Mostrando postagens com marcador SANGUE DE jESUS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SANGUE DE jESUS. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, janeiro 21

A Glória das Duas Alianças - Lição 04 – CPAD.

A Glória das Duas Alianças - Lição 04 – CPAD.

Autor: Osvarela

Texto Áureo: II Co. 3.11. Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece.

Leitura Bíblica em Classe: II Co. 3.1-11.

Glossário:

Alegoria: Uma alegoria usa pessoas e acontecimentos para simbolizar certas verdades.

Aliança - A palavra hebraica para “aliança é b’riyt [behirit].

Aliança define-se em hebraico e no grego pelas expressões:

- “beriht” = o significado da aliança = atar, agrilhoar, casar, cobrir, proteger.

- “dietiz” = a amplitude a aliança = estende-se ao nível pessoal, familiar, eclesiástico, sacerdotal.

A Bíblia diz que Deus “fez uma aliança”, se traduzir literalmente, está escrito “Deus cortou a carne”.

Numa cena sob o modelo suseranita hitita, um parceiro ou aliançado inferior passava entre as metades cortadas. Isso foi exatamente o que aconteceu com Abraão quando ele fez uma aliança com Deus: um animal foi cortado e ambos passaram pelo meio das duas metades que foram cortadas:

“E sucedeu que, posto o sol, houve escuridão, e eis um forno de fumaça, e uma tocha de fogo, que passou por aquelas metades” Gênesis 15:17. Neste caso Deus prefigura a sua vontade em que seu Filho seria um homem, [servo menor] pra dar valor a uma aliança entre Ele e os homens.

Imputado – coloca cada ação em uma posição de crédito [ou débito]. Sl. – Finéias -106. 31. E isto lhe foi imputado como justiça, de geração em geração, para sempre.

Sl.32.2. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa maldade...; Rm.4.3. Deus comunica a justiça àqueles que crêem.

Imputar - Atribuir.

A Questão da Lei E da Graça.

Exórdio:

Eis uma questão que tem despertado crises existenciais, entre cristãos e crises doutrinárias entre Igrejas, no sentido denominacional.

Porém nesta Lição teremos a oportunidade de obter um pouco mais de claridade, pois o tema abordado nos orienta sobre a manifestação da glória sobre ambas as Alianças, as quais o Apóstolo dos gentios, chama de Ministérios.

Um, o Ministério de Morte ou da Condenação.

Outro, o Ministério de Vida ou da Nova Aliança, ou ainda do Espírito.

I – Introdução:

A Bíblia é cheia de situações que parecem levar a um aparente dualismo [Lei e Graça, assunto que determinou início de heresias e erros teológicos], as quais demonstram as diversas formas utilizadas, para nos ensinar de forma pedagógica, a diversidade de caminhos na vida espiritual ou mesmo na vida do homem, como ser antropológico, o qual tem ou não clareza do querer de Deus.

Tudo isto, através de situações espirituais que nos sirvam de ensino e claridade, à Luz das Escrituras para melhor entendimento das ações, nem sempre claras para a humanidade, mesmo cristianizada, distante da Ciência divina, do Deus Todo-Poderoso, o Senhor Deus de Israel.

Neste caso há uma situação apropriada para o entendimento da vontade de Deus e suas ações, que chamo de concorrentes para um propósito final esclarecedor sobre a questão da Salvação.

São traços da vontade de Deus, que aparecem esparsos em meio as Escrituras, que ao longo do transcorrer do Plano Divino, pareciam nada dizer, estando aparentemente velados ao entendimento Revelacional, mas que em algum momento Deus provê tal entendimento através dos profetas bíblicos, neste caso o Apóstolo Paulo.

No texto em estudo, na Lição em tela, é criada uma situação, na qual, temos uma fonte de dispensação, na qual o Apóstolo Paulo é alegórico.

Como muitas das suas dispensações [no sentido de prover conhecimento da Revelação do Senhor – dispensasionalista, porém não uma etapa divisória], reveladas em suas Epístolas, nesta Lição, mais uma vez ele nos dá, um novo ensino, primeiramente destinado à Igreja de Corinto.

Mas, que nos chega a bom momento, para compreensão da Igreja deste século, distanciada a quase 2000 anos da Igreja de Filipos, sobre a questão judaizante que Paulo e a Igreja primitiva viviam.

Usando pensamentos divinos concorrentes, Paulo quer revelar aos corintíos qual a dispensação que eles agora pertencem, como Igreja, em meio a disputa entre a Lei e a Revelação cristológica, entre o judaísmo e o cristianismo antioqueno.

II - A glória da Aliança Mosaica sinaítica é condizente com a Glória cristológica vivida pela Igreja?

Vs.3. Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.

Esta é a pergunta que Paulo coloca aos corintíos para explicar, assim ele usa a alegoria da situação vivida por Moisés e Israel, no momento em que receberam a Lei gravada em pedra, pela mão de Deus.

III - O Parecer sobre a Lei que mata e a Graça que da Vida Eterna:

Por meu entendimento teológico, a Graça de Deus é substanciadora da vida humana desde a sua criação.

Assim sendo, a Lei é permeada pela Graça, mas o que lhe impedia a atuação na vivificação eterna desde Adão e Eva, era a existência de um elemento celestial encarnado, inexistente quando da sua dação, o qual só foi descido do céu na Plenitude dos Tempos, como declara Paulo aos Gálatas [Gl.4.4. Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei].

Desta maneira, temos uma situação de interinidade [II Co. 3.11. Porque, se o que era transitório foi para glória...] da ação da Lei para Salvação ou provimento de transformação dos homens com a ação regeneradora eterna.

Hb.11.13-16. Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria.E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam oportunidade de tornar.Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade.

A esperança da Aliança antiga era uma pátria, mas eles a esperavam e só obtiveram a pátria terrena, ainda que morressem na esperança da Salvação, mas agora é descortinado pela Revelação do Apóstolo Paulo aquela pátria que eles a terão por eterna.

IV - A Lei e sua Glória:

29 E aconteceu que, descendo Moisés do monte Sinai trazia as duas tábuas do testemunho em suas mãos, sim, quando desceu do monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, depois que falara com ele.

30 Olhando, pois, Arão e todos os filhos de Israel para Moisés, eis que a pele do seu rosto resplandecia; por isso temeram chegar-se a ele.

