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domingo, novembro 8

Livre afinal. O Muro de separação caiu, em Berlim e nas Regiões espirituais.Acesso Livre ao Pai Eterno.Atualizado em 09/11/2009.

Atualização:Que dia é hoje?
A Queda do Muro de Berlim.
20 Anos de Liberdade!

Fotos das Festividades na Data da Queda do Muro:
09 de Novembro de 1989 - 09 de Novembro de 2009.
Presenças de lideranças da Alemanha, da Premier, Ministra Angela Merkel, ela mesma, ex-moradora do lado Oriental dominado pelos comunistas.
A secretaria de Estado EUA Hillary Clinton, Lech Waleska, ex-premier russo Mikhail Gorbachev [mentor da peretroiska - a abertura neo-capitalista do regime soviético, do qual a RDA era "satélite"] e outros tantos, e a multidão de alemãs.
Que dia é hoje?
Ef.2.11-14:Portanto, lembrai-vos que outrora vós, gentios na carne, chamam circuncisão, feita pela mão dos homens,estáveis naquele tempo sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos aos pactos da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. Mas agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade,e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um só corpo, tendo por ela matado a inimizade; e, vindo, ele evangelizou paz a vós que estáveis longe, e paz aos que estavam perto; porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito.
A queda do muro de Berlim.
O muro cerca o Portão de Brandemburgo, entrada de Berlim Oriental.
Muitos morreram buscando liberdade.
Muitos morreram na esperança de voltar a ver os amigos, parentes, pais e familiares separados, de uma hora para outra.
Muitos morreram na ânsia de passar para o lado da Liberdade.
Muitos, ainda morrem por liberdade.
Para nós os crentes, e para todos que crêm ou crerem em Jesus, foi e necessário, um só Justo – Jesus Cristo, o Homem de Nazaré, morrer para nos dar o direito a Verdadeira Liberdade.
O Muro de Berlim caiu, mas o Muro divisório entre Deus e o homem, foi rasgado, com as feridas de Jesus Cristo, na Cruz do Calvário.
Um muro dividia o mesmo povo.
Mas, Cristo derribou o Muro da separação e pelo seu sacrifício Eterno, dos dois povos fez um só povo.
A Cruz está vazia para sempre.
Aproveito o texto da Colunista e cientista política Lúcia Hippólito, para lembrar a Queda de um Muro, esperada por quase 50 asnos, e lembrar a todos, que houve uma espera secular para que um homem, viesse a realizar a queda do maior muro,que já dividiu a humanidade, o Muro do pecado.
Portão de Brandemburgo, hoje.
Amanhã faz 20 anos que caiu um dos mais importantes marcos do fim do império soviético e do fiasco do socialismo da Cortina de Ferro.
Vale a pena recordar alguns trechos da história do muro de Berlim.
Após a Segunda Guerra Mundial, a capital alemã, Berlim, foi dividida em quatro áreas controladas pelos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e União Soviética.
Em 1949, Estados Unidos, França e Grã-Bretanha fizeram um acordo para integrar suas áreas à República Federal da Alemanha (Alemanha Ocidental).
O setor soviético, Berlim Oriental, passou a ser integrado à República Democrática da Alemanha, seguindo o sistema socialista, pró-soviético.
Até 1961, os cidadãos de Berlim podiam passar livremente de um lado para o outro da cidade.
Porém, em 13 de agosto de 1961, com o acirramento da Guerra Fria e com a grande migração de berlinenses do lado oriental para o ocidental, o governo da Alemanha Oriental resolveu construir um muro dividindo os dois setores.
Dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Foi também proibido a passagem das pessoas para o setor ocidental da cidade.
Checkpoint Charlie, um dos pontos de passagem entre os lados da cidade.
A construção do muro – símbolo da separação dos blocos capitalistas e comunistas – não respeitou casas, prédios ou ruas.
Policiais e soldados da Alemanha Oriental impediam e até mesmo matavam quem tentasse ultrapassar o muro. Muitas famílias foram separadas da noite para o dia.
Pelo menos 80 pessoas morreram, 112 ficaram feridas e milhares foram aprisionadas nas diversas tentativas de atravessá-lo. Sua estrutura chegou a ser reforçada por quatro vezes.
No final da década de 1980, começou o despertar das nacionalidades, com a queda da Tchecoslováquia e da Iugoslávia.
As duas Alemanhas começaram também a manifestar o desejo da reunificação. Enormes fluxos migratórios da Alemanha Oriental para a Alemanha Ocidental, durante o verão de 1989, tornaram-se impossíveis de controlar.
No dia 9 de novembro de 1989 foi autorizada a livre circulação entre as duas partes de Berlim, e como consequência os alemães foram para as ruas comemorar o momento histórico e ajudaram a derrubar o muro.
Durante todas a noite, alemães de um e de outro lado da cidade subiram e dançaram em cima do muro. Todos festejavam, enquanto várias faixas do muro iam sendo cortadas e jogadas no chão.
A queda do muro de Berlim significava a queda dos regimes comunistas e o fim da Guerra Fria.
Lucia Hippolito
É cientista política, historiadora e jornalista, especialista em eleições, partidos políticos e Estado brasileiro.
É comentarista política da Rádio CBN e da Globonews.
É âncora do CBN Rio. Clique e leia mais

quarta-feira, março 26

BBC exibe imagem de Jesus crucificado de forma contrária descrita na Bíblia.

