quinta-feira, novembro 5

DAVI UNIFICA O REINO DE ISRAEL. Lição 06 – CPAD

DAVI UNIFICA O REINO DE ISRAEL.

Lição 06 – CPAD Autor: Osvarela

TEXTO ÁUREO:

II Samuel 3.9,10. Assim faça Deus a Abner e outro tanto, que, como o Senhor jurou a Davi, assim lhe hei de fazer, transferindo o reino da casa de Saul e levantando o trono de Davi sobre Israel e sobre Judá, desde Dã até Berseba.

Leitura Bíblica em Classe:

I Sm. 16.1,12,13. Então disse o Senhor a Samuel: Até quando terás dó de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel? Enche o teu vaso de azeite, e vem; enviar-te-ei a Jessé o belemita, porque dentre os seus filhos me tenho provido de um rei. Jessé mandou buscá-lo e o fez entrar. Ora, ele era ruivo, de belos olhos e de gentil aspecto. Então disse o Senhor: Levanta-te, e unge-o, porque é este mesmo.Então Samuel tomou o vaso de azeite, e o ungiu no meio de seus irmãos; e daquele dia em diante o Espírito do Senhor se apoderou de Davi. Depois Samuel se levantou, e foi para Ramá.

II Sm. 5.2.Além disso, outrora, quando Saul ainda reinava sobre nós, eras tu o que saías e entravas com Israel; e também o Senhor te disse: Tu apascentarás o meu povo de Israel, e tu serás chefe sobre Israel.

Pequeno glossário:

Anfictionia:

Uma anfictionia de doze tribos.

Anfictionia é “uma federação de tribos unidas pela lealdade a uma divindade comum [...] e a um centro comum de adoração”. Foi da Grécia clássica que Alt [biblista alemão Albrecht Alt ] tirou a idéia de anfictionia.

Eqüidade: a equidade liga-se, assim, a mais importante das virtudes dianoéticas (da inteligência), a phrónesis, ou prudência, pois só um juiz prudente pode sanar uma lacuna legal de forma acertada e justa.

Eqüidade. e.qüi.da.de; sf (lat aequitate) 1 Justiça natural. 2 Disposição para reconhecer imparcialmente o direito de cada qual. 3 Igualdade, justiça, retidão. Antôn: injustiça. Var: equidade."

Jerusalém - hebraico:Yerushaláyim – [grego Ιεροσόλυμα, Ierossólyma, ou: Os gregos adicionaram o prefixo hiero ("sagrada") e chamaram de Hierosolyma.] habitação de Paz ou habitação segura.

I- Uma História Profética:

Dos Patriarcas ao Cumprimento da Profecia de Jacó:

Cronologia:

1.850 a.C. - ABRAÃO: A história bíblica, em sentido restrito, começou com Abraão. A evidência contemporânea demonstra que as tradições relativas a Abraão, Isaac e Jacó (e seus 12 filhos: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Zabulon, Issacar, Dã, Gad, Aser, Neftali, José e Benjamim) não são apenas prováveis; elas possuem base sólida.

1250 a.C. - O ÊXODO: Sugere-se que os hebreus se estabeleceram no Egito durante o período dos hicsos. O êxodo ocorreu provavelmente entre 1250 a.C. e 1230 a.C. Assim, estamos seguros de que o próprio êxodo foi e continuou a ser o fato central da história de Israel.

1220 a.C. - CONQUISTA DA TERRA: Os capítulos dez e onze de Josué associam a conquista de todo o sul e a conquista de todo o norte da Palestina com duas expedições de reis cananeus e com duas batalhas em Gabaon e "junto às águas de Merom".

1200 a.C. – TRIBALISMO - Juízes: O primitivo Israel era uma confederação de doze tribos unidas em aliança com Iahweh. Não havia governo central e as várias tribos gozavam completa independência, visto que a sociedade tribal permanecia numa base patriarcal. O período dos Juízes não cobre mais do que um século e meio.

1030 a.C. - MONARQUIA: Samue1 advertiu o povo acerca do preço que teria de pagar por um rei. O povo ainda persistia em seu desejo, de modo que Iahweh falou a Samuel para atender a seu pedido. A sorte caiu em Saul, que reinou até 1010 a.C.

1000 a.C. – REINADO DE DAVI: apogeu do reino: Davi conquista Jerusalém, e unifica o reino.Grande desenvolvimento econômico, bélico, social, político e cultural.

970 a.C. - REINADO DE SALOMÃO: Construção do templo. Inicio do declínio do reino unificado.

931 a.C. – CISMA: O reino é dividido: Israel, Reino do Norte (Capital Samaria), e Judá, Reino do Sul (Capital Jerusalém).

Uma Profecia Milenar.

Gn. 49. 9-11. Judá é um leãozinho.Subiste da presa, meu filho. Ele se encurva e se deita como um leão, e como uma leoa; quem o despertará? O cetro não se arredará de Judá, nem o bastão de autoridade dentre seus pés, até que venha aquele a quem pertence; e a ele obedecerão os povos. Atando ele o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à videira seleta, lava as suas roupas em vinho e a sua vestidura em sangue de uvas.