A glória da Aliança do Sinai é uma Glória visível a todos os participantes daquela Aliança.

Traduzida morfologicamente, na aparência do rosto iluminado do Patriarca Moisés, representante fiel do povo de Israel, e pela própria Criação, testemunha da Aliança recém realizada, numa esfuziante cerimônia, em forma de trovões e o fumegar do Monte, onde estava a Glória de Deus.

Vemos que, nesta Aliança, a Glória, que é idêntica a glória da Nova aliança, estava apenas e tão somente, no alto do Monte, mesmo que pudesse ser sentida por meio audível e visível pela multidão aliançada, pelos seus partícipes.

Ex.19.9. E disse o Senhor a Moisés: Eis que eu virei a ti numa nuvem espessa, para que o povo ouça, falando eu contigo, e para que também te creiam eternamente. 18. E todo o povo viu os trovões e os relâmpagos, e o sonido da buzina, e o monte fumegando...

Hoje o monte fumegante está disponível dentro de nós, com a entronização de Deus triuno em nossos corações: “nós somos o Templo”.

Causava temor:

Ex.19. 18. ...e o povo, vendo isso retirou-se e pôs-se de longe.

V - O Poder da Aliança do Sinai:

A glória da primeira Aliança, reafirmada neste texto do Livro do Êxodo, mostra que a mesma, conforme texto, acima, tinha um tipo humano representativo, tal qual Jesus, mas, que não conseguiu transmitir esta glória aos demais aliançados.

Demonstração de que a glória da primeira Aliança era divina, mas limitada a um evento mediador não definitivo.

VI - Dons da primeira Aliança:

Tornados propriedades por escolha de Deus:

Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha.

- Tornados partícipes da glória do Reino de Deus, aqui na Terra:

Um povo escolhido e separado:

E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo.

Termos da Antiga Aliança:

-Santificação

-Lavagem das vestes

-Prontidão

-Num terceiro dia o Senhor descerá.

Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel. E disse o Senhor a Moisés:

Disse também o Senhor a Moisés: Vai ao povo, e santifica-os hoje e amanhã, e lavem eles as suas roupas, E estejam prontos para o terceiro dia; porquanto no terceiro dia o Senhor descerá diante dos olhos de todo o povo sobre o monte Sinai.

Estamos santificados?

Estamos lavados?

Estamos prontos para o terceiro dia?

Como terceiro momento na vida do homem salvo:

Primeiro: morto em pecados;

Segundo: vivificado pela regeneração do espírito;

Terceiro: preparado para o terceiro momento: O Arrebatamento.

VI - O Material e o Escritor da Aliança Antiga:

Ex.34.1. ENTÃO disse o Senhor a Moisés: Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e eu escreverei nas tábuas as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas, que tu quebraste.4. Então Moisés lavrou duas tábuas de pedra, como as primeiras; e levantando-se pela manhã de madrugada, subiu ao monte Sinai, como o Senhor lhe tinha ordenado; e levou as duas tábuas de pedra nas suas mãos.

28 E esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos.

Quando Deus ordena a Moisés subir ao monte, Ele ordena que Moisés leve duas pedras lavradas.

Nota: não dividirei, aqui, os momentos do Êxodo e o momento deuteronômico, leia as passagens.

O material utilizado para escrever a Antiga Aliança é mais uma prova da temporalidade da mesma, muito embora, tenha assinatura divinal, Deus se utiliza deste elemento para mostrar que a Lei gravada em pedras é um tipo, do que ele faria como parte do seu Plano da Salvação, e mostrava que Israel era parte deste Plano, lhes dando os seus oráculos divinos, como Paulo diz:

“Qual a vantagem de ser judeu? È que primeiramente lhes foram dados os oráculos divinos”.

Denota uma realidade espiritual e nacionalista da disponibilidade da glória de forma restrita, ainda que com o sentido universal, de ser demonstrada a todas as Nações através desta Aliança.

Assim podemos depreender pela escolha do povo de Israel como representante único da expansão da glória e proclamação da mesma a todas as Nações do mundo, conforme o receber dos oráculos de Deus no Sinai.

VII - Lei e Servidão x Graça e Liberdade:

Gl. 4.21-24. Dizei-me, os que quereis estar debaixo da lei, não ouvis vós a lei? Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava, e outro da livre. Todavia, o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa. O que se entende por alegoria; porque estas são as duas alianças; uma, do monte Sinai, gerando filhos para a servidão, que é Agar.

Paulo nos abre o entendimento ao declarar na sua Epístola aos Gálatas, em forma alegórica o significado da aliança do Monte Sinai.

As Alianças são representadas por Paulo através de Agar e Sara.

Assim a Aliança Sinaítica produziu uma lei que em sua glória manifesta em Moisés, também apontava ao homem a servidão espiritual e a morte, muito embora, a sua aplicabilidade fosse literalmente natural, em suas ordenanças entre o povo do Sinai, mas espiritual em seu conteúdo.

- Glórias concorrentes em ação de um Plano Maior:

A utilização de um povo para ser representante divino dirigido por Deus, foi uma das fases, que hoje podemos entender por meio do Apóstolo Paulo:

Quando confrontamos a Aliança da Lei com a Nova Aliança, vemos que a primeira embora se utilize do sangue como remissão de pecados, de forma temporária e sendo necessário a re-execução, de tal evento remidor, ano após ano, somos ensinados pelo autor da Epístola aos Hebreus e pelo Apóstolo Paulo, ao entendimento que na Nova Aliança não há necessidade de renovação por sangue, pois a glória da mesma se eternizou, pelo sacrifício voluntário e salvífico, de forma eterna pelo derramamento do sangue de Jesus Cristo, o autor destaNova Aliança em meu sangue...

VIII - A Glória da Nova aliança:

Gl.4.4-7. Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos. E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai. Assim que já não és mais servo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo.

A Nova Aliança é uma nova forma de Deus estender, após a ação da Lei em sua Glória, conforme a concretização do Plano de Salvação, para que ninguém possa dizer que Deus, não sabia que a Nação escolhida e signatária e recebedora da Glória da aliança seria falha, ou que fosse necessária a re-organização do Plano salvífico iniciado nas eras eternais, antes da formação do Mundo.

