sexta-feira, fevereiro 20

....O PERIGO DO ARDIL GIBEONITA LIÇÃO 08 - 02/2009

O PERIGO DO ARDIL GIBEONITA
Tanque de Gibeão
Deixar de atentar a ordem de Deus, se torna uma arma na mão do inimigo.
Osvarela.
Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios. I Ts. .6
Josué 9.1-6,15-16
Josué 9.14 Então os homens de Israel tomaram da provisão deles, e não pediram conselho ao Senhor.
Algumas das maiores derrotas do povo de Deus Israel são focos de ensino para nós, como Igreja:
Depois da lição da semana passada sob o tema, Da derrota à vitória, temos uma nova lição, só que esta, mais uma vez nos ensina lições de como:
O crente precisa estar sempre atento, porque mesmo após a vitória, alguns procurarão se aproveitar da situação de graça e vitória para testar a nossa relação com Deus.
Seja por medo, ou seja, por se aproveitar daquilo que Deus te deu.
Logicamente que não somos contra o compartilhar as bênçãos de Deus, afinal, elas são dadas d pó Graça inefável do Todo-Poderoso, mas devemos estar atentos, pois o aproveitador pode ser nosso vizinho, aqui como proximidade e nós não o reconhecermos.
O que ocorreu nesta fase da história da conquista do povo hebreu, da Terra Prometida, foi fruto de um encontro, no qual os hebreus não vigiaram, mas se sentiram como piedosos, ou superiores, depende do ponto de vista, e auto-discernidores da Lei.
Quem eram os gibeonitas:
GIBEOM - que pertence a um monte.
Quando os israelitas chegaram à região na terra dos heveus, nela havia uma cidade chamada Gibeão, onde habitavam os gibeonitas (a capital, Gibeão, e as cidades de Cefira, Beerote e Quiriate-Jearim) cujos líderes decidiram adotar uma estratégia diferente de todos os povos que se assustaram com as notícias sobre as conquistas dos hebreus e seu poderio bélico. Esta região ficou, durante o repartir das terras, com a tribo de Benjamim.
Afinal, lutar contra os israelitas não parecia uma idéia muito boa. Sendo assim eles adotaram uma estratégia de não enfrentamento com os hebreus, e se dispuseram a engana-los.
Mandaram uma embaixada dos rotos e famintos, até ao acampamento dos hebreus, estes ainda em festa, pela vitória sobre Ai e da repartição dos despojos.
Uma delegação ou embaixada do engodo, engano e mentira:
Josué 9.4: usaram de astúcia: foram e se fingiram embaixadores, tomando sacos velhos sobre os seus jumentos, e odres de vinho velhos, rotos e recosidos,
O povo hebreu tomou para si a decisão de aliançar-se com um povo desconhecido, apenas baseado no aspecto físico e das roupas e do pão embolorado. Dando a aparência de que vinham de muito longe. Quando na verdade, Gibeom ficava a menos de um dia de distância.
Sequer atentaram para o fato, de que para viajarem de tão longe, aqueles homens deveriam trazer porção diferente do que o pão, pois eles mesmos haviam passado por esta situação e nunca comeram pão embolorado, no mínimo não deveria ter sobrado pão, pois deveriam tê-lo comido, todo, durante a “extensa” viagem.
Quando nós tomamos, decisões sozinhos, sem consultar ao Deus dos céus, ficamos cegos.
Presunção determina o erro:
Talvez, aí residisse o problema, fizeram uma leitura da situação daqueles homens e julgaram que Iavé Deus dos hebreus, lhes havia sido gracioso, pois eles eram D’Ele: O risco da presunção!
Somos os melhores...
O que determina e nos leva a ser enganado pelo adversário ou enganador:
O encontro heveus gibeonitas com os israelitas demonstrou:
Falta de vigilância
Desconhecer o inimigo
Falta de discernimento
Falta de visão
Auto-suficiencia
Abertos ao afago fácil dos bajuladores
Estes dois últimos itens têm levado muitos, à derrota: obreiros e Igrejas!
Quantas Igrejas, que recebem grupos vindos como sofridos e necessitados, em conjunto com um “líder perseguido”, que após assentarem sob a nossa mesa, nos obrigam a servi-los e ajuda-los, com aquilo que temos de melhor e às vezes, ainda levam nossas coisas ou saem nos desacreditando no meio do povo de Deus.