Quando o patriarca Jacó, pronuncia estas bênçãos sobre seus descendentes, ele está invocando a sua crença na esperança de um reinado eterno, que nunca findará.

Mas, ao mesmo tempo ele está indicando o cumprimento das palavras de seu Deus – Jeová o Senhor, sobre, a semente da mulher, vencendo o pecado para sempre.

Para que isto viesse acontecer, Deus usa seu servo Jacó para pronunciar estas palavras proféticas, indicando que o cetro seria da Casa de Judá, mas nasceria um primeiro para iniciar – o rebento – a dinastia judaico-divinal, sobre Israel, com a visão escatológica do Rei Jesus Cristo, encarnado e Glorificado.

Sem dúvida a ascensão de Davi ao trono de Judá, como ocorreu primeiramente, se dá num momento profético e determinado, séculos anteriores pelo Patriarca Jacó, ainda na terra do Egito.

Aprendemos esta lição, como:

As promessas de Deus são duradouras e sempre se cumprem ao seu tempo determinado e além disto tem uma finalidade, não de exaltação humana, mas sempre de Salvação!

Messiânica e Real.

Humana e Divina.

II- Geografia:

De Dã a Berseba:

Limites do reino davídico: II Sm.3. 9,10 o Senhor jurou a Davi, assim eu não lhe fizer, transferindo o reino da casa de Saul, e estabelecendo o trono de Davi sobre Israel, e sobre Judá, desde Dã até Berseba.

1 Sm. 3.19-21. Enquanto Samuel crescia, o SENHOR estava com ele, e fazia com que todas as suas palavras se cumprissem. Todo o Israel, desde Dã até Berseba, reconhecia que Samuel estava confirmado como profeta do Senhor. O Senhor continuou aparecendo em Siló, onde havia se revelado a Samuel por meio de sua palavra.

Jz. 20.1. Então saíram todos os filhos de Israel, desde Dã até Berseba, e desde a terra de Gileade, e a congregação, como se fora um só homem, se ajuntou diante do senhor em Mizpá. [ Jz.17-21]

Somente um fato estarrecedor desse jaez [espécie, qualidade, sorte, calibre] mobilizou a nação como se fosse “um só homem” desde Dã até Berseba, de modo que se congregaram em Mizpá.

Quando falamos de Israel geograficamente de Israel, sempre citamos como seus limites, Dã – ao Norte, e Berseba – ao Sul.

A Geografia bíblica é fundamental para entendimento de alguns fatos descritos nas Escrituras.

Assim sendo, temos que o perfil geo-topografico de Israel e suas divisas são descritos nas Escrituras, com clareza, e determinados por Deus.

A Palestina da época bíblica geralmente e considerada como tendo sido a região compreendida ao sul e sudoeste das montanhas do Líbano, ao norte e a leste do Egito, a Leste das planícies costeiras do Mediterrâneo, e a oeste do deserto árabe.

A Palestina tem cerca de 240 Km de extensão, de Dã a Berseba, e sua maior largura é de 120 Km [quilômetros].

O Senhor prometeu para Josué, que daria a Israel toda a extensão territorial que havia prometido dar a Abraão (veja Gênesis 15:18; Josué 1:4). Foi somente na época de Davi e Salomão (cerca de duzentos anos depois) que Israel conseguiu obter o controle total de terra concedida no convênio original, e mesmo assim por curto período de tempo, pois logo perderam partes dela nas regiões fronteiriças.

No tocante, a questão sócio-política vê-se, que Israel deixa de ser um grupo de andantes no deserto, assenta-se na Palestina, promessa de Deus para o seu povo.

Os estudos sobre a manutenção da ligação das tribos do sul e do norte, nos falam de uma Confederação de Tribos [Anfictionia].

Assim, conforme apareciam os problemas com os povos inimigos vizinhos, havia uma união de forças semitas.

Aparentemente, havia uma liderança flutuante nesta confederação.

Porém politicamente, o reinado de Saul pouco acrescentou ao povo hebreu em formação de um Estado político reconhecido por seus vizinhos.

Davi tem a visão, e tem a empatia do conquistador vocacionado, em realizar aquilo que várias gerações deixaram de realizar á favor do povo de Deus na retomada das Terras Prometidas.

A vantagem militar da liderança oligárquica filistéia, suas armas de ferro e força de choque militar móvel – Infantaria – faziam destes inimigos de Israel, lutadores eficazes, mas a unificação de forças hebréias contrabalançava esta ameaça, principalmente, como cremos, pela ação ou intervenção ou orientação divina de Jeová.

III - Como vimos comentando neste trimestre, a Monarquia teocrática efetiva, começou com Davi.

O estabelecimento das maiores divisas, acima citadas, só se dará com Salomão, mas Davi foi o Rei por Excelência, [por isto Ele é o Melech ou “malkah” Yisrael], em tudo:

-Guerra;

-Estadista;

-Ampliador de fronteiras;

-Intimidação aos Inimigos de Israel;

-Adorador ao Deus Eterno

-Deixou seus exércitos, não mais seus, mas serem do “Yahweh Tsabaoth, Elohim Tsabaot Elohey Yisrael”.

Assim ele guerreou, não as suas guerras, mas as guerras de Deus, contra:

Filisteus,

Amonitas,

Moabitas,

Edomitas.

