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quinta-feira, dezembro 9

Novas, mas antigas - Repercutindo...

DUAS EM UMA!
Atualizado pelas Agências em 09/12/2010 21h23
Estamos acompanhando esta notícia para confirmação do fato!
Agências divulgam supostas fotos de Sakineh
Fotos foram divulgadas por TV do Irã e não foram confirmadas por agências.
Se confirmada, a libertação ocorre na véspera do Dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado pelas Nações Unidas.
As fotografias mostram seu rosto numa das primeiras vezes desde que o caso se ganhou destaque internacional. As imagens teriam sido feitas na casa de Sakineh nos dias 4 e 5 deste mês. As agências de notícias alertam que não puderam verificar a veracidade das imagens e da libertação de Sakineh.
O Comitê Internacional Antiapedrejamento, ONG alemã que acompanhava seu caso, informou nesta quinta-feira (9) sobre a libertação da iraniana. 
O Irã acusa o Ocidente de usar o caso como arma de propaganda, transformando um "caso simples" em um meio de pressionar o governo do presidente Mahmud Ahmadinejad, criticado por supostas irregularidades eleitorais e desrespeito aos direitos humanos.

Iraniana Ashtiani Libertada...
Lembram-se dela?
A iraniana condenada ao apedrejamento pelas leis islâmicas no Irã.
Se verdadeira será um ato resultado das pressões internacionais sobre Irã, ou para demonstração de reconhecimento de erro das suas leis.
O que você acha?
A iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada a morte pelo crime de adultério, foi libertada, assim como seu filho e seu advogado, afirmou à agência de notícias France Presse o Comitê contra a Lapidação, ONG com sede na Alemanha.

A ONG Solidariedade Irã, que também acompanha o caso, confirmou a libertação de Sakineh, seu filho Sajad e dois jornalistas alemães em comunicado enviado por e-mail à Folha.
O Comitê contra a Lapidação não deu mais detalhes sobre como ocorreu a libertação e nem quando. O governo iraniano ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
"Recebemos do Irã a informação de que estão livres", disse à AFP Mina Ahadi, porta-voz do Comitê contra a Lapidação. "Esperamos ainda a confirmação. Aparentemente, esta noite há um programa que deve ser exibido na televisão e aí saberemos 100%. Mas, sim, ouvimos que está livre e também seu filho e seu advogado", disse Ahadi.
Sakineh foi inicialmente condenada à pena de morte por apedrejamento.
A sentença foi suspensa neste ano após várias críticas de grupos de direitos humanos terem levado a forte pressão internacional sobre o Irã.
Segundo a lei islâmica, em vigor no Irã desde a revolução de 1979, o adultério pode ser punido com a morte por apedrejamento, e crimes como assassinato, estupro, roubo a mão armada, apostasia e tráfico de drogas são todos punidos com a morte. Ainda este mês, os EUA condenou os planos anunciados de executar Sakineh. O Reino Unido alertou o Irã contra ir em frente com a punição, e a França pediu ao país para perdoá-la.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu asilo a Sakineh em julho, levando a uma constrangedora recusa pública da oferta pelo Irã, que disse que Lula é "uma pessoa humana e sensível", mas não tinha conhecimento de todos os fatos.
IGREJA CATÓLICA MAIS UM JULGAMENTO – AGORA NA HOLANDA.
Parece que a mancha não desgruda!
A Igreja católica está envolvida, através das ações de alguns de seus sacerdotes, em diversos casos espalhados pelo Mundo Europeu e na outra América.
Está parecendo que o volume de casos é tão grande, e que destamparam uma, desculpem, ‘fossa negra’, lacrada com a ajuda das autoridades eclesiásticas da Igreja.
Não são levantamentos desta página, é o que está sempre reverberando nas páginas dos maiores periódicos e agencias de noticias do Mundo todo.
Basta ver o volume de bilhões de indenizações as quais a ICAR tem que arcar pelos erros de seus clérigos, com o enredo resvalando no próprio irmão de Dom Ratzinger – o Papa Romano.
O que fazer?
Apesar do líder ser protestante esta é uma Comissão com viés político e o mesmo conta até com aval da Comissão dos Bispos da Holanda.
Antes que se façam ilações...
É Notícia.
09/12/2010 - 17h32

Holanda registra 1.975 denúncias de abuso sexual e físico cometidos por religiosos

MARCEL MICHELSON - DA REUTERS, EM HAIA
Quase 2.000 pessoas se declararam vítimas de abuso sexual e físico na infância e adolescência enquanto estavam sob os cuidados da Igreja Católica Romana na Holanda, informou uma comissão independente nesta quinta-feira.
A investigação sobre os abusos que datam de 1945 mostra a Holanda numa posição bem pior que a Irlanda dentro do escândalo que abalou a Igreja Católica na Europa e nos Estados Unidos. 
O escândalo também forçou o papa Bento 16 a pedir desculpas às vítimas de abuso sexual cometidos por padres católicos.
O relatório da comissão indicada pela igreja foi solicitado pela conferência dos bispos da Holanda depois do aparecimento de casos envolvendo padres pedófilos na Holanda, na Bélgica, na Irlanda, na Alemanha, na Austrália, no Canadá e nos EUA.
"Tenho muito respeito para com as pessoas que se apresentaram, porque se declarar vítima é um grande passo", disse Wim Deetman, ex-ministro da Educação e ex-prefeito de Haia, que está à frente da comissão e é protestante.
Questionado se o relatório poderia fazer pressão para uma mudança geral na hierarquia da Igreja, Deetman afirmou: "É muito cedo para dizer isso. Veremos isso no fim do ano que vem, depois de debater com muitas pessoas. Mas a conferência dos bispos nos pediu para estudarmos responsabilidades administrativas".
O relatório, um estudo preliminar sobre os escândalos, disse que a Igreja não fez o bastante para ajudar as vítimas e pediu que ela criasse um sistema eficaz de compensações, uma organização especial para ajudar as vítimas e ação disciplinar da Igreja, caso necessário.
Líderes do grupo católico Help and Justice, que vinha tratando até agora dos casos de abuso relatados à Igreja, ofereceram sua renúncia depois de o relatório afirmar que o grupo "não é uma organização assistencial".
A Igreja da Holanda e a Conferência das Ordens Religiosas no país agradeceram a Deetman pelo relatório e afirmaram que "o número de relatos requer uma investigação completa", com a qual vão cooperar amplamente.
Eles pediram que Deetman prossiga com suas investigações.
A comissão seguirá até o fim de 2011 para verificar se as recomendações foram implementadas. "Temos uma lista de perpetradores e estamos conversando com alguns deles", acrescentou Deetman.
Deetman afirmou que as organizações da Igreja esperaram muito tempo para tomar uma atitude profissional frente as queixas de abuso.
Quem é o Sr. Wim Deetman?
Ex-prefeito de Haia e membro do Conselho de Estado.
Veja o que vai realizar neste fim-deano, como convidado:
O evento Advento anual, organizada pela Ontario com CDA CDA Haia, tornou-se uma tradição. 
A idéia por trás deste encontro é - nas vésperas do Natal - um tempo para refletir sobre o que nos inspira e simplesmente ignorar as questões políticas do dia.
Estamos satisfeitos que o Sr. Wim Deetman, ex-prefeito de Haia e membro do Conselho de Estado, este ano, aceitou assumir a reflexão. 
O interlúdio musical será fornecido pelos músicos talentosos jovens Pieter van Loenen (1993), violinista e vencedor da princesa Christina Competição de 2010, e Mengjie Han (1989), pianista e vencedor da princesa Christina Competition 2009. 
Programação:
Advento reunião será realizada na quarta-feira, 8 de dezembro, 19,30 no Boskant, Velvet Burgwal 1945, em Haia. Caminhe com café / chá das 19h00. A entrada é gratuita e todos (incluindo os não-membros da CDA) é bem-vinda.