No verso 9, temos: “teus servos vieram duma terra mui distante, por causa do nome do Senhor teu Deus, porquanto ouvimos a sua fama, e tudo o que fez no Egito...”. [vide acima]
Outrossim, demonstra a questão de querermos ser mais misericordiosos do que o próprio Deus.
Ser imune aos bajuladores é algo difícil aos homens, pregadores, líderes, crentes vitoriosos, têm caído nesta cilada.
Pv 27:21: “O homem é provado pelos louvores que recebe”.
Seja provado e aprovado por Deus e não pelos homens tão somente, não seja, como aquele que não se deixa levar pelos elogios e pretensa força que outros “vêem” em você.
Rm.2. 29: Mas é judeu aquele...no espírito, e não na letra; cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus.
Faltou discernimento:
I Co. 4.5: Portanto nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não só trará à luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o seu louvor.
Eles desconheciam os desígnios do coração dos gibeonitas e foram aguçados no seu desejo, talvez, no sentido de abreviar uma etapa da luta com mais um povo, aquele já estava se entregando de forma gratuita:
Pensamento ou ilação do pensamento dos hebreus: É menos um povo, a que nós faremos guerra, e eles moram longe, já estamos queimando uma etapa.
É aí, que muitos perdem as batalhas, como Abraão pensou em abreviar o tempo de ter um filho, concebeu um filho de Agar a escrava.
Facilidades que geram dificuldades futuras. Gl.6. 7: Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará.
Ora! Isto era contra a ordem de Deus.
Jr.48.10: Maldito aquele que fizer a [obra do Senhor] negligentemente [relaxadamente]...
É interessante notar que este espírito de relaxamento e facilidades é uma das coisas que querem nos corromper nos dias atuais, nós dizemos: ”deixe-os estar entre nós”, somos partidários do jargão usado na política, ao realizar uma aliança com grupos adversários:
“É melhor o inimigo perto, onde podemos controla-lo, do que longe e sem aliança”.
Foi um dos erros de Josué e dos homens de Israel [seus conselheiros anciãos].
A Palavra de Deus se consultada lhes daria o necessário discernimento:
Hb.4.12: Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.
Fl.1. 9: E isto peço em oração: que...aumente mais e mais no pleno conhecimento e em todo o discernimento...
Hb. 5. 14 mas o alimento sólido é para os adultos, os quais têm, pela prática, as faculdades exercitadas para discernir tanto o bem como o mal.
A sagacidade do inimigo é conhecida por nós e também era conhecida pelos hebreus pela Lei mosaica, com base no Pentateuco: A imprudência dos filhos de Deus.
Não atentar ao que Deus falou:
Lucas 16:8: “...os filhos deste mundo são mais sagazes para com a sua geração do que os filhos da luz”.
Não consultar ao Senhor, antes de tomar uma decisão.
Isto ocorreu rotineiramente na vida do povo hebreu, e também ocorre na vida da Igreja.
Sabemos quais são as ordens de Deus e continuamos a desobedece-las e tomamos atitudes de nossa própria mente, sem consultar ao Senhor.
A questão da hospitalidade do povo hebreu e a Lei:
Ex.22.21: Ao estrangeiro não maltratarás, nem o oprimirás; pois vós fostes estrangeiros na terra do Egito.
Ex.23.9: Outrossim, não oprimirás o estrangeiro; pois vós conheceis o coração do estrangeiro, porque fostes estrangeiros na terra do Egito.
Talvez Josué tenha interpretado a Lei, e com base nesta interpretação, liberado um pacto com os gibeonitas.
Aqui aprendemos uma lição de Teologia prática:
A necessidade de saber interpretar a Palavra de Deus dentro de um contexto geral, a Bíblia explica a própria Bíblia, ou o Ensino Geral Bíblico deve ser aplicado quando temos dúvida num ponto bíblico.
II Pe.1.20: sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.
Mas, ele não poderia faze-lo sem consultar ao Senhor.
Lv.19. 33,34: Quando um estrangeiro peregrinar convosco na vossa terra, não o maltratareis. Como um natural entre vós será o estrangeiro que peregrinar convosco; amá-lo-eis como a vós mesmos; pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso Deus.
Como terá sido a interpretação destas ordens, com base na Lei mosaica?