Ou seja, o Plano eternal de Salvação foi uma ação continuada, através da Lei e pleromática em Jesus Cristo.

Assim que, em Cristo, a Glória da Nova Aliança consagrada pelo sangue de Jesus, é a plenitude da ação do Plano da Salvação em Cristo revelado aos homens por Deus.

“Este é o meu filho amado em quem tenho todo o prazer!”

- Quem poderia ser como Jesus glorificado e vencedor da condenação do homem à morte?

Hb.1.3. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas;

Este Filho representa toda a glória superior, à glória manifesta no rosto de Moisés, que foi fiel em toda a sua casa, mas Cristo pode ser fiel para todas as clãs ou famílias ou habitações do Mundo, pelo seu sacrifício ímpar e Suficientemente eterno, em sua ação jamais realizada por homem algum, o pode ser pelo Filho do Amor de Deus.

II Co. 3.7-11. E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, Como não será de maior glória o ministério do Espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece.

IX - A diferença do material utilizado para escrever a Antiga aliança e a Nova Aliança:

Confirmando o Apostolado pela vida da Igreja:

II Co. 3.3-4. Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração. E é por Cristo que temos tal confiança em Deus;

O ministério de Paulo [Plantador de igrejas] se torna sublime quanto aos demais apóstolos pela ação da glória nas suas Igrejas, as quais ele plantou sob o Ministério da Nova aliança, da Vida e do Espírito, o qual confirma na vida dos corintíos esta ação, na vida do Apóstolo.

Quando o Apóstolo Paulo explicita o seu contentamento sobre a vida dos crentes de Corinto ele o faz com uma certeza:

A vida dos corintíos era de tal forma singular pela glória existente na Igreja e ainda transcendente em nós, cristãos do presente século, que eles serviam de carta apropriada para demonstrar o valor da Nova Aliança agindo na vida da Igreja.

Assim ele demonstra qual o material utilizado na Nova Aliança para Deus escrever os termos da mesma.

- Do material utilizado para escrever:

O que foi glorificado [dentre os homens] no Ministério da Morte, escrito em pedras, ou no ministério chamado da condenação, não pôde ser glorificado, na ação da imputação pelo Ministério da Vida em Jesus, pois o ministério anterior não foi capaz de exercer a imputação de pecados, mas apenas de explicitá-los e apontar para um ministério futuro que se manifestou em Jesus, que excedeu em glória por ser o ministério da justiça [de todo aquele que crê]. Hb.1.8. Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino.

X - Demonstrando a glória eternal da Nova Aliança.

A glória do ministério da vida foi consagrada pelas aflições da morte, aquilo que lhe afligiram, manifestou, muito mais a glória, daquele que foi afligido.

Moisés não pode sujeitar nada, nem mesmo seu povo, ainda que a glória de Deus estivesse estampada em seu rosto.

Porém, Jesus Cristo foi coroado em glória, manifestado em glória, identificado em glória, desde seu nascimento, em seu batismo e em sua morte e em sua ressurreição.

Hb.2.6-10. Mas em certo lugar testificou alguém, dizendo: Que é o homem, para que dele te lembres?Ou o filho do homem, para que o visites?Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos, De glória e de honra o coroaste,E o constituíste sobre as obras de tuas mãos;Todas as coisas lhe sujeitaste debaixo dos pés.Ora, visto que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou que lhe não esteja sujeito. Mas agora ainda não vemos que todas as coisas lhe estejam sujeitas. Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse pelas aflições o príncipe da salvação deles.

XI - Qual é superior em valor:

Há uma informação nas Escrituras Neo-Testamentárias, condizente com o contexto de II Corintíos, a qual nos da, a direção confirmatória do valor de cada ministério, representados pelos rostos da cada um das figuras federativas de cada um dos mesmos:

Hb.3.3.Porque ele é tido por digno de tanto maior glória do que Moisés, quanto maior honra do que a casa tem aquele que a edificou.

As Escrituras demonstram este poder único do Ministério da Justiça, ao dizer que Deus lhes imputou justiça em todo aquele que crer, ressaltando, que há um relacionamento entre nós e Abraão, antes da Lei, do qual somos filhos pela fé.

Restava, porém uma coisa melhor, que eles sem nós pudessem ser aperfeiçoados.

A Igreja da Nova Aliança, explica Paulo aos corintíos é a perfeição de todos que morreram na Lei e o autor da Epístola aos Hebreus escreve: Leia Hebreus 11.40. Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito [Igreja de Cristo], para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados.

XII - Tirando o véu:

Jesus Cristo - O Autor da Salvação, a Glória resplandecente do Pai das luzes, O filho do seu Amor realizou ao sofrer no madeiro do Gólgota, uma obra alegoricamente visível, ao rasgar do véu do templo. Hb.10.20. Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne...

XIII - Duas coisas nos são sinalizadas:

1-A glória é agora tangível

2-A glória é agora universal e não mais nacionalista.

A glória agora é acessível destarte a humanidade humana, pois o humano perfeito foi atingido pela morte, mas a venceu e a Glória que tinha antes da criação do Mundo, tornou a lhe ser dada pelo Pai.

A glória não mais necessita de véu, pois não precisa ser estampada na cara, para informar aos demais em que está, mas ela se mostra da mesma forma, visível, pois habita em uma tábua de carne, sendo escrita no coração do homem [II Co.3.3. Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo...não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.] a sua letra: “lhes darei um coração de carne...”.

Não precisamos andar com véu no rosto, para que olhos não perfeitos se embacem ao nosso redor, mas demonstramos que há glória em nós pela manifestação e operação no seio da Igreja de Deus, como em Corinto.

XIV - A validade temporal de cada ministério:

A glória de cada ministério pode ser medida pelo tempo de ação de cada um.

Muito embora, o ministério da Lei, tenha sido um ministério duradouro, a sua capacidade de ação na vida do homem, era limitada e temporal, algo transitório, o que não lhe tira a glória própria como confirma o Apóstolo Paulo, porém esta interinidade lhe da um prazo de validade, ainda que houvesse sido glorioso. II Co.3.11. Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece.

Já o Ministério da Nova Aliança em Cristo tem poder de ultrapassar o “cronos, e operar na vida do homem a ação da eternidade pelo sangue de Cristo.