Sua espada era a espada de Davi e de Deus.

Desta forma ele conseguiu atingir os marcos delimitados por Yaweh:

Estabeleceu os limites de Israel até ao grande rio Eufrates.

II Sm.2. 3. Davi também derrotou a Hadadézer, filho de Reobe, rei de Zobá, quando este ia estabelecer o seu domínio sobre o rio Eufrates.

Como diz o Salmos 110. 2. O Senhor enviará de Sião o cetro do teu poder. Domina no meio dos teus inimigos.

As Fronteiras determinadas na Tanach:

Dt.34.1-4.ss. Então subiu Moisés das planícies de Moabe ao monte Nebo, ao cume de Pisga, [...]; e o Senhor mostrou-lhe toda a terra desde Gileade até , todo o Naftali, a terra de Efraim e Manassés, toda a terra de Judá, até o mar ocidental, o Negebe, e a planície do vale de Jericó, a cidade das palmeiras, até Zoar. E disse-lhe o Senhor: Esta é a terra que prometi com juramento a Abraão, a Isaque e a Jacó, dizendo: À tua descendência a darei. [...] Dt. 1. 7. [...] ide à região montanhosa dos amorreus, e a todos os lugares vizinhos, na Arabá, na região montanhosa, no vale e no sul; à beira do mar, à terra dos cananeus, e ao Líbano, até o grande rio, o rio Eufrates. 11. 24. [...] o vosso termo se estenderá do deserto ao Líbano, e do rio, o rio Eufrates, até o mar ocidental.

Js.1.3,4. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo dei, como eu disse a Moisés. Desde o deserto e este Líbano, até o grande rio, o rio Eufrates, toda a terra dos heteus, e até o grande mar para o poente do sol, será o vosso termo.

Não transpasse os termos estabelecidos por Deus, como não queira ir além dos termos traçados por Ele.

IV- Transição:

Sião:

Lugar de sacrifícios e Adoração a Yaweh.

Abraão

Isaque

Davi comprou a eira de Ornã ou Araúna, um jebuseu, que se localizava monte Moriah ou Moriá, para que ali viesse a ser construído o templo.

JERUSALÉM

Sob afronta Davi tomou a cidade de Jerusalém.

II Sm.5.6.ss. Depois partiu o rei com os seus homens para Jerusalém, contra os jebuseus, que habitavam naquela terra, os quais disseram a Davi: Não entrarás aqui; os cegos e os coxos te repelirão; querendo dizer: Davi de maneira alguma entrará aqui. Todavia Davi tomou a fortaleza de Sião; esta é a cidade de Davi.

Desta forma Davi iniciou a ocupação do lugar pelo Rei da Salvação – Jesus Cristo.Assim como Cristo foi debochado, escarnecido, desconsiderado, considerado como fraco para ser Rei.

Ele estava ocupando a região do futuro centro de adoração de todo povo Israelita.

Retomava o local de adoração dos patriarcas.

Idéia de Construção do Templo (Davi).

“Somente os que constroem sobre idéias é que constroem para a Eternidade" (Anônimo).

II Sm.5.1.ss. Então todas as tribos de Israel vieram a Davi em Hebrom e disseram: Eis-nos aqui, teus ossos e tua carne! Além disso, outrora, quando Saul ainda reinava sobre nós, eras tu o que saías e entravas com Israel; e também o Senhor te disse: Tu apascentarás o meu povo de Israel, e tu serás chefe sobre Israel. Assim, pois, todos os anciãos de Israel vieram ter com o rei em Hebrom; e o rei Davi fez aliança com eles em Hebrom, perante o Senhor; e ungiram a Davi rei sobre Israel. Trinta anos tinha Davi quando começou a reinar, e reinou quarenta anos.Em Hebrom reinou sete anos e seis meses sobre Judá, e em Jerusalém reinou trinta e três anos sobre todo o Israel e Judá.

656 vezes mencionada na Bíblia

17 vezes destruída

18 vezes reconstruída

Salmos: 14-26-42-48-75-84-87-95-127-133-134-137-146-147-150

Saudações a Jerusalém: 122

Gn 14,18 - Melquisedec, rei de Salém

Jos 15,8 - Na fronteira norte da tribo de Judá (jebuseus)

2 Sm 5,6-12 - Davi conquista Jerusalém.

2 Sm 6,1-23 - Jerusalém capital política e religiosa de Israel

2 Sm 24,18-25 - Davi compra a eira de Areuna. 18[...] veio Gade a Davi, e disse: Sobe, levanta ao Senhor um altar na eira de Araúna, o jebuseu: [...] Davi: Para comprar de ti a eira, a fim de edificar nela um altar ao Senhor, para que a praga cesse de sobre o povo. Mas o rei disse a Araúna: Não! Antes to comprarei pelo seu valor, porque não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem nada. Comprou, pois, Davi a eira e os bois por cinqüenta siclos de prata.E edificou ali um altar ao Senhor [...].