Qual seria a verdadeira e literal orientação quanto aos estrangeiros?
Aí está o ponto determinante da questão do ardil dos gibeonitas:
Primeiro eles conheciam aquilo que o povo de Deus – os hebreus – deveriam realizar naquelas terras;
Conheciam a questão da hospitalidade em relação aos estrangeiros, que caminhassem com os hebreus suas jornadas.
Nm. 15. 14: Também se peregrinar convosco algum estrangeiro...
Não nos esqueçamos que os hebreus estavam naquela região por um bom período, isto permitiu, que os viajantes e forasteiros com quem cruzassem e convivessem por períodos curtos ou longos, propagasse o que o Senhor havia falado aos hebreus, acerca dos povos que habitavam aquelas terras, pois desde a saída do Egito, outros povos e mistura de gentes já conviviam entre os hebreus, o chamado “vulgo”.
Nm. 11. 4: Ora, o vulgo que estava no meio deles...veio a ter grande desejo....
Olhando apenas o exterior:
Normalmente, há um hábito entre nós, mormente os brasileiros e crentes, de analisar pessoas pela aparência, seja o bem vestido ou o mal-vestido.
Quero destacar, aqui a questão do aparente humilde.
Um erro crasso e recorrente no meio do povo de Deus, até nos nossos dias, se alguém se apresenta com roupas, sapatos,e objetos humildes, logo, se aceita tal pessoa como uma pessoa simples, com “características” de santo. Mas, pisa no “calinho” dele, para você ver, o “santo”.
Quantos têm sido enganados pela aparência.
Foi o que aconteceu com os hebreus em relação aos gibeonitas.
I Sm.16. 7: Mas o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque eu o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem olha para o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração.
Como reconhecer o engano:
Quando estamos em vitória e dentro do plano de Deus, os nossos inimigos procuram uma forma de nos enganar, nem que para isto mudem a sua aparência:
II Co.11. 14: E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz.
Ele procura até mesmo, como aconteceu com o Apóstolo Paulo, parecer apoiar nosso trabalho, no entanto, está usando de ardil, para desacreditar o ovo de Deus.
At.16.16.ss: Ora, aconteceu que quando íamos ao lugar de oração, nos veio ao encontro uma jovem que tinha um espírito adivinhador, e que, adivinhando, dava grande lucro a seus senhores. Ela, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: São servos do Deus Altíssimo estes homens que vos anunciam um caminho de salvação. E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de Jesus Cristo que saias dela. E na mesma hora saiu.
Ensinados pelos próprios inimigos de Deus.
Os gibeonitas, muito embora, não fossem hebreus sabiam ou tinham conhecimento, do que Deus determinara para Israel realizar:
Destruir todo o povo que habitavam em suas terras, no entanto, os hebreus não atentaram á isto e tiveram que ouvir da boca dos gentios uma lição de obediência.
Josué 9.24 Respondendo a Josué, disseram: Porquanto foi anunciado aos teus servos que o Senhor teu Deus ordenou a Moisés, seu servo, que vos desse toda esta terra, e destruísse todos os seus moradores diante de vós, temíamos muito pelas nossas vidas por causa de vós, e fizemos isso.
O Erro humano reparado por Deus:
A Bíblia está cheia destas situações, Deus reparando o erro humano e transformando maldição em Benção.
Deus é um Deus de compaixão e nos faz sair de situações que criamos á nós mesmos, pela sua infinita misericórdia.
Não quero porém que isto possa ser um incentivo à qualquer um de nós. Lembre-se de Esaú ou Sansão.
JOSUÉ 10.1,2: Quando Adoni-Zedeque, rei de Jerusalém, ouviu que Josué tomara a Ai, e a destruíra totalmente (pois este fizera a Ai e ao seu rei como tinha feito a Jericó e ao seu rei), e que os moradores de Gibeom tinham feito paz com os israelitas, e estavam no meio deles, temeu muito, pois Gibeom era uma cidade grande como uma das cidades reais, e era ainda maior do que Ai, e todos os seus homens eram valorosos.
Ainda que errando a manifestação de apoio e subserviência dos gibeonitas trouxe ainda mais receio, ou mesmo pavor, ao povo que habitava a Terra Prometida.
