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quinta-feira, dezembro 9

Novas, mas antigas - Repercutindo...

DUAS EM UMA!
Atualizado pelas Agências em 09/12/2010 21h23
Estamos acompanhando esta notícia para confirmação do fato!
Agências divulgam supostas fotos de Sakineh
Fotos foram divulgadas por TV do Irã e não foram confirmadas por agências.
Se confirmada, a libertação ocorre na véspera do Dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado pelas Nações Unidas.
As fotografias mostram seu rosto numa das primeiras vezes desde que o caso se ganhou destaque internacional. As imagens teriam sido feitas na casa de Sakineh nos dias 4 e 5 deste mês. As agências de notícias alertam que não puderam verificar a veracidade das imagens e da libertação de Sakineh.
O Comitê Internacional Antiapedrejamento, ONG alemã que acompanhava seu caso, informou nesta quinta-feira (9) sobre a libertação da iraniana. 
O Irã acusa o Ocidente de usar o caso como arma de propaganda, transformando um "caso simples" em um meio de pressionar o governo do presidente Mahmud Ahmadinejad, criticado por supostas irregularidades eleitorais e desrespeito aos direitos humanos.

Iraniana Ashtiani Libertada...
Lembram-se dela?
A iraniana condenada ao apedrejamento pelas leis islâmicas no Irã.
Se verdadeira será um ato resultado das pressões internacionais sobre Irã, ou para demonstração de reconhecimento de erro das suas leis.
O que você acha?
A iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada a morte pelo crime de adultério, foi libertada, assim como seu filho e seu advogado, afirmou à agência de notícias France Presse o Comitê contra a Lapidação, ONG com sede na Alemanha.

A ONG Solidariedade Irã, que também acompanha o caso, confirmou a libertação de Sakineh, seu filho Sajad e dois jornalistas alemães em comunicado enviado por e-mail à Folha.
O Comitê contra a Lapidação não deu mais detalhes sobre como ocorreu a libertação e nem quando. O governo iraniano ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
"Recebemos do Irã a informação de que estão livres", disse à AFP Mina Ahadi, porta-voz do Comitê contra a Lapidação. "Esperamos ainda a confirmação. Aparentemente, esta noite há um programa que deve ser exibido na televisão e aí saberemos 100%. Mas, sim, ouvimos que está livre e também seu filho e seu advogado", disse Ahadi.
Sakineh foi inicialmente condenada à pena de morte por apedrejamento.
A sentença foi suspensa neste ano após várias críticas de grupos de direitos humanos terem levado a forte pressão internacional sobre o Irã.
Segundo a lei islâmica, em vigor no Irã desde a revolução de 1979, o adultério pode ser punido com a morte por apedrejamento, e crimes como assassinato, estupro, roubo a mão armada, apostasia e tráfico de drogas são todos punidos com a morte. Ainda este mês, os EUA condenou os planos anunciados de executar Sakineh. O Reino Unido alertou o Irã contra ir em frente com a punição, e a França pediu ao país para perdoá-la.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu asilo a Sakineh em julho, levando a uma constrangedora recusa pública da oferta pelo Irã, que disse que Lula é "uma pessoa humana e sensível", mas não tinha conhecimento de todos os fatos.
IGREJA CATÓLICA MAIS UM JULGAMENTO – AGORA NA HOLANDA.
Parece que a mancha não desgruda!
A Igreja católica está envolvida, através das ações de alguns de seus sacerdotes, em diversos casos espalhados pelo Mundo Europeu e na outra América.
Está parecendo que o volume de casos é tão grande, e que destamparam uma, desculpem, ‘fossa negra’, lacrada com a ajuda das autoridades eclesiásticas da Igreja.
Não são levantamentos desta página, é o que está sempre reverberando nas páginas dos maiores periódicos e agencias de noticias do Mundo todo.
Basta ver o volume de bilhões de indenizações as quais a ICAR tem que arcar pelos erros de seus clérigos, com o enredo resvalando no próprio irmão de Dom Ratzinger – o Papa Romano.
O que fazer?
Apesar do líder ser protestante esta é uma Comissão com viés político e o mesmo conta até com aval da Comissão dos Bispos da Holanda.
Antes que se façam ilações...
É Notícia.
09/12/2010 - 17h32