1 Rs 3,1 - Jerusalém capital política e religiosa de Israel

I Cr.15.1,3. Davi fez para si casas na cidade de Davi; também preparou um lugar para a arca de Deus, e armou-lhe uma tenda: Então disse Davi: Ninguém deve levar a arca de Deus, senão os levitas; porque o Senhor os elegeu para levarem a arca de Deus, e para o servirem para sempre.Convocou, pois, Davi todo o Israel a Jerusalém, para fazer subir a arca do Senhor ao seu lugar, que lhe tinha preparado.

Uma das maiores e preciosas conquistas de Davi, foi a conquista da região de Jerusalém.

Davi conseguiu conquistar Jerusalém, uma cidade não pertencente a nenhuma tribo.

Jerusalém era uma cidade Jebusita até o século X a.C., quando Davi conquistou-a e fez dela a capital do Reino Unido de Israel e Judá (c. 1000s a.C.).

Recentes escavações de uma grande estrutura de pedra dão crédito à narrativa bíblica, por arqueólogos.

Nela Davi David reinou até 970 a.C.[há outras datas, dadas por outros estudiosos, porém com pequena variação]. A torre de Davi pode ser vista nos dias de hoje do Vale de Hinnom.

Inaugurou um governo independente, mas teocrático.

Reinou com sabedoria dando a Israel uma estrutura de estado e governo.

Nomeou funcionários que desempenhavam os papéis necessários a um Governo independente.

Saber escolher homens para ajudar a governar, é mais uma lição deixada por Davi:

II Sm.20.23-26. Ora, Joabe estava sobre todo o exército de Israel; e Benaías, filho de Jeoiada, sobre os quereteus e os peleteus [componentes da guarda pessoal de Davi]; e Adorão sobre a gente de trabalhos forçados; Jeosafá, filho de Ailude, era cronista; Seva era escrivão; Zadoque e Abiatar, sacerdotes; e Ira, o jairita, era o oficial-mor de Davi.

V- A conquista de Jerusalém é um marco notório para o Reinado Davídico:

Davi comprou a eira de Araúna, que deu início a atual Cidade de Davi, ao lado de Jerusalém, e fundamento da Jerusalém atual. Região do Monte Sião, local de adoração dos patriarcas.

Com este esforço, ele coroa a centralização da fé em Yaweh, na cidade da Paz [Jerusalém, hebraico: habitação de Paz ou habitação segura], trazendo com grande comemoração, e esforço, que causou-lhe drama espiritual, por Uzá, mas por perseverança, consegui leva-la à Jerusalém.

II Cr.9.26. Ele dominava sobre todos os reis, desde o Rio Eufrates até a terra dos filisteus, e até o termo do Egito.

VI - O Segredo de Davi, como Rei unificador:

Ética:

Ao saber da morte do seu antecessor:

Davi quis se inteirar sobre o real fato da morte de Saul e Jônatas.

Um mensageiro das novas, aparentemente, pela leitura do texto – II Sm. 1.16 – um amalequita, gabou-se de ter matado o inimigo de Davi. Este foi o seu erro, ele não conhecia o coração de Davi e a ética do novo Rei.

1-jamais levantar a mão contra o ungido de Deus - o rei Saul;

2-não desprezar as amizades – Jônatas;

3-não tripudiar sobre o inimigo derrotado.

Assim aprendemos mais uma lição com Davi, para unificar o reino:

Demonstrar aos que súditos, o valor da ética, do amor sincero e do respeito as coisas santas e ordenadas por Deus, este seria o caminho do seu reino.

Davi é um exemplo do obreiro de Deus, que vai pouco a pouco, realizando a sua própria história, sem que para isto precise tripudiar sobre os seus antepassados, ou aquele que está na direção, até ao tempo de Deus, quando será exaltado.

VII - Davi já tinha sua própria história, só precisou esperar o tempo de Deus:

II Sm. 5.1,2. Então todas as tribos de Israel vieram a Davi em Hebrom e disseram: Eis-nos aqui, teus ossos e tua carne! Além disso, outrora, quando Saul ainda reinava sobre nós, eras tu o que saías e entravas com Israel; e também o Senhor te disse: Tu apascentarás o meu povo de Israel, e tu serás chefe sobre Israel.

Esperemos no Senhor e será ele que nos fará reconhecido, continuemos fazendo a nossa própria história, não se precipite.

Podemos entender, quando ele louva a Deus em II Sm.22, ali vemos as bases de sua história e vitórias e seu caráter de “homem segundo o coração de Deus”.

Davi prova que ele fora provisão de Deus para Israel e confirmação da instalação eterna do messiânico Cetro de Judá:

VIII - A Ética e prática de Davi:

A Bíblia diz que o ele era um homem segundo o coração de Deus, e Davi deixou-se levar pelo coração de Deus.

II Sm.8.15. Reinou, pois, Davi sobre todo o Israel, e administrava a justiça e a eqüidade a todo o seu povo.

1-justiça

2-pureza

3-Caminhos do Senhor

4-não se afastou impiamente do Senhor

5-seguiu os preceitos e estatutos do Senhor

IX- Doze coisas que Davi utilizou no seu reinado:

A todo aquele que Deus coloca como governo sobre seu povo, é dado o entendimento, ou deve ter o entendimento, que lhe foi confiada uma mordomia, para governar aquilo que é precioso aos olhos de Deus.