Muito embora, a ação dos gibeonitas tenha se iniciado de forma ardilosa, como em outras oportunidades, Deus permitiu e transformou o erro do seu povo em fator de vitória, o que acabou apressando a ação da conquista da Terra, com a destruição dos demais reinos da região:
JOSUÉ 10.3.ss: Pelo que Adoni-Zedeque, rei de Jerusalém, enviou mensageiros a Hoão, rei de Hebrom, a Pirã, rei de Jarmute, a Jafia, rei de Laquis, e a Debir, rei de Eglom, para lhes dizer: Subi a mim, e ajudai-me; firamos a Gibeom, porquanto fez paz com Josué e com os filhos de Israel. Então se ajuntaram, e subiram cinco reis dos amorreus, o rei de Jerusalém, o rei de Hebrom, o rei de Jarmute, o rei de Laquis, o rei de Eglom, eles e todos os seus exércitos, e sitiaram a Gibeom e pelejaram contra ela. Enviaram, pois, os homens de Gibeom a Josué, ao arraial em Gilgal, a dizer-lhe: Não retires de teus servos a tua mão; sobe apressadamente a nós, e livra-nos, e ajuda-nos, porquanto se ajuntaram contra nós todos os reis dos amorreus, que habitam na região montanhosa.
Fim destes povos e as obrigações da Aliança:
O uso destes povos, como mão-de-obra, pelo ardil, acabou sendo uma prática que até o governo do Rei Salomão os fez trabalhadores forçados:
Israel jamais conseguiu, por sua própria falha, extirpar de seu meio, ou seja, da Terra Prometida, estes povos.
Apenas Salomão tomou atitude com eles.
Salomão, filho de Davi, transformou os jebuseus em servos: "Quanto a todo o povo que restou dos amorreus, heteus, ferezeus, heveus e jebuseus, e que não eram dos filhos de Israel, a seus filhos, que restaram depois deles na terra, os quais os filhos de Israel não puderam destruir totalmente, a esses fez Salomão trabalhadores forçados, até hoje" (1Rs 9:20).
Uma vez aliançados com os gibeonitas eles tiveram que recorrer as suas reservas de forças bélicas para defende-los, o que não implica em nossa atualidade contemporânea a mesma situação.
Precisamos buscar nesta situação um entendimento diferenciado, pois muitos professores, ensinarão aos seus alunos, sobre esta ótica: a aliança com o Inimigo e a questão do custo desta Aliança.
Nm.32.23: Mas se não fizerdes assim, estareis pecando contra o Senhor; e estai certos de que o vosso pecado vos há de atingir [ou correndo vos alcançar].
Na verdade, Gibeom ficava a menos de um dia de distância. Sem a menor dúvida, os gibeonitas eram culpados; haviam enganado Israel, induzindo o povo de Deus a uma aliança mediante artifícios enganosos. Em condições normais, portanto, os hebreus não seriam obrigados a manter aquele acordo.
Qualquer tribunal tê-los-ia absolvido, e livrado das promessas, à vista do engano proposital praticado pelos cananeus, pois um acordo fora firmado com base numa palavra de falsidade.
Josué 9. 15: Assim Josué fez paz com eles; também fez um pacto com eles, prometendo poupar-lhes a vida; e os príncipes da congregação lhes prestaram juramento.
Sob a visão da Lei, o fato era emblemático, como:
Ajudar aos estrangeiros;
Dada a palavra eram obrigados a cumpri-la
No nosso caso, como Igreja devemos, repudiar qualquer aliança com o Inimigo de Deus e seu povo: Satanás.
Sendo assim, aquele que se aliançar com ele, estará dando parte do que Deus lhe deu como benção, para o uso do enganador;
Será objeto de opressão do mesmo.
Ele virá contra nós com seus reinos e potestades para nos derrotar.
Ef. 6. 12: pois ... que temos que lutar, ...contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes.
Quantos já não foram enganados, e só, momentos depois vão reconhecer o engodo em que caíram, aí já é tarde demais, serão obrigados a apagar o preço do erro.
Esta é uma lição, especialmente redigida para nós, tendo em vista a situação dispare em relação ao juramento de Josué e os homens de Israel, leia-se anciãos, ou como diz a palavra – príncipes - realizaram com os gibeonitas.
Aquilo que tinham de forças teve que ser usado à favor do mentiroso.
Aquilo que temos de força espiritual nos será diminuída até descobrirmos o engano.