sexta-feira, setembro 10

Lamento e choro do Papa - Dom Ratzinger ataca os Evangélicos...

Lamento papal.

Lamenta o papa o crescente abandono de seus fiéis, em busca da Verdade e da comunhão verdadeira com Jesus Cristo, sem intermediários.

É um assunto que esta página já citou muitas e muitas vezes, mas tendo em vista mais uma declaração absolutamente incoerente de Dom Bento, queremos deixar claro que se ele não voltar a suas vistas para a Cruz vazia, cada dia mais ele verá sua Igreja Apostólica Romana, se esvaziando e o pior levanmdo muitos ainda na direção contrária a Verdade e o Caminho e a Vida.
10/09/2010 - 13h19

Papa Bento 16 pede esforço da Igreja brasileira para deter abandono de fiéis

DA EFE, NA CIDADE DO VATICANO
O papa Bento 16 pediu nesta sexta-feira à Igreja Católica do Brasil que não "poupe esforços" para deter o crescente abandono de fiéis e enfrentar, por outro lado, a rápida expansão das comunidades evangélicas e neopentecostais.
O pedido foi feito durante discurso aos bispos brasileiros, recebidos hoje em Castelgandolfo (a cerca de 30 quilômetros de Roma), na tradicional visita "ad limina" (visita aos túmulos, em livre tradução), realizada a cada cinco anos pelos representantes eclesiais de cada país.
"É observada uma crescente influência de novos elementos na sociedade, que há poucas dezenas de anos não existiam. Isto provoca um crescente abandono por parte de muitos católicos da vida eclesial ou inclusive da Igreja, enquanto no panorama religioso do Brasil se assiste à rápida expansão das comunidades evangélicas e neopentecostais", explicou Bento 16.
Segundo o papa, o afastamento se deve a "uma evangelização, em nível pessoal, às vezes superficial".
"Às vezes, os batizados não são suficientemente evangelizados, por isso são facilmente influenciáveis, já que têm uma fé frágil e frequentemente baseada em uma ingênua devoção", acrescentou.
Por isso, o papa instou que "a Igreja Católica se empenhe na evangelização e que não economize esforços na busca de católicos que tenham se afastado ou de pessoas que conheçam pouco ou nada da mensagem cristã".
O pontífice explicou que, diante "do desafio da multiplicação incessante de novos grupos, nos quais às vezes é feito uso de um proselitismo agressivo", é necessário reforçar o "diálogo ecumênico".
"A falta de unidade (entre as Igrejas cristãs) mina a credibilidade da mensagem cristã divulgada à sociedade", destacou Bento 16, que acrescentou que, por isso, o diálogo agora "é mais necessário do que nunca".
Nossa opinião.
Acho melhor ‘SS’ procurar explicações nos conventos, mosteiros, escolas e outras unidades da ICAR, basta ver as notícias em link, abaixo.
Talvez com seu irmão e seus amigos de coral em sua terra natal.
Mas, parece mais fácil desacreditar as Igrejas Evangélicas, na ótica de Dom Ratzinger, do que procurar voltar ao caminho da Verdade em Jesus Cristo, e não em outros intermediários, tão propalados pela ICAR.
Nós evangélicos não somos agressivos, mas somos vibrantes, porque em nossas mensagens falamos, da Salvação só em Jesus e por Jesus.

domingo, maio 2

Repercutindo:Legionários de Cristo-Novos casos na ICAR.

Papa nomeia delegado para controlar congregação Legionários de Cristo

Fundador da congregação foi acusado de diversos abusos sexuais.

Após investigações internas, Vaticano reconhece e condena os fatos.

01/05/2010 15h55 - Atualizado em 01/05/2010 17h47

Do G1, com agências internacionais

Padre Marcial Maciel Degollado, mexicano fundador da congregação Legionários de Cristo.

(Foto: legionnariesofchrist.org/AFP)

O Papa Bento XVI decidiu nomear um delegado para controlar diretamente a congregação Legionários de Cristo, fundadada pelo mexicano Marcial Maciel Degollado, já falecido, anunciou o Vaticano neste sábado (1º). Maciel foi acusado por diversos abusos sexuais.

A Igreja tem "a firme vontade de acompanhar e ajudar" a congregação "no caminho da purificação que a espera", e Bento XVI "indicará em breve as modalidades desse acompanhamento, começando pela nomeação de um delegado", informou o Vaticano em comunicado. (A primeira versão da nota informava incorretamente que Marcial Maciel Degollado havia sido bispo e que dirigira a congregação até a data de sua morte)

O anúncio segue-se a reuniões mantidas pelo papa na sexta-feira e neste sábado no Vaticano com os cinco bispos que realizaram uma inspeção na congregação.

Marcial Maciel teve um "comportamento objetivamente imoral", diz o comunicado do Vaticano. "Testemunhas incontestáveis" confirmam fatos muitas vezes "criminosos" que "demonstram uma vida sem escrúpulos e sem um autêntico sentimento religioso", diz a nota.

Maciel, que dirigiu com mão de ferro os Legionários de Cristo, congregação fundada em 1941 no México, era pai de uma menina, filha de uma relação secreta, cuja existência foi reconhecida em 2009.

Em maio de 2006, Bento XVI havia obrigado a Marcial Maciel a "renunciar a qualquer ministério público" e a "a retirar-se na oração e na penitência". A congregação está presente em 22 países, particularmente no México e na Espanha, possuindo 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas e 70.000 membros leigos. além de administrar 12 universidades.

A congregação Legionários de Cristo recebeu "com profunda fé e obediência" as indicações do papa Bento XVI sobre o "comportamento imoral" do fundador da ordem.

