quinta-feira, outubro 4

Vaticano – Sede da Igreja Católica - Havia Um Ladrão No Quarto ao Lado do Papa

Luta Pelo Poder No Vaticano – Sede da Igreja Católica!
Havia Um Ladrão No Quarto ao Lado do Papa, E Dentro Da Santa Sé No Vaticano?
Mordomo roubou documentos que papa queria destruir, diz polícia.
Agatha Cristhie e Sherlock Holmes ensinaram:
O Culpado sempre é o Mordomo!
Quem é o acusado, o Mordomo do Papa [Dom Bento - Cardeal Ratzinger] ?
É o Sr. Paolo Gabriele julgado por roubo qualificado;
O papa, como chefe soberano do Vaticano, pode exercer em qualquer momento sua prerrogativa de perdoar o mordomo, mas se não fez isso até agora é sinal de que espera que o julgamento vá até o final."Eles (os documentos) não estavam todos em um só lugar. Estavam escondidos entre milhares de páginas", disse o policial Stefano De Santis, um dos agentes que revistaram a casa de Gabriele, ao tribunal. Alguns papéis, disse De Santis, tinham a caligrafia do Papa, que havia escrito "para serem destruídos"
O Caso:
É o caso do rumoroso caso, chamado pela Imprensa Internacional de: ‘Vatileaks’, em evidente conotação com Assange, que lidera o Wikileaks, que vaza dados de países [colocando-os em situação difícil, pelo teor das conversas secretas, entre líders mundiais, e embaixadores de diversos países e Ministros de alto escalão dos países, inclusive do Brasil e EUA, etc...] e está foragido na Embaixada do Equador, em Lodres, sem salvo-conduto, que o impede de deixar a Inglaterra.
Corrupção no Vaticano Atinge os “Príncipes da Igreja”.
É ligado ao Vazamento de documentos oficiais.
Os documentos vazados alegam corrupção na concessão de projetos de infraestrutura e uma luta de poder entre grupos rivais de cardeais, os chamados "príncipes da Igreja".
De acordo com o juiz Piero Antonio Bonnet, não há evidência suficiente para indiciar por roubo. 
Há outro funcionário do Vaticano, especialista em computação, é acusado de ser cúmplice, o Sr. Claudio Sciarpelletti, que será julgado por cumplicidade.
O escritório de Sciarpelletti foi vasculhado pela polícia em 24 de maio, um dia depois de Gabriele ser preso. O técnico em informática passou uma noite na prisão, mas foi libertado.
Nota: O WikiLeaks dedica-se a divulgar na internet informações sigilosas, geralmente relacionadas à diplomacia. No mais recente vazamento, foram publicados mais de 5 milhões de e-mails confidenciais da Stratfor, empresa americana privada de inteligência e análise estratégica. As mensagens eletrônicas, datadas entre julho de 2004 e dezembro de 2011, revelaram o uso de "redes de informantes, estruturas de suborno, técnicas de lavagem de dinheiro e o emprego de métodos de cunho psicológico", afirma um comunicado do WikiLeaks. O dono do site, Julian Assange, está em prisão domiciliar na Grã-Bretanha, enquanto aguarda julgamento que decidirá sua extradição (ou não) à Suécia, onde responde por crimes sexuais. VEJA -
Mordomo alega que estava protegendo o Papa e a Igreja Católica Romana de manipulação.
Talvez quisesse dizer, smt, CHANTAGEM!
Durante julgamento do 'Vatileaks', policiais dizem que milhares de papéis do Vaticano foram encontrados na casa de Paolo Gabriele.
Ele comunicou à Corte do Vaticano, que ficou encarcerado em cela, dentro do Vaticano, na qual não cabiam seus braços abertos, ficando nos dias de prisão sob luz forte, acesa dia e noite, o que lhe teria prejudicado a visão.
O julgamento de Paolo Gabriele, ex-mordomo do papa, e do técnico em informática do Vaticano, Claudio Sciarpelletti, pelo roubo e difusão de centenas de documentos de Bento 16 começou neste sábado [passado] no Vaticano, em meio a uma grande expectativa.
Gabriele está presente nesta primeira audiência, que não tem tempo de duração definida, assim como todo o julgamento.
O ex-Mordomo [destituído, após o vazamento do caso] Gabriele, que é casado e mora no Vaticano, ficou na prisão durante semanas, mas depois foi levado para casa, onde cumpre prisão domiciliar.
Se for condenado, ele pode receber uma sentença de um a seis anos.
O escândalo representa uma das maiores quebras de confiança e segurança para a Santa Sé recentemente, considerando-se que um significativa número de documentos da própria mesa de trabalho do papa foram vazados para um jornalista investigativo. O Vaticano denunciou os vazamentos como criminosos e imorais e abriu um investigação para descobrir os responsáveis.
As motivações para os vazamentos permanecem não claras: alguns comentaristas dizem que parecem der o objetivo de desacreditar o número 2 do papa, o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone.
Outros dizem que visam a minar os esforços do Vaticano de se tornar mais transparente financeiramente, enquanto outros dizem querer mostrar a fraqueza de Bento 16, de 85 anos, em gerenciar a Igreja Católica.
iG São Paulo | 03/10/2012 11:36:45
O ex-mordomo do papa Bento 16, Paolo Gabriele, tinha milhares de documentos oficiais do Vaticano, incluindo alguns que o pontifíce queria destruir, informou a polícia nesta quarta-feira, em depoimento durante o julgamento do escândalo conhecido como Vatileaks.
"Eles (os documentos) não estavam todos em um só lugar. Estavam escondidos entre milhares de páginas", disse o policial Stefano De Santis, um dos agentes que revistaram a casa de Gabriele, ao tribunal. Alguns papéis, disse De Santis, tinham a caligrafia do papa, que havia escrito "para serem destruídos".AP
Paolo Gabriele (direita) participa de audiência em tribunal no Vaticano.
No terceiro dia do processo, realizado com base no Código Penal italiano do século 19, membros da pequena força policial da Santa Sé disseram que o roubo de documentos criptografados havia comprometido algumas operações do Vaticano.
Eles também disseram ter encontrado instruções que Gabriele tinha impresso sobre como ocultar arquivos em computadores e como usar celulares de forma secreta.
Membros do Corpo de Gendarmerie afirmaram que muitos recortes de jornais, livros e muitos outros materiais apreendidos na busca no apartamento de Gabriele mostraram que ele era fascinado por ocultismo, lojas maçônicas, serviços secretos e os recentes escândalos do Vaticano e da Itália.
A série de documentos incriminatórios inclui cartas pessoais entre cardeais, o papa e políticos sobre uma variedade de assuntos. De Santis disse que a busca trouxe à luz "muitos outros" papéis dos que apareceram em um livro escrito por um jornalista italiano que denunciou a suposta corrupção no Vaticano.
"Você pode entender o nosso desconforto quando vimos esses documentos. Esta foi uma total violação da privacidade da família papal", disse, usando um termo do Vaticano para os assessores mais próximos do papa, que o servem em seus aposentos privados.
Policiais que depuseram na audiência de quarta-feira, também refutaram as acusações de Gabriele, feitas na terça-feira, de que foi maltratado por várias semanas depois de sua prisão;O julgamento foi adiado até sábado, quando a acusação e a defesa irão finalizar e os três juízes deverão chegar a seu veredicto.