Além de transportar-nos e nos dar direitos anteriormente impeditivos de entrar na esfera da glória eterna do Todo-Poderoso. Hb.11.19. Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus,

Fonte:

Bíblia Chamada

Bíblia digital – cortesia Tio Sam

Le Cerfaux

MP Kuhn (Elwell Evangélica Dictionary)

AO Lovejoy, The Revolt Contra Dualismo (1930).

Portal de Estudos Bíblicos.

Wikipédia

Uma Alegoria. Pr. Ron Crisp;Tradução:Pr Eduardo Alves Cadete; Revisão:Joy Ellaina Gardner; Verificação:Pastor Calvin Gardner.

António Melo

2 Coríntios

Locais da Bíblia –

Acaia> 2 Co 1:1, 2 Co 9:2, 2 Co 11:10

Corinto> 2 Co 1:1, 2 Co 1:23

Damasco> 2 Co 11:32

Judéia> 2 Co 1:16

Macedônia> 2 Co 1:16, 2 Co 2:13, 2 Co 7:5, 2 Co 8:1, 2 Co 9:2, 2 Co 11:9

Trôade> 2 Co 2:12

Ásia> 2 Co 1:8

quinta-feira, julho 23

JESUS, O REDENTOR E PERDOADOR - Lição 02 – CPAD - 3º Trimestre -

LIÇÃO 04 – Jesus, o Redentor e Perdoador. Autor: Osvarela

Texto áureo: I João 1.9. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça”.
Leitura Bíblica em Classe:
I Jo 2.1,2. MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.
Efésios 1.6,7. Para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado, Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça.
Ap. 5.8-10. E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.
EXÓRDIO:

A Idéia Do Resgate E Da Redenção.

Nesta Lição estudaremos sobre a Soteriologia, ou seja, a Doutrina da Salvação.

Um Plano Eterno e divinal para resgatar o homem da condenação eterna, causada pelo pecado. Este Plano divino celestial incluía as etapas da Redenção-Salvítica: Chamarei de Redenção-Salvítica para diferenciar dos tipos, que encontramos na Bíblia, nos quais muitos são ações redentivas físicas e/ou pessoais, que remetem ao antítipo que é perfeito e Sobrenatural em Jesus – O Cristo.
-Primeiro: livrar da escravidão; João 8.36:Se, pois o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres.”.
-Segundo: tornar o homem filho de Deus; I João 5.1. “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus...”
-Terceiro: tornar dar ao homem a Semelhança com Deus, perdida, e corrompida pelo pecado. -Quarto: dar ao homem o direito à Vida Eterna. João 8.51: “...se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte”.
-Quinto: O valor do resgate e da nossa salvação realizados por Jesus é maior do que tudo, que nenhum dinheiro pode comprar: O Sangue de Jesus. Ap. 5.9: “...Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos;porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens...
-Sexto: a Nossa Redenção é maior por ter sido um ato voluntário e desprendido pelo autor do mesmo: Jesus!
-Sétimo: a nossa Redenção foi feita pelo próprio Deus encarnado, homem, que se fez servo.
Para tanto é preciso entender alguns pontos desta Lição, sob a ótica desta Doutrina e do próprio autor da Epístola.
Podemos utilizar uma palavra: reconcilie – “katalasso” [Strong] – restabelecer, restaurar relacionamentos, tornar as coisas que estavam erradas em coisas certas;
A palavra encontrada, refere-se a Deus reconciliando-nos com Ele através da vida de Seu Filho Jesus [Rm. 5.10;II Co. 5.18].
Katalasso descreve o restabelecimento de um relacionamento adequado, amoroso e interpessoal [duas pessoas], que foi quebrado ou rompido.
A idéia da necessidade de um Redentor é proveniente do próprio Deus. Ao ver o ser humano caído pelo engodo da serpente, Deus que transforma o erro em benção, propôs uma forma de Redenção do Homem.
Através da semente da mulher Ele iria providenciar um Meio de Redenção de todos os homens [todos pecaram, e destituídos estão da Glória de Deus].

Gn.3.15. E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

A expectativa vigente era tal que Eva cantou o primeiro hino de adoração a Deus, quando concebeu o seu primeiro filho:Caim.
Gn.4.1:“Alcancei do Senhor um varão”.
Job proclama em alto e bom som: eu sei que o meu Redentor vive.
Esta declaração mostra que a crença em um Redentor estava viva e mais este Redentor, não era um qualquer, mas alguém que já vivia num Estado Superior aos dos homens, veja a profundidade da declaração:
O Redentor era transcendente ao homem mortal: Ele era Eterno!
Todos esperavam o Redentor, mas, ao longo do tempo Deus foi revelando as características do Redentor.
Mas, vindo a plenitude dos tempos, podemos complementar com o texto do próprio Apóstolo São João: I João 4.14. “...o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.
Além deste entendimento necessitamos entender, que:

Redenção inclui tudo aquilo que chamamos Salvação:

-Livramento do pecado,

-perdão dos pecados,

-justificação,

-santificação,

-vida eterna.

É o ato pelo qual o crente passa a ser de Deus. Longe de Deus, o homem é escravo, nas palavras do próprio Apóstolo (Jo 8.34-35), e é libertado em Cristo (Jo. 8.36). É libertado para não mais ser escravo de ninguém (Gl 5.1).

Perdoador:
A dupla função e efeito do ato do Calvário permitiram ao Nosso Redentor ou Remidor, nos imputar, também, salvação com o Perdão de Nossos Pecados.
Foi por isto, que acima eu justifiquei a questão dos tipos de remidores humanos.
Ninguém tem poder de perdoar pecados, se não Deus, esta foi uma das acusações a Jesus como, réu de cruz e blasfemo.
I Jo 2.2. que diz de Cristo, “E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.”.

Nossos pecados foram vicariamente cobertos pelo sangue de Jesus derramado no propiciatório da Cruz.

I - Vicários:

Vicário é o que fica no lugar de outro, o que substitui um verbo para não se o repetir. Assim, vicário usado na Teologia cristã demonstra, por inferência, que o sacrifício de Jesus não precisa ser mais repetido por quem quer que seja.

Isto é possível porque, em determinado contexto, o verbo vicário é sinônimo daquele do qual faz as vezes.