Rm.6.16: Não sabeis que daquele a quem vos apresentais como servos para lhe obedecer, sois servos desse mesmo a quem obedeceis, seja do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?
Por outro lado é inquestionável a questão da palavra dada:
Desde o momento em que nos aliançamos, com algo, descartada a aliança com satanás; somos obrigados a fazer cumprir a nossa palavra dada.
Tg.5. 12 Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; seja, porém, o vosso sim, sim, e o vosso não, não, para não cairdes em condenação.
II Co.1 17 Ora, deliberando isto, usei porventura de leviandade? ou o que delibero, faço-o segundo a carne, para que haja comigo o sim, sim e o não?
Veja o que ocorreu com Israel ao quebrar uma aliança realizada, mesmo sem o fundamento do conselho de Deus, Ele respeita a nossa palavra como homens de Deus, e a cobrará à todo e qualquer tempo:
Ressaltar: “a colheita da quebra de uma aliança pode produzir efeitos futuros, e o povo acabará colhendo fruto de seus líderes”.
Quando Israel mais tarde deixou de acatar essa aliança, feita com juramento, tal fato constituiu grave ofensa contra o Senhor. Ele castigou o povo com severidade depois que Saul sentenciou alguns gibeonitas à morte (2Sm 21.1-14).
Saul e os gibeonitas - Um rei ou uma liderança ruim, fora do propósito e direção de Deus, mesmo quando quer fazer o certo, faz errado cuidando zelar das coisas de Deus, acaba quebrando uma aliança respeitada por Deus.
Foi o caso de Saul, que procurou extirpar os gibeonitas do meio de Israel matando-os, mas trouxe a praga da fome sobre os termos de Israel, com fome por três anos entre Israel, já nos tempos posteriores à sua morte.
Uma lição de que o erro no meio do povo, por sermos um corpo, poderá nos atingir à todos à qualquer tempo, se falharmos na nossa aliança com Deus.
Temos, pois, que buscar a presença de Deus para verificar onde está o erro.
II Sm.21.1ss: Nos dias de Davi houve uma fome de três anos consecutivos; pelo que Davi consultou ao Senhor; e o Senhor lhe disse: E por causa de Saul e da sua casa sanguinária, porque matou os gibeonitas. Então o rei chamou os gibeonitas e falou com eles (ora, os gibeonitas não eram dos filhos de Israel, mas do restante dos amorreus; e os filhos de Israel tinham feito pacto com eles; porém Saul, no seu zelo pelos filhos de Israel e de Judá, procurou feri-los); perguntou, pois, Davi aos gibeonitas: Que quereis que eu vos faça e como hei de fazer expiação, para que abençoeis a herança do Senhor?
Israel ficou sob a pendência da benção nas mãos dos gibeonitas, pois na realidade eles acabaram aceitando ser servos do que morrer, da mesma forma que Israel aceitou-os em seu meio pela aliança feita por Josué e seus homens.
Situação difícil: ficar com a sua benção ou a vida, nas mãos do que deveriam ser seus servos.
A morte provinda da aliança malfeita:
II Sm. 21.4 Então os gibeonitas lhe disseram: Não é por prata nem ouro que temos questão com Saul e com a sua casa; nem tampouco cabe a nós matar pessoa alguma em Israel. Disse-lhes Davi: Que quereis que vos faça? Responderam ao rei: Quanto ao homem que nos consumia, e procurava destruir-nos, de modo que não pudéssemos subsistir em termo algum de Israel, de seus filhos se nos dêem sete homens, para que os enforquemos ao Senhor em Gibeá de Saul, o eleito do Senhor. E o rei disse: Eu os darei.
Conclusão:
Devemos sempre consultar à Deus, antes de tomarmos qualquer decisão em nossas vidas, para que o futuro seja de bênçãos e não tenhamos que colher o fruto de uma aliança sem a direção de Deus.
Pesquisa do editor:
Origem dos povos que habitavam a terra à época da conquista pelos hebreus.
Js. 3. 10 E acrescentou: Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós, e que certamente expulsará de diante de vós os cananeus, os heteus, os heveus, os perizeus, os girgaseus, os amorreus e os jebuseus.
Nm.13. 29: Os amalequitas habitam na terra do Negebe; os heteus, os jebuseus e os amorreus habitam nas montanhas; e os cananeus habitam junto do mar, e ao longo do rio Jordão.