"Os Legionários de Cristo agradecem a solicitude paterna do Santo Padre e acolhem suas disposições com fé e obediência", informou uma nota divulgada neste sábado.

Duas vidas
Marcial Maciel Degollado (1920-2008) levava uma vida dupla, com pelo menos duas mulheres e três filhos, criando em torno de si um mecanismo de defesa que o tornou por longo tempo inatacável, sendo, por conseguinte, difícil, o conhecimento de sua verdadeira vida.

É por isto que "a descoberta e o conhecimento da verdade sobre o fundador provocou, nos membros da Legião, surpresa, desconforto e profunda dor, o que ficou evidenciado pelos inspetores visitantes" diz nota do Vaticano.

Bento XVI garantiu seus pensamentos e orações aos que foram "vítimas desses abusos e do sistema de poder" exercito por Degollado. O Santo Padre - explica o Vaticano - "quer tranquilizar todos os legionários e membros do movimento Regnum Christi que não serão deixados sozinhos: a Igreja tem a vontade firme de acompanhá-los e ajudá-los no caminho da purificação que os espera. Isso diz respeito, também a uma confrontação sincera com os que, dentro e fora da Legião, foram vítimas de abusos e do sistema de poder criado".

"Desta forma" - prossegue a nota - "o Santo Padre dedica seus pensamentos, orações e agradecimentos aos que, apesar de grandes dificuldades, tiveram a coragem e a perseverança de exigir a verdade".

Cinco visitadores apostólicos realizaram de 15 de julho de 2009 até a metade de março passado, uma investigação sobre a Congregação nos cinco continentes.

Foram eles:

Ricardo Watty Urquidi, bispo de Tepic (México);

Charles Joseph Chaput, arcebispo de Denver (Estados Unidos);

Giuseppe Versaldi, bispo de Alessandria;

Ricardo Ezzati Andrello, arcebispo de Concepción (Cjile);

Ricardo Blazquez Perez, bispo de Bilbao (Espanha).

Polêmico cardeal colombiano é substituído em missa

Da AFP

O cardeal colombiano Darío Castrillón, recente objeto de polêmica por elogiar um bispo francês que não denunciou um padre pedófilo, foi substituído como oficiante de uma missa em Washington para preservar a "solenidade" da cerimônia.
Castrillón presidiria uma missa em latim no sábado para celebrar o quinto aniversário do pontificado de Bento XVI, mas os diretores do Paulus Institute afirmaram que ele foi substituído para "manter a solenidade, a reverência e a beleza da missa".
Em uma carta enviada em 2001, Castrillón tratou o bispo de Bayeux-Lisieux, norte da França, como modelo para todos os bispos por não ter denunciado os abusos sobre menores cometidos pelo padre Rene Bissey.
Na época, o cardeal colombiano de 81 anos estava à frente do departamento do Vaticano responsável por todos os padres no mundo.
Os organizadores da missa afirmaram que não pretendem julgar as ações passadas do religiosos colombiano, mas o Paulus Institute destacou que apoia as diretrizes da Igreja Católica e do Papa de que todos os bispos devem denunciar crimes de abusos sexuais à polícia.

domingo, abril 18

UM NOVO REFORMADOR NA IGREJA CATÓLICA?

TEÓLOGO CATÓLICO RECONHECIDO ATACA A AUTORIDADE DE DOM RATIZINGER – BENTO XVI.

UM NOVO REFORMADOR NA IGREJA CATÓLICA?

VENTO CONTRA.

‘A Igreja está na pior crise de credibilidade desde a Reforma’, afirma Hans Küng ao justificar sua mensagem ao episcopado mundial.

Veja os seis pontos defendidos por Hans Küng:

1. Não se calem:

2. Comecem a reforma:

3. Ajam de maneira colegiada:

4. A obediência incondicional só é devida a Deus:

5. Trabalhem por soluções regionais:

6. Peçam um Concílio

At. 15. 1 Então alguns que tinham descido da Judéia...não podeis ser salvos.2 Tendo Paulo e Barnabé contenda..., os irmãos resolveram que Paulo e Barnabé e mais alguns dentre eles subissem a Jerusalém, aos apóstolos e aos anciãos, por causa desta questão....4 E, quando chegaram a Jerusalém, foram recebidos pela igreja e pelos apóstolos e anciãos[....]6 Congregaram-se pois os apóstolos e os anciãos para considerar este assunto.7 E, havendo grande discussão, levantou-se Pedro e disse-lhes: Irmãos, bem sabeis que já há muito tempo Deus me elegeu dentre vós, para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho e cressem.[...] 10 Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar?11 Mas cremos que somos salvos pela graça do Senhor Jesus...12 Então toda a multidão se calou e escutava a Barnabé e a Paulo, havia feito por meio deles entre os gentios.13 Depois que se calaram, Tiago, tomando a palavra, disse: Irmãos, ouvi-me:[...]19 Por isso, julgo que não se deve perturbar ...20 mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue.

Sob o Título de: A EPÍSTOLA DA DESOBEDIÊNCIA.

Hans Küng, Decano da ICAR, participante com Dom Ratzinger, de maneira excepcional no Concílio de 1962, realizado pela Igreja, [eram os goldens boys da Teologia, da forte vertente alemã, pelo seu Conhecimento, apesar de Jovens, foram admitidos no Evento...] publicou nesta semana passada uma Carta Aberta, na qual ele expõe feridas abertas e que sangram o cerne da Igreja Católica Apostólica Romana.

Embora seja conhecida a sua posição esta Carta Aberta reabre as feridas da ICAR, após reunião anos atrás entre o Emitente da Carta e Dom Ratzinger – Bento XVI. Apesar do juízo demolidor, H. Küng nunca abandonou a Igreja e se manteve fiel ao sacerdócio.

Nota: os dois trabalharam como peritos auxiliando os bispos alemães. Logo no início do pontificado de João Paulo II, Küng teve sua licença de teólogo cassada pelo Vaticano. Ele pôde continuar lecionando em Tubinga [Tübingen], mas não como teólogo católico.

Nesta Carta ele admite os vários problemas da ICAR.

1-Maior Crise da Igreja desde 1517 aC

2-Isolamento de Dom Ratzinger

3-Falta de comunicação de Dom Ratzinger .[Ele foi um teólogo avançado na época do Concílio. Depois, teve outra postura à frente da Congregação para a Doutrina da Fé (Tribunal da Santa inquisição), sob as ordens de Wojtyla.]

Impedimento do Vaticano em realizar Concílios a cada 5 anos

4-Necessidade de Reforma

5-Falta de Renovação da ICAR – “a política de restauração de Bento fracassou...

6-Dificuldade de Dom Ratzinger em abrir a Liturgia para o povo ouvir e entender as Missas

7-Igrejas vazias

8-Ignorancia dos seguidores da ICAR: “quando o público é mantido na ignorância...