II Sm.5.10-12. Davi ia-se engrandecendo cada vez mais, porque o Senhor Deus dos exércitos era com ele.Hirão, rei de Tiro, enviou mensageiros a Davi, e madeira de cedro, e carpinteiros e pedreiros, que edificaram para Davi uma casa. Entendeu, pois, Davi que o Senhor o confirmara rei sobre Israel, e que exaltara e reino dele por amar do seu povo Israel.

Para que seu reinado se expandisse Davi utilizou a Yaweh como sua base espiritual, moral, ética, fortaleza e iluminação do seu reinado:

Eis o modelo de condução do povo de Deus e sua expansão:

O Senhor é tudo para nós!

Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor, Nosso Deus!

II Sm.22.28. Livrarás o povo que se humilha, mas teus olhos são contra os altivos, e tu os abaterás. Porque tu, Senhor, és a minha candeia; e o Senhor alumiará as minhas trevas. Pois contigo passarei pelo meio dum esquadrão; com o meu Deus transporei um muro. Pois quem é Deus, senão o Senhor? E quem é rocha, senão o nosso Deus?

O Essencial:

Sem este entendimento as demais coisas não teriam acontecido:

Deus ainda ama o seu povo, quando ele constitui homens sobre ele, é porque a essência do ato, está fundamentada neste amor pelo Seu Povo:especial, zeloso e de boas obras e comprados ‘não com ouro, mas com o precioso sangue de Jesus Cristo”!

Entendeu, pois, Davi que o Senhor o confirmara rei sobre Israel, e que exaltara e reino dele por amar do seu povo Israel.

A Bíblia nos diz, que o ele era um homem segundo o coração de Deus, e Davi deixou-se levar pelo coração de Deus.

1- reconheceu ao Senhor tudo que conquistou: II Sm.22.21 Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça; conforme a pureza e minhas mãos me retribuiu.

2- reconheceu Deus como fundamento do seu Reino: 32 Pois quem é Deus, senão o Senhor? E quem é rocha, senão o nosso Deus? 47 O Senhor vive; bendita seja a minha rocha, e exaltado seja Deus, a rocha da minha salvação,

3- reconheceu, que em andar nos caminhos do Senhor, há perfeição possível para o Rei: 31 Quanto a Deus, o seu caminho é perfeito, e a palavra do Senhor é fiel; é ele o escudo de todos os que nele se refugiam.

4- reconheceu no Senhor sua fortaleza: 33 Deus é a minha grande fortaleza; e ele torna perfeito o meu caminho.

5- o Senhor era seu escudo, ainda que ele tivesse, por ser rei, escudo e escudeiro, ele confiou no Senhor como seu escudo visível, nas guerras espirituais e físicas: 36 Também me deste o escudo da tua salvação, e tua brandura me engrandece. Davi era um homem convicto quanto a Salvação da sua alma e da salvação de Deus para seu Povo.

6- reconheceu no Senhor o seu avançar sem tropeços, nas suas conquistas: 37 Alargaste os meus passos debaixo de mim, e não vacilaram os meus artelhos.

7- A Unção e a coragem de Davi fez com que sem luta, em muitas ocasiões, expandisse o seu reino: Davi louvou à Deus, como aquele que lhe entregou os estrangeiros inimigos do povo de Deus em suas mãos e lhe sujeitou os povos vizinhos: 46 Os estrangeiros desfaleceram e, tremendo, saíram os seus esconderijos. 48 o Deus que me deu vingança, e sujeitou povos debaixo de mim.

Assim também, devemos sujeitar nossa vida ao Senhor, e ele nos entregara os inimigos da obra de Deus e do seu povo.

8- guardou os caminhos do Senhor, “os meus caminhos, não sãoos vossos caminhos”. 22 Porque guardei os caminhos do Senhor, e não me apartei impiamente do meu Deus.

9- Davi nos mostra que conhecia o Deuteronômio, pois, Moisés havia declarado a necessidade do Rei, ter à sua cabeceira e transcrever os Mandamentos de Deus. 23 Pois todos os seus preceitos estavam diante de mim, e dos seus estatutos não me desviei.

24 Fui perfeito para com ele, e guardei-me da minha iniqüidade. Para conseguir Unificar o Reino Davi precisou não deixar-se levar pelo seu coração iníquo, o qual ele próprio afirma que conhecia a iniqüidade existente nele como homem natural [Sl.6].

10- Justiça divina, baseada no padrão de Deus: 26 Para com o benigno te mostras benigno; para com o perfeito te mostras perfeito,27 para com o puro te mostras puro, mas para com o perverso te mostras avesso.

11- Davi reconheceu que Deus guerreou as suas guerras, dirigindo seus passos e lhe dando estratégia para cada uma. 35 Ele instrui as minhas mãos para a peleja, de modo que os meus braços podem entesar um arco de bronze.

12- Davi mais uma vez nos ensina a obedecer todo o mandamento de Deus, que Israel não cumprira: destruir os seus inimigos, para evitar a contaminação do seu povo e a rebelião contra Israel. 38 Persegui os meus inimigos e os destruí, e nunca voltei atrás sem que os consumisse.39 Eu os consumi, e os atravessei, de modo que nunca mais se levantaram; 49 e me tirou dentre os meus inimigos; porque tu me exaltaste sobre os meus adversários; tu me livraste do homem violento.50 Por isso, ó Senhor, louvar-te-ei entre as nações, e entoarei louvores ao teu nome.51 Ele dá grande livramento a seu rei, e usa de benignidade para com o seu ungido, para com Davi e a sua descendência para sempre.

