", enquanto a concorrência passou a vender o "pão do Vaticano".
Nas empresas locais começaram a florescer "cervejas do Papa", o "mel do Papa", o "salame do Papa", "o café cardeal".
A conservadora Bavária não aprovou alguns produtos, que acabaram sendo removidos.
Apesar da renúncia do Papa, Hubert Gschwendtner não acha que o fluxo de turistas vai diminuir. "Eu sei que em Wadowice, a cidade natal de João Paulo II, o número de visitantes aumentou depois de sua morte", disse.

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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

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Pacto de Lausanne – Suíça
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