A rede de televisão britânica BBC irritou setores mais tradicionais da Igreja Católica ao exibir uma nova imagem da crucificação de Jesus Cristo, segundo o jornal espanhol El País. Nela, Cristo aparece com os braços para cima, crucificados em lugar das mãos, e as pernas flexionadas.
O produtor do desenho, Simon Elliott, tomou como referência o descobrimento de um esqueleto crucificado próximo de Jerusalém em 1968, o único resgate arqueológico deste tipo e que está na mesma posição da imagem reproduzida pela BBC.
Diversos teólogos se manifestaram contra a imagem por "reinventar" a narração bíblica e "enganar deliberadamente" o público, mas seus responsáveis asseguram que se apoiaram em um intenso trabalho de investigação para construir a versão da crucificação de Cristo.
Mark Goodcare, professor de religião da Universidade de Duke, afirmou que "os romanos crucificavam as pessoas de diversas formas, e este método era um dos mais usados e eficazes". Emtretanto, entidades religiosas alegam que a imagem distorce os fatos e deprecia o significado que cerca a imagem tradicional de Jesus crucificado.
Um achado arqueológico sustenta a tese
A representação tradicional de Cristo crucificado é a de um homem pregado na cruz, de braços estendidos e pernas esticadas, a acompanhar o formato da própria cruz. Mas a descoberta de um esqueleto, em Jerusalém, em 1968, de um homem crucificado na mesma época de Jesus pode contar uma história diferente.
Essa é, pelo menos, a tese dos autores do novo docudrama da BBC
The Passion, que a televisão pública britânica está nesta altura a exibir. Não sem o protesto veemente de alguns grupos de cristãos mais tradicionalistas, que não aceitam alternativas à versão oficial da crucificação.
A nova versão da crucificação avançada na série da BBC sugere que a posição a que Jesus foi sujeito na crucificação era algo diferente da que foi perpetuada pelos artistas do renascimento e do barroco.
De joelhos flectidos
Os estudos do esqueleto descoberto em Jerusalém apontam para que os cravos tenham sido cravados nos antebraços, e não nas mãos, e sugerem também que a pequena trave à qual foram pregados os pés se situasse mais acima do que tem sido representado.
Nesta posição, em que os joelhos estavam flectidos, os pés não serviam de apoio e o peso do corpo recaía todo nos músculos peitorais e abdominais, dificultando e entrecortando a respiração, e acabando por causar a morte por asfixia à vítima.
Este foi até hoje o único esqueleto encontrado de uma pessoa crucificada naquela época que sustenta esta tese. Mas a série decidiu adoptá-la e foi Simon Elliot, produtor da série, que definiu esta como sendo a tese da crucificação de Cristo a apresentar.
Mark Goodacre, professor de religião na universidade britânica de Duke e assessor científico da série, concordou, no entanto, com a ideia e, a este propósito, adiantou, em declarações citadas pelo El País, que "os romanos crucificavam as pessoas de várias formas diferentes e este método [retratado na série] era um dos mais utilizados", porque era também "um dos mais eficazes".
A tese, porém, acendeu um rastilho de protestos por parte de várias organizações cristãs no Reino Unido, como a muito conservadora Christian Voice.
Protestos dos conservadores
Esta organização chegou a mover inclusivamente um processo contra a estação pública, em 2005, quando esta exibiu o musical Jerry Springer- The Opera, que aquela organização cristã considerou blasfema. A decisão do tribunal, conhecida recentemente, não deu no entanto razão à Christian Voice. Em relação à tese da crucificação defendida na série agora exibida, esta e outras associações no género acusam a estação pública britânica de "distorcer os factos e de depreciar o significado que encerra a imagem tradicional de Cristo crucificado", de acordo com declarações citadas pelo diário El País.
Com um elenco de actores muito populares no Reino Unido, a série de quatro episódios relata os factos conhecidos e discute os acontecimentos com base nos materiais escritos disponíveis, nos achados arqueológicos e na sua interpretação por parte de teólogos e historiadores britânicos de referência.
Mais uma vez o homem, tenta desacreditar a Palavra de Deus, porém o importante nesta história, é que Jesus morreu e nos Salvou!
Cumpriu o Plano de Deus e subiu ao Patíbulo da Cruz, por todos aqueles que o aceitam como seu Salvador, inclusive Mr. Simon Elliott e todos da BBC, o que me deixa trite é que na Inglaterra, um dos berços do Protestantismo, uma Televisão Estatal se preste à esta prática, esquecendo-se de suas origens, sendo necessário que a ICAR se pronuncie, contra esta produção.
God save England!
http://dn.sapo.pt/2008/03/18/ciencia/cristo_crucificado_numa_posicao_dife.html
Mais informações:
A BBC enfrenta acusações de tentar reescrever a história da Páscoa e de enganar a opinião pública ao ignorar as provas bíblicas e a tradicional imagem do Nazareno na cruz. Religiosos afirmam que a emissora britânica ofende gratuitamente a fé cristã.
Os autores do filme "A Paixão" (The Passion) preferiram exibir Jesus crucificado com os braços acima da cabeça, com pregos cravados neles, e os joelhos dobrados, uma decisão de Roma possivelmente para expô-lo ao ridículo.
Fiéis já dispararam a fúria contra o filme, afirmando que a BBC havia absolvido Judas e Pôncio Pilatos - que teriam sido tratados de maneira "muito simpática" - e sugerido que Maria não sabia o que estava acontecendo com ela.
O produtor do filme Simon Elliott disse que a BBC está sendo o mais fiel possível à realidade histórica. Segundo ele, a Bíblia carece de informações precisas sobre a crucificação.
"Ele provavelmente foi posto em um mastro usado para forca e deixado em posição fetal", disse Elliott ao jornal "Daily Mail". A forma como os cristãos conhecem a crucificação de Jesus, diz o produtor, é apenas uma das muitas adotadas pelos romanos àquela época.

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