X- Reconhecimento:

O Senhor nos dirige e nos livra, nos dando sabedoria do Seu Espírito Santo, que nos ungiu para o santo Ministério.

44 Também me livraste das contendas do meu povo; guardaste-me para ser o cabeça das nações; um povo que eu não conhecia me serviu.

A sabedoria de Deus o fez ficar na posição de equilíbrio, isento nas contendas, que haviam no meio do povo:

Da mesma forma, hoje em dia quando muitas vezes somos empossados em uma nova Igreja ou Congregação, grupos querem ser “úteis” ao novo líder e se apressam a trazer para o seio do mesmo, as contendas existentes, infelizmente, mas se formos como Davi, nada impedirá, nos envolvermos nestas contendas, pois Deus será o juiz e nos dar solução e um povo que não nos conhece , conhecerá que o Senhor é aquele que ainda dirige seu Povo.

XI- Livrando-se da adulação:

45 Estrangeiros, com adulação, se submeteram a mim; ao ouvirem de mim, me obedeceram.

Davi expandiu o seu Reino porque não se deixou levar pela adulação dos seus vizinhos estrangeiros, que com palavras agradáveis queriam convencê-lo para que fossem poupados do seu domínio.

Davi não comete o erro do General de Deus: Josué.

Assim nós aprendemos com Paulo, no episódio de Éfeso, não aceitar elogios, ainda que verdadeiros, do Inimigo, Satanás:

At.16. 16-18. Ora, aconteceu que quando íamos ao lugar de oração, nos veio ao encontro uma jovem que tinha um espírito adivinhador, e que, adivinhando, dava grande lucro a seus senhores. Ela, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: São servos do Deus Altíssimo estes homens que vos anunciam um caminho de salvação. E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de Jesus Cristo que saias dela. E na mesma hora saiu.

XII - Valores divinos comunicados por Deus a Davi:

II Sm.8.15. Reinou, pois, Davi sobre todo o Israel, e administrava a justiça e a eqüidade a todo o seu povo.

Um homem de Deus quando está na direção do seu povo, deve pedir a Deus:

Sabedoria

Misericórdia

Justiça

Longanimidade

Equidade.

Equidade e Justiça são inseparáveis:

O livro de Provérbios na Bíblia, em sua introdução, começa dizendo que ele foi escrito para qualquer pessoa “obter o ensino do bom proceder; a justiça, o juízo e a eqüidade”(1:3). Esse ensino que a Bíblia em seu conjunto apresenta, que provérbios chama de “ensino do bom proceder” é que dará ao juiz a capacidade de resolver uma lide pelo critério da eqüidade. Ela é um critério de aplicação ou concretização da justiça na vida real dos cidadãos, quando a lei não prescreve uma norma específica para aquele caso, sendo que o juiz terá a liberdade de decisão de resolver o caso com a solução que reputar mais conveniente ou oportuna. Autor: Marcos Paulo – Acadêmico de Direito – O Direito e a Bíblia.

Davi foi sábio na medida do dom, que Deus lhe comunicou, através do seu Espírito Santo[Is.11.2].

Assim ele agiu com equidade, justiça, para administrar o que não era seu mais de Yaweh.

Assim, nós nos dias de hoje devemos nos conduzir na direção daquilo que Deus nos dá para administrar. Só desta forma o granjearemos mais cinco, mais três, mais dois talentos , no Reino de Deus.

Esta é um dos mais fortes ensinos que podemos extrair desta Lição.

Administrar segundo o coração de Deus.

Administrar com equidade.

Administrar com Conselheiros. I Cr.13.1,5. Ora, Davi consultou os chefes dos milhares, e das centenas, a saber, todos os oficiais. E disse Davi a toda a congregação de Israel: Se bem vos parece, e se isto vem do Senhor nosso Deus, enviemos mensageiros por toda parte aos nossos outros irmãos que estão em todas as terras de Israel, e com eles aos sacerdotes e levitas nas suas cidades, e nos seus campos, para que se reunam conosco, e tornemos a trazer para nós a arca do nosso Deus; porque não a buscamos nos dias de Saul. E toda a congregação concordou em que assim se fizesse; porque isso pareceu reto aos olhos de todo o povo. Convocou, pois, Davi todo o Israel desde Sior, o ribeiro do Egito, até a entrada de Hamate, para trazer de Quiriate-Jearim a arca de Deus.

XIII - A Unificação:

O Caminho da Unificação:

II Sm. 3.1 Ora, houve uma longa guerra entre a casa de Saul e a casa de Davi; porém Davi se fortalecia cada vez mais, enquanto a casa de Saul cada vez mais se enfraquecia.