9-Esvaziamento e perda de seus seguidores – “Mesmo os encontros papais com a juventude, frequentados sobretudo por grupos carismáticos conservadores, não conseguiram conter a drenagem dos que saem da Igreja...

10-Opinião de Hans é contrária a de Dom Ratzinger no controle de natalidade, no caso específico da África devido a disseminação da SIDA [AIDS];uso de preservativos

11-A questão do Celibato – Consagrado e referendado pó papa Paulo VI, em Encíclica Papal.

12-A Censura a toda voz que se levanta é reprimida pela Cúria que obedece cegamente a Dom Ratzinger. [leia-se ela foi agente para eleição politizada de Dom Ratzinger]

13-Critica a Pompa e riqueza e o uso da Mídia por Dom Ratzinger

14-Questiona a Infalibilidade PAPAL

15-Ataca a questão da Pedofilia – a segunda maior crise da ICAR na Era Moderna

Leia Trechos:

1-“COM A VOLTA À POMPA E AO ESPETÁCULO absorvendo a atenção da mídia, as forças reacionárias em Roma TENTARAM NOS APRESENTAR COMO UMA IGREJA FORTE CHEFIADA POR UM "VIGÁRIO DE CRISTO" ABSOLUTO que combina os poderes legislativo, executivo e judiciário da Igreja em suas mãos apenas.”

2-“ ELE O FEZ NO SENTIDO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS, EM QUE PEDRO NÃO AGIA SOZINHO SEM O COLÉGIO DOS APÓSTOLOS...”

Incita aos Clérigos da ICAR a Iniciar a Reforma, de baixo para cima!

Incita claramente a desobediência, ao indicar o Caminho de tomar decisões colegiadas, decisões regionais, em cada local, iniciar um Movimento para Convocação de um Concílio! Ele cita Pedro e Atos dos Apóstolos, para estas afirmações quanto ao Concílio -

EPÍSTOLA DA DESOBEDIÊNCIA

Em carta aberta aos bispos, teólogo questiona a fidelidade incondicional ao papa e diz que ele deixou de renovar a Igreja.

17 de abril de 2010 | 16h 00

Veneráveis bispos:

Joseph Ratzinger, atual papa Bento XVI, e eu éramos os mais jovens teólogos no Concílio Vaticano II (1962-1965).

Agora somos os mais velhos e os únicos ainda em plena atividade.

Sempre entendi meu trabalho teológico como um serviço prestado à Igreja Católica Romana. Por essa razão, por ocasião do quinto aniversário da eleição do papa Bento XVI, faço este apelo a vocês numa carta aberta. Ao fazê-lo, sou motivado por meu profundo respeito por minha Igreja, que agora se encontra envolvida na pior crise de credibilidade desde a Reforma. Queiram me desculpar pela forma de carta aberta. Infelizmente, não tenho outro meio para alcançá-los.

Minhas esperanças e as de tantos católicos de que o papa pudesse encontrar seu caminho para promover uma renovação em curso da Igreja e uma reaproximação ecumênica no espírito do Concílio Vaticano II infelizmente não se confirmaram.

Seu pontificado mais perdeu que aproveitou oportunidades. Perdeu-se a oportunidade de reaproximação com as igrejas protestantes; de uma reconciliação duradoura com os judeus - em vez disso, recolocou bispos notoriamente antissemitas e cismáticos em comunhão com a Igreja; de um diálogo com muçulmanos numa atmosfera de confiança mútua; de reconciliação com os povos indígenas colonizados da América Latina; de ajudar os povos da África permitindo o uso do controle da natalidade para combater a superpopulação e preservativos para combater a disseminação do HIV. Perdeu-se a oportunidade de fazer do espírito do Concílio Vaticano II a bússola de toda a Igreja Católica.

Este último ponto, respeitáveis bispos, é o mais sério de todos. Por diversas vezes, este papa acrescentou qualificativos aos textos conciliares e os interpretou contra o espírito dos padres do Concílio:

- Trouxe os bispos da tradicionalista Sociedade Pio X de volta à Igreja sem nenhuma precondição;

- Promove a Missa Tridentina medieval por todos os meios possíveis;

- Recusa-se a pôr em vigor a reaproximação com a Igreja Anglicana, exposta em documentos oficiais pela Comissão Internacional Anglicana-Católica Romana;

- Reforçou ativamente as forças anticonciliares na Igreja nomeando funcionários reacionários para postos-chave na Cúria, enquanto nomeava bispos reacionários por todo o mundo.

O papa Bento XVI parece cada vez mais afastado da vasta maioria dos membros da Igreja que presta cada vez menos atenção a Roma e, na melhor hipótese, se identifica somente com seu pároco ou bispo local.

Sei que muitos de vocês estão aflitos com essa situação. Em sua política anticonciliar, o papa recebe pleno apoio da Cúria Romana. A Cúria é competente para reprimir críticas no episcopado e na Igreja como um todo e para desacreditar críticos por todos os meios a sua disposição.

Com a volta à pompa e ao espetáculo absorvendo a atenção da mídia, as forças reacionárias em Roma tentaram nos apresentar como uma Igreja forte chefiada por um "Vigário de Cristo" absoluto que combina os poderes legislativo, executivo e judiciário da Igreja em suas mãos apenas. Mas a política de restauração de Bento fracassou. Todos os seus aparecimentos espetaculares, viagens demonstrativas e declarações públicas não conseguiram influenciar as opiniões da maioria dos católicos em questões controversas. Isso é particularmente verdadeiro com respeito a questões de moralidade sexual. Mesmo os encontros papais com a juventude, frequentados sobretudo por grupos carismáticos conservadores, não conseguiram conter a drenagem dos que saem da Igreja nem atrair mais vocações para o sacerdócio.

Vocês em particular, como bispos, têm razões para um profundo pesar: dezenas de milhares de padres renunciaram ao ministério desde o Concílio Vaticano II, a maioria em razão da regra do celibato. Vocações para o sacerdócio, mas também para ordens religiosas, irmandades e irmandades laicas estão em queda - não só quantitativamente como qualitativamente. A resignação e a frustração estão se espalhando rapidamente tanto pelo clero como pelos leigos atuantes. Muitos sentem que foram abandonados com suas necessidades pessoais e muitos estão profundamente deprimidos com a situação da Igreja. Em muitas de suas dioceses é a mesma história: igrejas cada vez mais vazias, seminários vazios e paróquias vazias. Em muitos países, em razão da falta de padres, cada vez mais paróquias estão sendo fundidas, com frequência contra a vontade de seus membros, em "unidades pastorais" maiores em que os poucos pastores sobreviventes ficam absolutamente sobrecarregados. Isso é antes uma falsa reforma da Igreja que uma reforma de fato!

