sexta-feira, novembro 6

Destruição em Minas Gerais - Mariana. Oremos pela região.

Destruição em Minas Gerais - Mariana.
Oremos pela região.
“...parte das águas tornou-se em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas. Apocalipse 8:11; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.” Mateus 7.27
Igreja não atingida. Em meio a destruição um templo na parte alta não foi atingido, bem como outras residências.
"A barragem estourou, a barragem estourou", gritava a vizinha de Marcos Júnior de Souza, 15. O menino, que se preparava para tomar banho, não acreditou.
O desastre provocado pelo rompimento de uma barragem de lagoa de contenção de Resíduos De Mineração gerou a destruição de dois Distritos da Região mineira de mariana, cidade histórica, próximo a Ouro Preto.
Toda mineração trabalha com muita água para desmonte de rochas e no processo de retirada do minério e estas águas ficam contaminadas por produtos químicos utilizados, neste processo e para não ser lançar a mistura deste subproduto líquido na natureza, e produzir contaminação em águas subterrâneas, fontes e rios decantam os materiais pesados nestas Lagoas de decantação que formam imenso lagos, não naturais com produtos contaminados.Antes de serem liberadas para o abrigo, as vítimas passam por descontaminação para se livrar de resíduos de minério de ferro e produtos químicos que estavam misturados na lama que atingiu os dois distritos.
"As pessoas que são resgatadas passam primeiramente por um processo de lavagem com água e sabão para evitar qualquer problema de saúde por conta de contaminação de ferro. Depois, elas são encaminhadas para hospitais e abrigos", informou a corporação.
O que ocorreu fez com que todo o imenso volume descesse morro abaixo e atingisse os subdistritos de Bento Rodrigues e Paracatu (a 116 km de Belo Horizonte, Minas Gerais), destruindo e inundando as vilas, conforme mostram as imagens, com veículos sobre telhados e as casas submersas, neste mar de lama contaminada.
Noticias dão conta que o Rio Doce que abastece grande parte de Minas Gerais já recebeu parte deste liquido e pode trazer danos ao Abastecimento de cidades que se utilizam de suas águas, em outro Estado, além de Minas Gerais.
Muitos estão desaparecidos, e com localidades totalmente sem acesso, pois as vias desapareceram sob o mar de lama e os Bombeiros e Defesa Civil só acessam os locais a pé ou de helicópteros.
Muitas famílias estão sem contato com seus familiares, pois muitos no arrasto da água foram separados.
É emocionante, como mostram os programas de noticiário, os encontros a cada grupo ou pessoa encontrado.  
Fuga desesperada pelos Telhados 
'Pulei de telhado em telhado', diz jovem que escapou de acidente em MG
"A barragem estourou, a barragem estourou", gritava a vizinha de Marcos Júnior de Souza, 15. O menino, que se preparava para tomar banho, não acreditou. "Como a minha vida inteira falaram que a barragem iria estourar, não liguei. Até que eu vi a água invadir a minha casa", conta.
Com a água subindo cada vez mais rápido, Marcos, que estava sozinho, correu para escapar. "Resolvi sair pela janela. Subi no teto e fui pulando de telhado em telhado." Com a ajuda de vizinhos, chegou ao alto do morro e deixou seu vilarejo para trás.
Cerca de 500 pessoas já tinham sido resgatadas no subdistrito de Bento Rodrigues, em Mariana (a 116 km de Belo Horizonte, Minas Gerais), até a manhã desta sexta-feira (6), segundo informação dos bombeiros de Belo Horizonte. Antes de serem liberadas para o abrigo, as vítimas passam por um processo de descontaminação por conta da contaminação de resíduos de minério de ferro e produtos químicos que estavam misturados na lama que atingiu os dois distritos.

Um "tsunami de lama" destruiu centenas de casas, arrastou carros e caminhões e deixou ao menos um morto e cerca de 25 desaparecidos nesta quinta (5), num subdistrito da cidade histórica de Mariana (a 124 km de Belo Horizonte), após duas barragens de uma mineradora se romperem.
O acidente ocorreu por volta das 15h30, em Bento Rodrigues, a 35 km do centro de Mariana. A vila, que tem 121 casas e 492 moradores, segundo o IBGE, foi totalmente inundada pela lama. Quatro helicópteros foram enviados ao local para resgatar moradores que ficaram ilhados.
Muitos dos moradores do subdistrito de Bento Rodrigues afirmam que o alerta sobre o rompimento das barragens foi dado pelos vizinhos.
"Não teve aviso, sirene, nada", conta o aposentado Marcílio Ferreira, 72, que estava em sua plantação de alface quando ouviu os gritos da vizinhança e deixou o local.
Alarme na Escola
O menino Jonatas Ferreira Coelho, 14, estava na sala de aula quando a diretora entrou correndo e mandou todo mundo "ir pro mato" o mais rápido possível. "As professoras ficaram nos orientando a subir para qualquer lugar alto", conta o garoto.
Os três estavam, na noite desta quinta-feira (5), em uma escola no vilarejo de Santa Rita Durão, ao lado de Bento Rodrigues. Lá, tomavam banho, ganhavam roupas novas e esperavam o dia seguinte, quando as buscas deverão ser retomadas.
"Passou um caminhão buzinando e nos mandando subir. A gente começou a correr, foi um atropelando o outro. um desespero total. Não sei o que aconteceu com quem não conseguiu subir", disse a dona de casa Alexleila Agda dos Santos. Emocionada, ela ainda contou que viu o tio ser soterrado pela lama. "Acho que ele morreu."
Mas dezenas de pessoas não conseguiram deixar o local. Moradores disseram que havia um grupo ilhado próximo a uma caixa d'água.
DESESPERO
Desde o começo da noite, quase não havia informações, já que os celulares não funcionavam em Santa Rita Durão e Bento Rodrigues.
Nos hospitais da região, dezenas de pessoas se amontoavam à espera de informações sobre mortos e feridos.
Sem conseguir falar com os parentes que moram no vilarejo de Bento Rodrigues, a cabeleireira Uislaine Aparecida, 33, correu para o ginásio de esportes de Mariana.
"O telefone não funciona, ninguém dá notícias", desesperava-se ela. O ginásio era um dos locais usados pela prefeitura para receber os desabrigados. Assim como ela, dezenas de pessoas foram ao ginásio em busca de notícias sobre parentes e amigos.
O auxiliar Lucas Oliveira, 24, que trabalha na Samarco e estava na usina de Germano, próxima à barragem do Fundão, também foi ao local em busca de informações. Mas, diferentemente da maioria, ele conseguiu falar com amigos e parentes – nenhum deles estava em Bento Rodrigues no momento do rompimento das barragens. Folha

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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

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