Holanda registra 1.975 denúncias de abuso sexual e físico cometidos por religiosos

MARCEL MICHELSON - DA REUTERS, EM HAIA
Quase 2.000 pessoas se declararam vítimas de abuso sexual e físico na infância e adolescência enquanto estavam sob os cuidados da Igreja Católica Romana na Holanda, informou uma comissão independente nesta quinta-feira.
A investigação sobre os abusos que datam de 1945 mostra a Holanda numa posição bem pior que a Irlanda dentro do escândalo que abalou a Igreja Católica na Europa e nos Estados Unidos. 
O escândalo também forçou o papa Bento 16 a pedir desculpas às vítimas de abuso sexual cometidos por padres católicos.
O relatório da comissão indicada pela igreja foi solicitado pela conferência dos bispos da Holanda depois do aparecimento de casos envolvendo padres pedófilos na Holanda, na Bélgica, na Irlanda, na Alemanha, na Austrália, no Canadá e nos EUA.
"Tenho muito respeito para com as pessoas que se apresentaram, porque se declarar vítima é um grande passo", disse Wim Deetman, ex-ministro da Educação e ex-prefeito de Haia, que está à frente da comissão e é protestante.
Questionado se o relatório poderia fazer pressão para uma mudança geral na hierarquia da Igreja, Deetman afirmou: "É muito cedo para dizer isso. Veremos isso no fim do ano que vem, depois de debater com muitas pessoas. Mas a conferência dos bispos nos pediu para estudarmos responsabilidades administrativas".
O relatório, um estudo preliminar sobre os escândalos, disse que a Igreja não fez o bastante para ajudar as vítimas e pediu que ela criasse um sistema eficaz de compensações, uma organização especial para ajudar as vítimas e ação disciplinar da Igreja, caso necessário.
Líderes do grupo católico Help and Justice, que vinha tratando até agora dos casos de abuso relatados à Igreja, ofereceram sua renúncia depois de o relatório afirmar que o grupo "não é uma organização assistencial".
A Igreja da Holanda e a Conferência das Ordens Religiosas no país agradeceram a Deetman pelo relatório e afirmaram que "o número de relatos requer uma investigação completa", com a qual vão cooperar amplamente.
Eles pediram que Deetman prossiga com suas investigações.
A comissão seguirá até o fim de 2011 para verificar se as recomendações foram implementadas. "Temos uma lista de perpetradores e estamos conversando com alguns deles", acrescentou Deetman.
Deetman afirmou que as organizações da Igreja esperaram muito tempo para tomar uma atitude profissional frente as queixas de abuso.
Quem é o Sr. Wim Deetman?
Ex-prefeito de Haia e membro do Conselho de Estado.
Veja o que vai realizar neste fim-deano, como convidado:
O evento Advento anual, organizada pela Ontario com CDA CDA Haia, tornou-se uma tradição. 
A idéia por trás deste encontro é - nas vésperas do Natal - um tempo para refletir sobre o que nos inspira e simplesmente ignorar as questões políticas do dia.
Estamos satisfeitos que o Sr. Wim Deetman, ex-prefeito de Haia e membro do Conselho de Estado, este ano, aceitou assumir a reflexão. 
O interlúdio musical será fornecido pelos músicos talentosos jovens Pieter van Loenen (1993), violinista e vencedor da princesa Christina Competição de 2010, e Mengjie Han (1989), pianista e vencedor da princesa Christina Competition 2009. 
Programação:
Advento reunião será realizada na quarta-feira, 8 de dezembro, 19,30 no Boskant, Velvet Burgwal 1945, em Haia. Caminhe com café / chá das 19h00. A entrada é gratuita e todos (incluindo os não-membros da CDA) é bem-vinda.

terça-feira, janeiro 20

POSSE DE OBAMA.DISCURSO PORTUGUES - ENGLISH.

