quarta-feira, outubro 16

Contra fome, religiosos liberam consumo de gatos, cachorros e burros na Síria

Síria e a Guerra contra a Fome, em meio a guerra!
Contra fome, religiosos liberam consumo de gatos, cachorros e burros na Síria
15 de Outubro de 2013•09h11 • atualizado às 09h38
Exatamente neste dia 15, no qual, se comemora o Dia do Sacrifício em oferta a Maomé e se atira pedra no demônio, as autoridades religiosas da Síria emitiram uma “fatwa” permitindo a população de damasco, a maioria na Região Sul, da milenar capital, a comerem carne de animais domésticos ou usados no campo e regiões agrícolas.  



Depois de décadas de repressão, as pessoas resolveram lutar por liberdade e democracia. Mas o ditador não cedeu. Então, o movimento que iniciou durante a Primavera Árabe se transformou em um conflito sangrento que matou mais de 100 mil e afetou sete milhões (há dois milhões de refugiados), um terço da população do país.
Eid al-Adha
O início do ritual de apedrejamento de Satã coincide com o primeiro dia do Eid al-Adha, a festa do sacrifício, celebrada pelos muçulmanos em todo o mundo.
A lapidação simboliza, segundo a tradição muçulmana, a resistência a Satã, que apareceu em três lugares diferentes para o patriarca Abraão para tentar convencê-lo a não sacrificar seu filho Ismael, seguindo as ordens de Deus. Quando Abraão estava prestes a sacrificar seu filho, ele recebeu um cordeiro, que foi morto no lugar de Ismael.
Assim, a população, em meio a guerra civil, que opõe o Governo de Bashar al-Assad e os revolucionários que dominam certas regiões poderá comer a carne “haram” ou a carne antes considerada impura, como
Carne de cachorro;
Carne de burros;
Carne de gatos.
A notícia deixou os radicais em polvorosa, pois é contra os princípios religiosos   muçulmano, o uso destas carnes.
O que me espanta é que neste período e dia, são sacrificados milhares de animais, como camelos, ovelhas e gado bovino, nos países muçulmanos, neste Eid al-Adha.
Refugiados e sofredores
No centro de cadastro da Agência da ONU para os Refugiados, em Beirute, encontramos a família do sírio Bassel Rihavi. Ele, a esposa e quatro filhos dependem do auxílio internacional para sobreviver.
"Espero que nos ajudem economicamente, que nos forneçam alimentos e, se possível, agora com o início do ano escolar, vagas para as crianças. Fugi por temer pela vida dos meus filhos. Não suportava mais aquela situação que a cada dia se tornava ainda mais perigosa".
Respeitando a religiosidade dos fiéis, no entanto... Fica a pergunta: Por quer não enviar esta carne para os seus irmãos na síria e ajuda-los a combater a Fome?
É um mundo difícil de entender. Na mesma época na Sérvia se sacrificam milhares de ovelhas em homenagem a São Jorge.
Segue a reportagem:
Um grupo de xeques e ulemás sírios emitiram nesta terça-feira uma fatwa (espécie de decreto islâmico) pelo qual permitem aos habitantes dos subúrbios do sul de Damasco comer gatos, cachorros e burros para não morrerem de fome devido à guerra civil.
"Fazemos uma chamada humanitária dolorosa a todo o mundo sobre a situação que estamos vivendo no sul de Damasco", disseram os clérigos em um vídeo publicado na internet.
Os religiosos denunciaram que os moradores dos distritos do sul, cenário diário de bombardeios e enfrentamentos entre as forças do regime de Bashar al-Assad e os rebeldes, correm o risco de morrer de fome.
"Nossa fé autoriza comer gatos, cachorros e burros porque o povo não tem mais alimentos", disseram.
Os clérigos advertiram que se a situação continuar assim os vivos serão obrigados até mesmo a comer a carne dos mortos.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) informou ontem que as autoridades sírias tinham permitido que 2.000 mulheres, crianças e idosos abandonassem a cidade de Muadamiya al-Sham, ao sudoeste da capital, em guerra há vários meses.
Segundo algumas interpretações islâmicas, é proibido por diversos motivos o consumo de carne de cachorros, gatos e burros em alguns ditos do profeta Maomé e no Alcorão.

Tais interpretações consideram "haram" (proibido) comer esses animais por serem "impuros" ao se alimentarem de sobras, enquanto outras argumentam que, segundo um versículo Alcorão, não se pode consumir animais que tenham presas.

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