E agora, por cima dessas crises, surge um escândalo que clama ao céu - a revelação do abuso clerical de milhares de crianças e adolescentes, primeiro nos Estados Unidos, depois na Irlanda, e agora na Alemanha e outros países. E para piorar as coisas, o tratamento dado a esses casos deu lugar a uma crise de liderança sem precedente e um colapso da confiança na liderança da Igreja.

As consequências de todos esses escândalos para a reputação da Igreja Católica são desastrosas. Líderes importantes da Igreja já admitiram isso. Numerosos pastores e educadores inocentes e comprometidos estão sofrendo com o estigma da suspeita que agora se estende sobre a Igreja.

Vocês, reverendos bispos, precisam enfrentar a questão: que acontecerá com nossa Igreja e suas dioceses no futuro? Não é minha intenção esboçar um novo programa de Reforma da Igreja. Isso eu já fiz muitas vezes tanto antes como depois do Concílio. Desejo apenas lhes apresentar seis propostas que estou convencido de que são apoiadas por milhões de católicos que não têm voz na atual situação.

1. Não se calem: mantendo o silêncio ante tantas ofensas graves vocês também se mancham com a culpa. Quando sentirem que certas leis, diretrizes e medidas são contraproducentes, vocês devem dizê-lo em público. Enviem a Roma não profissões de sua devoção, mas apelos em favor da reforma!

2. Comecem a reforma: muitos na Igreja e no episcopado se queixam de Roma, mas eles próprios não fazem nada. Quando pessoas não frequentam mais a igreja numa diocese, quando o público é mantido na ignorância sobre as necessidades do mundo, quando a cooperação ecumênica é reduzida ao mínimo, então a culpa não pode ser simplesmente atribuída a Roma. Quer sejam bispos, padres, leigos ou leigas - todos podem fazer algo pela renovação da Igreja dentro da própria esfera de influência, seja ela grande ou pequena. Muitas das grandes realizações que ocorreram nas paróquias individuais e na Igreja em geral devem sua origem à iniciativa de um indivíduo ou de um pequeno grupo. Como bispos, vocês deveriam apoiar essas iniciativas e, especialmente considerando a situação presente, deveriam responder às justas queixas dos fiéis.

3. Ajam de maneira colegiada: após debates acalorados e contra a persistente oposição da Cúria, o Concílio Vaticano II decretou a colegialidade do papa e dos bispos. Ele o fez no sentido dos Atos dos Apóstolos, em que Pedro não agia sozinho sem o colégio dos apóstolos. Na era pós-conciliar, porém, o papa e a Cúria ignoraram esse decreto. Dois anos apenas após o Concílio, o papa Paulo VI emitiu sua encíclica defendendo a controversa lei do celibato sem nenhuma consulta aos bispos. Desde então, a política papal e o magistério papal continuaram agindo da velha maneira não colegial. Mesmo em matérias litúrgicas, o papa governa como um autocrata sobre e contra os bispos. Ele fica feliz de se cercar deles desde que não sejam mais que figurantes no palco, sem nenhuma voz nem direito de voto. É por isso que, veneráveis bispos, vocês não deveriam agir sozinhos, mas na comunidade dos outros bispos, dos padres e dos homens e mulheres que constituem a Igreja.

4. A obediência incondicional só é devida a Deus: embora em sua consagração episcopal vocês tenham tido de fazer um juramento de obediência ao papa, sabem que a obediência incondicional não deve jamais ser prestada a nenhuma autoridade humana; ela só é devida a Deus. Por essa razão, vocês não deveriam se sentir impedidos por seu juramento de falar a verdade sobre a crise atual que enfrentam a Igreja, sua dioceses e seu país. Seu modelo deveria ser o apóstolo Paulo, que ousava discordar de Pedro como em "resisti-lhe francamente, porque era censurável"! (Gálatas 2:11). Pressionar as autoridades romanas no espírito da fraternidade cristã pode ser permissível e até necessário quando elas não se colocam à altura do espírito do Evangelho e de sua missão. O uso do vernáculo na liturgia, as mudanças dos regulamentos que governam casamentos mistos, a afirmação de tolerância, democracia e direitos humanos, a abertura para uma atitude ecumênica, e muitas outras reformas do Vaticano II só foram alcançados pela pressão tenaz de baixo para cima.

5. Trabalhem por soluções regionais: o Vaticano com frequência tem feito ouvidos surdos a demandas bem fundamentadas do episcopado, dos padres e da laicidade. Isso é mais razão ainda para se buscar soluções regionais sábias. Como todos vocês sabem, a regra do celibato, que foi herdade da Idade Média, representa um problema particularmente delicado. No contexto atual do escândalo dos abusos sexuais, a prática tem sido cada vez mais posta em questão. Contra a vontade expressa de Roma, uma mudança pareceria pouco possível; mas não há razão para uma resignação passiva. Quando um padre, após considerações maduras, deseja se casar, não há razão porque ele deva renunciar automaticamente a seu ministério quando seu bispo e sua paróquia ficarem do seu lado. Conferências episcopais individuais poderiam tomar a frente com soluções regionais. Seria melhor, porém, buscar uma solução para toda a Igreja, portanto.

6. Peçam um Concílio: assim como a conquista da reforma litúrgica, liberdade religiosa, ecumenismo e diálogo entre religiões requereu um concílio ecumênico, agora é necessário um concílio para resolver a escalada de problemas que pede uma reforma. No século anterior à Reforma, o Concílio de Constança decretou que concílios deveriam ser realizados a cada cinco anos. Mas a Cúria Romana conseguiu contornar essa decisão. Está fora de dúvida que a Cúria, temendo uma limitação de seu poder, faria qualquer coisa a seu alcance para impedir a realização de um concílio na presente situação. Assim, cabe a vocês promoverem o apelo por um concílio ou ao menos por uma assembleia representativa de bispos.

Com a Igreja em crise profunda, este é meu apelo a vocês, veneráveis bispos: ponham em ação a autoridade episcopal que foi reafirmada pelo Concílio Vaticano II. Nesta situação urgente, os olhos do mundo estão voltados para vocês. Incontáveis pessoas perderam sua confiança na Igreja Católica. Somente admitindo aberta e honestamente esses problemas e realizando resolutamente as reformas necessárias a confiança poderá ser recuperada. Com o devido respeito, eu lhes rogo que façam a sua parte - com seus colegas bispos até onde for possível, mas também sozinhos se preciso for - no "destemor" apostólico (Atos 4:29, 31). Deem a seus fiéis sinais de esperança e encorajamento e deem a nossa Igreja uma perspectiva para o futuro.

Com calorosas saudações na comunidade da fé cristã,

Do seu, Hans Küng

* Hans Küng, teólogo suíço, é escritor e professor emérito de teologia ecumênica na universidade tübingen, alemanha, escreveu este artigo para o New York Times

_Tradução de Celso M. Paciornik

Estadão – 18/04/2010.