AMORREUOrigem:HEBRAICOSignificado:AMORI, "MONTANHÊS", OU "AMARGO, REBELDE"
AmorreusNo tempo da conquista os amorreus habitavam as regiões sul e leste de Jerusalém e a Transjordânia (Números 13.30). Foi o povo que ofereceu mais resistência ao avanço dos israelitas na Terra Prometida, conforme o relato sobre a batalha de Gibeom, quando Josué pediu a Deus que o Sol e a Lua se detivessem (Josué 10.4,5).
HETEUDefinição / Significado
heteu adjetivo (lat hethaeu) Que se refere aos heteus, nome que se dá tradicionalmente aos hititas. Feminino: hetéia.
Gn.10.6: Os filhos de Cão: Cuche, Mizraim, Pute e Canaã.
Filisteus – saíram da descendência de Cão e seu filho Cuche.
Gn.10.14 Patrusim, Casluim (donde saíram os filisteus) e Caftorim.
Gn.10.15: Canaã gerou a Sidom, seu primogênito, e Hete,16 e ao jebuseu, o amorreu, o girgaseu,17 o heveu, o arqueu, o sineu,18 o arvadeu, o zemareu e o hamateu. Depois se espalharam as famílias dos cananeus.
Região dos cananeus:
Gn.10.19: Foi o termo dos cananeus desde Sidom, em direção a Gerar, até Gaza; e daí em direção a Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim, até Lasa.
20 São esses os filhos de Cão segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, em suas nações.
Gn.10.6-7:
Os filhos de Cão: Cuche, Mizraim, Pute e Canaã.
Os filhos de Cuche: Seba, Havilá, Sabtá, Raamá e Sabtecá; e os filhos de Raamá são Sebá e Dedã.
PerizeusSeu nome não é apresentado na lista dos filhos de Cão (Gênesis 10. 15-20), portanto parece não ter origem camita. No tempo de Abraão eles estavam entre os cananeus na região de Betel (Gênesis 13.7). Nos dias de Jacó havia uma colônia deste povo nas proximidades de Siquém (Gênesis 34.30) e logo após a morte de Josué, travaram batalha com as tribos de Judá e de Simeão (Juizes 1.1-5).
HeveusEste povo de origem camita (Gênesis 10. 15-17), aparece no tempo de Jacó, próximo a Siquém, onde um heveu violentou Diná, filha de Jacó (Gênesis 34). Aparece também uma comunidade em Gibeom, que escapou de ser exterminada por Josué através de um tratado de paz, que os tornou rachadores de lenha e tiradores de água para os israelitas (Josué 9). Ocupavam uma área a oeste do monte Hermom (Josué 11.3 e Juizes 3.3).
JebuseusEste povo habitava em Jerusalém. Resistiram aos ataques de Josué e de seus exércitos (Josué 10.23,24). Somente mais tarde, em 993 a.C., quando Jerusalém foi proclamada capital do reino de Israel (2 Samuel 5.6-9) é que os jebuseus foram expulsos de seu lugar.
No entanto, não foram exterminados pois a área em que Salomão mais tarde edificou o templo, foi comprada por Davi de um jebuseu chamado Araúna (2 Samuel 24.18-25).
GirgaseusSegundo Gênesis 10.16, os girgaseus eram camitas. Foram citados várias vezes na Bíblia mas, não se sabe em que parte da Palestina habitaram. Alguns autores acreditam que este povo tenha ocupado alguma área na margem ocidental do Jordão, ou a oeste de Jericó.
Muitos povos foram destruídos na conquista da Terra Prometida, como os enaquins (Josué 11.21-23), os Refains (Gênesis 13.5), provavelmente, muito altos como Ogue, rei de Basã cuja cama de ferro media aproximadamente, 4 metros de comprimento por dois de largura (Deuteronômio 3.11).
Camitas – descendentes de Cam.
Fonte:
Paulo Rogério Petrizi
Enciclopédia de temas bíblicos
Marco Aurélio Gois dos Santos
Atklas Bíblico – André Daniel Reinke.
Apontamentos do autor.
Lição CPAD
Bíblia digital – cortesia Tio Sam

Um comentário:

vinicius b matos disse...

embolorado...

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Martin Niemöller, 1933

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