Discurso da posse.
Em português
In English.
"Meus co-cidadãos: estou aqui na frente de vocês me sentindo humilde pela tarefa que está diante de nós, grato pela confiança que depositaram em mim e ciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço ao presidente Bush por seu serviço à nação, assim como também pela generosidade e cooperação que ele demonstrou durante esta transição.
Quarenta e quatro americanos já fizeram o juramento presidencial. As palavras já foram pronunciadas durante marés crescentes de prosperidade e nas águas tranqüilas da paz. Ainda assim, com muita freqüência o juramento é pronunciado em meio a nuvens que se aproximam e tempestades ferozes. Nesses momentos, a América seguiu em frente não apenas devido à habilidade e visão daqueles em posição de poder, mas porque Nós, o Povo, continuamos fiéis aos ideais de nossos fundadores e aos documentos de nossa fundação.
Tem sido assim. E assim deve ser com esta geração de americanos.
Que estamos no meio de uma crise agora já se sabe muito bem. Nossa nação está em guerra contra uma extensa rede de ódio e violência. Nossa economia está muito enfraquecida, uma conseqüência da ganância e irresponsabilidade por parte de alguns, mas também de nossa falha coletiva em fazer escolhas difíceis e em preparar a nação para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos cortados; empresas fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham demais; e cada dia traz mais provas de que a maneira como utilizamos energia fortalece nossos adversários e ameaça nosso planeta.
Esses são os indicadores da crise, sujeitos a dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profunda é a erosão da confiança em todo nosso país – um medo persistente de que o declínio da América seja inevitável e de que a próxima geração tenha que baixar suas expectativas.
Hoje, eu digo a você que os desafios que enfrentamos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão encarados com facilidade ou num curto período de tempo. Mas saiba disso, América – eles serão encarados.
Neste dia, nos reunimos porque escolhemos a esperança no lugar do medo, a unidade de propósito em vez do conflito e da discórdia.
Neste dia, nós viemos proclamar um fim aos conflitos mesquinhos e falsas promessas, às recriminações e dogmas desgastados que por muito tempo estrangularam nossa política.
Ainda somos uma nação jovem, mas, nas palavras da Escritura, chegou a época de deixar de lado essas coisas infantis. Chegou a hora de reafirmar nosso espírito de resistência para escolher nossa melhor história; para levar adiante o dom preciso, a nobre idéia passada de geração em geração: a promessa divina de que todos são iguais, todos livres e todos merecem buscar o máximo de felicidade.
América. Diante de nossos perigos em comum, neste inverno de nossa dificuldades, deixe-me lembrá-los dessas palavras imortais. Com esperança e virtude, vamos enfrentar mais uma vez as correntes gélidas e suportar as tempestades que vierem. Que os filhos de nosso filhos digam que, quando fomos colocados à prova, nós nos recusamos a deixar esta jornada terminar, que nós não demos as costas e nem hesitamos; e com os olhos fixos no horizonte e com a graça de Deus sobre nós, levamos a diante o grande dom da liberdade e o entregamos com segurança às gerações futuras.”
Clique;Leia a íntegra.
Abaixo da versão em inglês, leia tradução em português feita para o G1.
"My fellow citizens: I stand here today humbled by the task before us, grateful for the trust you have bestowed, mindful of the sacrifices borne by our ancestors. I thank President Bush for his service to our nation, as well as the generosity and co-operation he has shown throughout this transition.
Forty-four Americans have now taken the presidential oath. The words have been spoken during rising tides of prosperity and the still waters of peace. Yet, every so often the oath is taken amidst gathering clouds and raging storms. At these moments, America has carried on not simply because of the skill or vision of those in high office, but because We the People have remained faithful to the ideals of our forbearers, and true to our founding documents.
So it has been. So it must be with this generation of Americans.
That we are in the midst of crisis is now well understood. Our nation is at war, against a far-reaching network of violence and hatred. Our economy is badly weakened, a consequence of greed and irresponsibility on the part of some, but also our collective failure to make hard choices and prepare the nation for a new age. Homes have been lost; jobs shed; businesses shuttered. Our health care is too costly; our schools fail too many; and each day brings further evidence that the ways we use energy strengthen our adversaries and threaten our planet.
These are the indicators of crisis, subject to data and statistics. Less measurable but no less profound is a sapping of confidence across our land - a nagging fear that America's decline is inevitable, and that the next generation must lower its sights.
Today I say to you that the challenges we face are real. They are serious and they are many. They will not be met easily or in a short span of time. But know this, America - they will be met.
On this day, we gather because we have chosen hope over fear, unity of purpose over conflict and discord.
On this day, we come to proclaim an end to the petty grievances and false promises, the recriminations and worn out dogmas, that for far too long have strangled our politics.
We remain a young nation, but in the words of Scripture, the time has come to set aside childish things. The time has come to reaffirm our enduring spirit; to choose our better history; to carry forward that precious gift, that noble idea, passed on from generation to generation: the God-given promise that all are equal, all are free, and all deserve a chance to pursue their full measure of happiness.
We are the keepers of this legacy. Guided by these principles once more, we can meet those new threats that demand even greater effort - even greater cooperation and understanding between nations. We will begin to responsibly leave Iraq to its people, and forge a hard-earned peace in Afghanistan. With old friends and former foes, we will work tirelessly to lessen the nuclear threat, and roll back the spectre of a warming planet. We will not apologise for our way of life, nor will we waver in its defense, and for those who seek to advance their aims by inducing terror and slaughtering innocents, we say to you now that our spirit is stronger and cannot be broken; you cannot outlast us, and we will defeat you.
For we know that our patchwork heritage is a strength, not a weakness. We are a nation of Christians and Muslims, Jews and Hindus - and non-believers.
We are shaped by every language and culture, drawn from every end of this Earth; and because we have tasted the bitter swill of civil war and segregation, and emerged from that dark chapter stronger and more united, we cannot help but believe that the old hatreds shall someday pass; that the lines of tribe shall soon dissolve; that as the world grows smaller, our common humanity shall reveal itself; and that America must play its role in ushering in a new era of peace.
To the Muslim world, we seek a new way forward, based on mutual interest and mutual respect. To those leaders around the globe who seek to sow conflict, or blame their society's ills on the West - know that your people will judge you on what you can build, not what you destroy. To those who cling to power through corruption and deceit and the silencing of dissent, know that you are on the wrong side of history; but that we will extend a hand if you are willing to unclench your fist.
This is the source of our confidence - the knowledge that God calls on us to shape an uncertain destiny.
America. In the face of our common dangers, in this winter of our hardship, let us remember these timeless words. With hope and virtue, let us brave once more the icy currents, and endure what storms may come. Let it be said by our children's children that when we were tested we refused to let this journey end, that we did not turn back nor did we falter; and with eyes fixed on the horizon and God's grace upon us, we carried forth that great gift of freedom and delivered it safely to future generations."
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quarta-feira, outubro 31