A repetição vocabular é defeito de estilo e revela falta de recursos ou descuido na produção do texto. Um dos meios de evitá-la é o emprego dos verbos vicários.

Usei esta explicação gramatical para ilustrar a questão da vicariedade do sacrifício de Jesus no lugar do sacrifício tipológico da Lei.

Ou seja, como a repetição vocabular, o sacrifício de Cristo é utilizado, pois, não precisamos mais de utilizar de outra ação no lugar da morte de Jesus, ela foi bastante em si mesma para toda a Eternidade.

Pelo seu próprio significado, cancelar, satisfazer, limpar, o sangue de Jesus é o propiciatório, eficaz, verdadeiro e eterno.

II - Propiciação de nossos pecados:

A palavra para "Propiciação" é a mesma palavra da raiz "expiação".

Significa cobrir, cancelar, satisfazer, ou limpar.

A palavra grega para Propiciatório é 'hilasterion'.

Significa [o radical da palavra] apaziguar e satisfazer uma ofensa a Deus [no caso grego deuses ou um deus]. Não se preocupe com a origem pagã do termo, pois muitos termos foram incluídos na escrita religiosa cristã foram retirados de termos do grego comum, como eklésia e outros, a importância está na capacidade de definir um ato no mundo teológico cristão.

Aplicada ao Sacrifício de Cristo, a palavra representa que a morte de Jesus foi propiciatória, desviando a ira de Deus do pecador.

- Propiciação: “hilasmos”, relacionado a “hileos” – misericordioso.

A palavra descreve Cristo, através de sua morte em sacrifício vicário, apaziguando a ira de Deus por causa do pecado.

Através da morte de seu Filho Deus pode ser misericordioso com o pecador que N’Ele crê e assim a reconciliação é efetuada.

I Jo 4.10. ... e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados...

E ainda na Lição: I João 2.2: E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.

É usado em Romanos 3:25, onde Paulo diz (literalmente) " Deus propôs para propiciação (Propiciatório). Isto significa que Jesus Cristo é o Propiciatório, ou seja o que satisfez a ofensa do homem perante Deus, além D’ele mesmo ser a propiciação.

A palavra "propiciatório" fala de um lugar de descanso, assim o Propiciatório era o "lugar de misericórdia ou propiciação".

Quem passava por fora, ou ao longe, do tabernáculo erguido, durante a peregrinação dos hebreus, não poderia compreender que ali estava indo a Glória de Deus, e dali Ele falava com seu povo e recebia o Resgate dos seus pecados, um resgate ainda falível, por ser de sangue de bodes e ovelhas.

Da mesma forma os que viam um homem chamado Jesus com suas sandálias sujas, seu corpo cansado, realizando o seu Ministério, ou até mesmo pregado na Cruz, não podiam ver a Glória de Deus N’Ele, só aqueles, como Israel no deserto, sabiam que no Tabernáculo Jesus estava o perdão de seus pecados.

Cristo é esse Propiciatório De Ouro Fino sobre o qual Deus habita, e por Ele fala conosco – Hb.1.1 - a ser descoberto pelos olhos da fé, na forma humana do Homem de Nazaré – Jesus.

Ainda, há muitos, dizendo como Natanael: “pode vir alguma coisa boa de Nazaré”.

Estes precisam entender que o véu se rasgou....

Ou ainda em I Jo 4.10 que diz, “Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.”

A – Tipos da Arca de Deus:

Os querubins estavam no propiciatório com as asas estendidas.

Ex 25:18-20. " Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório, fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório."

- Eles representavam o juízo de Deus.

- A posição deles indica que o juízo de Deus em Israel foi evitado por causa do sangue aspergido no Propiciatório.

Trazendo esta mensagem para todos os homens, que estavam condenados pelo pecado, o juízo de Deus só não se consuma na vida do homem com sua destruição, quando há aspersão do Sangue Remidor do Cordeiro de Deus – Jesus Cristo!

1 - O que era o propiciatório:

A palavra, propiciatório significa coberto.

O Propiciatório era a tampa ou cobertura de ouro maciço da arca.
O Propiciatório é o lugar onde o sangue era aspergido.
Num 7:89. “E, quando Moisés entrava na tenda da congregação para falar com ele, então ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que estava sobre a arca do testemunho entre os dois querubins; assim com ele falava."
Hoje este propiciatório nos é revelado e nos fala à partir da Cruz vazia, pela Voz do Seu Filho, por meio do Espírito Santo, que fala á Igreja.
A Arca da Aliança era um pequeno baú feito de madeira de acácia revestida de ouro e com uma tampa.
O Propiciatório era a tampa ou a cobertura de ouro sólido, com o mesmo tamanho da tampa Arca (2,5 côvados de comprimento x 1,5 côvados de largura). Acima do Propiciatório, havia dois querubins de ouro batido um em frente do outro. As suas asas estendidas obscureciam a tampa de ouro e as suas faces estavam constantemente olhando para baixo. Eles representavam à presença e santidade do Senhor e são seus instrumentos escolhidos de juízo, para qualquer que se presença pecadora diante do Senhor, e quando olhavam para o sangue, a ira de Deus é aplacada, e eles permanecem em paz.
Jesus com seu sangue aplacou a ira de Deus contra o pecado que nos manchava diante D’Ele, o Pai, agora quando Ele, o Pai, nos olha nos vê cobertos pelo Sangue de Seu Filho.
Como propiciatório Jesus cobriu uma multidão de pecados.

2 - A Utilidade do Propiciatório.

A Presença de Deus – Ex 25.22, “E ali virei a ti”; Lv 16.2..

A utilidade do propiciatório de ouro puro era que sobre ele a presença de Deus se manifestava (Lv 16.2).

A presença visível do Deus que é Espírito (Jo 4.24) é Cristo (Cl 1.15, “O qual é imagem do Deus invisível”)! A “expressa imagem da Sua pessoa” é Cristo (Hb 1.3)!

Deus aparecia na nuvem sobre o propiciatório e a revelação do Novo Testamento aponta claramente que a presença de Deus hoje está em Cristo. Por essa razão temos que verificar que Cristo tem o lugar propício na nossa fé se qualquer pecador quiser ser salvo.