Gabriele, que diz ter copiado os documentos porque o papa estava sendo "manipulado" , corre o risco de pegar até 4 anos de prisão, se for condenado. Mas é amplamente esperado que o papa o perdoe.Com Reuters e outras.
O Julgamento:
O presidente do Tribunal é Giuseppe della Torre, e também fazem parte do processo os juízes Paolo Papanti Pelletier e Venerando Marano.
O promotor do Vaticano é Nicola Piccardi, e Gabriele, conhecido como "Paoletto", será defendido pela advogada Cristiana Arru, e Sciarpelletti por Gianluca Benedetti.
O julgamento será assistido por vinte pessoas, já que é público, e oito jornalistas de diversos meios de comunicação, entre eles a Agência Efe.
O julgamento começou com muitas dúvidas, já que esta é a primeira vez que o Estado da Cidade do Vaticano enfrenta um processo penal desta envergadura.
Gabriele pode ser condenado a até quatro anos de prisão e o técnico Claudio Sciarpelletti, acusado de acobertamento, pode ser condenado a um máximo de um ano.
Embora o ex-mordomo já tenha se declarado culpado, isso não influenciará os juízes, já que ele pode estar fazendo isso para encobrir outras pessoas, disseram fontes judiciais do Vaticano.
O papa, como chefe soberano do Vaticano, pode exercer em qualquer momento sua prerrogativa de perdoar o mordomo, mas se não fez isso até agora é sinal de que espera que o julgamento vá até o final. Compilação e edição:Osvarela

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