O processo inicial do reinado de Davi, que foi inicialmente constituído rei sobre Judá, enquanto Abner constituiu Is-Bosete sobre Israel, foi permeado por lutas entre ele e a casa de Saul [II Sm.2. 17. Seguiu-se naquele dia uma crua peleja; e Abner e os homens de Israel foram derrotados diante dos servos de Davi.], mas mesmo assim Davi não aprovou uma covardia de dois chefes de Is-Bosete, filho de Saul, morto sob traição, e chorou a morte de Abner, filho de Saul, [II Sm.3.38. Então disse o rei aos seus servos: Não sabeis que hoje caiu em Israel um príncipe, um grande homem?] mostrando desde o início seu caráter e sua forma de agir.

Davi começa a reinar em Hebrom.

II Sm.2. 1,3,11. [...] Davi consultou ao Senhor: Subirei a alguma das cidades de Judá? Respondeu-lhe o Senhor: Sobe. [...] perguntou Davi: Para onde subirei? Respondeu o Senhor: Para Hebrom. Davi [...]homens que estavam com ele[...]; e habitaram nas cidades de Hebrom. [...] Davi reinou em Hebrom, sobre a casa de Judá, sete anos e seis meses.

Hebrom, foi o local escolhido, após consultar a Deus e local do início do reinado de Davi e o local da grande insurreição de Absalão, seu filho do coração.

Enquanto o seu antecessor, Saul, ficara acomodado em sua terra natal, Davi teve a visão e presença de espírito, para consultar ao Senhor, sabendo que haveria de estender o reino davídico-messianico divino até as fronteiras deuteronômicas.

Devemos sempre consultar ao Senhor, aonde ele quer que governemos, não no sentido físico, mas, em qual área da Igreja, devemos exercer “o governo” de Deus em nosso Ministério.

II Sm.5.1-4. Então todas as tribos de Israel vieram a Davi em Hebrom e disseram: Eis-nos aqui, teus ossos e tua carne! Além disso, outrora, quando Saul ainda reinava sobre nós, eras tu o que saías e entravas com Israel; e também o Senhor te disse: Tu apascentarás o meu povo de Israel, e tu serás chefe sobre Israel. Assim, pois, todos os anciãos de Israel vieram ter com o rei em Hebrom; e o rei Davi fez aliança com eles em Hebrom, perante o Senhor; e ungiram a Davi rei sobre Israel. Trinta anos tinha Davi quando começou a reinar, e reinou quarenta anos.

Ao lado do Inimigo:

II Sm.15. 10. Absalão, porém, enviou emissários por todas as tribos de Israel, dizendo: Quando ouvirdes o som da trombeta, direis: Absalão reina em Hebrom.

Poderíamos dizer, como no título de uma película secular: “dormindo com o inimigo”.

Interessante ressaltar, que Davi quase lutou contra o seu próprio povo: Israel.

Quando Davi vai a Aquis, este lhe dá uma cidade por nome Ziclague, que se tornou uma cidade real de Judá.

Ele lutou sob a bandeira de Gate, pela cruel perseguição, que lhe era movida por Saul.

Quando o governo está fora da posição de Deus, perde os seus melhores e ainda, estes podem lutar por outra casa, sem que o rei se de conta de que o melhor, é o perseguido.

Porém, Deus não lhe permitiu lutar contra seu povo.

Quando o homem é de Deus, causa pavor entre os seus inimigos.

Quando o homem é de Deus, até os inimigos entendem que ele não é parte do processo de lutar contra o povo de Deus.

Quando o homem é de Deus, por mais amigo, que nos queiramos fazer do mundo, somos desprezados e descartados nas horas de lutar as suas guerras, pois a nossa aliança é reconhecida como com Deus e não com o mundo.

XIV - A realidade de Davi e a Prova de seu Caráter:

I Sm.29.8,9.Ao que Davi disse a Áquis: Por quê? que fiz eu? ou, que achaste no teu servo, desde o dia em que vim ter contigo, até o dia de hoje, para que eu não vá pelejar contra es inimigos do rei meu senhor? Respondeu, porém, Áquis e disse a Davi: Bem o sei; e, na verdade, aos meus olhos és bom como um anjo de Deus;

Davi é mais uma vez considerado, como alguém que tinha contato direto com Deus.

Andava sob ordem de Deus;

Tinha sabedoria de Deus;

Sincero para com os que o acolheram;

Retribuição ao que lhe deu abrigo e lhe foi hospitaleiro;

Ao que lhe rendeu casa e lugar para si e seus homens.

Davi passava pelo processo descrito nos livros sapienciais:Job.19. 10 Quebrou-me de todos os lados, e eu me vou; arrancou a minha esperança, como a, uma árvore.

Ec.9. 4 Ora, para aquele que está na companhia dos vivos há esperança; porque melhor é o cão vivo do que o leão morto.

Pv. 13. 12. A esperança adiada enfraquece o coração; mas o desejo cumprido é árvore devida.

Mais uma vez Davi é comparado com um anjo de Deus, agora, pelo seu ajudador de Gate, gente inimiga de Israel.

Você e eu podemos ser testemunhados como de Deus, até pelos nossos inimigos?