O Novo Testamento revela claramente que Cristo é essa comunicação de Deus.
Cristo é o Verbo eterno! Cristo é o Verbo divino! Jo 1.1 diz “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.
Um ‘verbo’ é o que é parte de um código usado para transmitir algo entre pessoas. É comunicação.
Portanto, a comunicação de Deus para o homem é Cristo!
Por isso Cristo é chamado “Palavra” em I Jo 5.7, Cristo é a - “Palavra da vida” - tocado, visto e ouvido pelos Apóstolos do Qual eles testificaram (I Jo 1.1).
A Palavra da Vida comunica com Deus que pelo Seu sacrifício estamos redimidos, comprados e perdoados!
O Apóstolo João revela a vitória final de Deus sobre Satanás, o pecado e de tudo que insta contra Deus.
Essa vitória é somente por Aquele chamado “Fiel e Verdadeiro”; o nome desse que traz a vitória de Deus é a “Palavra de Deus” (Ap 19.12, 13).
Verdadeiramente não ouvimos nada de Deus, não temos nenhuma parte da vitória de Deus, não tocamos nada de Deus se perdemos a Sua comunicação: o Jesus Cristo. Nesta maneira se vê a extraordinária importância do significado do propiciatório de ouro puro.
O propiciatório era o local em que havia a aceitação comunicável do Sumo-Sacerdote representando todo o Povo, com Deus, sobre ele estava o sangue que tornava aceitável o perdão pelos erros dos homens.

O Propiciatório não tinha o seu valor da pureza de seu ouro, mas pelo fato de que era o lugar onde era aspergido o sangue do sacrifício na presença de Yhwh.

O patíbulo de madeira da Cruz foi o propiciatório de Jesus que permitiu a Consumação da obra vicária salvítica e perdoadora por intermédio do Filho de Deus – Jesus Cristo.

Dele Isaías disse: Is. 53.2,3. “Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum”.

Era como algo escondido até o véu do templo rasgar-se e podermos ver a sua Glória [como a Glória do Unigênito de Deus], era o pavão [um dos símbolos usado pela Igreja primitiva para Jesus] com os pés no chão, sem abrir as suas belas asas.

Assim, percebemos que o Propiciatório aponta à obra vicária de Cristo.

B – Jesus tem Poder de Perdoar pecados:

Resumindo essas passagens aprendemos:

-Cristo é o propiciador para o pecador ser feito “propício” (fazer favorável) a Deus, e, pelo sangue de Cristo Deus é feito “propício” (fazer favorável) para com o pecador. Cristo, sendo o nosso substituto, assumindo os nossos pecados. É vital e fundamental este entendimento que Jesus tem toda a autoridade como Propiciador de ser perdoador de todos os homens perante o Pai, através da Sua Obediência, indo até a morte de Cruz.

- Expiando-se por nossa culpa “cobriu” todos aqueles que se arrependam e crêem N’Ele pela fé. Por Cristo ser a propiciação dos nossos pecados, a ira de Deus é apagada; ou aplacada.

Se você tem o sangue de Cristo cobrindo os seus pecados, você obteve o perdão de Deus.

Basta ter o ‘propiciatório’ – Cristo - e terá a presença de Deus contigo, ouvirá a Sua Palavra, será a habitação de Deus e a habitação de Deus será sua pela eternidade.

III - REMIDOR :

A palavra que melhor explica o que é o remidor é: Remiu – ga’al [strong] – resgatar, remir, comprar de volta; libertar através da vingança ou retribuição. Ga’al refere-se ao costume de comprar de volta algo perdido por uma pessoa, por um ato violento, ou por pobreza. O que pratica o ato da remissão é [geralmente] um parente que está em melhor situação, ou que se interessa por amor pela vida do resgatando [caso emblemático de Rute], o verdadeiro resgatador, ou remidor, não está interessado naquilo que o resgatado pode oferecer, e compra de volta a propriedade perdida em favor do mais fraco.

O Salmo 72.14. “Libertará [ga’al] a sua alma do engano e da violência”.

Em Is. 52.9:Porque Deus consolou o seu povo, remiu a Jerusalém”. Deus redime Jerusalém comprando-a de volta de seus opressores em favor de seu povo.

A Bíblia ressalta o compromisso de deus de forma ampla, pois Ele se comprometeu em redimir toda a criação, a que atualmente geme em escravidão.

O aspecto histórico-redenditvo da Ação salvítica de Nosso Senhor Jesus Cristo, torna esta lição um marco para o entendimento do poder de Jesus Cristo em perdoar, remir e ser o Redentor [remidor], muito mais além da figura histórica judaica do remidor.
Seja ele, Boaz, de quem, Jesus é parte da sua linhagem, aquele que resgatou Rute e por Graça de Deus e seu Plano divino permitiu que as Profecias do Messias se cumprissem em Jesus de Nazaré.
Rute 4. 4-17.
- HA GO’EL (hebraico): “O Redentor”. Redentor: pessoa esperada ansiosamente; aquele que veio para reformar.

Para o povo judeu, o “redentor” (no hebraico: go'el [ga’al]: redentor, resgatador, libertador, o vingador de sangue em nome da justiça) era um membro da família

IV - Que é Redenção?

NO ORIGINAL – “apolutrosis” - [Strong]; libertação garantida pelo pagamento de um resgate, entrega e libertação.

A palavra no grego secular descrevia um conquistador libertando um prisioneiro, um mestre resgatando um escravo, e ainda a redenção de um domínio. No NT designa libertação do mal e do castigo do pecado através de Cristo. O preço pago para obtenção desta liberdade foi o sangue de Cristo derramado na cruz do Calvário.

Redenção está intimamente ligada à questão da libertação de alguém que antes era escravo e precisa de um redentor, que possua capacidade de comprá-lo pelo preço que está sendo solicitado por quem detém o seu direito de libertá-lo ou faze-lo alguém livre.

É por isto que a questão redentorista é uma questão etimológica, advinda da situação do mundo físico e que se amplia para o Mundo espiritual.

Nós antes éramos Escravos do pecado.

Simplificadamente podemos dizer que “redenção significa livrar alguém através do pagamento de um preço”. A idéia está associada com a de “resgate”.

O termo grego para ambos é lytron, que era usado para o ato de pagar o resgate de escravos de guerra.

No grego clássico, na 14a. rapsódia da Ilíada, o termo lytron é empregado para a recuperação do cadáver de Heitor das mãos dos gregos.