ECUMENISMO - RELIGIÃO

ECUMENISMO - Religião
Congresso inter-religioso "Por Um Mundo Sem Violência".
Compilação e edição: Osvarela
Domingo, 21 de outubro de 2007, 06h05 - Atualizada às 08h46
O papa Bento XVI chegou às 5h15 (de Brasília) a Nápoles, capital da região sulina de Campânia, do porto de Nápoles, vindo do Vaticano;
À seguir, vai se dirigir à Praça do Plebiscito, onde celebrará a missa que servirá como ato de inauguração do congresso organizado pela Comunidade de São Egídio sob o lema:
"Por Um Mundo Sem Violência: Religiões e Cultura Dialogam".
Depois se transferirá ao seminário de Capodimonte, onde receberá os chefes das delegações e representantes de várias religiões do mundo que participam da reunião.
Na reunião assistirá o presidente do Equador, Rafael Correa, que discursará na segunda-feira no Congresso em uma mesa-redonda sobre a situação da América Latina, junto com o argentino Adolfo Pérez Esquivel, prêmio Nobel da Paz, e o bispo auxiliar de Porto Príncipe, Pierre Dumas.
Esta é a primeira vez que Bento XVI se reúne com um grupo com tantos representantes ortodoxos, protestantes, judeus, budistas e muçulmanos.
A viagem do Papa a Nápoles responde ao convite do arcebispo da cidade, Crescenzio Sepe, e ao desejo de dar seu apoio à importante reunião inter-religiosa, na qual, entre outros, participarão o patriarca ortodoxo de Constantinopla, Bartolomeu I, e o arcebispo da igreja greco-ortodoxa do Chipre, Chrysostomos II.
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Fonte:
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Martin Niemöller, 1933

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Pacto de Lausanne – Suíça
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95 Teses de Lutero
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