sexta-feira, dezembro 31

Denuncia...Iraque - matança de cristãos- Êxodo religioso em pleno Sec. XXI

Alerta.
Alguns jornais, sites e outras mídias dão um espaço pequeno a esta notícia.
Pesquisando pude ver a extensão do problema no Iraque.
Precisamos denunciar e alertar as comunidades que servimos, para este tipo de problema.
É hora de orar e agir [vigiar].
Não estamos preocupados com o cristianismo no Mundo, apenas por que no Brasil temos liberdade de fé?
Devemos agir como corpo e denunciar estes casos.
A mídia os notifica como coisa comum e corriqueira, mas os espirituais devem ler com outro entendimento o que parece ser uma notícia comum.
Orem pelos cristãos, nos países com restrições a fé diferente daquela que a Nação tem como maioria.
O deslocamento dos cristãos continua apesar das proteções legais que a Constituição do Iraque oferece a minorias religiosas e étnicas, embora o islã seja a religião oficial do Estado e nenhuma lei que contradiz seus preceitos básicos possa ser aprovada.

Uma história diferente e original-
Conheça em fotos -
Os seguidores de São João Baptista no Iraque.
Noivas prontas para ritual sabean mandeans, em Bagdá -

Foto: The New York Times



A Comissão Internacional sobre Liberdade Religiosa dos Estados Unidos, indicada pelo presidente e pelo Congresso, disse que as leis de proteção às minorias religiosas no Iraque 
- incluindo os cristãos, yazidis e sabean mandeans, seguidores de São João Batista
Fizeram pouco para deter a violência ou a discriminação oficial no emprego, habitação e outros assuntos.
"A violência, o deslocamentos forçado, a marginalização, a discriminação e o descaso sofrido por membros desses grupos ameaçam a existência dessas comunidades antigas no Iraque", disse a comissão em seu último relatório anual, publicado em maio.

Seis atentados contra cristãos em Bagdá deixam dois mortos e 12 feridos.

30/12/2010 - 19h58
DA FRANCE PRESSE, EM BAGDÁ

Ações foram cometidas em seis bairros da capital Bagdá contra comunidade religiosa, alvo de atentados recentes

Pelo menos dois cristãos morreram e 12 pessoas ficaram feridas na noite desta quinta-feira, em seis atentados praticados em menos de duas horas contra casas pertencentes a cristãos em Bagdá, anunciou um funcionário do Ministério do Interior do Iraque, que preferiu não ter o nome divulgado.
Os ataques foram cometidos a partir das 19h30, hora local, (14h30 de Brasília) em seis bairros da capital iraquiana, contra uma comunidade alvo de vários atentados nos dois últimos meses.
A ação mais mortífera foi registrada no bairro de Al Ghadir, centro de Bagdá, com a explosão de uma bomba artesanal que matou dois cristãos e causou três feridos.
Outras explosões foram registradas, mas sem causar vítimas.
Histórico.
Em novembro, o líder cristão iraquiano Athanasios Dawood recomendou a todos os fiéis que abandonem o país, após o mais recente ataque contra uma igreja cristã em Bagdá.
Dawood, que vive na Grã-Bretanha, pediu ao governo britânico que reconheça a condição de refugiados dos cristãos iraquianos que solicitarem asilo por conta da tensão religiosa.
"O cristão é um iraquiano", disse ele após visitar os feridos durante o cerco da Igreja Nossa Senhora da Salvação, o pior ato de violência contra os cristãos desde 2003. 
"Ele é o filho do Iraque e das profundezas de uma civilização da qual nos orgulhamos".
Para aqueles que fugiram, no entanto, essas declarações foram recebidas com descrença. 
As ameaças diárias, a incerteza e o terror palpável que muitos enfrentam sobrepujaram até mesmo os apelos de líderes cristãos para que não abandonem o seu lugar histórico em um Iraque diverso.
"Sua fé em Deus é forte", disse o reverendo Gabriele Tooma.
Metade da população
Mais da metade da comunidade cristã do Iraque, estimada em torno de 800 mil a 1,4 milhões antes da invasão liderada pelos Estados Unidos em 2003, já deixou o país.
O Estado Islâmico do Iraque, uma representação do grupo insurgente Al-Qaeda no país, reivindicou a responsabilidade pelo cerco e disse que seus combatentes irão matar cristãos "onde quer que possam alcançá-los".
Igreja
Uma nova onda de cristãos iraquianos fugiu para o norte do Iraque ou para o exterior em meio a uma campanha de violência contra eles eo crescente medo de que as forças de segurança do país sejam incapazes ou - pior ainda - estejam indispostas a protegê-los.
A fuga - que envolve milhares de moradores de Bagdá e Mosul, principalmente - aconteceu após um cerco a uma igreja da capital no dia 31 de outubro, que matou 51 fiéis e dois padres e uma subsequente série de atentados e assassinatos de cristãos. 
Este novo êxodo, que não é o primeiro, ressalta o contínuo deslocamento de iraquianos apesar da melhoria geral na segurança e da quase resolução do impasse político que assola o país desde as eleições de março. 
É uma ameaça de reduzir ainda mais o que o arquidiácono Emanuel Youkhana da Igreja Assíria do Oriente chamou de "uma comunidade cujas raízes estavam no Iraque antes mesmo de Cristo".
Cerca de 100 pessoas assistiam à missa na Igreja da Nossa Senhora da Salvação, a maior igreja cristã da capital iraquiana, quando um grupo de homens armados invadiu o local e fez dezenas de pessoas reféns.
Os militantes diziam ser do Estado Islâmico do Iraque, grupo sunita supostamente ligado à Al-Qaeda. Eles exigiam a libertação de militantes da Al-Qaeda presos no Iraque e no Egito, de acordo com a imprensa iraquiana.
No fim de outubro, ao menos 52 pessoas morreram durante uma operação para libertar reféns detidos em uma igreja em Bagdá.
Aqueles que fugiram da última onda de violência - muitos deles em pânico, apenas com os bens que conseguiram colocar em seus carros - alertaram que a nova violência pressagia o fim da fé no Iraque. Vários evocaram a saída em massa dos judeus do Iraque após a fundação do Estado de Israel em 1948.
"É exatamente o que aconteceu com os judeus", disse Nassir Sharhoom, 47 anos, que fugiu no mês passado de Dora, antes um bairro misto de Bagdá, para a capital curda de Erbil com sua família. "Eles querem nos ver partir".
Êxodos
Êxodos anteriores, especialmente de Mosul.
Em outubro de 2008, mais de 12 mil cristãos fugiram após uma onda de assassinatos que matou 14 cristãos. 
Em fevereiro deste ano, mais de 4 mil fugiram para a região controlada pelos curdos em Nínive ou para a Síria depois que 10 cristãos foram mortos.
Quando a violência diminuiu após cada êxodo, muitos voltaram para suas casas e empregos, embora não todos, deixando cada vez menos cristãos no país. 
Por uma estimativa, apenas 5.000 dos 100.000 cristãos que viviam em Mosul permanecem na região.


Várias fontes
iG
*Com AFP
Foto: The New York Times
Cristãos desalojados arranjam abrigo temporário em monastério, na região curda do Iraque
Foto: The New York Times
Noivas prontas para ritual sabean mandeans, em Bagdá
The New York Times

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