Um léxico grego define assim: “É aquilo que se oferece para libertar e resgatar um homem de uma escravidão bárbara”.

Redenção é, pois, resgate, compra do poder da escravidão.

Assim sendo o pecado demandava um resgate, um preço pago devido à penalidade de morte que era imputada a todos nós.

A dádiva para este resgate foi o próprio Jesus, um resgate universal [para muitos, ampliado] de natureza vicária.

Lytron ou lutron define o preço pago que cancelou a nossa dívida. Glória a Jesus!

Há que haver algo propiciatório para que a nossa libertação fosse alcançada. I João 1.9.

A grande verdade a ser extraída desta Lição 04 é que Jesus tem todo o poder para nos Resgatar e ser o nosso Redentor, qualificado pela sua morte na Cruz e por ser perfeitamente Justo e capaz de pagar um preço, que homem algum jamais poderia pagar.

E isto, ele o fez como homem encarnado, sem pecados, ele foi o cordeiro morto que reviveu para pagar o preço de nossa Redenção.

Agora passamos da morte para a vida. I João 1.14.

V - A situação da Escravidão:

1- escravidão da tribulação, permitida por Deus:

Job o grande patriarca da Bíblia estava numa situação à disposição do adversário de sua alma, mas jamais deixou acreditar que o preço de sua libertação estava nas mãos de seu Redentor.

Job. 19.25. Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra.

Para alguém poder recuperar outra pessoa necessitava ser mais poderoso do que o que detinha os direitos daquela escravidão.

Precisaria de um acordo ou que o escravizador liberasse por livre e espontânea vontade o ser redimido.

Pv. 23.11. Porque o seu Redentor é poderoso; e pleiteará a causa deles contra ti.

Vejamos sob esta ótica a situação do homem.

Nós éramos pecadores vendidos ao Pecado.

Satanás possuía uma cédula que de algum modo, ou de outro, atingia a todos os homens.

Cl.2.14. Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.

Ele tentou negociar com Jesus para não perder o domínio desta cédula, mas foi refutado pelo Verbo de Deus – A Palavra.

Mt. 4.9,10. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então lhe disse Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás.

Todas estas mensagens nos falam do poder redentivo de Jesus, na visão apologética de João em Sua Epístola Católica.

A visão de que por um homem o pecado entrou no mundo e que um homem – Jesus de Nazaré – pode realizar a nossa Eterna redenção.

VI - Poder de Vencedor para Resgatar:

Usaremos a palavra base: resgate – “padah” – [Strong] – libertar, preservar, resgatar, soltar, liberar, largar, cortar; tornar livre; pagar resgate.

Resgate é a idéia de pagamento que resulta em liberdade é expressa e só pode ser compreendida através da Paixão e Morte de Cristo.

A idéia de resgate com preço era fundamental no entendimento do Apóstolo João, que compreendeu e doutrina as Igrejas sobre o valor e poder de Resgate e Perdoador do Filho de Deus.

Ap. 5.9. E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação;

Este verbo descreve, muito bem, como Deus libertou a Israel da escravidão egípcia [Dt.7.8] e retrata o resgate de Israel de todo o pecado [Sl.130.8].

Is. 35.10;51.11 – obedece a etimologia desta palavra, o verbo “padah”. Seja o resgate feito por meio de um pagamento, seja por meio de uma libertação milagrosa, “padah” expressa o desejo de Deus libertar.

Apenas dois ímpios puderam entender o que acontecia na Cruz do meio do Calvário:

O Ladrão [pela tradição chamado Dimas] e o Centurião romano, que exclamou: “verdadeiramente este homem era o Filho de Deus”, e o ladrão: “Senhor!Lembra-te de mim quando entrares no teu Reino!

Ap. 5.5. E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos.

Jesus obteve de Deus autoridade no Mundo Espiritual que o deu direitos eterno sobre todos os homens, ao rasgar na Cruz a Cédula que nos atingia. Cl.2.14: Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.

Ele que já era poderoso, invadiu a casa do valente e o subjugou de tal maneira que pode cumprir a Palavra do Pai “pisar na cabeça da serpente”. Gn.3.15. E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

João 16.33. Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.

Quando Jesus disse estas palavras ele estava declarando que vencera o sistema do mundo, eivado e formado por: pecado, concupiscência e mais, incluía a Sua vitória sobre o príncipe deste mundo; satanás.

Rm. 7.23,24. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.

Rm. 5.12. - Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.

Rm. 5. 13-15. Porque até à lei estava o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado, não havendo lei. No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não tinham pecado à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos.

I Co.15.21. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem.

Portanto, Jesus tem autoridade eterna de resgatar a todo o homem.

- Só Jesus tem poder de arrebatar os homens e mulheres perdidos, do Reino das Trevas para o Reino do Seu amor.

Leia o texto:

Cl.1.13. O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor;

João usa muito a questão: Trevas versus Luz.

Mesmo na questão redentiva, Ele situa o seu discurso sobre esta base.

A própria comunhão descrita no capítulo 1.vs. 7, infere em resgate para que possamos fazer parte de um arraial de comunhão, por qual preço?

1 - O sangue de Jesus Cristo Seu Filho.

Pedro fala sobre compra ou resgate das trevas para uma Luz que é Maravilhosa que é a Luz que alumia toda a Glória de Deus. Ap. 21.23 E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada.

1 Pd. 2.9. Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;

Para que tenhamos possibilidade do Pai vir fazer morada nós, como Ele é Luz, e não há N’Ele trevas alguma é necessário a libação do sangue de Jesus que infere pagamento ou redenção de pecados.

VI - O Jubileu de Deus:

Lev 27:24 -No ano do jubileu o campo tornará àquele de quem o comprou, àquele de quem era a possessão do campo.

A palavra a ser usada neste trecho do comentário deve ser: remissão.

É no ano do Jubileu que se remiam as pessoas, de suas dívidas, que se remiam os pobres, que se remiam as terras, dadas em pagamento e principalmente se remiam vidas que foram dadas para pagar débitos, assim estes deixavam de ser escravos para serem livres e tinham as suas dívidas perdoadas.

1 - Remissão: aphesis [Strong] – derivada de aphiemi; “mandar embora”.