Quem é Hans Küng:

Hans Küng (Suíça, 19 de março de 1928) é um teólogo suíço, filósofo, professor de teologia, escritor e sacerdote católico romano.

Küng estudou teologia e filosofia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roi. Foi ordenado sacerdote em 1954. Continuou a sua educação em várias cidades européias, incluindo Sorbonne em Paris. Sua tese doutoral foi "Justificação: A doutrina de Karl Barth e uma reflexão católica".

Em 1960, Küng foi nomeado professor de teologia na Universidade Eberhard Karls em Tübingen, Alemanha. Juntamente com o seu colega Joseph Ratzinger (futuro Papa Bento XVI), foi apontado como perito pelo Papa João XXIII como consultor teológico para o Concílio Vaticano II.

No final da década de 1960, Küng iniciou uma reflexão rejeitando o dogma da Infalibilidade Papal, publicada no livro Infallible? An Inquiry ("Infalibilidade? Um inquérito") em 18 de janeiro de 1970.

Em conseqüência disso, em 18 de dezembro de 1979, foi revogada a sua licença pela Igreja Católica Apostólica Romana de oficialmente ensinar teologia em nome dela, mas permaneceu como sacerdote e professor em Tübingen até a sua aposentadoria em 1996.

Em 26 de setembro de 2005, ele e o Papa Bento XVI surpreenderam ao encontrar-se para jantar e discutir teologia.

Küng defende o fim da obrigatoriedade do celibato clerical, maior participação laica e feminina na Igreja Católica, retorno da teologia baseada na mensagem da Bíblia.

A UNIVERSIDADE DE TUBINGA;

A Universidade de Tubinga (nome original: Eberhard Karls Universität Tübingen, também conhecida como "Eberhardina") é uma universidade pública localizada na cidade de Tübingen (Baden - Württemberg, Alemanha).

É uma das universidades mais antigas da Alemanha, com reconhecimento internacional nos campos da Medicina, as Ciências Naturais e as Humanidades. Tübingen é uma das cinco clássicas cidades universitárias na Alemanha.

A Universidade está constituída por 14 faculdades, algumas das quais estão subdivididas em departamentos.

  • Teología Protestante.
  • Teología Católica.
  • E outros...

Alguns de seus Principais Professores de Teologia ao longo dos anos:

  • Karl Barth, teólogo cristão suíço
  • Dietrich Bonhoeffer, teólogo luterano, pastor e opositor ao regime Nazista
  • Paul S. Fiddes, Professor de Teología Sistémica e Director do Regent's Park College, Universidade de Oxford
  • Walter Kasper, cardeal da Igreja Católica Romana
  • Hans Küng, teólogo católico romano, crítico com a doutrina católica (actualmente vetado no ensino de Teología Católica Romana)
  • Benedicto XVI Papa, dantes conhecido como Cardeal Joseph Ratzinger
  • Charles-Frédéric Reinhard, político
  • Philip Schaff, historiador da Igreja
  • Miroslav Volf, teólogo cristão na Universidade de Yale
  • Jan Paulsen, presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Fonte:

Wikipédia

Wikilingue

Estadão

EFE

Várias fontes

terça-feira, março 23

O papa pede perdão. PENSANDO ALTO. A SITUAÇÃO DOS QUE OFENDEM CRIANÇAS...