I Sm.29.1-2.ss. Os filisteus ajuntaram todos os seus exércitos em Afeque; e acamparam-se os israelitas junto à fonte que está em Jizreel.[...]e Davi e os seus homens iam com Áquis na retaguarda. 3 Perguntaram os chefes dos filisteus: que fazem aqui estes hebreus? Respondeu Áquis aos chefes dos filisteus: Não é este Davi, o servo de Saul, rei de Israel, que tem estado comigo alguns dias ou anos? [...]disseram a Áquis: Faze voltar este homem para que torne ao lugar em que o puseste; não desça ele conosco à batalha, a fim de que não se torne nosso adversário no combate; pois, como se tornaria este agradável a seu senhor? porventura não seria com as cabeças destes homens? Então Áquis[...]disse-lhe: Como vive o Senhor, tu és reto, e a sua entrada e saída comigo no arraial é boa [...]porém aos chefes não agradas. [...]Levanta-te, pois, amanhã de madrugada, tu e os servos de teu senhor que vieram contigo; [...] Madrugaram, pois, Davi e os seus homens, a fim de partirem[...]

XV- O Bom Reinado de Davi:

I Rs.2.11. E foi o tempo que Davi reinou sobre Israel quarenta anos: sete anos reinou em Hebrom, e em Jerusalém reinou trinta e três anos.

O reinado de Davi, sócio-econômico, não foi um reinado de grandes tributos ou despesas para o povo de Israel, mas um reinado de ações voluntárias, pela ótica do Rei Davi: Servir ao Senhor, preparar tudo para o Senhor...

No entanto, as provisões de fundos, e material para grandes edificações, após o seu reinado, foram abundantes e voluntárias.

Davi foi assim um exemplo de como devemos governar o povo de Deus:

-Com ofertas voluntárias

-Sem esforçar o povo além dos seus limites

-Com anuência de Deus, sob sua égide, através do Espírito Santo

-Ensinar ao povo dar voluntariamente

-Preparar a Igreja para o que virá depois, sem reservas pessoais

-Preparar aquilo que será bom, para o futuro da Casa do Senhor

-Se nas guerras Davi era vencedor e obrigado a guerreá-las, internamente, um ou outro desafio, na implantação do seu reinado foi necessário enfrentar.

Mas, Davi foi um rei que uniu a Israel, com a força de sua liderança e ser amado por todo o povo;

-Da sua unção

-Da sua equidade

-Das suas amizades

-De seus atos como justo rei

-De sua habilidade em negociar

-De sua forma de ser um Rei que tomava Conselho

-Pelo seu desejo particular de restabelecer o Senhorio de Deus em todo o Israel

-Por não sacrificar o povo com grandes tributos

-E pela emanação pessoal de suas virtudes concedidas na Unção de Deus.

Reconhecimento externo do poderio e status real de Davi, sobre Israel:

I Cr.14.1,2. Hirão, rei de Tiro, mandou mensageiros a Davi, [...]para lhe edificarem uma casa.Então percebeu Davi que o Senhor o tinha confirmado rei sobre Israel; porque o seu reino tinha sido muito exaltado por amor do seu povo Israel.

O governo teocrático é na realidade um motivo de Deus exaltar o povo, e como conseqüência, se o governante ou líder entender isto, também será louvado e admirado, até pelos de fora de sua casa.

Conclusão:

Davi sempre será um exemplo de como governar, em tempos de guerra, em tempos de paz.

Com sabedoria

Com ética

Com justiça

Com soberania de Deus sobre a vida do líder

Sob os Oráculos divinos, sua Palavra

Nos ensinando a respeitar até os inimigos

Tendo um coração perdoador

E a esperar o tempo de Deus, enquanto isto, escrevemos nossa próprias história.

Fonte:

Bíblia Dake – CPAD-Atos

Bíblia digital – cortesia Tio Sam

Bíblia Plenitude

Wikipédia

Google Maps - acesse os locais clicando nos links das cidades indicadas no estudo.

Apontamentos do autor

Lição CPAD do 4º trimestre

Antigo Testamento – Efraim S. Pereira

Pregação do Pr. José Wellington Bezerra da Costa – dia 02/11/2009.Belenzinho.

Outras citadas no corpo do texto.


2 comentários:

pedro paulo disse...

o canal que a biblia fala lá em 2º samuel cp 5.v 8 quer dizer o que? que canal é este?

pedro paulo disse...

pastor por genteleza me explique que canal é este que a biblia fala lá no livro de 2º samuel no capítulo 5.v8 pois estou me preparando para dar aula neste final de semana,e gostaria de tirar essa dúvida. obrigado a paz do senhor

Seguidores

Ocorreu um erro neste gadget

Geografia Bíblica-Texto-Local!

Para quem estuda a Arqueologia - Mapas do Antigo Testamento e do Novo Testamento.
Viaje à Terra Santa pelo seu PC, ou qualquer lugar citado na Bíblia! Com ela você pode através do texto que está lendo ter acesso ao local onde ocorreu o fato bíblico! Forma gratuita, é só clicar e acessar:

Ser Solidário

Seja solidário
"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei . No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933

Doutrina


O Credo da Assembléia de Deus
A declaração de fé da Igreja Evangélica Assembléia de Deus não se fundamenta na teologia liberal, mas no conservadorismo protestante que afirma entre outras verdades principais, a crença em:
1)Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).
Pacto de Lausanne – Suíça
Teses de Martinho Lutero
95 Teses de Lutero
Clique e acesse todo texto.

Ensino Dominical