A palavra significa uma libertação do cativeiro ou prisão, perdão, ou mandar embora, mas com a condição e qualidade adicional da remissão: de cancelar todo julgamento, punição, obrigação ou dívida.

Ano de Jubileu Eterno foi o ano da morte de Jesus Cristo e nós ainda podemos nos aproveitar da extensão deste Jubileu até o dia da Sua volta, como Juiz.

Ele fez a propiciação eterna pelos pecados de todos, de tal forma que não resta mais nenhum preço a ser pago, prova disto é que:

O véu que separava o Lugar Santíssimo foi rasgado, permitindo que a presença de Deus pudesse espalhar-se por toda a humanidade.

Não havia mais nada impedindo a relação dos homens com Deus.

O resgate foi pago!

CONCLUSÃO:

Leia esta explicação comparativa importante:

Publicada na revista teológica SAL T – 1999; texto de Carlos Henrique Seabra:

Expiação: A reconciliação (no grego = katallagê) tem seu aspecto negativo na expiação, que enfatiza a morte de Cristo para o perdão dos pecados em relação ao homem. (A justificação possui aspectos semelhantes a reconciliação: É negativa e positivamente considerada: (a) Perdão e (b) Adoção).

A expiação é a remoção da causa da inimizade do homem (Rm.5:10). Na expiação a fraqueza, a impiedade e o pecado (mencionados em Rm.5:6-8), fatores causadores da inimizade são removidos.

Portanto expiação é o cancelamento da fraqueza (Rm.5:6), da impiedade (Rm.5:6) e especialmente do pecado (Rm.5:8; Ijo.1:29; At.3:19). Na expiação a ação se dirige para aquilo que provocou o rompimento no relacionamento, e se ocupa com a anulação do ato ofensivo.

(b) Propiciação: É a reconciliação em seu aspecto positivo, e por isso vai além da expiação, pois enfatiza a morte de Cristo em relação a Deus.

Na propiciação a ação se dirige para Deus, a pessoa ofendida. O propósito da propiciação é alterar a atitude de Deus, da ira para a boa vontade e favor. Na propiciação é a ira que é removida (Rm.5:9,10) e a amizade de Deus é restaurada. Não é o caso de Deus mudar, mas sim de que sua ira é desviada (Sl.78:38; 79:8;

Em Ex.32:14 o termo arrepender é wayyinnahem, no hebraico, e hilaskomai, no grego, que significa "ser propício".

O Redentorismo de Jesus e seu poder Perdoador, nos confere:

Redenção. De todos os nossos pecados: não estamos, mais em débito, mas em crédito, pois o seu sangue nos imputa liberdade.

Deixamos a vida de servos do pecado

Deixamos de ser escravos do pecado

A nossa submissão a Deus, agora ela é voluntária em amor, antes a nossa submissão ao pecado era escravizante, pelo horror da morte.

Pelo preço do sangue de Jesus tomamos a Sua natureza e somos Filhos de Deus.

SÓ Ele tem poder real de Ser Redentor e Perdoador, pois ninguém mais pode ou poderá realizar a sua Obra salvítica redentiva.

Ela foi e será eternamente Única.

Deixamos a natureza espiritual adâmica para termos a natureza divina de Jesus. Assim como Ele é nós também seremos.

A nossa redenção nos faz participantes, também, da ressurreição, da ascensão e da glorificação de Cristo, só nos resta esperar a incorruptibilidade ao toque da trombeta e ela certamente soará. I Co.15.52,53. Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade.

Uso um texto de um companheiro, que achei muito importante para concluir:

"Redenção é, portanto, a essência da salvação. Significa que fomos comprados para Deus, como o texto de Apocalipse 5.9-10 já nos mostrou. Como conseqüência ética da nossa redenção, devemos reconhecer que somos o santuário do Espírito Santo e não mais escravos de alguém nem mesmos donos de nossa vida (1Co 6.19-20). Neste texto, “corpos” é o grego sôma, que designa mais que a estrutura física. É o âmago do ser, da pessoa, seu centro volitivo e afetivo. Cristo fez a redenção de todo o nosso ser, para sermos do Senhor. Pensemos em 1João 4.4 e 5.19. Somos do Senhor”. Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho.

Observação final:

Quanto à ação advocatícia de Jesus como nosso Advogado diante do Pai, infere diretamente em tudo o que seu ato redentor proporciona ao homem ou mulher que aceita o seu sacrifício.

Só ele pode nos representar como homem imaculado diante de Deus, como o homem que morreu, mas ressuscitou, e mais ainda pela sua “kenosis”, isto é, pelo seu esvaziamento voluntário da Sua Glória, com tudo o que não conseguimos humanamente expressar o que vem ser esta Glória, pois é inefável, a qual retomou após se fazer homem e ressurgir dentre os mortos como Primícia dos que dormem.

Por tudo isto ele venceu o pecado e tem poder ímpar para ser nosso representante diante do Pai. A Ele A Glória!!!

Recomendamos ler nosso comentário da Primeira lição sobre a I Epístola Universal do Apóstolo São João.

Fonte:

Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho

Igreja Batista Cambuí

Prof. Paulo Cristiano

Academia de teólogo

FATECBA - FACULDADE TEOLÓGICA E CULTURAL DA BAHIA

Apontamentos do autor

Jesus net

Bíblia Plenitude

Bíblia digital - cortesia tio Sam

Dicionário e léxico Strong Grego e Hebraico

Imagem blog Jesus te liberta

Seguidores

Geografia Bíblica-Texto-Local!

Para quem estuda a Arqueologia - Mapas do Antigo Testamento e do Novo Testamento.
Viaje à Terra Santa pelo seu PC, ou qualquer lugar citado na Bíblia! Com ela você pode através do texto que está lendo ter acesso ao local onde ocorreu o fato bíblico! Forma gratuita, é só clicar e acessar:

Ser Solidário

Seja solidário
"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

Doutrina


O Credo da Assembléia de Deus
A declaração de fé da Igreja Evangélica Assembléia de Deus não se fundamenta na teologia liberal, mas no conservadorismo protestante que afirma entre outras verdades principais, a crença em:
1)Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).
Pacto de Lausanne – Suíça
Teses de Martinho Lutero
95 Teses de Lutero
Clique e acesse todo texto.

Ensino Dominical

União de Blogueiros Evangélicos
Powered By Blogger