PENSANDO ALTO.
Osvarela
Não gostaria de repercutir, esta notícia, sobre ocorrências nos subterrâneos da ICAR, pois pode parecer que estou tirando partido dos erros dos envolvidos.
Coral da Catedral de Regnsburgo.
Mas, parece-me que a repercussão exige que nos posicionemos sobre os fatos.
Tenho acompanhado e publicado o noticiário, sobre estes absurdos ocorridos nas Congregações da ICAR, incluindo os Jesuítas.
Há anos a Justiça americana condenou, prendeu e exigiu o pagamento de bilhões de dólares da ICAR por erros de seus prelados.
Para piorar, ainda mais, a situação, um dos mais renomados bispos americanos da ICAR nos EUA, morreu assassinado na cadeia.
Parece duro ou por outras vezes, fácil, discorrer sobre este fato.
Na realidade é uma situação pouco confortável, para qualquer um.
Primeiro, pela possível generalização para outros párocos inocentes e desconforto para os vitimados, e seus familiares, mas outros cronistas e escritores teem se manifestado, como o Professor Dr. Cláudio Lembo, ex-Governador do Estado de SP; ex-reitor do Mackenzie, onde estudei, e fiz Pós-Graduação.
Segundo porque pode parecer ser fácil falar das mazelas alheias e esquecer as nossas, mas o fato é, que há uma divulgação sem precedentes, e falta de transparência muito grande sobre o assunto.
O que me preocupou após a última publicação, aqui nesta página foi a posição da ICAR, que tomaria medidas internas formais contra os envolvidos nestes casos horrendos de abusos, que se estendem desde 1930 no seio das mais diversas Entidades mantidas pela ICAR, pelo Mundo afora.
Temos um escopo de Escolas, Colégios, Seminários, Corais, etc.
São situações constrangedoras, que agora vêem à tona. Casos conhecidos agora, mas já prescritos judicialmente.
Quem nos garante que há muitos outros casos escondidos os entremuros de tão grande igreja?
Figuras impolutas da ICAR, como Georg Ratzinger [diretor musical de um colégio interno de Ratisbona, no qual várias crianças foram vítimas de abusos sexuais entre 1958 e 1973, o qual ocupou o cargo entre 1964 e 1994.], o Irmão de Dom Ratzinger – atual Bento XVI, Chefe do Estado Vaticano e da ICAR, se encontram no “olho do Furacão”, e alegam que se, não agiam com abusos da ordem íntima, aplicavam os mais severos castigos físicos em seus alunos e tutelados, e ainda se conformavam com a situação de espancamento, por ser “um costume” ou prática.
Outros como o Bispo da Irlanda, demonstram que eram sabedores dos acontecimentos, e pior acobertaram os envolvidos.
Não houve outra maneira, a ICAR teve que realizar um evento paliativo e inócuo:
Publicou um Boletim de Pedido de Perdão aos católicos Irlandeses.
Da mesma forma que já pediu inúmeros perdões as vítimas do Holocausto, mas quer beatificar Pio XII.
Pedido de Perdão!
E a Punição?
O que me chamou a atenção, até em conversa com amigos e familiares, é que a ICAR, vem tomando, atitude como Estado, e se utilizado deste status, para formalizar: culpas e disciplinas, somente de caráter interno, sem prisões ou condenações.
Todo Estado que tem um corpo governamental, o qual deve exercer o Poder de Polícia, junto aqueles que lhe devem respeitar os Direitos que lhe foram concedidos, sejam canônicos ou jurídicos.
Tudo seria normal, para usar este expediente disciplinar, se os casos ocorressem no solo do Vaticano, mas o problema é que os fatos ocorreram e estão ocorrendo e “pipocando” em várias partes do Mundo.
Talvez, não tenho certeza, mas poderia haver certa exclusão, do Brasil, por conta do Tratado de Estados: Brasil versus Vaticano.
Quando a ICAR disse que tomará medidas formais de julgamento, ainda não está falando, em punição dos envolvidos, ela quer afirmar sua autoridade extra-Estado em outros países, configurando inclusive um problema diplomático.
É de esperar que a ICAR deixe os Estados julgarem seus párocos, bispos e prelados nos Estados onde ocorreram os fatos e imediatamente os afaste de suas funções.
Até mesmo, o confesso irmão do Bispo de Roma deveria sofrer no mínimo um afastamento, apesar da idade, 86 anos, pois, tortura, crimes contra crianças, não prescrevem, assim ele deveria deixar de lado sua autoridade pastoral, até que se esclareçam os fatos e o tamanho de sua participação, nos fatos, digamos, não condizentes coma Ordenação que a Santa Sé lhe autorgou.
Poucos casos na Europa tiveram condenação e pelo que dizem os próprios envolvidos, com cabedal cardinalício, “há muito a que explicar”.
Ou o vaticano toma uma atitude séria ou ficará cada dia mais desacreditado.
Para consubstanciar minhas palavras, e mostrar que há mais pessoas querendo respostas, deixo o Professor DR. Claúdio Lembo falar sobre o assunto, através de artigo publicado no Terra Magazine. Ou trechos da Coluna Sem Fronteiras de Terra Magazine do Professor Wálter Fanganiello Maierovitch – jurista e professor de renomada.
ICAR-Igreja Católica Apostólica Romana.
O papa pede perdão.
Segunda, 22 de março de 2010
Cláudio Lembo-De São Paulo
Vergonha! É o sentimento presente na consciência de muitos. Aqueles que aceitaram os valores morais propagados, as formas de convivência transmitidas em espaços religiosos.
A figura do cura impunha respeito. Dignificava o lugar onde sua presença surgia. Toda cerimônia pública ou familiar exigia sua palavra. Era lenitivo para os percalços do dia-a-dia. Para os erros pessoais.
No último sábado - 19 de março - a carta do Papa Benedito XVI ao clero da Irlanda desvenda e assume, urbi et orbi, pesadelo que domina toda a hierarquia e atormenta aos laicos:
A infame presença de abusos sexuais em jovens entregues aos cuidados de colégios religiosos. Por toda a parte surgem notícias e mais asperamente na nobre e valorosa Irlanda.
Em defesa dos ideais religiosos de grande parte de seus iguais, os irlandeses combateram e morreram.
Conheceram perversidades sem par e estimularam avanços no pensamento político.
No entanto, alguns agrediram a confiança de muitos. Aproveitaram-se da fraqueza de crianças e jovens e os submeteram a sevícias intoleráveis. O abuso sexual é nefando. Inaceitável. Intolerável.
A relação de corpos só pode ocorrer quando existir recíproca confiança e pleno consentimento. Toda vez que faltar - confiança e consentimento - a violência marcará presença, mesmo no mais superficial contato.
A carta do pontífice é documento extraordinário.
Uma instituição milenar, acostumada a manter em reserva atos de seus integrantes, apresenta sem censura deplorável ação de alguns de seus membros.
À mente vêm situações perdidas nos séculos, onde a maldade substituiu a bondade. A violência a boa palavra. Aniquilada restou a dignidade humana. Tristes acontecimentos inscritos em autos da Inquisição.
Lá, os réus eram relaxados, muitas vezes, para Justiça comum.
Deixavam a jurisdição eclesiástica e passavam a ser submetidos a processos subordinados à lei do Reino.
Agora - quanto aos episódios relatados no documento papal - os autores de delitos de natureza sexual são enviados à Justiça do Estado irlandês para processá-los e, se for provado, condenados.
Nada, contudo, é dito sobre penas impostas pelas dioceses a que pertencem os acusados. Nem a alta hierarquia e muitos menos as esferas locais são chamadas a se pronunciar.
Parece abdicação da legislação canônica em favor da legislação do Estado. Um elemento novo nas relações do Estado do Vaticano com as demais soberanias existentes.
Triste e deplorável episódio. Leva a muitas reflexões. A fragilidade humana se apresenta em toda sua dimensão nos acontecimentos da Irlanda. O prazer da dominação e da submissão do mais fraco.
A capacidade de personalidades bem formadas intelectualmente de se portarem como entes primitivos. A força da sexualidade na vida das pessoas. Elemento que, muitas vezes, foge do controle racional e ético.
São temas que afloram em momento tão delicado.
Explode ainda a presença dos Concílios de Elvira (306) e de Roma (386), quando decretos foram emitidos, instituindo o celibato para os presbíteros.
Mais tarde - muito mais tarde - Paulo VI voltou ao tema e apontou o celibato como capaz de tornar a pessoa - o pastor - mais disponível aos irmãos (Carta Apostólica Sacerdotalis coelibatus (1967)).
São posições aceitáveis, mas discutíveis face às situações vividas por toda a parte por integrantes do catolicismo. As sociedades se alteraram e os costumes, a seu turno, de maneira alarmante.
As condutas de outras épocas já não se coadunam com as maneiras contemporâneas de viver. A vida em comum, em casamento monocrático, lição do cristianismo, se impôs por todo o Ocidente.
O celibato, por seu turno, não é dogma religioso.
Trata-se de mera imposição aceita no decorrer dos tempos. A "virgindade consagrada" não pode ser imposta indiscriminadamente.
Acontece o pior.
A carta do Papa a seu rebanho é documento corajoso.
É sinal de novos tempos, onde a verdade dos atos humanos já não pode ser objeto de mitigação. A transparência é valor vitorioso.
As comunidades de base deverão se debruçar sobre o amargo documento e propor novos caminhos e rumos para a vida religiosa.
Não é sem tempo.
Cláudio Lembo é advogado e professor universitário.
Foi vice-governador do Estado de São Paulo de 2003 a março de 2006, quando assumiu como governador.
Destacado da publicação original.
Para ler a íntegra:Clique aqui...
Texto de Wálter Fanganiello Maierovitch
1. Neste 2010, a Alemanha virou a bola da vez com relação a escândalos decorrentes de crimes sexuais em colégios internos, religiosos e laicos.
2. O último veio a furo em 5 de março, conforme comentamos em dois posts deste blog Sem Fronteiras de Terra Magazine.
O escândalo de março de 2010 refere-se aos consumados crimes de pedofilia e atentado ao pudor que vitimaram meninos do famoso coral da catedral de Regensburgo, também conhecida por catedral de Ratisbona, isto pelo histórico diálogo de Ratisbona entre católicos e protestantes, ocorrido no século XVI.
3. Os crimes sexuais de autoria de padres e a envolver os meninos-cantores da catedral de Regensburgo (Domspatzen) consumaram-se entre 1958 a 1973.
O irmão do papa Bento XVI, padre Georg Ratzinger, dirigiu o coral de 1964 a 1994 e não pesa contra ele nenhuma suspeita de autoria de tais delitos.
A dúvida, apenas, é se houve omissão do padre Georg. Ou melhor, ocorreu ou não “abafamento” dos casos para evitar a exposição da Igreja?
Georg vai colaborar com a polícia, pois, durante muitos anos, dirigiu o coral.
4. No fim de semana, conforme noticiamos no Sem Fronteiras de Terra Magazine , o padre Georg Ratzinger, de 86 anos, irmão mais velho de Bento XVI, disse que cuidava apenas da parte musical e não da disciplinar. Mais ainda, sustentou nada saber a respeito de crimes sexuais: “Não acredito que ocorreram”. Ressaltou, também, que não dirigia o coral quando dos ilícitos apontados.
5. O responsável pela diocese, bispo Gerhard Müller, confirmou os crimes. Admitiu dois casos com padres, entre 1958 e 1973. O último deles, em 1973, quando Georg Ratzinger já dirigia o coral.
O bispo Müller destacou que os dois padres-criminosos já faleceram.
6. Desde o início desta semana, o padre Georg mudou seus relatos, diante da reclamação do governo da Alemanha da não colaboração da Igreja tedesca nos esclarecimentos.
Para a chanceler alemã Angela Merkel, a Igreja precisa colaborar nas apurações pela sua seriedade e empenho social-construtivo.
7. Georg Ratzinger, nesta semana, já reconheceu que algumas violências aconteceram, mas não de natureza sexual. Ele mesmo admitiu ter dado uns tapas em alguns meninos, como corretivos.
Pelos tapas nos meninos pediu desculpas na terça-feira passada. E frisou que, depois da entrada em vigor da lei alemã que proibia violência física contra estudantes (a lei é de 1980), parou de ministrar corretivos: tapas, alguns no rosto dos meninos.
Ao confessar os tapas e, agora, se desculpar, parece que o padre Georg não cuidava apenas da parte musical, como ressaltou em entrevista.
Sobre os tapas, falou que os tempos eram outros. “Isso era admitido, isto é, tolerado, até a chegada da lei”, diz Georg.
8. O coral de Regensburgo é o mais antigo do mundo. Foi formado em 975, ou seja, tem mais de mil anos. Tornou-se famoso na segunda metade do século XX e, pelo sucesso, tem agenda de excursões para apresentação em vários países.
9. Ontem, dois dados novos surgiram.
Dos dois padres-professores mencionados pelo bispo Müller, autores dos abusos sexuais, a Justiça alemã os processou e condenou.
Soube-se disso ontem, pelo levantamento realizado pelos jornais alemães.
O primeiro dos padres-pedófilos, por fato consumado em 1958 (Georg não dirigia o coral de Regensburgo-Ratisbona), foi condenado a dois anos de prisão.
O segundo clérigo-pedófilo recebeu a pena de 11meses de detenção, em face de crime perpetrado em 1971 (Georg já era diretor do coral).
Pelo que sabe, os dois foram expulsos do internato de Regensburgo, mas ainda não se tem informação se afastados da Igreja. Ignora-se, ainda, se cumpriram a pena na prisão ou se beneficaram de regime aberto ou sursis (suspensão condicional da execução da pena privativa de liberdade).
10. Amanhã, sexta-feira, o papa Bento XVI receberá o arcebispo Robert Zollitsch, prelado maior na hierarquia católica da Alemanha, para melhor se inteirar do sucedido.
Como já se sabe, o papa Ratzinger vai manter a linha “tolerância zero”. Ou seja, nada de impunidade e transparência absoluta.
11. Enquanto isso, a polícia começou a ouvir alunos que, nos últimos dez anos, dizem ter sido vítimas de abusos em colégios internos. Religiosos ou laicos.
12. PANO RÁPIDO. A Rádio Vaticano, veículo de difusão oficial do Estado, acaba de entrevistar o padre Federico Lombardi e sua manifestação foi muito comentada na mídia européia: “Os erros verificados nas instituições e de responsabilidade eclesiástica são particularmente reprováveis. Mas a questão é muito mais ampla”.
A referência à amplitude vem na linha do recomendado pelo arcebispo de Viena (Áustria), Christoph Schönnhorn, e encampado pela Santa Sé. Para o vienense , “o problema envolve a sociedade como um todo”. Daí, o papa Ratzinger falar em transparência.
Wálter Fanganiello Maierovitch

sexta-feira, março 19

Sofrimento e Tortura Infantil. Pretensa Educação Religiosa disvirtuada, envolve Papa, seu irmão e párocos da ICAR.

Jr.9.21.Porque a morte subiu pelas nossas janelas, e entrou em nossos palácios, para exterminar as crianças das ruas e os jovens das praças.
Jr.22.17.Mas os teus olhos e o teu coração não atentam senão para a tua avareza, e para derramar sangue inocente, e para praticar a opressão, e a violência.
documento do Vaticano-pedido de desculpas
Após escândalo de pedofilia, papa promete carta a fiéis da Irlanda.

17/03/2010 - 10h11
Publiquei recentemente um post sobre as questões enolvendo o irmão de Dom Ratzinger, primado da Igreja católica romana, na Alemanha, mas parece como eu havia dito, que esta questão não quer calar no seio daquela Igreja.
Agora aparece uma notícia, de que o Bispo de Roma, vai ter que dar explicações oficiais ao povo irlandes, devido a inumeráveis casos de abuso sexualcontra crinaças, através de seus párocos.
O mais grave: O fato ficou escondido do público, com conhecimento dos prelados que deveriam punir aos culpados ou entregá-los as autoridades:
O chefe da Igreja Católica irlandesa, cardeal Sean Brady, que admite que encobriu um dos acusados.
Na Alemanha a Chanceler Merkel, teve que ir ao parlamento, por causa de um número de abusos que beira aos 250 contra crianças do coral da escola onde o irmão de Dom Ratzinger, já autoconfesso espancava as crianças. Angela Merkel, tergiversou, dizendo, que isto é um problema, nó só da ICAR, mas da sociedade atual.
O que me constrange é saber que a ICAR não tenta resolver este assunto dentro dos muros da Igreja, mas trata-se de um assunto não "intramuros", mas "extramuro", que cabe ação criminal pelas autoridades dos países atingidos.

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Martin Niemöller, 1933

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1)Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).
Pacto de Lausanne – Suíça
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